contos de fadas

Top PDF contos de fadas:

Evidências de validade com base na estrutura interna no Teste dos Contos de Fadas.

Evidências de validade com base na estrutura interna no Teste dos Contos de Fadas.

personagens e imagens de cenas vinculadas a, basica- mente, três contos de fadas (Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve e João e o Pé de Feijão), agrupados em sete séries, compostas por três cartões cada. Os cartões apresentam desenhos de personagens dos con- tos de fadas referidos acima e cenas de duas dessas histórias. Em relação à sua aplicação, o TCF é admi- nistrado individualmente, em um único encontro, de aproximadamente 45 minutos. Antes da administração, o examinador deve veriicar a familiaridade da criança com os contos que estão presentes no teste. Portanto, é essencial que a criança conheça, a história da Chapeuzi- nho Vermelho, da Branca de Neve e alguma história de gigantes, como, por exemplo, João e o Pé de Feijão ou O Pequeno Polegar. Se a criança não estiver familiarizada com os contos mencionados, aconselha-se remarcar a administração do teste para dali a uma semana, após a explanação do conto.
Mostrar mais

12 Ler mais

Teste dos Contos de Fadas : estudos de evidência de validade

Teste dos Contos de Fadas : estudos de evidência de validade

O teste projetivo Teste dos Contos de Fadas/TCF, objetiva avaliar aspectos dinâmicos da personalidade de crianças com idades entre 6 e 11 anos. É constituído por 21 desenhos de personagens e cenas dos contos do Chapeuzinho Vermelho, da Branca de Neve e do João e o Pé de Feijão, agrupados em sete séries, com três desenhos cada. A proposta não é que a criança conte as histórias, mas que responda a algumas questões relacionadas a estes personagens e cenas. Considerando a importância da adaptação de instrumentos psicológicos para a realidade em que são utilizados, este estudo teve como principal objetivo criar subsídios para a adaptação e uso do TCF à realidade brasileira, principalmente no que se refere aos seus estudos de validade. Para isso, a presente Tese de doutorado foi organizada em quatro seções. A primeira discute teoricamente os testes projetivos como reveladores de material dinâmico, normal ou patológico, destacando a principal finalidade deles que é a de avaliar características da personalidade do sujeito, dando particular atenção ao uso dos mesmos nos processos de avaliação psicológica de crianças. A segunda seção traz uma contextualização do TCF, descrevendo sua configuração, forma de administração e proposta de avaliação. A terceira e a quarta seções apresentam os estudos de validade do TCF. Para a realização destes dois estudos foi realizada uma pesquisa quantitativa, envolvendo 315 crianças da população geral (grupo não clínico) e 167 crianças de grupos clínicos (30 crianças com Diabetes Mellitus, 28 com Transtorno Depressivo, 23 com Transtorno de Conduta, 31 com Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade, 23 com Transtorno de Aprendizagem e 32 crianças vítimas de abuso sexual intrafamiliar). Os instrumentos utilizados foram uma Ficha de Dados Sociodemográficos; o Teste Matrizes
Mostrar mais

121 Ler mais

Contos de fadas: recurso educativo para crianças com deficiência intelectual

Contos de fadas: recurso educativo para crianças com deficiência intelectual

Segundo Cashdan (2000), os Contos de Fadas, de origem celta, surgiram por meio de relatos entre amigos ou familiares sobre acontecimentos da vida diária, são envolventes e dramáticos, estando condicionados ao relato de uma única situação. Foram construídos a partir de lendas, mitos, superstições e rela- tos em geral de fatos transmitidos oralmente pelos povos antigos, que tinham grande número de contos fabulosos povoados de fantasmas. “Originalmente concebidos como entretenimento para adultos, os contos de fadas eram contados em reuniões sociais, nas salas de fiar, nos campos e em outros ambientes onde os adultos se reuniam – não nas creches” (Cashdan, 2000, p. 20).
Mostrar mais

