Densidade mineral óssea

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OSTEOPOROSE E DENSIDADE MINERAL ÓSSEA

OSTEOPOROSE E DENSIDADE MINERAL ÓSSEA

Mulheres com deficiência de estrogênio constituem uma das maiores populações de pacientes potencialmente afetados por essas recomendações. As mulheres têm mais probabilidade de iniciar as medidas preventivas de osteoporose se estiverem informadas sobre a presença de uma baixa massa óssea (8). Assim, a DMO pode ajudar a esclarecer a taxa de risco-benefício da terapia de reposição de estrogênio ou de reposição hormonal, para as mulheres que estão em dúvida quanto ao seu uso. Em geral, um único exame de densidade óssea pode ser uma ferramenta extremamente poderosa para educação do paciente e para a sua aquiescência, com modificação do estilo de vida e com a terapia com drogas. Embora muitos médicos venham tratando mulheres na pré-menopausa com terapia de reposição hormonal sem um exame prévio de densidade óssea, tem-se mostrado uma baixa adesão e uma pequena porcentagem de mulheres que não respondem a esse regime. Portanto, o exame de densidade mineral óssea é atualmente recomendado: (1) para determinar se uma intervenção farmacológica está indicada; e (2) para estabelecer a adesão e a resposta individual nos pacientes tratados. Na ausência de alterações na terapia ou nos fatores de risco, nenhuma densitometria adicional é indicada durante o tempo de vida restante do paciente; assim, o paciente médio necessitará de apenas dois exames de densitometria durante toda a sua vida.
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Efeitos do exercício na densidade mineral óssea

Efeitos do exercício na densidade mineral óssea

Grupo de pesquisa em atividades aquáticas e terrestres da Escola Superior de Educação Física (ESEF) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, RS, Brasil Resumo: O presente trabalho revisa os resultados de estudos que investigaram os efeitos da atividade física na densidade mineral óssea. Sendo a atividade física um fator com influência na densidade mineral óssea (DMO) a determinação de quais modalidades esportivas estão mais relacionadas com a estimulação óssea pode ser indispensável para prevenção e tratamento da osteoporose. Estes estudos concluem que os efeitos osteogênicos relacionados ao exercício e a prática desportiva são resultantes da carga mecânica aplicada sob a estrutura esquelética. Observa-se que melhores resultados osteogênicos estão relacionados a maiores intensidades de carga mecânica. O estresse de tensão gerado pela contração muscular durante o treinamento de força apresenta os maiores benefícios na remodelação óssea. Por outro lado, o exercício extenuante pode trazer resultados negativos ao tecido ósseo, principalmente no sexo feminino.
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Efeito das drogas anticonvulsivantes na densidade mineral óssea

Efeito das drogas anticonvulsivantes na densidade mineral óssea

O tamanho da amostra foi calculado tomando-se como base quatro aspectos relevantes para a pesquisa, quais sejam, exposição diária ao sol, ingestão diária de cálcio, atividade física regular e Índice de massa corporal. Foi utilizada a análise de regressão linear múltipla para minimizar possíveis fatores de confusão. A análise exploratória de dados foi efetuada por meio de medidas descritivas e gráficos. Para as variáveis de interesse no estudo foi executado o teste D’Agostino-Pearson para normalidade dos dados. O teste T de Student, para amostras independentes, foi utilizado para comparar a densidade mineral óssea, os Scores T e Z do exame de densitometria óssea, assim como o tempo de exposição ao sol, a ingestão de cálcio, o Índice de massa corporal e a atividade física entre os grupos medicamento e de controle. Para todas as análises utilizou-se os programas SPSS (Statistical Package for the Social Science), versão 11 e CoPlot/CoStat, versão 6.204 (CoHort Software, 2003) 34 . O nível de significância (α) adotado para todas as análises foi
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Densidade mineral óssea nas fraturas do fêmur proximal

