desenvolvimento da criança

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Investimento parental e desenvolvimento da criança.

Investimento parental e desenvolvimento da criança.

Além disso, o design da pesquisa e o tamanho da amos- tra não permitem a eliminação de hipóteses rivais. A objeção apresentada por Wachs (2000) às relações encontradas é per- tinente a este estudo: não se pode eliminar a possibilidade de que as diferenças no calendário maturacional sejam genetica- mente determinadas e que a precocidade da vida sexual afete o relacionamento conjugal, este, por sua vez, gerando um ambiente familiar instável, com resultados negativos sobre o desenvolvimento da criança. Embora haja alguma evidência de que o efeito de antecipação da vida reprodutiva devido a fatores psicossociais operando nos primeiros anos de vida é independente dos efeitos genéticos (Graber et al., 1995), qual- quer interpretação dos dados aqui apresentados deve se ater às possibilidades do design empregado, com as limitações pertinentes.
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Retornando ao jogo e à sua importância no desenvolvimento da criança

Retornando ao jogo e à sua importância no desenvolvimento da criança

O meu projeto é intitulado “Retornando ao jogo e à sua importância no Desenvolvimento da Criança”. O objetivo primordial do projeto visa proporcionar ao grupo experiências de aprendizagem significativas, permitindo às crianças desenvolver relações de confiança com os pares e os adultos de referência, estimulando a importância de crescer em cidadania. O brincar e o jogar, como é do sabido por todos, faz parte da infância. Com ele desenvolvemos diversas competências, a dizer: sociais, motoras, afetivas e cognitivas. É com o brincar e, mais concretamente, com o jogo, podemos fomentar e encontrar prazer e satisfação nas explorações que estas realizam e desenvolver, por outro lado, a imaginação, a criatividade, construindo bases que permitam solucionar problemas e conflitos. As crianças devem ter hipótese de vivenciar diferentes experiências, explorar diversos materiais e contextos, de amplificar conhecimentos e de crescer de forma harmoniosa em todos domínios e áreas do desenvolvimento.
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A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO NA APRENDIZAGEM E NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA

A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO NA APRENDIZAGEM E NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA

Este trabalho começou por uma questão pessoal. Por eu sempre ter estudado em escolas tradicionais, onde o movimento só era permitido nas aulas de educação física ou então nos recreios, cresci sentindo muita falta de poder me movimentar mais, de brincar com maior liberdade e de poder interagir mais com as outras pessoas. Foi só depois de entrar na faculdade, e de trabalhar com crianças que realmente comecei a ver como o movimento é essencial para a vida dos seres humanos, e que a falta dele pode causar mais danos do que eu imaginava, por isso resolvi elaborar uma pesquisa empírica onde procurei entender melhor a questão do movimento e buscar: compreender se o movimento era parte constitutiva da aprendizagem e do desenvolvimento da criança; como se dá o processo de aprendizagem pelo movimento e identificar como o movimento é compreendido e trabalhado pelos professores da Educação Infantil.
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Deficiência mental e família: implicações para o desenvolvimento da criança.

Deficiência mental e família: implicações para o desenvolvimento da criança.

Para finalizar, é importante ressaltar a necessidade de mais orientação para as famílias de crianças DM, as quais devem ser melhor informadas sobre o tipo de deficiência e suas conseqüências para o desenvolvimento da criança, bem como dos recursos necessários para favorecê-lo. Nesse contexto, as políticas públicas têm um papel muito importante, espe- cialmente para as famílias de baixa renda, uma vez que o gasto com profissionais e com atendimento especializado torna-se oneroso. O Ministério da Educação do Brasil (MEC) é o responsável, em nosso país, pela organização e adminis- tração do ensino especial, juntamente com a participação estadual e, às vezes, municipal (MEC, 1994). Esse atendi- mento é garantido por lei; contudo, ele ainda é deficitário e conta com o despreparo dos profissionais. Além disso, os currículos escolares não contemplam o ensino especial como uma disciplina necessária nos cursos de magistério e peda- gogia (Martins, 1996). Mas, merece ser destacado aqui um programa de estimulação precoce, que faz parte dos diver- sos tipos de atendimentos planejados pelo MEC para bene- ficiar as crianças de zero a três anos com atraso no desenvol- vimento ou com deficiências (física, mental, visual, auditi- va, múltipla). Esse programa tem, em sua essência, um pa- pel preventivo, buscando intervir nas diversas áreas do de- senvolvimento infantil: motora, cognitiva, sensório-percepti- va, socioafetiva e da linguagem (MEC, 1995b). Assim, con- siderando a necessidade desse tipo de atendimento, enten- demos ser de fundamental importância mais investimentos nessa área, atingindo mais estados e municípios brasileiros que, concomitantemente ao aumento do número de pesqui- sas sobre crianças DM e suas famílias, proporcionariam uma compreensão mais profunda do seu desenvolvimento.
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O ambiente estimulador ao desenvolvimento da criança hospitalizada

