Coordenação civil-militar. Gestão de desastres. Logística humanitária. Desafios e limitações

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A coordenação civil-militar na logística humanitária e o papel das forças armadas brasileiras no gerenciamento de desastres

A coordenação civil-militar na logística humanitária e o papel das forças armadas brasileiras no gerenciamento de desastres

OLORUNTOBA (2010) descreve a operação de resposta ao ciclone Larry, ocorrido em 2006 na Austrália, considerada uma das mais eficazes na história do país. Neste caso, os militares trabalharam na busca e salvamento, evacuação, fornecimento de água potável, comida e abrigo, na limpeza de detritos que bloqueavam estradas e ameaçavam a população, bem como garantiram a segurança local. A fase de resposta da operação de ajuda humanitária foi realizada principalmente pela Força de Defesa Australiana, que também forneceu assistência médica, transporte e alimentação. O autor afirma que as estratégias de resposta militar estavam em colaboração com outras agências civis do governo e ONGs, que gerenciaram o desastre da resposta inicial até a fase de reconstrução. Para o autor, o sucesso da operação deveu-se ao planejamento prévio, uma vez que os atores estavam conscientes de seus papéis e responsabilidades. Além disto, o autor defende o pré-posicionamento de unidades militares, suprimentos e recursos em prontidão de resposta em áreas propensas a desastres naturais, tal como acontece na Austrália. Essa solução contribui para reduzir o tempo de ciclo e aumentar a capacidade de resposta da cadeia de alívio.
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UMA FERRAMENTA BASEADA EM OTIMIZAÇÃO PARA APOIAR DECISÕES DE PREPARAÇÃO E RESPOSTA EM LOGÍSTICA HUMANITÁRIA

UMA FERRAMENTA BASEADA EM OTIMIZAÇÃO PARA APOIAR DECISÕES DE PREPARAÇÃO E RESPOSTA EM LOGÍSTICA HUMANITÁRIA

O número de desastres naturais que ocorrem no planeta cresce a cada ano. O Brasil, apesar de considerado por muitos, menos propenso a desastres naturais por sua geomorfologia e condições climáticas privilegiadas, é o pais americano com o maior número de afetados por desastres nos últimos 35 anos. Isso se deve ao pouco preparo do país para lidar com esse tipo de situação e a vulnerabilidade social e econômica da maioria da população. Dessa forma, identifica-se a necessidade do desenvolvimento de mais trabalhos abordando a gestão de desastres no cenário nacional, principalmente de forma quantitativa. As ações em logística humanitária (LH) envolvem desafios devido ao caráter de urgência, ambiente instável, demandas flutuantes e com alto nível de incerteza, estoques de suprimentos incertos e grande necessidade de coordenação de vários atores envolvidos no desastre. A pesquisa operacional (PO), por buscar a otimização do processo de tomada de decisão em situações complexas, se configura como ferramenta atrativa para dar suporte à decisão nos processos de LH.
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Mecanismos de coordenação em gestão de operações humanitárias: modelo conceitual de simulador e proposta de jogo de logística humanitária

Mecanismos de coordenação em gestão de operações humanitárias: modelo conceitual de simulador e proposta de jogo de logística humanitária

Abstract: Humanitarian supply chain management mainly involves logistics decisions that must be made before, during and after a disaster and is one of the standard challenges that relief agents must address. This study developed a conceptual model of an organizational simulator to analyse logistics decisions and proposed a humanitarian logistics game using this model that allows humanitarian relief managers and students to observe disaster scenarios and to experience in context decision making. Methodologically, bibliographic research served as the basis for developing the conceptual model and for proposing the game. Both the model and the proposed game were applied to two case studies involving relief efforts against hunger to validate their usage. The model’s viability and usefulness in training were validated, and its support for decision-making management in humanitarian operations was confirmed. Keywords: Humanitarian logistics; Disasters; Operations management; Business game; Humanitarian game. Resumo: A gestão da cadeia de suprimentos humanitária envolve que decisões sejam tomadas antes, durante e depois que um desastre acontece, e esta tomada de decisões trata-se de um dos grandes desafios que agentes humanitários devem encarar. O presente estudo desenvolve um modelo conceitual de simulador organizacional para análise de decisões logísticas e, a partir deste modelo conceitual, propõe um jogo logístico humanitário direcionado a permitir que gestores e estudantes de operações humanitárias observem e vivenciem a tomada de decisão nos contextos de desastres. Como metodologia, a pesquisa bibliográfica foi utilizada como base para desenvolvimento do modelo conceitual e para a proposta de jogo humanitário. O modelo conceitual e a proposta de jogo foram aplicados, para validação, a dois estudos de caso relacionados ao combate a fome. A viabilidade e uso do modelo conceitual e do jogo em treinamentos foram validados, assim como sua utilização no suporte a tomada de decisão em gerenciamento de operações humanitárias.
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LAÍS GUIMARÃES SOARES " PLATAFORMA BIM: CONTRIBUIÇÕES PARA A GESTÃO E COORDENAÇÃO DE PROJETOS EM UMA ORGANIZAÇÃO MILITAR "