Densidade mineral óssea nas fraturas do fêmur proximal

O aumento da longevidade é um fenômeno global crescente. Com o avanço da idade, aumenta, também, a incidência das patologias típicas do idoso, sendo a Osteoporose (OP) a doença metabólica, do osso, mais comum. As fraturas osteoporóticas trazem morbidade a esses pacientes e, no fêmur proximal, mortalidade. Dessas fraturas, as trocantéricas sempre estiveram associadas à maior grau de osteoporose e a pacientes em faixa etária mais elevada, quando comparadas às fraturas do colo do fêmur. A medida através da absorciometria por dupla emissão de raios-X (Densitometria Óssea - DMO) na coluna lombar e no fêmur proximal é atualmente o exame de escolha para investigação da osteoporose de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Diversos estudos internacionais têm procurado analisar as relações entre a densidade mineral óssea com as fraturas do quadril, entretanto, ainda, existe escassez de dados referentes às populações do Brasil e da América Latina[1]. Também é assustador o número de pacientes que, mesmo após sofrerem uma fratura do fêmur proximal, não são investigados ou tratados para a Osteoporose. Este estudo transversal visa descrever a qualidade óssea de pacientes que sofreram fraturas do fêmur proximal, tratados em um hospital do Sul do Brasil e fazer uma análise comparativa de acordo com o sexo, o IMC e os diferentes tipos de fraturas.
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Influência da sazonalidade na determinação da densidade mineral óssea.

Influência da sazonalidade na determinação da densidade mineral óssea.

Objetivo: Em locais onde a exposição aos raios do sol durante o inverno é limitada, a densidade mineral óssea (DMO) pode apresentar vari- ações sazonais, elevando-se durante o período do verão e diminuindo durante o inverno. Tem sido sugerido que esta variação pode influenciar a avaliação prospectiva de estudos de DMO. O objetivo deste estudo foi avaliar se a estação do ano está associada a variações nos valores de DMO. Métodos: Estudo transversal, de base clínica, desenvolvido no estado do Rio Grande do Sul (RS). Estudos densitométricos representa- tivos dos períodos do verão/inverno foram selecionados para análise. As densitometrias foram realizadas em aparelho Hologic 4500 através da técnica dual energy X-ray absorptiometry. Resultados/Conclusões: De 853 exames densitométricos realizados durante um período de 12 meses, 201 foram realizados no verão e 321 no inverno. Os valores de DMO, corrigidos para o peso corporal, não diferiram significamente entre o grupo de indivíduos que realizou o exame no verão ou no inver- no (P>0,05). Em conclusão, no RS a estação do ano não afeta os resul- tados da DMO e não precisa ser levada em conta quando da interpre- tação dos estudos densitométricos. Este achado, provavelmente, pode ser extrapolado para as demais regiões do Brasil, uma vez que o inverno nestas regiões é menos severo que no RS. (Arq Bras Endocrinol Metab 2004;48/2:240-244)
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Densidade mineral óssea de adolescentes com sobrepeso e obesidade.

Densidade mineral óssea de adolescentes com sobrepeso e obesidade.

Métodos: Estudo com 83 sobrepesos e obesos (IMC > P85) e 89 não obesos (P5 < IMC < P85). Casos e controles foram selecionados entre 1.420 estudantes (14-19 anos) de escola pública na cidade de São Paulo. A densidade mineral óssea de coluna (L2-L4 em g/cm 2 ) foi avaliada por meio de densitometria de duplo feixe de raios X (LUNAR ® DPX-L). A variável densidade óssea foi categorizada utilizando a mediana 1,194 g/cm 2 como ponto de corte. Foram realizadas análises bivariadas, observando-se a prevalência de sobrepeso e obesidade. Em seguida, procedeu-se à análise multivariada (regressão logística), de acordo com um modelo conceitual hierárquico.
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Características nutricionais e densidade mineral óssea em Crohn

