Cuidadores informais

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Abstract E book Cuidadores Informais Pessoas Idosas

Abstract E book Cuidadores Informais Pessoas Idosas

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Qualidade de vida dos cuidadores informais de idosos dependentes

Qualidade de vida dos cuidadores informais de idosos dependentes

Ao nível da escolaridade verifica-se que a maioria dos cuidadores informais apresentava uma baixa literacia, sendo que 20% sabiam ler e escrever mas não frequentaram a escola; 30% frequentaram a escola entre o 1º- 4º ano, 20 % frequentaram o 5º e 6º ano, e 10% tinham curso superior. Estes dados vêm ao encontro de Mendonça, F. et al. (2000), que refere que a maioria dos cuidadores informais frequentaram 4 anos de escolaridade, apresentando uma baixa literacia, o que pode interferir directa ou indirectamente, no cuidado efectivo e adequado ao idoso dependente, pois necessitam de maior apoio e informação por parte da rede formal.
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Mestrado sobrecarga dos cuidadores informais com quadro de d

Mestrado sobrecarga dos cuidadores informais com quadro de d

Quando o utente tem melhores percepções (insights) das suas necessidades, desejos e capacidades em relação às oportunidades proporcionadas por meio particular, está capacitado para viver de modo mais efectivo. O aconselhamento aplicado como educação, prevenção, de apoio, situacional, voltado para a solução de problemas, trabalha o consciente. Nos cuidadores informais com pessoas de demência na promoção de saúde e reabilitação é um processo de consciencialização das suas necessidades não satisfeitas ou das transições, quer nas situações de luto ou possível perda. O termo “processo” ajuda a ter a ideia sobre a essência do aconselhamento. Este é uma sequência identificável de acontecimentos num determinado tempo. O processo de aconselhamento é sem dúvida uma forma terapêutica adequada na sobrecarga dos familiares cuidadores. O mesmo demonstra como os cuidadores que acompanham os familiares com demência, quer nos papéis de transição, quer nas suas necessidades, ou ainda no luto dos seus familiares, sentem com menor impacto essa perda. Após
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A Sobrecarga dos Cuidadores Informais de Pessoas Idosas

A Sobrecarga dos Cuidadores Informais de Pessoas Idosas

Quanto ao estado civil dos cuidadores informais integrantes desta amostra, a maioria são casados (45,2%) ou solteiros (32,3%), constituindo 77,5% do total da amostra. Estes dados são semelhantes aos de Queirós, Silva e Marques (2010) e aos de Loureiro, Fernandes, Marques, Nóbrega e Rodrigues (2013), com 86% e 80,4% respetivamente. Relativamente à relação que o cuidador tem com a pessoa a quem presta cuidados, verifica-se que a maioria (61,2%) da amostra são filhos/as da pessoa cuidada, sendo que outros tipos de relacionamento foram pouco representativos. Com a análise dos outros estudos referenciados, confirma-se que os filhos/as apresentam uma maior predominância no papel de cuidadores informais do seu familiar.
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Conhecimento dos Cuidadores Informais no cuidar do seu familiar idoso dependente

Conhecimento dos Cuidadores Informais no cuidar do seu familiar idoso dependente

Relativamente às competências dos cuidadores informais, podemos concluir que os familiares são detentores de conhecimento ao nível dos diversos autocuidados, tais como, higiene, vestir e despir, alimentação por via oral, uso do sanitário, posicionar, transferir e usar cadeira de rodas. No entanto, é de notar que alguns cuidadores têm défice de conhecimento relativamente ao alinhamento corporal num posicionamento e à frequência do mesmo. Podemos concluir também que, no que se refere à gestão do regime medicamentoso, os cuidadores têm dificuldades em evidenciar os efeitos adversos, a ação da medicação e as precauções. Por fim, os cuidadores necessitam de mais informação por parte dos profissionais, relativamente aos fatores de risco para prevenir possíveis acidentes.
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Alfabetização em saúde de cuidadores informais de idosos com Alzheimer

