Controle de produtos agrícolas

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Métodos para a determinação de multiresíduos de agrotóxicos em produtos agrícolas. - Portal Embrapa

Métodos para a determinação de multiresíduos de agrotóxicos em produtos agrícolas. - Portal Embrapa

Os agrotóxicos estão dentre os compostos prioritários mais investigados nos produtos agrícolas, devido ao seu amplo uso e à sua toxicidade. Atualmente, está havendo, por parte dos países produtores, uma adequação às exigências das organizações internacionais no que concerne a qualidade e a segurança dos produtos agrícolas. Órgãos governamentais competentes têm atualizado sua legislação e implementado seus mecanismos de controle específico, até transformando-os em barreiras não tarifárias. Diante deste cenário a implementação de ferramentas e de sistemas que garantam a qualidade e segurança de alimentos é fundamental para o sucesso do agronegócio brasi- leiro. Para isso, torna-se necessária a disponibilização de métodos analíticos eficientes para detectar e quantificar os contaminantes em níveis baixos de concentração. Neste contexto, o presente artigo tem como objetivo principal descrever os principais métodos para a determinação de multirresíduos de agrotóxicos, com base nos padrões internacionais, para ser aplicado em frutas e em outros vegetais. Esses métodos multirresíduos baseiam-se na extração dos compostos de interesse da matriz e suas determinações são feitas por técnicas cromatográficas diferentes.
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Aplicação da alvenaria estrutural em sistemas de armazenamento de produtos agrícolas a granel.

Aplicação da alvenaria estrutural em sistemas de armazenamento de produtos agrícolas a granel.

ABNT. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8798: Execução e controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto. Rio de Janeiro, 1985. ACI. AMERICAN CONCRETE INSTITUTE. ACI 313-97: Standard Practice for Design and Construction of Concrete Silos and Stacking Tubes for Storing Granular Materials (ACI 313-97) and Commentary – ACI 313R-97. Farmington Hills, 1997. 39 p.

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Desenvolvimento de um sistema automático para um secador de produtos agrícolas

Desenvolvimento de um sistema automático para um secador de produtos agrícolas

Para testar o sistema de controle e validar o programa computacional foram realizados alguns testes de secagem de milho em camada fina com teor de água inicial de 27% b.u.. Neste trab[r]

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Tecnologia de aplicação do glyphosate para certificação de produtos agrícolas

Tecnologia de aplicação do glyphosate para certificação de produtos agrícolas

Objetivou-se com este trabalho, analisar os parâmetros proporcionados por um sistema de pulverização centrífugo, utilizado em ensaios de eficácia de glyphosate para o controle de B. decumbens, a fim de determinar parâmetros que possam ser rastreados em um processo de certificação de lavouras. Desenvolveu-se e avaliou-se o sistema de pulverização centrífuga, no intuito de se produzir espectros de gotas uniformes e que proporcionasse repetibilidade nas aplicações. A avaliação do sistema de pulverização constou da determinação das seguintes características técnicas: perfil e uniformidade de distribuição volumétrica, diâmetro da mediana volumétrica, coeficiente de homogeneidade, densidade de gotas e porcentagem de cobertura, em diferentes condições de operação. Em seguida, procedeu-se a uma série de ensaios para correlacionar o diâmetro da mediana volumétrica, a densidade de gotas e a cobertura do alvo, com a eficácia do herbicida para controle de B. decumbens. As doses do herbicida, empregadas no ensaio de eficácia, foram previamente estudadas em casa de vegetação.
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Caracterização do mercado de fretes rodoviários para produtos agrícolas.

Caracterização do mercado de fretes rodoviários para produtos agrícolas.

