Convulsão febril

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Convulsão febril na região da Cova da Beira

Convulsão febril na região da Cova da Beira

Resultados: Das 16 crianças registadas 68,8% corresponderam ao sexo feminino e 37,5 % dos episódios convulsivos ocorreram na faixa etária dos 12 aos 18 meses. A percentagem de episódios provenientes da Covilhã é de 70,8%. O período do ano, com maior número de ocorrências foi nos meses de janeiro e fevereiro. Dos episódios registados 83,35% foram Convulsões Febris Simples. O período do dia com maior incidência foi entre as 16:00h e as 20:00h com duração média de episódio convulsivo de 6 minutos e 20 segundos. 37,5% ocorreram no intervalo entre 38,1 – 39ºC. Das crianças inquiridas 43,8% não apresenta antecedentes familiares de Convulsão Febril. Em 45,8% dos episódios observaram-se sintomas de infeção do trato respiratório superior nas quatro semanas que antecederam a Convulsão Febril. Em 8,3% dos episódios houve antecedentes de vacinação nos 14 dias anteriores ao episódio convulsivo. Cerca de 12,55% das ocorrências tem registo de banho prévio, sendo que destes 8,3% correspondem a banho de água quente. Durante a gravidez 31,3% das crianças estiveram expostas a uma ou mais patologias e/ou aditivos.
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Profilaxia intermitente na convulsão febril com diazepam via oral.

Profilaxia intermitente na convulsão febril com diazepam via oral.

Nossos primeiros resultados foram aparentemente satisfatórios, pois apenas um paciente apresentou convulsão febril em vigência do tratamento adequado e mesmo aqueles que não estavam co[r]

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Convulsão febril : aspectos clínicos e terapêuticos

Convulsão febril : aspectos clínicos e terapêuticos

Considerar fortemente a punção lombar em crianças abaixo de 12 meses após a primeira CF, nas quais as manifestações de infecção do SNC podem não estar presentes, e naquelas entre 12 e 18 meses de vida, nas quais estas manifestações podem ser incertas. Em pacientes acima de 18 meses com primeiro episódio de CF a punção lombar não deve ser realizada rotineiramente, mas sim mediante a observação clínica de sinais e sintomas sugestivos de infecção central. 11 Em relação aos achados do eletroencefalograma (EEG), não existe evidência de que um EEG pode ser utilizado para prever se uma criança irá desenvolver epilepsia após uma convulsão febril simples. Podemos considerar a realização de EEG se mais de uma característica complexa está presente. 12 Alguns autores verificaram que anormalidades encontradas no eletroencefalograma são prognósticas, enquanto outros discordam. 6
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Infeção pelo Vírus do Herpes Humano 6 na convulsão febril

Infeção pelo Vírus do Herpes Humano 6 na convulsão febril

Para a elaboração deste trabalho foram selecionadas todas as crianças admitidas no serviço de urgência do Hospital D. Estefânia (HDE) - Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC), com febre igual ou superior a 38ºC e com o diagnóstico clínico de convulsão febril. A investigação decorreu entre o período de Outubro de 2012 e Julho de 2013, tendo sido aprovada pela Comissão de Ética do Centro Hospitalar de Lisboa Central. A participação no estudo foi autorizada, por parte dos doentes, através do consentimento informado, assinado pelos pais das respetivas crianças.
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Profilaxia intermitente com diazepam via oral na convulsão febril: estudo de 82 casos.

Profilaxia intermitente com diazepam via oral na convulsão febril: estudo de 82 casos.

Prevention of recurrent febrile seizures: intermittent prophylaxis with diazepam compared with continuous treatment. with phenobarbital[r]

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Convulsão febril: estudo de base populacional.

Convulsão febril: estudo de base populacional.

Barra do Bugres tem 3.445 habitantes na faixa até cinco anos e 11 meses. Foram triados 2.811 habitantes (81,6%), as perdas na primeira fase do trabalho ocorreram por não ser possível encontrar moradores nas unidades habitacionais em mais de uma visita pelos agentes de saúde. A prevalência de crise febril nessa amostra foi de 6,40/1.000 habitantes (IC 95% 3,8-0,10). A idade da primeira crise variou entre um mês e 60 meses (média de 19,38). As variáveis clínicas e sociodemográficas são apresentadas na tabela 2.

