Curvas S-N

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Análise da durabilidade e degradação de materiais compósitos com base nas curvas S-N

Análise da durabilidade e degradação de materiais compósitos com base nas curvas S-N

Apesar da recente explosão de trabalhos científicos sobre o tema ainda existem inúmeros aspetos por resolver e/ou para melhorar tais como as formulações de curvas S-N e dos diagramas de vida constante, leis de acumulação de dano não lineares que têm em conta a sequência das cargas aplicadas, métodos de contagem de ciclos que não afetem a sequência das cargas, consideração de componentes de tensão não proporcional no caso de estado biaxial/multiaxial de tensão, estudo do comportamento no regime de elevados ciclos (‘high cycle regimes’), desenvolvimento de métodos que tenham em conta a natureza estocástica do fenómeno de fadiga, etc.[1]
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Estudo das tensões residuais em juntas soldadas de materiais dissimilares e determinação dos limites de resistência à fadiga dos metais de base.

Estudo das tensões residuais em juntas soldadas de materiais dissimilares e determinação dos limites de resistência à fadiga dos metais de base.

A soldagem de metais dissimilares tem diversas aplicações na indústria. Notadamente na indústria alimentícia e na indústria nuclear, este tipo de junta, comum entre aço carbono A36 e aço inoxidável austenístico ou entre aço inoxidável austenístico e cobre e suas ligas, é sempre motivo de análise e cuidados especiais tendo em vista a necessidade de manter a integridade dos equipamentos. Variações térmicas e dimensionais durante o uso de equipamentos que possuem juntas de materiais dissimilares são sempre preocupantes porque nem sempre se conhece o histórico da fabricação ou mesmo da execução de alguma recuperação, diicultando o gerenciamento do envelhecimento. O conhecimento antecipado destas variações por meio do conhecimento da vida a fadiga pode contribuir muito no projeto, na escolha do processo de fabricação, na escolha do consumível de soldagem e obviamente na conservação e integridade do equipamento. Apresentam-se neste trabalho os resultados obtidos para as tensões residuais nas soldas dissimilares e as curvas S-N-P que relacionam tensão com o número de ciclos e a probabilidade de falha, para 4 metais: cobre eletrolítico, aço inoxidável AISI 304, aço inoxidável AISI 316L e aço carbono A36 que foram posteriormente soldados entre si.
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Avaliação experimental dos efeitos da fadiga térmica nas propriedades mecânicas de um aço inoxidável austenítico

Avaliação experimental dos efeitos da fadiga térmica nas propriedades mecânicas de um aço inoxidável austenítico

Observa-se na Figura 5.06, o deslocamento e a inclinação da curva S-N-P de 50% de probabilidade de falha para a esquerda dos ensaios de Fadiga Mecânica precedida da Fadiga Térmica em relação ao ensaio de Fadiga Mecânica pura. Este deslocamento indica a redução da vida à fadiga em razão do acréscimo da Fadiga Térmica. A Figura 5.06 deu origem a Figura 5.07 cujos pontos indicam a porcentagem do decaimento da vida à fadiga entre as duas curvas S-N-P de 50% de probabilidade de falha para o material fadigado termicamente e mecanicamente e somente mecanicamente. Quanto maior a carga utilizada na Fadiga Mecânica, menos a Fadiga Térmica interfere na vida do componente. O material tem seu limite de resistência aumentado na medida em que a carga de fadiga aplicada aumenta. A dispersão dos resultados se apresenta menor nos níveis de tensão mais elevados de Fadiga Mecânica. Uma maior carga da Fadiga Mecânica causa um maior endurecimento cíclico do material fazendo com que a influência da Fadiga Térmica seja menor na vida do componente, visto que o dano por Fadiga Térmica é o mesmo nestes corpos-de-prova ensaiados (2.000 ciclos térmicos entre 250ºC e 500ºC).
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T R A T A M E N T O S DE S E M E N T E S DE M I L H O

T R A T A M E N T O S DE S E M E N T E S DE M I L H O

Não se observaram diferenças favoráveis aos tratamentos, quer na germinação quer no número de plantas caídas, ou percentagem de espigas atacadas por moléstias, e produção.. Note-se que[r]

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Propriedades de transportes em fios e poços quânticos

