Crimes violentos.

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AGENTES TERRITORIAIS LOCAIS E CRIMES VIOLENTOS LETAIS, MACAPÁ-BRAZIL

AGENTES TERRITORIAIS LOCAIS E CRIMES VIOLENTOS LETAIS, MACAPÁ-BRAZIL

O objetivo deste estudo é analisar a dinâmica dos crimes violentos letais no âmbito do território dos bairros Cidade Nova, Congós, Jardim Felicidade, Marabaixo I, Muca e Novo Buritizal, a partir da perspectiva de diferentes atores sociais entrevistados na cidade de Macapá. A pesquisa teve caráter descritivo e explora- tório, sendo desenvolvida a partir de levantamento bibliográfico, pesquisa de campo e sistematização de dados secundários coletados junto à Gerência de Estatística e Análise Criminal, subordinada à Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública do Amapá. Para isso, foram utilizadas técnicas da estatística descritiva, associada ao geoprocessamento e análise de conteúdo das entrevistas. Os resultados obtidos evidenciam que a violência registrada em Macapá, em especial na dimensão dos bairros, se distribui de forma diferenciada no espaço urbano, e tem provocado, sobretudo, medo e insegurança na população. Os autores e vítimas da criminalidade letal são predominantemente os adolescentes e jovens, do sexo mas- culino, em virtude de conflitos advindos do não pagamento de dívidas relativas ao comércio de drogas.
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CONCENTRAÇÃO ESPACIAL DOS CRIMES VIOLENTOS CONTRA AS MULHERES NO MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS, MA

CONCENTRAÇÃO ESPACIAL DOS CRIMES VIOLENTOS CONTRA AS MULHERES NO MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS, MA

A violência contra a mulher se destaca por estar ligada a fatores históricos. Isso se expressa negativamente de forma heterogênea, tanto quanto à sua dinâmica territorial como temporal. Sob essa perspectiva o presente estudo analisa o nível de concentração espacial e temporal das ocorrências de crimes violentos contra as mulheres em São Luís – MA. Para tanto, aplicou-se o método de análise exploratória espacial e o Indicador Local de Associação Espacial – LISA. Como resultado, foi possível verificar que entre 2014 e 2018, a capital maranhense registrou em 5% dos bairros, 43,1% das ocorrências de crimes violentos não letais e 83,3% de crimes violentos letais intencionais. Considerando os padrões e concentração dos crimes identificados com alta prevalência de violência contra mulheres, deve-se refletir sobre o desenvolvimento e o redirecionamento de políticas públicas específicas, com a finalidade de ampliar os canais de acesso à informação, de denúncias e principalmente de atendimento as mulheres vítimas de violência.
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Interpretação de confrontos em perícias de crimes violentos baseados em anatomia foliar

Interpretação de confrontos em perícias de crimes violentos baseados em anatomia foliar

As análises periciais envolvem conhecimentos e metodologias de diversas áreas científicas e, portanto, apresentam constante desenvolvimento, seguindo o avanço científico e a disponibilidade de novas tecnologias [1]. No âmbito das Perícias em Crimes Violentos Letais Intencionais, em destaque homicídios de autoria desconhecida, execução sumária, sequestro, estupro e roubo seguido de morte, a coleta de material do local para confronto com materiais encontrados com os suspeitos da autoria, seja de impressões dígito- papilares, pegadas ou de material biológico humano (genético), já é uma rotina em praticamente todos os Estados do território brasileiro. No entanto, o auxílio da Botânica Forense, como meio de prova ou fortalecendo linhas investigativas é em geral subestimado.
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Perfil criminal geográfico: novas perspectivas comportamentais para investigação de crimes violentos no Brasil

Perfil criminal geográfico: novas perspectivas comportamentais para investigação de crimes violentos no Brasil

