Controlo da dor

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Intervenções não farmacológicas no controlo da dor no pós-operatório

Intervenções não farmacológicas no controlo da dor no pós-operatório

O procedimento Focus Group, utilizado como método neste estudo, segundo Silva, Veloso e Keating (2014), apresenta desvantagens e vantagens. Como desvantagens referem o tempo da transcrição dos dados e análise dos mesmos. Por outro lado, é vantajoso na medida em que permite a recolha de opiniões de um determinado grupo de pessoas, muito mais rapidamente e com menores custos do que se essa informação tivesse sido através de entrevistas ou questionários individuais. Tal como os autores, comprovou- se que a prontidão da técnica face à abrangência e ao volume de informação gerada, nem sempre foi fácil de gerir e de remeter para a tomada de decisões. Porém, o Focus Group gerou dados relevantes como adequado instrumento de colheita de dados e deu diretrizes para as fases seguintes da investigação, nomeadamente a construção do Protocolo de Intervenções não Farmacológicas no Controlo da Dor no Pós-Operatório e a avaliação objetiva de vários parâmetros presentes no mesmo. Os autores acima referidos salientam precisamente essa vantagem para este tipo de método, pois referem que este acrescenta dados relevantes quer pela originalidade de alguns dos temas quer pelo seu contributo para a investigação. No entanto, pela experiência do presente estudo que visou a utilização deste método, a informação recolhida no Focus Group além de orientar a restante investigação acarretou alterações pertinentes e justificadas, nomeadamente na estrutura do instrumento. Salienta-se, ainda, que na fase de preparação, o recrutamento dos participantes foi facilitado graças à colaboração da Sra. Enfermeira Diretora da instituição que acolheu este estudo.
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Orientações técnicas sobre o controlo da dor nos recém-nascidos (0 a 28 dias) – Normas de Orientação Clínica

Orientações técnicas sobre o controlo da dor nos recém-nascidos (0 a 28 dias) – Normas de Orientação Clínica

O Programa Nacional de Controlo da Dor (PNCDor), aprovado por Despacho da Ministra da Saúde, de 8 de Maio de 2008, previa, nas suas estratégias de intervenção, a criação e divulgação de orientações técnicas junto dos profissionais de saúde e a implementação de programas eficientes de controlo da dor, com o objetivo da melhoria efetiva da qualidade de vida dos doentes com dor.

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Atitudes, práticas, barreiras e conhecimentos sobre a avaliação e controlo da dor : eficácia de uma intervenção estruturada a profissionais da saúde

Atitudes, práticas, barreiras e conhecimentos sobre a avaliação e controlo da dor : eficácia de uma intervenção estruturada a profissionais da saúde

Baseado nesta noção de que a formação não chega: é necessário “tornar a dor visível”, Stevenson et al (2006) criaram um projeto designado de “institucionalização do controlo da dor”, que teve como objetivo ajudar sete estados que tinham já iniciativas em relação ao tratamento da dor, a implementar programas para melhorar esse tratamento. Participaram 113 organizações de saúde, entre hospitais comunitários, instituições de cuidados prolongados e instituições domiciliárias. Cada instituição foi submetida a um plano de controlo de qualidade, durante dez meses, que incluiu: uma visita à instituição, duas conferências formativas e análises pré- e pós-programa. Demonstraram que houve uma melhoria organizacional, ao integrarem os conhecimentos com as práticas. Ter o feedback dos resultados e da análise, pode melhorar a qualidade do controlo da dor. A maioria das instituições passaram a ter instrumentos de avaliação de dor. Nos Hospitais, houve uma redução na percentagem de doentes com dor contínua, embora, no geral, a percentagem de dor severa continuasse a ser alta. (37)
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Uso de terapias complementares, alternativas no controlo da dor crónica na região da Beira Interior

Uso de terapias complementares, alternativas no controlo da dor crónica na região da Beira Interior

