Controle e fiscalização de obras públicas

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Controle e fiscalização da contratação e execução de obras públicas no Brasil.

Controle e fiscalização da contratação e execução de obras públicas no Brasil.

As obras públicas são de grande importância para o desenvolvimento e bem estar da população, através delas podemos ter variáveis que afetam diretamente a vida dos cidadãos, como o lazer, através de praças públicas ou a saúde como em casos de obras de saneamento básico, contudo, o devido descaso de obras públicas no Brasil, compromete o desenvolvimento econômico e o bem estar das famílias, criando ainda descredibilidade sobre a administração pública, que na maioria dos casos de paralisação em obras ocorre devido a má atuação do gestor na ineficiência de fiscalizar as obras que estão em andamento. Com a finalidade de analisar os instrumentos de controle e fiscalização de obras públicas, é possível realizar uma abordagem sobre as mesmas, além de analisar o controle social e verificar a atuação do Tribunal de Contas no controle e fiscalização. O presente trabalho busca analisar o controle e a fiscalização da contratação e execução de obras públicas de forma geral, feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU), Ministério Público (MP), administrador público e população, a fim de identificar os motivos pelos quais ocorrem atrasos ou paralisações e quais os impactos sociais e econômicos decorrentes dessa situação, buscando descobrir quais ferramentas podem ser utilizadas pelo gestor público, bem como pelas instituições, a fim de controlar e fiscalizar o andamento de uma obra pública. Foi realizada uma pesquisa de cunho qualitativa, nos anos de 2017 e 2018, com estudo baseado na análise de documentos, com consultas bibliográficas a textos, divulgações em redes eletrônicas – como os sites do Tribunal de Contas da União –, trabalhos científicos, e consulta ao Ministério Público. Os resultados apontam que a legislação brasileira, embasada na Constituição Federal e nas normas exigidas pelo Tribunal de Contas da União, possibilita ao gestor público a execução de obras públicas diminuindo os riscos de perda de recursos públicos e eventuais irregularidades e atrasos. Entretanto, percebeu-se que em sua maioria, o agente administrativo não utiliza tais mecanismos, ou não os utiliza de forma correta, acarretando a má fama brasileira de entrega de obras públicas fora dos prazos e de desvios de recursos públicos, o que defasa a economia brasileira, causando descredibilidade por parte da população na Administração Pública.
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O USO DO BIM NA FISCALIZAÇÃO DE OBRAS PÚBLICAS CLEITON ROCHA DE MATOS

O USO DO BIM NA FISCALIZAÇÃO DE OBRAS PÚBLICAS CLEITON ROCHA DE MATOS

satisfaz tal exigência (EASTMAN et al., 2014). A ausência para suportar a representação de tais informações, foi verificada também no estudo Biotto, Formoso e Isatto, que empregou o software Autodesk Navisworks Manage, sendo apontadas limitações no que se refere à visualização de alterações no fluxo de trabalho, sendo difícil enxergar os serviços internos das edificações, e às diferenças entre os prazos de execução dos empreendimentos, o que torna seu uso obrigatoriamente dependente de outras ferramentas que também permitam a visualização de algumas decisões de projeto e planejamento dos sistemas de produção. Tais limitações são mitigadas com o uso de ferramentas 4D especializadas, que incorporam as informações do modelo 3D às funcionalidades mais sofisticadas de cronograma presentes no próprio aplicativo, a exemplo dos softwares Sychro 4D e Vico Software, que permitem comparar o desempenho real com o previsto (EASTMAN et al., 2014). Dessa forma, com informações mais qualificadas, as reuniões de ponto de controle de andamento do projeto podem atingir seu objetivo de monitorar e direcionar a obra para o cumprimento das suas finalidades.
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Controle físico-financeiro de obras públicas de saneamento: estudo de caso no setor de obras da CASAN-SC

Controle físico-financeiro de obras públicas de saneamento: estudo de caso no setor de obras da CASAN-SC

Na empreitada por preço global, contrata-se a execução da obra ou do serviço por preço certo e total. Durante a execução das obras, os critérios de medição para fins de pagamento são feitos somente após a conclusão de uma etapa ou serviço, já que seus quantitativos são pouco sujeitos a alterações. Na empreitada por preço unitário, a execução da obra ou serviço é contratada por preço certo de unidades determinadas. Não pode ser incluído o fornecimento de materiais ou serviços sem previsão de quantidades ou com valores que não correspondam às previsões reais de projeto. Na execução de obras por preço unitário a ação permanente da fiscalização é preponderante para que as medições dos serviços executados sejam corretas.
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A GESTÃO DE OBRAS PÚBLICAS MUNICIPAIS COM ÊNFASE NA FASE CONTRATUAL, FISCALIZAÇÃO.

