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Efeito protetor da boldina no dano neuronal, déficit de memória e resposta inflamatória em camundongos submetidos à isquemia cerebral focal permanente

Efeito protetor da boldina no dano neuronal, déficit de memória e resposta inflamatória em camundongos submetidos à isquemia cerebral focal permanente

LIMA, N.M. R. EFEITO PROTETOR DA BOLDINA NO DANO NEURONAL, DÉFICIT DE MEMÓRIA E RESPOSTA INFLAMATÓRIA EM CAMUNDONGOS SUBMETIDOS À ISQUEMIA CEREBRAL FOCAL PERMANENTE. DEFESA DA DISSERTAÇÃO, PÓS- GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS MÉDICAS, UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é a terceira maior causa de mortalidade e a primeira causa de incapacidade física em todo o mundo. O processo isquêmico ocasiona depleção de oxigênio e glicose, levando a uma cascata de eventos, incluindo, inflamação, apoptose e estresse oxidativo. Substâncias com propriedade anti-inflamatória e antioxidante vêm sendo consideradas como uma nova abordagem terapêutica para o tratamento farmacológico das doenças cerebrovasculares, em especial, o AVE. A boldina é um alcaloide do grupo da aporfina, encontrado nas folhas e casca do P eumus boldus Molina, e tem propriedades anti- inflamatórias e anti-oxidantes. O objetivo deste trabalho foi investigar o efeito neuroprotetor da boldina na neuroinflamação e déficit de memória induzidas pela oclusão permanente da artéria cerebral média (pMCAO) em camundongos. Trinta minutos antes da pMCAO e durante cinco dias após, os animais receberam veículo (solução de HCl 0,025M) ou boldina (8, 16 e 25 mg / kg, ip). A quantificação da área de infarto cerebral, escores neurológicos e atividade da mieloperoxidase (MPO) foram avaliados 24 horas após a pMCAO. Atividade locomotora, memória de trabalho e memória aversiva foram avaliados 72 horas após a pMCAO. A memória episódica e espacial foram avaliadas 96 e 120 horas após a pMCAO respectivamente. Foi realizada a coloração de cresil violeta e Fluoro Jade C 120h após a isquêmia para visualizar a viabilidade neuronal. Finalmente, 120h após a isquemia foi feito imunohistoquímica para GFAP (proteína ácida glial
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Eriodictiol protege camundongos submetidos à isquemia cerebral focal permanente, do dano neuronal, déficit de memória e resposta inflamatória

Eriodictiol protege camundongos submetidos à isquemia cerebral focal permanente, do dano neuronal, déficit de memória e resposta inflamatória

O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é definido como um quadro clínico de déficit neurológico que pode perdurar ou exceder as primeiras vinte e quatro horas do evento. A Organização Mundial de Saúde (OMS) revela que entre os anos de 2000 e 2011, o AVE apresentou-se como a segunda principal causa de óbitos em todo o mundo. Segundo o Ministério da Saúde, o AVE é a principal causa de morte no Brasil. É causado pela diminuição da perfusão sanguínea com depleção de oxigênio e glicose ao cérebro, causando redução dos níveis de ATP e predispondo a eventos como: excitotoxicidade glutamatérgica, influxo exacerbado de Ca ++ , estresse oxidativo, inflamação e apoptose, resultando em morte neuronal. O eriodictiol (γ‟,4‟,5,7-tetrahidroxiflavanona) é um flavonóide encontrado na erva chinesa ( Dracocephalum rupestre ). Possui atividades anti-inflamatória, antioxidante e antiapoptótica já reportadas. O objetivo deste trabalho foi estudar os efeitos do eriodictiol sobre o dano neuronal, déficits de memória e resposta infamatória de camundongos submetidos à isquemia cerebral focal por oclusão permanente da artéria cerebral média (pMCAO). Os animais foram tratados oralmente com eriodictiol (1, 2 e 4 mg / kg) ou veículo (5% Tween 80 em salina 0,9%) 30 min antes, 2 horas depois da pMCAO e diariamente durante 4 dias. A pMCAO promoveu dano cerebral nos animais isquemiados, sendo esse comprovado, por meio da detecção do aumento significativo nas percentagens das áreas de infarto, pelos déficits sensório-motores observados e pela perda da viabilidade neuronal. O eriodictiol reduziu a área de infarto cerebral nas doses de 1, 2 e 4 mg/kg e preveniu os animais isquemiados dos déficits neurológicos 24h após pMCAO. Também, preveniu esses animais da perda da viabilidade neuronal na dose de 4 mg
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Efeito neuroprotetor da curcumina sobre o estresse oxidativo, inflamação, memória e dano neuronal de ratos submetidos à isquemia cerebral transitória