Conseguimos, igualmente, inferir razões de 5 vezes melhores resultados tendo feito acupunctura e/ou massagem relativamente ao não fazer alguma destas terapias. A acupunctura é, de facto, uma das TC/A melhor estudadas no meio científico, existindo variadíssimos estudos mostrando a sua aplicação em diversas áreas médicas, nomeadamente no que concerne à dor, bem como comprovando a sua eficácia (11-14). É, contudo, por vezes difícil comparar resultados de estudo para estudo e desenhar uma evidência que englobe a eficácia num todo cumulativo, principalmente devido à heterogeneidade dos mesmos (diferentes técnicas de acupunctura usadas, existência ou não de grupos de controlo, diferentes variáveis analisadas). No entanto, é também fomentado que a utilização da acupunctura complementarmente ao tratamento farmacológico para o controlo da dor, além de estar associada a uma melhor qualidade de vida, é uma terapia custo-efectiva (15). Relativamente à massagem, a sua aplicabilidade está mais estudada e estabelecida no contexto da lombalgia. E, neste sentido, comprova-se que a massagem, comparativamente a terapias inertes (sham treatment), é superior na aquisição de melhorias clínicas a nível da dor do paciente e, portanto, na sua capacidade funcional a curto e a longo prazo (11, 30). Além disso, num contexto extraordinariamente diferente, como o pós-operatório de pacientes oncológicos, a massagem e a acupunctura, em adição ao tratamento usual, provaram diminuir a dor e o humor depressivo destes pacientes (31).
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A dor no período pós-cirúrgico abdominal em doentes geriátricos: intervenções autónomas de Enfermagem no controlo da dor: uma opção a explorar?

A dor no período pós-cirúrgico abdominal em doentes geriátricos: intervenções autónomas de Enfermagem no controlo da dor: uma opção a explorar?

Eu, Cátia Vanessa Soares Parreira, Enfermeira na instituição, e aluna de Mestrado “Enfermagem Geriátrica e Gerontológica” da Universidade Fernando Pessoa – Porto, orientada pelo Professor Doutor Enf.º José Manuel dos Santos, pretendo efetuar uma pesquisa cujo tema “A dor no período pós-cirúrgico abdominal em doentes geriátricos – Intervenções Autónomas de Enfermagem no controlo da dor: uma opção a explorar?” tendo por objectivos: saber qual a localização anatómica em que mais frequentemente é sentida a dor pós-cirurgia abdominal; saber qual a intensidade da dor sentida pós- cirurgia abdominal; saber qual o tipo de dor mais frequentemente sentida pós-cirurgia abdominal, de entre as dimensões sensorial, motivacional e cognitiva; saber se a idade influencia a localização, a intensidade e o tipo de dor; saber se o sexo influencia a localização, a intensidade e o tipo de dor; saber se o tipo de cirurgia influencia a localização, a intensidade e o tipo de dor; saber se as intervenções autónomas de enfermagem permitem diminuir a necessidade de utilização de técnicas farmacológicas no pós cirurgia abdominal.
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Abordagem aos Conhecimentos dos Profissinais de Saúde no âmbito do controlo da Dor Aguda Pós-operatória em Crianças.

Abordagem aos Conhecimentos dos Profissinais de Saúde no âmbito do controlo da Dor Aguda Pós-operatória em Crianças.

No âmbito do referido ano lectivo pretendo concretizar um projecto de investigação na área do controlo da dor pediátrica no pós-operatório. O projecto em causa tem como objectivo fundamental analisar os conhecimentos dos profissionais de saúde (médicos e enfermeiros) nesta área, com o intuito de averiguar a necessidade de implementação de acções de sensibilização e formação. A supervisão estará a cargo do Dr. José Romão (Assistente Graduado de Anestesiologia e Responsável da Unidade de Dor Crónica do Hospital de Santo António) e Dra. Amélia Ferreira (Assistente Hospitalar de Anestesiologia).
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Avaliação do consumo de AINEs em doentes com Artrite Reumatóide e Espondilite Anquilosante no controlo da dor