Por fim, os autores ressaltam a importância da inserção de novas tecnologias, como o uso do perfil criminal geográfico, a fim de expandir o campo de atuação das ciências sociais e do comportamento humano para o contexto das investigações de crimes violentos no Brasil, tendo em vista auxiliar a polícia judiciária, fornecendo potenciais locais onde se deve localizar a base de um determinado ofensor. Além disso, é necessário fomentar novas pesquisas que busquem entender a influência do ambiente na movimentação para o ato criminoso de forma a alcançar maior precisão dessas técnicas, e olhar para as outras possibilidades que a Psicologia Investigativa e a Criminologia Ambiental se propõem a facilitar no campo da investigação e prevenção de crimes violentos.
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Open Entre notícias e formulários policiais: uma análise da construção midiática de jovens vítimas de crimes violentos nos periódicos Correio da Paraíba e Jornal da Paraíba

Open Entre notícias e formulários policiais: uma análise da construção midiática de jovens vítimas de crimes violentos nos periódicos Correio da Paraíba e Jornal da Paraíba

Esta pesquisa analisou como são construídas as notícias sobre jovens vítimas de crimes violentos, nos cadernos de Cidades e Últimas dos jornais impressos Correio da Paraíba e Jornal da Paraíba , durante uma amostra referente ao ano de 2014. O objetivo foi identificar o sentido provocado pelas escolhas feitas por ambos os periódicos, observando aspectos como a valoração atribuída a esse tipo de matéria, a diversidade de conteúdo publicado, as fontes ouvidas, o caráter do noticiário, bem como as percepções dos media sobre a juventude, a criminalidade e os indivíduos juridicamente desviantes. O método empregado foi a Análise de Conteúdo (AC), por permitir que fosse possível identificar as tendências de apresentação dos acontecimentos, transformando os dados brutos, como textos e imagens, em estatísticas claras e justificadas. O aspecto quantitativo possibilitou ainda uma abordagem de cunho qualitativo, em que se avaliaram os pormenores identificados através dos indicadores numéricos. Nessa trajetória, foram essenciais as contribuições de autores da comunicação, da sociologia, da antropologia e da AC, como Cremilda Medina, Mauro Wolf, Mar de Fontcuberta, Émile Durkheim, Howard Becker, Roberto DaMatta, Pierre Bourdieu, Mario Margulis, Marcelo Urresti, Michel Foucault, Laurence Bardin e Heloiza Herscovitz, discutindo temas como valores-notícia, crime, desvio, violência, juventude, além da viabilidade metodológica. Alcançando-se os objetivos propostos, verificou-se que, em geral, ambos os veículos estudados constroem o noticiário de forma bastante semelhante: sem que haja uma noção consensual sobre o que é ser jovem nem um peso maior por se tratar de vítimas nesse momento etário, priorizam o atendimento do lead jornalístico ( quem fez o que , quando , onde , como e por que ), limitam-se à descrição das ocorrências a partir de fontes oficiais, não acompanham fotografias, não recebem destaque na capa e, sobretudo, não problematizam o que aqueles casos específicos representam. Assim, a construção midiática segue um padrão, como se o jornalista apenas respondesse a questões exigidas em um formulário, de modo que as vítimas poderiam intercambiar-se nas matérias, sem que fossem necessárias alterações na estrutura noticiosa. Constatou-se, porém, que os veículos têm potencial de ir além da informação burocrática, como se vê em notícias sobre assuntos diversos. Leva-se a crer que essa formularização se deve ao fato de os periódicos não verem o tema com grande valor- notícia, mas continuam a publicá-lo, para reforçar sua vigilância panóptica sobre o seio social.
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TERRITÓRIO E VIOLÊNCIA URBANA: OS AGENTES MACRO TERRITORIAIS E OS CRIMES VIOLENTOS LETAIS EM MACAPÁ-AMAPÁ