Características nutricionais e densidade mineral óssea em Crohn

Pacientes com diagnóstico de doença de Crohn (DC), comumente apresentam diminuição da densidade mineral óssea. O peso, composição corporal e ingestão de nutrientes são alguns fatores associados à densidade mineral óssea (DMO) na população saudável. Objetivo: Esse trabalho visa avaliar a associação entre características nutricionais e densidade mineral óssea em um grupo de pacientes portadores de DC. Metodologia: Participaram do estudo 60 pacientes com diagnóstico de DC, com idade superior a 18 anos. Foram avaliados exames bioquímicos (Proteína C reativa e velocidade de hemossedimentação); indicadores antropométricos [índice de massa corporal (IMC) e circunferência da cintura (CC)]; composição corporal, por absorção de raio x de dupla energia (DEXA) em corpo total e consumo dietético, por meio de aplicação de dois Recordatórios de 24 horas. Foram analisados os consumos de: proteína, gordura total, cálcio, fósforo, magnésio, potássio e as vitaminas D, K e C. A avaliação da DMO foi realizada por meio do DEXA nas vértebras lombares e colo do fêmur. Na análise estatística, foram empregados os testes de qui-quadrado, teste T student ou o teste de Mann-Whitney, correlação de Pearson ou Sperman e regressão linear múltipla. Resultados: A presença de osteopenia ou osteoporose foi encontrada com frequência nos pacientes avaliados (41,7% e 11,7%, respectivamente). Foram observadas correlações moderadas entre DMO e IMC, massa magra, CC, ingestão de proteína, cálcio, fósforo e magnésio em pelo menos um dos sítios avaliados. Na análise de regressão linear para DMO da coluna, apenas IMC e ingestão de cálcio mantiveram associação e para DMO da coluna, CC e ingestão de fósforo continuaram no modelo final, no entanto, apresentaram baixo poder de explicação sobre a DMO. Conclusão: A frequência de baixa DMO é elevada e o IMC e ingestão dietética de cálcio e fósforo estão associados aos valores da DMO em pacientes com DC. Assim o estado nutricional deficiente parece contribuir para redução da DMO em pacientes com DC, sendo importante a otimização da avaliação e acompanhamento nutricional desses pacientes.
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Influência do Tabagismo e Alcoolismo na Densidade Mineral Óssea

Influência do Tabagismo e Alcoolismo na Densidade Mineral Óssea

Método: Estudo transversal com aplicação de questionário em 1380 mulheres que realizaram densitometria óssea por solicitação clínica. Resultados: Encontramos 5,02% de mulheres com densitometria normal, 2,14% com osteopenia e 14,85% com osteoporose eram fumantes e que 0,87%, 2% e 13,86% faziam uso de álcool, respectivamente para cada grupo. Utilizando o teste t de Student pareado observa-se a diferença significativa na prevalência do hábito de tabagismo e consumo de álcool em pacientes com osteoporose quando comparados com as pacientes com osteopenia (p=0,011 para tabagismo e 0,012 para consumo de álcool) ou densidade mineral óssea normal (p=0,007 para tabagismo e 0,001 para consumo de álcool).
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DENSIDADE MINERAL ÓSSEA NA PRODUÇÃO DE FRANGOS DE CORTE

DENSIDADE MINERAL ÓSSEA NA PRODUÇÃO DE FRANGOS DE CORTE

A densitometria óssea é uma técnica que devido a sua alta precisão em detectar variações de ganho ou perda de massa óssea, é útil para o acompanhamento das doenças que afetam a mineralização óssea e o tratamento destas (BARREIRO et al, 2009). A técnica baseia-se na comparação da imagem radiográfica do osso com a imagem radiográfica de uma escada de alumínio pré definida, já que a densidade deste metal é muito semelhante à densidade da hidroxiapatita existente no osso (AMOROSO, 2009). A densitometria é um método não invasivo e é o mais preciso para a avaliação do risco de fratura, segundo a International Osteoporosis Foundation (2004). Um dos benefícios é a capacidade de detecção precoce de distúrbios no processo de recuperação das injúrias ocorridas no tecido ósseo (MARKEL; BOGDANSKE, 1994) como discondoplasia tibial e osteoporose, patologias de alta freqüência em aves (AMOROSO, 2009). Segundo Pharr e Bargai (1997), as regiões lesionadas por doenças que afetam o tecido ósseo, podem aparecer mais densas nas radiografias durante a deposição de tecido ósseo novo, devido à mineralização de osteócitos mortos, e conseqüentemente apresentam alterações nas leituras de densidade mineral óptica. Araújo (2001) em seu experimento avaliaram o efeito do cálcio na dieta de duas linhagens de frango de corte até o período de abate, sobre a densidade mineral óssea. Níveis baixos de cálcio na ração afetaram a densidade mineral óssea em aves da linhagem Cobb, que possuem genética para crescimento rápido, entretanto, os mesmos níveis não provocaram alterações de densidade óssea na linhagem Avian Farms, demonstrando que há diferenças metabólicas entre as linhagens.
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Determinantes da densidade mineral óssea na pós-menopausa