Avaliação do consumo de AINEs em doentes com Artrite Reumatóide e Espondilite Anquilosante no controlo da dor

O score DAS28 (PCR e VS) utiliza quatro variáveis: o valor analítico de PCR (em mg/L) ou VS (em mm/hora), o valor global da dor (medida através da Escala Visual Analógica - EVA, em mm), o número de articulações dolorosas e o número de articulações tumefactas, de um total de 28 articulações avaliadas (de cima para baixo e bilateralmente: ombros, cotovelos, punhos, metacarpofalângicas, interfalângicas proximais e joelhos).(5) Considera-se uma articulação dolorosa quando, à digito- pressão da sua entrelinha ou à mobilização passiva, o doente apresenta algum grau de desconforto, mas não necessariamente dor intensa. Admite-se uma articulação tumefacta aquela que se apresenta edemaciada.
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Orientações técnicas sobre o controlo da dor crónica na pessoa idosa – Normas de Orientação Clínica

Orientações técnicas sobre o controlo da dor crónica na pessoa idosa – Normas de Orientação Clínica

controlo da dor implica a utilização de associações medicamentosas que são potencialmente  geradoras de efeitos colaterais. Contudo, a polimedicação pode ser necessária para minimizar  os  efeitos  secundários  específicos  de  cada  fármaco.  A  combinação  de  pequenas  doses  de  diferentes  grupos  de  fármacos,  com  os  ajustes  apropriados  às  alterações  farmacocinéticas  e  farmacodinâmicas  induzidas  pela  idade,  permite  obter  o  controlo  da  dor  com  menor  risco  de  desencadear efeitos secundários.  
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O papel do sistema endocanabinóide no controlo da dor neuropática

O papel do sistema endocanabinóide no controlo da dor neuropática

A sua prevalência varia entre 6,9% e 10% da população geral e os pacientes que sofrem desta condição apresentam menor produtividade laboral, usam mais recursos de saúde e têm maior probabilidade de desenvolver transtornos mentais. Mesmo entre pacientes com a mesma causa subjacente de dor neuropática, os sintomas e sinais dolorosos geralmente são diferentes. Lesões ou doenças que envolvem o sistema nervoso somatossensorial podem levar à dor neuropática. A causa pode ser uma doença metabólica, por exemplo, neuropatia diabética, uma condição neurodegenerativa, por exemplo, esclerose múltipla, entre outras causas (vascular, autoimune, trauma, infeção) (Langley et al., 2013; Scholz et al., 2019).
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Utilização dos medicamentos opióides fortes na dor crónica não oncológica – Normas de Orientação Clínica

Utilização dos medicamentos opióides fortes na dor crónica não oncológica – Normas de Orientação Clínica

3. Antes de se iniciar uma terapêutica com MOFs deve ser feita a avaliação física, psicológica e social do doente. A etiologia da DCNO deve ser determinada, sendo que o seu desconhecimento não é contraindicação absoluta para a utilização de MOFs (ver A.7). 4. Antes de se iniciar uma terapêutica com MOFs deve informar-se o doente das suas implicações e obter o seu consentimento (ver A.9), bem como avaliar e esclarecer as suas crenças, medos e expectativas sobre a sua dor e sobre a eficácia dos MOFs. Os objectivos do tratamento devem ser acordados, dando particular ênfase ao controlo da dor (a eliminação total da dor não deve ser um objectivo, pois não é possível em muitos casos) e melhoria da qualidade de vida, incluindo os componentes físicos, psíquicos e sociais. Devem também ser referidas as circunstâncias em que o tratamento será interrompido. 5. Antecedentes ou evidência de alcoolismo ou adição a substâncias de uso ilícito, bem
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 ileo paralítico

