Densidade mineral óssea

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Força muscular e densidade mineral óssea em idosos eutróficos e desnutridos.

Força muscular e densidade mineral óssea em idosos eutróficos e desnutridos.

Apesar dos grandes prejuízos que a des- nutrição ocasiona, ainda são poucos os estudos que abordam a função física e a massa óssea em idosos desnutridos. Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi avaliar a associação do estado nutricional com a força muscular de preensão ma- nual e a densidade mineral óssea em idosos do sexo masculino.

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Densidade mineral óssea em crianças talassêmicas: uma experiência brasileira

Densidade mineral óssea em crianças talassêmicas: uma experiência brasileira

A osteoporose, caracterizada por aumento da fragilidade óssea e suscetibilidade a fraturas, é inversamente proporcional ao pico de massa óssea adquirido na infância. Por outro lado, a doença óssea é uma importante causa de morbidade em pacientes portadores de beta-talassemia maior (TM). Apesar de intensamente descrita em paci- entes talassêmicos adultos, não existem estudos sobre as alterações de densidade óssea em crianças talassêmicas brasileiras. Foram avaliados 11 pacientes (idade mediana de 10,0, variando de 5 a 12 anos), portadores de TM, e 24 crianças (idade mediana de 9,5, variando de 6 a 12 anos) saudáveis, utilizando medida de emissão dupla de raios-X para avaliar a densidade mineral óssea (DMO). A análise de marcadores bioquímicos tais como concentração de ferritina sérica, cálcio ionizado, fosfatase alca- lina, fósforo, albumina, tempo de protrombina e fator V foi realizada. A estatura foi significativamente diferente entre os dois grupos estudados, p<0,05. Os pacientes talassêmicos mostraram valores significativamente inferiores de DMO (mediana 0,61 g/cm 2 ) quando comparados aos indivíduos controles (mediana 0,69 g/cm 2 ), p < 0,05.
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Efeito das drogas anticonvulsivantes na densidade mineral óssea

Efeito das drogas anticonvulsivantes na densidade mineral óssea

Também não explica as evidências recentes de aumento do turnover ósseo independentemente da deficiência de vitamina D, como mostrou um estudo que avaliou a densidade mineral óssea de um grupo de 81 pacientes masculinos com idades entre 25 e 54 anos que recebiam terapia anticonvulsiva, o qual demonstrou que não houve uma associação significativa entre a deficiência de vitamina D, assim como do tabagismo, hipogonadismo e etilismo, com a diminuição da densidade mineral óssea. Contudo, o mesmo estudo mostrou um declínio significativo da densidade mineral óssea do colo do fêmur (diminuição de 1,8% por ano; intervalo de confiança de 95%; p<0,003) dos pacientes que haviam recebido terapia anticonvulsiva, especialmente fenitoína e carbamazepina por longo tempo (média de 19 meses). Este estudo refere que os anticonvulsivantes, provavelmente, exercem um efeito direto no turnover ósseo, levando à osteoporose. 22
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Estudo da correlação da densidade mineral óssea obtida pelo método de absorciometria...

Estudo da correlação da densidade mineral óssea obtida pelo método de absorciometria...

Em relação à tomografia computadorizada, Wahner, Dunn e Riggs (1984b) relataram que, por se tratar de um método que mostra cortes seccionais transversais dos tecidos e que os dados quantitativos refletem coeficientes de atenuação dos feixes de raios-X, possibilitam a avaliação anatômica e a determinação de densidade mineral óssea em qualquer lugar da seção transversal. Mirsky e Einhorn (1998) explicaram que a atenuação dos feixes de raios-X é medida na tomografia em unidades Hounsfield, a qual é representada em cada ponto da imagem por um valor de uma escala que varia de -1000, o qual equivaleria à densidade do ar, passando por zero, representando a água, até chegar a +1000, que seria o osso compacto. Para eles, a vantagem da tomografia computadorizada está em permitir a investigação dos conteúdos minerais do osso trabecular e do cortical separadamente com o uso de uma imagem em corte transversal e visualização exata do local a ser estudado. Além disso, encontra-se disponível para humanos em muitos hospitais e centros diagnósticos. Sua principal desvantagem diz respeito à exposição do paciente a doses de radiação elevadas quando comparadas a outras técnicas para obtenção da densidade óssea. Cornelissen et al. (1999) utilizaram a tomografia computadorizada para determinar a densidade mineral óssea e a área seccional transversal de peças anatômicas de ossos terceiro metacarpianos de potros submetidos a diferentes intensidades de exercício. Lês et al. (1994) concluíram que a correlação entre os dados obtidos através da tomografia computadorizada e as propriedades mecânicas do metacarpo eqüino era forte o suficiente para justificar sua utilização em modelos experimentais.
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Densidade mineral óssea de adolescentes com sobrepeso e obesidade.

