Degradação ambiental

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ESTUDO DE FATORES DE DEGRADAÇÃO AMBIENTAL NA APA DE SÃO DESIDÉRIO

ESTUDO DE FATORES DE DEGRADAÇÃO AMBIENTAL NA APA DE SÃO DESIDÉRIO

O referido levantamento de fatores de degradação ambiental das feições cársticas desenvolveu-se mediante observações e estudo de campo, com uso de Global Positioning System (GPS) e Câmera Fotográfica tomando tendo como base os resultados obtidos no mapeamento geomorfológico e de fenômenos cársticos (DANTAS, 2017). A análise de fatores de degradação ambiental norteou-se pela concepção de Mcharg (1971 apud Nucci, 2001), que relaciona o equilíbrio ambiental às interferências acerca do uso da terra, tendo em vista suas variáveis naturais ora apresentadas pela fisiologia da paisagem. Assim, tal análise foi desenvolvida através de uma abordagem qualitativa, resultando num levantamento pontual de fatores degradação ambiental da paisagem cárstica da APA.
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Avaliação da degradação ambiental de parte do Seridó Paraibano.

Avaliação da degradação ambiental de parte do Seridó Paraibano.

A metodologia baseou-se nos trabalhos de Baumgratz et al. (1986); ITDG (1994) e Ferreira et al. (1997). Na avaliação da degradação ambiental foram utilizados os parâmetros vegetação, topografia, solo/geologia, ecologia, mecanização, área agrícola, densidade populacional e pecuarização e os dados extraídos das imagens TM, com apoio das cartas topográficas, dos mapas temáticos e dados de campo georreferenciados, resultando em 130 zonas homólogas de tonalidades de cinza, numeradas seqüencialmente (Figura 1). Na avaliação dos níveis de degradação ambiental para a sua classificação em baixo, moderado, grave e muito grave foram definidos pesos (Tabela 1) de acordo com a vulnerabilidade do terreno. Por exemplo, uma determinada área com uma vegetação fechada e uma declividade baixa (< 15%) é muito menos vulnerável a
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A pecuária e a degradação ambiental nos agropolos do Ceará

A pecuária e a degradação ambiental nos agropolos do Ceará

O estudo foi realizado a partir de dados secundários referentes aos municípios do Estado do Ceará, agrupados conforme o agropolo onde se encontram inseridos, visando tornar mais objetiva a operacionalização dos resultados obtidos. A pecuária destaca-se como a principal atividade econômica nos agropolos cearense. Para analisa a sua contribuição na degradação ambiental dos agropolos buscou-se na literatura as principais causas do fenômeno segundo o aspecto econômico. Estas causas foram representadas quantitativamente através de dez indicadores: PIB per capita, Nº de bovinos, Nº de ovinos, Nº de caprinos, Consumo industrial de energia elétrica, Consumo rural de energia elétrica, Total de indústrias, Produção de carvão vegetal, Produção de lenha e Produção de madeira. A partir destes indicadores foi construído um Índice de Degradação Ambiental e em seguida estimou-se a participação dos indicadores Nº de bovinos, Nº de ovinos e Nº de caprinos na composição do referido.
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Fatores de degradação ambiental nos agropolos do Ceará

Fatores de degradação ambiental nos agropolos do Ceará

O IDAA - Índice de Degradação Ambiental sgundo os aspectos Ambientais foi composto pelos indicadores: % da área com lavouras em relação à área do município, salinidade média da água (mg/l), % da área colhida com culturas de subsistência, escoamento superficial, índice de aridez, área com imóveis rurais (ha) e área com lavouras (ha). Como apresentado na Tabela 3 a maioria dos agropolos tem como principal agente de degradação o % da área colhida com culturas de subsistência. Ímplicitas nestes resultados encontram-se condições vivenciadas pela maioria dos agricultores dos agropolos. No estado do Ceará, a agricultura de subsistência é praticada por agricultores mais pobres, que utilizam praticas agrícolas inadequadas no uso do solo, contribuindo de forma significativa para problemas relacionados à erosão e fertilidade do solo, favorecendo a degradação ambiental.
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ASPECTOS DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL NO NORDESTE DO BRASIL