Alfabetização em saúde de cuidadores informais de idosos com Alzheimer

O Alzheimer ocasiona perda de autonomia e independência no idoso, fazendo com que ele necessite de assistência direta de cuidadores. No contexto familiar, é preciso que o cuidador informal busque, compreenda e compartilhe as informações acerca do cuidado ao idoso. Acredita-se que quanto maior a Alfabetização em Saúde do cuidador informal do idoso com Alzheimer, melhor será a assistência prestada por ele. Objetivou-se avaliar a Alfabetização em Saúde de cuidadores informais de idosos com Alzheimer. Estudo instantâneo, de abordagem qualitativa, realizado com 42 cuidadores informais de idosos com Alzheimer do Ambulatório do Centro de Atenção ao Idoso em Fortaleza. Os cuidadores foram selecionados intencionalmente e por conveniência. Os critérios de inclusão foram: ser cuidador informal de idoso com Alzheimer cadastrado no ambulatório; ser o responsável principal pelo cuidado; estar acompanhando a pessoa idosa em algum atendimento. Para coleta de dados utilizou-se o questionário sociodemográfico do cuidador e do cuidado ao idoso e o instrumento Health Literacy . A análise dos dados quantitativos deu-se através do software Statistical Package for the Social Sciences versão 20.0. Para o tratamento dos dados qualitativos utilizou-se o software Interface de R pour les Analyses Multidimensionnelles de Textes et de Questionnaires versão 0.6 e a análise qualitativa de conteúdo proposta por Mayring. Os níveis de Alfabetização em Saúde foram analisados tendo-se como referência a classificação da Organização Mundial de Saúde. A pesquisa teve aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Ceará, com parecer n° 1.457.063. Os cuidadores foram em sua maioria mulheres, com sobrecarga de trabalho, déficit de conhecimento e sem suporte social de apoio. Quanto à classificação da Alfabetização em Saúde houve prevalência dos níveis funcional e conceitual. Os cuidadores buscaram informações sobre os cuidados com os medicamentos do idoso nos serviços de saúde. No que concerne à compreensão das informações recebidas, apesar de relatarem compreenderem-nas, alguns cuidadores permaneceram com dúvidas. A família foi o principal meio de compartilhamento das informações recebidas pelos cuidadores. A participação em grupo de apoio foi um recurso favorável ao cuidador. Nessa perspectiva, faz-se necessário que o enfermeiro forneça suporte ao cuidador informal do idoso com Alzheimer, estimulando-o a participar do grupo de apoio, de reuniões educativas e cursos de capacitação ao cuidador ofertados pelo serviço.
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Vivências dos cuidadores informais da pessoa com doença oncológica

Vivências dos cuidadores informais da pessoa com doença oncológica

Medo é talvez o sentimento que mais atinge a vida dos cuidadores informais, este tipo de sentimento está presente desde que têm conhecimento da doença até que recebem a notícia que estão finalmente livres do cancro, ou então, que o fim do seu familiar está próximo. Em muitos casos, e como é visível numa das entrevistas supracitadas, eles estão conscientes do que vai acontecer, sabem que não há mais nada que possam fazer, mas entram pelo “caminho” da negação, talvez este seja o refúgio para atenuar a sua dor, mas dão o seu melhor contra as suas debilidades.
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Desvelando o cotidiano dos cuidadores informais de idosos.

Desvelando o cotidiano dos cuidadores informais de idosos.

infra-estrutura e de suporte para que os familiares possam efetivamente exercer o papel de cuidadores informais. É necessário que, além de se conhecerem as necessidades de cuidado da pessoa dependente, também se conheça a situação dessas famílias: suas demandas, suas crenças, seus valores e suas práticas sócio-culturais. Espera-se que os profissionais de saúde do Programa Saúde da Família, do município de Montes Claros-MG, onde foram coletados os dados deste estudo, sintam-se instigados a voltar sua atenção à realidade enfrentada pelos cuidadores informais que, muitas vezes, são ignorados pela sociedade e afastados das discussões familiares. Assim, ao analisar os desafios vividos pelo cuidador, os profissionais da saúde poderão participar ativamente da assistência ao cuidador de idosos, valorizando-o e dando-lhe suporte nos cuidados, oferecendo capacitação a ele e a sua família sobre como lidar com situações potencialmente geradoras de conflitos e tensões a fim de contribuir para a qualidade de vida do ser cuidado, cuidador e a família no domicílio.
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O fardo em cuidadores informais de pacientes dementados