LAÍS GUIMARÃES SOARES " PLATAFORMA BIM: CONTRIBUIÇÕES PARA A GESTÃO E COORDENAÇÃO DE PROJETOS EM UMA ORGANIZAÇÃO MILITAR "

apresentar, em forma eletrônica, detalhada e em tempo real, todo o ciclo de vida de uma construção, da arquitetura à execução final, envolvendo gerenciamento, processos construtivos, fases de trabalho e suas quantificações, orçamento e custo da obra com alta precisão, além de verificação de práticas de sustentabilidade. Já o sistema GIM é dotado da georreferência, que é o mapeamento detalhado, em formato eletrônico, da área onde o serviço será executado. A associação entre o sistema BIM e o GIM, interligada aos conceitos de uma ILM compõem a ferramenta de gestão do Exército, denominada OPUS (Sistema Unificado do Processo de Obras) . A figuras 3.10 e 3.11 ilustram a integração entre o sistema BIM e GIM.
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VULNERABILIDADES NO CONTEXTO DE SISTEMAS DE ALERTA DE  RISCO DE DESASTRES

VULNERABILIDADES NO CONTEXTO DE SISTEMAS DE ALERTA DE RISCO DE DESASTRES

Assim, dados quantitativos são fundamentais para se organizar ações em prevenção e resposta. Por outro lado, entender o processo social e histórico que levou aquelas populações a se tornarem vulneráveis constitui-se em uma premissa básica para evitar que isso volte a se repetir, ou que possa atuar em sua causa. Diante disso, nota-se que não há conflito entre as duas abordagens, tornando-as complementares. Outra constante preocupação trata-se da melhor escalade análise de vulnerabilidade, tanto temporal e espacial. Certamente, o ideal seria conhecer informações de cada residência e de seus respectivos moradores, a cada novo falecimento ou nascimento, ou mudança de residência. Infelizmente, ainda hoje não é possível obter esse tipo de dado, sendo que o mais próximo são os dados provenientes do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado a cada 10 anos. Dado o caráter dinâmico de desenvolvimento, expansão e consolidação das áreas de risco, nota-se que os dados do IBGE possuem limitações quanto sua aplicação. Torna-se, necessário, o avanço em novas metodologias para quantificação da população exposta ao risco de desastres, preferencialmente desenvolvida para nível local.
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SISTEMAS DE ALERTA CENTRADOS NAS PESSOAS: DESAFIOS PARA OS CIDADÃOS, CIENTISTAS E GESTORES PÚBLICOS

