Controle do patrimônio

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JOÃO DE DEUS MARTINS DE SOUSA FILHO USO DE FERRAMENTAS DAS FINANÇAS PESSOAIS PARA O CONTROLE DO PATRIMÔNIO

JOÃO DE DEUS MARTINS DE SOUSA FILHO USO DE FERRAMENTAS DAS FINANÇAS PESSOAIS PARA O CONTROLE DO PATRIMÔNIO

O Balanço Patrimonial e a Demonstração de Resultado do Exercício são demonstrativos aplicados nas empresas pela contabilidade, mas, quando adaptados à realidade das pessoas, apresentam informações determinantes para aplicação de recursos sejam elas despesas comuns, bens, investimentos ou poupança de dinheiro. O primeiro permite ao individuo acompanhar os bens e direitos adquiridos (ativos) e as obrigações a pagar (passivo), possibilita que o usuário apure seu patrimônio líquido, que consiste em valores oriundos da diferença entre ativo e passivo, e, também, aloque o resultado entre receitas deduzidas das despesas que permite a avaliação do impacto negativo do prejuízo ou positivo, em caso de lucro no patrimônio. Em segundo plano, tem-se a Demonstração de Resultado do Exercício que elenca todas as entradas de recursos e gastos no decorrer de um período. O saldo apurado concede às pessoas informações sobre os fatos que repercutiram na evolução patrimonial, como por exemplo, sobre a necessidade de aumento das receitas ou diminuição das despesas.
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PLANO-SEQUÊNCIA – PROPOSTA DA TEORIA DO CONTROLE GERENCIAL PARA A GESTÃO DO PATRIMÔNIO FAMILIAR

PLANO-SEQUÊNCIA – PROPOSTA DA TEORIA DO CONTROLE GERENCIAL PARA A GESTÃO DO PATRIMÔNIO FAMILIAR

Segundo Ferreira (2001), a palavra controle, entre outras, possui os seguintes significados: 1. ato ou poder de controlar; 2. Fiscalização exercida sobre as atividades de pessoas, órgãos, departamentos, ou sobre produtos, etc., para que tais atividades, ou produtos, não se desviem das normas preestabelecidas; 3. Domínio físico e psíquico de si mesmo. Conforme, Yoshitake (2003a) em sua obra Teoria do Controle Gerencial, o controle possui características simples e complexas e daí formulou-se alguns conceitos por características de controle, independentemente de serem classificadas como simples ou complexa, categorizadas nos seguintes títulos: processos, propriedades, relações, dimensões e figuras de controle. No caso do controle do patrimônio familiar, sugere-se que devem ser de fácil aplicação e adequado às necessidades e peculiaridades de cada tipo familiar, com linguagem simples e coesa, evitando termos contábeis técnicos, e conforme o tamanho do patrimônio e os objetivos, para o qual estão sendo realizados.
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Estudo de usuários do Sistema de Controle de Patrimônio - SICPAT/UFMG

Estudo de usuários do Sistema de Controle de Patrimônio - SICPAT/UFMG

Na pesquisa foi utilizado o formulário eletrônico composto de 21 questões, sendo 20 questões fechadas e 1 questão aberta. Essas questões foram elaboradas em consonância com os princípios da usabilidade apresentados no referencial teórico deste texto. A população a ser estudada foram os responsáveis pelo controle do patrimônio de cada unidade acadêmica da UFMG. Foram enviados questionários da pesquisa aos usuários responsáveis pelo controle patrimonial de cada unidade gestora da UFMG. O universo pesquisado foi de 41 unidades gestoras, havendo um retorno de 35 respostas, que corresponde a uma amostra de 85,36% do total.
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Gestão de patrimônio

