Decúbito dorsal

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AVALIAÇÃO VIDEOENDOSCÓPICA NASAL DO TECIDO ADENOIDEANO COMPARANDO-SE AS POSIÇÕES SENTADA E DECÚBITO DORSAL

AVALIAÇÃO VIDEOENDOSCÓPICA NASAL DO TECIDO ADENOIDEANO COMPARANDO-SE AS POSIÇÕES SENTADA E DECÚBITO DORSAL

Cada imagem foi analisada pelo software GNU Image Manipulation Program (GIMP), medindo-se sempre a área livre (AL) da coana, ou seja, o que não estava ocupado pela adenóide. O tamanho da AL de uma fossa nasal medido na posição sentada era comparado com o tamanho da AL da mesma fossa nasal medido na posição deitada, estabelecendo-se uma razão entre estas duas medidas. O mesmo era feito com as medidas da outra fossa nasal do mesmo paciente, procedendo-se da mesma forma com cada paciente. Uma média das razões de todos os pacientes foi obtida para cada lado, bem como a média geral de ambos os lados sentado sobre as medidas em decúbito dorsal. Os cálculos inversos também foram realizados, ou seja, razões e médias foram obtidas tomando-se as medidas deitado sobre deitado. Assim sendo, avaliou-se a variação da AL do mesmo paciente comparando-se as duas posições do exame. A análise das imagens foi feita conjuntamente por dois pesquisadores não médicos, diferentes daquele que realizou o exame, os quais não tinham conhecimento sobre o lado e posição de cada uma das imagens, estabelecendo- se uma mensuração cega.
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Comparação entre as medidas de cirtometria tóraco-abdominal realizadas em decúbito dorsal e em ortostatismo.

Comparação entre as medidas de cirtometria tóraco-abdominal realizadas em decúbito dorsal e em ortostatismo.

RESUMO | Com o objetivo de avaliar possíveis dife- renças nos valores obtidos na realização da cirtometria tóraco-abdominal em ortostatismo comparado com os resultados aferidos em decúbito dorsal, foram avaliados 30 participantes com média de idade de 27,8±4,4 anos, por meio dos seguintes parâmetros: antropometria, pro- va de função pulmonar e mobilidade tóraco-abdominal pela cirtometria. O teste de Shapiro-Wilk foi utilizado para verificar a normalidade dos dados e o teste t pareado para a comparação entre as mensurações obtidas pela cirtometria tóraco-abdominal em decúbito dorsal e em ortostatismo. Não houve diferenças significativas na mo- bilidade axilar e xifoidea entre as medidas em decúbito dorsal e ortostatismo. A mobilidade abdominal mensura- da em ortostatismo (2,54±1,39 cm) foi significativamente menor (34,35%) em comparação à mobilidade obtida em decúbito dorsal (3,71±1,78 cm; p<0,001). A cirtometria torácica pode ser realizada em ortostatismo como uma alternativa para a avaliação de pacientes que referem or- topnéia. A cirtometria abdominal também pode ser reali- zada nessa postura, com a ressalva de ser esperada uma redução em torno de um terço da mobilidade abdominal obtida em decúbito dorsal.
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Efeitos do posicionamento em decúbito dorsal e lateral no pico de fluxo expiratório em adultos saudáveis.

Efeitos do posicionamento em decúbito dorsal e lateral no pico de fluxo expiratório em adultos saudáveis.

25 adultos saudáveis entre 18 e 65 anos e 11 com limitação crônica do fluxo aéreo. As medidas de PFE foram realizadas por meio de um espirômetro, e os resultados mostraram que a posição em pé apresentou maiores valores, seguida pela posição sentada. Não houve diferença significativa entre as posições de decúbito (dorsal e lateral), porém os valores em DL foram discretamente menores do que em supino. A justificativa apresentada pelos autores é que o hemitórax dependente pode ter tido a sua expansibilidade reduzida.

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Retalho sural de fluxo reverso: 10 anos de experiência clínica e modificações.

Retalho sural de fluxo reverso: 10 anos de experiência clínica e modificações.