ASPECTOS DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL NO NORDESTE DO BRASIL

Este artigo tem como objetivo fazer uma análise do processo de degradação ambiental no nordeste do Brasil, ocasionado por meios antrópicos como o desmatamento através da retirada e queimadas da cobertura vegetal. Aborda também as principais características ambientais da região, fazendo um resgate histórico da ocupação no Brasil, que ocasionaram o processo de degradação ambiental. As pesquisas foram realizadas utilizando materiais bibliográficos através de artigos científicos, livros, Dissertações e teses relacionadas ao tema. O desmatamento nessa região tem sido alvo de estudo em varias universidades, pois vem causando historicamente danos aos recursos naturais, principalmente aos considerados mais frágeis, afetando o equilíbrio ambiental e consequentemente a manutenção e qualidade da vida humana. O resultado demonstrou que o processo de desmatamento e de degradação ambiental do Nordeste, esteve e está associada ao processo agropecuária, produção agrícola, produção industrial, crescimento populacional e tem ocasionado uma serie de consequências negativas, como a perda da biodiversidade, degradação do solo, processos erosivos, escoamento superficial, diminuição da água para recargas dos aquíferos, entre outras consequências.
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Degradação Ambiental Agropecuária na América Latina: uma abordagem de índices nos países da região

Degradação Ambiental Agropecuária na América Latina: uma abordagem de índices nos países da região

As mudanças ocorridas no meio ambiente acompanham a evolução do ser humano na condição de ser social, entretanto algumas dessas mudanças vêm provocando problemas para a sociedade. Nesse contexto surge a degradação ambiental, que se apresenta como um grande desafio para vários países. Um conjunto de causas é apontado como responsável pelo atual processo de degradação, contudo, no cenário latino-americano, essa questão tem grande parcela oriunda da exploração agropecuária. Este trabalho tem como objetivo analisar o padrão de degradação ambiental agropecuário dos países da Amé- rica Latina. A mensuração da degradação ocorre por meio da construção de um Índice de Degradação Ambiental Agropecuá- ria (Idaa), o qual apresenta-se como proxy para determinar a área de degradação de uma determinada região causada pela atividade agropecuária. Na construção do Idaa verificou-se que algumas regiões possuem um padrão de degradação muito elevado, como alguns Estados brasileiros. Com relação aos países pesquisados da América Latina, o valor médio do índice foi de 8,25%. Os países que apresentaram maiores níveis de degradação ambiental foram: Brasil, Argentina e México, visto que estes têm na agropecuária uma base muito forte de suas economias. Nesse sentido, para reverter essa situação, deve ocorrer maior atuação do poder público, bem como uma maior conscientização dos produtores rurais nos países que apresentaram maiores níveis de degradação. Os menores índices de degradação ficaram em países nos quais a atividade agropecuária não apresenta elevados níveis de produtividade, como a Nicarágua, o Chile e El Salvador.
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Os indicadores sociais e a degradação ambiental nos agropolos do Ceará

Os indicadores sociais e a degradação ambiental nos agropolos do Ceará

O estudo foi realizado a partir de dados secundários referentes aos municípios do Estado do Ceará, agrupados conforme o agropolo onde se encontram inseridos, visando tornar mais objetiva a operacionalização dos resultados obtidos. Para analisa a sua contribuição na degradação ambiental dos agropolos buscou-se na literatura as principais causas do fenômeno segundo o aspecto social. Estas causas foram representadas quantitativamente através de seis indicadores: Densidade Demográfica, Taxa de Urbanização, Rede Rodoviária por Área do Município, Taxa de Abastecimento de Água, Taxa de Esgotamento Sanitário e Taxa de Escolarização no Ensino Médio. A partir destes indicadores foi construído um Índice de Degradação Ambiental segundo aspecto social e em seguida quantificou-se qual fator teve maior participação no processo de degradação nos agropolos do Estado do Ceará.
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Indicadores de Degradação Ambiental  Desertificação no Município de Parambu  CE