O ambiente estimulador ao desenvolvimento da criança hospitalizada

O estudo, sob uma abordagem qualitativa, utilizou o método de Observação Simples. Foi realizado com oito crianças internadas em duas unidades pediátricas de um hos- pital-escola do município de São Paulo. Seu objetivo foi identificar elementos estimula- dores ao desenvolvimento da criança em um ambiente hospitalar. O estudo teve o pro- pósito de motivar o profissional de enferma- gem a adequar o ambiente hospitalar às ne- cessidades da criança. Após análise dos da- dos coletados, as categorias desvelaram-se em: objetos e situações estimuladoras, pro- cedimentos e inter-relacionamentos. Con- cluímos que a pessoa que compõe uma equi- pe de enfermagem desempenha importan- te função como um dos elementos estimu- ladores na assistência à criança hospitali- zada, se for consciente desse papel.
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O ambiente estimulador ao desenvolvimento da criança hospitalizada.

O ambiente estimulador ao desenvolvimento da criança hospitalizada.

O estudo, sob uma abordagem qualitativa, utilizou o método de Observação Simples. Foi realizado com oito crianças internadas em duas unidades pediátricas de um hos- pital-escola do município de São Paulo. Seu objetivo foi identificar elementos estimula- dores ao desenvolvimento da criança em um ambiente hospitalar. O estudo teve o pro- pósito de motivar o profissional de enferma- gem a adequar o ambiente hospitalar às ne- cessidades da criança. Após análise dos da- dos coletados, as categorias desvelaram-se em: objetos e situações estimuladoras, pro- cedimentos e inter-relacionamentos. Con- cluímos que a pessoa que compõe uma equi- pe de enfermagem desempenha importan- te função como um dos elementos estimu- ladores na assistência à criança hospitali- zada, se for consciente desse papel.
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A MÚSICA E SUAS POSSIBILIDADES NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA

A MÚSICA E SUAS POSSIBILIDADES NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA

A cada dia sua representação do objeto vão se aperfeiçoando até então chegar à representação bem definida do mesmo. Num dado momento a criança passa a perceber que “escrever” não é “desenhar”, chega a diferenciar desenho de escrita, portanto, passa para a fase Pré-silábico ou Nível “1”. A criança desse nível produz rabiscos e, ou riscos típicos da escrita que a criança tem como forma básica (modelo de letra cursiva ou de imprensa). Nessa fase, a criança usa sempre os mesmos sinais gráficos que podem ser letras convencionais ou outros símbolos quaisquer. As crianças pré-silábicas acham que os nomes das pessoas e das coisas têm relação com o seu tamanho ou idade. Realismo nominal (coisas grandes), escreve grande; (coisas pequenas) escreve pequeno. As crianças não separam os elementos das palavras, fazem sempre uma leitura global do que está escrito (cada letra ou sinal vale pelo todo).
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A criança e a cidade. Influência dos espaços verdes e áreas de jogo no desenvolvimento da criança

A criança e a cidade. Influência dos espaços verdes e áreas de jogo no desenvolvimento da criança

A fase seguinte consistiu na criação de um programa contendo todos os dados e resultados da participação da criança neste projeto. Os métodos participativos utilizados neste projeto foram inquéritos, pequenas entrevistas e desenhos. Para que a participação da criança fosse possível de forma direta, optou-se por realizar uma atividade organizada que consistiu na compreensão das preferências das crianças e das suas limitações nos espaços, bem como na compreensão das ideias concretas das crianças para o projeto. Nesta atividade foi sugerido às crianças que respondessem a um inquérito simples e foi-lhes proposta a elaboração de um desenho acerca do que seria para elas um espaço de jogo ideal na área de intervenção em estudo, dado o contexto em que se encontra. A realização dos inquéritos foi complementada e auxiliada com pequenas conversas em que a criança manifestou a sua resposta e a justificou. Para que esta fosse uma participação não manipulada e informada, as crianças foram devidamente informadas acerca do objetivo do projeto deste trabalho, bem como da sua localização. A explicação do projeto às crianças foi auxiliada por uma apresentação em Power Point bastante ilustrada e bastante simples.
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Crenças de mães e professoras sobre o desenvolvimento da criança.