Densidade mineral óssea de adolescentes com sobrepeso e obesidade.

O presente estudo evidenciou que a prevalência de densidade mineral óssea acima da mediana é duas vezes mais freqüente entre os adolescentes pós-púberes com obesidade e sobrepeso (69,3%) do que entre seus pares eutróficos (32,1%). Na análise bivariada, tais prevalências resultaram em OR de 4,78. Outros fatores, no entanto, que poderiam interferir como confundidores foram controlados, e o modelo de regressão logística ajustado mostrou que a associação entre obesidade e densidade mineral óssea de coluna é ainda mais intensa, com OR passando para 6,65. Na literatura, não existem trabalhos que analisem essa associação em adolescentes obesos ao final da puberdade, sem patologia associada.
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Correlação entre a densidade mineral óssea (DMO), volume, cinzas, cálcio e fósforo do carpo acessório de eqüinos

Correlação entre a densidade mineral óssea (DMO), volume, cinzas, cálcio e fósforo do carpo acessório de eqüinos

Entre as técnicas de avaliação não invasiva e de alta precisão, empregadas no acompanhamento da densidade mineral óssea em pacientes humanos, temos a técnica de Absorção de Raios X de duas energias (DXA), que fornece também informações da composição de tecidos moles ao redor do osso. Tem sido empregada em medicina veterinária com o inconveniente que o animal a ser examinado deve permanecer, no caso dos grandes animais, de 10 a 15 minutos imóveis. A técnica só se torna viável com a utilização de determinados protocolos anestésicos (Tool et al., 1994), o que eleva o custo do exame, além de
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Densidade mineral óssea nas fraturas do fêmur proximal

Densidade mineral óssea nas fraturas do fêmur proximal

O aumento da longevidade é um fenômeno global crescente. Com o avanço da idade, aumenta, também, a incidência das patologias típicas do idoso, sendo a Osteoporose (OP) a doença metabólica, do osso, mais comum. As fraturas osteoporóticas trazem morbidade a esses pacientes e, no fêmur proximal, mortalidade. Dessas fraturas, as trocantéricas sempre estiveram associadas à maior grau de osteoporose e a pacientes em faixa etária mais elevada, quando comparadas às fraturas do colo do fêmur. A medida através da absorciometria por dupla emissão de raios-X (Densitometria Óssea - DMO) na coluna lombar e no fêmur proximal é atualmente o exame de escolha para investigação da osteoporose de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Diversos estudos internacionais têm procurado analisar as relações entre a densidade mineral óssea com as fraturas do quadril, entretanto, ainda, existe escassez de dados referentes às populações do Brasil e da América Latina[1]. Também é assustador o número de pacientes que, mesmo após sofrerem uma fratura do fêmur proximal, não são investigados ou tratados para a Osteoporose. Este estudo transversal visa descrever a qualidade óssea de pacientes que sofreram fraturas do fêmur proximal, tratados em um hospital do Sul do Brasil e fazer uma análise comparativa de acordo com o sexo, o IMC e os diferentes tipos de fraturas.
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Densidade mineral óssea de adolescentes saudáveis do sexo feminino

Densidade mineral óssea de adolescentes saudáveis do sexo feminino

Introdução: A osteoporose é uma doença que desperta grande interesse nos órgãos de saúde pública pois, a partir dos 50 anos de idade, 30% das mulheres e 13% dos homens sofrerão algum tipo de fratura, dela resultante. Esta incidência tende a quadruplicar nos próximos 50 anos, em virtude do aumento da expectativa de vida. A incidência de fraturas osteoporóticas está intimamente relacionada a massa óssea do indivíduo, dependente tanto da velocidade de perda que ocorre durante a vida, quanto da quantidade de tecido ósseo presente ao final da puberdade e início da vida adulta. O melhor método para avaliar a densidade mineral óssea (DMO) de adolescentes é a densitometria óssea realizada pelo método de absorciometria por dupla emissão de Raios X (DXA). Sua técnica propicia uma análise altamente precisa, com baixa exposição à radiação, sendo adequada para avaliação da população pediátrica.
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Envelhecimento e densidade mineral óssea numa amostra de homens portugueses

