Dano - Propagação

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ESTRUTURAL E CONSTRUÇÃO CIVIL JULIANA CUNHA ALVES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ESTRUTURAL E CONSTRUÇÃO CIVIL JULIANA CUNHA ALVES

O colapso progressivo de uma estrutura ocorre a partir da propagação de um dano localizado para uma parte maior da estrutura. Apesar de ser um evento com pequena taxa de ocorrência e pouco abordado pelas normas brasileiras de projeto estrutural, sua ocorrência pode gerar danos irreparáveis, desde a perda total da estrutura até perdas humanas. Com o crescente interesse em critérios de falha, segurança estrutural e desempenho das estruturas, a prevenção do colapso progressivo passou a ser uma preocupação de projetistas e pesquisadores. Três métodos de análise estrutural são abordados por órgãos reguladores de diversos países: linear estático, não linear estático e não linear dinâmico. Por se tratar de um fenômeno dinâmico, as abordagens estáticas não representam de forma fiel o fenômeno do colapso progressivo. Por outro lado, a análise não linear dinâmica aborda os aspectos de vibração, amortecimento e não linearidade física e geométrica da estrutura, sendo a mais fiel ao fenômeno. No entanto, é uma análise bastante complexa, exigindo grande esforço computacional. Dessa forma, propõe-se estudar a viabilidade da utilização da análise dinâmica linear na verificação da resistência de estruturas de concreto armado ao colapso progressivo. Esta abordagem apresenta uma complexidade intermediária entre a utilização da análise estática linear e das análises não lineares. A metodologia proposta foi aplicada em uma estrutura regular de concreto armado dimensionada pela NBR 6118:2014 com o objetivo de avaliar o comportamento dinâmico da estrutura e avaliar o impacto da consideração da ocorrência do colapso progressivo em uma estrutura dimensionada pelo código brasileiro. Aspectos como esforços e deslocamentos, comparando com uma análise estática, ambas sem considerar o comportamento não linear da estrutura, também foram observados. Ademais, avaliou-se a capacidade da estrutura dimensionada pela norma brasileira para resistir ao colapso progressivo utilizando o procedimento presente no guia GSA dos anos de 2003 e 2013 como fonte bibliográfica. Os resultados obtidos mostraram que a estrutura dimensionada pela NBR 6118:2014 não era capaz de resistir ao colapso progressivo, entraria em colapso, devendo, portanto, ser redimensionada. A estrutura foi devidamente redimensionada, para resistir ao fenômeno do colapso progressivo, apresentando um considerável aumento na seção de concreto e armadura requerida em relação à estrutura originalmente projetada. A partir deste trabalho, pode-se concluir que o acréscimo de efeitos dinâmicos deve ser observado com mais critério pela norma brasileira.
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Evaluation of mechanical damage in concrete subjected to uniaxial compression and tensile by diametrical compression with longitudinal and transverse ultrasonic waves Avaliação do dano mecânico em concreto submetido à compressão uniaxial e à tração por co

Evaluation of mechanical damage in concrete subjected to uniaxial compression and tensile by diametrical compression with longitudinal and transverse ultrasonic waves Avaliação do dano mecânico em concreto submetido à compressão uniaxial e à tração por co

Para o dano localizado, decorrente da compressão diametral (com a formação de um plano de tração e, posteriormente, de uma fis- sura de tração, perpendicularmente à direção de propagação das ondas), os ensaios mostraram que o ensaio de VPU é eficiente na sua avaliação. Nos ensaios de compressão simples, entretanto, para as amostras de concreto estudadas, a velocidade de propa- gação da onda longitudinal se mostrou mais sensível ao nível de tensão aplicado, quando comparada com a onda transversal. Ou seja, a onda ultrassônica longitudinal que é a mais utilizada por pesquisadores nesse tipo de ensaio representa melhor a realidade e a integridade da amostra analisada, não deixando de detectar nenhum tipo de vazio que venha a existir na amostra, provavel- mente devido a forma como essa onda se propaga no meio. A composição do concreto influencia no comportamento da onda ul- trassônica, seja longitudinal ou transversal, além disso, a relação água/ cimento e a resistência do concreto são informações de grande impor- tância a ser considerada na analise dos resultados do ensaio de VPU. Os resultados, em seu conjunto, para os dois tipos de pulsos ultrassônicos utilizados, atestam a viabilidade da aplicação dos
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Propagação de Jabuticabeira por estaquia.