O fardo em cuidadores informais de pacientes dementados

Assistimos a uma série de inovações, conceitos, fenômenos e acontecimentos que a contemporaneidade traz consigo neste novo milênio. O exponencial crescimento da população idosa em países em desenvolvimento, como o caso do Brasil, é um destes fenômenos. Essa evolução demográfica há muito vem se tornando uma preocupação real dos gestores de saúde, influenciando profundamente a prática da enfermagem. O fato é que a população mundial vem envelhecendo rapidamente e, com isto, nossa sociedade vem sofrendo transformações. A velhice traz consigo desafios. O principal deles é pensar em envelhecimento sem ter de associá-lo a doenças que limitem a vida diária do idoso e daqueles ao seu redor, tornando-o dependente de outras pessoas. Mas, uma vez necessitado, o idoso deficitário tem na família a sua base, o seu sustentáculo, pelo menos assim deveria ser. O que ocorre, na prática, é a família não ter a preparação desejada, com o conhecimento mínimo e o suporte necessário para assumir tão relevante função. Sem perceber, ficam todos sobrecarregados, desgastados e o estresse sobrevém como consequência natural, afetando o bem-estar e a saúde de todos. Este trabalho tem por objetivo analisar os cuidadores informais de pacientes idosos dementados no que se refere à presença de sobrecarga emocional e física (fardo), relacionando-a ao cuidado prestado por estes cuidadores aos pacientes por eles cuidado. A presente pesquisa foi desenvolvida obedecendo a quatro etapas: a primeira cuidou de compreendê-la por meio de uma revisão de literatura acerca do tema, seus conceitos e desdobramentos; a segunda etapa abordou o método utilizado para trabalhar a pesquisa, por meio do estudo qualitativo, descritivo e exploratório, de forma a identificar a presença de sobrecarga emocional e física (fardo) a que são acometidos os cuidadores informais de pacientes com demência; a terceira etapa, por sua vez, cuidou de realizar uma pesquisa de campo na qual foram realizadas entrevistas e foram utilizadas ferramentas para mensurar o grau de sobrecarga dos cuidadores; a etapa final tratou da análise e discussão dos dados coletados. Analisou-se o conteúdo destes dados e, com os resultados, procurou-se correlacionar os relatos dos entrevistados aos dados observados. Acredita-se que os resultados possam contribuir significativamente tanto para a área acadêmica quanto para a área assistencial de atenção aos cuidadores.
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Suporte social e coping nos cuidadores informais de idosos dependentes

Suporte social e coping nos cuidadores informais de idosos dependentes

Considerando, por um lado, o aumento do número de pessoas idosas, resultante do aumento da esperança de vida e do declínio da natalidade, ao qual se associa uma maior prevalência das doenças crónicas e de dependência nas actividades da vida diária, e por outro lado, a tendência de manter os idosos nos seus domicílios, seja pela preservação da sua autonomia e dignidade ou pela diminuição dos custos nas políticas sociais e de saúde, os cuidados informais assumem particular relevância na sociedade actual. Assim, ao longo dos últimos anos, tem vindo a verificar-se uma crescente atenção e preocupação relativamente aos cuidadores informais, que se evidencia pelas investigações desenvolvidas neste âmbito. Destacam-se Nolan et al (1989, 1990,1995, 1996, 1998), Paúl (1997), Brito (2002), Imaginário (2002), Martins, Ribeiro & Garrett (2003), Lage (2005), Martín (2005), Ribeiro (2005), Santos (2005), Sequeira (2007) e Figueiredo (2007).
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Perfil e nível de resiliência dos cuidadores informais de idosos com Alzheimer

