Crisântemo - Floração

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Efeitos do paclobutrazol no crescimento e na floração de crisântemo (Chrysanthemum moriflorum, Ramat).

Efeitos do paclobutrazol no crescimento e na floração de crisântemo (Chrysanthemum moriflorum, Ramat).

Em crisântemo, dent re os produtos estudado s, opac lobutrazol (2 RS, 3 RS)-1-(4 -clorofeníl) -4,4-dime til -2-1,2,4-tri azol -l-il)-pent al -3-oi] , tem se most rado eficiente em reduzir a altura das plantas. Estudos de Barr et e Bartuska (2) com o cultiva r Bright Gold en Anne demonst raram que os efeitos deste composto foi depe nden te do local da planta em que foi aplicado. Bar ret (1) com o mesm o cultiv ar, obse rvou que a eficiência do pacl obutrazo l, em reduzir a altura das plantas, quan do aplicado através de irrigaç ão do vaso foi influenciado pela composição do subs tra to utiliza do.
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Redução do crescimento de plantas de crisântemo e lisianthus em vaso

Redução do crescimento de plantas de crisântemo e lisianthus em vaso

As plantas de Crisântemo receberam irrigações semanais com adubação feita com nitrato de cálcio (N=150 mg.L -1 ), cloreto de potássio e/ou nitrato de potássio (K=75 mg.L -1 ), super simples e/ou triplo como fonte de fósforo (P=50 mg.L -1 ) e uréia, com a proporção N P K de 2:0,3:1 até o surgimento dos botões florais para formação das hastes, massa foliar e raízes. Após essa fase, a proporção N P K foi de 1,0 : 0,3 : 2,0. Cada vaso recebeu em média de 100ml a 150ml de solução nutritiva que começou a ser fornecida por ocasião da indução ao florescimento. Na floração a adubação foi suspensa. Os micronutrientes foram aplicados através de pulverização foliar do produto comercial Greenzit Micro B na dosagem de 1ml/l.
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Consumo de água pela cultura do crisântemo cultivada em ambiente protegido.

Consumo de água pela cultura do crisântemo cultivada em ambiente protegido.

Nas Figuras 4 e 5, são apresentados os consumos de água pelas cultivares ao longo do ciclo em relação à evaporação do tanque Classe A. Nota-se que o consumo de água pelas plantas é crescente, atingindo ponto de demanda máxima e decrescendo, em seguida, até o ponto de colheita, para ambas as cultivares. Durante a fase vegetativa, os gráficos de barras apresentam crescimento suave, isso porque o consumo de água cresce gradativamente e, na floração, o consumo de água aumenta, decrescendo após a plena abertura das inflorescências.

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Produtividade de crisântemo em função de níveis de irrigação.

Produtividade de crisântemo em função de níveis de irrigação.

Segundo Olivetti et al. (1994), Giacoboni (1996) e Gruszynski (2001), o crisântemo é uma das principais flores comercializadas no Brasil e no mundo. É uma flor de origem subtropical, que apre- senta como principal exigência climática períodos de dias curtos (09-11 h) antes e durante a sua floração. É uma planta de ciclo curto e apresenta grande varie- dade de formas e cores, podendo ser mantida em diferentes condições de cul- tivo, ambiente protegido ou a céu aber- to, e podendo ser utilizada tanto como flor de vaso, quanto de corte e jardim.

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Desenvolvimento de substrato supressivo à murcha do crisântemo causada por Fusarium oxysporum

Desenvolvimento de substrato supressivo à murcha do crisântemo causada por Fusarium oxysporum