A GESTÃO DE OBRAS PÚBLICAS MUNICIPAIS COM ÊNFASE NA FASE CONTRATUAL, FISCALIZAÇÃO.

Gestão relaciona-se de forma direta com gerenciamento. Diz respeito à maneira como devem ser planejados, organizados, dirigidos e coordenados os recursos humanos, matérias e tecnológicos para obtenção dos resultados desejados por uma organização, projeto ou programa, sempre com ênfase no atendimento às necessidades dos clientes e/ou na lucratividade da atividade. O foco da gestão é a eficiência do uso dos recursos e a eficácia dos processos de trabalho. Governança está associada à gestão, mas com ênfase na transparência e controle do uso dos recursos e no atendimento as necessidades e interesses dos diversos segmentos interessados na atividade de determinado sistema produtivo (organização, projeto, programa ou política pública) (ALTOUNIAN, 2015, p.552).
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Avaliação do uso da tecnologia BIM como ferramenta de fiscalização de obras públicas na etapa de concepção e elaboração de projetos

Avaliação do uso da tecnologia BIM como ferramenta de fiscalização de obras públicas na etapa de concepção e elaboração de projetos

Tradicionalmente, o planejamento com base em diagramas de rede ou em gráficos de Gantt não estão totalmente integrados com o projeto, nem com a configuração espacial que a obra planejada realmente apresenta, visto que o planejamento é feito de forma manual pelos profissionais responsáveis. Capiotti (2015) aponta que o planejamento manual pela forma tradicional, não raramente, diverge-se da configuração e das reais necessidades do projeto original. O planejamento pela forma tradicional tem um bom índice de confiabilidade quando é executado por profissionais que estão habituados com aquele tipo de projeto e com o modo que o mesmo será executado. De acordo com Mills (2016), BIM 4D é o processo de adicionar o planejamento da obra juntamente com a plataforma BIM, o que possibilita a geração de um programa de informação preciso para o planejamento e visualização do passo a passo do desenvolvimento do projeto. Com o uso do BIM, todas as informações dentro da plataforma são compartilhadas com o planejamento. Sendo assim, as mudanças no projeto são percebidas automaticamente no cronograma e no planejamento. A Figura 9 apresenta a utilização do BIM juntamente com o planejamento e controle da obra.
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Manual de Obras Públicas-Edificações

Manual de Obras Públicas-Edificações

O assentamento dos blocos será executado com argamassa de cimento e areia, no traço volumétrico 1:4, quando não especificado pelo projeto ou Fiscalização, aplicada de modo a preencher todas as superfícies de contato. As amarrações das alvenarias deverão ser executadas de conformidade com as indicações do projeto ou Fiscalização. Nas alvenarias de blocos estruturais, deverão ser atendidas as disposições da Norma NBR 8798 - Execução e Controle de Obras em Alvenaria Estrutural de Blocos Vazados de Concreto. Nas alvenarias de blocos aparentes, as juntas serão perfeitamente alinhadas e de espessura uniforme, levemente rebaixadas com auxílio de gabarito. Não deverão ser utilizados blocos cortados na fachada do pano de alvenaria. As vergas e amarrações serão executadas com blocos especiais, a fim de manter fachada homogênea. Se não for indicado no projeto, a contratada deverá apresentar um plano de assentamento dos blocos para a prévia aprovação da Fiscalização. Os serviços de retoques serão cuidadosamente executados, de modo a garantir a perfeita uniformidade da superfície da alvenaria. Após o assentamento, as paredes deverão ser limpas, removendo-se os resíduos de argamassa.
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Fiscalização participativa : a capacitação do  cidadão para o controle social

Fiscalização participativa : a capacitação do cidadão para o controle social

Histórico: A Gestão inicial da Escola de Contas se deu com Conselheiro Carlos Porto de Barros, tendo como Coordenadora Geral a auditora das contas públicas Janete Monteiro de Moura Rocha. No período de 2000 a 2001, sob a direção do Conselheiro Luis Romeu Cavalcanti da Fonte e Coordenação Geral de Marilourdes Padilha de Freitas, período no qual a Escola de Contas editou as seguintes publicações: Cartilha Obras Públicas – Fazendo Certo, Cartilha Prestação de Contas de Convênios Prorural, Cartilha Pedagógica Tudo Às Claras, LRF, Cartilha Fundef (Fundo De Desenvolvimento do Ensino Fundamental), O Jornal Fazendo Escola e por fim, o lançamento Cordel sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, que representa o marco na ação de estímulo à cidadania por incentivar o controle social e a participação popular.
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Metodologia de fiscalização de obras : plano de controlo de conformidade de estruturas metálicas

