Crescimento corporal e ganho de peso

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Composição corporal e exigências de proteína para ganho de peso de caprinos Moxotó em crescimento.

Composição corporal e exigências de proteína para ganho de peso de caprinos Moxotó em crescimento.

RESUMO - Avaliaram-se a composição corporal e as exigências de proteína para ganho de peso de caprinos da raça Moxotó. Utilizaram-se 26 animais machos não-castrados, com peso vivo (PV) médio inicial de 15 kg e 7 a 8 meses de idade, alimentados com dieta contendo 2,6 Mcal de energia metabolizável. Ao início do experimento, seis animais foram abatidos e serviram como referência para estimativa da composição corporal e do peso de corpo vazio (PCVZ) iniciais. Posteriormente, formaram-se grupos homogêneos de quatro animais, distribuídos ao acaso em dois programas de alimentação (tratamentos): alimentação à vontade (AV); e restrição alimentar de 85, 70 e 55% do consumido pelo grupo com alimentação à vontade. Os animais com AV foram abatidos no momento em que o PV se aproximou de 25 kg. As equações do logaritmo (log) dos conteúdos corporais de proteína (CCP) foram ajustadas considerando o log do PCVZ. Derivando-se essa equação, obteve-se a equação de predição do conteúdo de proteína por kg de ganho de PCVZ. Os conteúdos protéicos dos animais experimentais mantiveram-se praticamente constantes e variaram de 205,60 para 201,69 g/kg de PCVZ (redução de 1,9%) e de 15 para 25 kg com o aumento do PV. Apesar da pouca variação corporal das exigências líquidas protéicas (19,86 para 19,49), a relação gordura:proteína aumentou com o aumento do PV de 15 para 25 kg.
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Composição corporal e exigências de energia para ganho de peso de caprinos Moxotó em crescimento.

Composição corporal e exigências de energia para ganho de peso de caprinos Moxotó em crescimento.

RESUMO - Utilizaram-se 26 animais da raça Moxotó, machos não-castrados, com peso vivo (PV) médio inicial de 15 kg e 7 a 8 meses de idade, alimentados com dieta contendo 2,6 Mcal de energia metabolizável, com o objetivo de avaliar a composição corporal e as exigências de energia para ganho de peso. Ao início do experimento, seis animais foram abatidos e serviram como referência na estimativa da composição corporal e do peso do corpo vazio (PCVZ) iniciais. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamentos (alimentação à vontade - AV; e 85, 70 ou 55% do consumo observado no grupo com AV) e cinco repetições. Quando o PV dos animais com AV se aproximava de 25 kg, um animal de cada tratamento com restrição alimentar era abatido. Ajustaram-se as equações do logaritmo (log) dos conteúdos corporais de gordura (CCG) e energia (CCE) em função do log do PCVZ. A concentração de água no corpo dos animais experimentais foi baixa, entretanto, as deposições de gordura, proteína e cinzas aumentaram com a maturidade dos animais. Foram observados aumentos de 78,55 para 125,38 g/kg de PCVZ nos conteúdos corporais de gordura e de 1,90 para 2,34 Mcal/kg de PCVZ nos conteúdos corporais de energia com o aumento de 15 para 25 kg no PV dos animais. Verificou-se relação linear positiva entre a composição em energia do ganho em PCVZ (GPCVZ) (Mcal/kg GPCVZ) e o PCVZ. Resposta semelhante foi constatada para os conteúdos de gordura no ganho. Os conteúdos corporais de gordura (g) e energia (Mcal) de caprinos Moxotó aumentam de 14,33 para 22,87 e 0,26 para 0,32 por 100 g de GPCVZ, respectivamente, à medida que aumenta o PCVZ.
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5. DISCUSSÃO Ganho de peso corporal