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Conduta no primeiro episódio de crise convulsiva.

Conduta no primeiro episódio de crise convulsiva.

dentro de seis meses, 69% dentro de um ano, e 88% dentro de dois anos. Apenas cinco recorrências (3%) ocorreram após cinco anos. Na análise multivariada, fatores de risco para recorrência de crises foram etiologia sintomática remota, EEG anormal, crise durante o sono, história prévia de convulsão febril e presença de paresia de Todd. Nos casos criptogênicos, os fatores de risco foram EEG anor- mal e crises durante o sono. Nos casos sintomáticos remotos os fatores de risco foram história prévia de convul- são febril e idade de início abaixo de três anos. Os fatores de risco para recorrência tardia (após dois anos) foram etiologia, EEG anormal e história prévia de convulsão febril em todos os grupos, e EEG anormal no grupo criptogênico 7 . Neste estudo, os autores concluíram que crianças com crises criptogênicas iniciadas durante a vigília e com EEG normal têm prognóstico particularmen- te favorável, com risco de recorrência em cinco anos de apenas 21%. Estado de mal epiléptico como crise inicial não foi incomum no grupo criptogênico, porém não foi um fator de risco para recorrência de crise. Outro estudo realizado em 393 pacientes com crises não provocadas, excetuando ausências, determinou risco de recorrência, estimado em cinco anos, de 53% para todo o grupo, 45% para o criptogênico, 65% para o idiopático e 69% para o sintomático. O grupo criptogênico foi dividido em crises parciais, generalizadas e indeterminadas com um risco de recorrência de 60%, 27% e 35%, respectivamente, e de acordo com o EEG: normal, anormalidades não específicas e específicas com um risco de 33%, 46% e 90%, respecti- vamente 16 . A taxa de recorrência num estudo de coorte em 1.659 pacientes com crises não provocadas foi de 61% para o grupo total, 61% para crises criptogênicas, 57% para idiopáticas, e 67% para sintomáticas. O grupo criptogêni- co foi subdividido em crises parciais, generalizadas e indeterminadas, com taxa de recorrência de 72%, 47% e 53%, respectivamente, e de acordo com o EEG: normal, anormalidades não específicas e específicas, com uma taxa de recorrência de 54%, 62% e 72%, respectivamente 17 .
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Estudo dos efeitos  da trimetazidina no modelo de convulsão induzida por pilocarpina em camundongos

Estudo dos efeitos da trimetazidina no modelo de convulsão induzida por pilocarpina em camundongos

Nas décadas de 1980 e 1990, dois modelos foram extensamente utilizados: o modelo da pilocarpina e o modelo do ácido caínico, e ambos replicam características fenomenológicas das epilepsias humanas do lobo temporal (TURSKI et al., 1989). A administração local ou sistêmica desses compostos resulta em um padrão de crise límbica duradoura bastante característica (status epilepticus), que após um período conhecido como silencioso (de 3 a 14 dias), leva o animal a apresentar crises espontâneas e recorrentes. A lesão cerebral induzida pelo status epilepticus nesses modelos pode ser considerada como equivalente a um evento epileptogênico no ser humano, como, por exemplo, uma convulsão febril (TURSKI et al., 1989).
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Crise epiléptica única: análise dos fatores de risco para recorrência.

Crise epiléptica única: análise dos fatores de risco para recorrência.

Os objetivos deste estudo foram: 1-Avaliar as características clínicas, eletrencefalográficas e tomográficas de pacientes com queixa de crise epiléptica única, não provocada. 2-Analisar, nesses pacientes, as variáveis sexo, idade, tipo e etiologia da crise epiléptica, estado de sono, convulsão febril (CF), antecedente familiar (AF), EEG e TC como fatores de risco para recidiva de crises. 3- Avaliar a probabilidade de recorrência no grupo estudado.

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Diagnóstico multiaxial e avaliação psicopatológica das psicoses associadas à epi...

Diagnóstico multiaxial e avaliação psicopatológica das psicoses associadas à epi...