Perfil e nível de resiliência dos cuidadores informais de idosos com Alzheimer

Resumo: Os objetivos do estudo foram identificar o perfil dos cuidadores de idosos com Alzheimer e o nível de resiliência. Foram realizadas entrevistas e aplicação da Escala de Resiliência com 10 cuidadores informais. A maioria dos cuidadores era de mulheres, a idade média do doente era de 84 anos, o tempo médio de diagnóstico era de 03 anos. Sete cuidadores eram casados, escolaridade entre os níveis superior e médio completos. Seis entrevistados contavam com a ajuda de ao menos uma pessoa. Metade dos idosos permanecia parte do dia no centro de convivência. Os cuidadores apresentaram nível de resiliência alto. Negligenciavam cuidados com a própria saúde e não pensavam na possibilidade de institucionalização do idoso. Concluiu-se que, receber a ajuda de pessoas, manter atividades de interesse pessoal, além de contar com um local que ofereça assistência profissional são fatores que contribuem para o melhor enfrentamento da situação pelo cuidador.
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Cuidadores informais de pessoas com demência - perceções e necessidades socioeducativas

Cuidadores informais de pessoas com demência - perceções e necessidades socioeducativas

Por outro lado, a sobrecarga física, mental, social e financeira, são aspetos associados como consequências negativas que a prestação informal de cuidados exerce sobre o cuidador (Andrade, 2009; Figueiredo, 2007; Sequeira, 2010). O termo “sobrecarga” tem se tornado um conceito-chave no âmbito da investigação sobre cuidadores informais. O impacto negativo da prestação de cuidados no cuidador informal é frequentemente denominado pela literatura científica de sobrecarga. Ao analisarem as consequências da prestação informal de cuidados, os investigadores distinguem dois tipos de sobrecarga: objetiva e subjetiva (Figueiredo, 2007).A sobrecarga objetiva está relacionada com os acontecimentos e atividades concretas e referem-se às alterações dos padrões de vida dos cuidadores, facilmente observáveis e quantificáveis (sobrecarga física, económica, etc.). A sobrecarga subjetiva é interpretada como sentimentos, atitudes e reações emocionais face à experiência do cuidar, ou seja, como cada um avalia a sobrecarga objetiva (Sequeira, 2010). A possível distinção entre as duas dimensões traduz-se na possibilidade de se analisar separadamente as tarefas da prestação informal de cuidados e as respostas emocionais do cuidador (Figueiredo, 2007). Também Paúl e Fonseca (2005) definem sobrecarga como o conjunto de “ (…) consequências físicas, psicológicas e sociais resultantes do ato de cuidar de uma pessoa, sobretudo quando ela se encontra dependente” (p. 210). Podemos afirmar que a sobrecarga envolve todas as consequências negativas da prestação de cuidados.
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Aspectos psicossociais de cuidadores informais de pacientes portadores de Cardioversor...

Aspectos psicossociais de cuidadores informais de pacientes portadores de Cardioversor...