28 Ler mais

Respostas ao teste dos contos de fadas em crianças com e sem problemas de aprendizagem

Respostas ao teste dos contos de fadas em crianças com e sem problemas de aprendizagem

sofre modificações de acordo com a interposição de um grupo de mecanismos de defesa, como: sublimação, as atividades compulsivo-obsessivas, o fazer e o anular, a formação de símbolos e de fantasia, as formações reativas e as repressões. A variável Agressão Oral (AO) no Teste dos Contos de Fadas avalia situações vinculadas a ações, como morder, mastigar, estraçalhar, insultar, amaldiçoar (Coulacoglou, 1998/2001, 1998/2001a, 2002a, 2002b, 2008a, 2008b), ou seja, aponta para um desejo destrutivo primitivo. Com base nisso, chama a atenção, neste estudo, que a variável AO apresente uma frequência maior (com significância estatística) no G2 (sem problemas de aprendizagem) e ainda com a maior parte das respostas classificadas na intensidade 3 (Tabela 14), o que significa respostas que denotam ações claras de dano, ataque e/ou extermínio oral. As formas mais primitivas de agressão (Agressão Oral) parece que escapam do comando defensivo e superegóico das crianças do G2. Isso quer dizer que as crianças do G2, deste estudo, são mais imaturas emocionalmente que as crianças do G1? Parece precipitado defender tal hipótese. Seria importante avançar na análise dos dados e verificar outros possíveis aspectos, como, por exemplo, identificar a que cartões (personagens) estão vinculadas as intensidades das respostas.
Mostrar mais

85 Ler mais

Contos de Melissa: uma relação intersemiótica entre os contos de fadas tradicionais e o conto publicitário

Contos de Melissa: uma relação intersemiótica entre os contos de fadas tradicionais e o conto publicitário

Ainda segundo Mendes (2000, p.123) os contos de fadas selecionados por Perrault, de maneira geral, demonstram os arquétipos do comportamento feminino, como forma de representação e valorização da vida familiar, ou seja, a coletânea visava apresentar à sociedade burguesa, principalmente às crianças e mulheres, um modelo de comportamento a ser seguido. Dentro desse modelo as fadas aparecem como símbolo do poder feminino e as protagonistas (princesas ou camponesas que depois se tornam princesas) aparecem como símbolo da fragilidade e feminilidade, tendo a beleza como marca dessa representação. Outro fato importante é que os contos mostram que o poder das fadas e do homem é que conduziria e comandaria o destino das protagonistas. Podemos citar o caso de Cinderela, que somente com a ajuda de sua fada madrinha pôde ir ao baile e conhecer o príncipe que a libertou do cativeiro imposto por sua madrasta.
Mostrar mais

154 Ler mais

As entrelinhas dos contos de fadas: ponte para eternizar ideologias

As entrelinhas dos contos de fadas: ponte para eternizar ideologias

Corroborando com a afirmação de que os Contos de Fadas originaram a partir de mitos e de histórias orais, trazemos os estudos de Propp, apontados na pesquisa de Coelho (2009). Em meados de 1920, na Rússia, Propp analisou cem contos populares, a fim de encontrar algo que os interligasse. Constatou, então, que a sequência de ações das narrativas seguiam uma mesma linha e dedicou-se à investigação de uma possível origem comum. Após muita investigação sobre os rituais populares de povos primitivos, deparou-se com dois ritos principais: o de iniciação sexual e o de representações da vida após a morte e relacionou-os com os contos maravilhosos e contos de fadas. A criação dessas contos deu-se, a princípio, por meio de mitos. Os mais velhos, contavam aos iniciantes o que lhes aconteceria nos rituais que estavam sujeitos a praticar. Essa história era mantida como um segredo entre o locutor e o ouvinte, fazendo com que fosse guardada entre a tribo, sendo que somente os que haviam participado de tais rituais teriam conhecimento. Quando essas sociedades, tanto por razões naturais, quanto por força de comunidades dominantes, se fundiram com outras sociedades ou até mesmo desaparecem, o sistema social em que esses mitos eram baseados, consequentemente, perde seu valor. Nesse momento, essas histórias sagradas vão, gradualmente, perdendo seu valor social primitivo e convertidas a contos populares utilizadas para entretenimento.
Mostrar mais

