cooperativismo e mercado de trabalho.

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Geração de Trabalho e Renda por Meio do Cooperativismo

Geração de Trabalho e Renda por Meio do Cooperativismo

O conceito de trabalho decente foi proposto pela OIT a partir de 1999 como orientador de políticas públicas nacionais voltadas ao mercado de trabalho. No Brasil, o conceito é parte das propostas de Ministério do Trabalho e Emprego e é definido como um trabalho adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, equidade e segurança, capaz de garantir uma vida digna. Para a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a noção de trabalho decente se apoia em quatro pilares estratégicos: a) respeito às normas internacionais do trabalho, em especial aos princípios e direitos fundamentais do trabalho (liberdade sindical e reconhecimento efetivo do direito de negociação coletiva; eliminação de todas as formas de trabalho forçado; abolição efetiva do trabalho infantil; eliminação de todas as formas de discriminação em matéria de emprego e ocupação); b) promoção do emprego de qualidade; c) extensão da proteção social; d) diálogo social (OIT – Agenda Nacional do Trabalho Decente, 2006, p. 5).
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TRAJETÓRIAS TRANSGRESSORAS? JOVENS, EDUCAÇÃO, TRABALHO E COOPERATIVISMO

TRAJETÓRIAS TRANSGRESSORAS? JOVENS, EDUCAÇÃO, TRABALHO E COOPERATIVISMO

Las transformaciones del contexto y sus efectos en el mundo popular tuvieron impactos en la configuración de las trayectorias de los jóvenes urbanos de sectores populares, estas no pueden entenderse solo con referencia a la dinámica del mercado laboral sino que son tributarias de dos ejes que han cobrado relevancia en el mundo del trabajo y la vida social: por un lado, la intermediación de las políticas públicas, más precisamente hablamos de planes y programas lanzados para promover la inclusión socio-laboral de los sectores más vulnerables de la población. Por otro, la diversificación en los modos en que se experimenta el trabajo, la educación y la participación entre las nuevas generaciones. Entre ellas se cuentan estas propuestas que entendemos como alternativas a las hegemónicas dado que no se ajustan al empleo dependiente en el mercado laboral; a una participación en canales políticos partidarios; ni se inscriben actualmente en el marco del sistema de educación formal.
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A cooperativa popular de trabalho: uma contribuição à compreensão do significado de cooperativa para as costureiras do parque São Bartolomeu em Salvador, Bahia.

A cooperativa popular de trabalho: uma contribuição à compreensão do significado de cooperativa para as costureiras do parque São Bartolomeu em Salvador, Bahia.

Observa-se, também, a intensificação, nos últimos anos, da presença de cooperativas localizadas em periferias urbanas e integradas por segmentos de baixa renda. Cabe assinalar que é a partir dos anos 90, que o movimento do cooperativismo começa a se estabelecer entre trabalhadores de baixa renda, como possibilidade de desenvolvimento sócio-econômico (PANGEA,1998). Estas formas de organização, no entanto, enfrentaram inúmeras dificuldades para sua sobrevivência, haja vista a falta de uma cultura empreendedora, a baixa qualifica- ção gerencial e a dificuldade de acesso a crédito e ao financiamento. Muitas delas, entretanto, lograram sucesso, incentivando outros grupos de trabalhadores a se organizarem neste formato. Tais como, a Asmare, que é uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis localizada em Belo Horizonte, Minas Gerais, e a COOPEROCA, cooperativa de costureiras da Rocinha, que opera no Rio de Janeiro. Acredita-se que o sucesso destes empreendimentos deva-se, em parte, à for- mação de uma capacidade gerencial própria e ao apoio provisório de entidades públi- cas e privadas que possibilitaram que essas organizações populares pudessem se estruturar e se capacitar para uma inserção competitiva no mercado. O amadureci- mento destas experiências pode, então, vir a contribuir para o fortalecimento de práticas de organização coletiva no trabalho e a disseminação de uma conduta em- preendedora, fundada no princípio de cooperação, de que é portador o associativismo e, em especial, o cooperativismo em sua vertente de trabalho popular.
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COOPERATIVISMO NO MERCADO INFORMACIONAL DO MERCOSUL: UMA ALTERNATIVA

COOPERATIVISMO NO MERCADO INFORMACIONAL DO MERCOSUL: UMA ALTERNATIVA

A história do cooperativismo vem da Inglaterra, de 1844, através de um peque- no grupo de 28 operários que trabalhavam nos teares das indústrias de tecido. Com o objetivo de minorar suas condições de vida, até então regidas pelo sistema político-eco- nômico vigente, resolveram abrir um arma- zém que lhes proporcionasse alimentos, roupas e ferramentas de trabalho. Nascia, assim, a primeira cooperativa de consumo da história. 4 Aliando desenvolvimento eco-