O mercado de frete rodoviário no Brasil não sofre nenhum tipo de controle governamen- tal, significando que os preços são formados a partir da negociação direta entre a oferta e a procura pelo serviço. Os transportadores não estão, necessariamente, atualizados sobre todas as variáveis de seu custo para estarem aptos a negociar com os demandantes. Tais demandantes, por outro lado, podem desempenhar maior poder de negociação para obter descontos no valor do frete. Tendo em vista o aprimoramento da qualidade das informações sobre fretes, tanto para ofertantes quanto demandantes pelo serviço de transporte, foi realizado levantamento de valores para produtos agrícolas selecionados, assim como iden- tificadas as principais características do escoamento rodoviário de cargas agrícolas. Dessa forma, ficou evidenciada a diferenciação do valor do frete de acordo com o tipo de produto e verificou-se que a estrutura do mercado de frete para granéis sólidos (açúcar, milho, soja e farelo de soja) é bastante distinta, mais pulverizada e talvez menos profissional que a estrutura observada para os granéis líquidos estudados (suco de laranja e óleo de soja).
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Modelo matemático de câmara fria para armazenamento de produtos agrícolas

Modelo matemático de câmara fria para armazenamento de produtos agrícolas

RESUMO - Os estudos de estratégias de controle para sistemas de refrigeração observam, entre outras variáveis, o comportamento dinâmico da temperatura e da energia elétrica consumida. Com o objetivo de contribuir com estes estudos, o presente trabalho apresenta a proposta e a validação de um modelo matemático do sistema de refrigeração de uma câmara fria. O modelo aproxima a dinâmica e a interdependência das variáveis a sistemas de primeira ordem com tempo de atraso e somatória de efeitos. Como variáveis de entrada tem-se a frequência de acionamento do compressor e a carga térmica imposta à câmara e como variáveis de saída as temperaturas do ar na entrada do evaporador e no centro da câmara, bem como a potência elétrica consumida pelo compressor. Os resultados obtidos foram satisfatórios, com erro menor que 0,11 °C para a temperatura do ar na entrada do evaporador, menor que 0,09 ºC para a temperatura do ar no centro da câmara e menor que 1% para energia elétrica consumida.
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Sistema automático para secagem de produtos agrícolas em camada fina.

Sistema automático para secagem de produtos agrícolas em camada fina.

3 Departamento de Automação, Controle e Técnicas Fundamentais, Campus do Morro do Cruzeiro, Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil. *Autor[r]

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Seguimento do perfil do solo no corte e/ou levantamento de produtos agrícolas rasteiros.

Seguimento do perfil do solo no corte e/ou levantamento de produtos agrícolas rasteiros.

Resumo: Durante a colheita ou o carregamento de produtos rasteiros como feijão, cana-de- açúcar e alguns produtos hortícolas, torna-se necessário seguir com precisão o perfil do solo sem que os garfos levantadores se afastem nem penetrem no solo, para evitar perdas no primeiro caso ou contaminação do produto com sílica e bactérias, no segundo caso. O seguimento do perfil poderá ser feito por mecanismos ativos ou passivos, cujos cortadores ou levantadores possam ser sustentados por barras articuladas com centros instantâneos de rotação virtual ou real, de cuja localização depende o desempenho de flutuação o qual, por sua vez, depende também da localização do ponto de referência utilizado para o controle de altura, que deve estar próximo do ponto de levantamento ou corte do produto. Os casos particulares de uma ponteira articulada utilizada na barra de corte das colhedoras combinadas e do cortador de disco duplo das colhedoras Australianas de cana-de-açúcar, são analisados. Formas alternativas de se melhorar o desempenho de seguimento do perfil do solo são apresentadas, incluindo resultados para mecanismos passivos de pequena e grande massa, assim como um mecanismo ativo que utiliza modelos dinâmicos da plataforma para efetuar o controle retroalimentado de posição.
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Gasificador de biomassa para aquecimento de ar para secagem de produtos agrícolas

Gasificador de biomassa para aquecimento de ar para secagem de produtos agrícolas

Para a avaliação do sistema gerador de calor, pré-definiu-se a realização de 6 testes. Para tanto, o objetivo foi de realizar 3 variações do fator de ar (0,3; 0,4; 0,5) associando 2 repetições. A maneira encontrada para conseguir-se controlar o fator de ar em cada teste foi por meio do controle da entrada de ar primário no reator de gasificação, sendo que optou-se por fazê-lo considerando- se a velocidade do ar de entrada. Por sua vez, para atingir as velocidades pré- definidas abria-se ou fechava-se as entradas de ar do sistema, visto o fato deste operar apenas com um ventilador em sucção. Durante os testes, devido a disposição do combustível no reator e da influência das demais aberturas de ar do sistema, a manutenção da uniformidade da velocidade do ar entre os testes e durante cada teste foi difícil de ser mantida, mesmo procedendo-se ajustes. Além disto, por mais próxima que fosse a velocidade de entrada do ar no reator entre os testes, a repetição do fator de ar ficou prejudicada devido a variação no consumo de combustível, determinada apenas ao final de cada teste.
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Competição e controle das plantas daninhas em áreas agrícolas