85 Ler mais

Agressividade no período da latência através do teste contos de fadas

Agressividade no período da latência através do teste contos de fadas

A partir dessa necessidade é que se apresenta o instrumento utilizado neste estudo. O Teste Contos de Fadas possui um diferencial ao possibilitar o conhecimento dos motivos que levam a criança a responder de forma agressiva. Na presente investigação, buscou-se verificar a freqüência de conteúdos agressivos identificados nesta etapa do desenvolvimento e neste instrumento. Frente aos achados deste estudo através do Teste dos Contos de Fadas, foi possível perceber, na criança latente, repostas motivadas pela agressão, mesmo encontrando-se, em princípio, mais calma (como resultado dos impulsos que estão canalizados pelo atuar de mecanismos defensivos). Avaliar um sujeito não é uma tarefa fácil. Mas as técnicas projetivas são ferramentas que possibilitam o acesso ao simbolismo psíquico. Nesse sentido, é de fundamental importância reunir esforços para colaborar na investigação das propriedades psicométricas destas técnicas, como forma de garantir sua precisão e validade para realizar julgamentos clínicos. Assim sendo, esta Dissertação possibilitou o estudo e a estruturação de um trabalho que permitiu resgatar posicionamentos teóricos, dentro do referencial psicanalítico, sobre a agressão e operacionalizar a identificação desta variável numa técnica projetiva, colaborando com um projeto maior de adaptação para a realidade brasileira do Teste dos Contos de Fadas.
Mostrar mais

91 Ler mais

"E a Bela dançou...": subvertendo o belo feminino dos contos de fadas.

"E a Bela dançou...": subvertendo o belo feminino dos contos de fadas.

Em se tratando da releitura “Uglyand the Beast”, o evento de caráter metaempírico, ou seja, a transformação mágica da Fera em um belo príncipe também ocorre na trama. No entanto, perde seu glamour e é narrada pela Fera como algo muito desagradável do seu passado, que só teria acontecido para satisfazer o desejo da Bela que ele tinha na época, invertendo, portanto sua conotação positiva. Assim como as inversões promovidas por Carter, essa forma de tratar a metamorfose também atinge em cheio a supervalorização da beleza sem defeitos, típica dos contos de fadas, visto que, em “Uglyand the Beast”, fica-se com a impressão de que a Fera sente-se melhor com a Feia e também de que a ‘apa- rência grotesca’ da personagem masculina é, na verdade, o seu ‘eu real’, ou seja, ele é, de fato, uma Fera a qual, diante do conflito que lhe causava a transformação, resolve rejeitar essa ilusão de beleza criada por meios mágicos e assumir o que na realidade é. Vê-se, então, que, nessa releitura de Walker, o príncipe também dançou...
Mostrar mais

13 Ler mais

Contos de fadas: um histórico-literário das imagens da mulher

Contos de fadas: um histórico-literário das imagens da mulher

Desta forma, sabe-se então como toda heroína, a moça da narrativa passará por suas provas para legitimar sua auteridade, se em Branca de Neve a protagonista vence todos seus obstáculos logo ao se casar, aqui a personagem central precisa ainda cumprir provações mais árduas após o matrimônio, porque dentro de cada provação, de cada tarefa realizada, com ajuda ou não de entes mágicos, as personagens boas dos contos de fadas aprendem e conquistam algo, enquanto que as personagens más, além de nada aprenderem, são castigadas. Como nossa protagonista é boa, evidentemente ela passará por suas provas, aprenderá e será recompensada.
Mostrar mais