2-Doenças e tratamentos na infância, adolescência e vida adulta. Não esquecer os seguintes itens: Crise febril na infância (convulsão na presença de febre, entre 6 meses a 5 anos de idade, na ausência de infecção do SNC e distúrbio metabólico grave), crises febris complicadas na infância (mais de uma convulsão febril num intervalo de 24 horas, convulsão com mais de 15 minutos, ou sinais focais ictais ou pós-ictais), crises sintomáticas agudas, crises não febris isoladas (convulsão isolada, precedendo em mais de um ano o início da epilepsia), TCE (apenas os acompanhados de rebaixamento de consciência, vômitos, sonolência ou amnésia com duração maior que 30 minutos), infecções do SNC(meningite, encefalite, abcessos cerebrais), outros agravos do SNC, história de doença clínica grave na infância e outras doenças clínicas significativas (apenas as que tenham relação com a etiopatogenia da epilepsia). Procurar história de conversões, dissociações e somatizações.
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Vigilância de síndrome febril exantemática: estudo descritivo de casos com anticorpos...

Vigilância de síndrome febril exantemática: estudo descritivo de casos com anticorpos...

Objetivo: Descrever os casos de síndrome febril exantemática, identificados no estado de São Paulo entre 2000 e 2004, visando identificar possíveis resíduos de fonte de infecção do sarampo. Métodos: Estudo descritivo. As definições são as utilizadas pelo Plano de Eliminação do Sarampo. O estudo incluiu casos notificados à vigilância da síndrome febril exantemática apresentando anticorpos IgM para sarampo pelas técnicas de ELISA e/ou ELISA de captura. Descreveram-se os aspectos clínicos e epidemiológicos segundo características de tempo, espaço e pessoa. Resultados: Estudaram-se 463 casos possíveis de sarampo; 64,1% e 29,8% foram classificados, respectivamente, como casos expostos e não expostos à vacina; 15,3% apresentaram clínica específica para sarampo e 12,1% apresentaram complicações. Os grupos etários mais representados foram: 9 a 11 meses (36,5%), um ano (32,8%) e cinco anos ou mais (15,2%). A distribuição no espaço e no tempo não sugere a ocorrência de casos relacionados entre si. Entre o final de 2000 e o início de 2002, os casos não expostos à vacina mantiveram-se em patamares elevados, coincidindo com a identificação de dois casos importados de sarampo. Conclusão: as limitações do estudo não permitem análises conclusivas a respeito da circulação do vírus do sarampo no estado de São Paulo, mas o estudo aponta para a necessidade da investigação exaustiva de possíveis resíduos de fontes de infecção entre: menores de nove meses, primo vacinados contra o sarampo abaixo de 10 meses, mulheres em idade fértil e casos não expostos à vacina contra o sarampo.
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Estudo do efeito da administração aguda e repetida do óleo essencial de Alpinia zerumbet (OEAZ) em modelos animais de convulsão

Estudo do efeito da administração aguda e repetida do óleo essencial de Alpinia zerumbet (OEAZ) em modelos animais de convulsão

A metodologia proposta por Swinyard et al.,(1952) foi modificada onde, os animais foram tratados com OEAZ 100 e 200 mg/kg, veículo (tween 80 a 2%, 10 ml) por 5 dias e, no quinto dia de tratamento, após 30 minutos, foram submetidos ao modelo do choque eletroconvulsivo (ECS), para controle positivo, como drogas anticonvulsivantes foram utilizados valproato na dose de 200 mg/kg (VALPRO) e diazepam na dose de 1 mg/kg (DZP). O aparelho de ECS (Eletrochoque) é projetado especialmente para pesquisas neurofarmacológicas. A saída de corrente usada aponta resultados reproduzíveis, mostrando variações no limiar provocada por drogas que tem ações específicas no córtex e regiões sub-corticais. Os parâmetros de choque foram escolhidos após consulta a literatura recente, para suprir a escala adequada quando operado em animais. Deste modo os eletrodos foram posicionados na orelha dos animais e o aparelho modulado nos seguintes parâmetros: Frequência: 75Hz; Largura de Pulso: 0,5 ms, Duração: 0,5s; Corrente: 13mA. Foram avaliados o tempo de latência de convulsão (LC) período em que o animal leva para manifestar a primeira convulsão e o tempo total de estiramento do animal (tempo de convulsão), representando a Convulsão Clônica Generalizada (CCG) propriamente dita. (HARTMAN (2008); PLOSKI (2006);TAKAHASHI (2005)).
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Diagnóstico laboratorial de dengue e leptospirose em pacientes com síndrome febril aguda