Competição e controle das plantas daninhas em áreas agrícolas

A meta primária de qualquer sistema de manejo de plantas daninhas é a manutenção de um ambiente o roais inóspito possível ao mato, através do emprego específico ou combinado de métodos biológicos, culturais, mecânicos e químicos. É um processo extremamente dinâmico, devendo freqüentemente ser revisto e, se necessário, reformulado. Na maioria das vezes O objetivo básico do manejo integrado não é a erradicação das plantas daninhas, mas a redução das populações a níveis que, com as medidas de manejo adotadas, não interfiram na produtividade econômica das culturas. Em casos particulares a erradicação é recomendada, ou seja, quando a infestação é confinada uma área limitada e/ou quando a espécie em questão é extremamente nociva. O exemplo típico é a Striga lutea, planta parasita de gramíneas, principalmente o milho, atualmente confinada à região ocidental do hemisfério. É uma planta que pelos aspectos prejudiciais, dificuldades e custo de controle justifica a erradicação quando ocorre em área limitada.
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Controle da velocidade e da direção entre dois veículos agrícolas

Controle da velocidade e da direção entre dois veículos agrícolas

No sistema de controle proposto neste trabalho o piloto automático passa a receber as informações de posição do veículo mestre, modificando as coordenadas enviadas pelo GPS RTK. Para isso o sistema de controle capta os valores de posicionamento enviados pelo RTK, cria uma nova posição baseado na diferença entre o valor de paralelismo desejado e o medido pelo sensor instalado na lateral do veículo escravo, e envia essa nova coordenada ao piloto automático do veículo escravo. Desta forma, o posicionamento do veículo escravo dependerá da posição do outro veículo mestre, copiando assim seus movimentos. O algoritmo desenvolvido utiliza cálculos em coordenadas polares para fazer o deslocamento do ponto.
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Avaliação do potencial de contaminação de produtos agrícolas por pesticidas. - Portal Embrapa

Avaliação do potencial de contaminação de produtos agrícolas por pesticidas. - Portal Embrapa

No desenvolvimento do índice D IC foi assumido que quanto mais próxima da recomendação técnica oficial, m enor é o potencial de contaminação dos produtos agrícolas. O método requer dados de acordo com uma planilha de campo e considera a dose do pesticida, assim como o intervalo entre as aplicações e o período de carência até a colheita. Assim, o índice D IC (dose - intervalo - carência) é calcu­ lado como:

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Cartas de controle para gerenciamento de operações agrícolas mecanizadas

Cartas de controle para gerenciamento de operações agrícolas mecanizadas

Ferramentas de comunicação e novas tecnologias estão cada vez mais acessíveis para auxiliar a gestão das operações agrícolas. Assim, supondo que que o emprego destas ferramentas auxilie no monitoramento das operações mecanizadas, bem como que o adequado ajuste de ferramentas de qualidade possa auxiliar no gerenciamento dessas operações, objetivou-se neste trabalho avaliar dois sistemas de apontamento agrícola utilizados para o monitoramento das operações (gerenciamento padrão da empresa e gerenciamento com auxílio de automação) e também o ajuste de ferramentas de controle estatístico na gestão dos tempos de utilização de dois tratores agrícolas em operações de preparo de solo. Como ferramentas de qualidade, foram utilizadas as cartas de controle para valores individuais com limites de 2, 3, 4 e 5  (desvios padrão). Como resultados, os sistemas de apontamento agrícola apresentaram resultados médios e comportamento da distribuição dos dados semelhantes entre si, destacando-se apenas o sistema automatizado que apresentou menor variabilidade dos resultados. As cartas de controle para valores individuais se mostraram aplicáveis para auxiliar o monitoramento da utilização dos tratores, na investigação de pontos de melhorias, na busca pela otimização das operações. Quanto aos limites de controle, os melhores resultados para as condições avaliadas foram observados utilizando quatro desvio- padrão (4). Operacionalmente os dois tratores avaliados são distintos entre si, sendo que um deles apresentou maior concentração de tempo em paradas, menor concentração em operação, e menor variabilidade em deslocamentos. O segundo trator apresenta maior concentração do tempo no indicador operação, com alta variabilidade nos indicadores deslocamento e paradas.
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O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMO INSTRUMENTO DE CONTROLE EM EMPRESAS AGRÍCOLAS