142 Ler mais

Contos de fadas no ensino fundamental I: analisando os recursos empregados e as estratégias que podem ser adotadas pelas/os docentes na desconstrução de estereótipos sexistas

Contos de fadas no ensino fundamental I: analisando os recursos empregados e as estratégias que podem ser adotadas pelas/os docentes na desconstrução de estereótipos sexistas

Os contos de fadas, por seus elementos fantásticos, costumam estar associados ao universo infantil. No entanto, a gênese dos contos revela que eles pertenceram à tradição oral e foram destinados aos adultos. Na fase escrita, passaram por adaptações até atingir o público infantil. Inseridos em diversas culturas, os contos misturam desde os ritos de passagem até as influências mais modernas contidas nas versões contemporâneas. Por serem considerados um artefato cultural do patrimônio literário, estes contos costumam compor o currículo de Língua Portuguesa das escolas brasileiras. Constituindo-se enquanto abordagem qualitativa, este estudo procurou aliar a realidade destas instituições em relação aos contos de fadas à proposta de refletir sobre as relações de gênero presente nestas histórias e sobre sua incidência em nosso comportamento. A decisão por esse tema adveio da experiência profissional permeada pela necessidade pessoal de buscar aclarar os processos normalizadores que se instituem entre os muros escolares, perpetuando as relações binárias que ali são construídas, bem como em outros espaços institucionais e sociais. Portanto, decidiu-se investigar as percepções das docentes, tanto sobre o significado que estas narrativas representam para elas, como também sobre a metodologia adotada em sala de aula, se contribuem ou não para a reprodução deste desequilíbrio “naturalizado” entre homens e mulheres. Para delimitar a análise, a pesquisa contou com a participação de seis docentes atuantes nos anos iniciais do ensino fundamental I, em uma escola municipal. Objetivando a coleta dos dados, optou-se por realizá-la em três momentos. O primeiro, por meio da entrevista semiestruturada. O segundo consistiu na entrevista projetiva e o último efetivou-se com a entrevista aberta ou em profundidade. Com base nos conceitos metodológicos expressos sistematicamente
Mostrar mais

235 Ler mais

Arquétipos e Jung: a importância dos contos de fadas para a contextualização do jovem e a prevenção de drogas/  Archetypes and Jung: the importance of fairy tales for the contextualization of youth and drug prevention

Arquétipos e Jung: a importância dos contos de fadas para a contextualização do jovem e a prevenção de drogas/ Archetypes and Jung: the importance of fairy tales for the contextualization of youth and drug prevention

Há muitos séculos se contam histórias, mas, a literatura dirigida à criança em formato de livro é bem mais recente. O surgimento da literatura infantil se deu em meados do século XVIII durante a reorganização do ensino burguês. Até esse período, não havia infância no sentido em que hoje é conceituada e, consequentemente, não havia literatura infantil. Tendo em vista o quanto a literatura infantil auxilia o crescimento intelectual de crianças e jovens, assim como exterioriza medos e aflições, esse projeto tem como seu objetivo elucidar a importância dos contos de fadas para a exteriorização dos medos reais dos jovens, auxiliando a prevenção de drogas. Através de uma análise bibliográfica, discute-se a formação dos primeiros contos, a história da psicanálise de Jung e seus principais conceitos. Após tal apresentação, discute-se, ainda, o consumo de drogas ilícitas no mundo dos jovens e suas consequências. Ao final, como os contos podem auxiliar na prevenção de drogas. Busca-se, com essa pesquisa, apontar o quanto os contos de fadas podem ser úteis, não apenas para o universo literário e para o auxilio de leitura e escrita, mas, quando abordados de forma correta, os contos podem mostrar um mondo fantasioso que pode fazer referência com a realidade.
Mostrar mais