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE ALTOS ESTUDOS AMAZÔNICOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO TRÓPICO ÚMIDO ANA VIRGINIA PEREIRA DOS SANTOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE ALTOS ESTUDOS AMAZÔNICOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO TRÓPICO ÚMIDO ANA VIRGINIA PEREIRA DOS SANTOS

O presente trabalho traz como perspectiva analisar o desempenho dos movimentos sociais de base (associativismo e cooperativismo) na trajetória da construção do desenvolvimento, através do estudo comparativo entre uma associação de produtores familiares de Agave Sisalana no interior da Bahia, (APAEB) – Associação do Desenvolvimento Sustentável e Solidário da Região Sisaleira, e uma cooperativa de beneficiamento e verticalização da produção de açaí, a Cooperativa Agroindustrial de Trabalhadores e Produtores Rurais de Igarapé-Miri (COOPFRUT), instalada no interior do Estado do Pará. Os objetos se mostraram instigantes à pesquisa, uma vez que o primeiro permanece com suas atividades há 31 anos, mediantes várias questões adversas, como baixo preço de mercado do produto e falta de apoios pontuais, enquanto que a segunda contou com aportes iniciais do governo e possui preço do principal produto bastante superior ao primeiro. As reflexões teóricas estão pautadas às estratégias de desenvolvimento local/regional de base endógena e/ou bem adaptada, como a agricultura familiar, cooperativismo e associativismo, desempenho institucional e capital social, demonstrando que estas estratégias, aliadas às políticas públicas adequadas às mais variadas situações e regiões, são capazes de promover desenvolvimento socioeconômico em qualquer parte. Enquanto elemento de coleta de dados primários foi utilizado o questionário desenvolvido pelo Banco Mundial (BANCO MUNDIAL, 2003), sobre capital social, com integrantes da APAEB, bem como alguns dos ex-integrantes da COOPFRUT (número reduzido em virtude da deserção do grupo após o encerramento das atividades da Cooperativa). Como principais resultados destacamos a existência de capital social em ambos os objetos de estudo. Entretanto, as principais diferenças estão no nível de capital humano dos funcionários e na gestão, sendo interna no primeiro objeto e externa no segundo. Como principais conclusões, apresentamos a relevância da presença de capital social nos movimentos sociais como os que foram pesquisados, da atores providos de um razoável grau de instrução e da atuação de atores socialmente hábeis, capazes de induzir o grupo à cooperação, conforme teoria apresentada por Fligstein (2007).
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Cooperativismo e redes sociais: a organização do trabalho na Cooperlix de Presidente Prudente

Cooperativismo e redes sociais: a organização do trabalho na Cooperlix de Presidente Prudente

resultados obtidos apontaram a opinião dos entrevistados, enfatizando que a COOPERLIX não sobreviveria sem os atos assistidos pelos apoiadores. Atualmente, tanto a PRUDENCO, quanto a UNESP e a UNOESTE continuam dando assistência à sua forma de gestão, com acompanhamento diário através de um funcionário cedido pela PRUDENCO, para as questões administrativas do trabalho, como suporte nas questões de alimentação de dados de produção, de vendas e de preços de seus produtos. Esse resultado vem corroborar com a tese desta pesquisa que a COOPERLIX, mesmo sendo uma cooperativa na sua organização, aplicando os princípios cooperativistas, em sua forma de gestão se assemelha com uma empresa mercantil na atuação de mercado. Portanto, necessita de acompanhamento em sua organização do trabalho e, em especial, na forma de gestão periódica quando se refere aos relacionamentos entre cooperados, fornecedores e compradores.
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O cooperativismo e a gestão dos riscos de mercado: análise da fronteira de eficiência do agronegócio paranaense.

O cooperativismo e a gestão dos riscos de mercado: análise da fronteira de eficiência do agronegócio paranaense.

