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Congência das taxas de juros no mercado de crédito bancário brasileiro: um estudo nas modalidades cheque especial e crédito pessoal

Congência das taxas de juros no mercado de crédito bancário brasileiro: um estudo nas modalidades cheque especial e crédito pessoal

Este trabalho tem por objetivo verificar se existe convergência no mercado de crédito bancário brasileiro nas modalidades cheque especial e crédito pessoal entre os bancos pertencentes ao setor público e os bancos pertencentes ao setor privado. Para se chegar aos resultados utilizaram-se as taxas de juros coletadas no sítio do Banco Central, na internet, no período de fevereiro de 2009 a dezembro de 2010. Utilizaram-se, também, cálculos estatísticos e econométricos através da observação e verificação da existência de raiz unitária pelos testes ADF e KPSS nas séries formadas pela razão das taxas de juros dos bancos públicos X bancos privados para testar a convergência entre as taxas dos dois setores. Espera-se colaborar com uma visão que dê sustentação, ou não, à tese de que o governo federal possa utilizar-se dos bancos públicos para influenciar as taxas de juros praticadas no mercado de crédito bancário brasileiro. Encontramos, nos resultados, indicativos de convergência de parte dos bancos do setor privado e de divergência de outra parte. Ressalte-se que os resultados foram diferenciados para as duas modalidades estudadas.
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Evolução do crédito pessoal no Brasil e o superendividamento do consumidor aposentado e pensionista em razão do empréstimo consignado

Evolução do crédito pessoal no Brasil e o superendividamento do consumidor aposentado e pensionista em razão do empréstimo consignado

Buscou-se mostrar que os planos econômicos surgidos no Brasil a partir da administração Getúlio Vargas, até os Governos Militares, priorizaram, de forma geral e com pouca variação, o desenvolvimento econômico uniangular, sobretudo voltado para o crescimento da indústria nacional, com o fim de inserir o país na modernidade tecnológica vivenciada há muito nos países centrais. De fato houve crescimento econômico, muitas vezes expressivo, mas predominantemente instável, eis que, na condição de país periférico, o Brasil era mantido sob controle e vigilância dos países centrais, detentores da alta tecnologia e do dinheiro necessário ao financiamento dos projetos nacionais. O crédito pessoal era inexpressivo e a população mantinha uma conduta parcimoniosa em relação aos gastos com consumo de bens e produtos, utilizando a poupança para compras posteriores de produtos ou serviços com preço acima da sua capacidade financeira imediata.
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Open do Consumidor: os contratos de crédito pessoal por idosos e a  penal do fornecedor

Open do Consumidor: os contratos de crédito pessoal por idosos e a penal do fornecedor

O superendividamento atinge o consumidor como indivíduo e como ser social. O princípio constitucional da dignidade da pessoa humana é desrespeitado no momento em que o consumidor é atingido pelo endividamento crônico, não sendo capaz de saldar as dívidas atuais e futuras sem que isso afete sua subsistência ou da sua família. O contrato de crédito pessoal poderá ser um fato gerador do superendividamento, isso se o consumidor sobrecarrega seu orçamento mensal com empréstimos não restando valor suficiente para suprir as necessidades básicas. Na contratação do crédito, receberá o consumidor valor em dinheiro a título de empréstimo e assumirá o pagamento através de parcelas, sendo possível o desconto em folha ou em conta-corrente. O presente trabalho procura enfatizar que a pessoa idosa, como consumidora, necessita de maior proteção jurídica diante da sua hipervulnerabilidade, e assim, o Estatuto do Idoso e o Código de Defesa do Consumidor (Lei n°8.078/90) são instrumentos que irão promover essa defesa. Destaca-se, ainda, que a pessoa idosa é uma das maiores vítimas do superendividamento tendo em vista a facilitação do crédito e a conduta que é praticada pelo fornecedor quando da contratação, não informando adequadamente o consumidor idoso, driblando o limite legal para concessão do crédito e impondo juros exacerbados. Apesar da gravidade da conduta do fornecedor e dos efeitos ao consumidor idoso o Estado não tipificou tal prática como criminosa se omitindo quanto à responsabilização penal. Todavia, é possível o enquadramento legal de tal conduta em alguns tipos penais existentes dentre os crimes contra as relações de consumo, como forma de solucionar provisoriamente o conflito.
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De JK ao "milagre": o financiamento do crescimento econômico brasileiro em dois tempos