Metodologia de fiscalização de obras : plano de controlo de conformidade de estruturas metálicas

A fiscalização tem como responsabilidade implementar processos que promovam a garantia de qualidade entre o projecto e a obra, mas ser-lhe-ia totalmente impossível verificar ou comprovar a qualidade de toda a acção construtiva. Cabe ao empreiteiro zelar para que todas as actividades verificadas pela fiscalização serão sempre executadas de igual forma, mesmo na ausência da mesma em locais distintos dos inspeccionados. A experiência da equipa de fiscalização apenas poderá auxiliar nos casos em que, com base em incidências identificadas previamente, analisar as actividades que apresentam falhas mais frequentes e garantir a sua presença in loco aquando da realização destas. No entanto, “caso o projecto contenha soluções com as quais o empreiteiro não concorde e que ainda assim o projectista entenda manter, o empreiteiro deve excluir essas soluções da garantia de obra para desta forma se inibir de responsabilidades” [6].
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Metodologia de fiscalização de obras : plano de controlo de conformidade de tectos falsos

Metodologia de fiscalização de obras : plano de controlo de conformidade de tectos falsos

Dependo da dimensão das empresas, estas podem executar diversas actividades, desde o fabrico à montagem. No entanto, de uma forma geral, identificam-se três tipos de indústrias enquadradas no mercado nacional dos tectos falsos: os fabricantes; os representantes e fornecedores; e os aplicadores. As empresas que se dedicam ao fabrico, são normalmente especializadas em determinados produtos, como perfis metálicos, tectos metálicos, tectos acústicos, etc. Estas empresas apresentam habitualmente alguma dimensão, tendo nos seus quadros, especialistas técnicos vocacionados para o desenvolvimento de novas soluções e fornecendo apoio técnico aos projectistas. Além da gama própria, são regra geral, representantes das grandes marcas internacionais, o que lhes permite responder a solicitações de obras de maiores dimensões e com alguma exigência técnica.
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Gerenciamento e fiscalização de obras em uma instituição federal de ensino : uma proposta de aprimoramento

Gerenciamento e fiscalização de obras em uma instituição federal de ensino : uma proposta de aprimoramento

Os valores gastos na execução de obras representam uma grande parcela dos investimentos públicos brasileiros. A execução destas obras deve ser acompanhada por representantes da administração, que têm como responsabilidade observar o cumprimento das disposições contratuais, técnicas e administrativas em todos os seus aspectos. Porém deficiências neste processo podem impactar tanto na efetividade quanto no custo. Muitos fatores afetam o sucesso da execução de uma obra pública, no que tange as dimensões: qualidade, custo e prazo. Torna-se necessária a implantação de estratégias de gestão que aprimorem e sistematizem a atuação da Administração Pública em obras. Dessa forma, objetiva-se realizar uma proposta para o aprimoramento do gerenciamento e fiscalização de obras em uma Instituição Federal de Ensino, adotando-se a abordagem do Gerenciamento de Processos de Negócio (BPM). A pesquisa se apresenta como descritiva, bibliográfica, documental e de levantamento de campo (survey). Na metodologia, adotou-se como instrumentos de coleta de dados entrevistas e questionários, com questões abertas e fechadas. A análise dos dados foi realizada através de estatística descritiva, para as questões fechadas dos questionários, e de análise de conteúdo, para as questões abertas dos questionários e para a entrevista. Constatou-se que existe fragilidade de conhecimento em todas as etapas de execução de uma obra pública pelos servidores. Identificou-se na literatura 101 fatores que podem interferir nas dimensões qualidade, custo e prazo de uma obra, e foi elaborado um ranking da sua probabilidade de ocorrência em obras. Observou-se que os servidores percebem um desempenho regular para as dimensões qualidade e custo de uma obra, e ruim para a dimensão prazo. Também foram identificados vantagens, desvantagens, facilidades e dificuldades para a implantação do BPM. Verificou-se, através dos princípios de BPM, os fatores críticos de sucesso (FCS), para a implantação do BPM em uma Instituição Federal de Ensino. Por fim apresentou-se uma proposta para o aprimoramento do gerenciamento e fiscalização de obras.
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INFORMATIVO DE SELEÇÃO V NOME DA VAGA: ENGENHEIRO DE FISCALIZAÇÃO DE OBRAS