Propagação de Jabuticabeira por estaquia.

Em jabuticabeira, a estaquia é empregada empiricamente por agricultores e viveiristas, utili- zando ramos de grande porte, o que acarreta grande dano à planta-matriz. Entretanto, deve-se dar uma abordagem analítica a esta técnica, pois não são documentados na literatura altos percentuais de en- raizamento de estacas herbáceas. Até o momento, o maior percentual foi obtido por Duarte et al. (1997), que veriicaram até 60% de enraizamento de estacas apicais herbáceas de P. caulilora, tratadas com 1.000 mg L -1 de AIB e colocadas em câmara de polietileno

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Avaliação dos danos causados pelo desmonte com explosivos no contorno de galerias subterrâneas a partir de um modelo baseado em medidas de velocidade de partícula.

Avaliação dos danos causados pelo desmonte com explosivos no contorno de galerias subterrâneas a partir de um modelo baseado em medidas de velocidade de partícula.

A ação das ondas de choque de detonações realiza- das para a abertura de galerias subterrâneas induz danos ao maciço rochoso remanescente. Esse trabalho tem por objetivo avaliar a extensão desses danos, aplicando uma metodologia baseada no modelo de Holmberg e Persson, ao caso da mina subterrânea de Agalmatolito da LAMIL em Pará de Minas, MG. A partir de medidas de velocidade de partícula e das velocidades de propagação da onda primária, determinaram-se limites de vibração, acima dos quais são esperados danos. Utilizando a equação de ate- nuação das vibrações no campo próximo, desenvolvida para o local, calcularam-se os raios de duas zonas de dano em torno de duas classes de maciço: 0,24 m (raio de dano crítico) e 1,64 m (raio de dano mínimo) para o Meta- riolito; e 1,29 m e 1,59 m, respectivamente, para o Agalma- tolito. Confrontando-se os resultados obtidos com aque- les constantes na literatura, verificou-se consistência com os valores encontrados para rochas semelhantes. Uma comparação da posição efetiva da superfície escavada com aquela prevista pelo modelo apresentou um erro de estimativa médio de 0,06 m.
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Avaliação dos danos causados pelo desmonte com explosivos no contorno de galerias subterrâneas a partir de um modelo baseado em medidas de velocidade de partícula

Avaliação dos danos causados pelo desmonte com explosivos no contorno de galerias subterrâneas a partir de um modelo baseado em medidas de velocidade de partícula

A ação das ondas de choque de detonações realiza- das para a abertura de galerias subterrâneas induz danos ao maciço rochoso remanescente. Esse trabalho tem por objetivo avaliar a extensão desses danos, aplicando uma metodologia baseada no modelo de Holmberg e Persson, ao caso da mina subterrânea de Agalmatolito da LAMIL em Pará de Minas, MG. A partir de medidas de velocidade de partícula e das velocidades de propagação da onda primária, determinaram-se limites de vibração, acima dos quais são esperados danos. Utilizando a equação de ate- nuação das vibrações no campo próximo, desenvolvida para o local, calcularam-se os raios de duas zonas de dano em torno de duas classes de maciço: 0,24 m (raio de dano crítico) e 1,64 m (raio de dano mínimo) para o Meta- riolito; e 1,29 m e 1,59 m, respectivamente, para o Agalma- tolito. Confrontando-se os resultados obtidos com aque- les constantes na literatura, verificou-se consistência com os valores encontrados para rochas semelhantes. Uma comparação da posição efetiva da superfície escavada com aquela prevista pelo modelo apresentou um erro de estimativa médio de 0,06 m.
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Propagação da goiabeira por miniestaquia.

Propagação da goiabeira por miniestaquia.

O enraizamento de estacas de goiabeira (Psidium guajava) é dependente do seu grau de lignificação, do genótipo, de suas condições fisiológicas e de fatores ambientais. Dentro da mesma espécie, existem diferenças quanto à facilidade de enraizamento. O uso de estacas herbáceas em ambientes com umidade relativa alta, obtido por nebulização intermitente, além do emprego de reguladores de crescimento, tem sido a técnica mais empregada na propagação comercial da goiabeira (Zietemann & Roberto, 2007).