Efeito neuroprotetor da curcumina sobre o estresse oxidativo, inflamação, memória e dano neuronal de ratos submetidos à isquemia cerebral transitória

A fisiopatologia da isquemia cerebral envolve uma complexa cascata de eventos dentre eles excitotoxicidade, inflamação, estresse oxidativo e apoptose. A curcumina é um polifenol presente no rizoma da Curcuma longa e que apresenta propriedades antiinflamatória e antioxidante. No presente estudo, foram investigados os efeitos da curcumina sobre os déficits de memória, estresse oxidativo, inflamação e dano neuronal induzidos por isquemia cerebral transitória (ICT). A ICT foi induzida por oclusão das artérias carótidas, por 30min, seguida de reperfusão. Os animais receberam curcumina ou veículo (6% de DMSO em tampão fosfato) por via oral 60 min antes e diariamente após a ICT. A avaliação dos déficits cognitivos foi realizada através dos testes do labirinto em Y, da esquiva passiva e do labirinto aquático que avaliam as memórias de trabalho, aversiva e espacial, respectivamente. A integridade neuronal foi avaliada através de análise histológica do hipocampo utilizando as técnicas de violeta de cresil e Fluoro Jade C. As dosagens de IL- 1β e mieloperoxidase (MPO) em homogenatos hipocampais foram utilizadas para a avaliação da inflamação. O estresse oxidativo foi analisado através da quantificação de malondialdeído (MDA), nitrito/nitrato, glutationa reduzida (GSH) e atividade da superóxido dismutase (SOD) hipocampais. Não foram observadas alterações na atividade locomotora e nem na memória de trabalho. A curcumina preveniu déficits nas memórias aversiva recente e tardia induzidas por ICT. A ICT promoveu déficits no aprendizado e memória espacial. A curcumina não alterou a aprendizagem, mas apresentou uma tendência estatística na prevenção do déficit de memória espacial. A ICT promoveu o aumento na atividade de MPO e tendência a aumento nas concentrações de IL- 1β e esse efeito foi prevenido pelo tratamento com curcumina. A ICT promoveu o aumento significativo nas concentrações de MDA. O tratamento com a curcumina não alterou esse efeito 6h, mas preveniu o aumento 4 dias após a ICT. A curcumina preveniu o aumento de nitrito e a depleção de GSH induzidos por ICT. A curcumina protegeu os neurônios da morte 4 mas não 7 dias após a ICT. Os efeitos neuroprotetores da curcumina parecem estar relacionados com suas propriedades anti- inflamatórias e antioxidante.
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Fisetina, um flavonóide que protege camundongos do dano neuronal e déficit de memória induzido por isquemia cerebral focal permanente

Fisetina, um flavonóide que protege camundongos do dano neuronal e déficit de memória induzido por isquemia cerebral focal permanente