De JK ao "milagre": o financiamento do crescimento econômico brasileiro em dois tempos

Resumo: Um questionamento da hipótese que explica o crescimento econômico do período do "milagre brasileiro" por fatores atuando pelo lado da demanda - o crédito pessoal elevando[r]

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A disputa pelo financiamento de veículos no Brasil: como prevalecer em um mercado competitivo do ponto de vista de um banco de montadora

A disputa pelo financiamento de veículos no Brasil: como prevalecer em um mercado competitivo do ponto de vista de um banco de montadora

Mesmo no caso de seus clientes finais com bom histórico de pagamento, não seria uma má idéia oferecer-lhes também um financiamento do tipo crédito pessoal ou, pelo menos, oferecer-lhes o[r]

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O baixo crescimento nos países ricos é oportunidade ou obstáculo ao desenvolvimento brasileiro? Se é obstáculo, como contornar? Se é oportunidade, o que fazer?

O baixo crescimento nos países ricos é oportunidade ou obstáculo ao desenvolvimento brasileiro? Se é obstáculo, como contornar? Se é oportunidade, o que fazer?

No crédito consignado, consumidor paga mais de quatro No crédito consignado, consumidor paga mais de quatro vezes este valor uma vez que a taxa nominal é de 27% a.a., que corresponde a um juro real superior a 20% a.a.! Considerando todas as modalidades de crédito pessoal, o valor médio é de absurdos 42% ao ano!

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Ajuste macroeconômico e empréstimos externos no Brasil, 1995-2004

Ajuste macroeconômico e empréstimos externos no Brasil, 1995-2004

O BID e o Banco Mundial responderam juntos por cerca de 80% das operações contratadas pelos estados. Do valor total de US$ 6.618,9 milhões, US$ 2.735,1 milhões (41%) referiam- se às 19 operações de crédito externas autorizadas pelo Senado Federal para os estados a serem concedidas pelo Banco Inter-Americano de Desenvolvimento (BID), o que corresponde a uma média anual de US$ 341,9 milhões entre 1995 e 2002. O ano de pico foi o de 1997 com aprovação de 5 projetos que somaram US$ 827 milhões. A partir de 1998 o cenário mudou radicalmente. Em 1998, nenhum projeto foi aprovado pelo Senado, enquanto em 2002 foi autorizada apenas uma operação de US$ 130 milhões, para a área de saneamento básico do Distrito Federal. Quanto à destinação, os empréstimos BID alocaram US$ 1.832,8 milhões (67%) em projetos ligados à infra-estrutura, sendo a maior parte para transportes e 27% para saneamento e meio ambiente. Quanto aos tomadores, apenas 11 estados foram favorecidos, sendo que a maior parte coube ao Governo do Estado de São Paulo com US$ 774 milhões, representando 28% do total, seguido pelos governos estaduais do Paraná com US$ 449 milhões (16% , da Bahia com US$ 410 milhões (15% ) e do Rio Grande do Sul com US$ 282,3 milhões (10%).
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TRANSFERÊNCIA DO TÍTULO DE CRÉDITO NO ÂMBITO DO CONTRATO DE FACTORING COM FUNDAMENTO NAS REGRAS CAMBIÁRIAS.  Roney José Lemos Rodrigues de Souza, Raymundo Juliano Feitosa

TRANSFERÊNCIA DO TÍTULO DE CRÉDITO NO ÂMBITO DO CONTRATO DE FACTORING COM FUNDAMENTO NAS REGRAS CAMBIÁRIAS. Roney José Lemos Rodrigues de Souza, Raymundo Juliano Feitosa

Essencialmente, o contrato de factoring é aquele por meio do qual um empresário, uma sociedade empresária ou uma empresa individual de responsabilidade limitada – EIRELI, aqui denominado faturizador, assume a condição de titular dos direitos creditórios oriundos da produção ou comercialização de produtos, bem como da prestação se serviços, por meio da transferência, pelo faturizado, do documento que materializa o respectivo crédito e vincula determinada pessoa como devedora direta, em razão da aquisição do produto ou da contratação do serviço.
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XXVII ENCONTRO NACIONAL DO CONPEDI SALVADOR – BA