A eficiência econômica é definida, no contexto deste trabalho, como sendo o trade-off entre retorno e risco, ou seja, a combinação de atividades na qual o produtor obtém a máxima receita em determinados níveis de risco aceitáveis – medidos pela variabilidade da renda e que definem a principal fonte dos riscos de mercado. Na produção rural a desconsideração dos riscos leva a decisões que não possuem aderência à regarding the risk-return relation. Through outlining an efficiency frontier, it was possible to determine the necessary changes to be carried out in the state production portfolio aiming at economical efficiency (defined, in the context of this work, as the trade-off between risk and return). The article also assesses the participation of agribusiness cooperatives in the production of items included in the model and the possible influences this type of organization could exert on changes addressed to economical efficiency. Through questionnaires and interviews with cooperative managers, it was possible to assess the cooperative willingness to motivate changes on their production and their member portfolios. It was also possible to verify that the main reasons influencing decisions on production preference changes are related to economical and rational aspects, such as cooperative strategic focus and member resistance. Reasons related to political or social aspects are inherent to the cooperative organizational characteristics, however, in the Paraná’s context these reasons do not exert significant influence on diversification decisions considered as market risk management tools.
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A RELAÇÃO ENTRE COOPERADO E COOPERATIVA: UM ESTUDO DE CASO DA COOPERATIVA REDE TERRA

A RELAÇÃO ENTRE COOPERADO E COOPERATIVA: UM ESTUDO DE CASO DA COOPERATIVA REDE TERRA

Resumo: Mudanças nos padrões produtivos e dos mercados têm leva- do os agricultores familiares a buscarem alternativas produtivas e co- merciais. Não obstantes às críticas, haja vista seu papel na integração dos produtores rurais à lógica de mercado hegemônica, o cooperativis- mo tem sido apontado como estratégia factível à melhoria dos proces- sos produtivos e comerciais. A partir do entendimento de que a questão mais significativa está na forma como o cooperativismo é construído, este trabalho procurou compreender quais são os elementos relevantes à relação entre os cooperados e a Cooperativa dos Agricultores Familia- res Ecológicos do Cerrado – Rede Terra, sediada no município de Crista- lina/GO. Os procedimentos metodológicos foram executados por meio de pesquisa de campo com análise de documentos da cooperativa e aplicação de questionários junto aos cooperados. Os resultados apon- tam para a necessidade da Rede Terra de buscar conciliar aqueles as- pectos que a diferenciam (questões de ordem política e social) com as configurações exigidas pelos mercados.
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PROFILE OF THE E-TECH BRAZIL NETWORK SEMIPRESENTIAL COURSES ALUMNI

PROFILE OF THE E-TECH BRAZIL NETWORK SEMIPRESENTIAL COURSES ALUMNI

A educação a distância (EaD) vem se tornando uma das modalidades de ensino mais atraentes, devido sua comodidade e aperfeiçoamento do ensino feito pelo aluno, onde o mesmo decide quando e como estudar. Esse trabalho apresenta como objetivo analisar o perfil dos egressos das primeiras turmas dos cursos técnicos semipresenciais Cooperativismo, Comércio Exterior e Manutenção e Suporte em Informática, ofertados pela Rede e-Tec, do Pólo Apodi (RN). Em aspectos metodológicos, trata-se de uma pesquisa Quali-quantitativa, uma vez que, apresentamos dados numéricos, posteriormente debatemos. Como técnica metodológica, adotamos o uso de entrevistas, na modalidade questionários. Os dados dos egressos foram obtidos por meio de um questionário digital, elaborado pelo Google formulários. Por meio dos questionários foi possível obter informações pessoais dos egressos, tais como sexo, idade; informações relacionadas ao curso, além de traçar o perfil profissional e acadêmicos dos egressos. A partir dos resultados, podemos notar que, os cursos da Rede e-Tec Brasil implantados no Distrito do Córrego, abrangendo alunos do município Apodi e de cidades vizinhas são uma oportunidade de expandir o direito à educação, de capacitar tecnicamente moradores de zonas rurais para o mercado de trabalho. Concluímos ressaltando a necessidade de pesquisa voltadas para a EaD, uma vez que, a modalidade de ensino está se tornando atraente frente a globalização. A pesquisa pode ser ampliada, e englobar elementos como dificuldades, vantagens de ingressar em cursos técnicos EaD, bem como suas desvantagens.
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Ação coletiva em organizações cooperativas: um estudo de caso na Cooperativa de Laticínios Vale do Mucuri Ltda. em Carlos Chagas -MG

Ação coletiva em organizações cooperativas: um estudo de caso na Cooperativa de Laticínios Vale do Mucuri Ltda. em Carlos Chagas -MG