ileo paralítico

prospectivo randomizado no qual associaram valdeco- xib vs placebo ao esquema analgésico de doentes sub- metidos a cirurgia colorectal. Os autores concluíram que o valdecoxib reduz o tempo do íleo pós-operatório de- vido a três motivos: diminuição do uso de opióides, deambulação precoce por melhor controlo da dor e diminuição da resposta inflamatória por inibir a COX-2. Tal como este trabalho, outros estudos que evidencia- ram o benefício no uso de inibidores COX-2 não foram capazes de demonstrar que a redução do íleo pós-ope- ratório é independente da redução da utilização de opiáceos. Assim, parece que o principal benefício tem sido a redução da dose de narcóticos necessários para o controle adequado da dor (10) .
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Relatorio de Estágio Marisa Sofia Pinto de Jesus, 2014

Relatorio de Estágio Marisa Sofia Pinto de Jesus, 2014

anteriormente referido, tinha de ser puncionado para a realização do teste de Guthrie. Foi combinado com a enfermeira orientadora do estágio que gostaria de puncionar o bebé quando este estivesse a realizar MC ou quando estivesse a ser amamentado, no sentido de confirmar a evidência científica destes dos métodos de controlo da dor nos RN. A mãe foi então informada do procedimento e foi-lhe explicado as vantagens no controlo da dor se fosse realizado aquando do MC ou amamentação. A mãe concordou em fazer o procedimento aquando da amamentação. Durante a manhã este procedimento foi sendo adiado por vários motivos, até que cerca das 13h, foi realizado, mas o bebé tinha acabado de ser alimentado há cerca de 15 min e tinha estado ao colo da mãe (na posição do MC mas por cima da roupa) há mais de 1h. A enfermeira antecipou-se e disse “então vamos colocá-lo à mama e fazer o teste”. Uma vez que este bebé ainda não estava totalmente adaptado à mama e naquele momento já tinha sido alimentado, não seria a melhor opção pois não estava predisposto para fazer uma boa pega e estar efetivamente a mamar enquanto se faria o procedimento, contudo o bebé foi colocado à mama e foi realizado o procedimento. Durante a punção do calcanhar o bebé choramingou na punção mas rapidamente procurou a mama e tentou acalmar- se. A mãe aconchegou-o e falou com ele, o bebé acalmou-se com relativa facilidade, tendo ficado adormecido após o procedimento. Desta forma, ainda que com alguns constrangimentos, conseguiu-se verificar a eficácia do aleitamento materno e contacto pele a pele no controlo da dor, tal como nos indicam vários estudos, nomeadamente, Chermont, Falcão, Silva, & Guinsburg (2009) refere que o contacto pele a pele de cerca de 10 a 15 minutos antes de um procedimento doloroso e durante (punção do calcanhar), reduz o choro, a agitação e a frequência cardíaca - reduz a dor, pela libertação de opióides endógenos. O aleitamento materno tem um efeito idêntico ao efeito da sacarose em procedimentos ligeiramente/moderadamente dolorosos (punção calcanhar/ punção venosa periférica) (Shah, Aliwalas & Shah, 2009); Ao aliarmos o aleitamento materno ao contacto pele a pele, potencia-se o efeito analgésico (Shah, Aliwalas & Shah, 2009; Chermont, Falcão, Silva, & Guinsburg, (2009);
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Relatório Estágio Marta Ferreira