5. DISCUSSÃO Ganho de peso corporal

5. DISCUSSÃO 5.1 - Ganho de peso corporal Durante o período da lactação, a prole dos grupos Controle e Tratamento aumentaram seu peso gradativamente, mas o ganho de peso dos filhotes provenientes de mães do grupo Tratamento foi significativamente inferior em relação aos filhotes de mães Controle. Essa redução da massa corpórea indica que a dieta deficiente em proteína foi eficaz em induzir o estado de desnutrição, sugerindo ainda, que a depleção nutricional durante a lactação foi mais prejudicial do que na gestação e esta depleção interferiu de forma negativa no crescimento da prole. Riul et al. (1999) observaram que em animais desnutridos houve modificação na interação mãe-filhote durante o período da lactação. Verificaram que embora o tempo de permanência materna no ninho tivesse sido maior em animais desnutridos, houve uma redução na frequência da amamentação. Em nosso trabalho foi observado nos animais subnutridos uma hiperatividade materna e assistência reduzida à prole. Levitisky e Barnes (1972) mostraram em seu estudo um aumento da atividade locomotora materna durante este período, o que corrobora com o observado em nosso trabalho. Além disso, a dieta hipoprotéica durante a gestação e a lactação reduz a concentração de proteínas e lactose com conseqüências sobre a osmolaridade do leite e seu volume (Grimble et al., 1987; Passos et al., 2000), comprometendo assim, o crescimento adequado dos animais.
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Composição corporal e exigências de proteína para ganho de peso de caprinos Moxotó em crescimento 1

Composição corporal e exigências de proteína para ganho de peso de caprinos Moxotó em crescimento 1

5 Departamento de Zootecnia/UFPB/Campus Areia (Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq). 6 Graduação em Zootecnia/UFPRE. Bolsista PIBIC/CNPq. RESUMO - Avaliaram-se a composição corporal e as exigências de proteína para ganho de peso de caprinos da raça Moxotó. Utilizaram-se 26 animais machos não-castrados, com peso vivo (PV) médio inicial de 15 kg e 7 a 8 meses de idade, alimentados com dieta contendo 2,6 Mcal de energia metabolizável. Ao início do experimento, seis animais foram abatidos e serviram como referência para estimativa da composição corporal e do peso de corpo vazio (PCVZ) iniciais. Posteriormente, formaram-se grupos homogêneos de quatro animais, distribuídos ao acaso em dois programas de alimentação (tratamentos): alimentação à vontade (AV); e restrição alimentar de 85, 70 e 55% do consumido pelo grupo com alimentação à vontade. Os animais com AV foram abatidos no momento em que o PV se aproximou de 25 kg. As equações do logaritmo (log) dos conteúdos corporais de proteína (CCP) foram ajustadas considerando o log do PCVZ. Derivando-se essa equação, obteve-se a equação de predição do conteúdo de proteína por kg de ganho de PCVZ. Os conteúdos protéicos dos animais experimentais mantiveram-se praticamente constantes e variaram de 205,60 para 201,69 g/kg de PCVZ (redução de 1,9%) e de 15 para 25 kg com o aumento do PV. Apesar da pouca variação corporal das exigências líquidas protéicas (19,86 para 19,49), a relação gordura:proteína aumentou com o aumento do PV de 15 para 25 kg.
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Análise da perda e do ganho rápido de peso corporal no judô

Análise da perda e do ganho rápido de peso corporal no judô

aeróbia, na potência anaeróbia, na capacidade de manutenção da glicemia, assim como redução na síntese proteica, diminuição no conteúdo de glicogênio muscular (LORENÇO-LIMA, L. et al., 2013), podemos encontrar também déficits cognitivos, alteração psicológicas (YOSHIOKA et al., 2006) a perda e ganho rápida de peso corporal no judô também pode acarretar uma série de desordens como: alteração do sistema cardiovascular, desequilíbrio hormonal, redução da função renal, retardos no desenvolvimento crescimento em atltas jovens que realizam essa pratica constantemente (ARTIOLI; FRANCHINI; LANCHA JUNIOR, 2006). Inclusive risco de vida. Assim sendo, uma medida que não resolveria o problema da perda rápida e ganho rápido de peso corporal, mas minimizaria tal risco, seria a adoção da pesagem de véspera como padrão nas competições de judô, pois o atleta teria um tempo maior para buscar a restabelecer o equilíbrio do organismo.
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Composição corporal e exigências nutricionais de cálcio e fósforo para ganho em peso de cordeiros.

Composição corporal e exigências nutricionais de cálcio e fósforo para ganho em peso de cordeiros.