XXVII ENCONTRO NACIONAL DO CONPEDI SALVADOR – BA

O INOVAGRO (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária), lançado em 2013, financia vários investimentos associados com melhoria tecnológica (maior produtividade, melhores práticas agrícolas e de gestão e maior competitividade no mercado) a 6,5% ao ano, valores do ano agrícola 2017-2018, com limites de financiamento de R$ 1,1 milhão para empreendimento individual, R$ 3,3 milhões para empreendimentos coletivos, com prazo de reembolso de até 10 anos. O INOVAGRO também se diferencia ao permitir que os produtores usem até 4% de seus empréstimos para contratar assistência técnica relacionada a planejamento, implementação, monitoramento e execução das atividades produtivas financiadas. Linhas de crédito tradicionais geralmente financiam assistência técnica com menos de 4% do empréstimo ou sequer a financiam.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO - FEAACS DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE CESAR AUGUSTO NUNES AMORIM JUNIOR

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO - FEAACS DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE CESAR AUGUSTO NUNES AMORIM JUNIOR

Cooperativa de crédito mútuo a Unicred Fortaleza é uma instituição financeira mantida pelos próprios cooperados, que exercem ao mesmo tempo o papel de donos e usuários. Apesar de não ser um banco, a Unicred Fortaleza pratica atividades de natureza bancária. Assim, oferece todos os serviços de um banco comercial como conta corrente, conta investimento, recebimento de água, luz e telefone, recebimento de tributos municipais e estaduais, cobrança bancária, transferência de valores, descontos de cheques, entre outros. A diferença relevante entre a Unicred Fortaleza e as instituições bancárias é que o resultado apurado no final do exercício é distribuído aos associados.
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ELAINE CAMPOS DE ARAÚJO ANÁLISE DE CRÉDITO NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E SUA RELAÇÃO COM A INADIMPLÊNCIA NAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO A PESSOA JURÍDICA NO ANO DE 2012

ELAINE CAMPOS DE ARAÚJO ANÁLISE DE CRÉDITO NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E SUA RELAÇÃO COM A INADIMPLÊNCIA NAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO A PESSOA JURÍDICA NO ANO DE 2012

17 O crédito pode ser dividido em duas categorias, o crédito público e o privado. O crédito público é definido como “a faculdade que tem o Estado de, com base na confiança que inspira e nas vantagens que oferece obter, mediante empréstimo, recursos de quem deles dispõe, assumindo, em contrapartida, a obrigação de restituí- los nos prazo e condições fixados” (ROSA JÚNIOR, 2005). O crédito privado é destinado ao consumidor ou empresas, através de créditos bancários, agrícolas ou financeiros.

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OS EFEITOS DO AMBIENTE MACROECONÔMICO NA EVOLUÇÃO DA CARTEIRA DE CRÉDITO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS - 20002007

OS EFEITOS DO AMBIENTE MACROECONÔMICO NA EVOLUÇÃO DA CARTEIRA DE CRÉDITO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS - 20002007

embora momentânea, possibilitou maior solidez para a futura expansão. A determinação de que o BESC receberia recursos e a possibilidade de não ser privatizado elevou a credibilidade da instituição e gerou perspectivas positivas que começaram a se concretizar com o crescimento ainda que modesto da carteira de crédito em 2003 – elevação real de 5,10% - que fechou o ano com um montante real de R$290.741 mil. Em contrapartida, a Selic se apresentou por volta de 23,34 aa.Em 2004 a reestruturação da instituição que renovou o quadro de funcionários com o objetivo de alavancagem, elevou o otimismo dos clientes. Adicionalmente a Selic reduziu-se para 16,24, fatores que levaram ao início de uma fase de expansão da carteira. A estratégia de recuperação da instituição, com a criação de novos produtos e o retorno dos consignados para carteira, aliados à queda da Selic, que caiu para 15,07 em 2006, significaram uma forte ascensão da carteira ativa em 2006. Esta aumentou 96,242% e fechou o ano com um saldo real de R$ 568.788 mil, a partir desse momento, ocorreram incrementos permanentes na carteira de crédito BESC. Neste contexto, a instituição fechou dezembro de 2007 com o saldo da carteira de R$648.145 mil, um incremento de 13,95% em relação ao ano anterior. Para melhor entender a composição da carteira de crédito BESC e ainda no sentido de promover o entendimento do ambiente macroeconômico, aqui representado pela taxa Selic, segue a relação da Inadimplência BESC com a taxa básica de juros.
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Os privilégios creditórios como garantia dos créditos tributários