Relatório Estágio Marta Ferreira

Nessas situações mobilizei conhecimentos, tive de aprofundar alguns, mobilizei experiências e estratégias pessoais, profissionais e já adquiridas em outros Ensinos Clínicos realizados no CMESMO. Pude assim realizar Educação para a Saúde sobre vários temas: vigilância da gravidez, desconfortos da gravidez e medidas de alívio, alimentação, sexualidade na gravidez, repousa/ exercício físico, sinais de alerta e sinais de trabalho de parto, métodos não farmacológicos de controlo da dor no TP e amamentação. Estas intervenções geraram em mim um sentimento de realização pois pude contactar com uma população ávida de informação que recorre e confiam nos Enfermeiros e dos EEESMO para esclarecer dúvidas e principalmente obter conhecimentos sobre o TP com o intuito de se prepararem para a maternidade/paternidade. O período pré-parto é uma oportunidade para a modificação dos hábitos e comportamentos que se prolongam ao longo do ciclo de vida da mulher, da criança e de todo o agregado familiar (DGS, 2015). Considero que este foi também um dos fundamentos da minha prestação de cuidados neste período enquanto futura EEESMO.
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Dor Pediátrica – Normas de Orientação Clínica

Dor Pediátrica – Normas de Orientação Clínica

Todos os serviços prestadores de cuidados de saúde devem elaborar, para cada instrumento de avaliação que utilizam, um algoritmo de tratamento em função da intensidade da dor. Considera- se como critério de boa qualidade de cuidados no controlo da dor que a intensidade da dor se mantenha inferior a 3/10 (dor ligeira).

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Relatório de Estágio de Mariana Ferreira

Relatório de Estágio de Mariana Ferreira

Neste sentido, fiz o diagnóstico das necessidades formativas da equipa de enfermagem relativamente ao controlo da dor na criança, através da aplicação de um questionário (apêndice XVI) que elaborei com base na pesquisa científica e nas experiências vivenciadas ao longo do percurso formativo. Para o efeito, solicitei autorização à direção de enfermagem da instituição onde exerço funções, a qual foi concedida (apêndice XVII). O questionário foi aplicado a 18 enfermeiros, procedendo-se, posteriormente, ao tratamento e análise dos resultados obtidos, que orientaram a ação de formação e sensibilização apresentada aos enfermeiros (apêndice XVIII). A data da sessão foi planeada com a enfermeira responsável pela formação em serviço, sendo incluída no plano de formações em serviço para 2014, na qual atuei como formadora (apêndice XIX). Relativamente ao conteúdo da formação dei ênfase à aplicação de estratégias não farmacológicas, tal como sugerido por Batalha num estudo desenvolvido nesta área, em 2013. Apesar do número reduzido de enfermeiros que estiveram presentes na formação, considero que esta atividade foi um importante contributo para o seu desenvolvimento profissional nesta área. Dada a pertinência do tema para os cuidados, que todos os participantes classificaram em “Muito Bom”, disponibilizei-me para repetir a sessão de formação, numa data oportuna, aos restantes elementos da equipa que não compareceram, e disponibilizei os conteúdos abordados.
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RELATÓRIO TÂNIA NOBRE

RELATÓRIO TÂNIA NOBRE

De salientar também que outra dimensão do controlo da dor passa pela sua prevenção na medida em que a “prevenção da dor é mais eficaz que o tratamento da dor estabelecida, pelo que devem ser concebidos antecipadamente planos terapêuticos individualizados, com objetivos definidos no tempo em termos do nível de analgesia pretendido” (Vilela & Ferreira, 2006, p. 90). Todavia, nem sempre se consegue alcançar uma analgesia adequada pois existem fatores que podem interferir e/ou impedir um controlo eficaz da mesma. Foram reconhecidas algumas barreiras que podem contribuir para que a abordagem à dor não seja totalmente eficaz, nomeadamente, o sistema de cuidados de saúde, os profissionais de saúde prestadores de cuidados e o doente/família (National Pharmaceutical Council , 2001; Pasero et al., 2009; Schoonderbeek, 2008). Ao nível do sistema de saúde, os fatores dizem respeito a uma ausência de normas de articulação para uma boa prática e a recusa em fazer do alívio da dor uma prioridade. No que diz respeito aos profissionais de saúde, são muitas as dificuldades identificadas, tais como: atitudes, crenças e comportamentos, práticas enraizadas e dificuldade em reconhecer a existência de dor, dificuldade em valorizar o autorrelato na avaliação da dor, relutância em utilizar analgésicos potentes, porque estes podem mascarar o diagnóstico, pelos seus efeitos secundários e/ou os eventos adversos, e a sua interacção com outras terapêuticas. Outro dos motivos que também contribui para esta ineficácia diz respeito à falta de formação adequada dos profissionais de saúde. No que respeita à pessoa/famíla, a maior barreira encontrada refere-se à comunicação, mais propriamente, a dificuldade de comunicação entre pessoa/família e a equipa de saúde, que contribui consideravelmente para o ineficaz controlo da dor. Esta dificuldade pode resultar da conjugação de vários fatores, como seja, a idade, língua, capacidades cognitivas, doença física e/ou psicológica e tradições culturais.
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Aplicação do controlo estatístico do processo numa indústria de derivados de tomate