A exigência de macrominerais para ganho em peso tem sido estimada pelo método fatorial. Esse método baseia-se nas quantidades líquidas deposita- das no corpo do animal para atender ao ganho em pe- so (crescimento e a engorda), gestação, lactação e ao crescimento de lã em ovinos. A essas exigências lí- quidas são acrescidas as quantidades necessárias para atender às perdas inevitáveis do corpo e ao metabo- lismo basal do animal, ou seja, exigências líquidas de manutenção. A soma das frações de mantença e pro- dução vão constituir a exigência líquida total, a qual, corrigida por um coeficiente de absorção do ele- mento inorgânico no aparelho digestivo do animal, resulta na exigência dietética do animal (ARC, 1980). O AFRC (1991), de posse de novos dados e in- formações disponíveis, adotou equações baseadas no crescimento ósseo para estimar as exigências de cálcio e fósforo, e considerou que a concentração desses ele- mentos no corpo diminui à medida que o animal torna- se adulto. Para animais com 20 kg e 40 kg de PV, os va- lores recomendados variam de 10,6 a 8,7 g de Ca por kg de PV e 6,2 a 5,3 g de P por kg de PV.
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Efeitos da dietilpropiona, energia da dieta e sexo sobre o ganho de peso corporal, peso dos órgãos e deposição de tecidos em ratos.

Efeitos da dietilpropiona, energia da dieta e sexo sobre o ganho de peso corporal, peso dos órgãos e deposição de tecidos em ratos.

A modificação do peso final e ganho de peso no perío- do experimental foram associados aos efeitos interativos entre DEP e sexo, conforme a tabela 3. Foi observado que, no grupo de ratos tratados com DEP, os machos e as fêmeas apresentaram taxas de ganho de peso infe- riores às dos animais tratados com solução salina, sendo que essa diferença foi de 72,4% e 29,0%, respectiva- mente. É visível, portanto, que a droga atuou mais efi- cientemente nos machos do que nas fêmeas e que o crescimento do grupo de machos foi superior ao do grupo de fêmeas. Porém, deve-se considerar, também, que as maiores taxas de crescimento dos machos estão relacionadas com as diferenças hormonais devidas ao sexo e manifestadas no crescimento dos animais (20). O aumento das taxas de ganho de peso proporcionou uma repartição desigual na deposição de tecido adiposo manifestada pela interação entre sexo e droga. A deposição total de gordura durante o período experi- mental foi de 13,51g para fêmeas e 15,20g para machos submetidos à injeção de salina, porém, quando da administração de DEP, a deposição de gordura decresceu cerca de 52% (6,45g) nas fêmeas e 62% (5,78g) nos machos, indicando o efeito da droga asso- ciada ao sexo. Efeitos semelhantes de deposição dife- renciada de gordura têm sido encontrados para sexos diferentes (20). As ações mediadas através dos recep- tores β-adrenérgicos incluem a estimulação da lipólise, aumento da contração cardíaca, aumento da neo- glicogênese, glicogenólise, aumentos da insulina, glu- cagon e renina e relaxamento da musculatura lisa, havendo uma diminuição significativa de gordura na carcaça de suínos tratados com Ractopamina (21). A melhoria do desempenho produtivo também está asso- ciada à melhoria da digestibilidade do nitrogênio (22) e do balanço energético dos animais (21).
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Exigências nutricionais de caprinos da raça alpina em crescimento. 2. composição corporal e do ganho em peso em proteína, extrato etéreo, energia, cálcio e fósforo

Exigências nutricionais de caprinos da raça alpina em crescimento. 2. composição corporal e do ganho em peso em proteína, extrato etéreo, energia, cálcio e fósforo

RESUMO - O objetivo deste experimento foi estimar a composição corporal e do ganho em peso de energia, proteína, cálcio e fósforo para caprinos em crescimento. Foram utilizados 15 animais, machos, inteiros, com peso vivo médio de 20 kg, idade aproximada de quatro meses, alimentados com rações isoenergéticas e isoprotéicas contendo níveis crescentes de Ca. O período experimental teve duração de 27 dias. Os animais foram abatidos para determinação da composição corporal e estimativa dos conteúdos corporais em proteína, extrato etéreo, energia, cálcio e fósforo. Os valores médios encontrados para composição corporal foram, respectivamente: água, 64,88%; proteína, 15,22%; gordura, 14,17%; energia, 2,40 Mcal/kg MN; cálcio 0,79%; e fósforo, 0,54%. Para composição do ganho em peso vivo, os valores encontrados foram: proteína, 168,15 e 183,12 g; gordura, 83,47 a 67,71 g; energia 1,80 a 1,63 Mcal/kg MN; cálcio, 6995,36 e 6759,02 mg; e fósforo, 5860,95 e 6427,16 mg, respectivamente, para 18 e 26 kg.
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Composição corporal e exigências líquidas de energia e proteína para ganho de peso de novilhos Santa Gertrudis.

