Crédito Rural - Comportamento

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Avaliação do comportamento do crédito rural no município de Parelhas - Rio Grande do Norte.

Avaliação do comportamento do crédito rural no município de Parelhas - Rio Grande do Norte.

Cr$ 2.765.303,00— (dois milhoes setecentos e sessenta e cinco m i l e trezentos e tres cruzeiros), pactuada atraves de 364 contratos de empres timos, beneficiando 257 produtores.. Dos[r]

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Crédito rural e população rural na região Nordeste: Uma análise especial

Crédito rural e população rural na região Nordeste: Uma análise especial

Por meio do I de Moran local para crédito rural em custeio e população rural, foi possível verificar três clusters relevantes na região. Os dois primeiros mostraram comportamento baixo-baixo: o primeiro está presente no sul do Piauí e o segundo no sul do estado do Ceará, oeste do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Esses clusters têm uma interpretação interessante, pois indica que um baixo crédito rural em custeio concedido aos municípios do sertão desses estados está espacialmente correlacionado com municípios vizinhos que possuem baixa população rural. Presume-se que a baixa produtividade, baixo crédito concedido, e baixa taxa de lucro podem estar incorrendo em um êxodo rural dos pequenos produtores rurais.
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Crédito rural e oferta agrícola

Crédito rural e oferta agrícola

As elasticidades calculadas são apresen- tadas na Tabela 2. A variável DT não apresenta impacto significativo sobre a oferta das culturas de algodão e trigo, fato que pode ser explica- do pelo comportamento instável da produção dessas culturas ao longo do período estudado. O impacto dessa variável sobre a oferta das culturas de arroz, feijão, milho e soja é de 0,576, 0,487, 0,345 e 0,239, respectivamen- te. De acordo com a elasticidade do dispêndio total na oferta, os resultados mostram que as culturas de soja e milho são as que apresentam melhor relação RMe/CVMe em comparação com as culturas de arroz e feijão. Por sua vez, maio- res valores da elasticidade da oferta em relação ao DT indicam maior proximidade da atividade do ponto de fechamento.
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Ambiente institucional no crédito rural :avanços e retrocessos

Ambiente institucional no crédito rural :avanços e retrocessos

Este trabalho tem por objetivo estudar o ambiente institucional para a implementação de políticas de financiamento direcionadas à agricultura familiar. A hipótese central é que, apesar de todas as mudanças ocorridas nas normas de crédito, no sentido de reduzir os obstáculos existentes para o acesso dos outsiders, permanece o mesmo arranjo institucional que deu apoio à modernização – cristalizador de estruturas reforçadoras dessa exclusão. O pressuposto mais relevante é que os agricultores pobres são os mais expostos às limitações institucionais. Os conceitos de arranjo institucional e de ambiente institucional utilizados neste trabalho foram construídos com apoio da escola institucional, contemplando-se a dimensão econômica, a sociologia das organizações e a ciência política. Na relação das mudanças institucionais com a atuação estatal, foi importante a leitura de teóricos que refletem sobre a autonomia relativa do Estado e de estudiosos do Estado Brasileiro. A parte empírica constou de uma pesquisa em que foram aplicados questionários com agricultores beneficiados e não beneficiados com o PRONAF B, em treze municípios do Rio Grande do Norte. Em cada município, foram realizadas entrevistas com quatro de seus principais mediadores . Os resultados da pesquisa ratificaram a hipótese do trabalho de que a concepção das políticas públicas não leva em conta o papel das instituições no comportamento e nas escolhas dos agentes individuais e coletivos, depreendendo-se que essa política, como outras, carece de mediações que transcendam a racionalidade dos marcos legais.
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Análise comparativa das estruturas de crédito rural brasileira e estadunidense