O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMO INSTRUMENTO DE CONTROLE EM EMPRESAS AGRÍCOLAS

Na prática, Rezende (2003) e Certo e Peter (1993), destacam que primeiro deve-se realizar a avaliação do que foi planejado pela mensuração do seu desempenho obtido, para então, comparar esse resultado com os padrões pré-estabelecidos no planejamento, visando obter uma informação. Depois, caso necessário, pode-se realizar o controle que implica na atitude corretiva necessária para garantir que os eventos planejados realmente se materializem. O feedback representa a capacidade de o sistema reajustar sua conduta futura em função do seu desempenho efetivo presente. São mecanismos de que a organização dispõe para captar qual o impacto de seu desempenho presente nos resultados futuros pretendidos. 3 Aspetos Metodológicos
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Produtos agrícolas transformados

Produtos agrícolas transformados

Além disso, a realidade portuguesa, no que dizia respeito aos organismos de coordenação económica destinados à orientação, regularização e organização dos mercados agrícolas, nos quais se incluem os produtos agrícolas transformados, não era, no início dos anos 80, compatível com a necessária harmonização legis‑ lativa e de procedimentos administrativos, nos termos definidos no Tratado de Adesão. Sendo assim, tornou ‑se necessária a adoção de um novo quadro regula‑ mentar; tal como referido no capítulo 14 (respeitante à agricultura), em que, quer as estruturas responsáveis pela compra e venda nos mercados interno e externo (Instituto do Azeite e dos Produtos Oleaginosos – IAPO  –, Administração ‑Geral do Açúcar e do Álcool – AGA ), quer as estruturas que atuavam como agentes de importação e de supervisão e regulação do Mercado Interno ( Junta Nacional do Vinho, Junta Nacional das Frutas e Junta Nacional dos Produtos Pecuários) foram extintas. A Junta Nacional do Vinho foi extinta pelo decreto ‑lei n.º 304/86, sendo substituída pelo Instituto da Vinha e do Vinho ( IVV ). O  Instituto do Azeite e Produtos Oleaginosos, a Junta Nacional das Frutas e a Junta Nacional dos Produtos Pecuários foram extintos pelo decreto ‑lei n.º 15/87 e substituídos pelo Instituto Regulador e Orientador dos Mercados Agrícolas, abreviadamente designado por IROMA . Quanto à Administração ‑Geral do Açúcar e do Álcool, o decreto ‑lei n.º 508/85 definia a liberalização da importação, circulação e utilização de matérias ‑primas alcoógenas, a efetuar por força de regulamentações comunitá‑ rias setoriais aplicáveis: o artigo 3.º definia que o calendário tendente à cessação dos exclusivos atribuídos à AGA  pela legislação então em vigor, seria estabelecido mediante portaria conjunta dos ministros da Agricultura, Pescas e Alimentação e da Indústria e Comércio, salvo no que respeitasse ao exclusivo referente à produção e comercialização de álcool a partir de matérias ‑primas nacionais, que se mantinha, e o artigo 6.º estabelecia que a AGA  organizaria contabilidades sepa‑ radas para os diferentes tipos de álcool, consoante a sua origem, visando a auto‑ nomização dos prejuízos a suportar pelos fundos comunitários ou pelo governo português, nos termos do artigo 23.º do Estatuto da Administração ‑Geral do Açúcar e do Álcool, EP ( AGA ). Finalmente, pelo decreto ‑lei n.º 117/92, transita para a Direção ‑Geral de Inspeção Económica toda a competência que, no setor do álcool e das bebidas espirituosas, é atribuída à AGA  – Administração Geral do Açúcar e do Álcool, EP .
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Agroenergia: a questão da volatilidade de preços e o efeito alavancagem dos produtos agrícolas