O acidente vascular cerebral (AVC) é uma doença comum e uma das maiores causas de morte e incapacidade em todo o mundo. O acidente vascular cerebral isquêmico focal (AVCi) ocorre devido a uma redução do aporte sanguíneo para uma região cerebral, levando ao decréscimo de oxigênio e glicose nos tecidos, induzindo a uma cascata de eventos, incluindo o estresse oxidativo e inflamação, que culminam com a morte neuronal e, com isso uma perda rápida da função neurológica. A Fisetina é um membro do subgrupo flavonol pertencente aos flavonoides, encontrado em diversas frutas e vegetais que apresentam propriedades antiinflamatórias e antioxidantes. O objetivo deste trabalho foi estudar os efeitos da Fisetina sobre o dano neuronal e memória, resposta inflamatória e sinaptogênese em camundongos submetidos ao modelo experimental de isquemia cerebral focal permanente (pMCAO). Os foram animais divididos entre os grupos falso-operados, tratados com veículo ou fisetina (FIS) na dose de 50 mg/kg, isquemiados tratados com veículo e isquemiados tratados com FIS nas doses de 10, 30, e 50 mg/kg via oral, 3 horas depois da eletrocauterização da artéria cerebral média. O modelo de isquemia cerebral focal permanente foi comprovado através do aumento significativo da área de infarto e dos déficits sensório-motores nos animais isquemiados, observado através da coloração com TTC e da avaliação neurológica. A Fisetina foi capaz de reverter esses efeitos, diminuindo a área isquêmica e os déficits sensório-motores. Os animais isquemiados não apresentaram alterações na atividade locomotora horizontal, apenas na vertical e a Fisetina foi capaz de reverter esse efeito. A pMCAO induziu déficits na memória de trabalho, memória aversiva, episódica e espacial nos animais. A Fisetina reverteu os déficits na memória de trabalho, episódica e espacial na dose de 50 mg/kg, porém na avaliação da memória aversiva a Fisetina não conseguiu reverter esses déficits. A pMCAO provocou um aumento na ativação dos astrócitos e dos níveis do TNF-α (no corpo estriado) e a fisetina na dose de 50 mg/kg conseguiu diminuir a ativação dos astrócitos e mas não os níveis do TNF-α. Também observamos uma diminuição da expressão de sinaptofisina no corpo estriado dos animais isquemiados e a fisetina conseguiu elevar esses níveis. A pMCAO diminuiu os níveis do BDNF do corpo estriado e aumentou no hipocampo dos animais isquemiados e a fisetina na dose de 50mg/kg conseguiu reverter esses níveis no corpo estriado. Os resultados do presente estudo sugerem que a Fisetina possui ação de neuroresgate, melhorando a lesão neuronal, as alterações neurológicas e os déficits de memória causados pela isquemia. Esses efeitos devem-se, possivelmente, as suas ações anti-inflamatória.
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Estudo do efeito neuroprotetor da berberina sobre o dano neuronal, comportamento motor e memória de ratos com degeneração nigroestrialtal por 6ohda

Estudo do efeito neuroprotetor da berberina sobre o dano neuronal, comportamento motor e memória de ratos com degeneração nigroestrialtal por 6ohda

increased the motor performance of forepaws in the cylinder test (p<0.05). Animals treated at doses of 25 and 50mg/kg showed an increase in latency in the passive avoidance acting on the recent (p<0.05) and late memory (p <0.0001). In cued water maze, berberine (50 mg/kg) reduced the time to find the platform on all days of test, and protected against dopaminergic degeneration, promoting an increase in DA, DOPAC and HVA in the ipsilateral striatum and mesencephalon (p < 0.05). In the second phase of the study, the effect of berberine to reduce contralateral rotations was confirmed in all administration protocols. In the protocols 1 and 2, berberine increased the performance of both forepaws in the cylinder test (p <0.05) and in the test of vibrissae (p<0.01), but also promoted an increase DA in the ipsilateral striatum and mesencephalon. The treatment with berberine protected the neurons against striatal degeneration observed for TH immunoreactivity increased (p <0.05), reduced NR1 expression in the striatum ipsilateral (p <0.05) and midbrain (p <0.01), reduced expression of cytochrome c (p<0.001) and increase in the DAT immunofluorescence in the striatum. Berberine has the potential neuroprotective against neuronal damage induced by 6-OHDA, preventing motor and memory deficits. It is believed that its effect on the expression of NR1, cytochrome c and DAT can be participating in this mechanism.
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Licopeno diminui a lesão cerebral isquêmica por inibição da inflamação em camundongos

Licopeno diminui a lesão cerebral isquêmica por inibição da inflamação em camundongos

