Depuração mucociliar

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O efeito da eltgol sobre a depuração mucociliar em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica

O efeito da eltgol sobre a depuração mucociliar em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica

Lannefors e Wollmer (1992), 35 estudaram a depuração mucociliar em nove pacientes com fibrose cística. Os autores compararam três técnicas de fisioterapia respiratória: a DP, a PEP e exercício físico. As técnicas foram realizadas por todos os pacientes em dias diferentes e de forma aleatória. A depuração mucociliar foi medida por meio da cintilografia ventilatória. Os autores não observaram diferenças significativas entre os resultados obtidos com as diferentes técnicas, entretanto, relataram um achado que consideraram surpreendente. Quando os resultados da DP foram analisados em relação aos dois pulmões, observou-se que houve uma depuração mucociliar maior no pulmão posicionado em infralateral, contradizendo as bases teóricas da DP. Os autores especularam que existiriam outros fatores, que não o efeito gravitacional, sobre a depuração mucociliar.
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Efeitos da azatioprina sobre a depuração mucociliar após secção e anastomose brônquica em um modelo experimental em ratos.

Efeitos da azatioprina sobre a depuração mucociliar após secção e anastomose brônquica em um modelo experimental em ratos.

Procuramos desenvolver neste trabalho a idéia de um modelo experimental que esclareça as ações das drogas imunossupressoras e da secção e anas- tomose brônquica sobre o aparelho mucociliar e que possa ser transposto para a prática clínica. Nele avaliamos os efeitos da secção brônquica associada à administração de solução salina e à administração de azatioprina. Em nosso modelo, a velocidade de TMC foi determinada pela observação direta da solução de nanquim depositada na região distal à anastomose do epitélio brônquico esquerdo (seccio- nado) e direito (intacto).
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Anatomofisiopatologia do sistema mucociliar das vias aéreas

Anatomofisiopatologia do sistema mucociliar das vias aéreas

Fundamentalmente, dois processos contribuem para a depuração mucociliar: a produção do muco e o seu transporte pelo movimento ciliar. Assim, o muco é secretado para as vias aéreas, aprisiona partículas inaladas, e transporta a matéria aprisionada das vias aéreas superiores para a faringe ou das vias aéreas inferiores até a glote, para ser posteriormente eliminada pelo trato gastrointestinal. 4 Um mecanismo alternativo para a expulsão de muco das vias aéreas é a depuração através da tosse. 12 Embora a tosse contribua beneficamente para a depuração de muco em doenças de produção excessiva ou função ciliar prejudicada, também pode ser ela própria um sintoma. 12
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Efeitos do micofenolato de sódio no aparelho mucociliar: estudo experimental em...

Efeitos do micofenolato de sódio no aparelho mucociliar: estudo experimental em...

procedimento cirúrgico sobre o trato respiratório. Podemos observar diferenças importantes na depuração mucociliar, após o transplante de pulmão, pois os suprimentos nervosos e circulatórios brônquicos são completamente interrompidos e posteriormente reconectados, podendo assim, causar distúrbios no sistema mucociliar (Gade et al., 2001; Paul et al., 1989). Muitos trabalhos têm sido desenvolvidos objetivando avaliar os efeitos do procedimento cirúrgico sobre o aparelho mucociliar. Rivero et al (2001) avaliaram os efeitos da transecção brônquica e reanastomose no aparelho mucociliar de ratos. Este estudo foi realizado em duas etapas. A primeira etapa consistiu em dividir 48 ratos machos Wistar em dois grupos, um que não foi operado (intacto), formado por oito ratos e os quarenta restantes foram submetidos à secção e reanastomose brônquica à esquerda. Este grupo foi numa segunda etapa, subdividido em cinco grupos de oito ratos de acordo com o tempo de sacrifício, em um, dois, sete, quinze e trinta dias.
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Estudo dos efeitos da prednisona sobre o sistema mucociliar de ratos