17 Ler mais

Hans Christian Andersen e o poder terapêutico dos contos de fadas

Hans Christian Andersen e o poder terapêutico dos contos de fadas

terminar com a famosa frase: “E viveram felizes para sempre” O príncipe desperta em nós simpatia, pois revela-se astuto, e sobretudo correcto, é uma personagem simpática, com a qual a criança se identifi ca, interiorizando desta forma que a nobreza de caracter está aci- ma de qualquer reino e qualquer riqueza. Independentemente de este conto se ter passado “em tempos que já lá vão”, como aliás todos os contos de fadas, ele passa-se sobretudo na actualidade, por não cair nos limites do circunstancial. Os bens materiais sempre “tenta- ram” o caracter, agora talvez mais do que nunca.
Mostrar mais

7 Ler mais

Utilização de contos de fadas e atividades simbólicas na compreensão de crianças vítimas de violência

Utilização de contos de fadas e atividades simbólicas na compreensão de crianças vítimas de violência

Segundo Hisada (1998), Freud já percebera que os contos e mitos não são fundamentalmente distintos dos sonhos e falam numa linguagem simbólica. “As histórias, assim como os contos de fadas, são a expressão mais simples e pura dos processos psíquicos. Ao utilizar histórias no processo psicoterápico a partir de uma proposta winnicottiana, Hisada (1998) alicerça o conhecimento da sua prática clínica no pressuposto de que a história é uma forma de brincar e que o “Era uma vez” pertence à zona de ilusão criada pelo espaço potencial de que nos fala Winnicott. Espaço potencialmente fecundo, um lugar de criação onde se desenvolve a imaginação, se realiza o jogo, a brincadeira, onde mora a ambigüidade externo e interno, psíquico e real. Neste lugar, experienciamos a fantasia e a realidade, em que a simbolização resulta como própria do processo criativo. O ato de brincar é, portanto, uma atividade incluída na categoria dos fenômenos transicionais. Assim, a arte e o brincar e, portanto, as histórias, ligam o mundo da realidade subjetiva com o da realidade objetiva, fundindo harmoniosamente as bordas, sem confundi-las (HISADA, 1998). Ao brincar, manifestamos a nossa criatividade, e a capacidade criativa envolve, justamente, a atribuição de significados à própria experiência e à própria vida. Ao relacionar o universo do brincar com o universo das histórias, a autora conclui que:
Mostrar mais

205 Ler mais

Era uma vez... contos de fadas e psicodrama auxiliando alunos na conclusão do curso médico.

Era uma vez... contos de fadas e psicodrama auxiliando alunos na conclusão do curso médico.

Historicamente o Psicodrama se origina dos princípios do jogo e é reconhecido o valor educacional da brincadeira, tão antiga quanto a humanidade. A utilização dos contos de fadas (que poderiam ter sido substituídos por outros recursos culturais comuns como provérbios, filmes, letras de músicas etc) funcionou de certa forma apenas como um veículo entre a fantasia e a experiência de realidade, permitindo de forma indireta, espontânea, criativa e lúdica a emergência de temas e afetos individuais, que foram então analisados em seus aspectos comuns, propiciando a identidade
Mostrar mais

10 Ler mais

Afinal, quem é que precisa de três desejos? – Um cisne selvagem e outros contos, o avesso dos contos de fadas

Afinal, quem é que precisa de três desejos? – Um cisne selvagem e outros contos, o avesso dos contos de fadas

Na esteira de Jack Zipes, Professor na Universidade do Minesota, espe- cialista no estudo do Fairytale (autor da recente obra The irresistible Fairy Tale, the cultural and social history of a genre) concordamos que os contos de fadas não parecem ter sido criados na sua origem com vista a um público infantil. Porém, são essas pequenas histórias de encantar, algumas assustadoras, com as quais crescemos e em cujos enredos apreendemos os primeiros mundos possíveis e as suas personagens-tipo (“Fairy tales were not created or intended for children. Yet they resonate with them, and children recall them as they grow to confront the injustices and contradictions of so-called real worlds” [Zipes, 2012, p. 20]).
Mostrar mais