Análise comparativa das estruturas de crédito rural brasileira e estadunidense

Cook (1995) explica, baseado em teorias de LeVay, Helmberger e Staatz, um modelo de cinco estágios para explicar o porquê dessas cooperativas não serem a principal fonte de crédito rural levando em conta o nascimento, crescimento e o seu fim onde, no primeiro estágio existem dois motivos para a criação da cooperativa de crédito sendo o primeiro é a necessidade dos produtores em mecanismos institucionais para balancear, normalmente, os preços induzidos pelo excesso de oferta, e o segundo é a necessidade de defesa dos produtores em situações de oportunismo quando o mercado falha, assim é possível definir este estágio como um estágio defensivo do produtor para uma reação correta em decorrência de falhar de mercado. O segundo estágio é uma separação das cooperativas que surgem para balancear o excesso de oferta e das que surgem para confrontar as falhas de mercado, onde as primeiras têm curta duração e pouco impacto na economia. No estágio três, surge a mudança no comportamento na concorrência das cooperativas que se tornaram sucedidas em se contrapor às falhas de mercado, agora as diferenças de preços são menores. Neste estágio, os custos de transação que não eram tão reconhecidos durante o processo de combate às falhas de mercado, agora se tornam muito importantes. No quarto estágio, gerir a cooperativa se torna um desafio, com a cooperativa ficando ciente dos problemas intrínsecos aos direitos de propriedade (problemas de controle, de portifólio, etc.) tudo se torna extremamente
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Crédito rural e produto agropecuário municipal: uma análise de causalidade

Crédito rural e produto agropecuário municipal: uma análise de causalidade

Klein et al.(1999) assinalam os aspectos políticos por detrás da implementação dos mecanismos financeiros rurais. Segundo os autores, muitos bancos de desenvolvimento foram criados por propósitos políticos e não foram desenhados de forma a se tornarem instituições financeiras viáveis. Nessas condições, a disponibilidade dos recursos torna-se irregular por estar condicionada a decisões e interesses políticos. Além disso, em geral, o desempenho destas instituições é medido em termos do valor desembolsado, de maneira que esses bancos tendem a emprestar mais para grandes e bem estabelecidos fazendeiros. Nesse ponto, se revela o comportamento rent-seeking dos grandes produtores, que se beneficiam de taxas subsidiadas garantidas pelo governo. Klein et al.(1999) destacam ainda que o fato destes bancos serem destinados exclusivamente a empréstimos para setores rurais faz com que estes estejam sujeitos a uma alta concentração de riscos.
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Influência do capital social no mercado de crédito rural.

Influência do capital social no mercado de crédito rural.

Outras฀variáveis฀foram฀introduzidas฀no฀modelo฀para฀captar฀o฀interesse฀ da฀instituição฀financeira฀operar฀no฀município,฀como฀reflexo฀de฀diferenças฀ nas฀condições฀de฀mercado฀e฀de฀economias฀[r]

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A influência do crédito rural para agricultura de Santa Catarina

A influência do crédito rural para agricultura de Santa Catarina

Contudo, acaba ficando ainda mais dependente das políticas que este mesmo governo adotará em relação à comercialização (como a definição da política de preços mínimos,[r]

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Contratos de Crédito Rural e suas abusividades / Rural Credit Agreements and their abuse

Contratos de Crédito Rural e suas abusividades / Rural Credit Agreements and their abuse

