Degradação ambiental - Cerrados

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A intensidade da exploração agropecuária como indicador da degradação ambiental na região dos Cerrados, Brasil.

A intensidade da exploração agropecuária como indicador da degradação ambiental na região dos Cerrados, Brasil.

Resumo: Constituindo-se no maior fator de risco e de efetiva degra- dação para o Cerrado, a intervenção do homem na natureza e, em espe- cial, na exploração agropecuária requer análise e monitoramento mais profundos. Este trabalho objetiva analisar as relações entre a exploração agropecuária e a degradação ambiental na região dos Cerrados, em 1995-1996. Em particular, pretende-se, por meio de análise estatística multivariada, veriicar os fatores associados à intensidade da agropecu- ária, predominantes na determinação do padrão de degradação, além de obter índices de intensidade de exploração que possibilitem hierar- quizar e agrupar as microrregiões em termos de potencial de degra- dação. Analisando os resultados alcançados veriicou-se que a inten- sidade da exploração agropecuária manifestou-se pelo uso intensivo do solo (exploração agrícola) e de tecnologias mecânica e bioquímica; pela intensidade de exploração pecuária; e outras dimensões da agri- cultura. As microrregiões com maiores níveis de degradação concen-
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A intensidade da exploração agropecuária na região dos cerrados e potencial de degradação ambiental

A intensidade da exploração agropecuária na região dos cerrados e potencial de degradação ambiental

Políticas que visem incrementar a intensidade da exploração da agropecuária devem dispor de instrumentos tanto para a promoção do aumento da produção agrícola sustentável quanto para o uso equilibrado do meio ambiente, com estímulo a práticas de conservação. Assim é que, especificamente, devem-se considerar o apoio governamental no fortalecimento dos sistemas de pesquisa agropecuária e extensão rural e a implantação de instrumentos de monitoramento das ações antrópicas e de seus tomadores de decisão. Incentivo também à geração e à incorporação de tecnologias de produção inovadora com menor impacto ambiental, com reorientação dos sistemas de pesquisa para práticas compatíveis com a ampla conservação do Cerrado, a exemplo do plantio direto; a reeducação dos agentes de mudança e dos tomadores de decisão rumo aos novos paradigmas do sistema econômico circular; a ampla divulgação de novas práticas e de novos sistemas adaptados às condições edafoclimáticas do Cerrado; a criação de outros sistemas e, ou, mecanismos direcionados aos produtores rurais (vinculação do crédito rural ao uso de práticas agropecuárias compatíveis e implantação de linhas de crédito específicas, com vistas à conservação do solo, bacias hidrográficas, biodiversidades etc.; incentivos financeiros para projetos que contemplem o social e o ambiental, dentre outras); a adoção de modernas tecnologias informacionais nas instituições oficiais de pesquisa e de controle; e o fortalecimento das instituições legais e penais no exercício austero de controle e aplicação de sanções àqueles que infringirem e impactarem o meio ambiente, são alguns mecanismos que poderiam minimizar e até mesmo reverter a situação.
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Degradação Ambiental em Gilbués, Piauí

Degradação Ambiental em Gilbués, Piauí

Finalmente o terceiro ciclo econômico identificado é a ocupação recente das chapadas por expansão das fronteiras agrícolas já instaladas no Maranhão e na Bahia. Desde início dos anos 80 a região tem despertado o interesse de produtores rurais capitalizados e empresas agrícolas, que se voltaram para a plantação de grãos nos cerrados. Parte das terras ocupadas são ainda virgens ou de expansão destas ditas fronteiras agrícolas ainda não regulamentadas e de proprietários absenteístas (Fundação CEPRO, 1990, p. 64). Sobre uma análise mais aprofundada do processo de ocupação e instalação dessas novas fronteiras agrícolas vale consultar o artigo Modernização e conflito na fronteira ocidental do Nordeste, de Diniz (1984).
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ESTUDO DE FATORES DE DEGRADAÇÃO AMBIENTAL NA APA DE SÃO DESIDÉRIO