Orientar o posicionamento do paciente também é uma tarefa importante, pois se icar apoiado na região posterior da perna poderá comprimir o pedículo. Deve­se preferir man ­ tê­lo em decúbito ventral ou lateral. Se o paciente precisar icar em decúbito dorsal, deve­se colocar um coxim na região proximal da perna ou joelho e outro sob o calcanhar (se o retalho não estiver nessa localização), a im de impedir a compressão na região posterior do terço distal da perna, onde está o ponto de rotação do pedículo (Figura 10).

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Camptocormia: um relato de caso bizarro e a sua adequada referenciação

Camptocormia: um relato de caso bizarro e a sua adequada referenciação

Quanto a achados positivos relevantes ao exame ob- jetivo, destaque-se a camptocormia marcada com li- mitação da extensão da coluna toraco-lombar, sendo que esta reduz lentamente com a posição de decúbito dorsal, não esbatendo, porém, por completo (Figuras 4 e 5). Negam-se sinais extrapiramidais, rigidez, tremor essencial ou outros sinais que possam indicar alguma causa primária de foro neurológico para a camptocor- mia encontrada.

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Efeitos imediatos do alongamento em diferentes posicionamentos.

Efeitos imediatos do alongamento em diferentes posicionamentos.

Neste protocolo realizado, observou-se, como efeito imediato do alongamento na fl exibilidade do músculo iliopsoas, um ganho na fl exibilidade muscular nos posicionamentos decúbito dorsal, semifl exão de joelhos e decúbito lateral. O músculo iliopsoas pode ser alongado nestes posicionamentos por meio da exten- são da articulação coxofemural em uma única sessão de alongamento estático sustentado por 60 segundos. Observou-se, também, tendência à retroversão e neutralização da pelve após realização deste tipo de alonga- mento. Os diferentes posicionamentos fornecem maior variabilidade de posições, permitindo ao fi sioterapeuta escolher qual a mais adequada para cada indivíduo, facilitando a sua práxis.
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Retenção urinária aguda em pré-escolar feminina com constipação intestinal.

Retenção urinária aguda em pré-escolar feminina com constipação intestinal.

ressecadas, calibrosas e em cíbalos havia pelo menos três anos. Fazia uso ocasional de laxantes por via oral sem orientac ¸ão médica; recebera diagnóstico de constipac ¸ão intestinal havia dois anos em unidade básica de saúde, mas a adesão às orientac ¸ões alimentares não foi adequada (não havia menc ¸ão de prescric ¸ão médica de laxantes). Diante disso, foi feita radiografia simples de abdome, nas incidên- cias anteroposterior (AP) em decúbito dorsal e na posic ¸ão ortostática (fig. 1), que evidenciou imagens compatíveis com fezes em reto, ceco e ao longo de todo o cólon, além de dilatac ¸ão e impactac ¸ão (retenc ¸ão) de fezes em ampola retal.
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Influência das variações da postura sentada na função respiratória: revisão de literatura.

Influência das variações da postura sentada na função respiratória: revisão de literatura.

Em , o estudo de Tsubaki, Deguchi e Yoneda analisou a influência da postura sobre a função respiratória e a força muscular em indivíduos sau- dáveis por meio da análise do volume expiratório forçado no primeiro segundo, da capacidade vital forçada e do pico de fluxo expiratório nas posições em decúbito dorsal e sentado. Esses valores foram significativamente menores na posição em decúbito dorsal em relação à posição sentada. Observou-se que a força muscular respiratória não foi alterada nas posições sentada, em decúbito dorsal e recli- nada a graus. Os autores relatam que os resul- tados apresentam diferenças em relação à posição, à idade e ao gênero, e que, geralmente, a pressão dos órgãos abdominais sobre o diafragma é maior em decúbito dorsal do que na postura sentada. No decúbito dorsal, o contato da parede dorsal do tó- rax com a maca reduz sua mobilidade. Ao final da pesquisa, os autores relatam que o efeito da pressão causada pelos órgãos intra-abdominais sobre o dia- fragma ou a limitação da parede torácica dorsal na posição em decúbito dorsal pode ser pequeno em indivíduos jovens e saudáveis.
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A influência do ciclo menstrual na flexibilidade em praticantes de ginástica de academia.