Estudo dos efeitos da prednisona sobre o sistema mucociliar de ratos

Durante a respiração normal, o ar inalado carrega grande quantidade de microorganismos, material particulado e outros poluentes para os pulmões, sendo que parte destes agentes se deposita nas vias aéreas aderindo ao muco que recobre seu epitélio. A remoção desses agentes ocorre através do TMC para a região de orofaringe onde serão deglutidos ou expectorados. A depuração mucociliar está prejudicada em diversas condições respiratórias como em pacientes com bronquiolite crônica, fibrose cística e asma (Barroso et al., 1992; Alegra et al., 1989, Wagner e Headley, 2003; Bush et al., 2006). Além disso, as drogas administradas nesses casos podem influenciar o transporte mucociliar (Aquino, 2009).
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Efeitos da abstinência na transportabilidade mucociliar em indivíduos tabagistas

Efeitos da abstinência na transportabilidade mucociliar em indivíduos tabagistas

Introdução: O transporte mucociliar é o primeiro mecanismo de defesa das vias aéreas superiores e pode ser alterado por substâncias presentes na fumaça do cigarro. A redução da depuração mucociliar está associada ao aumento do risco de doenças respiratórias. Objetivos: Avaliar o efeito da abstinência no transporte mucociliar de indivíduos tabagistas. Métodos: Em um estudo prospectivo foram avaliados 43 indivíduos tabagistas participantes do Programa de Orientação e Conscientização Anti-tabagismo, da FCT/UNESP de Presidente Prudente. Os indivíduos que pararam de fumar compuseram o grupo abstinente (G1, n=25) e, para comparação, foi formado um grupo pareado constituído de indivíduos tabagistas não abstinentes (G2, n=18). Todos os participantes foram submetidos a uma avaliação inicial, na qual foram coletados os dados antropométricos, consumo de cigarros e grau de dependência (questionário de Fagerström), além da avaliação da função pulmonar por meio da espirometria. Em outros quatro momentos, que corresponderam a um, sete, 15 e 30 dias de abstinência, os indivíduos foram avaliados quanto à concentração de monóxido de carbono no ar expirado (COex) para a comprovação da abstinência; e quanto ao transporte mucociliar, realizado por meio do tempo de trânsito de sacarina (TTS). Este teste consiste na medição do tempo necessário para que o indivíduo sinta o gosto de 2,5 mg de sacarina sódica granulada, que é inserida por meio de um canudo plástico a 2cm para dentro da narina direita do tabagista. Os dados foram apresentados em mediana e percentil 25–75 ou em porcentagem. A normalidade na distribuição dos dados foi avaliada por meio do teste de Shapiro-Wilk, para análise comparativa entre os grupos foi utilizado teste de Mann-Whitney e, entre os momentos do mesmo grupo, foi utilizado o teste de Kruskal-Wallis seguido de pós-teste de Dunn. O nível de significância utilizado foi de p<0,05. Resultados: Não houve diferença entre G1 e G2 em relação aos valores de idade (49[38-57] e 51[44-57] anos, p=0,50) e história tabagística (30[13-43] e 23[15-39] anos/maço, p=0,42). Em relação ao grau de dependência, no G1 a maioria dos indivíduos (48%) apresentou dependência elevada/muito elevada e no G2, muito baixa/baixa (50%). Houve diferença significativa no G1 com relação ao TTS após 30 dias de abstinência (p=0,0193) e COex que apresentou uma melhora já no 1º dia em abstinência (p= 0,0001) e no G2 não houve diferença significativa tanto no TTS (p=0,1896) quanto no COex (p=0,6987) após 30 dias. Conclusão: Os tabagistas abstinentes apresentaram melhora nos valores transportabilidade mucociliar após 30 dias em abstinência e no COex após um dia. Esses efeitos não foram observados no grupo de tabagistas.
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Influência da variação sazonal no valor nutricional e avaliação da estabilidade da ostra do Sado

Influência da variação sazonal no valor nutricional e avaliação da estabilidade da ostra do Sado