Indicadores de Degradação Ambiental Desertificação no Município de Parambu CE

O processo de desertificação vem avançando gradualmente ao longo dos anos em vários municípios do semiárido brasileiro. Vários esforços vêm sendo feitos no sentido de diagnosticar essas áreas e procurar as melhores formas de mitigação desse problema. A presente pesquisa foi desenvolvida no município de Parambu- CE, localizado na região sudoeste do estado do Ceará, em região periférica ao núcleo de desertificação dos Inhamuns. O objetivo geral foi Realizar uma compartimentação dos sistemas ambientais do município de Parambu, estabelecendo, por meio de indicadores, o grau de suscetibilidade à degradação ambiental/desertificação dos variados compartimentos encontrados. Para realização da pesquisa, o método utilizado foi a análise ambiental integrada, à luz das teorias geossistêmica e ecodinâmica. Dessa forma, foram realizados estudos setoriais e integrados do ambiente, de forma a delimitar, através de indicadores biogeofísicos (IGBDs), índices de suscetibilidade à degradação ambiental / desertificação, do ambiente no recorte estudado. A partir da metodologia adotada, foram delimitados oito sistemas ambientais, sendo eles: Sertão de Cana Brava; Sertão do Puiú; Sertão de Cococi; Planície Ribeirinha; Reverso Imediato do Planalto da Ibiapaba; Reverso Seco do Planalto da Ibiapaba; Cristas Residuais e Agrupamentos de Inselbergs; e Tabuleiros Interiores. O sistema ambiental Cristas Residuais e Agrupamentos de Inselbergs, apresentou um índice de suscetibilidade à degradação ambiental/ desertificação muito alto; o Sertão do Puiú apresentou alta suscetibilidade; Sertão de Cana Brava apresentou moderada suscetibilidade; o Sertão de Cococi, baixa; o Reverso Imediato, e o Reverso Seco do Planalto da Ibiapaba apresentaram ambos, muito baixa suscetibilidade.
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Hierarquização dos agropolos cearenses segundo o índice de degradação ambiental

Hierarquização dos agropolos cearenses segundo o índice de degradação ambiental

As atividades econômicas desenvolvidas nos agropolos, embora importantes para a população, muitas vezes são praticadas de forma inadequada de agressiva ao meio ambiente, podendo danos como contaminação de efluentes, compactação do solo, erosão e perda da biodiversidade. É o caso da carcinicultura nos municípios do agropolo Litoral Leste, das atividades agrícolas de Ibiapaba e Médio Jaguaribe. Além disso, o baixo poder aquisitivo da população é outro fator que potencializa a degradação ambiental uma vez que impele a população ao uso intensivo e desregrado dos recursos naturais.
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Obsolescência institucional e degradação ambiental e social.

Obsolescência institucional e degradação ambiental e social.

As crises militares continuam sendo motivo de grande preocupação para a humanidade, mas o que vem dominando a preocupação dos cientistas é o fato que se revela como um dos mais contradit[r]

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uma história de degradação ambiental e má gestão pública.  Tatiana Fernandes Dias Da Silva

uma história de degradação ambiental e má gestão pública. Tatiana Fernandes Dias Da Silva