Gestão de patrimônio

Considera-se incompatível à Universidade recorrer à sua expansão, pelo aumento dos cursos de graduação por meio de políticas de inclusão, promover políticas de permanência destes alunos, avançar na criação de cursos de pós-graduação para atender as demandas da sociedade, aumentar o espaço físico, com salas de permanecia de professores, secretarias, laboratórios, bibliotecas, com áreas de convivência e interação, adquirir moveis e equipamentos de última geração, para promover a pesquisa e dar suporte necessário ao ensino e à extensão, e no momento de prestar contas aos órgãos de controle e para a sociedade que a mantém pelo recolhimento dos tributos fiscais, não ter o comprometimento com o controle do patrimônio público. Percebe-se que, neste estudo, ocorreu negligência no controle em anos anteriores e que, através do desenvolvimento do trabalho realizado pela CLBM, houve uma regularização, constatada pelos resultados alcançados.
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DIREITO DO PATRIMÔNIO CULTURAL

DIREITO DO PATRIMÔNIO CULTURAL

1. Entende-se por “patrimônio cultural imaterial” as práticas, representações, ex- pressões, conhecimentos e técnicas - junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados - que as comunidades, os grupos e, em al- guns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural. Este patrimônio cultural imaterial, que se transmite de geração em geração, é constantemente recriado pelas comunida- des e grupos em função de seu ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, gerando um sentimento de iden- tidade e continuidade e contribuindo as- sim para promover o respeito à diversida- PATRIMÔNIO IMATERIAL Decreto nº 5.753,
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A Institucionalização do Patrimônio Cultural

A Institucionalização do Patrimônio Cultural

O órgão teve sua atuação voltada para o tombamento de bens edificados de valor religioso, civil, oficial e militar, abraçando um patrimônio monumental apoiado na excepcionalidade e na projeção nacional do que seria memorável. Dentro dessa concepção, Choay denomina esse fenômeno de ““consagração do monumento histórico” e que gerou, como um de seus resultados mais duradouros, a noção de que o monumento histórico era insubstituível: os danos que eles sofrem são irreparáveis, sua perda irremediável.” (CHOAY, 2001,p.136). As primeiras ações do SPHAN envolveram a criação do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro (1937), o Museu da Inconfidência, em Ouro Preto (1938) e o Museu de São Miguel das Missões no Rio Grande do Sul (1940).
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Sistema RFID para controle de patrimônio

Sistema RFID para controle de patrimônio

Este trabalho tem como objetivo o estudo dos componentes e características, além do desenvolvimento de um sistema de Identificação por Radiofrequência (Radio Frequency Identification – RFID). O sistema visa efetuar o controle de patrimônio de empresas, instituições privadas ou públicas. O sistema consiste de um leitor de tags de RFID controlado por um microcontrolador do modelo PIC 18F4550, o qual faz a gravação e leitura em uma memória externa e mostra os resultados em um display LCD, também utiliza um módulo de leitura do modelo ID12, para aquisição de dados da tag. Foi desenvolvido um programa para gerenciar o sistema. Através dos testes comprovou-se que o leitor funcionava corretamente.
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Patrimônio Cultural Gastronômico:

Patrimônio Cultural Gastronômico:

A produção de inventários gastronômicos é importante para registrar os saberes e fazeres tradicionais de uma determinada região e, dessa forma, preservar o patrimônio cultural gastronômico da mesma. Esse estudo objetiva identificar e realizar registro acadêmico a partir de inventários das produções doces gastronômicas e históricas da cidade de São José com o recorte histórico do início à meados do século XX. Traçado o objetivo, utilizou-se a metodologia desenvolvida por Müller (2012) - Inventário de Referência Gastronômica Cultural, composto por levantamento bibliográfico e documental preliminar, pesquisa de campo, oficinas práticas, entrevistas coletivas e individualizadas. Dessa forma possibilitou-se identificar as produções de doces tradicionais, compreender e sistematizar as técnicas tradicionais utilizadas pelos antepassados, concluindo com a verificação das transformações que estão ocorrendo durante o processo produtivo - fruto da urbanização - e forte presença da industrialização, que acaba por descaracterizar muitas vezes a produção original.
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Do patrimônio cultural e seus significados.