Determinantes da densidade mineral óssea na pós-menopausa

Introdução A densidade mineral óssea (DMO) é uma medida que define a resistência do sistema esque- lético às cargas do dia-a-dia. Sabe-se que os ossos são formados por estrutura orgânica, principalmente células ósseas, osteócitos, osteoblastos e osteoclastos e substâncias inorgânicas, como o cál- cio presente na matriz óssea. Essa matriz é cons- tantemente modificada 1,2,3 e apresenta homeostasia entre formação e absorção, promovendo remode- lamento do tecido segundo a demanda exigida. O remodelamento ósseo é contínuo e após alcance do pico de massa óssea 4 , é mantido até o início da falência gonodal. 5 Contudo, com o avançar da ida- de ou por doenças metabólicas que afetem o tecido ósseo, o uso de determinados medicamentos ou a diminuição da mobilidade 6 , essa homeostasia ten- de a ser quebrada e pode ocorrer maior tendência da absorção óssea à sua formação. Ocorre, assim, a fragilidade do tecido 3-6 , com perda maior após menopausa, principalmente, em mulheres cauca- sianas e predisposição às fraturas por traumatismos de baixo impacto. 7 Apesar de o Brasil possuir gran- de miscigenação e a raça negra apresentar menor incidência de osteoporose, a taxa de prevalência dessa chega a 30% das mulheres a partir dos 50 anos 7 no território brasileiro.
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VALORES DE REFERÊNCIA DA DENSIDADE MINERAL ÓSSEA DE UNIVERSITÁRIOS

VALORES DE REFERÊNCIA DA DENSIDADE MINERAL ÓSSEA DE UNIVERSITÁRIOS

6 CONCLUSÃO Os dados sugerem que cada indivíduo deve ter sua densidade mineral óssea (DMO) diagnosticada com base em sua própria população. Assim previne-se que indivíduos com osteoporose sejam diagnosticados como normais e deixem de iniciar um tratamento, ou só o iniciem tardiamente, após sofrerem fraturas. Evita-se também o oposto, onde se diagnostica que outrem está com baixa DMO quando na verdade apresenta plena saúde óssea, poupando-a de desgastes psicológicos por acreditar estar doente.

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ALTA DENSIDADE MINERAL ÓSSEA: DENTRO DA NORMALIDADE OU MASCARANDO A FRAGILIDADE ÓSSEA?

ALTA DENSIDADE MINERAL ÓSSEA: DENTRO DA NORMALIDADE OU MASCARANDO A FRAGILIDADE ÓSSEA?

artrose. Suspeita clínica de osteoporose em 35% e comorbidades associadas em 22% foram os motivos para realização de densitometria nestes pacientes 16 . A presença de artefatos é uma causa importante de falso aumento na densidade mineral óssea, e deve ser considerado na presença de história clínica sugestiva, já que pode mascarar o diagnóstico da osteoporose. A osteoartrite pode elevar o teor de cálcio na densitometria devido anomalias nas margens das vértebras causadas pela esclerose e osteófitos. Isso ocorre principalmente na coluna lombar e justifica o achado de progressão ascendente da DMO neste sítio 17 . Mesmo a presença de alguns osteófitos pode aumentar a DMO em 24% 18 . Por outro lado, o efeito da osteoartrite sobre a DMO do fêmur é mínimo 19 . No entanto, este estudo mostrou uma correlação significativa entre a presença de artefatos e Z-score > 2,0 DP no colo do fêmur. Este achado pode ser explicado pela idade mais avançada dos pacientes com densitometria anormal, com artefatos relacionados a doença degenerativa. Além disso, não foi encontrada associação entre as comorbidades analisadas e o DDF. Em nossa amostra, os pacientes com osteoporose apresentaram menor peso e IMC, bem como idade mais avançada, quando comparados aos pacientes com osteopenia e com densitometria normal, o que é consistente com a literatura 15 . Houve correlação direta e significativa entre os valores de DMO no colo femoral e coluna apesar da alta prevalência de artefatos.
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Redução da densidade mineral óssea em mulheres na menacme com prolactinoma.