Composição corporal e exigências líquidas de energia e proteína para ganho de peso de novilhos Santa Gertrudis.

Ao considerar pesos vivos similares, verificou-se que animais precoces apresentam maior exigência de energia e menor de proteína do que animais tardios. A exigência de energia divide-se em energia líquida disponível para mantença do animal (ELm) e energia líquida disponível para ganho, seja ele em crescimento, seja em engorda (ELg), como verifica- do nos trabalhos de Lofgreen & Garrett (1968), Teixeira (1984), Pires (1991), AFRC (1993) e NRC (1996); ou, ainda, em energia líquida disponível para produção de leite (ELlac); e, também, gestação (ELgest), como verificado por Van Soest (1994).
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composição corporal e exigências de energia e proteína para ganho de peso de bovinos de quatro raças Zebuínas.

composição corporal e exigências de energia e proteína para ganho de peso de bovinos de quatro raças Zebuínas.

As exigências de proteína dos ruminantes são atendidas pelos aminoácidos absorvidos em nível de intestino delgado, sendo estes provenientes princi- palmente da proteína microbiana e da proteína dietética não-degradada no rúmem. Atualmente, tanto o sistema americano (NRC, 1996) como o britânico (AFRC, 1993) calculam as exigências protéicas em termos de proteína metabolizável, ou seja, aminoácidos absorvidos no intestino delgado. As exigências líquidas de proteína para bovinos em crescimento e engorda são função do conteúdo de matéria seca desengordurada do peso ganho, do peso vivo, do nível de ganho de peso, do grupo genético e do sexo. São menores para novilhos que para machos não- castrados e para animais de raças de maturidade precoce que os de raças de maturidade tardia. Há tendência de decréscimo, no teor de proteína no ganho de peso, com o aumento do peso vivo do animal e, a dado peso vivo, com aumento da taxa de ganho de peso, reduzindo-se assim as necessidades protéicas em rela- ção às necessidades energéticas (GEAY, 1984).
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Desenvolvimento corporal de bovinos terminados em confinamento, submetidos a diferentes taxas de ganho de peso na recria

Desenvolvimento corporal de bovinos terminados em confinamento, submetidos a diferentes taxas de ganho de peso na recria

características de carcaça de bovinos de corte quando recriados sob diferentes ganhos de peso. Os animais permaneceram por 91 dias em fase de recria onde foram divididos em 3 grupos experimentais sendo: A) animais sem restrição alimentar (Alto GMD=0,846 kg); B) Animais com moderada restrição alimentar (Intermediário GMD=0,456 kg) e C) Animais com restrição alimentar (Baixo GMD=0,154 kg). Após a recria os animais foram para fase de terminação em confinamento, recebendo dieta igual entre os tratamentos. No início do experimento foram abatidos 3 animais como abate referência, mais 2 animais por tratamento na transição entre recria e terminação, e o restante dos animais foram abatidos á medida que foram atingindo o peso pré estabelecido de 400 kg de peso vivo. O ganho de peso vivo na fase de terminação não diferiu entre os tratamentos, porém a restrição alimentar na recria contribuiu para um maior rendimento de carcaça na terminação, assim como ganho médio diário de carcaça para animais com leve restrição alimentar (53,5 e 69,0 %, respectivamente), quando comparado a animais sem restrição no crescimento (51,8 e 60,0 %, respectivamente). O tempo de confinamento contribuiu para uma maior deposição de gordura subcutânea, onde novilhos que permaneceram 36 dias a mais em confinamento apresentaram superioridade de 25 % de gordura externa na carcaça. Conclui-se que não houve ganho compensatório na terminação de animais superprecoces, sendo essa estratégia uma técnica para busca de eficiência nas características de carcaça.
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Composição corporal e exigências líqüidas em energia e proteína para ganho em peso de chinchilas (Chinchilla lanigera).

Composição corporal e exigências líqüidas em energia e proteína para ganho em peso de chinchilas (Chinchilla lanigera).