INFORMATIVO DE SELEÇÃO V NOME DA VAGA: ENGENHEIRO DE FISCALIZAÇÃO DE OBRAS

 Elaborar documentação para abertura de processo licitatório (elaboração de termo de referência e/ou editais), para reformas e edificações comerciais de obras civis, instalações elétricas, incêndio, hidro- sanitárias, gás, sistemas de ar condicionado e exaustão, equipamentos e afins, assegurando a aplicação das boas técnicas de engenharia;

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Metodologia dos processos de fiscalização : redes públicas hidráulicas

Metodologia dos processos de fiscalização : redes públicas hidráulicas

águas pluviais. Estes ensaios baseiam-se na norma inglesa BS EN 805:2000 e na norma portuguesa NP EN 1610:2008 referente à construção e ensaio de ramais de ligação e colectores de águas residuais. A ficha com a referência “FCCE_Pav” deverá ser preenchida sempre que se realizem ensaios aos pavimentos betuminosos. Em Portugal não é corrente ensaiar pavimentos de semi-penetração betuminosa, nem de cubos graníticos ou de betonilha. As especificações dos ensaios são baseadas em manuais existentes na Brisa e destinam-se a pavimentos aplicados em estrada nacionais e auto- estradas. A ficha é composta por três campos principais, o primeiro refere-se a informações gerais do local, espessura do pavimento, número de camadas a aplicar e o grau de compactação prévio do solo obtido por ensaio. O campo seguinte é o quadro que controla o ensaio de regularidade, este ensaio é realizado a irregularidades transversais, como a irregularidades longitudinais. A forma mais simples de realizar estes ensaios é utilizando uma régua com três metros, aplicando-a num ponto que se tenha a cota correcta do pavimento, verificando de seguida todos os restantes pontos ao longo dos três metros de extensão da régua, as diferenças encontradas não poderão ser superiores aos valores inscritos na coluna dos parâmetros de controlo. Actualmente este ensaio realiza com um nível laser. O ensaio não se realiza na extensão global da estrada, mas sim em intervalos por exemplo de quinhentos em quinhentos metros, ou outro valor previsto em Caderno de Encargos. Com este ensaio pretende-se aferir o nível de regularidade do pavimento, e deverá ser realizado na camada final de desgaste, assim como nas subcamadas subjacentes. O campo seguinte refere-se ao ensaio de rugosidade superficial, é realizado com um pilão de madeira e com areia de granulometria aferida em laboratório, o ensaio consiste em despejar a areia suavemente de um balde no pavimento, numa zona previamente escolhida pela fiscalização, com a areia a formar uma figura cónica aplica-se suavemente o pilão de madeira e pressiona-se até quase tocar no pavimento, retira-se o pilão e mede-se a altura de areia deixada pela compressão, os valores que esta altura deverá obedecer são referidos na coluna dos parâmetros de controlo e variam conforme o material da camada de desgaste. Em qualquer dos ensaios referidos, caso o ensaio seja reprovado deverá ser preenchida a ficha de controlo e correcção de não conformidade e referida na ficha de ensaio.
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Metodologia da fiscalização de obras : planos de controlo de conformidade de vãos exteriores

Metodologia da fiscalização de obras : planos de controlo de conformidade de vãos exteriores

O que a fiscalização procura promover, e tal como anteriormente referido, é a garantia inequívoca de qualidade, procurando estabelecer processos de referência de forma a que essa mesma qualidade seja garantida desde o projecto até à obra. De uma forma mais detalhada, a verificação periódica e aleatória de processos de execução, de implementação ou não de normas de segurança e saúde e de conformidades deveria por si só garantir a qualidade deseja. Porém a realidade é outra, obrigando à intervenção do empreiteiro como entidade moralmente responsável pelo cumprimento das normas de qualidade construtiva e, de um modo mais leigo, que todas as acções correctamente executadas em obra não sejam apenas para mostrar à fiscalização e evitar eventuais sanções, mas antes um exemplo ou padrão a seguir na totalidade dos trabalhos.
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Controle de custos de obras

Controle de custos de obras

Conforme Goldman (2004) a ferramenta mais importante para o controle de custos é o orçamento detalhado, podendo-se comparar o planejado com o realizado. O mesmo autor cita que quando há uma preocupação com o controle, o foco fica voltado para serviços que são mais representativos para o custo total da obra e completa relatando a importância do conhecido do complexo do serviço a ser controlado, como projetos, cronograma, especificações, entre outros.