Em 2005, foi criado o Comitê de Bacia da Baía de Guanabara (entidade designada por lei federal) com o objetivo de apoiar a integração das ações na defesa contra eventos hidrológicos críticos que ofereçam riscos à saúde e à segurança pública, assim como prejuízos ambientais, econômicos e sociais; estimular a proteção das águas contra ações que possam comprometer o uso múltiplo atual, projetado e futuro; promover a integração das atividades dos agentes públicos e privados relacionados aos recursos hídricos e ambientais, compatibilizando as metas e diretrizes do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERHI) com as peculiaridades de sua área de atuação; adotar as bacias hidrográficas da sua área de atuação como unidades físico-territoriais de planejamento e gerenciamento específicos e diferenciados; promover, em sua área de atuação, o gerenciamento descentralizado, participativo e integrado, sem dissociação dos aspectos quantitativos e qualitativos dos recursos hídricos; reconhecer a água como um bem de domínio público, limitado e de valor econômico, social e ambiental, cuja utilização é passível de ser cobrada, observados os aspectos legais, de quantidade, qualidade e as peculiaridades de sua área de atuação; elaborar, aprovar e gerir a execução do seu plano de bacia; identificar as causas e efeitos adversos da poluição, dos desmatamentos, das inundações, das estiagens, da erosão do solo e do assoreamento dos corpos hídricos nas áreas silvestres, rurais e urbanas da sua área de atuação; compatibilizar o gerenciamento dos recursos hídricos, superficiais e aquíferos, com o desenvolvimento regional e com a proteção do meio ambiente, adequando-o às diversidades físicas, bióticas, demográficas, econômicas, sociais, históricas e culturais da sua área de atuação; promover a integração da gestão dos recursos hídricos com a gestão ambiental; articular a maximização dos benefícios ambientais, econômicos e sociais, resultantes do aproveitamento múltiplo integrado dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos, assegurado o uso prioritário para o saneamento ambiental e o abastecimento das populações; alavancar a educação ambiental, a permuta de conhecimentos regionais e técnicos, as manifestações folclóricas, a tradição e as festas populares, o respeito, a proteção e a preservação histórica e arqueológica, visando ao resgate da identidade e à construção da cidadania individual e coletiva, tudo conforme determinado pelo artigo 4, do Regimento Interno do Comitê Baía de Guanabara.
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Degradação ambiental no socialismo e no capitalismo — Outubro Revista

Degradação ambiental no socialismo e no capitalismo — Outubro Revista

As leis do mercado comandam a economia capitalista. Isto significa que depredar ou contaminar a natureza supõe um benefício econômico para o responsável. Quando um processo econômico p[r]

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Degradação ambiental no estado de Minas Gerais.

Degradação ambiental no estado de Minas Gerais.

Resumo:฀ As฀atividades฀agrícolas฀sempre฀tiveram,฀historicamente,฀grande฀ relevância฀para฀a฀economia฀e,฀dentro฀deste฀contexto,฀o฀meio฀ambiente฀ficou฀ relegado฀a฀segundo฀plano,฀uma฀vez฀que[r]

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Degradação Ambiental em Gilbués, Piauí

Degradação Ambiental em Gilbués, Piauí

Este artigo tem como objetivo fornecer uma panorâmica acerca das condições ambientais e socioeconômicas da região de Gilbués, no sudoeste piauiense. Considerado oficialmente como um “núcleo de desertificação”, Gilbués, apresenta intensa degradação dos seus solos, decorrente principalmente, da forte erosividade das chuvas locais e da erodibilidade de seus solos. Do ponto de vista climáti- co diferencia-se da região semi-árida, por apresentar valo- res de índice de aridez e variabilidade interanual das chu- vas inferiores aqueles da região semi-árida. Área de inten- sa morfogênese natural tem, historicamente, a pecuária extensiva como principal atividade econômica, associada à mineração de artesanal de diamante, ambas desenvolvi- da de forma predatória. Espera-se que as informações aqui apresentadas possam subsidiar futuras pesquisas na re- gião.
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Degradação Ambiental das Zonas Litorais

Degradação Ambiental das Zonas Litorais

Como é evidente, os programas acima referidos só são viáveis se houver um conhecimento muito vasto das espécies alvo, do ponto de vista fisiológico, bioquímico, ecológico, comportamental,... Nas últimas décadas têm surgido actividades relativas à investigação científica, à identificação e à monitorização ambiental. A informação actualmente existente é, contudo, ainda francamente insuficiente para permitir identificar correctamente os componentes importantes da biodiversidade a nível mundial (incluindo evolução natural, agricultura, silvicultura e pescas, efeitos das actividades humanas). Existe, portanto, a necessidade de um maior investimento nesta área.
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Construção Civil e a Degradação Ambiental