Os valores médios de composição química do corpo como um todo e das frações corpo sem extremidades, pele e extremidades corporais são mostrados na Tabela 02. Os animais juvenis apresentaram (P<0,05) maiores proporções de água e extrato etéreo na matéria natural do corpo como um todo, do que os animais adultos. Da mesma forma, os juvenis apresentaram (P<0,05) maiores proporções de matéria mineral e proteína e menor proporção de extrato etéreo na matéria seca do corpo como um todo, do que os adultos. A composição corporal observada no presente estudo concorda com relatos de Berg & Butterfield (1976), Di Marco (1994) e Verde (1996), os quais verificaram o mesmo padrão de desenvolvimento, embora com outras espécies animais. Segundo os autores referenciados acima, animais mais jovens são mais ricos em água e mais pobres em gordura, em que as concentrações de água, proteína e minerais decrescem com a idade e com a engorda. Tal constatação é um indicativo de que a espécie Chinchilla lanigera apresenta o mesmo comportamento de crescimento e desenvolvimento do que os demais animais domésticos até então estudados.
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Predição da composição corporal e exigências líqüidas de macrominerais para ganho de peso de chinchila (Chinchilla lanigera).

Predição da composição corporal e exigências líqüidas de macrominerais para ganho de peso de chinchila (Chinchilla lanigera).

acentuado no início da vida, decrescendo lentamente com o avanço da idade e desenvolvimento corporal. Tal constatação permite afirmar que chinchilas com peso em torno de 300 g se encontram em pleno crescimento ósseo. Portanto, as exigências de minerais, nesta fase, tende a aumentar linearmente. Em animais na fase adulta, o tecido ósseo paralisa o seu crescimento. Assim, as exigências de minerais tendem a se manterem constantes. De acordo com Di Marco (1994), o animal ganha peso pela acumulação de tecidos, segundo certos padrões de prioridade. Primeiro crescem intensamente os órgãos ou vísceras, seguido pelo tecido ósseo, muscular e finalmente pelo tecido adiposo, o que resulta em variações em suas proporções no decorrer do desenvolvimento.
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GANHO DE PESO GESTACIONAL E SUA INFLUÊNCIA RETENÇÃO DE PESO PÓS-PARTO E ÍNDICE DE MASSA CORPORAL INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DAS COORTES DE NASCIMENTO

GANHO DE PESO GESTACIONAL E SUA INFLUÊNCIA RETENÇÃO DE PESO PÓS-PARTO E ÍNDICE DE MASSA CORPORAL INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DAS COORTES DE NASCIMENTO

Em 1985, o pesquisador chileno Pedro Rosso partindo de várias observações, propôs, para fins de validação, em um estudo multicêntrico (Estados Unidos, Chile e Brasil), um método para o controle do ganho de peso gestacional, com base em uma curva de adequação do peso para altura materna derivada de um estudo de coorte de 262 grávidas (principalmente as mulheres negras e de origem hispânica), para ajudar a predizer o peso ao nascer. A curva citada baseava-se na constatação de que, ao final da gestação, o ganho de peso de 20% em relação ao peso ideal para a estatura no início da gravidez assegurava o máximo crescimento do feto (Coelho et al., 2002). A consistência dos primeiros resultados fez com que, no Brasil em 1989, a Curva Ponderal da Gestante (Curva de Rosso) fosse adotada e recomendada, em caráter preliminar, como critério de avaliação do peso gravídico (Figura 2). A implantação desse método motivou a realização de investigações epidemiológicas, as quais identificaram que o método de Rosso superestimava a desnutrição nas gestantes e a sua inadequação para as gestantes adolescentes (Barros et al., 2008). Seu uso foi abolido devido à baixa especificidade que resultava em muitos falsos positivos para desnutrição em mulheres com estado nutricional adequado (Padilha et al., 2009).
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Perfil bioquímico sanguíneo e ganho de peso corporal de suínos em crescimento alimentados com dietas contendo diferentes concentrações de fosfato bicálcico mantidos em estresse por calor

Perfil bioquímico sanguíneo e ganho de peso corporal de suínos em crescimento alimentados com dietas contendo diferentes concentrações de fosfato bicálcico mantidos em estresse por calor