A influência do ciclo menstrual na flexibilidade em praticantes de ginástica de academia.

• Flexão da articulação de cotovelo (0-154°) – Com o testado em decúbito dorsal, o goniômetro foi colocado com o eixo central sobre o ponto radial até o stylon; a outra fixada no braço n[r]

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Exame da Força Muscular

Exame da Força Muscular

Em decúbito dorsal, o paciente deve executar movimentos de flexão e extensão dos pés, pernas e coxas. Em seguida, o examinador opõe resistência aos movimentos e compara a força entre segmentos simétricos do paciente. A manobra de Mingazzini é a manobra deficitária mais utilizada nos membros inferiores. O indivíduo, em decúbito dorsal, mantém as coxas fletidas, formando ângulo reto com o tronco, as pernas fletidas sobre as coxas, horizontal- mente, formando ângulo reto com as coxas, e os pés formando ângulo reto com as pernas na vertical. Normalmente, essa posição pode ser mantida por 2 minutos. Em condições em que há déficit, ocorrem oscilações ou quedas pro- gressivas do pé, da perna ou da coxa, combinadas ou isoladas, caracterizando déficits distais, proximais ou combina- dos. À manobra de Barré, o indivíduo, em decúbito ventral, mantém as pernas fletidas sobre as coxas. O déficit da musculatura flexora da perna leva a oscilações ou à queda da perna parética.
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Rev. esc. enferm. USP  vol.12 número1

Rev. esc. enferm. USP vol.12 número1

A) Deitado em decúbito dorsal, o paciente inspira pelo nariz soltando a musculatura do abdome e expira em sopro pela boca, prendendo a musculatura do abdome. Com este exercício, o diafragma se contrai, permitindo a expansão de todo o ar dos pulmões e se distende empurrando os pulmões e os obrigando a esvaziar-se completamente. Para se verificar se o paciente está fazendo bem este exercício, coloca-se um livro sobre o abdome; o livro sobe na inspiração e desce na expiração. B) Deitando em decúbito lateral direito, o paciente inspi- ra forçando o enchimento com ar da base lateral do pulmão esquerdo. Fazer o mesmo exercício em decúbito lateral esquerdo.
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Proposta de padronização do estudo radiográfico do quadril e da pelve.

Proposta de padronização do estudo radiográfico do quadril e da pelve.

- Paciente em decúbito dorsal horizontal, com raio incidente no sentido caudo-cranial com angulação de 45° (Figura 17); - Técnica bem realizada quando a parte superior da sínfi- se púbica está no mesmo nível do segundo corpo sacral; - Indicado principalmente para traumatismos (fratura da pelve);

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Casos clínicos - manual de apoio à UC de Fisioterapia em Situações Neurológicas do Curso de Licenciatura em Fisioterapia

Casos clínicos - manual de apoio à UC de Fisioterapia em Situações Neurológicas do Curso de Licenciatura em Fisioterapia

- Passa de decúbito dorsal para sentado na beira da cama com assistência moderada para posicionar as extremidades dos membros inferiores no chão e estabilizar o local da cir[r]

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Rev Bras Med Esporte  vol.23 número5

Rev Bras Med Esporte vol.23 número5

Manaus, Brasil). O exercício pullover foi realizado com o indivíduo deitado em decúbito dorsal, pés apoiados no chão, glúteos, região torácica e cabeça apoiados no banco. Em ambos os exercícios os voluntários realizaram o pullover utilizando a mesma amplitude total, assim como a velocidade de execução adotada durante o teste de 10RM, sendo a mesma controlada através do metrônomo digital. Inicialmente, os vo- luntários posicionaram os membros superiores alinhados verticalmente ao ombro, e então realizaram a fase excêntrica do movimento através de uma flexão do complexo articular do ombro, seguido da fase con- cêntrica, onde os sujeitos realizaram a extensão do complexo articular do ombro. Cada repetição foi finalizada na posição inicial do movimento em ambos os exercícios. Os padrões cinesiológicos adotados no estudo, assim como as instruções para a realização dos exercícios seguiram as recomendações propostas por Leavy 12 .
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estudo dirigido 1 _ introduação planos e nomenclatura

estudo dirigido 1 _ introduação planos e nomenclatura

Após exames pré-operatórios o lactente foi submetido à correção cirúrgica (Figura 1.2.1). Figura 1.2.1 Imagem pré-operatória de lactente, já anestesiado e em decúbito dorsal, para corr[r]

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Estudo comparativo do bloqueio combinado femoral-isquiático, por punção em sítio único, com anestesia subaracnóidea para cirurgia unilateral do membro inferior.