Ser cuidador informal de pacientes com doenças crônicas pode implicar em sobrecarga e sofrimento psicológico significativo, potencialmente prejudiciais para a própria saúde física e mental e para a recuperação do paciente. Pouco se sabe sobre as experiências e características psicossociais dos cuidadores de pacientes portadores de Cardioversor Desfibrilador Implantável (CDI), principalmente na população brasileira, de forma que o presente estudo (quantitativo descritivo transversal) teve por objetivos caracterizar demográfica e psicossocialmente uma amostra não probabilística de cuidadores informais de pacientes portadores de CDI que se encontravam em tratamento médico em um hospital-escola do interior do Estado de São Paulo. As variáveis estudadas incluíram: características sóciodemográficas, qualidade de vida, ansiedade, depressão e percepção de sobrecarga. Participaram da pesquisa 60 cuidadores, entrevistados entre setembro de 2010 a maio de 2011. Para a coleta dos dados foram usados: Roteiro de Entrevista Semiestruturada, elaborado para esta pesquisa, Questionário de Avaliação de Saúde SF-36, Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão e a Zarit Burden Interview. Os dados foram analisados quantitativamente de forma descritiva. Posteriormente verificou-se associação estatisticamente significativa (p ≤0,05) entre algumas variáveis de interesse, por meio do Teste Exato de Fisher. Os resultados mostraram que a média de idade dos cuidadores foi de 52,5 anos (DP=14,76), eram em sua maior parte do sexo feminino (n=45, 75%), o cônjuge do(a) paciente (n=39, 65%), com escolaridade predominante de até quatro anos (n=28, 46,67%), sendo a maioria (45, 75%) portadora de problemas de saúde. Vinte e cinco cuidadores (41,67%) apresentaram sintomas indicativos de ansiedade e 13 (21,67%) de depressão. Na avaliação da qualidade de vida, a média de escore mais elevado foi no domínio Aspectos Sociais (Média=78,12, DP=27,48) e o mais baixo em Vitalidade (Média=60,25, DP=26,03). O escore médio relacionado à percepção de sobrecarga foi de 19,93 (DP=12,51, Mediana= 18,5). Os participantes relataram alterações significativas em suas vidas após o implante do CDI, preocupações com a saúde do paciente e funcionamento do dispositivo, dificuldades relacionadas ao papel de cuidador, além de dúvidas sobre o desfibrilador implantável. Os resultados confirmaram que o implante do CDI no paciente impactou significativamente na vida de seus cuidadores informais, sendo necessário o oferecimento de apoio emocional e orientações específicas por parte dos profissionais da saúde para auxiliá-los na adaptação e enfrentamento adequado dessas situações. Dada a escassez de estudos brasileiros nesta população e alguns fatores metodológicos limitantes, é necessário que mais investigações sejam realizadas para comparar estes resultados.
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Vivências dos cuidadores informais do doente oncológico

Vivências dos cuidadores informais do doente oncológico

O tema deste projecto é “Vivências dos cuidadores informais do doente oncológico”. A eleição deste tema deve-se ao facto de, durante o século XX os principais problemas de saúde deixaram de ser patologias agudas e infecciosas e passaram a ser patologias crónicas, que perduram, recidivam e necessitam de terapêuticas por longos períodos de tempo. As doenças oncológicas não foram excepção a este caso, já que para algumas neoplasias foi possível alcançar a cura e para outras o máximo que se conseguiu fazer foi prolongar o tempo de vida. O foco primordial desta investigação são os cuidadores informais (CI), desta forma o aprofundamento desta temática permite identificar, não só, os benefícios mas também os potenciais danos e reacções negativas que esta actividade pode provocar. O diagnóstico de cancro num indivíduo, afecta negativamente o meio que o envolve, nomeadamente, o meio familiar. Assim, se a família não tiver um apoio específico (ao nível educativo, psicológico e social), mesmo perante a cura do doente, pode sofrer danos irreparáveis no que toca ao seu funcionamento, organização e capacidade de desenvolvimento.
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Sobrecarga e depressão em cuidadores informais de idosos dependentes

Sobrecarga e depressão em cuidadores informais de idosos dependentes

Pretendemos com este estudo fazer uma proposta de reflexão para um fenómeno social que exige cada vez mais atenção, devido ao envelhecimento da população e ao aumento da esperança média de vida, sobretudo nos países ditos desenvolvidos. É importante que o idoso viva com qualidade a sua velhice, mas sabemos que uma idade mais avançada aumenta o risco de dependências. Quando estas surgem, a família desempenha um papel primordial. Lidar com dependências, que podem estar associadas a depressões é suscetível de originar sobrecarga em quem cuida. Esta sobrecarga agravada pode originar depressões. Com uma amostra de cinquenta cuidadores informais, da zona de Lisboa, procurámos perceber a relação entre sobrecarga e dependência entre si (H1) e estas e as características socio-demográficas dos cuidadores (H2), a dependência do idoso (H3), as necessidades percecionadas (H4) e as estratégias de coping (H5). Concluímos que as situações de depressão são raras, mas a sobrecarga aumenta a possibilidade de depressão, bem como as dependências mais acentuadas. As estratégias de coping parecem-nos refletir as características sociodemográficas, nomeadamente o nível de escolaridade médio alto que encontrámos.
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Cuidadores informais de pessoas com Acidente Vascular Cerebral