TERRITÓRIO E VIOLÊNCIA URBANA: OS AGENTES MACRO TERRITORIAIS E OS CRIMES VIOLENTOS LETAIS EM MACAPÁ-AMAPÁ

Este artigo visa analisar a dinâmica da letalidade violenta no âmbito do território da capital amapaense, a partir da perspectiva de diferentes agentes públicos vinculados à área da justiça e segurança pública. O estudo foi desenvolvido por meio de revisão bibliográfica e levantamento de campo, com ênfase na abordagem descritiva e exploratória, sendo utilizado geoprocessamento e análise de conteúdo temática das entrevistas. Os relatos dos agentes macro territoriais evidenciam que as áreas de maior incidência dos crimes violentos letais se concentram nos bairros da porção sul da cidade, em especial, nos bairros Congós, Araxá e Novo Buritizal e nas áreas de ponte, conhecidas regionalmente como ressacas. Atribui-se ao uso de drogas e ao comércio de entorpecentes a qualidade de elementos potencializadores dos conflitos interpessoais na dimensão dos territórios de Macapá. Também se destacam mortes decorrentes de confrontos entre polícia e população que nem sempre são contabilizadas.
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A GEOGRAFIA DOS CRIMES VIOLENTOS EM UBERLÂNDIA-MG

A GEOGRAFIA DOS CRIMES VIOLENTOS EM UBERLÂNDIA-MG

O estudo dos crimes violentos em Uberlândia possibilitou alguns questionamentos, como: Quais as causas para essa configuração espacial do crime, na cidade, e que fatores sociais, culturais, econômicos e políticos contribuem para essa caracterização? A crimi- nalidade é um fenômeno complexo e multifacetado, cujas causas são, também, diversas, e perpassam por todas as questões que envolvem e constituem a sociedade. Felix (1996) comenta, que dentre as teorias que buscam explicar as causas da manifestação espacial da criminalidade violenta, destacam-se aquelas de fundamentação sociocultural, que pressu- põem que quando o sucesso econômico se torna improvável, a privação pode levar à bus- ca de aquisição de bens de forma ilícita. Outro fator citado pela referida autora está rela- cionado à aglomeração de pessoas nos centros urbanos, que ressalta a desigualdade so- cial, condicionando à prática criminal como resposta à oposição entre o desejo de posse material e as possibilidades reais de realização.
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Soc. estado.  vol.24 número3

Soc. estado. vol.24 número3

Por meio do contato com a instituição policial, foram realizadas observações nas delegacias de polícia do Distrito Federal, no intuito de buscar contato com vítimas de crimes violentos[r]

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Relação entre antecedentes criminais e infrações prisionais

Relação entre antecedentes criminais e infrações prisionais

Sandler, Freeman, Farrell & Seto (2013) apresentam o número de detenções por crimes violentos como um fator preditor do cometimento de infrações sexuais por atos não consentidos, e não de infrações violentas não sexuais. Morash, Jeong & Zang (2010) especificam que ter condenações por crimes sexuais, e que quanto maior for o número dessas condenações, maior é a probabilidade de cometer infrações por violência sexual sem penetração ou por ameaça, tentativa, ou penetração. Outras investigações evidenciam que, quanto maior o número de crimes violentos cometidos, e de condenações por este tipo de crime, maior a probabilidade de cometer infrações graves (e.g. agressões sexuais) e violentas, respetivamente (Bales & Miller, 2012; Drury & DeLisi, 2011). Por outro lado, Drury e DeLisi (2011), não encontram uma relação estatisticamente significativa entre esse fator e o cometimento de infrações por posse de arma perigosa. Em comparação com reclusos que não cometeram infrações, a natureza violenta dos antecedentes criminais é analisada por Cihan, Sorensen e Chism (2017) numa perspetiva longitudinal. Os autores mostram que reclusos cuja gravidade das infrações cometidas aumenta e se mantém ao longo dos anos de reclusão não diferem de forma estatisticamente significativa, quanto ao número de detenções por crimes violentos, de reclusos que não cometeram infrações. Mostram também que reclusos cuja gravidade das infrações diminuiu, foram detidos por crimes violentos menos vezes que os reclusos que não cometeram infrações.
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O FENÔMENO DA CRIMINALIDADE E OS MECANISMOS DE PROTEÇÃO DAS CRIANÇAS E DO ADOLESCENTE