O protocolo utilizado para a pesquisa de Salmonella spp foi baseado na norma ISO 6579/2002, no terceiro e nono dias de armazenamento observaram-se colónias típicas de Salmonella em 25 g de ostra, no entanto esta suspeita revelou-se negativa após a realização dos testes bioquímicos da galeria API 20E. Este resultado era esperado uma vez que as ostras foram depuradas durante 48 horas, de acordo com o exigido pela legislação, tendo este processo terminado no dia da realização do ensaio. Lee et al. (2008) menciona que a contaminação dos bivalves depende da contaminação do local de captura e a depuração deve ser efetuada durante um período suficiente para reduzir a contaminação de forma a cumprir os limites legais estabelecidos no regulamento (CE) n.º 2073/2005 da comissão de 15 de novembro de 2005 relativo a critérios microbiológicos aplicáveis aos géneros alimentícios, ou seja, ausência de Salmonella em 25 g do alimento e E. coli ≤ 230 NMP/100 g de carne e de líquido intravalvar do alimento. Lee et al. (2008) refere ainda que a depuração elimina de uma forma fácil e efetiva muitas das bactérias fecais contaminantes como E. coli e Salmonella (49).
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Cistatina C em pacientes com hipertensão arterial essencial : avaliação da função renal e correlação com fatores de risco cardiovascular

Cistatina C em pacientes com hipertensão arterial essencial : avaliação da função renal e correlação com fatores de risco cardiovascular

Na prática clínica, a avaliação da função renal é realizada por maeio da dosagem da creatinina, seja por sua medida sérica isolada, pela medida de sua depuração na urina de 24 h ou estimada por equações baseadas em sua medida sérica. A dosagem sérica da creatinina, devido à praticidade e baixo custo, ainda é o método mais utilizado, apesar de sua alteração ser tardia e de ser influenciada por fatores como idade, sexo, massa muscular e uso de medicamentos. A medida da depuração de creatinina endógena na urina de 24 horas (DCr), além da dificuldade inerente a coleta, tende a superestimar a taxa de filtração glomerular devido a secreção tubular de creatinina. Atualmente, tem sido recomendado em várias diretrizes (National Kidney Foundation, 2002; Kirsztajn, 2009) que a dosagem da creatinina seja utilizada em equações preditoras da taxa de filtração glomerular, como a equação do MDRD (Levey et al, 1999; Levey et al, 2000) e a fórmula de Cockroft-Gault (Cockroft e Gault, 1976).
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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 5 5 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 5 5 portugues

Objetivo: Avaliar os efeitos da azatioprina sobre o sistema mucociliar em um modelo de secção e anastomose brônquica em ratos. Métodos: Trinta e seis ratos machos da raça Wistar-Furth foram submetidos à secção e anastomose brônquica esquerda e separados alea- toriamente em dois grupos para receberem solução salina ou azatioprina. Após 7, 15 e 30 dias de terapia, seis animais de cada grupo foram sacrificados, e foram realizadas as medidas da velocidade de transporte mucociliar in situ, da transportabilidade do muco in vitro e do ângulo de contato do muco nos brônquios direito (intacto) e esquerdo (seccionado). Resultados: A velocidade de transporte mucociliar in situ foi significativamente menor nos brônquios seccionados do que nos brônquios intactos (p < 0,001). Houve redução da velocidade de trans- porte mucociliar in situ nos brônquios intactos dos animais tratados com azatioprina por 7 dias (p < 0,05), havendo completa recuperação após 30 dias de terapia. O ângulo de contato do muco foi maior nos brônquios seccionados dos animais tratados com solução salina por 30 dias (p < 0,001), estando de acordo com a redução da transportabilidade do muco in vitro observada nos mesmos animais (p < 0,001). Conclusões: Concluímos que, nos brônquios seccionados de ratos, a terapia com azatioprina causa um prejuízo apenas transitório do trans- porte mucociliar, enquanto a administração de solução salina prejudica o transporte mucociliar por até 30 dias. Além disso, a azatioprina contribui para prevenir alterações nas propriedades da superfície do muco.
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Análise do transporte mucociliar de indivíduos fumantes em intervalos de abstinência do fumo

Análise do transporte mucociliar de indivíduos fumantes em intervalos de abstinência do fumo

Estudos têm mostrado que frente à exposições agudas à poluição atmosférica ou substâncias tabaco relacionadas ocorre um padrão protetor do sistema de defesa inato que inclui um eficiente sistema de transporte mucociliar que rapidamente age depurando o material transportado na superfície epitelial em direção à orofaringe, além da atuação de macrófagos alveolares que protegem a superfície alveolar de agentes agressores e que auxiliam este mecanismo de defesa 29-33 . Drannik et al 33 mostraram que o tabagismo

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Desenvolvimento de um modelo experimental "in vivo" para o estudo do clearance mucociliar...