A micróglia desempenha um papel importante na defesa imune no sistema nervoso central. É considerada um regulador do dano neuronal, pois além, da secreção de mediadores inflamatórios, aumenta o estresse oxidativo e desencadeia diretamente mecanismos de morte (GAO et al ., 2011; HIRSCH et al ., 2005; KANEKO et al ., 2012; QIN et al ., 2007). A ativação da micróglia/macrofágos desempenha um papel crucial na resposta imune. Vinte e quatro h após a isquemia focal, ocorre uma intensa reação microglial, particularmente na penumbra e dentro de alguns dias a maioria das células microgliais tornam-se fagócitos (SCHILING et al ., 2005). Uma vez ativada a microglia sofre marcadas alterações morfológicas e genéticas. A microglia se polariza em duas populações antagônicas onde o fenótipo M1 clássico produz citocinas pró- inflamatórias que medeiam danos neuronais no cérebro isquêmico, e no fenótipo M2 o qual secretam citocinas antiinflamatórias que suprimem a resposta imune e contribuem para a rescuperação pós - isquemia (HE et al ., 2016). Uma vez ativada, a micróglia desencadeia a produção de citocinas, a apresentação de antígenos e a liberação de metaloproteinases que desregulam à barreira hematoencefálica (IADECOLA et al ., 2011). O rompimento da barreira hematoencefálica é um evento crítico na patogêneses da isquemia cerebral (GIACCOPPO et al ., 2015).
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Efeito do PPADS, antagonista do receptor P2, sobre a lesão cerebral, comportamento e memória de camundongos submetidos à isquemia cerebral focal permanente

Efeito do PPADS, antagonista do receptor P2, sobre a lesão cerebral, comportamento e memória de camundongos submetidos à isquemia cerebral focal permanente

Após isquemia cerebral, o Trifosfato de Adenosina (ATP) atinge altas concentrações no espaço extracelular e pode atuar como agente tóxico, que causa degeneração celular e morte, mediada através de receptores P2X e P2Y. No presente estudo, foram investigados os efeitos do PPADS, um antagonista não seletivo dos receptores P2, sobre o comportamento e dano neuronal após isquemia induzida por oclusão permanente da artéria cerebral média por eletrocoagulação. Os animais receberam PPADS (0,1, 0,5 e 1,0 nmols/1AL) ou fluído cerebroespinhal artificial (FCE) por injeção intracerebroventricular 10 min antes da isquemia. Os parâmetros estudados foram função sensório motora, aquisição e retenção de memória, área de infarto cerebral e atividade da MPO, como marcador para infiltração granulocítica. Após isquemia, verificou se através de avaliação neurológica, uma diminuição significante do desempenho motor e função sensorial dos animais. A percentagem da área de infarto nos animais falso operados foi significantemente menor que naqueles submetidos à isquemia (FO: 0,89 ± 0,18%; FO + PPADS 1,0: 1,18 ± 0,1%; ISQ: 9,06 ± 1,2%; ISQ + PPADS 0,5: 2,2 ± 0,32%; ISQ + PPADS 1,0: 1,86 ± 0, 18%). Foi observado ainda um aumento da atividade exploratória vertical (nº de ) nos animais tratados com PPADS quando comparados aos animais do grupo isquemiado (ISQ: 9,5 ± 1,8; ISQ + PPADS 0,5: 26,9 ± 2,9; ISQ + PPADS 1,0: 20,6 ± 3,7; Kruskall Wallis, p<0.05). O tratamento com PPADS melhorou de forma significante os déficits na memória operacional induzidos pela isquemia, avaliado no teste do Labirinto em Y (FO: 73,8 ± 1,9%; ISQ: 56,7 ± 2,9%; ISQ + PPADS 0,5: 76,7 ± 3,2%; ISQ + PPADS 1,0: 72,6 ± 4,0%). Um resultado semelhante foi observado na memória aversiva (teste da esquiva passiva) no qual o PPADS melhorou a aquisição de memória de curta duração. Os animais isquemiados demonstraram um aumento nos níveis de MPO no estriado (FO: 3,6 ± 0,63; ISQ: 16,24 ± 4,86) e córtex temporal (FO: 6,16 ± 1,23; ISQ: 22,33 ± 4,98), e o tratamento com PPADS (1,0 nmols/1AL) reverteu significantemente esse efeito (ISQ + PPADS – estriado: 6,13 ± 0,65; córtex: 6,28 ± 0,38). Os resultados demonstram o envolvimento dos receptores P2 na fisiopatologia da isquemia cerebral. A inibição dos receptores P2 pelo PPADS mostrou um significante efeito neuroprotetor sobre o dano neuronal, comportamento motor e memória após isquemia e indicam que este efeito pode estar relacionado pelo menos em parte a uma atividade antiinflamatória deste composto.
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CIVIL OBJETIVA, DANO AMBIENTAL PRIVADO E EFICÁCIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS NA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA.  Sandra Regina Alves Teixeira