O objetivo deste trabalho foi comparar o efeito de diferentes níveis de fosfato bicálcico na dieta em ambiente termoneutro (22°C) e quente (32°C) sobre o perfil bioquímico sanguíneo e peso corporal de leitões em fase de crescimento I (30kg). O experimento foi realizado em câmaras climáticas com temperatura regulada para o conforto térmico (22°C) e quente (32°C). Foram utilizados 120 leitões híbridos comerciais, em delineamento experimental inteiramente casualizados com cinco tratamentos (dietas) e seis repetições. Os tratamentos foram constituídos de uma ração basal (dieta 1), sem suplementação de fósforo (P), contendo 0,116% de fósforo disponível com quatro níveis de suplementação de fosfato bicálcico comercial: 0,211% (dieta 2); 0,306% (dieta 3); 0,401% (dieta 4); 0,496% (dieta 5). No início e final do período experimental foi determinado o peso corporal e foram coletadas amostras de sangue, para a mensuração de alguns componentes bioquímicos sanguíneos. Foi encontrada diferença nas concentrações de sódio, potássio, cálcio, fósforo, albumina, proteínas totais, ureia, creatinina, glicose, lactato, TSH, fosfatase alcalina total e óssea. O aumento nos teores de fósforo nas dietas não influenciou o ganho de peso corporal e o sódio, potássio e Diferença de Íons Fortes (DIF) são indicadores de estresse calórico. O ambiente quente causou hipernatremia, levando ao aparecimento de alcalose metabólica.
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Perfil bioquímico sanguíneo e ganho de peso corporal em suínos submetidos a dietas com diferentes níveis de fósforo

Perfil bioquímico sanguíneo e ganho de peso corporal em suínos submetidos a dietas com diferentes níveis de fósforo

Apesar de não ter sido observada diferença, foi importante a mensuração da BALP nesse estudo, pois ela é uma enzima secretada pelos osteoblastos predominando na infância até o fim do crescimento longitudinal (BIKLE, 1997; VIEIRA, 1999). Além disso, não sofre influência hepática e apresenta vantagens em relação à osteocalcina por sofrer menor variação diurna e não ser afetada por alterações renais (SARAIVA & LAZARETTI- CASTRO, 2002). Acredita-se que a sua avaliação deve fazer parte de ensaios experimentais de nutrição, nos quais estejam envolvidos o cálcio e fósforo, pois são eletrólitos importantes na formação óssea. Ademais, por ela ser um excelente marcador de atividade osteoblástica poderá ser importante na detecção precoce de distúrbios no tecido ósseo, além de constituir um método não invasivo. Em humanos a fosfatase alcalina óssea é amplamente utilizada em estudos sobre osteoporose (VAN HOOF et al., 1995; BROYLES et al., 1998; KRESS et al., 1999).
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Efeito da modulação da actividade do corpo carotídeo na obesidade: diminuição do ganho de peso e da massa gorda corporal

Efeito da modulação da actividade do corpo carotídeo na obesidade: diminuição do ganho de peso e da massa gorda corporal

No presente trabalho observou-se também que os animais HF com corte do CSN exibiam um aumento significativo na quantidade de BAT. Este facto pode estar implicado na diminuição de ganho de peso e massa gorda corporal, já que se sabe que o BAT é um tecido termogénico e com uma capacidade metabólica acrescida, quer devido ao elevado número de mitocôndrias existente neste tecido quer ao aumento da actividade destas mitocôndrias, que normalmente é visível através da maior actividade da UCP1. O aumento de BAT, também poderá ser explicado pelo fenómeno de “Browning”. Este processo poderá ter ocorrido no WAT circundante ao BAT, daí também se ter observado uma diminuição da quantidade de tecido adiposo branco que circunda o BAT nos animais HF com ablação bilateral do CSN (Figura 4.3 F). Vários são os estudos que enumeram os diferentes tipos de estímulos para a ocorrência deste fenómeno. Por exemplo, Fisher e a sua equipa (Fisher et al., 2012), já sabiam que o factor de crescimento de fibroblastos 21 (FGF21), aumentava o gasto de energia e era expresso no BAT quando este era estimulado pelo frio e demonstraram que o tratamento com FGF21 tinha um papel importante no aumento da transcrição de genes termogénicos, aumentando a expressão de UCP1 no BAT e o fenómeno de “Browning” em WAT subcutâneo. Além disso, também demonstraram a função de FGF21 na adaptação celular e molecular do tecido adiposo à exposição ao frio. Tal como este estudo, existem muitos outros estímulos que induzem o “Browning”, que para uma consulta mais rápida, podem ser consultados em artigos de revisão (Bartelt e Heeren, 2013; Bonet et al., 2013; Thyagarajan e Foster, 2017).
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COMPOSIÇÃO CORPORAL E EXIGÊNCIAS LÍQUIDAS DE PROTEÍNA E ENERGIA PARA GANHO EM PESO DE BOVINOS MESTIÇOS LEITEIROS EM PASTAGEM DE