Construção Civil e a Degradação Ambiental

No entendimento de Duarte e Bueno (2006), os ecossistemas po- dem ser levados a um estado de perturbação devido às ações antrópicas, ou seja, uma área pode sofrer certo distúrbio e, ainda, manter a possibili- dade de se regenerar em condições naturais ou se estabilizar em outras condições estáveis. O impacto sofrido, no entanto, pode impedir ou res- tringir a capacidade do ambiente de se restabelecer, retornar ao estado original, ou seja, tem sua resiliência reduzida. Neste caso forma-se uma área degradada. Desta forma, áreas degradadas são “aquelas que não pos- suem mais a capacidade de repor as perdas de matéria orgânica do solo, nutrientes, biomassa e estoque de propágulos” (Brown; Lugo, 1994). Ou seja, a degradação é verificada quando elementos naturais como fauna, flora, solo e corpos d´água sofrem alterações, juntamente com as caracte- rísticas biológicas, físicas e químicas do local explorado.
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Análise em bacias hidrográficas: contribuição metodológica para o diagnóstico ambiental

Análise em bacias hidrográficas: contribuição metodológica para o diagnóstico ambiental

As bacias hidrográficas de pequeno porte influenciam diretamente na qualidade de vida dos municípios, e as metodologias de diagnóstico ambiental em bacias hidrográficas, em sua maioria, se estendem a bacias hidrográficas de grande porte, que compreendem vários municípios, o que dificulta uma gestão participativa e eficaz. Em geral, propor alternativas de gestão para pequenas bacias hidrográficas garantem a aplicabilidade da metodologia, visto que planos de manejos que necessitem da adesão de vários municípios nem sempre são aplicáveis pela falta de interesse e participação de todos os municípios envolvidos. Fazem-se necessários estudos mais detalhados e a proposição de metodologias aplicáveis para a definição da intensidade da degradação ambiental em bacias hidrográficas de pequeno porte, que atinjam um único município, a fim de subsidiar o poder público para a tomada de decisões referentes ao manejo, a recuperação e a criação de áreas de expansão urbana, tornando os impactos do uso da terra os menores possíveis. Neste contexto, o objetivo desta pesquisa foi propor um modelo cartográfico de diagnóstico ambiental do meio físico para bacias hidrográficas de pequeno porte, com usos da terra diferenciados, baseado no conceito de ecodinâmica de Tricart (1977). Adotou- se como área de estudo Ilha Solteira - SP, que em 1968 teve o seu traçado urbano planejado e construído para abrigar os trabalhadores na construção da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira. Nesse estudo, foram aplicadas duas metodologias distintas de avaliação de qualidade ambiental: a de “fragilidade ambiental” de Crepani et al (1996) e a de “diagnósticos físico-conservacionista de bacias hidrográficas” adaptado de Beltrame (1994). Como resultado, a pesquisa desenvolveu um modelo cartográfico intitulado "Diagnóstico do Meio Físico", que em comparação com os outros modelos testados, apresentou limites entre as classes mais definidos tornando o mapa mais limpo e simplificado. Vale ressaltar que todos estes produtos cartográficos poderão subsidiar a tomada de decisões públicas a fim de minimizar futuros impactos ambientais.
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UNIVESIDADE FEDERAL DO CEARÁ- UFC Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Executivo- FEAACS Curso de Ciências Econômicas KAMILA FERREIRA GOMES

UNIVESIDADE FEDERAL DO CEARÁ- UFC Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Executivo- FEAACS Curso de Ciências Econômicas KAMILA FERREIRA GOMES