Desenvolvimento de um modelo experimental "in vivo" para o estudo do clearance mucociliar...

A primeira descrição da capacidade do cílio do palato de rã de carregar peso foi publicada por Stewart, em 1948. Em 1970, Sadé e cols descreveram a importância da interação entre o muco e o cílio na facilitação do transporte de partículas. Esses e outros trabalhos proporcionaram a base para o uso do palato de rã como um modelo prático para se estudar o transporte mucociliar (Sadé e cols, 1975; King e cols, 1998; Negri e cols, 1987). Em nosso laboratório, este método vem sendo bastante utilizado desde 1987, para o estudo do transporte mucociliar (Festa e cols, 1985a; Festa e cols, 1985b; Festa e col
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Utilização de leitos de macrófitas na depuração dos efluentes do cozimento da cortiça

Utilização de leitos de macrófitas na depuração dos efluentes do cozimento da cortiça

O processo de tratamento através de leitos de macrófitas é uma opção de depuração biológica com elevada sustentabilidade económica e ambiental, cuja aplicação ao efluente do cozimento da cortiça está a ser investigada na UBI, para leitos na configuração com escoamento sub-superficial e fluxo horizontal. O trabalho realizado correspondeu ao aumento da carga orgânica influente aos dois sistemas, um plantado com Phragmites australis (LM) e outro com iguais características mas sem plantas (LC). Após 233 dias de controlo da operação (entre 15-09-2014 e 06-05-2105) no LM a carga orgânica média alimentada foi para a CQO, FT e CBO 5 de 8,93 g CQO/m 2 .d, 0,66 g FT/m 2 .d e 2,63 g CBO 5 /m 2 .d e as remoções obtidas foram
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Potencialidade da valorização das lamas de depuração produzidas nas ETAR do Algarve

Potencialidade da valorização das lamas de depuração produzidas nas ETAR do Algarve

Compostagem é um processo que permite reduzir a massa de lamas de depuração em cerca de 40 % (Breitenbeck & Schellinger, 2004) e reduzir o teor de humidade para valores da ordem dos 50 %, além de assegurar a higienização completa do composto, ao juntar outras matérias, baixa o teor em metais pesados e preenche os requisitos para aplicação no solo (Kulikowska, 2016). A compostagem deve ser realizada com outras matérias (aparas de madeira são uma das mais utilizadas) numa mistura de 1:1 que forneçam o suporte estrutural para criar espaços vazios e permitir as trocas gasosas (Banegas et al., 2007). O sucesso da compostagem está associado à qualidade do produto final, determinada pela sua estabilidade e maturidade (Zhao et al., 2016). Estes fatores podem posteriormente alargar ou limitar as suas aplicações.
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Estudo da estrutura muco-ciliar antes e após o tratamento termal

Estudo da estrutura muco-ciliar antes e após o tratamento termal

O teste de trânsito de sacarina (TTS) é descrito na literatura científica como uma prova funcional representativa da depuração muco-ciliar. (14) Como esperado, houve uma diminuição significativa do TTS, isto é, uma diminuição do TTMC de 17,57 minutos para 10,76 minutos. Staffieri et al (19) obteve melhoria da função muco-ciliar devido a inalações de água termal, sendo confirmada por uma redução significativa do tempo médio de transporte muco- ciliar de 19,3 minutos para 11,9 minutos num grupo de pacientes com doença nasossinusal crônica. Eles ainda mediram a resistência nasal, que se mostrou menor com o tratamento termal. Passàli et al (26) estudaram o TTMC nasal utilizando uma mistura de carvão vegetal em pó e 3% de sacarina em três grupos de pacientes que sofrem de hipertrofia dos cornetos, desvios do septo nasal ou sinusite crónica. Os valores médios do TMC nasal nos dois primeiros grupos foram praticamente idênticos aos controlos. Em contraste, os tempos significativamente atrasados foram encontrados em pacientes com sinusite crónica. Os autores sugerem que estes resultados indicam que o atraso é determinado pelo aumento da viscoelasticidade do muco após a libertação de mediadores de inflamação, juntamente com uma redução na camada peri-ciliar, o que retarda a onda metacrónica do TTMC. Aslani et al (24) na sua avaliação das ESH, também demonstra um TTMC mais longo no seu grupo patológico, comparativamente ao grupo saudável: 295 segundos versus 234.2 segundos. No entanto, este tempo em segundos, quando convertido em minutos, afasta-se, em grande escala, dos valores da restante bibliografia e do presente estudo.
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Uso e conservação da ictiofauna no ecoturismo da região de Bonito, Mato Grosso do Sul: o mito da sustentabilidade ecológica no Rio baía bonita (aquário natural de Bonito).