Crenças de mães e professoras sobre o desenvolvimento da criança.

Nesta direção LeVine, Miller e Richman (1996) investigaram a relação en- tre escolaridade, crenças, práticas de cuidado e educação de filhos e como estas influenciam a comunicação que estabelecem com eles. Fizeram parte do estudo 75 díades mãe-bebê mexicanas, pertencentes a dois níveis socioeconômicos distintos e com diferentes níveis de escolaridade. Os dados foram coletados por meio de observações realizadas nas residências de mães em interação com seus bebês na faixa etária de cinco a 15 meses. Os principais resultados revelaram que os mode- los de habilidade comunicativa dos bebês variam de acordo com o grupo cultural. Para a maioria das mães, os bebês são considerados incapazes de se comunicar e não se engajam em diálogos. Também foi evidenciada uma estreita relação entre a escolarização e as crenças maternas no que se refere às habilidades comunicativas do bebê. Essas crenças influenciam no engajamento das mães em interações ver- bais com seus filhos e, consequentemente, no desenvolvimento dos bebês.
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Luciana Sant’Ana de Souza, Maria Tereza Ferreira Albuquerque,Thiago Pereira Campos, Maria Gorete Pereira 

Luciana Sant’Ana de Souza, Maria Tereza Ferreira Albuquerque,Thiago Pereira Campos, Maria Gorete Pereira 

No presente projeto, houve predomínio do sexo masculino (80%), contudo as do sexo feminino apresentavam maior grau de comprometimento cognitivo. Dentre os sujeitos da amostra, os que não obtiveram uma evolução no estágio foram devido à má adesão familiar. Portanto, durante a realização do estudo, foi possível perceber que a família é fundamental no processo de aquisição de autonomia do portador de TE, pois através do trabalho que esta pode fazer em casa é fundamental para a progressão do desenvolvimento da criança.
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Vulnerabilidade, saúde mental e clínica-escola: uma resposta de atenção à população

Vulnerabilidade, saúde mental e clínica-escola: uma resposta de atenção à população

Sapienza e Pedromônico (2005), ao estudarem o risco, a proteção e a resiliência no desenvolvimento da criança e do adolescente, ressaltam alguns eventos estressores tanto da criança co[r]

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Educação e desenvolvimento da personalidade da criança: contribuições da teoria histórico-cultural

Educação e desenvolvimento da personalidade da criança: contribuições da teoria histórico-cultural

O processo educativo intencional e sistematizado, baseado no conhecimento das regularidades do desenvolvimento psíquico da criança, contribui para a formação da personalidade infantil. Esta tese tem por objeto a formação da personalidade da criança, de acordo com os postulados da Teoria Histórico-Cultural ou Escola de Vigotski. Neste trabalho, busca-se compreender as regularidades do desenvolvimento da personalidade infantil, com o objetivo de contribuir para que a prática educativa esteja permeada pela consciência, por parte dos professores, de que sua atuação intencional e sistematizada pode influenciar positivamente tanto a formação das capacidades psíquicas como, e em conseqüência, a formação da personalidade. Nesse sentido, a teoria apresenta alguns pressupostos fundamentais para a compreensão da inter-relação entre educação e desenvolvimento humano ⎯ estando aí incluídas a consciência, a inteligência e a personalidade da criança: 1) o desenvolvimento é fruto da atividade do sujeito, que envolve, simultaneamente, sua emoção e cognição, dando forma a motivos que podem ou não estar conscientes; 2) a formação de motivos é resultado da criação de necessidades humanas cada vez mais complexas, historicamente condicionadas, para o que o trabalho educativo tem importância fundamental; 3) a formação da personalidade está diretamente relacionada à situação social de desenvolvimento da criança (que envolve, necessariamente, o conceito de infância daqueles que a educam e a oportunização de tempos e espaços para sua atuação como sujeito) e às suas vivências cognitivo-emocionais, que se apresentam como a fonte de significados e sentidos atribuídos, por ela, às objetivações humanas, às relações entre as pessoas e, sobretudo, a si própria. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica que tem como proposta a sistematização das contribuições de Vigotski e de seus colaboradores para a compreensão da personalidade, tendo em vista a essencialidade — expressa por esta teoria de base marxista — das relações sociais para a sua formação. Busca compreender quais são os elementos da prática educativa — como momento privilegiado de relações sociais nas quais a criança se insere — capazes de contribuir para o seu desenvolvimento amplo, considerando-a em sua historicidade e concreticidade.
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A dualidade cuidado x educação no cotidiano do berçário.