O FENÔMENO DA CRIMINALIDADE E OS MECANISMOS DE PROTEÇÃO DAS CRIANÇAS E DO ADOLESCENTE

Esse debate também é alimentado por uma falsa percepção da amplitude da criminalidade juvenil. “Dados oficiais mostram que, dos 21 milhões de adolescentes que vivem no Brasil, apenas 0,013% cometeu atos contra a vida”, afirma a ONU. Estatísticas mostram que os adolescentes são responsáveis por menos de 1% dos crimes violentos. Mais do que autores, eles costumam ser vítimas da violência algumas alternativas se mostraram eficientes em países desenvolvidos para a diminuição dos índices de crimes cometidos por adolescentes.
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Soc. estado.  vol.27 número2

Soc. estado. vol.27 número2

E ste estudo pretendeu apreender e analisar os mecanismos e instrumentos formais de ariculação que conferem capacidade de governança à políica pública de redução dos homicídios em Pernambuco, denominada “Pacto pela Vida”. Nesse senido, buscou-se problemaizar em que medida os desaios impostos à necessidade de coordenação de ações para controle e redução dos chamados “Crimes Violentos Letais e Intencionais” do Estado coniguraram uma mudança, em termos paradigmáicos, na gestão local da segurança pública. Os resultados apontaram que a políica de segurança do estado de Pernam- buco assume a tentaiva de conciliação entre as duas estratégias de controle criminal, explicadas por Garland (2008): “estratégia de segregação puniiva” e “parcerias prevenivas”. Para tanto, foram criados procedimentos e instaladas estruturas de administração pública, voltadas ao campo do controle e da jusiça criminal, afeitas à ilosoia da gestão por resultados. Também foram absorvidas inovações desenvolvidas no modelo Compstat de Nova York, conigurando um exemplo de mudança insitucional que Powell e Dimaggio (1991) classiicariam como “isomorismo miméico”. A formatação do modelo Compstat, aplicado à realidade da segurança pública pernambucana, alterou a forma procedimental das polícias e tornou necessária a discussão coleiva de soluções e respostas aos problemas focais estabelecidos pela políica. Entretanto, é possível airmar que houve reforço insitucional e valorização das estratégias de controle pautadas na ação policial, mobilizando mecanismos e instrumentos do que o texto norte- ador do “Pacto pela Vida” convencionou chamar de “repressão qualiicada”, ou, em outros termos, de controle por meio de atuação policial repressiva.
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Análise da influência de indicadores socioeconômicos sobre a criminalidade no Distrito Federal

Análise da influência de indicadores socioeconômicos sobre a criminalidade no Distrito Federal

A verificação de determinadas características dos infratores, de acordo com o tipo de crime, pode demonstrar alguns padrões importantes. No caso dos crimes violentos, há uma representativa influência do aumento da parcela masculina da população e da faixa etária de 15 e 24 anos, confirmando que essa categoria de crimes se relaciona principalmente a jovens do sexo masculino e com baixo rendimento formal. De maneira similar, nos crimes não-violentos os resultados demonstraram que tem significante relação com a faixa etária de 20 a 49 anos. Em relação aos grupos de idade, os padrões verificados podem demonstrar que a passagem da adolescência para a idade adulta tende a alterar o tipo de ação criminosa, passando a cometer crimes não-violentos – em geral contra a propriedade – motivados principalmente por maiores necessidades financeiras devido à elevação das responsabilidades nesse estágio da vida.
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Comportamento violento, gênero e psicopatologia.

Comportamento violento, gênero e psicopatologia.