Do patrimônio cultural e seus significados.

Reflexões acerca do patrimônio cultural tendo em mente o conjunto de tudo o que encontramos na formação da cultura: conhecimento, crenças, arte, moral, direitos, costumes, capacidade e hábitos adquiridos pelo homem, transmitidos de geração a geração e a dimensão da força simbólica do seu significado, como representação da expressão cultural do fazer social. Propõe (re)definir o patrimônio cultural, como memória social e, por conseguinte, parte da história, na possibilidade de pensar esse patrimônio parte de um grande acervo informacional, isto é, como fonte de informação, inserido nos processos de ensino e de pesquisa, de forma a possibilitar a construção de um ser socialmente ativo. Este ser, ao unir passado e presente, (re)cria imagens da cidade – espaço por excelência da formação do patrimônio, do povo e da cultura, observando as condições históricas, sociais e comunicacionais, bem como as exigências contemporâneas, que levam em consideração a produção humana como bem cultural e, portanto, da maior significação. Este ensaio apresenta o patrimônio cultural desde a perspectiva dos usos sociais, das apropriações que a sociedade faz da sua memória, da sua história, para que haja reconhecimento e legitimação desse patrimônio que, conseqüentemente, será elemento a permear o processo educacional e formação da cidadania.
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COM AREIA, TAMBÉM, SE CONTRÓI PATRIMÔNIO:

COM AREIA, TAMBÉM, SE CONTRÓI PATRIMÔNIO:

Vale a pena lembrar que turismo foi um dos importantes pilares do projeto de futuro. Nesse aspecto, a partir da década de 1970, notamos que o discurso de valorização dos bens materiais e imateriais da Cidade de Goiás ganhou o reforço de alguns expoentes eleitos para simbolizar a cultura e a tradição local para, obviamente, atrair os turistas. Teles (1991) na obra, No Santuário de Cora Coralina, dedicou-se a inventariar os mitos urbanos através dos tempos. Primeiramente, o escritor enaltece a intelectualidade, a educação e as artes por meio dos nascidos na Cidade de Goiás que, segundo ele, fizeram história nestes campos, inclusive, em âmbito estadual. Em seguida, a discussão converge para a contemporaneidade afirmando que a herança do passado foi transferida para quatro personagens principais. Parafraseando Teles (1991, p. 91), alguns deles, não necessariamente “nascidos da terra”, foram colocados nesta categoria diante dos feitos singulares realizados em favor da preservação dos valores e das memórias da antiga Vila Boa. São eles: Cora Coralina, Octo Marques, Goiandira do Couto e Frei Simão Dorvi. Na compreensão do autor, “(...) eram quatro vultos vivos que guardavam e faziam a história da antiga capital do Estado, busca incessante dos turistas que andavam com suas codaques registrando o momento histórico ao lado destas personalidades. (...) Resta, agora, Goiandira do Couto, o último mito. (...) Seu nome é uma legenda, corre o mundo” (p. 93 e 95). Historicizar em que medida a universalização da imagem de Goiandira do Couto, a partir dos anos de 1970, implicou no reconhecimento mundial da Cidade de Goiás como patrimônio histórico da humanidade, em 2001, é a principal problemática deste artigo.
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Festa, Memória e Patrimônio

Festa, Memória e Patrimônio

O presente dossiê congregou pesquisadores de diferentes regiões do Brasil, de Portugal e da Galiza, Espanha, que trabalharam com as relações entre festas, patrimônio, história e memória a partir de diferentes perspectivas teóricas e metodológicas, contribuindo para um número da Revista Memória em Rede que oferece um excelente aporte para os pesquisadores que se dedicam ao estudo desse tema. Antropólogos, geógrafos, historiadores, turismólogos, entre outros profissionais apresentaram trabalhos com estudos de caso que possibilitam pensar a refletir as diferentes dimensões, elementos, atividades e práticas que permeiam e compõem o universo de diferentes festividades (festas religiosas, festas populares, comemorações cívicas).
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PROCESSO DO PATRIMÔNIO NO TOCANTINS