Envelhecimento e densidade mineral óssea numa amostra de homens portugueses

Métodos: Foi desenhada uma avaliação transversal de 739 homens aparentemente saudáveis (âmbito de idades: 20 - 82 anos) recrutados em Centros de Saúde portugueses e que voluntariamente procu- raram realizar uma medição da densidade mineral óssea. Foram excluídos os 82 indivíduos que refe- riram causas de osteoporose secundária, bem como os medicados com fármacos que interferem no metabolismo ósseo. A densidade mineral óssea no antebraço distal foi medida por absorciometria radiológica mono-fotónica (DTX 100, Hologic) e foi registada informação demográfica, antropométri- ca, comportamental e clínica.
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Relação entre composição corporal e densidade mineral óssea em jovens universitários com diferentes estados nutricionais.

Relação entre composição corporal e densidade mineral óssea em jovens universitários com diferentes estados nutricionais.

Objetivo: Examinar a relação entre as gorduras corporal total e corporal segmentar com a densidade mineral óssea e conteúdo mineral ósseo em jovens universitários estratificados segundo o estado nutricional. Métodos: Participaram do estudo 45 estudantes homens entre 20 e 30 anos de idade. Foram realizadas avaliações da composição corporal, densidade mineral óssea e conteúdo mineral ósseo (total e segmentado) foram avaliados por meio da absortometria radiológica de dupla energia. Os sujeitos foram divididos em três grupos (eutrófico, sobrepeso e obesos). Resultados: Os obesos tiveram maiores valores médios nas variáveis de densidade mineral óssea, conteúdo mineral ósseo e gordura relativa comparativamente aos eutróficos e àqueles com sobrepeso (p<0,05 para todos), exceto no conteúdo mineral ósseo nos membros superiores. A gordura relativa total, bem como segmentar (membros inferiores e tronco), correlacionou- se positivamente com a densidade mineral óssea somente nos sobrepesados (p<0,05 para todos). Nos eutróficos e obesos, a gordura dos membros superiores foi correlacionada negativamente com o conteúdo mineral ósseo (p<0,05). Conclusão: Gordura corporal total e gordura corporal segmentada estiveram relaciondas com a densidade mineral óssea e o conteúdo mineral ósseo em jovens universitários masculinos, sobretudo em indivíduos com sobrepeso.
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Características da densidade mineral óssea em mulheres na pós-menopausa

Características da densidade mineral óssea em mulheres na pós-menopausa

O tecido ósseo por ser radiopaco é usualmente avaliado por técnicas de imagens estáticas e pontuais com métodos qualitativos, como as radiografias, e na avaliação quantitativa como, por exemplo, pela densitometria (1, 2) . A densitometria óssea por atenuação de raios X de dupla energia (dual energy X-ray absorptiometry, DXA) tem sido considerada padrão ouro para avaliação de risco de fraturas em mulheres na pós- menopausa (3) . E, marcadores de reabsorção óssea em níveis elevados têm sido relacionados a altos riscos de fraturas osteoporóticas. Assim, manutenção da densidade mineral óssea adequada e baixos níveis de biomarcadores de reabsorção óssea podem ser considerados fatores de prevenção de fraturas osteoporóticas em mulheres na pós-menopausa (4) . A combinação dos dois métodos explica-se pelo fato da densitometria ser um exame estático, sendo o remodelamento ósseo é percebido através desse exame num período mínimo de três a seis meses, enquanto, os biomarcadores ósseos oferecem exames que acompanham o metabolismo ósseo, que é dinâmico, fornecendo avaliações rápidas, confiáveis e precoces da redução da massa óssea (1, 2, 5) . Contudo, estes últimos têm sido mais tradicionalmente utilizados em acompanhamentos de tratamentos
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Conteúdo e densidade mineral óssea de adolescentes do sexo feminino.

Conteúdo e densidade mineral óssea de adolescentes do sexo feminino.