Diagnóstico laboratorial de dengue e leptospirose em pacientes com síndrome febril aguda

Além de confusões diagnósticas entre dengue e leptospirose, co-infecções com estas patologias, apesar de serem raras, podem acontecer (LEVETT et al., 2000; BRUCE et al., 2005). No presente estudo, dois pacientes foram positivos em testes laboratoriais para dengue e leptospirose sugerindo uma possível co-infecção, sendo o paciente VMA positivo na técnica RT-PCR para dengue e no ELISA-IgM para leptospirose. O paciente JBS foi positivo no ELISA-IgM tanto para dengue quanto para leptospirose. Vários estudos têm evidenciado que a co-infecção entre dengue e leptospirose é possível, demonstrando mais uma vez a necessidade de utilização de diagnósticos específicos para ambas as doenças (RELE et al., 2001; BEHERA et al., 2010; MEGUINS et al., 2010). Rele et al. (2001), em um relato de caso realizado em Mumbai, demonstraram uma possível co-infecção por estas patologias, em duas pacientes que apresentavam quadro febril e com resultados positivos no teste de ELISA- IgM para dengue e leptospirose e negativos no MAT. Meguins et al. (2010) também relataram a co-infecção entre dengue e leptospirose em um estudo realizado na Amazônia, no qual um paciente apresentou resultados positivos para dengue, através do MAC-ELISA, e para leptospirose pelo teste ELISA-IgM e MAT. Os pacientes que apresentaram uma possível co- infecção no presente estudo foi atendido no ambulatório e não possuíam nenhum sinal de gravidade (como manifestações hemorrágicas) para ambas as doenças, sendo os sintomas mais relatados anorexia, mialgia, artralgia e prostração. Apesar dos pacientes terem apresentado resultados para as duas infecções, não se pode afirmar com certeza que foi realmente uma co-infecção, pois não foi realizado outro teste mais específico para leptospirose, como por exemplo, o MAT. Vale ressaltar, que os anticorpos IgM tanto contra dengue quanto contra leptospirose podem estar circulantes por um longo período (WINSLOW et al, 1997; GUBLER, 1998). Entretanto, mesmo não realizando outras técnicas de
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Convulsão por causa de intoxicação por múltiplas drogas: relato de caso.

Convulsão por causa de intoxicação por múltiplas drogas: relato de caso.

Bupropiona pode causar comportamentos incomuns, como delírio, paranoia, alucinac ¸ão ou confusão mental. Além disso, efeitos anticolinérgicos, como midríase e taqui- cardia, são raramente observados. O risco de convulsão é altamente dependente da dose, com convulsões observa- das em 21% dos casos após 14 horas de ingestão de altas doses. 5 Há relato de parada cardíaca e casos raros de óbito

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Efeitos do barbexaclone no eletrencefalograma, na atividade motora e na convulsão experimental.

Efeitos do barbexaclone no eletrencefalograma, na atividade motora e na convulsão experimental.

Como a relação entre as doses anticonvulsivantes é de 1:1,4 e em 100 mg de barbexaclone há apenas 60 mg de ácido feniletilbar- bitúrico, concluimos que o barbexaclone produz efeito anti[r]

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Ação  e  da ivabradina em camundongos