Agroenergia: a questão da volatilidade de preços e o efeito alavancagem dos produtos agrícolas

Segundo Rodrigues (2007), a bola da vez é a agroenergia, na qual o Brasil vem assumindo papel de destaque, pois dispõe atualmente de seis milhões de hectares plantados com cana-de-açúcar e de mais 22 milhões de hectares prontos para serem explorados com uma tecnologia capaz de produzir a mais barata matéria-prima para gerar etanol. No Brasil, há 62 milhões de hectares cultivados com produtos agrícolas, dos quais, seis milhões estão reservados para a cana-de-açúcar. Tem-se uma expectativa de demanda nacional de etanol para os próximos 10 anos, de 10 a 12 bilhões de litros a mais, que se somariam aos atuais 14 bilhões de litros consumidos atualmente. Tal acréscimo vai representar cerca de 1,8 milhões de hectares a mais para ser plantado de cana.
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Viabilidade econômica de produção de lenha de eucalipto para secagem de produtos agrícolas.

Viabilidade econômica de produção de lenha de eucalipto para secagem de produtos agrícolas.

Na Figura 1, verifica-se a composição dos custos operacionais das diversas fases da atividade de reflorestamento de um hectare com eucalipto para o período de planejamento estabelecido, considerando-se os diferentes valores estudados para terras de lavoura. Pode-se verificar, por essa figura, que as maiores contribuições na composição do custo total do reflorestamento ocorrem no primeiro ano do investimento e nos anos 7; 14 e 21, em decorrência da maior parcela na formação dos custos do empreendimento ser devida às etapas de implantação e exploração florestal e, ainda, que a parcela referente ao custo da terra tem influência significativa sobre o custo total do reflorestamento. TABELA 2. Área plantada, produção brasileira dos produtos estudados, área necessária para a
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A Educação Ambiental e o acesso à informação sobre os  produtos agrícolas alimentares

A Educação Ambiental e o acesso à informação sobre os produtos agrícolas alimentares

Resumo: O artigo apresenta breve revisão sobre o campo da Educação Ambiental (EA), destacando sua tendência crítica, e como a legislação aborda a informação sobre produtos agrícolas. Expõe a legislação que orienta comportamentos dos produtores como subsídio a uma EA crítica. Produção, consumo e suas regulações se tornam recursos pedagógicos vinculados ao dia-a-dia dos cidadãos. Utilizou-se levantamento bibliográfico e documental. Identificou-se rigidez na legislação para produtos agrícolas “orgânicos”, mas não o mesmo rigor para produtos com agrotóxico. A aprovação de normas que exijam nos alimentos informações sobre agrotóxicos pode subsidiar a educação de cidadãos que cumprem o papel de consumidores em uma sociedade passível de reflexão crítica.
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Produtos agrícolas e florestais como alimento suplementar de tambaqui em policultivo com jaraqui.

Produtos agrícolas e florestais como alimento suplementar de tambaqui em policultivo com jaraqui.

A dieta do tambaqui, consistia de produtos agrícolas e florestais produzidos na própria fazenda (exceto farelo de trigo), em geral rejeitados para o consumo humano, sendo fornecida in natura na proporção de 5% da biomassa, dividida em 2 porções iguais diárias, uma pela manhã e outra à tarde. Os principais itens utilizados fo-

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Análise da dinâmica da produção de produtos agrícolas usados como matéria-prima para...

Análise da dinâmica da produção de produtos agrícolas usados como matéria-prima para...

Pode-se dizer, então, que o Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel fracassou? Se esse programa for entendido em todo seu conteúdo, como já foi discutido nesta mesma subseção, sim, pois vários de seus ramos estão ainda em uma disparidade muito grande entre o que se esperava e o que realmente aconteceu; soma-se a isso o fato de que tais políticas foram conformadas em um período de preços do petróleo em alta, com preços das commodities agrícolas ainda baixos. Estariam os resultados favoráveis, mostrados nos dados resultantes do modelo, influenciados mais pela conjuntura internacional que pelas políticas adotadas no Brasil? Com a análise de vários outros países no próximo capítulo, tentar-se-á buscar mais argumentos para uma conclusão mais robusta.
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