SISTEMAS DE ALERTA CENTRADOS NAS PESSOAS: DESAFIOS PARA OS CIDADÃOS, CIENTISTAS E GESTORES PÚBLICOS

Diversos desafios se colocam às ações de comunicação de risco por parte dos sistemas de alerta. Parte deles se associa aos padrões espaço-temporais das ameaças e às formas diferenciadas de comunicação que permitam dar destaque às especificidades da ameaça: onde podem ocorrer, quando, com qual intensidade. A componente de vulnerabilidade também coloca desafios aos diferentes atores institucionais que podem depender da informação como, por exemplo, secretarias estaduais e municipais de ensino que precisam saber se suas escolas estão situadas em áreas suscetíveis a ameaças e de quais tipos; defesas civis que precisam estratificar e quantificar os tipos de grupos vulneráveis (idosos, crianças, enfermos etc.) para formular seus planos de contingência; áreas rurais situadas em regiões de vales, tal como o Morro do Baú, precisam saber as prováveis rotas de fuga e as estratégias a serem adotadas caso permaneçam isoladas por vários dias. Para além da vulnerabilidade, é preciso socializar as formas de potencialização das capacidades, disseminando iniciativas de escolas que têm se preparado para lidar com os riscos; de universidades e centros de pesquisa que têm desenvolvido aplicativos para facilitar o registro de informações por parte das defesas civis e as ações de comunicação junto à sociedade; de cientistas da computação que criam games para envolver mais pessoas no tema, como as versões do jogo “Stop Disaster”; de coletivos de jornalistas que se unem para disseminar o tema de RRD através das redes sociais.
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Logística Reversa: Uma Análise de Artigos Publicados na Base Spell

Logística Reversa: Uma Análise de Artigos Publicados na Base Spell

A Logística Reversa (LR) é um tema relativamente recente nos estudos acadêmicos e teve no Brasil seu maior destaque a partir da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Este artigo tem o objetivo de verificar, em 47 artigos da base SPELL publicados entre o ano de 2003 e setembro de 2015, como tem sido estudada a LR. Observou-se que os pesquisadores parecem ter restrições em se debruçar sobre a LR nas questões diárias de consumo (como, por exemplo, o descarte de óleo lubrificante para veículos, lâmpadas, vidro, plástico e embalagens). Concluiu-se que a Logística Reversa ainda pode ser mais amplamente explorada, uma vez que há diversidades e especificidades nos setores, funções e fluxos envolvidos. Futuros estudos podem abordar mais temas, assim como o impacto da legislação brasileira e também ações em prol de uma Logística Reversa verde e ecoeficiente.
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Indicadores de desempenho na logística humanitária: um estudo teórico sob a ótica green

Indicadores de desempenho na logística humanitária: um estudo teórico sob a ótica green

Resumo: Todo ser humano está vulnerável a presenciar e/ou viver um desastre, sendo ele ocasionado pelo homem ou pela força da natureza. Em consequência, os desastres requerem provisões emergenciais para auxiliar as pessoas, levando em consideração as diversas perdas ocorridas. Assim, torna-se importante compreender a logística humanitária de forma holística e a gestão ambiental a ela associada. Este estudo apresenta uma análise das iniciativas associadas às operações humanitárias, dos indicadores ambientais e como eles se relacionam. No que concerne ao método, a pesquisa é baseada em uma revisão de escopo, seguida por uma revisão sistemática de literatura (RSL). Verificou-se que a temática na área de logística humanitária é ainda um desafio, com forte presença da relação entre indicadores ambientais e práticas humanitárias. Pode-se ressaltar os indicadores ambientais de reciclagem e as características do produto como os mais correlacionados às práticas de logística humanitária selecionadas da literatura; todavia, alguns indicadores não foram mencionados, como o desmatamento ilegal, quantidade de água, consumo de água, resíduos sólidos, reflorestamento e ameaças à conservação da floresta. A partir desses resultados, pode-se concluir que, embora indicadores de desempenho ambiental sejam de extrema relevância, nem todos os indicadores podem ser atribuídos às iniciativas de logística humanitária, incitando diversas oportunidades para pesquisas futuras.
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A Força de Reacção Rápida