A maioria das doenças relatadas em crisântemo é de origem fúngica. Espécies de Septoria, Alternaria, Ascochyta e Cercospora podem atacar a parte aérea da planta, causando sintoma de mancha, sendo as duas últimas de importância secundária. Os sintomas causados por Septoria caracterizam-se por manchas foliares amarelas com contornos circulares na região baixeira da planta evoluindo para escura e podendo tomar todo o limbo da folha. As de Alternaria caracterizam-se por manchas circulares, pequenas e com círculos concêntricos na folha e nas brácteas do crisântemo. O oídio (Erysiphe cichoracearum), o mofo cinzento (Botrytis cinerea), a ferrugem parda (Puccinia tanaceti) e a branca (Puccinia horiana) são outras importantes doenças da cultura. O oídio caracteriza-se pelo crescimento branco pulverulento nas faces da folha, ocasionando secamento e queda das mesmas. Sua severidade é aumentada em ambiente de temperatura elevada e alta umidade. Dentre as ferrugens, a branca é a mais comum e das mais importantes doenças foliares do crisântemo, os sintomas iniciam-se na face adaxial da folha com pequenas manchas branco-amarelas levemente deprimidas, tornando-se a parte central marrom escura. Na parte abaxial são observadas pústulas salientes de coloração amarela que torna-se esbranquiçada. Na ferrugem branca a disseminação é realizada pelos basidiosporos e da ferrugem parda pelos uredinosporos. No final do ciclo, quando o crisântemo começa a produzir flores, pode ocorrer o aparecimento de mofo cinzento nas flores, mesmo antes de abertura floral (IMENES & ALEXANDRE, 1995).
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A Espada e o Crisântemo: para uma aproximação ao Nô Moderno em Yukio Mishima

A Espada e o Crisântemo: para uma aproximação ao Nô Moderno em Yukio Mishima

Devido ao meu interesse e estudos em língua e cultura japonesa, decidi fundir esse meu gosto com outro ainda maior: o teatro. É no resultado dessa fusão que se encontra uma outra jus[r]

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Supressão da floração na assimilação, crescimento e nutrição mineral do algodoeiro

Supressão da floração na assimilação, crescimento e nutrição mineral do algodoeiro

RESUMO - Plantas de algodão herbáceo (Gossypium hirsutuni Li. fatifoliuni llutch.), cujos botões florais foram regularmente eliminados, foram comparadas aos 88 e 107 dias após a germ[r]

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Estruturas florais, floração e técnicas para a polinização controlada do guaranazeiro

Estruturas florais, floração e técnicas para a polinização controlada do guaranazeiro

Tanto as flores masculinas como as femininas fecham as pétalas quanto terminam as anteses (após o meio-dia). As pétala fechadas começam a secar, mostrando uma cor amarronzada. Neste e[r]

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DISSERTACAO_Toxicidade de produtos fitossanitários utilizados em crisântemo para o predador Orius...

DISSERTACAO_Toxicidade de produtos fitossanitários utilizados em crisântemo para o predador Orius...

No cultivo protegido de crisântemo, o controle biológico, visando a liberação e conservação de organismos benéficos, constitui uma importante estratégia para a manutenção da densidade populacional das pragas abaixo do nível de dano econômico (Carvalho et al., 2001). Entre os inimigos naturais presentes em cultura de crisântemo, merece destaque o predador Orius insidiosus (Say, 1832), por ser polífago e possuir hábito predatório nos seus cinco instares e durante a fase adulta, alimentando-se de tripes, pulgões, ácaros, ovos e pequenas lagartas de lepidópteros (Mendes et al., 2002).
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Utilização de água residuária e adubo orgânico na cultura do crisântemo.

Utilização de água residuária e adubo orgânico na cultura do crisântemo.

O experimento foi conduzido no delineamento em blocos casualizados em esquema fatorial ( 4 x 2 ) + 2, tendo como fatores quatro niveis de disppnibilidade de agua utilizando-se agua re[r]

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Influência de retardantes de crescimento e da luminosidade na produção de crisântemo de vaso

Influência de retardantes de crescimento e da luminosidade na produção de crisântemo de vaso

Os fatores principais INT, DL, RET e CON e as interações entre INT e DL, VAR e CON e entre CON e RET foram significativas (Tabela 2). Os fatores CON e RET que influenciaram a altura também influenciaram a densidade de área foliar, pelo seu efeito direto na compactação do espaço ocupado pela parte aérea da planta. MAINARDI et al. (2004) constataram redução da área, comprimento e largura da folha em crisântemo tratado com daminozide. CARLUCCI et al. (1991) observaram que em plantas de Ruelia colorata tratadas com flurprimidol, uniconazole, clormequat ou daminozide ocorreu redução da área foliar. Contudo, a redução da altura da planta e possível manutenção no número total de folhas foi mais que proporcional à redução da área foliar total, o que aumentou a densidade de área foliar.
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Condutividade elétrica da solução nutritiva para o cultivo do crisântemo em vaso.