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Gestão e Fiscalização de Contratos Administrativos de Obras e Serviços de Engenharia

Gestão e Fiscalização de Contratos Administrativos de Obras e Serviços de Engenharia

contratos, visando o controle da administração do contrato e a prevenção de riscos e falhas de execução, de atrasos e inadimplementos na execução de obras e serviços de engenharia. Será abordado também o tema inerente a regular conduta e o fiel cumprimento das responsabilidades profissionais daqueles vinculados aos sistemas CONFEA / CREAs e CAUBR /CAUUF, abrangendo os aspectos imprescindíveis para o bom desempenho do exercício profissional, principalmente no que concerne aos deveres e obrigações de ordem Legal e de ordem Ética.

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Fiscalização e controle de execução de revestimento cerâmico

Fiscalização e controle de execução de revestimento cerâmico

A Construção Civil é um dos setores que mais cresceu nos últimos anos. Devido a este aquecimento dentro do processo construtivo engenheiros, arquitetos e assentadores acabam priorizando a estética ou executando de forma incorreta os procedimentos de assentamento, sem conformidade com as normas e esquecem que revestimento é um dos itens fundamentais quando escolhido e executado corretamente e acabam aumentando a incidência de problemas. Com este grande crescimento também esta difícil encontrar a disposição no mercado mão de obra especializada com qualidade, assim gerando falhas, que podem ir desde a escolha do material a ser utilizado até a limpeza geral da obra, podem comprometer a durabilidade dos pisos cerâmicos Em vista destas dificuldades foi aplicado um check-list de controle de qualidade do serviço de assentamento do revestimento cerâmico para classificar os principais problemas que ocorrem.
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Colectivo Obras Públicas: memorias

Colectivo Obras Públicas: memorias

la Compañía de teatro de calle Colectivo Obras Públicas, grupo compuesto por jóvenes actores y músicos formados en la Pontificia Universidad Católica de Chile y dirigido por la profesora Claudia Echenique, ha colocado en el centro de sus averiguaciones creativas, el reencuentro con la memoria de figuras in- dividuales y comunitarias de la historia y la cultura contemporánea de Chile. Así, un dirigente sindical y obrero como Clotario Blest, las Brigadas muralistas que escribieron, y aún escriben y rayan las murallas anónimas de la ciudad, un personaje popular como Emilio Dubois, así como una última producción di- rectamente política como Constitución (en etapa actual de pre-producción) han sido, luego las fundamentaciones que han servido para que no solo ellos, sino también nosotros, hagamos memoria.
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VÍCIOS CONSTRUTIVOS EM OBRAS PÚBLICAS: UM ESTUDO DE CASO EM 27 OBRAS

VÍCIOS CONSTRUTIVOS EM OBRAS PÚBLICAS: UM ESTUDO DE CASO EM 27 OBRAS

Diante dos resultados apresentados pode-se perceber um grande número de vícios construtivos encontrados nas obras selecionadas ocasionados por erros na execu- ção como, mão de obra desqualificada, falta de técnica e de acompanhamento de um Engenheiro Civil, e proble- mas de materiais, valores de materiais nas planilhas com valores inferiores ao material exigente na execução. Já que a disputa pela obra das prefeituras é dada pelo me- nor valor licitado e os fornecedores oferecem preços mais acessíveis tornando a obra inadequada e inapropri- ada, sendo necessárias medidas de correção posterior- mente, pois, uma obra viciosa não apresenta qualidade e se tratando de obras públicas seu uso se fará pela coleti- vidade da determinada cidade e demanda uma obra du- rável e de qualidade.
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RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DAS OBRAS PÚBLICAS

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DAS OBRAS PÚBLICAS

Os relatórios de acompanhamento de obras públicas trazem os principais resultados obtidos das visitas realizadas, por meio de relatos e fotografias do que foi observado no local de execução da obra visitada. A divulgação dos relatórios aos interessados e à sociedade criciumense em geral contribui para o controle social e da implementação de ações de correção e melhoria das anomalias encontradas.

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Avaliação da Execução de Obras Públicas Utilizando Ferramentas de gestão de Obras

Avaliação da Execução de Obras Públicas Utilizando Ferramentas de gestão de Obras

No próximo mês, o ritmo da obra tende a piorar, o patamar indicando que a contratada precisou de dois meses para chegar ao valor da parcela afeta o rendimento da empresa. Nesta época ainda não havia a rigidez da multa de 10% da parcela como atualmente. E assim, a fiscalização achou melhor ter uma obra em ritmo lento do que uma obra parada a espera de uma nova licitação. O órgão foi deixando a empresa executar aos poucos até que em meados de 2010, a contratante rompeu o contrato com 92% da obra concluída. A obra de doze meses se transformou em uma obra quase pronta em mais de dois anos de serviços.
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