APELAÇÃO CÍVEL (2). EMBARGOS À EXECUÇÃO. CÉDULA DE CRÉDITO RURAL PIGNORATÍCIA. 1. CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. INAPLICABILIDADE. 2. EMBARGOS À EXECUÇÃO. REVISÃO DOS CONTRATOS ORIGINÁRIOS. 3. CAPITALIZAÇÃO DIÁRIA. SÚMULA 93 DO STJ. 1. Em que pese os mutuários figurem como consumidores intermediários, impossível a aplicação do Código de Defesa do Consumidor ao caso sub judice, uma vez que os créditos derivados da cédula rural pignoratícia foram utilizados para investir em sua atividade profissional e em momento algum eles obtiveram êxito em demonstrar sua vulnerabilidade técnica, jurídica ou econômica 2. É vedada a cobrança de capitalização diária dos juros nas cédulas de crédito rural, mesmo que contratada. RECURSO CONHECIDO EM PARTE E PARCIALMENTE PROVIDO. APELAÇÃO CÍVEL (1). 1. MORA CARACTERIZADA. 2. JUROS DE MORA. TERMO INICIAL. 3. COMISSÃO DE PERMANÊNCIA 4. PREQUESTIONAMENTO. ÔNUS DA SUCUMBÊNCIA MODIFICADOS. 1.A mora somente é descaracterizada quando ocorre cobrança de encargos remuneratórios ilegais. Estando ela evidenciada, legitima a pretensão do credor em inscrever os devedores nos cadastros restritivos ao crédito. o cálculo da dívida estavam avençados no contrato, os juros de mora devem, com efeito, incidir desde o vencimento das parcelas, conforme prescrição do art. 397 do Código Civil. 3. Sendo ilegal a contratação de comissão de permanência em cédulas rurais segundo inteligência do art. 5º, § único, do Dec. Lei 167/67, ainda que não se contemple, em princípio, a sua cobrança, deve ser mantido o reconhecimento de nulidade da estipulação. 3. Sobre os artigos prequestionados, há tese explícita na decisão, sendo desnecessário que ela contenha referência expressa aos dispositivos legais invocados. 4. Havendo decaimento recíproco e em proporção igual, impõe-se a redistribuição dos ônus da sucumbência. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO.(TJ-PR - AC: 6179053 PR 0617905-3, Relator: Hayton Lee Swain Filho, Data de Julgamento: 21/10/2009, 15ª Câmara Cível, Data de Publicação: DJ: 265)
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As cédulas de crédito rural e a função social do crédito rural

As cédulas de crédito rural e a função social do crédito rural

O objetivo primordial do presente trabalho é analisar a função do crédito rural a partir das cédulas de crédito rural instituídas pelo Decreto-Lei 167 de 14 de fevereiro de 1967, estabelecendo sua relação com os princípios que regem os contratos no Código Civil. O enfoque será sobre a área da normatização do crédito rural e sua função na política agrícola. No desenvolvimento do presente trabalho e para atingir seus objetivos utilizamos o método dedutivo, porquanto a pesquisa partiu de noções gerais acerca do tema para posteriormente adentrar com particularidade no objeto de estudo, utilizando-se de pesquisas bibliográficas e documentais. Com a finalidade de facilitar a compreensão do assunto abordado no tema, o trabalho foi estruturado da seguinte forma: realizamos uma breve análise do conceito e elementos que constituem o negócio jurídico e analisamos os princípios que norteiam o contrato. Na seqüência analisamos os títulos de crédito, discorrendo sobre as cédulas de crédito rural instituídas pelo Decreto-Lei 167/67, abordando suas características e enfatizando sua importância para a expansão das linhas de crédito rural com garantias jurídicas para tomadores e financiadores. Finalizamos demonstrando como a política agrícola e colocada em prática através dos ordenamentos jurídicos e da aplicação dos recursos do crédito rural nas atividades estabelecidas na lei, seguindo os ditames da justiça e do desenvolvimento econômico e social. Utilizamos como bibliografia material de diversas áreas do direito com a finalidade de chegarmos a um entendimento geral do crédito rural para, só assim, entendermos qual sua função na política agrícola brasileira.
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Como os gaúchos utilizam o cartão de crédito? Análise do comportamento de uso e da dívida no cartão de crédito

Como os gaúchos utilizam o cartão de crédito? Análise do comportamento de uso e da dívida no cartão de crédito

de benefícios ligados ao consumo, por outro ele estimula gastos impulsivos/ compulsivos que podem levar à acumulação de dívidas (Bernthal; Crockett; Rose, 2005; Macgee, 2012). De maneira análoga, D’Astous (1990) e Roberts e Jones (2001) elucidam que o cartão de crédito “promove” o aumento do endividamento pessoal e familiar em razão da eliminação da necessidade imediata de dinheiro e a facilidade de pagamento. Scott (2007) destaca que isso vem acontecendo tanto em economias desenvolvidas quanto subdesenvolvidas, posto que o endividamento norte-americano com cartão de crédito em 2007 era de U$91,5 bilhões de dólares. No Brasil, o cartão é responsável por 77% do endividamento familiar (Confederação..., 2014). Para alguns pesquisadores, a dívida no cartão de crédito, além de ser in- fluenciada pelo ambiente socioeconômico, como a taxa de juros, e pelas condições financeiras, é afetada pelas características pessoais tais como: idade, estágio do ciclo de vida, ocupação, escolaridade e por fatores com- portamentais e psicológicos como: atitudes em relação ao dinheiro, dívida e crédito, senso de controle, nível de autoestima e de otimismo, valores e expectativas pessoais (Chien; Devaney, 2001; Keese, 2010; Richins, 2011; Tan; Yen; Loke, 2011).
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Crédito rural: um elemento de diferenciação dos pequenos produtores