Estudo comparativo do bloqueio combinado femoral-isquiático, por punção em sítio único, com anestesia subaracnóidea para cirurgia unilateral do membro inferior.

O tempo para a realização da anestesia regional foi avalia- do em ambos os grupos. Vinte minutos após o término da in- jeção do anestésico local com o paciente em decúbito dorsal, foram pesquisados os bloqueios sensitivo e motor no membro a ser operado e no membro não operado. O bloqueio sensitivo foi avaliado pela perda da sensação a frio e dor (toque do es- tilete da agulha) bilateralmente no grupo RQ e nos diferentes trajetos cutâneos dos nervos femoral, cutâneo femorolateral, obturatório, fibular comum e tibial no grupo CFI. O bloqueio motor foi avaliado usando-se escala modificada de Bromage 7
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Valor da oximetria de pulso na avaliação da perfusão da mão para retirada da artéria radial: O teste de Allen é satisfatório?

Valor da oximetria de pulso na avaliação da perfusão da mão para retirada da artéria radial: O teste de Allen é satisfatório?

Método:  Foram estudadas 50 artérias radiais, 50 artérias ulnares de 25 pacientes em decúbito dorsal, com idade igual ou superior a 45 anos, sendo 19 do sexo masculino e 6 do sexo femini[r]

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Arq. Bras. Cardiol.  vol.92 número2 es a10v92n2

Arq. Bras. Cardiol. vol.92 número2 es a10v92n2

Hay pocos datos en la literatura sobre la respuesta circulatoria al EG de pacientes con SCA que han estado en reposo en decúbito dorsal. En este estudio, la respuesta de la PAS y PAD al EG sentado y en ortostasis provocó una pequeña variabilidad, sugiriendo que la mayoría de esos pacientes, sometidos al reposo por tiempo igual o superior a 24 horas y al uso de medicación vasodilatadora y betabloqueante, conservó sus reflejos posturales activos, y mantuvo la integridad del ajuste circulatorio periférico a los cambios de posición del cuerpo 16 . Ese hecho sugiere una respuesta positiva al
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Rev. Bras. Anestesiol.  vol.65 número3

Rev. Bras. Anestesiol. vol.65 número3

espirómetro analógico (Ferraris-Mark 8 Wright Respirometer, Louisville, CO, EE: UU.), acoplado a una mascarilla facial de silicona. La secuencia de las posiciones fue aleatorizada por medio de grupos de sobres. Posteriormente, los individuos fueron colocados en las posiciones propuestas y se les soli- citó que hiciesen una inspiración máxima hasta la capacidad pulmonar total, seguida de una espiración máxima hasta el volumen residual. El valor de la capacidad vital adoptado en cada posición fue el mayor, entre 3 comprobaciones, con una diferencia <10% entre ellas. Las 4 posiciones adoptadas en el presente estudio fueron decúbito dorsal a 0 ◦ , decúbito
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Modificação da técnica de abordagem ventral à articulação atlantoxial sem a secção do músculo esternotireóideo.

Modificação da técnica de abordagem ventral à articulação atlantoxial sem a secção do músculo esternotireóideo.

intravenosa 30 minutos antes do início da cirurgia. Depois de realizada a antissepsia do campo operatório com álcool-iodo-álcool e com o animal posicionado em decúbito dorsal com um anteparo de apoio sob o pescoço, foi realizada a artrodese atlantoaxial empregando dois pinos de Steimann associados à resina acrílica autopolimerizável, conforme técnica descrita por (SHARP & WHEELER, 2005), mas sem realizar a secção do MET. Os animais foram submetidos à terapia antiinflamatória de cetoprofeno 10% e (2,0mg kg -1 de peso corporal, IM, por três dias) e

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