CIVIL OBJETIVA, DANO AMBIENTAL PRIVADO E EFICÁCIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS NA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA. Sandra Regina Alves Teixeira

Em uma hodierna conjuntura política e econômica contemporânea, que se discute a flexibilização das relações de produção, reestruturação produtiva do capital, desregulamentação da economia, precarização das relações sociais de trabalho, ou seja, as transformações no modo de organização do trabalho definida como globalização ou mundialização do capital no qual propõe um novo paradigma de acumulação capitalista com base na produção flexível gerando transformações estruturais no modelo industrial e tecnológico, além das relações sociais e políticas, os riscos são originados em uma proporção imensurável alcançando todos os cidadãos, conforme salienta Mamed (2014, p.399) “individualizando-se no caso concreto, com vítimas demarcadas. Disso demonstra-se que o risco global, o dano, por vezes especifica- se em certos cidadãos”.
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Efeito do exercício de ultrarresistência sobre parâmetros de estresse oxidativo.

Efeito do exercício de ultrarresistência sobre parâmetros de estresse oxidativo.

Foram mensurados: dano a lipídeos através da quimiluminescência nos eritrócitos e TBARS no plasma, dano a proteínas através das carbonilas plasmáticas, ácido úrico e compostos fenólicos plasmáticos, assim como a atividade antioxidante enzimática da catalase, superóxido dismutase e glutationa peroxidase nos eritrócitos. Resultados: Houve redução na atividade da enzima superóxido dismutase (23,24 ± 1,49 para 20,77 ± 2,69U SOD/mg proteína, p = 0,045), e aumento no ácido úrico (40,81 ± 10,68 para 60,33 ± 6,71mg/L, p < 0,001) logo após a competição. Não houve diferença estatisticamente significativa na atividade das enzimas antioxidantes catalase e glutationa peroxidase e nos compostos fenólicos totais, assim como não foi observado dano a lipídeos (TBARS e quimiluminescência) e proteínas (carbonilas). Conclusão: Esse grupo de atletas não sofreu estresse oxidativo, provavelmente devido à liberação de ácido úrico e outros antioxidantes no plasma. Palavras-chave: radicais livres, ácido úrico, superóxido dismutase.
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O DANO MORAL NAS RELAÇÕES DE CONSUMO EM FACE DA ANÁLISE ECONÔMICA DO DIREITO  Antonio Francisco Frota Neves

O DANO MORAL NAS RELAÇÕES DE CONSUMO EM FACE DA ANÁLISE ECONÔMICA DO DIREITO Antonio Francisco Frota Neves

Com a edição do Código de Defesa do Consumidor – CDC, Lei 8.078/1990, materializou-se de forma muito clarificada, a consagração da reparabilidade de danos morais oriundos da relação de consumo, garantidos como direito básico do consumidor (artigo 6º., inciso VI). É bem verdade que o CDC apenas cumpriu os desígnios determinados pela Constituição Federal de 1988 – CF/1988, ao exarar em seu artigo 5º., inciso X: “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.
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Gravidez após tratamento com 131Iodo em mulheres portadoras de carcinoma diferenciado da tiróide

Gravidez após tratamento com 131Iodo em mulheres portadoras de carcinoma diferenciado da tiróide

com potencial efeito mutagênico, podendo afetar células germinativas e resultando em dano genético dos neonatos, levanta-se a questão da sua uti- lização no manuseio de CDT em mulheres durante o menacme. Após a tiroidectomia, os pacientes com CDT recebem, para a pesquisa de remanescentes tiroidianos, doses que variam de 37 a 185 MBq (1-5 mCi) e doses terapêuticas que variam de 1,1 a 5,5 GBq (30-150 mCi) ou mais

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Comentário a respeito das bases neurobiológicas da aprendizagem

Comentário a respeito das bases neurobiológicas da aprendizagem

A armazenagem de informação, seja por um curto ou longo prazo, pode ser feita por intermédio de qualquer conexão neuronal (sinapse) do cérebro, ou mesmo em outras partes do corpo, por meio de substâncias que influenciam as sinapses (neurotransmissores, seus receptores proteicos, e outras proteínas e neuromoduladoras). Existem vários tipos de memória, desde aquelas que são