Uso e conservação da ictiofauna no ecoturismo da região de Bonito, Mato Grosso do Sul: o mito da sustentabilidade ecológica no Rio baía bonita (aquário natural de Bonito).

A valoração econômica da biodiversidade tem merecido esforço de estudo no Brasil e no mundo (e.g., Lindberg & Huber-Jr, 1993; Araujo-Lima et al., 1998). Mas o que se perde com a alteração do mundo natural, de suas populações e ecossistemas? A depauperação da biodiversidade implica em perda de espécies, e perda de serviços prestados pelo funcionamento dos ecossistemas, como depuração do ar e da água, proteção do solo, regulação climática, além da perda da informação educacional e científica, e da inspiração cultural e estética (Wilson, 2002). A título de exercício, qual seria a perda econômica de apenas um exemplar de piraputanga, Brycon hilarii, a prin- cipal espécie de interesse turístico na Baía Bonita? Para entendermos quanto vale apenas um indivíduo, temos as seguintes informações: a) a população desta espécie de peixe no Rio Baía Bonita é estimada em 500 indivíduos; b) se ao longo do ano passam, em média, cerca de 22 mil turistas pelo atrativo (fonte: COMTUR); c) estes visitantes pagam entre R$ 55,00 (baixa temporada) e R$ 90,00 (alta temporada) para visitar a Baía Bonita (Aquário Natural); d) considerando que a metade dos visitantes passa pelo atrativo na alta temporada e a outra metade na baixa, a empresa tem uma receita bruta aproximada de R$ 1.595.000,00 ao ano. Desse modo, uma única piraputanga rende, ao ano, R$ 3.190,00 (1.595.000 dividido por 500). Considerando que cada piraputanga pode viver em condições naturais por volta de cinco anos, cada indivíduo da Baía Bonita tem potencial para gerar uma receita bruta média de R$ 15.950,00 em sua vida.
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Estudo da deterioração da amêijoa-boa Ruditapes decussatus (Linnaeus, 1758)

Estudo da deterioração da amêijoa-boa Ruditapes decussatus (Linnaeus, 1758)

Em relação ao estudo do efeito da depuração sobre a dinâmica de parâmetros de qualidade biológica/comercial, pH, teor em ABVT e alguns grupos da microbiota das amêijoas, constatou-se neste trabalho que existe uma relação estreita entre a dinâmica dos grupos de microrganismos estudados, do pH e teor em ABVT e dos parâmetros usados para aferir da qualidade biológica/comercial das amêijoas. Mais, os valores obtidos para esses parâmetros não atingem nem ultrapassam limites propostos internacionalmente durante o tempo de conservação útil vulgarmente aceite no setor (incl. produtores, centros de depuração/expedição e distribuidores) que é de 8 dias. Ainda assim, e com base nos vários resultados obtidos, sugere-se que o valor limite de ABVT seja inferior aos 35 mg N/100g apontado pelo Regulamento (CE) N.º 2074/2005 para a espécie Salmo salar, famílias Merluccidae e Gadidae, sendo mais realista apontar um intervalo de valores entre 25 e 30 mg N/100g como limite para as amêijoas-boas, depuradas ou não.
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ProPosições  vol.23 número2

ProPosições vol.23 número2

história dos discursos em que elas entram em conjunção, formando os sintagmas “puriicação étnica”, “limpeza étnica” e “depuração étnica”, Krieg-Planque teve por objetivo compreender o modo como a fórmula “puriicação étnica” havia funcio- nado, para parte da mídia, como interpretante da guerra balcânica. Este trabalho provocou interesse em áreas diversas, não icando restrito às ciências da linguagem. Krieg-Planque retoma os estudos que se aproximam do constructo teórico de fórmula, buscando não apenas traçar a história de um conceito, mas, princi- palmente, marcar as diferenças e as aproximações em relação aos autores que a precederam, para, em seguida, realizar aquilo que é o grande mérito do trabalho: a delimitação da noção de “fórmula”.
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Estudo comparativo entre pacientes com esofagite erosiva e com esôfago de barrett por meio de impedância/phmetria prolongada do esôfago