115 Outra característica do quadro social corrobora a afirmativa de que deveríamos avaliar o desenvolvimento em termos da expansão das capacidades das pessoas para levarem o tipo de vida que valorizam – e tem razão para valorizar (SEN, 2000), deste modo respeitar as diferenças das pessoas também na forma de participar, pois o estudo mostrou que o grupo de associados que compõe uma organização coletiva não participa de forma homogênea, elas apresentam perfis próprios e há diferentes motivações individuais e particulares em cada associado, que os faz envolver mais ou menos intensamente na ação. Isso deve ser respeitado, mas não utilizado como pretexto de que não se tem pessoas preparadas para substituição e justificar a permanência das mesmas pessoas na frente dessas organizações por tanto tempoA teoria da escolha racional mostra a sobreposição dos interesses do pequeno grupo, melhor organizado, sobre o maior grupo. Neste trabalho essa premissa está presente no cooperativismo, quando dados mostram que em cooperativas agropecuárias, o maior número de membros são pequenos produtores em relação a um número muito menor de grandes produtores, do mesmo modo que se confirma a presença de maior número de grandes produtores na condução dessas organizações. Com base nessa constatação, pode-se inferir que seja possível que grandes produtores possam naturalmente defender estratégias conforme seus próprios interesses em detrimento dos interesses dos membros do outro grupo.
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Douglas Uemura Nunes Naercio Aquino Menezes Filho Bruno Kawaoka Komatsu

Douglas Uemura Nunes Naercio Aquino Menezes Filho Bruno Kawaoka Komatsu

No presente trabalho utilizaremos a metodologia de Shimer (2007) para a recuperação dessas duas probabilidades a partir de medidas discretas de estoque disponíveis pela PME. Esse modelo de tempo contínuo evita explicitamente o viés de agregação temporal, que ocorria se fizéssemos a inferência das probabilidades através das variações de estoques totais de trabalhadores e desocupados entre dois instantes no tempo. A causa do viés é de que alguns indivíduos podem mudar de estado mais de uma vez, entre os dois instantes em que as medidas foram realizadas. Por exemplo, um trabalhador pode deixar um emprego e encontrar outro em um mesmo mês, e esta transição não seria captada na avaliação da mudança dos estoques entre um período e outro. Esse tipo de problema de medição levaria a um viés anticíclico da probabilidade de desligamento, uma vez que em períodos recessivos a taxa de admissão diminuiria. Em consequência, haveria menos chances de um trabalhador que perde o emprego de encontrar outro emprego no mesmo período e, assim, mais chances de ter o desemprego medido pela pesquisa. Por outro lado, como a probabilidade de desligamento é comparativamente pequena, o viés do lado das admissões seria também relativamente pequeno.
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A natureza dúplice do trabalho em Marx: trabalho útil-concreto e trabalho abstrato — Outubro Revista

A natureza dúplice do trabalho em Marx: trabalho útil-concreto e trabalho abstrato — Outubro Revista

Aqui se deve ter o cuidado para não se entender a magnitude do valor como uma aritmética fictícia, uma mágica introjetada num produto pelas mãos individuais do trabalhador, quer dizer,[r]

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Mercado de trabalho invisível : a articulação entre o trabalho no mercado informal,...

Mercado de trabalho invisível : a articulação entre o trabalho no mercado informal,...

Com relação à procura por emprego, reconhece as dificuldades de acesso ao mercado formal devido às elevadas exigências para as vagas de trabalho (idade, estudo, aparência física, cursos, experiência em carteira). Por isso, ao procurar emprego, costuma recorrer a amigos empregados, ou seja, também consegue os empregos por redes de sociabilidade. Eles podem indicá-lo para alguma vaga, o que torna mais fácil consegui-la, já que há intermediação de um funcionário no qual o empregador confia. Novamente, é possível notar a importância das relações pessoais em sua trajetória de trabalho. A dádiva presente nas relações de amizade estabelece um ciclo em que muitos favores são trocados. Não somente os amigos de Evaldo o indicam para empregos, mas também ele, quando empregado, se empenha, nesse sentido.
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Uma Avaliação dos Impactos Macroeconômicos e Sociais de Programas de Transferência de Renda nos Municípios Brasileiros

Uma Avaliação dos Impactos Macroeconômicos e Sociais de Programas de Transferência de Renda nos Municípios Brasileiros

Há uma produção relativamente ampla sobre os efeitos do Programa Bolsa Família (PBF) sobre diversos aspectos do bem-estar dos beneficiários, incluindo a redução da pobreza e da desigualdade, a oferta de trabalho de mães e crianças, frequência e desempenho escolares, aspectos do consumo e estados nutricionais dos beneficiários. É possível, no entanto, que programas de transferência de renda tenham efeitos macroeconômicos, como impactos de renda de segunda ordem, provenientes do efeito multiplicador dos recursos. Nesse sentido, é importante analisar os impactos macroeconômicos dos programas em conjunto com outras transferências federais, uma vez que os efeitos de cada transferência podem estar correlacionados, e, por outro lado, podem se diferenciar de acordo com a parcela da população abrangida.
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A materialidade do trabalho e o “trabalho imaterial” — Outubro Revista