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PsicoUSF  vol.17 número1

PsicoUSF vol.17 número1

Por fim, a autora aponta para um desafio dos psicólogos, que é o de atuar no sistema jurídico a fim de promover a emancipação do indivíduo em sofrimento. Ressalta novamente a importância de não expor a criança, sujeito em desenvolvimento, a situações que a coloquem novamente em contato, causando-lhe assim a revitimização, dando foco a ela como sujeito e como pessoa em sofrimento; e de atuar da forma com que lhe cause menos danos, podendo-se utilizar a técnica do depoimento sem dano, a fim de minimizar sua exposição. Retoma, ainda, a importância do profissional da psicologia diante o meio jurídico.
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CIVIL AMBIENTAL EM ROMPIMENTOS DE BARRAGENS DE RESÍDUOS DE MINERAÇÃO  Thiago Loures Machado Moura Monteiro, Daniel Brasil de Souza

CIVIL AMBIENTAL EM ROMPIMENTOS DE BARRAGENS DE RESÍDUOS DE MINERAÇÃO Thiago Loures Machado Moura Monteiro, Daniel Brasil de Souza

atingiu 43 hectares de vegetação. No ano de 2007, quatro mil moradores e mil e duzentas casas foram atingidas pela ruptura do aterro hidráulico de uma mineradora localizada em Miraí, região da Zona da Mata mineira.( THOMÉ, 2016, p.534) Resta saber se com o advento da lei houve uma efetiva redução dos acidentes envolvendo as barragens de resíduos sólidos de mineração. O Departamento Nacional de Produção Mineral- DNPN é uma autarquia federal, responsável por administrar a indústria de produção mineral. (FREIRE, 2005). E em 2012 editou a portaria nº 416, no intuito de auxiliar de instrumentalizar a lei 12.334/2010, para por exemplo, determinar qual a periodicidade das revisões de segurança das barragens, que vária em prazos máximos, de 5 a 10 anos, dependendo da classificação quanto ao risco e ao dano potencial da barragem.
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A BANALIZAÇÃO DO INSTITUTO DANO MORAL

A BANALIZAÇÃO DO INSTITUTO DANO MORAL

A condenação deve representar para o ofensor um impacto semelhante, quando não igual, ao que se deu na vida do ofendido. Deve o ofensor pôr-se imediatamente a adotar procedimentos com vistas a procurar não reincidir na conduta que gerou a condenação, do contrário a mesma não apresenta eficácia pedagógica. Esta função pedagogica apresenta pontos controvertidos e gera uma discussão, no que concerne à sua aceitação pela doutrina e pela jurisprudência. Coexistem ainda hoje três correntes sobre a função da indenização do dano moral, quais sejam a compensação/satisfação do ofendido, defendida por Humberto Theodoro Junior (1996); a punição do ofensor preceituada por Galeno Lacerda (1996) e por fim tanto a satisfação do ofendido como a punição do ofensor (teoria mista) tendo dentre seus partidários João Casillo (1994), Caio Mário da Silva (1998) e Sergio Cavalieri Filho (1999).
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A REFORMA TRABALHISTA E A INDENIZAÇÃO POR DANO EXTRAPATRIMONIAL

A REFORMA TRABALHISTA E A INDENIZAÇÃO POR DANO EXTRAPATRIMONIAL

No que concerne a reparação pelo prejuízo causado, serão responsáveis todos que tenham contribuído para o dano do bem juridicamente tutelado; essa responsabilidade será na proporção da ação ou da omissão que tenha causado o dano extrapatrimonial que poderá ser pedida conjuntamente com a indenização por danos patrimoniais, desde que decorram do mesmo ato lesivo.

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Avaliação dos danos causados pelo desmonte com explosivos no contorno de galerias subterrâneas a partir de um modelo baseado em medidas de velocidade de partícula

Avaliação dos danos causados pelo desmonte com explosivos no contorno de galerias subterrâneas a partir de um modelo baseado em medidas de velocidade de partícula