Redução da densidade mineral óssea em mulheres na menacme com prolactinoma.

A hiperprolactinemia tumoral e conseqüente hipogonadismo têm sido associados à osteoporose. Avaliamos a densidade mineral óssea (DMO) por absortometria com dupla fonte de RX em 24 mulheres entre 18 e 49 anos, com prolactinoma (15 macro e 9 micro). Utilizamos teste t de Student não pareado ou Mann-Whitney para comparar subgrupos, e teste de Spearman para correlações. O maior acometimento foi de coluna lombar, onde 20,83% das pacientes tinham Z-escore ≤ -2 DP. Não detectamos diferenças densitométricas entre macro e microprolactinomas, nem entre pacientes com prolactina normal versus as hiperprolactinêmicas. A DMO e o Z-escore na coluna foram maiores nas pacientes com ≥ 8 ciclos menstruais no ano anterior à densitometria versus as oligoamenorréicas (p = 0,030). O número de ciclos/ano correlacionou-se com a DMO na coluna (r = 0,515, p = 0,017), e o índice de massa corporal, com a DMO em colo femural (r = 0,563, p = 0,006) e fêmur total (r = 0,529, p = 0,011). Conclusões: Em nossa amostra de mulheres jovens com prolactinoma, 20,83% têm densidade óssea abaixo do esperado para a idade. O maior acometimento de regiões ricas em osso trabecular, como as vértebras, sugere a participação do hipogonadismo na gênese da doença óssea. Independentemente dos valores séricos de prolactina, o retorno dos ciclos menstruais parece ser o melhor índice de bom controle dessas pacientes. (Arq Bras Endocrinol Metab 2007;51/9:1522-1527)
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Relação entre composição corporal e densidade mineral óssea em idosas

Relação entre composição corporal e densidade mineral óssea em idosas

O presente estudo precede da importância da massa corporal total (MCT), da massa magra (MM), e da massa gorda (MG) como determinantes da densidade mineral óssea (DMO) de mulheres idosas. Para HEGG (2001) a relação direta entre a redução da DMO e mudanças na MCT são principalmente apresentadas em mulheres de cor branca ou asiática, com história familiar, estatura baixa e magra. OBJETIVO: Determinar a relação da DMO com a MCT, MM e MG de mulheres idosas. MÉTODOS: Foram estudas 97 mulheres, com média de idade de 66,41 ± 4,82 anos, sem prática de exercícios físicos a mais de 4 meses. Todas as participantes não faziam uso de hormônios ou qualquer outro medicamento que pudesse afetar o metabolismo ósseo, não possuíam o hábito de fumar ou ingerir bebidas alcoólicas. A composição corporal e a DMO do colo femural e da coluna lombar foram medidas pela DXA, em um DPX-IQ lunar. As relações entre MCT, MM e MG com a DMO de colo femoral e da coluna lombar foram realizadas separadamente, através da análise de regressão linear. A análise de regressão múltipla foi utilizada para determinar a contribuição da MCT, MM e MG sobre a DMO de colo femural e de coluna lombar. RESULTADOS: A MCT foi correlacionada mais fortemente com a DMO do colo femoral e da coluna lombar (r = 0.54 e 0.37, respectivamente) do que MG (r = 0.30 e 0.19) e MM (r = 0.44 e 0.26). CONCLUSÃO: A MCT e a MM foram os componentes corporais mais significativos na relação da DMO do colo femural e da coluna lombar. A MG mostrou correlações mais fracas para a DMO do colo femural e da coluna lombar. Neste sentido, a MCT e a musculatura são as determinantes mais prováveis para as mudanças na composição corporal e DMO, em mulheres pós-menopáusicas.
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Densidade mineral óssea em crianças talassêmicas: uma experiência brasileira