Resumo – O presente estudo teve como objetivo caracterizar o conteúdo mineral ósseo (CMO) e a densidade mineral óssea (DMO) de adolescentes do sexo feminino de acordo com a faixa etária e o estágio de maturação sexual. A amostra desse estudo foi composta por 329 meninas com idades entre 10 e 20 anos. Foram avaliados o peso corporal, esta- tura, índice de massa corporal, estágio de maturação sexual, a raça, o consumo diário de cálcio e o tempo dispendido em atividades físicas de intensidades moderada a vigorosa por semana (AFMV). A densidade e o conteúdo mineral ósseo da coluna lombar e do colo do fêmur foram avaliados pela densitometria óssea. As diferenças da DMO e do CMO, de acordo com a idade e a maturação sexual, foram avaliadas por uma análise de variância One-way ANOVA com o teste post-hoc de Tukey (p≤0,05). O consumo diário de cálcio reportado pelas adolescentes é inadequado, pois representa uma variação de 26 a 47% do que é recomendado. Por outro lado, o tempo dispendido em AFMV, por semana, foi muito superior ao mínimo recomendado, em todas as idades. Ocorreram diferenças signiicativas tanto na DMO quanto no CMO das adolescentes no período dos 10 e 14 anos de idade. Além disso, os valores de DMO da coluna lombar e do colo do fêmur das adolescentes pós-púberes foram 58% e 31% maiores,respectivamente, quando comparados com os seus correspondentes nas adolescentes pré-púberes.
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Redução da densidade mineral óssea em mulheres na menacme com prolactinoma.

Redução da densidade mineral óssea em mulheres na menacme com prolactinoma.

A hiperprolactinemia tumoral e conseqüente hipogonadismo têm sido associados à osteoporose. Avaliamos a densidade mineral óssea (DMO) por absortometria com dupla fonte de RX em 24 mulheres entre 18 e 49 anos, com prolactinoma (15 macro e 9 micro). Utilizamos teste t de Student não pareado ou Mann-Whitney para comparar subgrupos, e teste de Spearman para correlações. O maior acometimento foi de coluna lombar, onde 20,83% das pacientes tinham Z-escore ≤ -2 DP. Não detectamos diferenças densitométricas entre macro e microprolactinomas, nem entre pacientes com prolactina normal versus as hiperprolactinêmicas. A DMO e o Z-escore na coluna foram maiores nas pacientes com ≥ 8 ciclos menstruais no ano anterior à densitometria versus as oligoamenorréicas (p = 0,030). O número de ciclos/ano correlacionou-se com a DMO na coluna (r = 0,515, p = 0,017), e o índice de massa corporal, com a DMO em colo femural (r = 0,563, p = 0,006) e fêmur total (r = 0,529, p = 0,011). Conclusões: Em nossa amostra de mulheres jovens com prolactinoma, 20,83% têm densidade óssea abaixo do esperado para a idade. O maior acometimento de regiões ricas em osso trabecular, como as vértebras, sugere a participação do hipogonadismo na gênese da doença óssea. Independentemente dos valores séricos de prolactina, o retorno dos ciclos menstruais parece ser o melhor índice de bom controle dessas pacientes. (Arq Bras Endocrinol Metab 2007;51/9:1522-1527)
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Alimentação, depressão e densidade mineral óssea

Alimentação, depressão e densidade mineral óssea

Apesar de ansiedade e depressão poderem ser comparadas e resultem de circunstâncias similares, elas são distintas embora a ansiedade possa surgir na depressão grave, em maior ou menor grau (17). As mulheres tendem a ruminar os seus problemas quando estão deprimidas, amplificando os sintomas e estendendo os episódios de depressão (19). A depressão grave pode estar associada a uma elevada mortalidade e morbilidade sugerindo a necessidade de um período mais longo de administração de medicação profiláctica (19). Durante os episódios de depressão, verifíca-se uma supressão do sistema imunológico e geralmente surge em indivíduos fisicamente doentes (19). A depressão grave está associada ao hipercorticoidismo que, por sua vez, constitui um factor de risco para a osteoporose (28). É sabido que a depressão grave é acompanhada de alterações endócrinas uma vez que estes doentes apresentam uma desregulação do sistema hipotalâmico-pituitário-adrenérgico (28). A diminuição da densidade mineral óssea foi verificada em pacientes com perturbações mentais graves incluindo esquizofrenia e depressão grave (32). Muitas das doenças mentais são tratadas com medicação psicotrópica (32). Halbreich e Palter, num estudo que realizaram, verificaram que a perda de massa óssea em doentes tratados com neurolépticos ou antidepressivos, era mais acentuada nos homens do que nas mulheres (32).
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Influência da sazonalidade na determinação da densidade mineral óssea.