PROCESSO DO PATRIMÔNIO NO TOCANTINS

Mas, no mesmo prédio da Central, em Brasília, também funcionava a 8ª. DR/Spham, cuja gestão atingia todo o Centro-Oeste. A proximidade física fez com que o meu interesse pelo patrimônio histórico dessa região se intensificasse. O pouco conhecimento que na época se tinha sobre esse acervo aguçou minha curiosidade. Coincidiu também que, em meus primeiros dias de trabalho, fui convidado pelo nosso então chefe, Henrique Oswaldo de Andrade, a assistir a uma apresentação sobre o patrimônio do Estado de Goiás, por Ana Maria Borges e Pe.Palacin. Talvez tenha sido a primeira varredura sobre o acervo histórico arquitetônico desse Estado. (...). Em 1985, talvez pelo interesse que demonstrava sobre o assunto, fui convidado por Ângelo Oswaldo, secretário da Sphan, par exercer a Diretoria da 8ª. Regional do órgão. Este Diretoria abrangia, além do Estado de Goiás (incluindo Tocantins), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia. Minha primeira viagem a Goiás como diretor foi para participar da solenidade de aquisição da Casa de Cora Coralina com recursos externos e que mais tarde, após o restauro pelo Iphan, iria se transformar em Museu.
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Políticas de preservação do patrimônio edificado catarinense: a gestão do patrimônio urbano de Joinville

Políticas de preservação do patrimônio edificado catarinense: a gestão do patrimônio urbano de Joinville

medida desse tipo fosse levada adiante, como por exemplo, a demolição de grande parte desses bens, buscou convencer a Direção da FCC a constituir uma comissão de revisão dos tombamentos. No entanto, mesmo com a aquiescência da proposta da comissão, foi expedido um ofício para cada proprietário suspendendo a ação de tombamento. Ato continuo foi formada a Comissão Técnica Extraordinária para Análise dos Tombamentos Estaduais – COTEATE, composta por instituições ligadas à preservação do Patrimônio, áreas técnicas da arquitetura e urbanismo e prefeituras municipais. Estavam representadas as seguintes instituições: Faculdade de Arquitetura da UFSC; IPHAN; IAB; SEPHAM / IPUF e órgãos de planejamento e prefeituras dos municípios envolvidos. Os trabalhos se desenvolveram em oito meses de reunião, em foram analisados cada um dos 211 bens, tendo a comissão reiterado a importância da maioria deles. Foram excluídos 31(trinta e um) bens e sugerida a inclusão de mais 12 (doze). No documento “Revisão Técnica dos Tombamentos Estaduais - Dez/94” todo o processo encontra-se detalhado, com justificativas, caracterização do conjunto dos bens, a listagem das unidades que permaneceram, das excluídas e dos bens que foram integrados. O documento traz ainda uma série de recomendações da comissão e seus membros 69 (FCC, 1995). Na verdade, a comissão foi proposta a fim de dar legitimidade à ação como um todo, com o objetivo de configurar uma ação do governo que iniciava. O trabalho da COTEATE teve a duração de aproximadamente um ano, tendo sido concluído em dezembro de 1995. No entanto os proprietários dos imóveis foram todos notificados novamente, somente em dezembro de 1998. Uma boa época para expedir notificações, apesar de todas as acusações relativas à ação de tombamento do governo anterior.
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A invenção do patrimônio: memória e identidade no tombamento de São Luiz do Paraitinga como patrimônio nacional

A invenção do patrimônio: memória e identidade no tombamento de São Luiz do Paraitinga como patrimônio nacional