Densidade mineral óssea em crianças talassêmicas: uma experiência brasileira

A osteoporose, caracterizada por aumento da fragilidade óssea e suscetibilidade a fraturas, é inversamente proporcional ao pico de massa óssea adquirido na infância. Por outro lado, a doença óssea é uma importante causa de morbidade em pacientes portadores de beta-talassemia maior (TM). Apesar de intensamente descrita em paci- entes talassêmicos adultos, não existem estudos sobre as alterações de densidade óssea em crianças talassêmicas brasileiras. Foram avaliados 11 pacientes (idade mediana de 10,0, variando de 5 a 12 anos), portadores de TM, e 24 crianças (idade mediana de 9,5, variando de 6 a 12 anos) saudáveis, utilizando medida de emissão dupla de raios-X para avaliar a densidade mineral óssea (DMO). A análise de marcadores bioquímicos tais como concentração de ferritina sérica, cálcio ionizado, fosfatase alca- lina, fósforo, albumina, tempo de protrombina e fator V foi realizada. A estatura foi significativamente diferente entre os dois grupos estudados, p<0,05. Os pacientes talassêmicos mostraram valores significativamente inferiores de DMO (mediana 0,61 g/cm 2 ) quando comparados aos indivíduos controles (mediana 0,69 g/cm 2 ), p < 0,05.
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Características da densidade mineral óssea em mulheres na pós-menopausa

Características da densidade mineral óssea em mulheres na pós-menopausa

O tecido ósseo por ser radiopaco é usualmente avaliado por técnicas de imagens estáticas e pontuais com métodos qualitativos, como as radiografias, e na avaliação quantitativa como, por exemplo, pela densitometria (1, 2) . A densitometria óssea por atenuação de raios X de dupla energia (dual energy X-ray absorptiometry, DXA) tem sido considerada padrão ouro para avaliação de risco de fraturas em mulheres na pós- menopausa (3) . E, marcadores de reabsorção óssea em níveis elevados têm sido relacionados a altos riscos de fraturas osteoporóticas. Assim, manutenção da densidade mineral óssea adequada e baixos níveis de biomarcadores de reabsorção óssea podem ser considerados fatores de prevenção de fraturas osteoporóticas em mulheres na pós-menopausa (4) . A combinação dos dois métodos explica-se pelo fato da densitometria ser um exame estático, sendo o remodelamento ósseo é percebido através desse exame num período mínimo de três a seis meses, enquanto, os biomarcadores ósseos oferecem exames que acompanham o metabolismo ósseo, que é dinâmico, fornecendo avaliações rápidas, confiáveis e precoces da redução da massa óssea (1, 2, 5) . Contudo, estes últimos têm sido mais tradicionalmente utilizados em acompanhamentos de tratamentos
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ESTUDO DA DENSIDADE MINERAL ÓSSEA EM PACIENTES COM EXCESSO DE PESO

ESTUDO DA DENSIDADE MINERAL ÓSSEA EM PACIENTES COM EXCESSO DE PESO

Nos tempos atuais a humanidade tem se deparado com o crescimento do número de pessoas com excesso de peso. A Organização Mundial da Saúde, por meio de relatório da agencia da Organização das Nações Unidas, em 2015 divulgou que a porcentagem de homens adultos obesos passou de 28,8% para 36,9% e mulheres na mesma condição passaram de 29,9% para 38%. No Brasil infelizmente a situação acompanha a realidade mundial; em levantamento de dados organizado pelo Ministério da Saúde em 2014 foi apontado que 52,5% dos brasileiros estão acima do peso, sendo que o índice era de 43% em 2006 e que 17,9% da população brasileira está obesa. Diante desses dados existe uma preocupação quanto ao futuro da saúde da população, já que a tendência é que essa porcentagem aumente com o passar dos anos. O exame de densidade mineral óssea é um método de vistoria clínica por imagem que visa diagnosticar osteoporose por meio da medição da densidade óssea. Habitualmente este exame é solicitado na maioria das vezes para idosos e a osteoporose geralmente é encontrada neste grupo em indivíduos com abaixo do peso. Porém com o aumento populacional de sobrepeso e obesos nos últimos anos tem-se analisado os efeitos do aumento de peso na saúde, inclusive na saúde óssea. Perante a situação atual este estudo objetiva avaliar se indivíduos com sobrepeso apresentam diferença significativa na densidade mineral óssea quando comparados com grupo de indivíduos com peso considerado ideal de acordo com os parâmetros recomendados pela Organização Mundial da Saúde. Para isso, foram analisados 756 exames de densitometria óssea por dupla emissão de fótons de raio X (DEXA) das regiões coluna lombar em posição anteroposterior e fêmur proximal realizados no período de seis meses, compreendidos entre julho e dezembro de 2014. Os resultados obtidos na análise dos dados de nossa pesquisa nos permitiram concluir que mais indivíduos com excesso de peso apresentam normalidade na densidade óssea em relação a indivíduos com peso considerado ideal pelos parâmetros da Organização Mundial da Saúde.
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Avaliação da densidade mineral óssea em doentes com fibrose quística

