Contrato de franquia

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A APLICAÇÃO DA CLÁUSULA DE  NO CONTRATO DE FRANQUIA SOB A ÓTICA CONCORRENCIAL  Leonardo Da Silva Sant Anna, Leticia Lobato Anicet Lisboa

A APLICAÇÃO DA CLÁUSULA DE NO CONTRATO DE FRANQUIA SOB A ÓTICA CONCORRENCIAL Leonardo Da Silva Sant Anna, Leticia Lobato Anicet Lisboa

O presente artigo tem como objetivo analisar se a cláusula de territorialidade do contrato de franquia trata-se de prática que viola o princípio da livre iniciativa e da livre concorrência. À vista disto, será apresentado o conceito de franquia empresarial à luz da Lei nº 8.955 de 1994, ressaltando a relevância econômico-social do sistema e a necessidade de edição de normas que versem sobre as lacunas da Lei. O método utilizado para o trabalho foi o dedutivo, a pesquisa realizada foi de caráter documental e envolveu a análise de legislação, além de estudos doutrinários, jurisprudenciais, e exame de artigos em periódicos. A cláusula de territorialidade foi analisada com enfoque comercial, destacando sua importância para a formalização do contrato de franquia. Observou-se que a falta de posicionamento claro dos Tribunais Superiores e do CADE a respeito da cláusula de territorialidade nos contratos de franquia, prejudica a análise sob a ótica do direito concorrencial. Apenas quando estes órgãos se manifestarem diretamente sobre a referida cláusula, poder-se-á esclarecer definitivamente a questão.
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CONTRATO DE FRANQUIA E O DIREITO SOCIAL AO TRABALHO COMO MEIOS DE CONCRETIZAÇÃO DA JUSTIÇA SOCIAL.  Milena Zampieri Sellmann, Suhel Sarhan Junior

CONTRATO DE FRANQUIA E O DIREITO SOCIAL AO TRABALHO COMO MEIOS DE CONCRETIZAÇÃO DA JUSTIÇA SOCIAL. Milena Zampieri Sellmann, Suhel Sarhan Junior

Os contratos não podem objetivar apenas os interesses individuais dos celebrantes, mas também bens maiores da sociedade, trata-se de sua função social. O contrato de franquia tem por finalidade a cessão de direitos, especialmente o direito de uso da marca. Face às suas características benéficas, estatísticas demostram que a celebração desta avença só progride e gera a contratação de milhares de trabalhadores. Desta forma, não só cumpre sua função social, como também resguarda o Direito Social do trabalho concretizando a Justiça Social, o bem coletivo. Por isso, a celebração do contrato de franquia deve ser fomentada por políticas públicas positivas.
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O CONTRATO DE FRANQUIA E A APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

O CONTRATO DE FRANQUIA E A APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

A utilização da imagem da empresa ajuda a consolidar o contrato de franquia como empresarial e organizacional, particularmente, reforçando a posição jurisprudencial de que não existe uma relação consumerista entre franqueador e franqueado. A jurisprudência, ao contrário, afirma que “[o] contrato de franquia, por sua natureza, não está sujeito ao âmbito de incidência da Lei nº 8.078/1990, eis que o franqueado não é consumidor de produtos ou serviços da franqueadora, mas aquele que os comercializa junto a terceiros, estes sim, os destinatários finais” (STJ. REsp. 632958/AL, Rel. Ministro Aldir Passarinho Junior, Quarta Turma, julgado em 04/03/2010, DJE 29/03/2010).
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UNISINOS – UNIVERSIDADE DO VALE DOS SINOS RAIZA FELTRIN HOFFMEISTER O DEVER DE INFORMAÇÃO NO CONTRATO DE FRANQUIA À LUZ DA ANÁLISE ECONÔMICA DO DIREITO

UNISINOS – UNIVERSIDADE DO VALE DOS SINOS RAIZA FELTRIN HOFFMEISTER O DEVER DE INFORMAÇÃO NO CONTRATO DE FRANQUIA À LUZ DA ANÁLISE ECONÔMICA DO DIREITO