Propriedades de transportes em fios e poços quânticos

Atomos isolados, como na Fig. 1(a), possuem n´ıveis de energia discretos para os estados eletrˆonicos, que s˜ao caracterizados por orbitais atˆomicos designados por 1s, 2s, 2p, 3s, 3p, 3d etc. Ao aproximarmos um grande n´ umero de ´atomos, como na Fig. 1(c), os n´ıveis de energia de cada um s˜ao perturbados levemente pela presen¸ca dos ´atomos vizinhos, tornando bem mais complicado o c´alculo dos estados eletrˆonicos nestes sistemas. Como consequˆencia do grande n´ umero de ´atomos presentes em um cristal, e do arranjo peri´odico dos ´atomos que formam a rede cristalina, os estados energ´eticos se organizam de tal maneira que aparecem faixas quase cont´ınuas de energias permitidas - as bandas de energia, separadas por faixas de energias proibidas - os gaps. Isto ocorre porque as fun¸c˜oes de onda dos el´etrons se superp˜oem, originando as faixas de estados poss´ıveis e energeticamente distintos. Os gaps s˜ao formados devido `as regi˜oes energeticamente proibidas de cada ´atomo.
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A L G U N S F U N G O S D O B R A S I L IV

A L G U N S F U N G O S D O B R A S I L IV

grossum Bailey, (pimentão doce), leg. Oliveira, Chapéu de Uvas, Juiz de Fora, Est. — Uredosoros hipófilos, amarelados, punctiformes, primeiro recobertos pela epiderme, depois pulverul[r]

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A L G U N S F U N G O S D O B R A S I L II

A L G U N S F U N G O S D O B R A S I L II

Os corpos de frutificação são de dois tipos : os menores, de 250-300pi de diâmetro, são porta- dores de conídias (Est.. Os primeiros são pulvinados, de aparência gelatinosa, curto-pedi[r]

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O N T H E O C C U R R E N C E O F C Y A N O L I P I D S I N Paullinia carpopodea C A M B E S S A N D P. cupana K U N T H S E E D O I L S

O N T H E O C C U R R E N C E O F C Y A N O L I P I D S I N Paullinia carpopodea C A M B E S S A N D P. cupana K U N T H S E E D O I L S

Ocorrência de Cianolipidios em Óleos das Sementes de Paullinia carpopodea Cambess e P.. cupana foi, provavelmente, causada pelo baixo teor com que estes componentes ocorrem  nas suas [r]

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Treatment of sputum specimens T h e s p e c i m e n s w e r e d i g e s t e d a n d d e c o n t a m i n a t e d u s i n g the m e t h o d of P e t r o f f , a n d then inoculated onto2 s l a n t s of L o w e n s t e i η - J e n s e n m e d i u m a n d 1 s

Treatment of sputum specimens T h e s p e c i m e n s w e r e d i g e s t e d a n d d e c o n t a m i n a t e d u s i n g the m e t h o d of P e t r o f f , a n d then inoculated onto2 s l a n t s of L o w e n s t e i η - J e n s e n m e d i u m a n d 1 s

S-tnce some o$ thc-be species may interfere with present and farther vaccination programo against Tuberculosis and Leprosy, these.. investigations indicate a necessity ofi carrying oat [r]

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FF e m i n i s m o s , M a s c u l i n i d a d e s e

FF e m i n i s m o s , M a s c u l i n i d a d e s e

Ainda que a divisão não tenha sido superada, é importante considerar “a vida das mulheres transexuais como sendo inteligível nos termos feministas enquanto se mantenha fiel às experiênci[r]

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DE A N Á L I S E DO COMPORTAMENTO

