Cromatografia líquida em coluna

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Determinação de ocratoxina A em cerveja por coluna de imunoafinidade e cromatografia líquida

Determinação de ocratoxina A em cerveja por coluna de imunoafinidade e cromatografia líquida

DETERMINAÇÃO DE OCRATOXINA A EM CERVEJA POR COLUNA DE IMUNOAFINIDADE E CROMATOGRAFIA LÍQUIDA. Análises de ocratoxina A em cervejas nacionais e importadas foram executadas por coluna de imunoafinidade e cromatografia líquida de alta eficiên- cia (CLAE) com detetor de fluorescência. Recuperações de ocratoxina A em amostras de cervejas contaminadas em níveis de 8.0 a 800pg/mL, foram de 81,2% a 95%, com coeficiente de variação entre 0% e 11%. O limite de detecção e o de quantificação foram 2.0pg/ mL e 8.0pg/mL, respectivamente. De um total de 26 amostras fabricadas no Brasil, somente 6 (23%) apresentavam traços (pg/mL) de ocratoxina A. Das 4 amostras de cerveja importadas analisadas, em duas, Irlanda e Alemanha, foram detectadas ocratoxina A em níveis de 25pg/mL e 82pg/mL, respectivamente.
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Sulfonamidas em leite por cromatografia líquida de alta eficiência com derivação pré-coluna e detecção por fluorescência.

Sulfonamidas em leite por cromatografia líquida de alta eficiência com derivação pré-coluna e detecção por fluorescência.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar e validar um método para deteminação de resíduos de sulfatiazol (STZ), sulfametazina (SMZ) e sulfadimetoxina (SDM) em leite UHT integral. A extração foi realizada com diclorometano e coluna de extração em fase sólida de sílica. Os resíduos, após derivação com fluorescamina, foram quantificados por cromatografia líquida de alta eficiência com detector de fluorescência. O limite de detecção das três sulfas em amostra de leite integral foi 0,3 µg L -1 e o limite de quantificação foi 1 µg L -1 para STZ e SMZ
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Verificação intralaboratorial da performance obtida em método de determinação de ocratoxina A por purificação em coluna de imunoafinidade e cromatografia líquida de alta eficiência usando café.

Verificação intralaboratorial da performance obtida em método de determinação de ocratoxina A por purificação em coluna de imunoafinidade e cromatografia líquida de alta eficiência usando café.

Diversos são os métodos em uso para medição de micotoxinas em alimentos. Especificamente para ocratoxina A em café, vargas, Santos e Pittet (2005), em estudo colaborativo (experimento de precisão), obtiveram desvio padrão relativo da repetitividade entre 7,42 e 20,94%, enquanto que o similar para a reprodutibilidade variou de 16,34 a 29,17%, empregando purificação em coluna de imunoafinidade e cromatografia líquida com detecção por fluorescência em café verde. Foi verificada tendência crescente nos desvios padrão ao longo do analito.

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Cromatografia líquida de alta eficiência para quantificação da degradabilidade de carbendazim. - Portal Embrapa

Cromatografia líquida de alta eficiência para quantificação da degradabilidade de carbendazim. - Portal Embrapa

O objetivo deste trabalho foi validar a metodologia que permita esta quantificação. Após seleção da coluna, tendo-se optado pela coluna de troca catiônica Shim–Pack WCS-1 e, as seguintes condições cromatográficas: temperatura da coluna 40 o C; fase móvel: fosfato de amônio 0,0125M; fluxo: 0,2mL min. -1 e detector de absorbância operando a 276nm, o método foi aplicado em ensaio de degradação de carbendazim, utilizando meio de cultura batata-dextrose (BD-50%) para a determinação das percentagens de recuperação do fungicida. O procedimento de extração utilizado neste trabalho permitiu a determinação dos resíduos de carbendazim com alta sensibilidade. A detecção positiva por CLAE foi baseada no tempo de retenção e no espectro do detector de conjunto de fotodiodos. A confirmação do pico foi possível pela comparação do tempo de retenção e o espectro de absorbância em ultravioleta da molécula teste, indicando índice de similaridade variando entre 0,99 e 1 entre a solução padrão de carbendazim e o meio de cultura suplementado com o fungicida.
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Determinação de paclobutrazol em manga por cromatografia líquida de alta eficiência. - Portal Embrapa