Cuidadores informais de pessoas com Acidente Vascular Cerebral

O cuidador ao ser exposto a estas adversidades, pode manifestar uma série de alterações físicas e ao nível da saúde, como por exemplo queixas somáticas, dor músculo- esquelética crónica, cefaleias do tipo tensional, astenia e fadiga crónica, alterações do ciclo sono vigília, deterioro da função imune e uma predisposição à úlcera péptica e doenças cardiovasculares (Andrade, 2009). É ainda de salientar que aos cuidadores informais também se agregam altos níveis de depressão e ansiedade e alguma morbilidade psiquiátrica notável (Andrade 2008). Os problemas de caráter socioeconómico são outro tipo de alterações que o cuidador do sujeito dependente pode manifestar. Estes podem originar conflitos familiares, laborais, dificuldades económicas e diminuição das atividades sociais e de ócio. Os cuidadores também apresentam, por vezes, alterações físicas, psicológicas e sociais que podem culminar num sentimento de sobrecarga (Andrade, 2009). A consequência resultante da prestação contínua de cuidados é denominada de “sobrecarga”, “exaustão” ou “burden” do cuidador informal (Martins, Ribeiro & Garrett, 2003). A sobrecarga pode ser entendida como um conceito multidimensional que abarca a esfera biopsicossocial e resulta da procura de equilíbrio entre as seguintes variáveis: tempo disponível para o cuidado, recursos financeiros, condições psicológicas, físicas e sociais, atribuições e distribuição de papéis. Assim, o impacto emocional vivido pelo cuidador pode interferir com o cuidado prestado ao paciente, constituindo um fator preditor de um maior número de hospitalizações entre os pacientes, aumento de institucionalizações e maior mortalidade entre os cuidadores (Morais, Soares, Oliveira, Carvalho, Silva, Araújo, 2012).
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Aspetos positivos do cuidar e o apoio social percebido nos cuidadores informais de pessoas com demência

Aspetos positivos do cuidar e o apoio social percebido nos cuidadores informais de pessoas com demência

Como tal, quando um cuidador não possui um bom suporte social, sofre mais o desgaste na tarefa que realiza (Sanchez, Ferreira, Dupas e Costa, 2010). Isto porque o apoio social é uma ferramenta de coping para os cuidadores (Zimet et al., 1988). Vários autores (Bloom, 1990, Pearlin, 1986 ambos citados por Matsukura, Marturano & Oishi, 2002; Russel & Cutrona, 1991, Sarason, Sarason & Pierce, 1990 citados por Uchino, Bowen, Carlisle & Birmingham, 2012; Cohen & Wills, 1985), apontam uma relação entre o apoio social e o nível de saúde da pessoa em que o apoio social protege a saúde contra o stress sofrido. Goode et al (1998 citado por Losada et al., 2006), através do seu estudo, demonstraram que os cuidadores que têm maiores níveis de apoio, possuíam um melhor estado de saúde enquanto os cuidadores com baixos níveis de apoio social sofriam mais fisicamente com o cuidado que proporcionavam. Commissaris et al. (1995) comprovaram que a redução de contato social estava relacionada com estados depressivos nos cuidadores informais. Estudos demonstraram que indivíduos com um baixo nível de apoio social têm uma taxa de mortalidade alta, especialmente de doenças cardiovasculares (Barth, Schneider & von Kanel, 2010; Berkman, Leo-Summers & Horwitz, 1992 citado por Uchino, Bowen, Carlisle & Birmingham, 2012). Cohen e Wills em 1985 sugeriram ainda que os efeitos diretos do apoio social na saúde podiam ser mediados pelo efeito positivo, previsibilidade e um senso de autoestima. Também, Cohen (2004) e Uchino et al., (2012) vão ao encontro da mesma ideia ao afirmar que a fé de que os outros nos providenciaram recursos necessários pode aumentar a capacidade de enfrentar as exigências da vida e diminuir o stress, por outras palavras, o apoio social percebido.
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O que leva homens a se tornar cuidadores informais: um estudo qualitativo