8 Ler mais

Contos de fadas e sequências didática: uma abordagem no ensino fundamental II

Contos de fadas e sequências didática: uma abordagem no ensino fundamental II

Como o dito por Machado (2002), o novo atrai, na medida em que oferece obstáculos e foge daquilo que é comum. Não sendo conhecidos e com metáforas de transformações e ritos de passagens de nossas vidas, os contos de fadas, após lidos e discutidos, motivaram os estudantes a realizar exercícios com conceitos que, a princípio, podiam ser vistos como complicados e maçantes, como o caso do trabalho com verbos com os alunos do 8º ano do Ensino Fundamental. Entretanto, o desenvolvimento da atividade proposta pela professora- pesquisadora revelou exatamente o contrário.

55 Ler mais

As crianças protagonistas dos contos de fadas dos Irmãos Grimm

As crianças protagonistas dos contos de fadas dos Irmãos Grimm

Por fim, cremos que Polegar é, como João, um menino esperto e inteligente. Porém, como Branca de Neve e Rosa Vermelha, é também imprudente, pois não pensa nos riscos que seus atos podem trazer. Mas, diferente do que acontece com as irmãs, o fato de ser imprudente acarreta sérios problemas ao garoto. As tramas do conto nos indicam que Polegar também parece ser um menino com muito senso de honestidade, pois evita, mesmo com riscos, que um desconhecido seja assaltado. Ao mesmo tempo, ele nos parece oportunista, pois pretende tirar proveito de sua própria venda. Esse oportunismo pode ser entendido, como Zipes (2003) afirma, como empreendedorismo. Por todas essas características por vezes contraditórias, Polegar é, a nosso ver, a personagem mais ambígua dos contos que examinamos. Isso foge das características comuns aos contos de fadas de apresentar personagens totalmente bons ou totalmente maus. Polegar é as duas coisas, aspecto também ambíguo que pode fazer com que o leitor identifique-se com ele com maior facilidade ou que o despreze por ele mostrar-se mais real do que se espera de uma personagem de conto de fadas.
Mostrar mais

53 Ler mais

Contos de Fadas e Casamento na Prosa Romântica de José de Alencar

Contos de Fadas e Casamento na Prosa Romântica de José de Alencar

(QWUH RV YDORUHV FXOWLYDGRV SRU HVVD VRFLHGDGH GHVWDFDPRV D YDORUL]DomR GR FDVDPHQWR YLVWR FRPR R LQtFLR GH XPD GDV PDLV LPSRUWDQWHV LQVWLWXLo}HV VRFLDLV D IDPtOLD'DtSRGHUPRVHQFRQWUDUHPD[r]

112 Ler mais

CHAPEUZINHO VERMELHO NO DIVÃ

CHAPEUZINHO VERMELHO NO DIVÃ

A origem dos contos de fadas é muito antiga, mas mesmo assim as narrativas elucidadas nessas histórias continuam encantando gerações. Vários são os contos que passam por um processo de adaptação para outras linguagens artísticas, como é o caso do cinema, entre elas: A Branca de neve e os sete anões, A Gata borralheira, Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, entre outros contos. A riqueza no processo de adaptação está ligada à concepção do profissional e de seu conhecimento de mundo. Assim, contam algumas versões que uma menina doce e gentil precisava ir até à casa de sua avó a mando de sua genitora, levar algumas frutas e doces à velhinha que se encontrava enferma. A visita é rodeada de perigos, aventuras e encantos que a floresta escondia. Essa narrativa representa perfeitamente o ponto de partida para a realização deste trabalho.
Mostrar mais

18 Ler mais

Da fábula ao imaginário infantil : recepção interpretativa pelas crianças de uma história tradicional

Da fábula ao imaginário infantil : recepção interpretativa pelas crianças de uma história tradicional

Ela permitiu a Perrault usar o estatuto dos contos de fadas como textos para crianças, dirigindo-os oficialmente às crianças como sendo elas os principais consumidores, usando ao mesmo t[r]

166 Ler mais

Show all 5926 documents...