ESTUDO DE FATORES DE DEGRADAÇÃO AMBIENTAL NA APA DE SÃO DESIDÉRIO

O referido levantamento de fatores de degradação ambiental das feições cársticas desenvolveu-se mediante observações e estudo de campo, com uso de Global Positioning System (GPS) e Câmera Fotográfica tomando tendo como base os resultados obtidos no mapeamento geomorfológico e de fenômenos cársticos (DANTAS, 2017). A análise de fatores de degradação ambiental norteou-se pela concepção de Mcharg (1971 apud Nucci, 2001), que relaciona o equilíbrio ambiental às interferências acerca do uso da terra, tendo em vista suas variáveis naturais ora apresentadas pela fisiologia da paisagem. Assim, tal análise foi desenvolvida através de uma abordagem qualitativa, resultando num levantamento pontual de fatores degradação ambiental da paisagem cárstica da APA.
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Desafios, paradoxos e complexidade na gestão do mosaico de Unidades de Conservação da Área de Proteção Ambiental Cachoeira das Andorinhas - Ouro Preto/MG

Desafios, paradoxos e complexidade na gestão do mosaico de Unidades de Conservação da Área de Proteção Ambiental Cachoeira das Andorinhas - Ouro Preto/MG

O uso sustentável de parte de seus recursos florestais é permitido e incentivado, desde que sejam respeitados os mecanismos de sustentação dos ecossistemas, baseando-se no seu uso múltiplo e no manejo dos recursos naturais. As Florestas são importantes, também, por contribuírem para a manutenção da biodiversidade, para a recuperação das áreas degradadas e para o desenvolvimento de projetos de educação ambiental. São ainda importantes para proteger os recursos genéticos e desenvolver técnicas de produção e/ou aproveitamento racionais dos recursos florestais. Assim, essas unidades de conservação devem ser manejadas de forma a cumprir finalidades econômicas, de pesquisa científica, lazer e recreação, turismo e conservação dos recursos naturais. Deve-se ressaltar, também, que essa categoria de unidade de conservação ainda é muito recente em Minas Gerais, e os órgãos gestores têm muita dificuldade no estabelecimento do manejo florestal, o que acaba por dificultar sua implantação e gerenciamento de acordo com os objetivos da categoria. Assim, muitas vezes uma unidade de conservação de uso sustentável é gerenciada como se fosse de proteção integral. Sobre o assunto, um representante de ONGs, entrevistado nesta pesquisa, fez uma interessante colocação:
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Avaliação da degradação ambiental de parte do Seridó Paraibano.

Avaliação da degradação ambiental de parte do Seridó Paraibano.

Resumo: O Seridó Oriental Paraibano tem se caracterizado, nos últimos anos, por uma intensa degradação de suas terras agrícolas como resultado dos efeitos do evento ENOS, refletidos em prolongados períodos de seca. A pesquisa em questão tratou da avaliação da degradação ambiental da região, estudando-se 947,81km 2 de seu território. Os parâmetros utilizados foram: vegetação,

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Os indicadores sociais e a degradação ambiental nos agropolos do Ceará

Os indicadores sociais e a degradação ambiental nos agropolos do Ceará

Com base nos resultados do estudo, pode-se concluir que a falta de redes de saneamento básico e exposição desses dejetos no meio ambiente sem o devido tratamento tem grande participação no índice de degradação ambiental. Este indicador, aliado ao baixo nível de escolaridade da população potencializa o fenômeno da degradação ambiental. Assim, não é possível desvincular a mitigação da degradação ambiental dos programas sociais.

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Degradação ambiental no socialismo e no capitalismo — Outubro Revista

Degradação ambiental no socialismo e no capitalismo — Outubro Revista

As leis do mercado comandam a economia capitalista. Isto significa que depredar ou contaminar a natureza supõe um benefício econômico para o responsável. Quando um processo econômico p[r]

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Análise em bacias hidrográficas: contribuição metodológica para o diagnóstico ambiental

Análise em bacias hidrográficas: contribuição metodológica para o diagnóstico ambiental

O estudo dos atributos do meio físico seguiu a metodologia de Tricart (1977), onde na natureza as forças de energia e matérias processam-se através do homem, alterando o equilíbrio dinâmico. Neste contexto, Crepani et al (2001) ajustou a metodologia proposta por Tricart (1977), e deu ênfase ao uso de geotecnologias para elaborar mapas de fragilidade ambiental. Sendo assim, são de extrema importância ao planejamento os estudos de fragilidades potenciais e emergentes do ambiente, pois estes proporcionam uma melhor definição das diretrizes e ações a serem implementadas no espaço físico-territorial, servindo de base para o zoneamento e fornecendo subsídios à gestão do território (SPÖRL, 2001).
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Restauração de mata ciliar pela viabilização de crédito de carbono: uma proposta...