A dualidade cuidado x educação no cotidiano do berçário.

O brincar está, no discurso das profissionais, relacionado à educação, sendo considerado pela mai- oria, importante para o desenvolvimento da criança, proporcionando situações para a aprendizagem. Pe- reira e Emmel (1999) reiteram estes pressupostos, destacando que nos primeiros anos de vida o adulto serve como modelo e provedor da brincadeira da cri- ança, sendo uma figura fundamental para o seu de- senvolvimento emocional. No entanto, o brincar não faz parte das atividades de rotina, os profissionais não têm planejamento e não sabem o que pode ser desenvolvido durante esses momentos, ou seja, são atividades desestruturadas, sem objetivos e realiza- das ao acaso, nos momentos de folga da rotina. Pare- ce ser algo inerente à criança, e não uma das funções das profissionais ou da instituição.
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TRATAMENTO NOTAS DE CAMPO

TRATAMENTO NOTAS DE CAMPO

- A discussão em torno do nome foi realizada com assertividade e com respeito pelas várias opiniões. Revelaram saber agir (Saber o que e por que faz. Saber julgar, escolher e decidir). Aprendizagens sociais: construção e desenvolvimento da criança ao nível pessoal e social.

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Parentalidade e o desenvolvimento psíquico na criança.

Parentalidade e o desenvolvimento psíquico na criança.

Vale ressaltar, ainda, que não estamos propondo uma equivalência entre a função paternal e a maternal, afirmando que ambas seriam a mesma coisa, ou ainda, que seria indife- rente para o bebê se pais e mães trocassem de funções entre si. Ademais, tentaremos evitar uma discussão de gênero, não por a considerarmos desprovida de utilidade, mas simples- mente porque nos afastaria em demasia de nossos objetivos. Se concordarmos com a posição defendida por Winni- cott (1975), teremos que aceitar que o desenvolvimento da criança sofre, em última análise, influência decisiva daquilo que, primeiramente a mãe e, gradativamente, o pai, têm a lhe oferecer e isso se daria de forma tão peremptória que o autor chega a afirmar categoricamente que “não há possibilidade alguma de um bebê progredir do princípio do prazer para o princípio da realidade ou no sentido, e para além dela, da identificação primária, a menos que exista uma mãe suficien- temente boa” (p. 25).
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Psicol. Soc.  vol.19 número1

Psicol. Soc. vol.19 número1

Pino conclui que imediatamente após o nascimento da criança já se encontram indícios claros da ação da cultura sobre o desenvolvimento da criança, a qual, pela media- ção social do outro, opera “conferindo aos gradientes de evolução biológica as ‘marcas do humano’” (Pino, 2005, p. 268). Nesse sentido, as funções orgânicas, ao mesmo tempo em que são a condição necessária para o surgimento das funções culturais, não são suficientes ao seu apareci- mento, o qual está relacionado à apropriação da signifi- cação pela criança, como mostram os seguintes exem- plos extraídos de uma série mais abrangente analisada no livro:
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O jogo na promoção da escrita

O jogo na promoção da escrita

Com o Renascimento, o jogo ganha destaque, deixando de ser um objecto de reprovação, passando a ser incorporado no dia-a-dia dos jovens. No Romantismo constrói-se uma nova imagem da infância, onde o jogo se reconhece como conduta típica e espontânea da criança. Fröbel (1826:67) uma referência da pedagogia da primeira infância, considera que: “o jogo constitui o mais alto grau de desenvolvimento da criança durante a infância por que é a manifestação espontânea do interior, imediatamente provocada por uma necessidade também interior. O Jogo é o produto mais puro e espiritual desta fase do crescimento humano. É ao mesmo tempo modelo e reprodução da vida, ad íntima e misteriosa natureza do homem e de todas as coisas. Por isso levam à alegria, liberdade, satisfação, paz e harmonia com o mundo (…)”.
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REFLExÃO: CONTRIBUIÇÃO DOS LIMITES NO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