Os privilégios creditórios como garantia dos créditos tributários

27/10/2010, referente ao processo n.º 0481/10 148 , no qual o Juiz Conselheiro discute se o credor que goze de privilégio creditório geral pode ou não reclamar os seus créditos em processo de execução fiscal, nos termos e para os efeitos do disposto no n.º1 do artigo 204.º do CPPT 149 : “A questão da existência ou não de suporte textual naquele art. 240.º, n.º1, do CPPT não se esgota, porém, nos termos em que tem vindo a ser colocada pela jurisprudência deste Supremo Tribunal Administrativo que admite a possibilidade de reclamação de créditos que apenas gozem de privilégio geral, pois a expressão «garantia real», que tem sido interpretada como tendo significado a «direito real de garantia», designadamente como implicando a atribuição de direito de sequela ao respectivo titular, não tem necessariamente esse alcance. Com efeito, o conceito de «garantia real» contrapõe-se ao de «garantia pessoal» e poderá interpretar-se como reportando-se a todas as garantias que reconduzem ao poder de o credor aproveitar o valor de coisas para a cobrança do seu crédito, enquanto as garantias pessoais (como a fiança e o aval) assentam na extensão do dever de pagamento da dívida, além do devedor, a outras pessoas. (…) De qualquer modo, a conclusão que se retira desta análise global das referências feitas na lei a garantias reais, revela que a expressão é na maior parte das vezes utilizada com o sentido de direito real de garantia, tal como a vem interpretando a jurisprudência dominante deste Supremo Tribunal Administrativo, que defende a possibilidade de reclamação de créditos que apenas gozem de privilégio geral (…).”
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MARIA FERNANDES BERNARDES DEVER DE AVALIAR A SOLVABILIDADE DO CONSUMIDOR NO CRÉDITO AO CONSUMO E NO CRÉDITO À HABITAÇÃO

MARIA FERNANDES BERNARDES DEVER DE AVALIAR A SOLVABILIDADE DO CONSUMIDOR NO CRÉDITO AO CONSUMO E NO CRÉDITO À HABITAÇÃO

Destarte a TAEG deve ser calculada de forma coerente e deve ser assegurada de modo a garantir um determinado grau de comparabilidade. O cálculo desta taxa é baseado no custo total do crédito para o consumidor (n.º 1 artigo 15º do Decreto-Lei n.º 74-A/2017), sustentado na premissa de que o contrato de crédito vigora no tempo entre as partes acordado (e que, por conseguinte, o mutuante e o consumidor cumprem as obrigações durante a vigência daquele) – n.º 3 do artigo 15º do Decreto-Lei n.º74- A/2017 - e segundo a fórmula matemática do anexo II do diploma em cima mencionado. Prevê ainda o n.º 2 do mesmo artigo que estão incluídos no cálculo da TAEG (‘‘salvo se não for obrigatória a abertura ou manutenção de uma conta específica para a obtenção do crédito ou para a sua obtenção nos termos e condições comercializados’’) os custos de abertura e manutenção de uma conta específica (alínea a); os custos de utilização de um meio de pagamento, tanto para operações de pagamento como para a utilização do crédito nessa conta (alínea b) e outros custos relativos a operações de pagamento (alínea c).
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Consumo com cartão de crédito: impactos de uma alteração no limite de crédito e na...

Consumo com cartão de crédito: impactos de uma alteração no limite de crédito e na...