Para entender a ocorrência de violência em pacientes homens e mulheres, é importante investigar os sintomas clínicos e os fatores psicossociais que acom- panham a violência nestes pacientes, avaliando como estes variam entre homens e mulheres. De acordo com Stueve e Link (1998), para determinar se a presen- ça de transtorno mental atenua a relação entre gênero e violência, o desenho da pesquisa deve incluir grupos de comparação de indivíduos sem transtornos men- tais, ou fazer comparações utilizando estatísticas da população geral. Levando em consideração estes aspectos, alguns estudos podem ser citados primeiramente. Hodgins (1992) examinou os registros de prisões e de saúde mental de uma amos- tra de indivíduos nascidos em 1953, na Suécia, e comparou grupos de indivíduos definidos por hospitalização psiquiátrica e deficiência intelectual com indivíduos que não apresentavam estas condições. Embora neste último estudo tenha sido observado que os homens foram mais condenados por crimes violentos, indepen- dentemente do diagnóstico psiquiátrico, esta diferença foi menor entre aqueles que apresentavam transtornos mentais graves (esquizofrenia, transtornos afetivos maiores, transtornos paranoides e outras psicoses) do que entre aqueles com ou- tros transtornos mentais. Foi encontrado que 14,6% e 6,3% (pouco mais do do- bro) de homens e mulheres, respectivamente, que apresentavam transtornos mentais graves, foram condenados por crimes violentos, diferença esta bem me- nor que aquela de 5,7% e 0,5% entre homens e mulheres sem transtornos men- tais. Desta forma, as diferenças de taxas de prisões por crimes violentos entre os gêneros foram menores entre aqueles que apresentaram transtornos mentais gra- ves do que estas mesmas diferenças na população geral (Hodgins, 1992).
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Caracterização do Abusador Sexual de Crianças

Caracterização do Abusador Sexual de Crianças

Em relação a prática do crime, apurou-se que a maioria dos sujeitos foram condenados a prisão efectiva entre 2 a 5 anos e pelo artigo 171.º, n.º 1. De acordo com os dados constantes nos processos, verificou-se que mais de metade dos elementos da amostra agrediu sexualmente uma criança entre 2 a 231 vezes, durante mais de um ano. Os crimes foram cometidos tanto em zona rural como em meio urbano, sendo a casa do agressor o local mais frequente para o acto, pedindo segredo a vítima através de promessas de lazer e/ou prendas. Os indivíduos encontravam-se alcoolizados maioritariamente e grande parte deles afirmam que não utilizaram qualquer recurso para a cometer o crime. Após a prática do facto, mais de metade dos elementos da amostra permanecerem no local, sem alterar, no entanto, o seu comportamento com a vítima, agindo como se nada tivesse acontecido. À data da realização da entrevista, a maioria dos sujeitos não demonstraram sentir arrependimento, apesar de considerarem os actos cometidos um erro.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA – UFU INSTITUTO DE HISTÓRIA – INHIS MISLELE SOUZA DA SILVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA – UFU INSTITUTO DE HISTÓRIA – INHIS MISLELE SOUZA DA SILVA

state, which was in the hands of the military, started to control the press, conducting extensive censorship, deterring opposition sectors, create an ideal of a country, based on anticommunism, in protecting the land, the capitalist interests and the "moral and family ". Conflicts generated by those impositions, which covered various sectors of the political and private life, caused an inhospitable environment, where people were afraid to oppose the regime because of arbitrary arrests, kidnappings, tortures and deaths caused by the repressive apparatus. Amnesty came towards reconciliation, the law of 1979, encompassed the military and left out the so-called "crimes of blood". In the period, the debate over the terms of the law have been intense, and not are ended there, because of the very recent memory of the country on the period and the search for justice.
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DESOBEDIÊNCIA CIVIL E NÃO VIOLÊNCIA

DESOBEDIÊNCIA CIVIL E NÃO VIOLÊNCIA

Desta forma, grande parte das ações historicamente praticadas pelos desobedientes civis, como as citadas e outras, não implicariam vio- lência, desde que sirvam e favoreçam o diálogo, no sentido de oferecerem novos temas ou novos ângulos dos temas em debate, de ampliarem o diálogo em termos subjetivos – introduzindo novos atores que estavam até então excluídos – e objetivos – aduzindo novos assuntos ou enfoques distintos dos temas em debate. Ao contrário, seriam violentos e incompa- tíveis com a desobediência civil aqueles atos que privam o adversário de possíveis cursos de ação a seguir. Seriam violentos, em suma, os atos que supõem, por seus métodos e/ou objetivos, não uma apelação ao sentido de justiça da maioria, do governo, para que modifiquem suas posturas – uma tentativa de convencer e converter –, mas a exclusão do oponente com a imposição da solução pretendida, realizando os próprios agentes (desobedientes) a mudança reivindicada.
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Suspensão provisória do processo nos crimes tributários: os crimes fiscais em especial