Determinação de paclobutrazol em manga por cromatografia líquida de alta eficiência. - Portal Embrapa

120 rpm. O resíduo foi transferido para um tubo de 10 ml lavando-se cuidadosamente as paredes do balão com 3 porções de 1 ml de metanol PR, em seguida o solvente foi totalmente seco sob ação de nitrogênio comercial. O resíduo foi finalmente ressuspendido com 2 ml de fase móvel e o tubo foi agitado vigorosamente. As amostras foram filtradas em filtro Millipore de 0,45 µm e transferidas para um frasco de injetor automático. As amostras foram injetadas no cromatógrafo líquido de alta eficiência. As condições cromatográficas para o CLAE foram coluna C-18 Synergi Fusion, 4 µm, 4,6 x 150 mm; eluição isocrática; fase móvel: metanol HPLC: água (60:40) v/v; vazão 1 mL min -1 , volume de injeção 20 µL; detecção no UV a 220 nm. Para a validação do método foram utilizadas amostras testemunha fortificadas com o padrão do pesticida. Amostras não fortificadas foram analisadas como testemunhas.
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Quantificação de vitamina a em concentrados polivitaminicos por cromatografia líquida de alta eficiência

Quantificação de vitamina a em concentrados polivitaminicos por cromatografia líquida de alta eficiência

Atualmente o interesse por vitaminas tem sido de grande importância na saúde humana e animal. Suas concentrações nos ingredientes são baixas, sendo necessário a adição nas dietas, através da utilização de complexos multivitamínicos, agregando custos à alimentação que por vezes são representativos. No presente estudo buscou-se a validação do método por cromatografia liquida de alta eficiência para determinação de vitamina A em concentrados multivitamínicos para a nutrição animal. A metodologia de análise de vitamina A foi a partir do método publicado na “United States Pharmacopeia”, adaptado às condições do Laboratório de Análises Micotoxicológicas da Universidade Federal de Santa Maria. A fase móvel utilizada para a determinação da vitamina (All-trans-retinol) foi composta de metanol: água (98:2 v/v). O comprimento de onda ideal para a vitamina A no detector UV, foi de 325 nm. Utilizou-se coluna de fase reversa C18, vazão de 1 mL/min e temperatura da coluna de 40º C. O tempo de análise cromatográfica ocorreu em 8 minutos, sendo que a vitamina A eluiu em 4,2 minutos. O método mostrou-se linear, apresentando um coeficiente de correlação igual a r = 0,9995, nas concentrações de 0,475 – 9,50 µg/mL. O limite de quantificação encontrado para amostras nas quais o veiculo para adição de vitaminas apresentavam partículas desuniformes (Aderex) foi de 0,24 µg/mL. A vitamina A foi extraída com o emprego de hexano, após processo de hidrólise e saponificação. O coeficiente de recuperação do método foi de 85,98%. Na análise de repetitividade do método em amostras de “premixes” obteve-se uma média de CV de 1,52%. De acordo com os resultados encontrados, observa-se que 4 (26,67 %) das amostras de “premixes” analisadas apresentaram valor abaixo do esperado. Entre as 15 amostras analisadas, 6 (40,0 %) dos “premixes” apresentaram valores de vitamina A acima da concentração desejada. Somente 5 amostras (33,33 %) apresentaram valores de vitamina A dentro dos parâmetros de mínimo e máximo preconizados para alimentação de aves e suínos. O método mostrou-se eficiente, rápido e preciso para análise de rotina, disponibilizando desta forma, uma importante ferramenta para controle de qualidade na alimentação animal.
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Determinação de ginkgoflavonóides por cromatografia líquida de alta eficiência em matériasprimas e produtos acabados

Determinação de ginkgoflavonóides por cromatografia líquida de alta eficiência em matériasprimas e produtos acabados