Os resultados dos trabalhos acima citados parecem contrários à teoria econômica. Espera-se que um agente racional busque a forma mais barata de se obter crédito. Outra evidência deste comportamento que não parece maximizador de utilidade, Gross e Souleles (2001a) e Telyukova (2013) relatam que há indivíduos que possuem dívida no cartão de crédito e ao mesmo tempo possuem ativos Ąnanceiros. Este comportamento parece não se encaixar na ideia de agente racional buscando maximizar seus ganhos uma vez que as taxa de juros pagas pelos débitos no cartão de crédito são geralmente mais altas que a dos ativos Ąnanceiros em questão. Estes autores chamam este fenômeno de ŠDebt PuzzleŠ. Uma das justiĄcativas para tal comportamento seria que a retenção de ativos com liquidez se dá por motivos precaucionários, ou seja, ter um dinheiro guardado para alguma emergência (TELYUKOVA, 2013).
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Modelo de pricing ajustado ao risco de crédito

Modelo de pricing ajustado ao risco de crédito

Foram analisados os contratos de crédito de fevereiro de 2010 a abril de 2017, com um montante mínimo de crédito concedido de 1.000€ e um montante máximo de 30.000€ em múltiplos de 500€. Os prazos mínimos e máximos são de 12 e 108 meses em múltiplos de 6 meses. Apenas foram considerados créditos concedidos a particulares, sem garantias. A inexistência de garantia não oferece qualquer contrapartida à Instituição Bancária, para a recuperação do capital em dívida, como por exemplo no crédito habitação, em que existe uma hipoteca, que pode ser executada no momento do incumprimento. Nestes casos, pode ser adicionada uma garantia pessoal do mutuário sobre a forma de livrança, o que no presente trabalho não foi considerada, visto a carteira de crédito não possuir outras garantias.
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Relato de experiência sobre a utilização do credito rural ofertado SICOOB-TO e credito rural ofertado por banco convencional, a partir da visão de usuários/Experience report on the use of rural credit offered by SICOOB-TO and rural credit offered by conve

Relato de experiência sobre a utilização do credito rural ofertado SICOOB-TO e credito rural ofertado por banco convencional, a partir da visão de usuários/Experience report on the use of rural credit offered by SICOOB-TO and rural credit offered by conventional bank, from the users' perspective

Até o momento da entrevista, o entrevistado B havia utilizado o benefício apenas duas vezes. O produtor rural pode adquirir o crédito rural sempre que seu projeto seja aprovado e desde que não tenha nenhuma inadimplência. O banco utilizado pelo produtor entrevistado foi o Banco da Amazônia. Ele relatou que utilizou esse recurso nesse banco por indicação de amigos. Quando perguntado sobre os diferenciais que o entrevistado vê no sistema escolhido, perante os demais sistemas bancários, ele respondeu que foi a melhor forma de pagamento e os menores juros. Por ser um crédito disponibilizado em parceria com o governo, houve uma redução nos juros e melhorou a forma de pagamento.
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CRÉDITO DE CARBONO

CRÉDITO DE CARBONO

Os Créditos de Carbono são documentos que dão aos seus detentores o direito de poluir. Estes créditos podem ser um atrativo para que as empresas de paí- ses em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, invistam em projetos de Meca- nismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que dão direito aos créditos de carbono, e vendam estes para os países desenvolvidos que estão obrigados a atingirem suas metas de redução de emissão de gases. Cada Crédito de Carbono é formado pela não emissão ou captura de uma tonelada de dióxido de carbono da atmosfera.

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Crédito habitacional no Brasil: avanços institucionais nos contratos de crédito ...

Crédito habitacional no Brasil: avanços institucionais nos contratos de crédito ...

Vale destacar que este estudo se difere dos acima citados pelos seguintes motivos: primeira- mente, ao contrário de Barro (1976) e Besanko e Thakor (1987), assume-se que bancos e mu- tuários atribuem o mesmo valor ao colateral. Entretanto, de forma distinta dos demais modelos, foi introduzida a lentidão do sistema judiciário no mercado de crédito imobiliário, que faz com que bancos não consigam resgatar todo o colateral, em caso de não pagamento. Além disso, em contraste ao modelo de Chan e Thakor (1987), considera-se que o colateral não é ilimitado. Por fim, incorporam-se ao modelo dois tipos de indivíduos que têm o mesmo retorno médio, porém, riscos distintos (o agente de baixo risco tem dominância estocástica de segunda ordem sobre o mais arriscado) 3 .
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