[...] ele (o luizense) tinha essa cultura de manter o patrimônio, de valorizar o que é da terra, o que é local, mas sem entender muito, acho, como é que isso funciona, que importância isso tinha na verdade. Quando a enchente veio e a cidade ficou na- quela situação, o primeiro momento que foi aquele da comuni- dade inteira ter que se juntar e você viver um momento em que não existe mais hierarquia, condição social diferenciada, isso já mostrou que a cultura talvez seja o bem mais valioso que as pessoas têm, porque ali não adiantava se você era o prefeito ou o morador mais pobre da cidade, se você era o cidadão que tinha mais posses em imóveis ou que, o que vivia de alu- guel, estava todo mundo na mesma situação, mas não ficou só nisso, a cidade recebeu uma atenção, e uma solidariedade muito grande, e isso no fundo as pessoas perguntavam: “por que, né?”... Porque São Luiz não foi a única cidade que sofreu uma catástrofe no mundo até hoje e nem naquele momento foi exclusivo de São Luiz, porque no mesmo momento, na mesma chuva, a gente sabe de várias cidades que foram destruídas da mesma forma, e uma cidade tão pequena como São Luiz ter dado tanta mídia, e ter atraído a atenção de tanta gente importante, e tantos órgãos, e tantos políticos... alguma coisa tinha nessa história, e as pessoas – e acho que se isso era in- consciente – começaram a ficar conscientes que o patrimônio cultural de São Luiz... e daí o material e o imaterial – era a principal riqueza da cidade (morador de São Luiz do Paraitinga, codinome Coruja, depoimento realizado em 30/12/2014).
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Interpretação do Patrimônio para Visitantes: um quadro conceitual. Interpretar o patrimônio, um exercício do olhar

Interpretação do Patrimônio para Visitantes: um quadro conceitual. Interpretar o patrimônio, um exercício do olhar

Com o propósito de disseminar a excelência teórica e prática da interpretação na atuali­ dade, foi lançada na Conferência de Boumemouth a proposta de se instituir a Rede Européia para a Interpretação do Patrimônio. Em outubro de 2000, em novo congresso na Alemanha, a rede Intetpret Europe foi instituída oficialmente. Praticamente todos os países europeus estão representados e sua secretaria encontra-se hoje na Universidade de Gòttingen. Seu site é www.interpret_europe.net e qualquer solicitação de informações pode ser a ela encami­ nhada. Há ainda várias iniciativas em escala nacional, como é o caso da AIP - Asociación para la Interpretación dei Patrimônio, da Espanha, fundada em 1995, durante o FV Congresso Mundial de Interpretação do Patrimônio, realizado em Barcelona. Atualmente a associação publica um bolettn - que pode ser solicitado no endereço: jfmorales@ono.com - com o obje­ tivo de compartilhar conhecimentos e informações sobre o assunto, em língua espanhola.
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A recuperação do patrimônio habitacional

A recuperação do patrimônio habitacional

o sucesso da experiência de Bolonha decorre do fato de ter- se, pela primeira vez, tentado restaurar um centro histórico não em função do turismo, senão da mel horia de vida de seus habitantes. Partindo do principio de que o centro histõrico e"Um patrimônio da comunidade, a Municipal idade de Bolonha ini ciou seu programa desapropriando e recuperando setores dete- riorados que eram em seguida devolvidos a seus ocupantes (4). Após as primeiras experiências bem sucedidas, a crise econômi ca italiana e a crescente imobilização de recursos criou um dilema para a Munipa1idade controlada pelo PCI: parar o pro- grama de revita1ização ou progresst-10 admitindo a participa- ção de capitais privados, embora adotando mecanismos legais capazes de impedir a especulação imobi1iãria no centro histó- rico. Decidiu-se optar pela segunda alternativa.
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A Fabricação do Patrimônio Cultural

A Fabricação do Patrimônio Cultural

Quando iniciei minha pesquisa sobre a fabricação do patrimônio cultural nacional na França, há alguns anos, pensei que estaria trabalhando principalmente na estética de um novo campo, o que me permitiria ampliar e desenvolver minhas investigações sobre a sociologia das artes. No entanto, surpreendentemente, descobri que a estética era apenas marginal nesse contexto. Também achei que tinha a ver com o meio ambiente, uma vez que o patrimônio em jogo – patrimoine, como chamamos na França – diz respeito a artefatos in situ, especialmente edificações, incluindo sua relação com os seus locais. Mas o que descobri foi de algum modo perturbador à luz dessas expectativas: a arte e a estética parecem ser questões muito marginais para os especialistas do patrimônio, enquanto outros valores parecem ser muito mais relevantes – alguns deles também centrais em questões ambientais. Esse é o tópico deste artigo.
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SMARAM Manual do Patrimônio