A Força de Reacção Rápida

optimizar os meios. É importante o desejo de obtenção dos últimos materiais e equipamentos existentes mas, relembra-se, aquela só é empregue eficientemente quando enquadrada num contexto doutrinário e organizacional adequado, facilmente demonstrável pelos resultados de alguns confrontos assimétricos, em que o sucesso não tendeu necessariamente para o tecnologicamente melhor equipado ou mais avançado. A estrutura da FRR procurou respeitar os princípios da Teoria da Manobra 55 . A sua actuação é prevista num contexto de rapidez de planeamento e execução, onde a surpresa táctica, a operacional e a estratégica se também for possível, deverá ser alcançada. A operação deverá ser executada sobre um flanco ou intervalo (gap), fundamento do domínio de todas as formas de inserção no terreno, no tempo mais adequado. Perspectiva-se a possibilidade de criação de uma Reserva capaz de actuar, se possível a reforçar ou explorar o sucesso, contrariamente à Teoria Atricionista, onde a Reserva será mínima e todas as armas não empregues serão um desperdício de fogos, numa perspectiva jominiana de um campo de batalha linear. O princípio do emprego das armas combinadas é respeitado pela diversidade e capacidade de competências complementares para uma multiplicidade de cenários e a facilidade de integração de outras unidades. O apoio de fogos, que se pretende flexível e actuante, é concebido não na perspectiva tradicional atricionista de um grande volume de fogos destrutivo, mas sim para permitir a manobra da FRR, isolar o objectivo, efectuar a decepção... Os fogos em si são manobra, podendo actuar no interior do dispositivo inimigo, caso dos raids de artilharia, se essa for a modalidade de acção adequada. Esta flexibilidade e capacidade de colocação rápida, violenta e precisa de fogos nos pontos fracos e vitais, em substituição de atacar o forte, exige menor consumo de munições, obtendo-se o aligeiramento do apoio logístico sem prejuízo do apoio de fogos. A logística da FRR procura estar de acordo com os princípios da manobra enunciados. A FRR manobra, não se pretendendo, pelo menos numa primeira fase, a criação ou estabilização de uma posição. Reduzindo-se o volume de munições destinado ao apoio de fogos, a segunda opção é reduzir os consumos de combustível, o que se consegue pelo tipo de Força 56 agora estruturada. A qualidade dos elementos de manobra seleccionados, que são susceptíveis de operar em condições mais rústicas de apoio, aligeira igualmente o apoio logístico necessário, redução que poderá ainda ser acentuada pela possibilidade do emprego do reabastecimento aéreo. A modularização da FRR e a possibilidade do seu “encorpamento faseado” em função da conduta é um outro aspecto da aplicação da teoria à conceptualização da Força.
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A produção científica em Logística Humanitária no século XXI: uma análise bibliométrica

A produção científica em Logística Humanitária no século XXI: uma análise bibliométrica

Os resultados obtidos na análise da rede de co-ocor- rência das palavras-chave demonstram as principais verten- tes dos estudos disponíveis no campo de logística humani- tária. Destaca-se que a análise não evidenciou nenhuma concentração de destaque. Os resultados sugerem que grande parte das pesquisas desenvolvidas até o momento apoia-se em bases teóricas relacionadas a problemas de re- des (de localização e roteirização), à gestão de riscos e à teoria da decisão (processo decisório e sistemas de suporte a decisão). Altay e Green (2006) apontavam como sugestão para futuros trabalhos o desenvolvimento de pesquisas so- bre o processo decisório em uma operação de desastre e, percebe-se que, de fato, este tema tem sido estudado. Ainda, convém salientar que a revisão de Leiras et al. (2014) tam- bém indicam problemas de fluxo em redes como a principal temática pesquisada por artigos analíticos sobre LH (que utilizam modelagem matemática), em especial, sobre rotei- rização (43,2% dos artigos analíticos) e localização das fa- cilidades (26% dos artigos analíticos).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL ALINE AYRES FEITOSA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL ALINE AYRES FEITOSA

Desperdícios, atrasos nos cronogramas, necessidades de retrabalhos, baixa produtividade e perdas são problemas frequentes no setor da construção civil. A construção civil, ao longo dos anos, não deu a devida importância às questões relacionadas à gestão e menos ainda à gestão logística. A preocupação dos construtores era, basicamente, com a área técnica, e isso é necessário mas não é suficiente. Nos dias atuais, a competitividade tem se tornado mais acirrada, evidenciando a necessidade de reverter esse quadro. Este estudo apresenta uma contribuição da logística à importante questão da gestão, e particularmente da gestão do suprimento, para evitar ou reduzir os problemas do setor. O estudo mostra que uma gestão logística do suprimento é fundamental para a execução de um empreendimento, desde a aquisição dos materiais à contratação dos serviços. E que esta gestão atuará fazendo um planejamento prévio, formando sistemas de parcerias com os fornecedores e implantando tecnologias de informação aos processos. Este estudo também deixa evidente a necessidade de as construtoras abandonarem a visão fragmentada dos processos e passarem a ter uma visão integrada de todos os setores da empresa. Ao final, são abordados exemplos concretos encontrados no setor da construção civil e observa-se que uma gestão correta dos suprimentos, impacta diretamente nos custos, prazos e qualidade de um empreendimento.
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Gestão de desastres em Turismo