Aplicação do controlo estatístico do processo numa indústria de derivados de tomate

O estudo dos produtos A, B, C, D e E iniciou-se com a verificação da independência dos dados. Este estudo revelou que quase todas as características são auto-correlacionas. Seguiu-se o estudo de identificação e tratamento de Outliers onde foram obtidas séries limpas de outliers e consequentemente novos modelos. A aplicação das cartas de controlo, na Fase I, teve como base os resíduos, visto que se tratava de dados auto-correlacionados. Foi verificado o pressuposto da Normalidade dos dados, e transformados os dados das características que não verificavam esse pressuposto. O estudo da análise da capacidade verificou que existem algumas características que não possuem capacidade de produzir segundo a sua especificação técnica. Para as que apresentam uma capacidade favorável, deu-se inicio à Fase II. Na Fase II foi efectuado a monitorização do processo em tempo real através das cartas baseadas nos erros de previsão.
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Auditoria no sector público: um instrumento para a melhoria da gestão pública.

Auditoria no sector público: um instrumento para a melhoria da gestão pública.

O modelo de prestação de contas tem vindo a ser alterado, precisamente porque são os cidadãos quem, através dos impostos, financia a actividade pública, daí que deva ter acesso à informação finan- ceira pública. É aqui que o controlo externo ou audi- toria externa assume grande relevo, pois a fiabilidade das contas pode não ser garantida se não for acom- panhada de um relatório de auditoria. Não podemos deixar de referir o quão imprescindível se torna a realização de auditorias públicas e dos relatórios sobre as mesmas.

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Prevenção e Controlo Ambiental da bactéria Legionella em Unidades de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Prevenção e Controlo Ambiental da bactéria Legionella em Unidades de Saúde – Normas de Orientação Clínica

3. O órgão de gestão deve assegurar um plano de prevenção e controlo, identificando as competências e atividades dos profissionais envolvidos, que integre a avaliação de risco, a vigilância e a manutenção dos sistemas e equipamentos geradores de aerossóis nomeadamente:

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Boas Práticas e Orientações para o Controlo da Asma no Adulto e na Criança – Normas de Orientação Clínica

Boas Práticas e Orientações para o Controlo da Asma no Adulto e na Criança – Normas de Orientação Clínica

O tratamento da asma compreende para além do tratamento farmacológico, estratégias não farmacológicas e de intervenção com o objetivo de controlar os sintomas de asma e reduzir o risco de agudizações, nomeadamente: a cessação dos hábitos tabágicos; o encorajamento da prática de atividade física;a redução de peso; a identificação e o afastamento precoce dos asmáticos de ambientes profissionais com sensibilizantes de risco; antes de prescrever ácido acetilsalicílico e antiinflamatórios não esteróides inquirir os doentes em relação ao diagnóstico de asma; técnicas de cinesiterapia. O ensino sistemático da necessidade de cumprimento da terapêutica de acordo com um plano escrito e de uma correta técnica de inalação, são aspetos fundamentais para o sucesso da terapêutica farmacológica e para o controlo da asma
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