REFLExÃO: CONTRIBUIÇÃO DOS LIMITES NO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

Sabemos o quanto estabelecer normas de convivência e regras de conduta fazem parte da formação infantil, não visando apenas definir o comportamento mais adequado ou dese- jado, mas para nortear os valores importantes de futuras decisões durante seu desenvolvi- mento. Estes limites darão condições da criança entender sobre o que é certo ou errado, do sim e do não e a respeitar o outro. A falta destes limites faz com que a criança seja egoísta e desagradável. Em relação a criança especial Glat (2003) pontua que os pais ao deixarem de fazer as correções necessárias aos comportamentos errados das mesmas, impedirão que estas sejam autônomas e independentes, dificultando relações sociais saudáveis.
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O que é a Pedagogia Construtivista?

O que é a Pedagogia Construtivista?

A respeito do segundo equívoco, Rosa contra-argumenta: o corpo teórico construtivista foi elaborado (e continua a sê-lo) a partir de observações sistemáticas e metódicas da própria prática. Salas de aula superlotadas é um problema político, não um problema teórico; a liberdade não se deve confundir com ausência de direção, a liberdade das crianças na sala de aula não é um fim em si mesmo, senão um meio para aprender. A heterogeneidade do grupo é também uma questão política, não teórica; a homogeneidade total não existe uma vez que cada criança trabalha os conteúdos a partir de suas experiências anteriores (do “capital cultural” acumulado) que, com certeza, não são homogêneas; a homogeneidade é parente próximo da unanimidade e a unanimidade é inibidora da dúvida, da crítica e, por tanto, do crescimento. E termina afirmando: “Os alunos, possivelmente, só têm a ganhar com a heterogeneidade do grupo.” (p.45)
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL CURSO DE PEDAGOGIA IZABELA RIBEIRO DE LIMA SILVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL CURSO DE PEDAGOGIA IZABELA RIBEIRO DE LIMA SILVA

O presente artigo apresenta dados de uma pesquisa realizada no curso de Pedagogia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Campus do Pontal, entre os anos de 2017 e 2018. A partir dos estudos realizados nas disciplinas de Jogos, Brinquedos e Brincadeiras e das práticas vivenciadas durante o Estágio Supervisionado podemos afirmar que os espaços do brincar são cada vez mais escassos nos contextos do Ensino Fundamental, sendo, portanto, pertinente realizar mais pesquisas sobre o tema. Abordou-se então nesse estudo questões referentes ao brincar no Ensino Fundamental, analisando as concepções de professores(as) de uma escola municipal da cidade de Ituiutaba-MG, tendo como opção teórica a vertente da Teoria Histórico Cultural, que tem como um dos seus principais representantes, o autor Lev Vygotsky. Optou-se por tratar sobre o tema, levando em consideração o fato de que por meio dos estágios supervisionados identificamos que algumas instituições desenvolvem na sala de aula a metodologia tradicional, a qual considera a ideia de que a aquisição do conhecimento acontece através da repetição de exercícios, tornando o conhecimento cristalizado. Portanto, é importante que o(a) docente pense em outras possibilidades de trabalho. Assim busca-se destacar neste estudo, a importância dos jogos e brincadeiras no cotidiano escolar, no processo de ensino-aprendizagem. Na realização do estudo utilizou-se da pesquisa de natureza qualitativa e da pesquisa bibliográfica, com enfoque específico na importância do brincar no Ensino Fundamental. Como instrumento para coleta de dados, utilizamos do questionário. Em linhas gerais, identificamos por meio dessa pesquisa a importância das brincadeiras no Ensino Fundamental, pois por meio do brincar as crianças são estimuladas e desenvolvem as habilidades e capacidades básicas para o bom aprendizado. Esperamos que de alguma forma esse trabalho contribua com os estudos na área e que o brincar possa ser pensando também para as crianças que estudam no Ensino Fundamental, enquanto possibilidade de desenvolvimento integral dos sujeitos.
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