Gestão de desastres em Turismo

Do ponto de vista da gestão de desastre, conforme modelo apresentado por Faulker (2000), foi possível identificar que a Defesa Civil e a Vale adotaram algumas medidas de prevenção para o caso de rompimento da barragem, incluindo placas de sinalização de rotas de fuga, pontos de encontro, definição de áreas de riscos, entre outros. No entanto, foram apontados problemas relativos à inexistência de uma comunicação aberta e consistente por parte da companhia mineradora, suporte financeiro precário aos moradores afetados pela situação e tomada de decisões arbitrárias que acabaram criando novos conflitos entre moradores e empreendedores locais. Nesse mesmo sentido, percebe-se que o fraco relacionamento anterior entre a sede da Prefeitura Municipal de Nova Lima e o distrito de Macacos também contribuem para dificultar a colaboração entre os agentes locais na gestão do risco de desastre. Todo esse cenário resulta em omissões por parte da Vale e das instituições públicas locais, gerando grande insegurança nos moradores e turistas. E, assim, a única certeza que se tem é a incerteza sobre o futuro do turismo em Macacos, um destino turístico que encontra-se totalmente sufocado por sua lama invisível.
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GESTÃO DE COMPRAS PÚBLICAS: DESAFIOS, DILEMAS E PERSPECTIVAS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

GESTÃO DE COMPRAS PÚBLICAS: DESAFIOS, DILEMAS E PERSPECTIVAS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

This work was developed under the Professional Master Degree in Management and Public Education Evaluation (PPGP) of the Center for Public Policy and the Education Evaluation Center of the Federal University of Juiz de Fora (CAED/UFJF). This study aimed to analyze the purchasing process of the Federal University of Viçosa investigating possible failures of generating factors. In this institution purchase orders are released in a computerized system and directed to an organ responsible for the opening of the bidding process and for the centralized purchasing. However, applications with some kind of failure often are not perceived by this sector, resulting in non-fulfillment of the purchase or the purchase of lower quality items with high prices, bringing impact on the activities of the institution. From this scenario, one comes to the central question of this research: why some sectors of the university are successful in their purchases and others do not? The objectives defined for this study were: (1) To discuss the legal framework on public purchasing in Brazil and present a literature review on the subject; (2) To contextualize the institution that was the object of this study and map the purchasing process in four of its departments; (3) Check the satisfaction of those surveyed sectors and the organ responsible for purchasing with the purchasing process of the institution and (4) To propose an Educational Action Plan (PAE in portuguese). Therefore, the methodology used to develop this research dealt with is a case study of qualitative bias and in field research, the instruments used were semi-structured interviews and process mapping. The literature review were consulted authors such as Hermann (1999), Costa (2000), Batista and Maldonado (2008), Motta (2010) and Carvalho (2012). Based on the study, it was concluded that the lack of training for civil servants and the lack of standardization in the routines and communication failures have been identified as possible causes for flaws in the institution's purchasing process. Was evident dissatisfaction of users with the current procurement system and that the sectors surveyed adopt good practices to improve the performance of your purchases, however, they are hidden from the other sectors. Given this, the Action Plan presented proposes the adoption of standardized procedures for the UFV purchasing process and an institutional policy of training for their servers to perform purchases.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MARÍLIA ROMEIRO VITT