As análises foram realizadas em cromatógrafo líquido Varian, modelo ProStar, acoplado com detector UV, modelo ProStar (Varian), software Varian Star Workstation versão 5.0 foi usado para registrar os cromatogramas e medir as áreas dos picos. A separação dos ginkgoflavonóides foi executada usando uma coluna Microsorb-MV 100 C18 (250 mm x 4,6 mm x 5 µm). Os solventes foram previamente filtrados em membrana de 0,45 µm (Millipore) e então desgazeificados em banho ultrassônico (Ultrasonic Cleaner Unique). Cromatografia foi realizada à temperatura de 25°C. A eluição foi realizada com metanol / água-ácido fosfórico 0,3% (v/v) num fluxo de 1 ml min -1 . O gradiente inicial foi 30% A – 70 % B; final foi 60% A; 40% B. Alíquotas de 20 µl das amostras foram injetadas com seringa Hamilton de 50 µl e a detecção dos picos foi registrada a 370 nm. Tempo de corrida foi de 40 min. Os cálculos de teor de ginkgoflavonóides foi baseado num fator de conversão das agliconas em glicosídeos, que para a quercetina é de = 2,504, para campferol é de 2,64 e para a isorahmnetina é de 2,437. ∑ (agliconas) x 2,51 = conteúdo de ginkgoflavonóides
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Ocorrência de aflatoxinas em arroz consumido por militares do Exército Brasileiro por cromatografia em camada delgada e cromatografia líquida de alta eficiência.

Ocorrência de aflatoxinas em arroz consumido por militares do Exército Brasileiro por cromatografia em camada delgada e cromatografia líquida de alta eficiência.

Para esse trabalho foi utilizado o método por CCD, conforme proposto por Soares & Rodriguez-Amaya (1989), que consiste na extração das toxinas com metanol/ KCl 4% (9:1), remoção de interferentes com solução de sulfato de amônio 30% e partição para clorofórmio. A quantificação de micotoxinas foi realizada por comparação visual da intensidade da fluorescência das amostras com padrões sob iluminação UV a 365nm, sendo que o limite de quantificação para o arroz obtido foi de 3mg/kg para AFB 1, AFB 2, AFG 1 e AFG 2. Os autores obtiveram para aflatoxina B 1 4mg/kg. As análises por CLAE foram realizadas seguindo-se a metodologia proposta por Lipigorngoson et al. (2003) que utilizaram método de cromatografia líquida de alta eficiência, utilizando o sistema MERCK HITACHI LA CHROM . Essa metodologia fundamenta-se na extração de aflatoxinas usando uma mistura de metanol e água concentrados por meio de uma coluna de imunoafinidade. As aflatoxinas B 1 , B 2 G 1 e G 2 foram separadas por cromatografia líquida, com fase móvel composta por água/acetonitrila/metanol (3:1:1), acrescidos de 119mg de brometo de potássio e 350ml de ácido nítrico 65% a fluxo de 1,0ml/min, usando coluna RP 18. Após separação, as aflatoxinas foram derivatizadas em um reator pós-coluna eletroquímico marca KOBRACELL e pesquisados por detector de fluorescência, com comprimento de onda de 360nm e 425nm para B 1 e B 2 e 455nm para G 1 e G 2 . Nesse trabalho o limite de quantificação foi de 0,5mg/kg para cada aflatoxina.
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Determinação de paclobutrazol em solo por cromatografia líquida de alta eficiência. - Portal Embrapa

Determinação de paclobutrazol em solo por cromatografia líquida de alta eficiência. - Portal Embrapa