Suspensão provisória do processo nos crimes tributários: os crimes fiscais em especial

In casu, o crime é punivel com pena de prisão não superior a cinco anos ou com sanção diferente da prisão, não há assistente constituído nos autos e as arguidas concordaram com a aplicação da suspensão provisória do processo (fls. ….). Acresce que as arguidas não têm antecedentes criminais (fls. …. e …..), não são aplicáveis medidas de segurança ou de internamento e não foi aplicada às arguidas em situação anterior suspensão provisória do processo (fls. … e ….). Por outro lado, verifica-se uma ausência de um grau de culpa elevado. De facto, muito embora a arguida tenha actuado com dolo na sua forma mais intensa, dolo directo, a verdade é que actuação resultou de uma situação financeira e de tesouraria da sociedade arguida deficitária, atenta a conjuntura económica, a atitude interna que se reflectiu na sua actuação demonstra que as arguidas actuaram de uma forma pouco elaborada e o benefício económico retirado, atendendo aos montantes geralmente envolvidos em crimes da mesma natureza e casos semelhantes, não é elevado.
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Projeto de Graduação 2014

Projeto de Graduação 2014

O Código Penal Português (2011) mais concretamente no capítulo V do Livro II – parte especial, encontram-se descritos os crimes contra a Liberdade e autodeterminação sexual, sendo o capítulo organizado em duas secções: Secção I, crimes contra a liberdade sexual e Secção II, crimes contra a autodeterminação sexual. É importante ainda referir que o capítulo V está integrado no Titulo I - dos crimes contra as pessoas. Importa compreender o porque da subdivisão do Capítulo V em crimes contra a liberdade sexual (secção I) e crimes contra autodeterminação sexual (secção II). De acordo com Carmo, Alberto e Guerra (2006, p.36), esta é entendida como uma divisão lógica e necessária, visto que os crim es expostos na secção I punem “comportamentos que atentam contra o direito de cada pessoa a decidir livremente da sua vida e práticas sexuais”, enquanto os crimes expostos na secção II punem “condutas que incidem sobre vítimas que, atendendo à idade, se entendeu não estarem ainda em condições de se autodeterminar sexualmente, pelo que, mesmo na ausência de qualquer meio explicitamente violento, de coação ou fraudulento, serão suscitáveis de prejudicar o livre desenvolvimento da sua maturidade e vida sexuais”.
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Characterizing Crimes from Web / Caracterizando Crimes da Web

Characterizing Crimes from Web / Caracterizando Crimes da Web

Braz. J. of Develop., Curitiba, v. 5, n. 11, p. 26608-26619, nov. 2019 ISSN 2525-8761 serious crimes with great danger and financial losses, and less minor offenses. Moreover, serious crimes occur at night and dawn in rich neighborhoods and at morning and afternoon in poor neighborhoods. Our analyses show that the proposed approach can be effectively used by police forces to plan actions for crime prevention. Thus, they can address the problem of lack of trust in the police, creating a relationship of collaboration and effective participation of society in the fight against crime.
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Legitimação do crime de enriquecimento ilícito no sistema jurídico-penal

Legitimação do crime de enriquecimento ilícito no sistema jurídico-penal

Com efeito, trata-se quase de crimes onde não existe uma vítima identificada, como sucede, por exemplo, no crime de branqueamento, que possa de algum modo auxiliar as autoridades no apuramento, não só da extensão do produto do crime, mas também na identificação dos concretos bens que dele resultem. Como forma de combater tais dificuldades, os legisladores nacionais poderão, como refere o artigo 31.º n.º 8, da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, “considerar a possibilidade de exigir que o autor de uma infração demonstre a proveniência lícita do presumido produto do crime ou de outros bens que possam ser objeto de perda, na medida em que este requisito seja compatível com os princípios do seu direito interno e com a natureza do procedimento judicial ou outros 217 ”.
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