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MARÍLIA ROMEIRO VITT

Dentro da nova estrutura organizacional das SREs, foi criada a DIPE que é responsável dentro da sua jurisdição, por ações relacionadas ao planejamento, monitoramento, coordenação dos Recursos Humanos e da Gestão de Pessoas da SEE-MG do ingresso através de contratações (designações) e nomeações, avaliação de desempenho, levantamento de vagas, quadro de pessoal das escolas, pagamento, autorizações para lecionar, colegiado escolar, vida funcional (contagem de tempo, concessão, publicação dos direitos e vantagens, aposentadoria). Além das funções de gestão de socialização dos conhecimentos; eficiência no trabalho para cumprimento das demandas nos prazos estipulados.
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PERCURSOS DE LIDERANÇA(S) ENTRE DESAFIOS E LIMITAÇÕES

PERCURSOS DE LIDERANÇA(S) ENTRE DESAFIOS E LIMITAÇÕES

Lima (1992) desenvolveu um estudo centrado na análise da organização e participação numa escola secundária. No estudo, Lima centrou-se na organização da estrutura escolar, descrevendo as funções, as características do trabalho do conselho directivo e do conselho pedagógico, bem como o significado da participação dos alunos e dos professores. Segundo o estudo de Lima a descrição do funcionamento diário do conselho directivo proporciona “um cenário vivo de uma estrutura de gestão escolar caracterizada por relações próximas e informais com os professores, num contexto de colegialidade e afinidade entre os gestores escolares e os professores”, aponta que a maior parte do trabalho normal dos conselhos directivos “baseia-se em contactos informais com pessoas, principalmente professores, entrando e saindo permanentemente do gabinete, fazendo perguntas específicas ou apresentando problemas” (Afonso, 1994, p. 85). Com estas evidências destaca-se a existência de uma “política de porta-aberta” considerada como “uma questão-chave relativamente às relações entre o conselho directivo e os professores” e que, de acordo com Afonso, para além das “suas vantagens ou desvantagens práticas era vista como um símbolo da colegialidade escolar, o exemplo concreto da solidariedade da direcção em relação aos interesses e às necessidades dos professores” (1994, p. 86). Afonso (1994) sintetiza o estudo de Lima apontando que forneceu a imagem de uma estrutura da administração escolar privada de competências directivas relevantes, no contexto da tradição centralizada da administração pública e sob a pressão e o controlo da clientela dos professores.
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GESTÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA

GESTÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA

Cada vez mais a administração de materiais está presente no cotidiano das organizações, grande parte das empresas adotam medidas para reduzir custos, tornar as decisões mais assertivas, e ter mais lucratividade. Para isso, é necessária uma logística bem estruturada, e neste processo, a administração de materiais é fundamental, pois propicia o acompanhamento dos processos desde a aquisição da matéria prima até a entrega do produto final. Este estudo teve como objetivo identificar como é o processo de gestão dos materiais em uma organização, analisando seus métodos e possíveis falhas, assim, sugerindo mudanças e/ou melhorias que possam contribuir com tal processo. Para a ampliação de conhecimentos na prática, foiu tilizada a metodologia de observação e entrevistas, que trouxe conhecimentos suficientes para comparações entre o fluxo de trabalho desta empresa e um fluxo estruturado, observou-se que a empresa conduz suas atividades corretamente, utilizado um processo estruturado para a gestão do estoque, garantindo um bom controle, e a otimização de todo o espaço de armazenagem.
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A INSERÇÃO DA ANÁLISE DE RISCOS DE DESASTRES COMO ELEMENTO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAL NO BRASIL  Maraluce Maria Custódio, Larissa Carolina Vieira de Freitas

A INSERÇÃO DA ANÁLISE DE RISCOS DE DESASTRES COMO ELEMENTO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAL NO BRASIL Maraluce Maria Custódio, Larissa Carolina Vieira de Freitas

Dessa maneira, as diretrizes da PNPDEC atentam o SINPDEC para a mudança de paradigma quanto ao tratamento dos desastres no Brasil, objetivando reduzir os riscos, fomentar uma cultura de prevenção a estes e promover o desenvolvimento sustentável. Isto porque, deve ser lembrado que o desenvolvimento sustentável conforme apresentado na Convenção Rio /92 busca proteger não apenas o desenvolvimento econômico, mas também o social e a proteção ao meio ambiente que pode ser tanto natural, quanto cultural, artificial ou do trabalho, conforme classificação de José Afonso da Silva (1997). Desenvolvimento sustentável pode ser definido então como “o desenvolvimento que encontra as necessidades atuais sem comprometer a habilidade das futuras gerações de atender suas próprias necessidades. ” (NOSSO FUTURO COMUM, 1988)
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Logística reversa na construção civil