Vinte gramas de amostra de solo (Neossolo Quartzarênico) previamente seca a temperatura ambiente e peneirada com uma malha de granulometria de 2mm, foram pesadas em um erlenmeyer de 250 ml com tampa. Em seguida foram adicionados 70 ml de metanol PR em cada amostra, deixada sob agitação por 60 min, utilizando uma incubadora refrigerada com agitador orbital Tecnal, modelo T-424, com temperatura controlada a 25ºC e rotação de 160 rpm. Após o término, as amostras foram deixadas em repouso durante 30 min. A seguir o sobrenadante foi filtrado a vácuo (utilizando um sistema de filtração constituído de kitassato de 250 ml, funil de bücher e filtro de fibra de vidro de 70 mm de diâmetro, GF/C da Whatman, evitando que o solo fosse despejado sobre o filtro). O processo foi repetido mais duas vezes consecutivas usando 35 ml de metanol PR, agitado por 30 min, sendo que a última filtração foi feita imediatamente após a agitação e o solo totalmente transferido para o funil, lavando com pequenas quantidades de metanol PR. O filtrado foi transferido para um balão de 250 ml de fundo redondo e o kitassato lavado com pequenas quantidades de metanol PR. O solvente foi totalmente evaporado num rotaevaporador, a 35ºC ± 2ºC e 120 rpm. O resíduo foi transferido para um tubo de 10 ml lavando-se cuidadosamente as paredes do balão com 3 porções de 1 ml de metanol PR, em seguida o solvente foi totalmente seco sob ação de nitrogênio comercial. O resíduo foi finalmente ressuspendido com 2 ml de fase móvel e o tubo foi agitado vigorosamente. As amostras foram filtradas em filtro Millipore de 0,45 μm e transferidas para um frasco de injetor automático. As amostras foram injetadas no cromatógrafo líquido de alta eficiência. As condições cromatográficas foram: coluna C-18 Synergi Fusion, 4 μm, 4,6 x 150 mm; eluição isocrática; fase móvel: metanol HPLC: água (60:40) v/v; vazão 1 ml min -1 , volume de injeção 20 μl; detecção no UV a 220 nm.
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DESENVOLVIMENTO DE MÉTODO ANALÍTICO POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA PARA DETERMINAÇÃO DE FTALATOS EM PLÁSTICOS

DESENVOLVIMENTO DE MÉTODO ANALÍTICO POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA PARA DETERMINAÇÃO DE FTALATOS EM PLÁSTICOS

Observa-se através da Figura 1a, que no condicionamento do cartucho, ocorre a ativação dos sítios disponíveis do adsorvente; Na Figura 1b, observa-se a Introdução da amostra, ou seja, passagem da amostra pelo cartucho. No caso de matriz complexa pode ocorrer a retenção do analito e às vezes de alguns interferentes; Na Figura 1c, tem-se a limpeza ou lavagem da coluna (fase estacionária) para retirada dos interferentes menos retidos que o analito; Na Figura 1d, observa-se a Eluição do analito e na figura 1e, ocorre a análise cromatográfica . Ressalta-se que a EFS ocorre em várias etapas e qualquer erro em uma uma delas pode ocasionar perda da amostra. Portanto, o analista deve conhecer as características do analito para que possa escolher qual o solvente, cartucho, volume e eluentes necessários para uma boa extração do analito na matriz.
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Aplicação da cromatografia líquida de alta eficiência para quantificação direta da 17.

Aplicação da cromatografia líquida de alta eficiência para quantificação direta da 17.

Utilizou-se um equipamento para cromatografia li- quida de alta eficiência HP1100 (Hewlett-Packard) cons- tituído por amostrador automático, bomba quaternária e detector UV com comprimento de onda variável. A detecção foi feita em 246 nm. Para a separação cromato- gráfica empregou-se coluna analítica ODS-Hypersil ® (125 x 4 mm, 5 µm), com coluna-guarda equivalente, ambas obtidas da Hewlett-Packard e mantidas a 40 °C durante a análise. A fase móvel foi água-metanol (4:6; v/v) com vazão de 1,0 mL/min. A água utilizada foi obtida empregando sistema Milli-Q de purificação (Millipore) e o metanol foi grau cromatográfico (EM Science). Para posterior análi- se comparativa com RIA, a fração correspondente à
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Avaliação da Cromatografia Líquida de Alta Eficiência e Eletroforese Capilar no Estudo...

Avaliação da Cromatografia Líquida de Alta Eficiência e Eletroforese Capilar no Estudo...

ordem de eluição enantiomérica dos metabólitos seria a mesma ordem de eluição dos enantiômeros da HCQ, visto que eles diferem somente nos grupos alquila da função amino da cadeia lateral [IREDALE & WAINER, 1992]. Sendo assim, utilizamos a coluna Chiral AGP e a mesma fase móvel para analisar os enantiômeros individuais da HCQ, DCQ e DHCQ, obtidos por separação semi-preparativa na coluna Chiralpak AD-RH. Com base nesse experimento foi possível determinar a seguinte ordem de eluição: (-)-(R)-DCQ (1) e (+)-(S)-DCQ (2), (-)-(R)-HCQ (3) e (+)-(S)-HCQ (4), (-)-(R)-DHCQ (5), (+)-(S)-DHCQ (6). Posteriormente, a ordem de eluição foi comprovada em um experimento de incubação dos enantiômeros isolados da HCQ com frações microssomais de fígado de ratos e camundongos.
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Validação de metodologia para dosagem de porfirinas urinárias por cromatografia líquida de alta eficiência.