Restauração de mata ciliar pela viabilização de crédito de carbono: uma proposta...

Como a mudança no clima é uma questão estritamente relacionada ao meio ambiente, o tratamento jurídico dado às mudanças climáticas no Brasil pressupõe concordância com os preceitos constitucionais vinculados à questão ambiental. Desse modo, para o combate às mudanças climáticas haveria a necessidade de se compatibilizar o grande sistema jurídico da CQMC com o sistema jurídico brasileiro. A obediência simultânea é possível, uma vez que o Brasil é Parte da Convenção e do Protocolo. Além disso, o programa oficial do governo federal – Avança Brasil – criou o Programa Mudanças Climáticas, tendo como a implementação da convenção no país, uma das principais ações previstas. Projetos de MDL são práticas de desenvolvimento sustentável, associando-se, em conformidade com a ideologia nacional e internacional, a fatores de ordem social, econômica e ecológica, na superação do problema do aquecimento global (Frangetto & Gazani, 2002).
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uma história de degradação ambiental e má gestão pública.  Tatiana Fernandes Dias Da Silva

uma história de degradação ambiental e má gestão pública. Tatiana Fernandes Dias Da Silva

No artigo “A RESPONSABILIDADE CIVIL AMBIENTAL E O OLHAR PARA O FUTURO”, Fernando Simões Dos Reis e Paulo Marcelo Pinheiro Pasetti apontam que as novas formas de produção de riquezas da sociedade pós-moderna vêm gerando a criação de riscos invisíveis e de grande impacto para a humanidade, principalmente aqueles relacionados a danos ao meio ambiente e, para uma adequada gestão desses riscos, a responsabilidade civil ambiental vem se adaptando à essa nova realidade passando a considerar os princípios da precaução e da prevenção como fundamentos importantes nas decisões judiciais.
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Biodiversidade e a Gestão ambiental

Biodiversidade e a Gestão ambiental

Atualmente 107 municípios paraenses participam do programa, 92 cidades que haviam assinado o Termo de Ajustamento de Conduta – TAC, com o Ministério Público Federal- MPF, ou seja, que participavam do programa, e que são apresentadas no relatório oficial do programa referente ao período entre março de 2011 e dezembro de 2012. Este TAC representa o compromisso formal do município com metas associadas à redução do desmatamento, esquemas de monitoramento, Cadastro Ambiental Rural – CAR, e educação ambiental, uma vez que não há requisitos para a entrada no PMV (SANTOS et al., 2016).
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A Biogeografia no núcleo de Rio Claro (SP): análise e avaliação das contribuições científicas no período de 1969-2004

A Biogeografia no núcleo de Rio Claro (SP): análise e avaliação das contribuições científicas no período de 1969-2004

O livro é divido em dez capítulos: Biogeografia, com alusão aos objetivos e objeto de estudo dessa área do conhecimento científico, às subdivisões, história e evolução dos estudos biogeográficos no Brasil desde a época dos viajantes; Biosfera e os seres vivos, capítulo que trata dos ciclos biogeoquímicos e da classificação geral dos seres vivos; Meio Abiótico e Biótico, em que se aborda a atmosfera, o solo e os elementos bióticos, além das interrelações e interferências antrópicas; Biomas dos Mundo, trata-se da distribuição espacial de biomas intertropicais, extra- tropicais e biomas especiais da zona intertropical, além de apresentar um tema para reflexão; Biogeografia e Sistemas, alude-se aos Geossistemas, às Geobiocenoses ou Ecossistemas, aos Sistemas Urbanos e aos Agroecossistemas; Paleobiogeografia e Dinâmica Espacial, se faz alusão à Paleobiogeografia e Eras Geológicas, Biorreinos, Refúgios Ecológicos, centros de dispersão e centros de origem, além de um texto para leitura crítica; Perturbações e Proteção Ambiental, aborda-se a questão da degradação ambiental, áreas de proteção como parques nacionais e similares; Cartografia Biogeográfica, versa sobre mapeamentos fito e zoogeográficos; Educação Ambiental e Pesquisas Biogeográficas no Núcleo de Rio Claro.
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O PAPEL DO MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL NO CRIME DE POLUIÇÃO EM CAMPANHAS POLÍTICAS  Eriton Geraldo Moura Vieira