Avaliação da densidade mineral óssea em doentes com fibrose quística

A esperança de vida dos doentes com fibrose quística (FQ) tem vindo a aumentar, sendo mais frequente a identificação de osteoporose. A patogénese de uma baixa densidade mineral óssea (DMO) na FQ parece ser multifactorial e o objectivo deste trabalho foi ava- liar a prevalência de baixa DMO num grupo de doen- tes com FQ e a sua correlação com outros parâmetros avaliados.

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Conteúdo e densidade mineral óssea de adolescentes do sexo feminino.

Conteúdo e densidade mineral óssea de adolescentes do sexo feminino.

Resumo – O presente estudo teve como objetivo caracterizar o conteúdo mineral ósseo (CMO) e a densidade mineral óssea (DMO) de adolescentes do sexo feminino de acordo com a faixa etária e o estágio de maturação sexual. A amostra desse estudo foi composta por 329 meninas com idades entre 10 e 20 anos. Foram avaliados o peso corporal, esta- tura, índice de massa corporal, estágio de maturação sexual, a raça, o consumo diário de cálcio e o tempo dispendido em atividades físicas de intensidades moderada a vigorosa por semana (AFMV). A densidade e o conteúdo mineral ósseo da coluna lombar e do colo do fêmur foram avaliados pela densitometria óssea. As diferenças da DMO e do CMO, de acordo com a idade e a maturação sexual, foram avaliadas por uma análise de variância One-way ANOVA com o teste post-hoc de Tukey (p≤0,05). O consumo diário de cálcio reportado pelas adolescentes é inadequado, pois representa uma variação de 26 a 47% do que é recomendado. Por outro lado, o tempo dispendido em AFMV, por semana, foi muito superior ao mínimo recomendado, em todas as idades. Ocorreram diferenças signiicativas tanto na DMO quanto no CMO das adolescentes no período dos 10 e 14 anos de idade. Além disso, os valores de DMO da coluna lombar e do colo do fêmur das adolescentes pós-púberes foram 58% e 31% maiores,respectivamente, quando comparados com os seus correspondentes nas adolescentes pré-púberes.
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Densidade mineral óssea de adolescentes saudáveis do sexo feminino

Densidade mineral óssea de adolescentes saudáveis do sexo feminino

Introdução: A osteoporose é uma doença que desperta grande interesse nos órgãos de saúde pública pois, a partir dos 50 anos de idade, 30% das mulheres e 13% dos homens sofrerão algum tipo de fratura, dela resultante. Esta incidência tende a quadruplicar nos próximos 50 anos, em virtude do aumento da expectativa de vida. A incidência de fraturas osteoporóticas está intimamente relacionada a massa óssea do indivíduo, dependente tanto da velocidade de perda que ocorre durante a vida, quanto da quantidade de tecido ósseo presente ao final da puberdade e início da vida adulta. O melhor método para avaliar a densidade mineral óssea (DMO) de adolescentes é a densitometria óssea realizada pelo método de absorciometria por dupla emissão de Raios X (DXA). Sua técnica propicia uma análise altamente precisa, com baixa exposição à radiação, sendo adequada para avaliação da população pediátrica.
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