COMPOSIÇÃO CORPORAL E EXIGÊNCIAS LÍQUIDAS DE PROTEÍNA E ENERGIA PARA GANHO EM PESO DE BOVINOS MESTIÇOS LEITEIROS EM PASTAGEM DE

As concentrações corporais de gordura, proteína e energia aumentaram tanto com a elevação do PV quanto do PCVZ, para os dois tratamentos e para os dados em conjunto. Maiores aumentos observados no conteúdo de proteína devem-se, possivelmente, ao estádio de crescimento dos animais experimentais. Entretanto, ao se fazer à relação entre a concentração de proteína e de gordura no peso corporal (g/kg PV ou PCVZ), observa-se um decréscimo nesta relação, evidenciando mudanças ocorridas na composição dos tecidos, com redução do crescimento muscular e mais rápido desenvolvimento do tecido adiposo, em função do PCVZ, visto que o tecido adiposo tem maior taxa de crescimento a idades mais avançadas (Berg & Butterfield, 1976). Dessa forma, à medida que aumenta o peso corporal decresce a deposição de proteína e aumenta a de gordura (Tabela 3).
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Ganho de peso gestacional, retenção de peso pós-parto e índice de massa corporal infantil: contribuições das coortes de nascimento BRISA e Geração XXI

Ganho de peso gestacional, retenção de peso pós-parto e índice de massa corporal infantil: contribuições das coortes de nascimento BRISA e Geração XXI

Em 1985, o pesquisador chileno Pedro Rosso partindo de várias observações, propôs, para fins de validação, em um estudo multicêntrico (Estados Unidos, Chile e Brasil), um método para o controle do ganho de peso gestacional, com base em uma curva de adequação do peso para altura materna derivada de um estudo de coorte de 262 grávidas (principalmente as mulheres negras e de origem hispânica), para ajudar a predizer o peso ao nascer. A curva citada baseava-se na constatação de que, ao final da gestação, o ganho de peso de 20% em relação ao peso ideal para a estatura no início da gravidez assegurava o máximo crescimento do feto (Coelho et al., 2002). A consistência dos primeiros resultados fez com que, no Brasil em 1989, a Curva Ponderal da Gestante (Curva de Rosso) fosse adotada e recomendada, em caráter preliminar, como critério de avaliação do peso gravídico (Figura 2). A implantação desse método motivou a realização de investigações epidemiológicas, as quais identificaram que o método de Rosso superestimava a desnutrição nas gestantes e a sua inadequação para as gestantes adolescentes (Barros et al., 2008). Seu uso foi abolido devido à baixa especificidade que resultava em muitos falsos positivos para desnutrição em mulheres com estado nutricional adequado (Padilha et al., 2009).
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Como estimar o ganho de peso diário de um bovino em crescimento

Como estimar o ganho de peso diário de um bovino em crescimento

portuguesas poderão ter necessidade de diversificar a sua atividade. Desde que existam condições adequadas, a recria e a engorda dos vitelos nascidos na própria exploração poderá ser uma opção interessante. Com este trabalho pretendemos apresentar uma técnica que permite estimar o ganho de peso diário que novilhos castrados, novilhas ou novilhos inteiros. O objetivo é que os produtores de leite que fazem engorda de novilhos consigam estimar o ganho de peso diário que os seus animais podem atingir com o regime alimentar que está a ser utilizado na engorda. No exemplo que foi utilizado neste trabalho, em que os animais em engorda são alimentados com 3 kg de palha de trigo, 3,5 kg de milho grão partido e 0,5 kg de bagaço de soja 44, um regime alimentar com uma concentração energética de 10,19 MJ/kgMS, conseguem-se ganhos de peso de 0,894 kg/dia a 0,770 kg/dia, dependendo se estamos a trabalhar com novilhos castrados/novilhas ou com novilhos inteiros. Considerando o preço do regime alimentar utilizado neste trabalho (1,028 €/dia) e o preço do kg de carcaça de novilhas de raça Frísia (3,38 €), verificamos que a exploração poderá ter uma receita adicional de 1,986 €/dia/novilho castrado ou novilha e de 1,568 €/dia/novilho inteiro em engorda.
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