Influência da sazonalidade na determinação da densidade mineral óssea.

Objetivo: Em locais onde a exposição aos raios do sol durante o inverno é limitada, a densidade mineral óssea (DMO) pode apresentar vari- ações sazonais, elevando-se durante o período do verão e diminuindo durante o inverno. Tem sido sugerido que esta variação pode influenciar a avaliação prospectiva de estudos de DMO. O objetivo deste estudo foi avaliar se a estação do ano está associada a variações nos valores de DMO. Métodos: Estudo transversal, de base clínica, desenvolvido no estado do Rio Grande do Sul (RS). Estudos densitométricos representa- tivos dos períodos do verão/inverno foram selecionados para análise. As densitometrias foram realizadas em aparelho Hologic 4500 através da técnica dual energy X-ray absorptiometry. Resultados/Conclusões: De 853 exames densitométricos realizados durante um período de 12 meses, 201 foram realizados no verão e 321 no inverno. Os valores de DMO, corrigidos para o peso corporal, não diferiram significamente entre o grupo de indivíduos que realizou o exame no verão ou no inver- no (P>0,05). Em conclusão, no RS a estação do ano não afeta os resul- tados da DMO e não precisa ser levada em conta quando da interpre- tação dos estudos densitométricos. Este achado, provavelmente, pode ser extrapolado para as demais regiões do Brasil, uma vez que o inverno nestas regiões é menos severo que no RS. (Arq Bras Endocrinol Metab 2004;48/2:240-244)
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Vitamina D e sua relação com a densidade mineral óssea em mulheres na pós-menopausa.

Vitamina D e sua relação com a densidade mineral óssea em mulheres na pós-menopausa.

uma grande deficiência de vitamina D em mulheres saudáveis na pós-menopausa, independentemente da idade, avaliadas na consulta de rotina. Concluíram que pacientes com níveis abaixo de 25 ng/mL eram idosas, que se encontravam havia muito tempo na menopausa e tinham densidade mineral óssea significativamente baixa no colo do fêmur e com altos níveis de paratormônio. Este estudo demonstrou que 91,1% das pacientes com osteopenia apresentavam níveis séricos de vitamina D deficientes e insuficientes (41,5% e 49,6%, respectivamente) e que 62,5% das pacientes com osteoporose apresentavam níveis séricos de vitamina D deficientes e insuficientes (31,9% e 30,6%, respectivamente). Entretanto, 46,4% das pacientes normais apresentavam níveis séricos de vitamina D deficientes e insuficientes (26,6% e 19,8%, respectivamente). Cabe ressaltar que todas as mulheres eram da mesma região (latitude e altitude) e da etnia branca.
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Relação entre composição corporal e densidade mineral óssea em idosas

Relação entre composição corporal e densidade mineral óssea em idosas

O presente estudo precede da importância da massa corporal total (MCT), da massa magra (MM), e da massa gorda (MG) como determinantes da densidade mineral óssea (DMO) de mulheres idosas. Para HEGG (2001) a relação direta entre a redução da DMO e mudanças na MCT são principalmente apresentadas em mulheres de cor branca ou asiática, com história familiar, estatura baixa e magra. OBJETIVO: Determinar a relação da DMO com a MCT, MM e MG de mulheres idosas. MÉTODOS: Foram estudas 97 mulheres, com média de idade de 66,41 ± 4,82 anos, sem prática de exercícios físicos a mais de 4 meses. Todas as participantes não faziam uso de hormônios ou qualquer outro medicamento que pudesse afetar o metabolismo ósseo, não possuíam o hábito de fumar ou ingerir bebidas alcoólicas. A composição corporal e a DMO do colo femural e da coluna lombar foram medidas pela DXA, em um DPX-IQ lunar. As relações entre MCT, MM e MG com a DMO de colo femoral e da coluna lombar foram realizadas separadamente, através da análise de regressão linear. A análise de regressão múltipla foi utilizada para determinar a contribuição da MCT, MM e MG sobre a DMO de colo femural e de coluna lombar. RESULTADOS: A MCT foi correlacionada mais fortemente com a DMO do colo femoral e da coluna lombar (r = 0.54 e 0.37, respectivamente) do que MG (r = 0.30 e 0.19) e MM (r = 0.44 e 0.26). CONCLUSÃO: A MCT e a MM foram os componentes corporais mais significativos na relação da DMO do colo femural e da coluna lombar. A MG mostrou correlações mais fracas para a DMO do colo femural e da coluna lombar. Neste sentido, a MCT e a musculatura são as determinantes mais prováveis para as mudanças na composição corporal e DMO, em mulheres pós-menopáusicas.
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Densidade mineral óssea e composição corporal em adolescentes com déficit de crescimento.