SMARAM Manual do Patrimônio

Figura 1 - Menu Patrimônio > Básico > Moedas ______________________________________ 10 Figura 2 - Janela de Moedas ______________________________________________________ 10 Figura 3 - Janela de Manutenção da Descrição da Moeda ______________________________ 11 Figura 4 - MXR12600 - Relação de Moedas __________________________________________ 11 Figura 5 - Ilustração do MXR12600 – Relação de Moedas ______________________________ 12 Figura 6 - Menu Patrimônio > Básico > Classes ______________________________________ 12 Figura 7 - Janela Classes ________________________________________________________ 12 Figura 8 - MPR41400 - Tabela de Classes ___________________________________________ 13 Figura 9 - Ilustração do MPR41400 - Tabela de Classes ________________________________ 13 Figura 10 - Menu Patrimônio > Mobiliário > Bens > Cadastros > Nome Componente ________ 14 Figura 11 - Janela Nome de Componente ____________________________________________ 14 Figura 12 - MPR40700 - Nome de Componentes ______________________________________ 15 Figura 13 - Ilustração do MPR40700 - Nome de Componentes ___________________________ 15 Figura 14 - Menu Patrimônio > Mobiliário > Bens > Cadastros > Componentes ____________ 15 Figura 15 - Janela de Manutenção de Componentes ___________________________________ 16 Figura 16 - MPR40600 - Componentes ______________________________________________ 16 Figura 17 – Ilustração do MPR40600 - Componentes __________________________________ 17 Figura 18 - Menu Patrimônio > Mobiliário > Bens > Cadastros > Cadastro de Bens Patrimoniais _____________________________________________________________________________ 17 Figura 19 - Janela de Bens Patrimoniais ____________________________________________ 17 Figura 20 - Incorporação de Bens Patrimoniais _______________________________________ 18 Figura 21 - Incorporação de Bens Patrimoniais - Guia Dados do Bem
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Turismo e patrimônio em São Cristóvão – SE

Turismo e patrimônio em São Cristóvão – SE

Na cidade histórica de São Cristóvão, foi possível observar que existem valores exclusivos como o saber-fazer entre outros fatores naturais e arquitetônicos que fazem parte do patrimônio local. Estas singularidades condensam oportunidades que afetam diametralmente a qualidade de vida dos moradores, de tal modo que podem implicar num desenvolvimento do espaço turístico local.

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PATRIMÔNIO HISTÓRICO E RESTAURAÇÃO

PATRIMÔNIO HISTÓRICO E RESTAURAÇÃO

O sentimento de preservação de sítios históricos floresceu em meados do século XVIII em decorrência da destruição em massa de edifícios célebres durante as Revo- luções Francesa e Industrial. Por conseguinte, as noções ligadas ao restauro foram se definindo e esse movimento se acentuou com grandes transformações que ocor- reram na Europa no mesmo século. O presente artigo tem como objetivo estudar o valor do patrimônio histórico edificado e a necessidade de sua preservação a partir da análise acerca dos principais tópicos dentro do tema, evidenciando os fatos his- tóricos imprescindíveis para a sua fundamentação. Está explicitado o valor – ainda que imensurável – da riqueza cultural que o patrimônio histórico possui e os quão importantes e necessários são os processos de restauração e revitalização desses lo- cais. É de grande valor o estudo do patrimônio histórico, uma vez que toda a origem e história podem ser vislumbradas não só por meio de livros e documentos, mas a partir da contemplação de estruturas arcaicas consagradas.
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