Ação e da ivabradina em camundongos

Epilepsia é uma doença que atinge aproximadamente 1% da população mundial e pode levar a déficit neurológico, disfunção intelectual, problemas comportamentais e social. É definida pela capacidade de gerar crises convulsivas recorrentes onde atualmente 30% de todos os pacientes não respondem a nenhum tipo de terapia. Ivabradina é um agente antianginoso e antiarrítmico que tem como principal mecanismo de ação o bloqueio dos canais de nucleotídeos cíclicos ativados por hiperpolarização(HNC). Estudos prévios tem relacionado a ação desse fármaco com crises convulsivas. Assim, o objetivo do presente trabalho foi estudar os possíveis efeitos anticonvulsivantes e neuroprotetores da Ivabradina, através de modelos químicos (pentilenotetrazol- PTZ, picrotoxina- PICRO e pilocarpina- PILO) de indução de convulsão em camundongos, avaliando as alterações neuroquímicas produzidas em córtex pré- frontal, hipocampo e corpo estriado e estudo de docking molecular nos receptores gabaérgicos (ácido gama-aminobutírico- GABA A ) e
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Estudo da Ritalina® (Cloridrato de Metilfenidato) sobre o sistema nervoso central de animais jovens e adultos: aspectos  e neuroquímicos

Estudo da Ritalina® (Cloridrato de Metilfenidato) sobre o sistema nervoso central de animais jovens e adultos: aspectos e neuroquímicos

O Transtorno de Déficit de Atenção/ Hiperatividade (TDAH) é um transtorno prevalente e debilitante, diagnosticado com base em persistentes níveis de hiperatividade, desatenção e impulsividade. Fármacos estimulantes têm sido eficazes no tratamento desse transtorno, sendo que o metilfenidato (MFD) é o agente terapêutico mais prescrito e seu uso aumentou significativamente nos últimos anos, entretanto, as conseqüências da sua utilização ainda são pouco conhecidas. O MFD foi avaliado em modelos animais clássicos para screening de drogas com atividade em ansiedade, depressão e convulsão, tais como, labirinto em cruz elevado (LCE), campo aberto, rota rod, nado forçado e convulsão induzida por pilocarpina, e em estudo neuroquímico, através da concentração de monoaminas, tais como dopamina (DA), noradrenalina (NE) e 5-hidroxitriptamina (5-HT), além da atividade da enzima Acetilcolinesterase (AChE). O MFD foi administrado de forma aguda em todos os testes, nas doses de 2,5; 5; 10 e 20 mg/Kg, através da via oral (v.o.) em camundongos jovens (21 dias) e adultos. Os resultados mostraram que o MFD apresentou efeito ansiolítico nos modelos LCE, pois aumentou todos os parâmetros analisados no LCE, como NEBA, PEBA, TPBA e PTBA nas doses de 10 e 20mg/Kg nos animais jovens e apenas na de 20mg/Kg nos animais adultos. No teste do campo aberto, foi observado aumento na atividade locomotora em todas as doses nos animais jovens e apenas nas doses maiores (10 e 20mg/Kg) nos animais adultos. Não alterou o número de grooming e rearing. O MFD apresentou efeito antidepressivo no Sistema Nervoso Central (SNC), pois no teste do nado forçado diminuiu o tempo de imobilidade nas doses de 10 e 20 mg/Kg nos animais jovens e apenas na dose de 20mg/Kg nos animais adultos. A avaliação neuroquímica comprovou o efeito antidepressivo do MFD, pois se verificou um aumento da concentração das monoaminas. No teste da convulsão induzida por pilocarpina, o metilfenidato diminuiu a latência de convulsão, bem como a latência de morte nos animais jovens e adultos, sugerindo que o MFD apresenta atividade proconvulsivante. O estudo sobre os efeitos sobre o sistema de neurotransmissão colinérgica demonstrou que o pré-tratamento com MFD reduziu a atividade da AChE apenas no corpo estriado. Em conclusão, esses efeitos mostraram que o MFD apresenta efeito ansiolítico, efeito antidepressivo e atividade proconvulsivante.
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Estudo do potencial terapêutico do veneno de Dinoponera quadriceps sobre modelos de convulsão in vivo e sobre astrócitos in vitro

Estudo do potencial terapêutico do veneno de Dinoponera quadriceps sobre modelos de convulsão in vivo e sobre astrócitos in vitro