Densidade mineral óssea e composição corporal em adolescentes com déficit de crescimento.

Objetivos: Avaliar a massa mineral óssea de adolescentes com déficit de crescimento, correlacionando-a com alguns aspectos de sua composição corporal. Métodos: Estudo caso-controle envolvendo 126 adolescentes (15 a 19 anos de idade), nos estádios finais da puberdade sendo 76 eutróficos e 50 com déficit de crescimento, familiar ou atraso constitucional do crescimento, pareados segundo a idade, o gênero e o grau de estadiamento puberal. Foram medidos o peso, a estatura e calculados escore Z de estatura/idade e o índice de massa corpórea; foram determinados o conteúdo mineral ósseo, a densidade mineral óssea e a densidade mineral óssea ajustada do corpo total, coluna lombar e fêmur; massa magra total e corrigida para a estatura, massa gorda total e corrigida para a estatura. Utilizaram-se os testes t de Student (peso, estatura e composição corporal) e de Mann-Whitney (massa óssea), e a regressão linear múltipla (determinantes da massa óssea). Resultados: O peso, a estatura e o Z-estatura/idade foram significativamente maiores entre os eutróficos. Os dois grupos não apresentaram diferença significativa para a massa gorda, percentagem de massa gorda, massa magra total corrigida para estatura e massa gorda total corrigida para estatura. Contudo, a massa magra foi menor para o grupo dom déficit de crescimento. Conclusões: Não foi encontrada diferença significativa entre as medidas de massa óssea de adolescentes com déficit de crescimento, contudo os fatores determinantes da formação da massa óssea devem ser mais bem estudados devido à correlação positiva com massa magra total detectada entre estes indivíduos com déficit de crescimento.
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Densidade mineral óssea de crianças e adolescentes com hipotireoidismo congênito.

Densidade mineral óssea de crianças e adolescentes com hipotireoidismo congênito.

Entretanto, esses autores avaliaram apenas a DMO da coluna lombar e do fêmur num número menor de crianças pré-púberes. Assim como esses, outros estudos em crianças e adolescentes com HC não utilizaram densitometria óssea de corpo total pela DXA, que já foi validada e considerada, até o momento, como a melhor forma de avaliar o estado mineral ósseo durante o cres- cimento e a maturação sexual (35,36). Por isso, a com- paração dos resultados obtidos nos pacientes desta amos- tra com os da literatura fica prejudicada.

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Doença celíaca em tratamento: avaliação da densidade mineral óssea.

Doença celíaca em tratamento: avaliação da densidade mineral óssea.

prevenir a ocorrência de distúrbios ósseos. Scotta et al. 25 observaram que a DMO de pacientes com DC, sem distin- ção do grupo de crianças e adolescentes, que iniciaram a dieta sem glúten após os dois anos de idade, era menor do que aqueles que iniciaram a dieta antes desta idade. McFar- lane et al. 7 atribuíram a DMO baixa, observada em adultos com DC em dieta isenta de glúten, ao diagnóstico tardio e, por conseguinte, à não obtenção da massa óssea máxima. Valdimarson et al. 13 demonstraram que a DMO de adultos permanece baixa após três anos de dieta sem glúten, suge- rindo que a má absorção de cálcio por período prolongado e hiperparatireoidismo secundário podem causar osteopo- rose irreversível. Esses autores recomendam que os pacien- tes com níveis elevados de paratormônio, no momento do diagnóstico de DC, devem ser submetidos a um seguimento clínico mais cuidadoso. Nesse estudo, os níveis de parator- mônio, cálcio total e ionizado mostraram-se dentro dos limites da normalidade nos pacientes com DC e que recebi- am dieta isenta de glúten.
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