“São elas: cessão do uso da marca ou do titulo do estabelecimento da empresa franqueadora; cessão da patente, ou de outro bem integrante da propriedade industrial; clausula prevendo o direito de distribuição exclusiva ou semi-exclusiva de produtos ou serviços da franqueadora; clausula estabelecendo o território em que a franqueada pode atuar, com exclusividade ou não; preço do contrato (taxa inicial e royalties incidentes sobre o faturamento ou sobre o preço dos produtos adquiridos do franqueador); previsão a respeito da obrigatoriedade ou da liberalidade de aquisição de insumos e/ou produtos (apenas do franqueador) para a composição do estoque do franqueado; prazo do contrato (e também o de revisão de clausulas durante o período de execução contratual); clausula definidora de normas operacionais para a efetivação da transferência de tecnologia e do know-how do franqueador para o franqueado; multas e penalidades, visando a proteção do franqueador, sobretudo no caso de uso indevido das concessões decorrentes do contrato e na hipótese de comunicação indevida do know-how recebido pelo franqueado para outra pessoa, após o termino da relação contratual. Deve conter ainda, as clausulas de não concorrência e assistência técnica e orientação continua do franqueador ao franqueado; termos precisos para a rescisão, renovação, alteração e transferência do contrato; possibilidade de inspeção do negocio do franqueado pelo franqueador; troca continua de informações sobre o andamento dos negócios das partes, relacionados com o contrato de franquia; clausula arbitral; eleição do foro.” 39
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A indemnização de clientela no contrato de franquia

A indemnização de clientela no contrato de franquia

O autor chama atenção para o facto de ser útil, para melhor compreendermos, dividir a clientela em dois tipos: a clientela objetiva, que é aquela que se encontra ancorada ao package do franquiador (sinais distintivos e saber-fazer) e a clientela subjetiva, que se encontra mais ligada à sua pessoa e/ou aos seus serviços. Entende que o critério decisivo a adotar face ao caso concreto deve ser, o de saber se, naquela franquia específica, esses franquiados desempenharam funções, executaram tarefas e prestaram serviços idênticos aos que recaem sobre o agente, em termos de podermos retirar a conclusão de que eles próprios devem ser considerados como um fator de atração da clientela, tal como o agente é considerado, no contrato de agência. Se no caso concreto, se verificar uma mesma estrutura relacional e um idêntico conflito de interesses que levaram o legislador a consagrar a norma 33.º para o contrato de agência, verificados os pressupostos cumulativos enunciados nesse preceito que permitem atribuir uma compensação ao agente, será possível uma aplicação analógica ao contrato de franquia. Cessado o contrato, o franquiador estaria, muitas vezes, em posição de tirar partido da clientela do franquiado, especialmente nos casos em que o franquiador tem acesso a estudos do franquiado e análises de vendas realizados ao longo da sua atividade, podendo utilizar tais conhecimentos adquiridos da atividade realizada pelo franquiado em seu benefício próprio 136 .
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Possibilidade de Requalificação do Contrato de Franquia  Maria Vitória Galvan Momo

Possibilidade de Requalificação do Contrato de Franquia Maria Vitória Galvan Momo

No caso da franquia, mais difícil se torna a comprovação da atividade laboral, uma vez que existem diversos elementos capazes de aparentemente concretizar a autonomia jurídica e econômica do franqueado 66 . O ato gerador do desvio contratual é, em regra, muito sutil. Não necessariamente receberá o franqueado remuneração pela atividade – marco característico de um contrato de trabalho -, por exemplo. Mas os atos de controle e gestão utilizados em excesso pelo franqueador, por si só, são capazes de desqualificar o contrato de franquia e levar à requalificação para outro tipo contratual, uma vez que a independência jurídica e a assunção do risco são elementos sine qua non para a caracterização desse tipo contratual 67 .
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O CONTRATO DE FRANQUIA E A INDENIZAÇÃO DE CLIENTELA NO BRASIL E EM PORTUGAL

O CONTRATO DE FRANQUIA E A INDENIZAÇÃO DE CLIENTELA NO BRASIL E EM PORTUGAL

Primeiramente, trata-se de um contrato que contempla a licença para utilização da marca e dos sinais cuja titularidade pertence ao franqueador. Ademais, a franquia também envolve a obrigação de prestação de assistência técnica empre- sarial e a transferência de tecnologia ou de licença para uso de sistema ou método (o “saber fazer” ou know-how). O franqueado deve exercer sua atividade mediante o controle e de acordo com o conceito empresarial do franqueador. Além disso, o contrato de franquia traz em si a obrigação de fornecimento, pelo franqueador ou licenciados, de bens ou serviços que serão comercializados ou utilizados pelo franqueado. Finalmente, deve existir a independência jurídica entre as partes (Diniz, 2006).
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ANÁLISE DA JURISPRUDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO  Igor Longo Fabiani