Crédito rural: um elemento de diferenciação dos pequenos produtores

— No caso de produtores iniciantes e de incorporação de áreas mediante novas explorações ou expansão das explorações existentes, classifica-se o produtor em função dos resultados esp[r]

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Determinantes do uso do crédito rural do Pronaf em 2014

Determinantes do uso do crédito rural do Pronaf em 2014

Foram desenvolvidas linhas de crédito para variado público-alvo da família rural, sendo o pro- grama continuamente aperfeiçoado pela modifi- cação das categorias de linhas de crédito, taxas de juros e requisitos para enquadramento, entre outros aspectos. A estrutura do Pronaf no biênio de 2016–2017, por exemplo, oferece 33 categorias de linha de crédito, com taxas de juros que variam de 0,5% a.a. até 5,5% a.a. Essa estrutura busca in- centivar diversas atividades produtivas familiares, não apenas para o chefe de família, mas para sua esposa e filhos, de forma que a pequena proprie- dade rural seja tratada como uma oportunidade de empreendimento, competitiva ao ponto de poder apresentar retornos capazes de compensar os custos de oportunidade da mão de obra dos trabalhadores rurais, como o trabalho assalariado na cidade ou em grandes propriedades rurais.
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Impactos do crédito rural sobre variáveis do agronegócio

Impactos do crédito rural sobre variáveis do agronegócio

Com o objetivo de avaliar a influência do credito rural sobre as variáveis valor bruto da produção agrícola, PIB do agronegócio, PIB da agropecuária e PTF, foram ajustados modelos de Função de Transferência, nos quais a série de interesse é explicada por componentes autorre- gressivos e de média móvel, além de variáveis relacionadas. Os componentes autorregressivos e de média móvel representam o efeito de po- tenciais variáveis explicativas não incluídas no modelo por indisponibilidade de dados ou por problemas de graus de liberdade. Considera-se que os efeitos dessas variáveis não incluídas se- jam representados pelos termos autorregressivos e de média móvel. De outra forma, os efeitos estão sendo captados pelo passado histórico da série de interesse. Os modelos estruturais, que incluem muitas variáveis explicativas para controle, normalmente exigem séries longas por causa de graus de liberdade necessários no ajus- tamento e, nesse sentido, os modelos de função de transferência são preferíveis quando as séries têm poucas observações.
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O crédito rural no Brasil Evolução e panorama atual

O crédito rural no Brasil Evolução e panorama atual

Segundo Carvalho e Silva (2008), a taxa de juros do crédito rural está em patamares inferiores aos daquelas requeridas em outros financiamen- tos. De acordo com os autores, as ações descritas podem não resultar em práticas efetivas, o que é explicado pela evolução da conjuntura econômi- ca e pelo desinteresse dos bancos comerciais na aplicação da exigibilidade em crédito rural. Outro fator a ser analisado deve englobar as característi- cas da agricultura, pois é o único setor da econo- mia que imobiliza recursos próprios ou de tercei- ros por 180 dias para produzir e até 210 dias para comercializar. Ademais, o setor agrícola pode es- tocar por um período de 12 meses uma produção referente a poucos meses de safra. Dessa forma, são as taxas de juros que causam impacto direto na agricultura.
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Considerações sobre o crédito rural com equivalência em produto