DE A N Á L I S E DO COMPORTAMENTO

No caso do reforço negativo, a resposta de contracontrole suprim e ou evita o estím ulo aversivo sem a em issão da resposta program ada pelo controlador. Um professor de educação física que utiliza reforço negativo para fazer com que seus alunos se em penhem nos exercícios costum a gerar respostas de contracontrole. Os alunos fazem os exercícios determ inados pelo professor, este não tece n enhum com entário. Entretanto, se ele vê algum aluno parado, dá-lhe um a bronca na frente dos colegas. Em outras palavras, os alunos som ente fazem os exercícios para evitar a repreensão do professor (reforço negativo). Um contracontrole óbvio é fazer o exercício apenas no m om ento em que o professor está olhando; assim que vira as costas, os alunos ficam parados a enrolar. Nesse caso, a resposta de observação, que é agir discrim inativam ente ao com portam ento do professor (aten tar ao que o professor está fazendo), é de m odo negativo reforçada pelas broncas. Outro exemplo ocorre quando a mãe obriga o filho a comer. Se ele está com endo, sua mãe não diz nada. Por outro lado, se o filho pára de comer, a m ãe começa a brigar com ele. É provável que essa criança dê sua com ida para o cachor­ ro quando sua m ãe não estiver por perto, e diga que já com eu tudo. Ligar o chuveiro, m as não se molhar, fingindo que está tom ando banho, tam bém é um exemplo de contracontrole com um em itido por crianças e adolescentes. Como diz o verso da antiga m úsica “No m undo da lua", do Biquíni Cavadão: "Não quero mais ouvir a m inha m ãe reclamar, quando eu entrar no banheiro, ligar o chuveiro e não m e m olhar".
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C i n c o n o v a s e s p é c i e s d e Phaneropteridae brasileiros

C i n c o n o v a s e s p é c i e s d e Phaneropteridae brasileiros

Elytra coriacea, nitida, apicem versus modice attenuata, densissime puncturato im- pressa, puncturis complurimis castaneis dispersis vel nonnul¬ las máculas designantibus, angulis hume[r]

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Curvas el´ıpticas e o caso n = 4 da conjectura de Euler

Curvas el´ıpticas e o caso n = 4 da conjectura de Euler

esta superf´ıcie atrav´es de um feixe de curvas de gˆenero um. Quando uma destas curvas possui um ponto racional, ela ´e chamada de curva el´ıptica. Este ponto racional gera o primeiro contra- exemplo para o caso n = 4 da conjectura de Euler e a estrutura de grupo da curva el´ıptica gera infinitos contra-exemplos, uma vez que provamos que este ponto n˜ao ´e de tor¸c˜ao. Este cap´ıtulo ´e baseado no artigo de Noam D. Elkies [2].

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I M A G E N S E E XP E RI Ê N C I A S

I M A G E N S E E XP E RI Ê N C I A S

Viajar para os antigos e aconchegantes distritos de Uberlândia [...] pode ser um ótimo passeio pelos recantos ainda “abençoados” pela mata nativa de cerrado, através de uma estradinha asfaltada repleta de curvas e paisagens exuberantes, como um horizonte de montanhas azuis que contorna a região plana da cidade e seus edifícios. Velhos conhecidos se encontram, trajando, na grande maioria das vezes, roupas simples. Conversas de compadres sobre terras boas para pastagens e plantações, cabeças de gado vistosas pastando indiferentes ao barulho de um motor de ônibus velho, muito acostumados aos caminhos que levam ao passado. E fazer essa viagem de pouco mais de uma hora é assim... voltar ao tempo dos casarões erguidos em 1930, rever as pessoas na calma do interior, fazendo sabão de bola no quintal, à sombra de generosas árvores e crianças brincando na praça, ouvindo suas gargalhadas ecoar devagar pelo vento que passa calmo. [...] Enquanto isso vai passando rápido a paisagem de terra vermelha tombada, pequenas plantas que despontam no terreno plantado, velhas árvores que se mantiveram no percurso cortado pelo asfalto preto, pintado com uma longa faixa amarela. E passam bicicletas com conhecidos fazendeiros acenando para os companheiros que aderiram a modernidade. São botinas e botas, chapéus, canivetes, chinelos de dedo com meias furadas e velhas mochilas. É gente tranqüila que desconhece a pressa da cidade grande e optou pela conservação de um pedaço da história. 2 (Grifos meus.)
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Efeito da omissão de N, NI, Mo, Co e S sobre os teores de N e S em feijoeiro.

Efeito da omissão de N, NI, Mo, Co e S sobre os teores de N e S em feijoeiro.