ANÁLISE DA JURISPRUDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO Igor Longo Fabiani

De maneira geral, entende-se que foi correta a opção do legislador em deixar espaço para que o seu conteúdo da relação contratual seja fixado através da livre negociação das partes. Chega-se à mesma conclusão, ainda, se for levado em consideração o fato de que o contrato de franquia empresarial pode assumir diversas formas, desde as mais simples até as mais complexas, o que inviabiliza uma previsão legal específica acerca do conteúdo do contrato, sob pena da regulamentação ser considerada deficiente, deixando de fora alguns itens e cláusulas essenciais do franchising , ou acabar engessando, no país, este eficiente sistema de distribuição.
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Determinantes de esquemas de pagamentos em contratos de franquia

Determinantes de esquemas de pagamentos em contratos de franquia

A duração do contrato de franquia parece como uma importante variável na teoria dos contratos, porém não é devidamente explorada na literatura de franchising (AZEVEDO; SILVA, 2001). Há dois efeitos possíveis. O primeiro, é possível que um longo tempo de duração do contrato ofereça altos incentivos para que este não seja quebrado, por ambos os lados, porque afeta o nível de renda que pode ser esperado da relação de franqueamento (LAFONTAINE & RAYNAULD, 2002), desta forma, é possível cobrar taxa de royalty maior e taxa de Franquia menor. O segundo, um tempo de contrato longo permite que o valor cobrado como taxa de franquia seja diluído no tempo. Além disso, para uma dada taxa de royalty, um contrato maior implica num fluxo de royalties maior, logo o franqueador poderá cobrar uma taxa menor para contratos mais longos. Como estes dois efeitos são contrários, será analisado qual efeito prevalece. Há a possibilidade de renovação do contrato sem a cobrança de nova taxa de franquia. Isto pode distorcer os resultados obtidos.
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Vantagem competitiva de uma franquia no segmento de chocolates finos: um estudo na perspectiva Resource-Based View (RBV)

Vantagem competitiva de uma franquia no segmento de chocolates finos: um estudo na perspectiva Resource-Based View (RBV)

A expansão da franchising corresponde a alguns termos que esclarecem o processo de inclusão do franqueado, que é o adquirente da franquia. A unidade de ne- gócio operada pelo usuário é concedida a partir de método e processo de negócio pela franqueadora, a detentora dos direitos sobre a marca. Para isso, o franqueado paga a taxa de franquia pela concessão e know-how, alem da orientação e capacitação. Con- tudo, a franqueadora também recebe do franqueado uma taxa de royalties, que é paga com periodicidade definida e remunera a prestação de serviços prestados pela fran- queadora ao franqueado. Ainda, é paga a taxa de marketing para uso em campanhas de divulgação nacional, regional ou local. Assim, todos esses direitos e obrigações são firmados em um contrato de franquia, documento legal que regera a relação entre franqueadora e franqueados, com aspectos legais e comerciais do negócio (RIBEIRO et al., 2011).
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CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA INSTITUCIONAL NOS CONTRATOS DE FRANQUIA

CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA INSTITUCIONAL NOS CONTRATOS DE FRANQUIA

TJ-SP – Apelação APL 9072852592006826 SP 9072852- 59.2006.8.26.0000 (TJ-SP) Data de publicação: 14/12/2011 Ementa: JUÍZO ARBITRAL - Cláusula compromissória de arbitragem, inseria em contrato de franquia - A decisão que extingue o feito por reconhecer a existência de prévio pacto de arbitragem (art. 267, VII, CPC) é sentença, não interlocutória (art. 162, § 1º, CPC); logo, o recurso a ser contra ela manejado é a apelação (art. 513, CPC) - Não se vislumbra nulidade de cláusula compromissória arbitral em contrato de franchising ao só argumento de que a avença é de adesão - De resto, o direito consumerista não incide à espécie, porque ambos os polos contratantes se amoldam à figura legal de "empresário" (art. 966, CC) - Demanda com vistas à desconstituição dos contratos, por supostos vícios de consentimento (erro e estado de necessidade) - Estão em xeque apenas direitos patrimoniais disponíveis: os autores argumentam que lhes foi exposto, pela ré, panorama do negócio que se evidenciou, a posteriori , divergente da realidade, daí sua bancarrota, e reflexa pretensão indenizatória material e moral aqui vertida - Os vícios da vontade não induzem nulidade absoluta, mas anulabilidade, apta a convalescer caso não exercido tempestivamente o direito potestativo à desconstituição (arts. 169 e 172, CC ) - Consequente impossibilidade de apreciação da controvérsia pela Jurisdição Estatal - Admissível, quando muito, o processamento da ação prescrita pelos arts. 7º e seguintes da Lei de Arbitragem (9.307/96) - Sentença de extinção sem resolução de mérito mantida - Apelo não provido.
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Principais controvérsias dos direitos do franqueado