Validação de metodologia para dosagem de porfirinas urinárias por cromatografia líquida de alta eficiência.

Porfirinas são produtos originados da biossíntese do heme. As enzimas envolvidas neste processo podem ter sua atividade inibida por fatores genéticos, adquiridos ou uma combinação de ambos, acarretando um aumento sérico do substrato correspondente que será eliminado pela urina. Considerando-se a importância do diagnóstico precoce nas alterações da biossíntese do heme, o objetivo deste trabalho foi desenvolver um método de cromato- grafia líquida de alta eficiência (CLAE) com detecção por fluorescência, sensível o suficiente para identificar cinco frações de porfirinas urinárias: uroporfirina (8-carboxil porfirina), heptaporfirina (7-carboxil porfirina), hexaporfirina (6-carboxil porfirina), pentaporfirina (5-carboxil porfirina) e coproporfirina I e III (4- carboxil porfirinas). Métodos de extração por detecção espectrofotométrica não são sensíveis para este propósito. O cromatógrafo utilizado, da marca Shimadzu, é composto de duas bombas, injetor automático e detector de fluorescência (RF-535) com excitação de 400 nm e emissão de 620 nm. Foi utilizada uma coluna de fase reversa com um programa de gradiente linear. O método desenvolvido apresentou linearidade de 8,0 a 120,0 µg/L para as frações de interesse, demonstrando ser adequado na identificação e quantificação das porfirinas com diferentes grupos carboxílicos, importantes para o diagnóstico precoce e acompanhamento de porfirias.
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Teores de carotenóides em mamão e pêssego determinados por cromatografia líquida de alta eficiência.

Teores de carotenóides em mamão e pêssego determinados por cromatografia líquida de alta eficiência.

de 80 a 150 g foi pesada e extraída, os carotenóides foram transferidos para éter de petróleo, saponificados e concentra- dos em rota-evaporador da mesma maneira descrita anterior- mente. Uma coluna aberta foi montada da seguinte maneira: no fundo da coluna colocou-se lã de vidro e, sobre esta, uma mistura de MgO:Hiflosupercel (1:1), ativada durante quatro horas em estufa a 150 °C, foi adicionada até atingir uma altura de aproximadamente 25 cm. A coluna foi encaixada sobre um kitassato e com o auxílio de um bastão plástico, com uma rolha invertida em uma das extremidades, a mistura foi pressionada para baixo, para proporcionar um empacotamento uniforme. Então, colocou-se o conjunto em vácuo moderado durante uma hora, para garantir um melhor empacotamento. Depois desse período, colocou-se uma camada de 1 cm de sulfato de sódio anidro e éter de petróleo foi adicionado até que a coluna ficasse completamente molhada. O extrato foi acrescentado à coluna e éter de petróleo com porcentagens crescentes de éter etílico (2 e 4%) e acetona (12, 15, 20, 30 e 80%) foram utilizadas para a separação e eluição dos carotenóides da coluna.
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Determinação de cafeína em bebidas estimulantes por cromatografia líquida e espectrofotometria UV-Vis

Determinação de cafeína em bebidas estimulantes por cromatografia líquida e espectrofotometria UV-Vis

A cromatografia compreende um grupo de métodos que permitem separação, identificação e determinação de diversas substâncias de complexidades diversas. Basicamente existem dois tipos de cromatografia, a planar e a em coluna. Na primeira uma fase estacionária é suportada sobre uma placa plana ou nos poros de um papel. Nas separações cromatográficas em coluna a amostra é transportada por uma fase móvel. Essa fase móvel é forçada a ser transportada através de uma fase estacionária imiscível fixa colocada em uma coluna ou sobre uma superfície sólida. As duas fases são selecionadas de modo que os componentes da amostra organizem-se entre as fases móvel e estacionária em diferentes graus. Os componentes que são retidos na fase estacionária movem-se lentamente pela fase móvel. Já os componentes que têm interação mais fraca com a fase estacionária movem-se de maneira mais rápida. Em virtude dessas distintas velocidades de migração, os componentes da amostra são separados por bandas ou zonas que podem ser analisadas e determinadas quantitativamente e qualitativamente (SKOOG et al, 2009).
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DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE MÉTODO POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA EM FASE REVERSA PARA ANÁLISE DE FEBUXOSTATE

DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE MÉTODO POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA EM FASE REVERSA PARA ANÁLISE DE FEBUXOSTATE

Febuxostate é um novo fármaco, não purínico, indicado para o tratamento da hiperuricemia em pacientes com gota. No presente trabalho foi desenvolvido e validado método por cromatografia líquida em fase reversa (CL-FR) para determinação de febuxostate em produtos farmacêuticos. No método por CL-FR foi utilizada coluna XTerra C18 (150 mm x 3,9 mm d.i), mantida a 25 o C. A fase móvel foi composta de água ultra-pura (pH 3,5): acetonitrila (40:60, v/v), eluída na vazão de 0,8 mL/ min com detecção no ultravioleta a 316 nm. A separação cromatográfica foi obtida no tempo de 3,9 min, sendo linear na faixa de concentração de 0,25-30 µg/mL (r 2 =0,9995). A especificidade do método foi comprovada através de estudos de degradação realizados por cromatografia líquida e espectrometria de massas, demonstrando que não houve interferência dos excipientes e dos produtos de degradação na quantificação do fármaco. Além disso, o teste de citotoxicidade in vitro das amostras degradadas, apresentou diferenças significativas (p <0,05) em relação à forma intacta. A precisão foi de 100,54%, com “bias” menor do que 0,65%. Os limites de detecção e de quantificação foram de 0,08 e 0,28 µg/mL, respectivamente. O procedimento foi validado, avaliando-se os parâmetros de especificidade, linearidade, precisão, exatidão, limite de detecção e quantificação, robustez e teste de adequabilidade do sistema, cujos resultados estão de acordo com os requisitos preconizados. O método proposto foi aplicado no estudo de dissolução e análise de formas farmacêuticas de comprimidos, contribuindo, assim, para aprimorar o controle da qualidade de medicamentos, bem como garantir a segurança e eficácia no uso terapêutico.
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DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE METODOLOGIAS PARA AVALIAÇÃO DE ETORICOXIBE POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA E ESPECTROMETRIA DE MASSAS

DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE METODOLOGIAS PARA AVALIAÇÃO DE ETORICOXIBE POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA E ESPECTROMETRIA DE MASSAS

Na análise por ES, a amostra normalmente é dissolvida em mistura de água e solvente orgânico, comumente metanol, isopropanol ou acetonitrila, podendo ser infundida diretamente no espectrômetro de massas, ou injetada em fluxo contínuo, ou seja, contida no eluente e separada por coluna cromatográfica. Após a separação, a amostra é injetada no espectrômetro de massas. A passagem da fase líquida para gasosa (dessolvatação) é realizada com auxílio do gás nitrogênio, formando um “spray eletrolítico” e o capilar por onde passa a amostra encontra-se carregado eletricamente, daí a origem do nome electrospray. O composto assim vaporizado é captado pelo cone do espectrômetro e introduzido na câmara de vácuo, analisado e posteriormente detectado e quantificado (NIESSEN, 2003). Na Figura 3 está representada a fonte de electrospray.
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DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE METODOLOGIA PARA
AVALIAÇÃO DE RUPATADINA POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA E
ELETROFORESE CAPILAR

DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO DE RUPATADINA POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA E ELETROFORESE CAPILAR