Os animais foram pré-tratados com o vDq (0,1 ou 0,5 mg/kg, e.v, n= 6-8), vdDq (0,5 ou 2,0 mg/kg, i.p., n= 6-8) ou com vdDq (0,1 ou 0,5 mg/kg, e.v., n= 6-8). Meia hora após o pré-tratamento intraperitoneal (Figura 6) ou dez minutos após o pré-tratamento endovenoso (Figuras 7 e 8) com o veneno foi induzida a convulsão em todos os animais através da administração de pentilenotetrazol (80 mg/kg, i.p. - Sigma Chemical Co., USA) (YILMAZ, 2007), pilocarpina (400 mg/kg, i.p. - Sigma Chemical Co., USA) (TURSKI et al., 1983) ou estricnina (3,0 mg/kg, i.p. - Sigma Chemical Co., USA) (APRISON et al., 1987). Os animais foram colocados em gaiolas individuais e observados durante 30 ou 60 minutos para avaliação dos seguintes parâmetros comportamentais (em segundos): latência para a primeira convulsão (tempo decorrido antes da manifestação da primeira convulsão), latência para a morte (tempo decorrido até a morte do animal) e sobrevida (o número de animais que permaneceram vivos). O evento convulsivo foi caracterizado essencialmente pela extensão dos membros posteriores e/ou do salto descoordenado (TURSKI et al., 1983;. AGUIAR et al., 2012.). No grupo controle, para cada modelo de convulsão, os animais foram pré-tratados apenas com veículo utilizado para solubilizar a droga (PBS).
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O desenho desenha a si Convulsão, potência e continuum no processo artístico

O desenho desenha a si Convulsão, potência e continuum no processo artístico

A convulsão, logo, não é percebida em cada estado visto isoladamente como forma estável e exemplar, mas sim na comparação entre eles a fim de considerar o que se deu nesta ação, como desenvolveram-se seus movimentos. Quando, através do continuum, vemos estados correlatos, a convulsão não é explícita neles como ves- tígios de uma agressão sofrida, mas entre eles como uma indicação recíproca, assim como a resultante não é a dilaceração do estado afetado, mas a presença do outro. Neste sentido, os estados do desenho estão implicados na sua potência, tal qual é esclarecida por Agamben a partir de Aristóteles, que não esgota-se quando passa ao ato, mas que conserva-se e acrescenta-se a si mesma. Quando ocorre a convul- são, o que ela é capaz de rasgar e lançar não é retirado do estado de um desenho tal qual um decréscimo, mas é doado a ele mesmo, uma “doação acrescida” (AGAMBEN, 2006, 27) tal qual a figura da própria potência. Os estados do desenho são alteridades internas pelos quais os movimentos convulsivos abalam, rompem e propõem novos modos, de maneira a contribuir-se sucessivamente. Participam da potência do dese- nho que, no ato, não sofre “uma destruição ou uma alteração”, mas sim uma “conser- vação” e um “aperfeiçoamento de si” (AGAMBEN, 2006, 27). Desta forma o continuum não mostra um processo de simples transformação, mas sim de possibilidades que se ensaiam e, portanto, que aperfeiçoam o desenho nestes movimentos entre passagem e ato.
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Novas diretrizes na abordagem clínica da neutropenia febril e da sepse em oncologia pediátrica.

Novas diretrizes na abordagem clínica da neutropenia febril e da sepse em oncologia pediátrica.

estimação, uso recente de imunobiológicos, como vacinas de microorganismos vivos atenuados, etc. A classificação da neutropenia febril quanto ao risco infeccioso pode auxiliar na escolha da terapia antimicrobiana, na definição de via a ser utilizada, na possibilidade de terapia em nível ambulatorial e na etiologia provável. Questões especiais devem ser conside- radas ao utilizar quaisquer critérios de risco em pediatria. Um deles é a doença de base, pois alguns autores recomendam que pacientes com neutropenia decorrente do tratamento de neoplasias hematológicas nunca sejam considerados como de baixo risco. Outra questão importante é que, nestes paci- entes, reavaliações da classificação de risco devem ser feitas após 12 a 24 horas, sendo possíveis mudanças, tanto favorá- veis como desfavoráveis, no seu escore durante a evolução do quadro de neutropenia febril 1 (Tabela 1).
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