O teor de N-nítrico nas plantas que não receberam N foi menor que o das que receberam adubação com N (Completo) (Quadro 3), possivelmente por causa da presença do N-nítrico no tratamento completo. A diferença foi, entretanto, pouco expressiva e correspondeu, aproximadamente, a menos de 1 % do Norg, não afetando o teor de N- total encontrado. Os teores encontrados nas plantas submetidas às demais adubações não diferiram do tratamento completo. As plantas cultivadas no Aluvial apresentaram maior teor de N-nítrico que as cultivadas no Cambissolo; a diferença, apesar de significativa, foi muito pequena. Esse maior teor de N-nítrico nas plantas pode ser atribuído à absorção do nitrato proveniente da mineralização da matéria orgânica do Aluvial; o mesmo não ocorrendo no Cambissolo.
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A L G U N S F U N G O S DO B R A S I L IX

A L G U N S F U N G O S DO B R A S I L IX

Examinando-se um desses rizomorfos ao microscópio (Est. 6, c) se verifica que são formados de um entrelaçado compacto de hifas de muito pequeno diâmetro, ramificadas, levemente amarel[r]

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SOLUÇÃO DOS TR?S PROBLEMAS CLÁSSICOS DA MATEMÁTICA GREGA POR CURVAS MECÂNICAS

SOLUÇÃO DOS TR?S PROBLEMAS CLÁSSICOS DA MATEMÁTICA GREGA POR CURVAS MECÂNICAS

Como abordamos anteriormente, antes mesmo do desenvolvimento de alguns m´etodos para trissectar ˆangulos, surgiu um m´etodo que reduzia a trissec¸c˜ao a um outro problema, conhecido como constru¸c˜ao por nˆeusis, do verbo grego neuein, que significa apontar, que consiste na inser¸c˜ao de um segmento de reta de comprimento pr´e-definido entre duas cur- vas, de modo que um ponto fixo se encontre ou nesse segmento ou em seu prolongamento. Este m´etodo, apesar de resolver a trissec¸c˜ao, n˜ao o faz diretamente e sim o transforma em outro problema, o de encontrar a posi¸c˜ao exata que o segmento ou a reta deva estar entre essas duas curvas dadas, de modo que solucione o problema inicial.
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N O TA S D E AU L A

N O TA S D E AU L A

Essa aproximação é justificada pelo Teorema de Poisson (veja-se 3.8 do Capítulo 5, p. 99). Em palavras, se são realizados n ensaios de Bernoulli independentes, cada um resultando em sucesso com probabilidade p, então, quando n é grande e p pequeno o suficiente a fazer n p moderado, o número de sucessos que ocorrem tem aproximadamente distribuição de Poisson com parâmetro n p. De acordo com duas regras práticas, a aproximação é considerada boa se n ≥ 20 e p ≤ 0,05 ou se n ≥ 100 e n p ≤ 10.

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AVA N ÇO S E DESA FIOS

AVA N ÇO S E DESA FIOS

De todo modo, em maio de 1962, foi aprovado pelo Ministério da Saúde o De- creto n. 962, específico sobre a quebra de relações sociais e familiares causada pelo iso- lamento dos leprosos durante algumas décadas nas instituições do país. Tal isolamento, nunca é demais lembrar, era regido por lei e deveria ser cumprido em todo o território nacional. Da mesma forma, o seu término não ser claramente desfeito por meio de uma lei com o mesmo peso e estatuto jurídicos gerou alguma ‘desobediência’ por parte de alguns estados, como São Paulo, por exemplo, cujos gestores ignoraram o Decreto. Ali, apenas em 1967, é que deveria cessar oficialmente a internação de doentes por uma ques- tão peculiar: quem assumiu a direção estadual de controle da doença foi um profissional francamente favorável ao término do isolamento. O leprologista Abraão Rotberg, que atuou inclusive em um período áureo do isolamento compulsório em São Paulo, nas décadas de 1930 e 1940, recomendou fortemente que o Estado aderisse à política vigente e interrompesse a prática do isolamento. Acredita-se que parte dessa desobediência tam- bém se deu pelo fato de São Paulo possuir uma grande rede de hospitais de isolamento e uma forte e consolidada escola leprológica de pesquisa básica, que necessitava de espaços para atuação e exercício deste saber 32 .
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O P R O C E S S O D E S U B J E T I V A Ç Ã O P R O F I S S I O N A L D U R A N T E O S E S T Á G I O S S U P E R V I S I O N A D O S E M PSICOLOGIA

O P R O C E S S O D E S U B J E T I V A Ç Ã O P R O F I S S I O N A L D U R A N T E O S E S T Á G I O S S U P E R V I S I O N A D O S E M PSICOLOGIA

desenvolvimento de projetos que contribuíssem para a melhoria da qualidade do ensino dos cursos de graduação da UFU e vigorou de 2005 a 2008.. A experiência de não ser aceita nas seleçõ[r]

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