A ação das ondas de choque de detonações realiza- das para a abertura de galerias subterrâneas induz danos ao maciço rochoso remanescente. Esse trabalho tem por objetivo avaliar a extensão desses danos, aplicando uma metodologia baseada no modelo de Holmberg e Persson, ao caso da mina subterrânea de Agalmatolito da LAMIL em Pará de Minas, MG. A partir de medidas de velocidade de partícula e das velocidades de propagação da onda primária, determinaram-se limites de vibração, acima dos quais são esperados danos. Utilizando a equação de ate- nuação das vibrações no campo próximo, desenvolvida para o local, calcularam-se os raios de duas zonas de dano em torno de duas classes de maciço: 0,24 m (raio de dano crítico) e 1,64 m (raio de dano mínimo) para o Meta- riolito; e 1,29 m e 1,59 m, respectivamente, para o Agalma- tolito. Confrontando-se os resultados obtidos com aque- les constantes na literatura, verificou-se consistência com os valores encontrados para rochas semelhantes. Uma comparação da posição efetiva da superfície escavada com aquela prevista pelo modelo apresentou um erro de estimativa médio de 0,06 m.
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DANO MORAL E SUA REPARAÇÃO: Direito Comparado: Argentina e Brasil

DANO MORAL E SUA REPARAÇÃO: Direito Comparado: Argentina e Brasil

O debate sobre Direito Comparado na América Latina tem se tornado es- pecialmente importante no momento que os países da região estão amadurecendo a experiência do Mercosul. O artigo refere-se à pesquisa em fontes representadas por autores e juristas na área jurídica da Argentina e do Brasil. Analisaremos o dano moral, observando o sistema jurídico argentino e brasileiro para comparativamente elaborar o texto, o qual se sedimentou no dano moral e suas formas de reparação. Apresentamos uma definição de dano moral, apontando argumentos uti- lizados para a caracterização do delito, bem como os meios judiciais empregados na busca da reparação, no ressarcimento ou na compensação, com a finalidade de amenizar a dor sofrida pela vítima. O delito estudado apresenta diversos tipos, po- dendo assumir características psicológicas ou estéticas, que são representadas pelo dano ao patrimônio abstrato ou imaterial, que podem consistir em um bem ético, jurídico e social do ofendido. Por isso, ocorrendo o ato, caberá à vítima o direito de ser ressarcida pecuniariamente ou mediante retratação pública.
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DANO MORAL COLETIVO E DANO EXTRAPATRIMONIAL TRABALHISTA: INCERTEZAS NA TUTELA COLETIVA DO TRABALHADOR

DANO MORAL COLETIVO E DANO EXTRAPATRIMONIAL TRABALHISTA: INCERTEZAS NA TUTELA COLETIVA DO TRABALHADOR

O dano moral ou extrapatrimonial, portanto, consiste na lesão injusta e relevante ocasionada a interesses não materiais, sem equipolência econômica, porém concedidos pelo ordenamento como valores e bens jurídicos protegidos, integrantes do leque da proteção interna (como a intimidade, a liberdade, a privacidade, o equilíbrio psíquico, o bem-estar e a paz) ou externa (como o nome, a reputação e a consideração social) inerente à personalidade do ser humano, abrangendo todas as áreas de extensão e tutela de sua dignidade, podendo também alcançar os valores e bens extrapatrimoniais reconhecidos pelo sistema legal à pessoa jurídica ou a uma coletividade de pessoas. (MEDEIROS NETO, 2016, p. 199).
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RESPONSABILIDADE CIVIL POR DANO AMBIENTAL E ANÁLISE DO CASO SAMARCO: DIMENSÕES DO DANO AMBIENTAL

RESPONSABILIDADE CIVIL POR DANO AMBIENTAL E ANÁLISE DO CASO SAMARCO: DIMENSÕES DO DANO AMBIENTAL

Daí que a responsabilidade civil pelo dano ambiental, instruída pelo art. 14 §1º, da lei 6.938/81, encontra o seu fundamento axiológico na própria Constituição Federal de 1988, a qual incide diretamente sobre as relações privadas, e passa a ter uma função específica: servir à reparação do dano ambiental autônomo, protegendo-se a qualidade dos ecossistemas, independentemente de qualquer utilidade humana direta e de regimes de apropriação públicos e privados. Esta percepção é extraída do fato de os §§ 2 e 3 do art.225 tratarem de responsabilidade pelo dano ambiental logo após o reconhecimento da importância do direito em causa. Cuida-se então, de perceber que a responsabilidade civil pelo dano ambiental possui uma função social que ultrapassa as finalidades punitiva, preventiva e reparatória, normalmente atribuídas ao instituto. (STEIGLEDER, 2011, p.155)
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