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Propagação vegetativa de umbucajazeira

Propagação vegetativa de umbucajazeira

A crescente demanda e valorização pelos consumidores por produtos in natura ou processados de frutíferas tropicais tem aumentado a procura das agroindústrias por frutos de espécies nativas. A umbu-cajazeira (Spondias sp.) é frutífera tropical nativa do Nordeste brasileiro, cujos frutos são muito valorizados pelas agroindústrias de polpa, sucos e sorvetes. A planta é de difícil propagação sexual e vegetativa, por isso, até o momento não são encontrados cultivos desta espécie ainda que tenha produtividade alta. Há necessidade de estudar os métodos de propagação da referida espécie visando elevá-la ao nível de planta cultivada, pois sua exploração é baseada no extrativismo. A utilização de produtos que promovam o enraizamento e, consequentemente, a formação de mudas podem acelerar o processo de obtenção de mudas aptas para plantio. No entanto, existe dificuldades, na aquisição, no preparo, na dosagem e na forma de aplicação de alguns produtos para facilitar o uso pelos viveiristas e pelos produtores de mudas. Com isso, foram feitos dois experimentos no Campo Experimental de Pacajus – Embrapa Agroindústria Tropical, para avaliar a propagação vegetativa da umbu-cajazeira. Utilizou-se diferentes tipos de estacas, diferentes tipos de agroquímicos, diferentes tipos de lesões e cobertura de estacas na busca de obter os maiores percentuais de enraizamento e de mudas aptas para plantio. A utilização do agroquímico Sela Gel ® , a incisão na base da estaca e o estufim auxiliam na propagação vegetativa da umbu-cajazeira.
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Propagação da gravioleira por miniestaquia.

Propagação da gravioleira por miniestaquia.

A propagação assexuada apresenta as van- tagens de manter a mesma constituição genética da planta e a redução do período vegetativo, mas os produtores têm preferido a propagação seminal da gravioleira devido à diiculdade de sua propagação por enxertia e também porque a gravioleira de ori- gem seminal frutiica antes de dois anos de plantio. Além disso, a maior parte da produção é vendida para agroindústrias, portanto sem exigência em unifor-

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A BANALIZAÇÃO DO INSTITUTO DANO MORAL

A BANALIZAÇÃO DO INSTITUTO DANO MORAL

Desta forma, o ressarcimento concernente ao dano moral apresenta duplo caráter, visando ao mesmo tempo a punição do autor da conduta ilícita, bem como a compensação da vítima em contrapartida pelo mal sofrido. Válido destacar como exemplo, o instituto denominado de “danos punitivo” ou “dano exemplar” adotado pelos EUA. São indenizações em valores elevadíssimos, onde sua imposição é discricionária (mas deve respeitar alguns critérios objetivos; a mera negligência, na ausência das circunstancias agravantes, não é razão suficiente para a condenação de punitives damages), não havendo qualquer intenção de compensar a vítima pelo mal sofrido, mas apenas punir ou servir de exemplo ao agente pelo ato ilícito. O ressarcimento/compensação fica a cargo dos chamados “danos compensatórios”, que nos EUA são divididos em “danos econômicos” e os “danos não econômicos”, e no Brasil, têm como correspondentes, os danos materiais e os danos morais, respectivamente. Assim discorre Judith Martins-Costa e Mariana Souza Pargendler (2005, pag. 23):
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A REFORMA TRABALHISTA E A INDENIZAÇÃO POR DANO EXTRAPATRIMONIAL

A REFORMA TRABALHISTA E A INDENIZAÇÃO POR DANO EXTRAPATRIMONIAL

Ademais, o novo texto de lei trouxe uma limitação das normas trabalhistas, tendo em vista a fixação das indenizações nos termos do art. 223-A. Ainda, determinou que causará dano de natureza extrapatrimonial a ação ou omissão que ofenda a esfera moral e existencial da pessoa física ou jurídica, e ressaltou que aqueles que sofram o dano serão titulares exclusivos da reparação.