Principais controvérsias dos direitos do franqueado

específico. ... Por decorrência e relativamente ao conjunto de atividades desenvolvidas pelas partes, em cumprimento aos plexos de deveres de fazer e de não fazer, previstos no contrato de franquia, não se caracteriza prestação de serviços. Nem o franqueado presta serviços ao franqueador, nem vice-versa." (Marçal Justen Filho, em artigo intitulado "ISS e as atividades de" Franchising ", publicado na Revista de Direito Tributário, Ed. Malheiros, vol. 64, págs. 242/256) 6. O contrato de franquia é de natureza híbrida, em face de ser formado por vários elementos circunstanciais, pelo que não caracteriza para o mundo jurídico uma simples prestação de serviço, não incidindo sobre ele o ISS. Por não ser serviço, não consta, de modo identificado, no rol das atividades especificadas pela Lei nº 8.955/94, para fins de tributação do ISS. 7. Recurso provido.(Grifo nosso). (STJ, REsp: 222246 MG 1999/0060061-4, Relator: Ministro JOSÉ DELGADO, Data de Julgamento: 13/06/2000, T1 - Primeira Turma)
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Fatores determinantes do crescimento de redes de franquia no Brasil

Fatores determinantes do crescimento de redes de franquia no Brasil

Assim sendo, define-se aqui estratégia como o caminho percorrido pela rede decorrente de um conjunto de escolhas feitas ao longo do tempo como resposta a variações nas condições de mercado, relacionamento com fornecedores e necessidade de equilibrar a proposta de valor oferecida a franqueados e aos clientes finais de seus produtos. Assim a estratégia é uma descrição do comportamento da rede ao longo do seu ciclo de vida. Tais escolhas se apresentam nas características do contrato de franquia, nos investimentos em treinamento de funcionários de franqueados, desenvolvimento de tecnologia, entrada em certos tipos de mercados, escolha da família de produtos, dentre outros. Na medida em que aciona as decisões tomadas, um conjunto de investimentos com elevado nível de especificidade é efetuado, elevando custos para reorientações abruptas.
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O SISTEMA DE FRANQUIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: VANTAGENS, DESVANTAGENS E PERSPECTIVAS

O SISTEMA DE FRANQUIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: VANTAGENS, DESVANTAGENS E PERSPECTIVAS

No modelo de franquia dos Correios, é repassado somente a execução dos serviços às Agências de Correio Franqueadas, que fazem apenas o atendimento de balcão e captação de clientes, enquanto a Empresa de Correios e Telégrafos realiza as funções de triagem, transporte e distribuição das correspondências, e aprova os clientes trazidos pelas franquias. São padronizados, entre outros, os serviços, impressos, preços, cores usadas nos anúncios de porta, horário de atendimento. Até mesmo comprovantes, recibos e faturas saem com a marca da franqueadora.

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Contrato de Locação

Contrato de Locação

A LOCATÁRIO dará ao imóvel objeto da presente locação, a finalidade exclusivamente não residencial, para comercialização de __________________________________________, bem como demais atividades previstas em seu objeto social, podendo ainda instalar sinalização interna e externa, desde que seja com a apresentação de projeto à LOCADOR para a devida aprovação, que não poderá deixar de ocorrer sem motivo tecnicamente justificado, não sendo permitida, sob qualquer pretexto, a sublocação, transferência ou sub-rogação, no todo ou em parte, sendo nulo de pleno direito, qualquer ato praticado com esse fim, sem o consentimento prévio e por escrito do LOCADOR, sem prejuízo das demais cominações previstas neste contrato.
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Franquias Virtuais: uma nova estratégia para os varejistas no e-commerce