Logística reversa na construção civil

A mudança da cultura na empresa refletirá nas mudanças da visão dos negócios no longo prazo incorporando à estratégia e aos objetivos econômicos da empresa, as dimensões social e ambiental. Ao adotar uma postura sustentável implica mudanças na cultura das organizações e a participação das pessoas quanto às mudanças de atitudes como, para reduzirem o consumo de energia, economizarem água, estabelecer um modo eficiente e eficaz de gerenciar os resíduos das obras e ao fazer uma coleta seletiva. O Brasil oferece oportunidades para as empresas de Construção Civil que tem vontade de se diferenciar e assumir práticas de sustentabilidade em seus negócios, empreendimentos e obras. Visto pelo lado estratégico traz ganhos para os investidores, empresa, comunidade, sociedade e gerações futuras. A construção precisa ser classificada como “Construção Sustentável”, mas para isso é necessário pensar em todas as suas fases: projeto, execução e demolição, isso significa dizer que precisam gerir promover a sustentabilidade de forma sistemática, pois as exigências da sociedade, de investidores, financiadores e consumidores obrigam as empresas a levarem em conta o impacto de suas atividades em todo seu entorno. A Construção Civil é responsável pela construção e a manutenção da infraestrutura do país e consomem até 75% dos recursos naturais extraídos. Os canteiros de obras são responsáveis por gerar grandes quantidades de poeira e ruídos causando erosões que prejudicam os sistemas de drenagem. A construção causa a diminuição da permeabilidade do solo, e com isso provoca enchentes. A madeira extraída ilegalmente, compromete a sustentabilidade e representa uma ameaça ao equilíbrio ecossistêmico e o consumo de água e energia elétrica neste setor é alto (DA SILVA, RODRIGUES e PINHEIRO, 2009).
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REDUÇÃO DE RISCO SOB O PONTO DE VISTA EMPRESARIAL PARA INTEGRAÇÃO DAS DIMENSÕES ECONÔMICAS, SOCIAIS E AMBIENTAIS  Simone Alves Cardoso, Norma Sueli Padilha

REDUÇÃO DE RISCO SOB O PONTO DE VISTA EMPRESARIAL PARA INTEGRAÇÃO DAS DIMENSÕES ECONÔMICAS, SOCIAIS E AMBIENTAIS Simone Alves Cardoso, Norma Sueli Padilha

No artigo EM BUSCA DE UM MEIO AMBIENTE SADIO: A (IN)EFETIVIDADE DO SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA DO RESÍDUOS DAS NOVAS TECNOLOGIAS PÓS-CONSUMO, Fernanda Graebin Mendonça e Cibeli Soares Zuliani partem da premissa segundo a qual as regras de comando e controle não têm sido suficientes na expansão de uma consciência ambiental global distinguindo da discussão da legitimidade das punições aplicadas em questões ambientais. Apontam a importância da efetividade em razão do aumento de resíduos eletrônicos que ocorre atrelado ao hiperconsumo e à obsolescência programada. Para tanto, as autoras destacam como fundamental o papel do Poder Público na elaboração de projetos institucionais que limitem o descarte irregular desses resíduos conforme prevê a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
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Logística humanitária: redefinição de processos logísticos do banco alimentar contra a fome de Lisboa

Logística humanitária: redefinição de processos logísticos do banco alimentar contra a fome de Lisboa

Todos os anos existem zonas do mundo afetadas por grandes catástrofes naturais ou catástrofes provocadas pelo Homem, sendo imediatamente acionados os mecanismos internos e externos de auxílio às comunidades afetadas. Esse auxílio é fundamental para a sobrevivência das famílias, estando em causa a gestão eficaz da ajuda sob condições adversas. Quando tais catástrofes acontecem, são colocadas no terreno operações de socorro, principalmente relacionados com a aquisição de recursos e a entrega e armazenagem dos mesmos para as pessoas na área afetada (Vitoriano, Ortuño, Tirado e Montero, 2010).
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