O PAPEL DO MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL NO CRIME DE POLUIÇÃO EM CAMPANHAS POLÍTICAS Eriton Geraldo Moura Vieira

O presente artigo visa definir as linhas gerais da poluição ambiental produzida pelas campanhas eleitorais, procurando apontar os parâmetros jurídico-legais que permitem delimitar o papel do Ministério Público Eleitoral no processo eleitoral. A poluição eleitoral produzida pelos candidatos ao longo de campanhas políticas tem tomado proporções alarmantes no início do século XXI. Neste contexto, objetiva-se demonstrar através de uma abordagem dialética, procedimentalmente desenvolvida através de pesquisa bibliográfica e documental, um problema que rompe as searas da política e atinge com maior severidade o meio ambiente como um todo. Sendo assim, será evidenciado o crime de poluição bem como será demonstrada a atuação dos membros do Ministério Público Eleitoral no enfrentamento dos impactos ambientais decorrentes das propagandas eleitorais, ou seja, na defesa coletiva do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado.
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Alterações no Perfil Natural da Zona Costeira da Cidade de Fortaleza, Ceará, ao longo do Século XX

Alterações no Perfil Natural da Zona Costeira da Cidade de Fortaleza, Ceará, ao longo do Século XX

A etapa de campo foi realizada entre outubro de 2005 e outubro de 2006, contemplando os picos de maré alta e baixa ao longo da faixa de praia SE/NO e L/O de Fortaleza. Esse campo se deu com visitas periódicas e descrições visuais de cada trecho da foz do Rio Cocó a Ponta do Mucuripe (faixa SE/NO) e da Ponta do Mucuripe até a foz do Rio Ceará (faixa L/O) acompanhada de fotografias, tiradas sempre dos mesmos trechos visitados e descritos da área a cada dois meses. Dessa forma, foram obtidos dados referentes à situação ambiental, incluindo análises sobre o grau de assoreamento e/ou erosão em cada uma das faixas litorâneas. Os principais aspectos relacionados com degradação ambiental e urbanização (destruição de dunas e manguezais, poluição por lixo e esgoto, ocupação indevida da faixa de praia e áreas contíguas, tipos de uso e ocupação da orla marítima) foram identificados através de visitas e reconhecimento de suas áreas de ocorrência em cada um dos diferentes segmentos que compõem tanto a faixa SE/NO quanto à faixa L/O da zona costeira e litorânea de Fortaleza.
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UNIVESIDADE FEDERAL DO CEARÁ- UFC Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Executivo- FEAACS Curso de Ciências Econômicas KAMILA FERREIRA GOMES

UNIVESIDADE FEDERAL DO CEARÁ- UFC Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Executivo- FEAACS Curso de Ciências Econômicas KAMILA FERREIRA GOMES

(ASD), atualmente reconhecidas pelo Governo Federal, estão localizadas na Região Nordeste, na sub-região dos sertões e em parte dos estados de Minas Gerais e Espirito Santo. A partir dos estudos apresentados no Plano de Ação Nacional de Combate à Desertificação (PAN-BRASIL, 2005, p. 04) as ASDs representam 15% do território nacional cerca de 1.338.076 km² de terras e habitam nessa região 31,6 milhões de pessoas (18,65% da população residente no Brasil). Aproximadamente 18.000 km² apresentam um estado grave ou muito grave de desertificação, detectados principalmente nos estados do Nordeste que tem 55% do território atingido pela degradação ambiental. Desse total, quatro áreas são de alto risco à desertificação, sendo chamadas de núcleos de desertificação: Cabrobó (Pernambuco), Gilbués (Piauí), Irauçuba (Ceará) e Seridó (Paraíba).
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ASPECTOS DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NOS EDIFÍCIOS ESTRUTURADOS EM AÇO