Franquias Virtuais: uma nova estratégia para os varejistas no e-commerce

O objetivo central deste estudo é analisar o desenvolvimento de um novo canal de distribuição denominado franquia virtual, com base nas percepções das consultoras de franquias virtuais e de seus respectivos consumidores. O trabalho fundamenta- -se em uma pesquisa de abordagem qualitativa, exploratória e descritiva, constitui-se em um estudo de caso e utilizou-se da pesquisa netnográfica e observação participante aplicada a franqueados e consumidores virtuais da Rede Natura. A franquia virtual destaca-se pelo baixo custo de investimento operacional, pelo acesso fácil a um sistema de negócios já desenvolvido e avaliado, pela utilização legal de uma marca já conceituada no mercado e em razão da tranquilidade na infraestrutura dis- ponibilizada pela franqueadora. A tarefa essencial do franqueado digital é a venda por relacionamento. Os resultados apre- sentam contribuições sociais, econômicas e acadêmicas, uma vez que colaboram com a literatura pela contemporaneidade do assunto.
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O CONTRATO DE MANDATO

O CONTRATO DE MANDATO

A etimologia da palavra oferece uma noção do conteúdo do negócio: mandare, no sentido de mandar ou ordenar, ou manum dare, dar as mãos, como até hoje são fi nalizados alguns negócios e acordos, principalmente aque- les que não apresentam cunho jurídico (Venosa, 2009). Outros autores ainda referem que a denominação deriva de manu datum, porque as partes se davam as mãos, simbolizando a aceitação do encargo e a promessa de fi delidade no cumprimento da incumbência; ao passo que o vocábulo mandato signifi ca ora o poder conferido pelo outorgante, ora o negócio pactuado, ora o título deste contrato, de que é sinônimo a procuração (Gonçalves, 2004).
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Do contrato de estágio

Do contrato de estágio

Reconhece, a autora, que, no que diz respeito à prestação de trabalho por parte do formando, existem diversas situações em que o vínculo se aproxima à do existente no contrato de trabalho, como nos deveres decorrentes da prestação de trabalho, e o horário de trabalho, mas claramente distingue estes vínculos com base em três critérios: o remuneratório, o funcional e o disciplinar. Ou seja, este vínculo contratual distingue-se do existente no contrato de trabalho por não haver lugar a remuneração em troca da prestação efectiva de trabalho, até porque o objectivo deste contrato não é a prestação do trabalho remunerado, mas sim a aprendizagem, por parte do formando, de uma determinada actividade laboral, passando esta aprendizagem por o desempenho de uma componente laboral. E por último a questão disciplinar, embora os deveres do formando sejam em tudo comparáveis aos do trabalhador subordinado este não se encontra sujeito ao poder disciplinar como acontece com o trabalhador subordinado.
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A Franquia de dados da internet domiciliar brasileira: um case microeconômico

A Franquia de dados da internet domiciliar brasileira: um case microeconômico

Assim, através de uma metodologia de tarifa em duas partes moldada para quaisquer tipos entre o nível "alto" e "baixo" de consumo, as firmas são capazes de[r]

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Bar da Quadra: analisando a viabilidade de uma franquia flexível ao empreendedorismo

Bar da Quadra: analisando a viabilidade de uma franquia flexível ao empreendedorismo

Para a franqueadora, cada unidade da franquia é uma praça de opor- tunidade para a penetração do produto e fortalecimento da marca. No caso do Bar da Quadra, a região escolhida para as instalações foi São Bernardo do Cam- po, região do ABC, em São Paulo. Inicialmente, e esse fato se repete com grande parte dos proprietários de franquias, a escolha do local traduz o desejo do dono de trabalhar perto de sua residência ou região de convívio. Na verdade, todo lugar escolhido será analisado pela franqueadora, que realiza um estudo, liberando ou não o local para a instalação da empresa. Após pesquisas, identiicamos que a região não é apenas uma zona de conforto, mas também um bairro carente de atra- ções familiares, com preços atraentes, local seguro e de boas refeições. Além do próprio bar ser uma unidade direta de distribuição da franqueadora, o fato de estar localizado dentro de um complexo atlético igura à franquia volume nas vendas e grandes oportunidades de negócio.
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