O que leva homens a se tornar cuidadores informais: um estudo qualitativo

Introdução: O aumento da expectativa de vida tem levado a um aumento do número de pessoas que necessitam de cuidado, sendo a maior parte dele exercido por cuidadores informais e do sexo feminino. Entretanto, diversos estudos têm apontado um aumento no número de cuidadores masculinos. Neste contexto, este estudo pretende elencar motivações que levam homens a serem cuidadores informais. Métodos: Estudo qualitativo com entrevistas semiestruturadas, questionários sociodemográficos e questionários de Zarit em dez cuidadores homens inscritos no programa de atenção domiciliar de duas unidades de saúde de Porto Alegre. Resultados e Discussão: As motivações identificadas na prestação do cuidado foram a obrigação e a reciprocidade. A obrigação foi citada por todos os cuidadores e a falta de rede de apoio pareceu reforçá-la. A reciprocidade foi mencionada em quatro entrevistas e possuía maior correlação com o grau de parentesco “filho”. Estudos apontam que a motivação “obrigação” parece se correlacionar com maiores índices de sobrecarga, depressão e ansiedade quando comparado a um cuidado motivado pela reciprocidade. Na escala de Zarit, nenhum cuidador apresentou índice de sobrecarga severa, o que pode ter relação com uma maior procura por suporte social. Conclusão: Nota-se como é amplo e desconhecido o tema da relação da masculinidade com o papel de cuidador. Contudo, observou-se correlação entre o gênero e as motivações como obrigação e reciprocidade na prestação do cuidado, e insinua-se uma maior sobrecarga quando obrigação é o principal fator motivador.
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A qualidade de vida de cuidadores informais de idosos hospitalizados

A qualidade de vida de cuidadores informais de idosos hospitalizados

Este artigo é resultado de um estudo quali- tativo descritivo, que objetivou identificar como é a qualidade de vida dos familiares de idosos que acompanham as internações hospitalares. A amostra foi constituída por cinco cuidadores informais, familiares de idosos. A coleta de dados ocorreu no pe- ríodo entre julho e outubro de 2012, por meio de entrevistas semiestruturadas. Os dados foram analisados com a elaboração de quadros, que esclareceram as caracte- rísticas dos cuidadores entrevistados, as características do cuidado com o familiar idoso, bem como aspectos referentes à qualidade de vida do cuidador. Algumas questões que originaram as respostas or- ganizadas foram inspiradas no instrumen- to WHOQOOL – abreviado, uma versão em português. Destacam-se mudanças na qualidade de vida do cuidador durante a hospitalização do(a) idoso(a); ainda assim, frente a tais mudanças os cuidadores con- seguem preservar algumas atividades de enfrentamento. Observa-se a necessidade da criação de grupos de apoio, espaços de escuta e de diálogo para o fortalecimento dos cuidadores durante a hospitalização.
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Cuidadores informais de idosos em pós-operatório de cirurgia de fêmur proximal: prevenção de novas quedas.

Cuidadores informais de idosos em pós-operatório de cirurgia de fêmur proximal: prevenção de novas quedas.

Em relação ao conhecimento sobre preven- ção de quedas em idosos, a Tabela 2 mostra que 42,7% dos cuidadores informais referiram ter co- nhecimento sobre prevenção de quedas em ido- sos. Esse conhecimento fora adquirido por meio de revistas e jornais, ou por terem os cuidadores vivenciado a experiência anteriormente. Ade- mais, 14,6% foram orientados por profissionais da saúde. Quanto à prevenção de quedas, 48,3% consideraram possível a prevenção e 51,7% não acreditavam na prevenção de quedas em idosos. Quanto às medidas de prevenção referidas, ve- rificou-se que a modificação ambiental (coloca- ção de barras no banheiro, retirada de tapetes da casa, dentre outras) foi citada como a principal medida preventiva. No que se refere ao apoio re- cebido pelos demais membros da família, 58,4% consideraram que a divisão de tarefas acontecia em seu núcleo familiar e 41,7% relataram que se
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