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AVANÇOS NA PROPAGAÇÃO DA GOIABEIRA

AVANÇOS NA PROPAGAÇÃO DA GOIABEIRA

The physiological condition of the branches, the application form, concentration of growth regulators, type of auxin and substrate used are important factors to be considered when pr[r]

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Gravidez após tratamento com 131Iodo em mulheres portadoras de carcinoma diferenciado da tiróide

Gravidez após tratamento com 131Iodo em mulheres portadoras de carcinoma diferenciado da tiróide

com potencial efeito mutagênico, podendo afetar células germinativas e resultando em dano genético dos neonatos, levanta-se a questão da sua uti- lização no manuseio de CDT em mulheres durante o menacme. Após a tiroidectomia, os pacientes com CDT recebem, para a pesquisa de remanescentes tiroidianos, doses que variam de 37 a 185 MBq (1-5 mCi) e doses terapêuticas que variam de 1,1 a 5,5 GBq (30-150 mCi) ou mais

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PsicoUSF  vol.17 número1

PsicoUSF vol.17 número1

No terceiro capítulo, “O depoimento sem dano: uma proposta de inquirição”, a autora toma como base o livro Depoimento sem dano: alternativa para inquirir crianças e adolescentes nos processos judiciais , escrito pelo magistrado José Antônio Daltoé Cezar, explicando a proposta do depoimento sem dano, que é realizado no estado do Rio Grande do Sul visando diminuir os danos que podem ser gerados nas crianças e adolescentes vítimas do abuso sexual, diminuindo a sua exposição frente ao juiz, promotor, advogado e júri, além da exposição ao acusado. Aponta ainda, para outras alternativas que vêm sendo empregadas para a diminuição de danos que estão sendo realizadas em outros estados do Brasil e, em especial, em algumas cidades de médio e grande porte do estado de São Paulo.
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Propagação de orquídeas por sementes.

Propagação de orquídeas por sementes.

As sementes semeadas neste meio germinaram, ao passo que as semeadas em frascos com o mesmo meio de cultura e tratadas do mesmo modo, porem, sem o fungo, não germinaram.. Analisando o[r]

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Efeito do exercício de ultrarresistência sobre parâmetros de estresse oxidativo.

Efeito do exercício de ultrarresistência sobre parâmetros de estresse oxidativo.

dano a lipídios e proteínas. Os autores demonstraram que em indivídu- os treinados, após 120 min de exercício com intensidade crescente em cicloergômetro (50 a 75% do VO . 2máx ), os fosfolipídeos da membrana dos eritrócitos sofreram ataque das espécies reativas de oxigênio (ERO), e que a carbonilação verificada pareceu estar ligada aos efeitos combi- nados do aumento da acidose e da desidratação celular. A técnica de espectrometria FT-IR utilizada foi apresentada como uma ferramenta capaz de caracterizar mudanças estruturais nas moléculas, em especial nos eritrócitos (5) . Além disso, níveis elevados de F
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Judicialização da saúde com ênfase na repercussão das infecções hospitalares no Tribunal de Justiça de Minas Gerais no período de 2001 a 2013

Judicialização da saúde com ênfase na repercussão das infecções hospitalares no Tribunal de Justiça de Minas Gerais no período de 2001 a 2013

CREDIBILIDADE - CONDENAÇÕES MANTIDAS - REDUÇÃO DAS PENAS - NECESSIDADE - ALTERAÇÃO DE REGIME E SUBSTITUIÇÃO DA PENA - POSSIBILIDADE - PRELIMINARES REJEITADAS. RECURSO PROVIDO EM PARTE. 01. É apta a deflagrar a abertura da ação penal a denúncia que descreve, ainda que resumidamente, posto que impossível, ao momento de seu oferecimento, sua feitura de forma pormenorizada, o nexo de causalidade entre a conduta e o evento danoso produzido, além do que, advindo sentença condenatória, houve a preclusão a esse respeito. 02. Demonstrando o conjunto probatório que os agentes, enquanto membros da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, foram negligentes, não tomando precauções para se evitar a instalação e propagação de bactérias na unidade de recém-nascidos do hospital, vindo as mesmas a afetá-los, culminando com suas mortes, a condenação na sanção do art. 121, § 3º e 4º, c/c art. 13, § 2º, do Código Penal, é medida que se impõe. 03. Se as reprimendas foram arbitradas de forma exacerbada, carecem de modificação. 04. Se as penas foram aplicadas em patamar não superior a quatro (04) 4 anos, sendo os acusados primários e as circunstâncias judiciais favoráveis, o regime prisional mais correto deve ser o aberto. 05. Não há óbice à substituição da pena privativa de liberdade por restritivas de direito (art. 44 do Código Penal), se as circunstâncias judiciais são favoráveis aos réus, que não são reincidentes, nem possuidores de maus antecedentes, tratando-se de crime culposo.
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Rev. adm. contemp.  vol.15 número6