A materialidade do trabalho e o “trabalho imaterial” — Outubro Revista

O que temos na “Terceira Itália”, em suma, é uma forma mais intensa da exploração do trabalho pelo capital. Ela repõe algumas relações que relembram as formas da manufatura pré-industrial, mas com outra função social, pois integradas a um circuito de valorização do capital historicamen- te distinto daquele do século XVII ou XVIII. O “novo território produtivo” possibilita uma extração de mais-valia tão intensa que compensa com sobras o fato de o montante a ser retirado de cada unidade produtiva doméstica ser relativamente baixo. Tal como antes, também na “Terceira Itália” o capi- tal mantém o controle da produção, com a agravante que, nas novas condi- ções, sindicatos e greves não são mais instrumentos com os quais os operá- rios, no passado, se protegiam pontualmente da exploração. A afirmação de que na Terceira Itália o capital teria cedido o controle da produção para o trabalhador social não passa, portanto, de uma fábula.
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Extensão universitária: geração de trabalho e renda e espaço singular de formação profissional

Extensão universitária: geração de trabalho e renda e espaço singular de formação profissional

1129 - EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA E ESPAÇO SINGULAR DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL - Ana Elídia Torres (Faculdade de Ciências e Letras, Unesp, Assis), Ana Maria Rodrigues de Carvalho (Faculdade de Ciências e Letras, Unesp, Assis), Carlos Rodrigues Ladeia (Faculdade de Ciências e Letras, Unesp, Assis), Ricardo Gonçalves Conceição (Faculdade de Ciências e Letras, Unesp, Assis), Pâmela Ariadna Botelho Ireno (Faculdade de Ciências e Letras, Unesp, Assis) - annaelidia.

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Professores, trabalho e mercado.

Professores, trabalho e mercado.

Uma comissão é escolhida pela direção, é um trabalho voluntário. Essa comissão faz a pontua- ção que serve de classificação dos professores para a escolha das aulas. Esse grupo verifica toda a papelada dos professores para atribuir pontos. Ao final de cada ano faz-se a contagem [currícu- lo] dos professores. Nesta pontuação entram tem- po de trabalho, os cursos que o professor fez, os projetos e atividades que fez na escola, por exem- plo, coordenação, participação no conselho de escola, participação na APM, coordenação de “vestibulinho”, publicações, mestrado, doutora- do. A contagem é complexa e muito complicada, pois isso determinará, na verdade, uma classifi- cação dos professores para distribuição de aulas a cada semestre no curso técnico e a cada ano no curso médio. Essa pontuação significa salário, no sentido de que se o professor tiver mal classifica- do terá dificuldades, terá dificuldades de pegar aulas, às vezes não consegue pegar aula e está fora da escola, de repente perde tudo. Não há avaliação de desempenho (professor de artes, que ingressou na escola em 1995).
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Mercado de trabalho no Ceará

Mercado de trabalho no Ceará

Essa estrutura de emprego e a crescente urbanização de Fortaleza ocorrida a partir dos impulsos migratórios campo-cidade resultaram , cada vez mais , na favelização , delinqüência[r]

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O mercado de trabalho no Mercosul

O mercado de trabalho no Mercosul

Perez (1974-79) uma política de nacionalização - do petróleo, aço e cobre, avançando numa direção de autonomia em relação aos Estados Unidos, seu parceiro histórico.. Até 1976, [r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS - UFMG FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FAE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS - UFMG FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FAE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

27 relação desses sujeitos com os outros e com a terra era muito diferente. Embora, segundo Darcy Ribeiro, fossem cerca de cinco milhões de pessoas, divididos em mais de trezentos grupos tribais (RIBEIRO, 2006, p. 209; STÉDILE, 2005, p. 21), os nativos eram caçadores/coletores nômades que viviam da caça, da pesca e da coleta de frutos silvestres e raízes. Existiam também os seminômades que já praticavam a agricultura de forma rudimentar. Segundo Darcy Ribeiro (2006), cultivavam “mandioca, milho, batata doce, cará, feijão, amendoim, tabaco, abóbora, urucu, algodão, carauá, cuias e cabaças, pimentas, abacaxi, mamão, erva mate, guaraná, entre muitas plantas ” (RIBEIRO, 2006, p. 28). O trabalho era executado pelo grupo, dividindo também o que era coletado, pescado, caçado, produzido – forma de organização do trabalho próxima do que denominamos hoje de coletiva. Desta nossa população originária, do total da população brasileira em 1950, em um censo que considerou os indígenas a partir dos hábitos próprios das tribos, estes estavam reduzidos a cerca de 100 mil (RIBEIRO, 2006, p. 209).
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