Estudo comparativo entre pacientes com esofagite erosiva e com esôfago de barrett por meio de impedância/phmetria prolongada do esôfago

Na pesquisa de Zentilin et al. (2002), verificou-se que a amplitude das ondas peristálticas nos pacientes com EBL foi menor que a dos pacientes com EBC e controles assintomáticos. Como esses autores utilizaram manometria sem impedanciometria, não foi possível concluir se a amplitude reduzida seria responsável por um tempo mais longo de depuração de ácido e de bolus. A redução da motilidade no esôfago distal encontrada nos pacientes com formas graves de DRGE, como o EB, pode ser considerada uma das responsáveis pelo aumento do tempo de depuração ácida esofágica. Nossos pacientes não foram submetidos a estudos de motilidade esofágica. Por isso, pode-se apenas inferir que uma possível causa para o tempo de depuração ácida esofágica mais longo nos pacientes com EB possa ser a hipomotilidade em esôfago distal. O que ainda não se sabe é se a hipomotilidade é causa ou consequência de uma forma grave de DRGE (BADREDDINE; WANG, 2008).
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Relação entre o tamanho de hérnia hiatal e tempo de exposição ácida esofágica nas doenças do refluxo erosiva e não-erosiva.

Relação entre o tamanho de hérnia hiatal e tempo de exposição ácida esofágica nas doenças do refluxo erosiva e não-erosiva.

Estudos recentes têm reafirmado a importância do refluxo ácido na fisiopatologia da DRGE. Na presente série, o percentual de tempo total de pH <4 foi maior no grupo com esofagite erosiva do que na doença não-erosiva. Tem sido demonstrado que a presença e a gravidade da esofagite se correlacionam diretamente ao tempo total de exposição esofagiana ao ácido, o que depende da relação entre o número de episódios de refluxo e o tempo de depuração ácida. O tempo de exposição ácida é crescente, à medida que se progride da doença não-erosiva para a doença erosiva e finalmente para o esôfago de Barrett (2, 13, 24) .
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New methods for enhancing ozone efficiency on contaminated water treatment.

New methods for enhancing ozone efficiency on contaminated water treatment.

entre carvão ativo e ozônio e mostraram que, inicialmente, o car- vão ativo sozinho não foi capaz de remover completamente a cor de soluções de três diferentes corantes em um tempo razoável. Por outro lado, a ozonização sozinha descolore rapidamente a solução, mas não promove boa redução de COT. A combinação de carvão ativo com ozônio melhorou a descoloração das soluções e especi- almente a mineralização da matéria orgânica, sendo que o carvão ativo agiu como adsorvente e catalisador da reação. Neste tipo de associação, o ozônio promove a degradação das moléculas de corante, que possuem uma estrutura grande, produzindo moléculas de massa molar menor, devido ao ataque ao grupo cromóforo e rompimento de ligações. Como discutido anteriormente, o ozônio é eficiente para descolorir a solução, mas apresenta baixa taxa de remoção de COT. A adsorção em carvão ativado leva a uma redu- ção de matéria orgânica em solução. O problema é que quando se trata uma água com alto teor de matéria orgânica, o adsorvente é saturado facilmente, exigindo regeneração ou substituição. Além disso, o poluente não é de fato mineralizado mas sim, transferido de fase. A combinação de ozônio e carvão ativo tem se mostrado como uma boa alternativa para tratamento de água contendo corantes ou outros compostos orgânicos. A remoção de COT por ozonização na presença do carvão ativo é maior que a obtida pela soma da oxidação seguida pela adsorção e, assim, tem-se um efeito sinérgico, evidenciando que o carvão não age só como adsorvente, mas como catalisador dos processos de ozonização. A alta capacidade adsortiva do carvão ativo e sua atividade catalítica para decomposição do ozônio tem sido relatada como altamente eficaz para depuração de soluções contaminadas com compostos orgânicos poluentes via pro- cessos de ozonização (pois observa-se claramente um aumento sig- nificativo na remoção de matéria orgânica) 22,68,69 .
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