(ASD), atualmente reconhecidas pelo Governo Federal, estão localizadas na Região Nordeste, na sub-região dos sertões e em parte dos estados de Minas Gerais e Espirito Santo. A partir dos estudos apresentados no Plano de Ação Nacional de Combate à Desertificação (PAN-BRASIL, 2005, p. 04) as ASDs representam 15% do território nacional cerca de 1.338.076 km² de terras e habitam nessa região 31,6 milhões de pessoas (18,65% da população residente no Brasil). Aproximadamente 18.000 km² apresentam um estado grave ou muito grave de desertificação, detectados principalmente nos estados do Nordeste que tem 55% do território atingido pela degradação ambiental. Desse total, quatro áreas são de alto risco à desertificação, sendo chamadas de núcleos de desertificação: Cabrobó (Pernambuco), Gilbués (Piauí), Irauçuba (Ceará) e Seridó (Paraíba).
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Avaliação da degradação do meio físico por áreas de empréstimo usando geoindicadores e sistema de informações geográficas - área urbana de Ilha Solteira (SP)

Avaliação da degradação do meio físico por áreas de empréstimo usando geoindicadores e sistema de informações geográficas - área urbana de Ilha Solteira (SP)

A necessidade de crescimento econômico tem fomentado diversas atividades que provocam exploração em grande escala dos recursos naturais, resultando degradações ambientais. O uso do solo como matéria-prima em obras de engenharia faz com que áreas sejam exploradas intensivamente e degradadas, muitas vezes sem um projeto de recuperação após o encerramento das atividades exploratórias. O trabalho propõe uma lista de geoindicadores para avaliação de impactos ambientais e a implementação da análise será feita em ambiente computacional apoiando-se em Sistema de Informação Geográfica – SIG. A análise de degradação ambiental foi feita em antigas áreas de empréstimo de solo da área urbana do município de Ilha Solteira (SP) com base numa lista de geoindicadores propostos especificamente para esta finalidade. Para o tratamento das informações foi utilizado o sistema de informações geográficas Spring, o qual atuou como interface entre os dados espaciais (áreas de empréstimo) e não espaciais (avaliação dos geoindicadores para cada área de empréstimo analisada). De posse dos resultados foi possível a geração de informações objetivas e de fácil acesso quanto ao nível de degradação das áreas para definição de prioridades de intervenção, propostas de recuperação e planejamento urbano- ambiental.
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DIAGNSTICO SOCIOAMBIENTAL DO SANEAMENTO EM BAIRRO DE MUNICIPIO BAIANO

DIAGNSTICO SOCIOAMBIENTAL DO SANEAMENTO EM BAIRRO DE MUNICIPIO BAIANO

A inadequação do saneamento ambiental impulsiona o surgimento de doenças veiculadas pela água, bem como a degradação ambiental. O presente trabalho objetivou obter informações sobre o saneamento ambiental do bairro Sucesso no Município de Campo Formoso, BA. Durante o período experimental foram realizadas visitas ao bairro Sucesso, iniciadas em junho de 2012 e concluídas em maio de 2013. Para atender aos objetivos foi realizado um conjunto de ações: 1) visitas exploratórias ao bairro para identificar a residência para instalação do protótipo; 2) intervenções educativas para identificação das fontes de poluição, as distâncias entre as fossas, monitoramento da qualidade da água nas cacimbas e alerta aos moradores sobre suspeita de contaminação e 3) distribuição de folhetos informativos com uma possível solução para o problema, incluindo aspectos como: funcionamento, histórico e importância do sistema alagado construído (SAC). Os resultados indicaram que o esgotamento sanitário foi inadequado devido à utilização de fossas rudimentares e ao lançamento de efluentes sem tratamento em corpo hídrico e do uso da água de cacimbas para abastecimento humano. Recomendou-se à população local que fosse realizada a impermeabilização das fossas rudimentares tornando-as sépticas, a distância entre fossas sépticas fosse de 15 m e fervura da água das cacimbas antes dos usos múltiplos na residência. Por meio de indicadores visuais notou-se que o sistema alagado construído proporcionou remoção de sólidos suspensos e decantáveis, turbidez e odor no esgoto doméstico tratado.
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