Condutividade elétrica da solução nutritiva para o cultivo do crisântemo em vaso.

referência à MSR, verificou-se diferença significativa entre as épocas avaliadas tanto para SSL (Figura 2k) quanto para SCL (Figura 2l), observando-se que ocor- re tendência à redução conforme aumentam os valo- res de CE, a partir dos 28 DAE. Esses resultados demonstram intensificação do efeito deletério do acúmulo de sais no substrato com a idade das plan- tas, revelando a necessidade de monitoramento da solução fornecida durante o ciclo do crisântemo.

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METAMITRON COMO SUBSTITUTO DO CARBARYL NO RALEIO PÓS FLORAÇÃO DA MACIEIRA

METAMITRON COMO SUBSTITUTO DO CARBARYL NO RALEIO PÓS FLORAÇÃO DA MACIEIRA

RESUMO- O carbaryl ou a mistura de carbaryl com ANA (ácido naftaleno acético) ou BA (Benziladenina) são os produtos mais utilizados no raleio químico da macieira no Brasil. Com o cancelamento do registro do carbaryl como raleante de pós-floração, são necessárias novas alternativas, sendo importante testar diferentes raleantes com esta finalidade. Dentre as substâncias passíveis de utilização no raleio da macieira insere-se o metamitron. O objetivo deste estudo foi avaliar a resposta da aplicação de metamitron no raleio das macieiras ‘Fuji Suprema’, ‘MaxiGala’ e ‘Fred Hough’. O uso de metamitron foi testado em duas concentrações, só ou em mistura de tanque com BA, e comparado com BA e BA + etefom, em três cultivares de macieira: ‘Maxigala’, ‘Fuji Suprema’ e ‘Fred Hough’. Aplicações de 384 mg L -1 e 768 mg L -1 de metamitron em
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Fenologia da floração e frutificação de mirtáceas nativas da floresta com araucária.

Fenologia da floração e frutificação de mirtáceas nativas da floresta com araucária.

A maturação dos frutos ocorreu em meados a fi nal de outubro de 2007 para cerejeira-do-mato (43 dias após antese - DAA); meados de outubro a me- ados de novembro para uvalheira (50 DAA[r]

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Diquat e ureia no manejo da floração natural do abacaxizeiro 'Pérola'.

Diquat e ureia no manejo da floração natural do abacaxizeiro 'Pérola'.

A maior concentração de diquat dentro do desdobramento com ureia produziu um controle ainda mais elevado. da loração, atingindo 88,6%, enquanto a menor con -[r]

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Heterogeneidade da brotação e da floração do pessegueiro em condições de inverno ameno

Heterogeneidade da brotação e da floração do pessegueiro em condições de inverno ameno