Considerações sobre o crédito rural com equivalência em produto

Os produtores de alimentos, nas últimas safras, especialmente nos meses pós-colheita, venderam sua produção abaixo do preço mí- nimo. Esta situação ocorreu no pe- ríodo de março a jul[r]

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Crédito rural: problemas econômicos e sugestões de mudança

Crédito rural: problemas econômicos e sugestões de mudança

mento para induzir o crescimento da oferta agrIcola. Sabemos que, em uma economia competitiva, qualquer subsIdio tem efeitos alocativos indesejáveis e, tambóm, que [r]

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UMA INVESTIGAÇÃO ACERCA DO COMPORTAMENTO DOS ASSOCIADOS EM UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO

UMA INVESTIGAÇÃO ACERCA DO COMPORTAMENTO DOS ASSOCIADOS EM UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO

As cooperativas representam a união e o esforço em busca dos objetivos comuns compartilhados por um grupo em um mecanismo onde os benefícios alcançados serão revertidos em prol de todos. É um ambiente de ajuda mútua, com sua gestão de forma democrática indo além do caráter individual cujo propósito é a coletividade. Logo, aqui considerando uma cooperativa de crédito como objeto de investigação, o presente artigo tem como objetivo identificar o comportamento dos seus associados nos anos de 2014, 2015 e 2016. Para isso, adotou-se um estudo de caso como procedimento de coleta, caracterizando-se como uma pesquisa qualitativa acerca da natureza dos dados e do tipo descritiva quanto aos objetivos. Dentre os resultados obtidos destaca-se que a cooperativa investigada além de se preocupar em incentivar a economia local também disponibiliza aos seus associados diversas opções de investimentos. Ademais, a partir da análise realizada, constatou-se que a mesma obteve um crescimento contínuo no número de associados no período. Palavras-chave: Cooperativa. Cooperativismo. Comportamento. Crédito. Investimento.
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Índice regional de crédito rural nos municípios do Espírito Santo

Índice regional de crédito rural nos municípios do Espírito Santo

A concentração dos serviços bancários e de atividades financeiras em regiões mais desenvolvidas acarretam piora da distribuição de crédito nas regiões mais pobres (FREITAS; DE PAULA, 2010). Os autores mostram que a reestruturação bancária ocorrida no País pio- raram as desigualdades na oferta de crédito. Nogueira et al. (2015) verificaram que o caráter altamente concentrado do sistema bancário brasileiro produz tendência de concentração das agências bancárias na região mais desenvolvida. Concluem que, embora esse padrão pudesse ser eficiente do ponto de vista dos bancos, ele não o é em relação ao desenvolvimento regio- nal, aumentando suas disparidades econômicas diante das regiões mais desenvolvidas. Romero e Jayme Junior (2009) mostram que apesar de o crédito ter crescido em todas as macrorregiões, o aumento foi consideravelmente maior nas mais desenvolvidas, como Sul e Sudeste em 2001–2006. Vasconcelos et al. (2004), com base nas evidências em relação à elevada concentra- ção do crédito regional, conclui que a discussão sobre a baixa relação crédito bancário/PIB no Brasil deve envolver também questões regionais. Para Alexandre et al. (2008), uma distribuição re- gional do crédito mais igualitária pode melhorar a distribuição regional da renda no Brasil.
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Agricultura familiar e os impactos da restrição ao crédito rural: uma análise para...

Agricultura familiar e os impactos da restrição ao crédito rural: uma análise para...

[ | = ] representa o contrafactual, ou seja, o que teria acontecido com a produtividade da terra e do trabalho dos estabelecimentos pertencentes ao grupo de controle caso eles fossem beneficiários; e [ | = ] simboliza a média das produtividades do grupo de controle dado que ele não recebeu montante algum de crédito. Se fosse definido aleatoriamente, a regressão de sobre estimaria o efeito causal de interesse . Para se obter uma boa estimativa de , a variável de interesse deve ser independente dos resultados potenciais . Essa pressuposição garante a hipótese de independência condicional, permitindo a interpretação causal dos parâmetros estimados. Nessa condição, os grupos de tratamento e controle que estão sendo comparados são, de fato, comparáveis.
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