Rev. adm. contemp. vol.15 número6

Utilizando a jurisprudência como base, o autor discorre sobre dano moral decorrente de lesão corporal, de homicídio, o direito à privacidade e à intimidade, o dano moral provocado por erro médico e nas relações de trabalho, incluindo aquele proveniente de assédio moral. Ainda é discutida nesta obra a conceituação de dano moral, sua forma de reparação e de valoração, os direitos de personalidade, à vida e à integridade corporal. A publicação é voltada para profissionais e acadêmicos do direito e também para pessoas que atuam na área de gestão de pessoas e qualidade de vida no trabalho.
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DANO MORAL E SUA REPARAÇÃO: Direito Comparado: Argentina e Brasil

DANO MORAL E SUA REPARAÇÃO: Direito Comparado: Argentina e Brasil

O debate sobre Direito Comparado na América Latina tem se tornado es- pecialmente importante no momento que os países da região estão amadurecendo a experiência do Mercosul. O artigo refere-se à pesquisa em fontes representadas por autores e juristas na área jurídica da Argentina e do Brasil. Analisaremos o dano moral, observando o sistema jurídico argentino e brasileiro para comparativamente elaborar o texto, o qual se sedimentou no dano moral e suas formas de reparação. Apresentamos uma definição de dano moral, apontando argumentos uti- lizados para a caracterização do delito, bem como os meios judiciais empregados na busca da reparação, no ressarcimento ou na compensação, com a finalidade de amenizar a dor sofrida pela vítima. O delito estudado apresenta diversos tipos, po- dendo assumir características psicológicas ou estéticas, que são representadas pelo dano ao patrimônio abstrato ou imaterial, que podem consistir em um bem ético, jurídico e social do ofendido. Por isso, ocorrendo o ato, caberá à vítima o direito de ser ressarcida pecuniariamente ou mediante retratação pública.
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ABORDAGEM TEÓRICA E EMPÍRICA ACERCA DO ASSÉDIO MORAL POR EXCESSO DE TRABALHO  Matheus Ribeiro de Oliveira Wolowski, Leda Maria Messias Da Silva

ABORDAGEM TEÓRICA E EMPÍRICA ACERCA DO ASSÉDIO MORAL POR EXCESSO DE TRABALHO Matheus Ribeiro de Oliveira Wolowski, Leda Maria Messias Da Silva

Diversas são as formas em que se pode caracterizar o dano existencial, inclusive longe da esfera laboral. Não existe um rol taxativo da caracterização do dano existencial, mas há algum[r]

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CIVIL OBJETIVA, DANO AMBIENTAL PRIVADO E EFICÁCIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS NA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA.  Sandra Regina Alves Teixeira

CIVIL OBJETIVA, DANO AMBIENTAL PRIVADO E EFICÁCIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS NA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA. Sandra Regina Alves Teixeira

Destarte, no que concerne a acepção de Dano Ambiental, “é espécie de ocorrência prejudicial ao homem e ao meio ambiente”, conforme consolidou o Ministro Luiz Fux, por ocasião do julgamento do REsp. 578.797RS (DJ 20.09.2004), não obstante, o preceito jurídico brasileiro, não determina de forma concludente, o Dano Ambiental, mas esclarece as suas peculiaridades fundamentais, visto que, a Lei de Política Nacional do Meio Ambiente - Lei 6.938/81 em seu artigo 3º, I, prevê que o poluidor, ou seja, o agente que estimula a poluição tem o dever de indenizar os danos ocasionados ao meio ambiente e a terceiros, em conformidade com o art. 14, § 1º, da Lei 6.938/81, no qual pronuncia a Ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon (2010, p.339) “ordena estabelecer a possibilidade de responsabilização, na esfera civil, de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente”.
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