seletividade e simetria (< 2%). A adição de 0,05% do reagente ácido 1-heptanosulfônico proporcionou uma melhora significativa da simetria do pico. Na avaliação da especificidade obtiveram-se cromatogramas nos quais os picos dos produtos de degradação encontraram-se resolvidos em relação ao pico do padrão (figura 1), e sem interferência dos excipientes da formulação. Além disso, utilizando o detector de arranjo de diodos (DAD), verificou-se que a substância química de referência (SQR) permaneceu com elevada pureza em todas as determinações, demonstrando especificidade e que o procedimento também pode ser usado para avaliação da estabilidade. O método apresentou regressão linear significativa r 2 = 0,9999, na faixa de concentração de 0,5 - 400 µg/mL. Os dados obtidos para a repetibilidade e precisão intermediária apresentaram coeficientes de variação inferiores a 1,27% (tabela 1), o que mostra a precisão do método proposto, destacando-se que a literatura preconiza coeficiente de variação menor ou igual a 2%. O valor médio experimental do teste de exatidão foi de 100,39%, demonstrando exatidão significativa, pois o valor percentual sugerido é de 100 ± 2% em relação ao declarado (SHABIR, 2003; SHABIR et al., 2007). Na avaliação da robustez, observou-se que as variações na proporção de acetonitrila, na vazão da fase móvel e na temperatura da coluna alteraram os tempos de retenção, o que não ocorreu utilizando diferentes valores de pH. Os resultados obtidos na verificação da performance do sistema cromatográfico apresentaram CV% inferiores a 2%, mostrando que o equipamento e condições da metodologia são adequados para assegurar a exatidão e precisão dos dados analíticos (USP, 2007). Concluiu-se, portanto, que o método proposto cumpre os requisitos preconizados pela literatura, podendo ser empregado para análise de rupatadina. A determinação quantitativa dos comprimidos selecionados para esse estudo forneceu resultados médios entre 96,14 e 100,56%, conforme a tabela 3, estando de acordo com os parâmetros de qualidade preconizados entre 95 e 105% (SHABIR, 2003; ICH, 2005; USP, 2007).
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DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE METODOLOGIA PARA
AVALIAÇÃO DE FLUTICASONA POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA
E ELETROFORESE CAPILAR

DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO DE FLUTICASONA POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA E ELETROFORESE CAPILAR

O propionato de fluticasona (PF) é um glicocorticóide sintético com potente atividade anti- inflamatória utilizado efetivamente no tratamento de rinites alérgicas sazonais e perenes, minimizando a atividade sistêmica. No presente trabalho foram desenvolvidos e validados métodos para avaliação de PF em produtos farmacêuticos. As análises por cromatografia líquida em fase reversa foram realizadas utilizando coluna Shim-pack CLC-ODS (150 x 4,6 mm), mantida à 35ºC. A fase móvel foi composta de acetonitrila/ metanol/ tampão fosfato 0,01M pH 4 (35:35:30), eluída na vazão de 1 mL/min e detecção no ultravioleta a 240 nm. A separação cromatográfica foi obtida no tempo de 8 minutos, sendo linear na faixa de concentração de 0,05-150 μg/mL (r 2 = 0,9999). O método foi aplicado para análise de PF em cremes e sprays nasais. Paralelamente, desenvolveu-se e validou-se método por cromatografia eletrocinética micelar. Executaram-se as análises utilizando capilar de sílica (comprimento efetivo de 40 cm e diâmetro de 50 μm) e solução eletrolítica composta de borato 25 mM e SDS 25 mM, pH 9. O capilar foi mantido a temperatura de 35ºC, e aplicada voltagem de 20 kV. O tempo de injeção foi de 6 s com pressão de 50 mbar e detecção no UV a 238 nm. Realizou-se a separação eletroforética com tempo de migração de 5,6 e 5,1 minutos para o PF e acetato de prednisolona (padrão interno), respectivamente, com tempo de corrida de 7 minutos. O método foi linear na faixa de 2-80 μg/mL (r 2 = 0,9956). Os procedimentos foram validados, avaliando-se os parâmetros de especificidade, linearidade, precisão, exatidão, robustez, limite de detecção e quantificação, cujos resultados cumpriram os requisitos preconizados. Os métodos propostos foram utilizados para análise de produtos farmacêuticos, demonstrando que não há diferenças significativas dos resultados (P > 0,05). Assim, os procedimentos pesquisados contribuem para aprimorar o controle da qualidade, garantindo a segurança e eficácia terapêutica das formulações farmacêuticas.
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Avaliação por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (Hplc) da Interação Atrazina-Carboximetilcelulose.

Avaliação por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (Hplc) da Interação Atrazina-Carboximetilcelulose.

A cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) é o mais novo e importante membro de uma família inteira de técnicas de separação. A HPLC utiliza instrumentos com um intervalo maior de resolução por menor tempo e operação totalmente automatizada. O Instrumental de HPLC consiste de reservatórios da fase móvel, uma bomba, um injetor, uma coluna de separação e um detector, conforme diagrama disposto na Figura 1.

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