O pessegueiro é uma espécie perene de importância econômica no Brasil, contudo nem todas as cultivares estão adaptadas às condições de cultivo brasileiras. As cultivares que melhor se adaptam ao clima subtropical são as que possuem baixa necessidade de frio. Porém, dependendo do local de cultivo, pode haver danos ocasionados por geadas. Este trabalho teve como objetivo estudar a dinâmica da dormência e o estado fisiológico de gemas vegetativas e florais de duas cultivares de pessegueiro em condições de inverno ameno. Ramos mistos (verdascas) das cultivares BRS Kampai e BRS Mandinho foram regularmente amostrados durante a fase de repouso das plantas, em 2017. O estado de dormência das gemas vegetativas foi avaliado pelo teste de uma só gema e das gemas florais pelo teste de Tabuenca. As estacas contendo uma gema foram submetidas a 25 ºC e a 16 horas de luz e 8 horas de escuro por fotoperíodo, até que as gemas atingissem o estádio de ponta verde (PV), para determinar o tempo médio de brotação (TMB). O teste de Tabuenca consistiu em determinar a massa fresca e seca das gemas florais antes e após um período de forçagem de 7 dias a 25 ºC, considerando-se como superação da endodormência o momento distinto das massas secas entre as amostras. A dinâmica da dormência de gemas vegetativas e, consequentemente, a heterogeneidade de brotação está ligada com as oscilações de temperatura que ocorre durante o período de repouso. Inverno ameno induz a endodormência superficial e rápida transição entre endodormência e ecodormência. ‘BRS Kampai’ apresentou heterogeneidade espacial de TMB, que resultou em brotação errática, fato não observado em ‘BRS Mandinho’, cuja brotação foi mais homogénea. Por outro lado, ‘BRS Mandinho’ apresentou maior erratismo de floração, demonstrando que nem sempre cultivares de menor necessidade de frio apresentam maior homogeneidade de floração. O teste de Tabuenca revelou-se novamente satisfatório para identificar o final da endodormência e o início da ecodormência, pela mudança significativa do peso seco do primórdio floral em condição de forçagem.
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Heterogeneidade da brotação e da floração do pessegueiro em condições de inverno ameno

Heterogeneidade da brotação e da floração do pessegueiro em condições de inverno ameno

25 cultivar têm diferentes necessidades de calor durante a ecodormência. Observações feitas em Byron, Georgia (EUA), indicaram que um genótipo de floração tardia da cultivar ‘Pi Tao’ (PI-62602) tem uma baixa necessidade de frio. Da mesma forma, seleções provenientes de Aguascalientes, no México, têm baixa necessidade de frio, porém apresentam florescimento tardio em regiões temperadas (SCORZA; OKIE, 1990). Scorza e Sherman (1996) referem-se que os componentes genéticos envolvidos com o controle da floração não foram completamente determinados. Isto devido à grande interação existente entre necessidade de frio e calor para a floração, aos efeitos relativos às estações do ano e efeitos condicionados por genes que controlam outras características (pleiotropia).
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Fitorreguladores no retorno da floração e características agronômicas de pereiras européias

Fitorreguladores no retorno da floração e características agronômicas de pereiras européias

classe hormonal é muito utilizada na micropropagação, transgenia e biotecnologia de plantas. Com relação ao seu uso nos processos fisiológicos é uma substância que tem ação conjunta ao Ácido Giberélico e Auxinas. Alguns trabalhos associam as citocininas com a indução floral. Contudo, como a floração envolve processos dependentes de divisão celular, estabelecimento de drenos e outras funções os quais são induzidos por citocininas é muito provável que estas desempenhem um papel indireto, não sendo o hormônio indutor desse processo propriamente dito (PERES; KERBAY, 2008, p. 225).
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Floração e chuva de sementes em mata secundária em São Paulo, SP.

Floração e chuva de sementes em mata secundária em São Paulo, SP.

identificados segundo o sistema de Engler & Prantl (Joly 1985), e quantificados separadamente para cada espécie. Foram consideradas em floração e em frutificação as espécies que tiveram amostrada ao menos uma estrutura reprodutiva nas peneiras coletoras. As amostras encontram-se na coleção do Departamento de Ecologia Geral (USP). No caso de espé- cies com flores de sexos separados, a quantificação foi feita para cada um deles distintarnente. O material não identifica- do foi quantificado separadamente em morfos. O termo propágulo foi utilizado em seu sentido mais amplo, referin- do-se a todas as unidades de dispersão que não apresentaram sinais de danos ou anormalidades. Outros autores comumente empregam o termo “seed” neste sentido (Grime et al. 1981, Silvertown 1981, Roberts 1986). Foram calculadas as densi- dades (unidades/m 2 ) mensais de botões, flores, frutos imatu-
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