ASPECTOS DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NOS EDIFÍCIOS ESTRUTURADOS EM AÇO

Tal como o selo francês, a metodologia se difere das outras porque avalia o sistema de gestão ambiental implementado pelo empreendedor, além de também avaliar o desempenho arquitetônico e técnico da construção. Segundo Cabreira (2010), a certificação AQUA se baseia no estabelecimento de um perfil ambiental determinado em função das estratégias adotadas para as fases de programa, concepção e realização da obra. O Referencial Técnico de Certificação apresenta as estratégias em que se podem basear: proteção do meio ambiente (preservação de recursos, redução da poluição e dos resíduos), gestão patrimonial (durabilidade, adaptabilidade, conservação, manutenção, custos de uso e operação), conforto e saúde (dos usuários, da vizinhança e do pessoal da obra). A hierarquização das categorias se dá em função dos desafios ambientais estabelecidos segundo a relação existente entre elas e as estratégias determinadas para o empreendimento (FUNDAÇÃO VANZOLINI, 2007).
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Florística e estrutura de comunidades arbóreas em cerrados de Rondônia,Brasil.

Florística e estrutura de comunidades arbóreas em cerrados de Rondônia,Brasil.

O fato de mais da metade das espécies terem sido registradas somente em uma das quatro áreas inventariadas, pode ser resultado da subamostragem dos ambientes, mas também, a evidência as limitações físicas e do grau de intervenção humana nessas áreas, uma vez que algumas espécies podem tolerar mais, tanto as variações naturais dos ambientes, como as mudanças nos diversos fatores históricos e humanos como: freqüência de fogo, fragmentação e impactos resultantes dos diversos usos da terra. No entanto, esse resultado sugere que a estratégia para priorização de áreas para conservação deve levar em consideração a inclusão de partes representativas do mosaico florístico e fito-fisionômico dos cerrados.
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Vigilância entomológica de mosquitos (Diptera, Culicidae) como estratégia de Vigilância...

Vigilância entomológica de mosquitos (Diptera, Culicidae) como estratégia de Vigilância...

No Rio Grande do Sul, extremo sul do país, os últimos casos humanos de febre amarela silvestre datam da década de 1960 (6). Após 40 anos de silêncio, o vírus foi isolado de mosquitos Haemagogus leucocelaenus coletados em 2001, durante uma epizootia envolvendo PNH de vida livre da espécie Alouatta caraya (bugio preto), no Noroeste do Estado (7). Esses achados em mosquitos e PNH desencadearam ações de vacinação em 44 municípios, prevenindo a ocorrência de casos humanos e levando a Secretaria da Saúde do Estado a iniciar um programa de vigilância ambiental para febre amarela e outros 18 arbovirus, buscando detectar precocemente a presença desses patógenos em mosquitos e PNH (mediante detecção de anticorpos específicos), através da Vigilância Entomológica e Vigilância de Epizootias, respectivamente. Esse monitoramento foi sendo aprimorado e, em 2002, uma nova epizootia possibilitou o registro de circulação viral na região Central do Estado, incluindo mais nove municípios na área de vacinação que permaneceu inalterada por seis anos.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO - CETREDE ESPECIALIZAÇÃO EM CIDADANIA, DIREITOS HUMANOS E SEGURANÇA PÚBLICA - TURMA- 2

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO - CETREDE ESPECIALIZAÇÃO EM CIDADANIA, DIREITOS HUMANOS E SEGURANÇA PÚBLICA - TURMA- 2

Pretende-se ainda discutir o conceito de segurança humana que surgiu no contexto da pesquisa para a paz na década de 1980, em oposição ao conceito de “segurança nacional” que predominou durante a guerra fria. Sua divulgação ampla em nível internacional só ocorreu em 1994, quando o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) centrou o relatório de desenvolvimento humano nessa idéia (SORJ, 2001). Como ponto de partida, o PNUD identificava as seguintes dimensões da segurança: econômica, alimentar, sanitária, ambiental, pessoal, de gênero, comunitária e política. Para o PNUD, a essência da insegurança humana é a vulnerabilidade, e a pergunta que se deve fazer é como proteger as pessoas, insistindo no seu envolvimento direto e no vínculo estreito entre desenvolvimento e segurança.
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