desenvolvimento econômico

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O conceito histórico de desenvolvimento econômico

O conceito histórico de desenvolvimento econômico

que orientam o comportamento dos agentes econômicos, estimulando o trabalho e o investimento inovador. Para isso, é necessário que o Estado, na sua qualidade de instituição maior e matriz das demais instituições, seja forte: tenha legitimidade e capacidade para formular políticas, cobrar impostos e impor a lei. Não é necessário que seja ‘grande’, mas não poderá ser ‘pequeno’ porque se o for não terá os meios necessários para garantir essa legitimidade. Quando falo em tamanho do Estado, ou, mais precisamente, do aparelho do Estado, estou falando de carga tributária em relação ao PIB. Os Estados Unidos, por exemplo, são exemplo de Estado forte cujo tamanho, em termos de carga tributária, é médio (30% do PIB). Já a França e a Suécia, com cargas tributárias respectivamente de 45 e 55% do PIB aproximadamente, são exemplos de Estados fortes e grandes. O tamanho do aparelho do Estado, portanto, não garante sua força. O Brasil é um país que tem um Estado grande em termos de carga tributária, especialmente se consideramos seu nível de renda per capita, mas cuja força é apenas média. Para que um Estado democrático seja realmente forte é necessário que sua ordem jurídica seja estável e dotada de legitimidade, ou seja, apoiada na nação. Nas sociedades modernas essa estabilidade e essa legitimidade dependem de uma razoável homogeneidade da sociedade nacional, e de instituições que reflitam o estágio de desenvolvimento e os objetivos dessa sociedade. E se expressam na capacidade do Estado de impor a lei e cobrar impostos em nível suficiente para prover os serviços sociais considerados direitos de cidadania. Construir sociedades homogêneas, sem grandes desigualdades, e Estados fortes, estáveis politicamente e dotados de legitimidade, é essencial para o desenvolvimento econômico, e é um desafio que as sociedades democráticas modernas enfrentam. Como o reconheceu Francis Fukuyama (2004), um crítico insuspeito, o neoliberalismo, com sua ênfase na redução do tamanho do Estado e na coordenação exclusiva pelo mercado, enfraqueceu o Estado ao invés de fortalecê-lo, como seria necessário para que houvesse segurança e desenvolvimento econômico. 4
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A EXTRAFISCALIDADE AMBIENTAL COMO MECANISMO PARA INCENTIVAR O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

A EXTRAFISCALIDADE AMBIENTAL COMO MECANISMO PARA INCENTIVAR O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

Deste modo, preserva-se o meio ambiente de forma equilibrada sem deixar de progredir no tocante ao desenvolvimento econômico. É nítida a contribuição que a extrafiscalidade ambiental permeia para a manutenção do equilíbrio ambiental, já que o ser humano é movido, principalmente, por interesses capitalistas. Assim, os agentes econômicos que contribuem com a redução de emissão de poluentes utilizando racionalmente os recursos naturais recebem incentivos tributários, gerando como efeitos o aumento de lucros em suas produções e ao mesmo tempo protegendo a tutela ambiental. Cuida-se do direito de desenvolvimento em conjunto com o dever de preservação.
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Migração internacional e desenvolvimento econômico.

Migração internacional e desenvolvimento econômico.

Todos esses esforços que tentam incluir migração na política econômi- ca são associados com a suposição que a emigração pode contribuir positiva- mente para o desenvolvimento do país de origem dos imigrantes. Essa abor- dagem otimística está dominando na discussão econômica nos últimos 15-20 anos. Porém, existe também o enfoque pessimístico, com a pressuposição de que emigram os individuais mais aptos: jovens, empreendedores, trabalhadores altamente qualificados. Considerada assim, a migração é um fenômeno associado com o detrimento para os Estados emissores, contribuindo para a agravamento da pobreza. Essas abordagens contraditória estão presentes na análise da relação entre o desenvolvimento econômico e o movimento populacional no quadro internacional desde os anos 1960 (De Haas, 2008 ). Já que é impossível analisar todos os aspectos dessa discussão num simples artigo, na próxima seção analisa- remos o aspecto mais conhecido na literatura de migração e desenvolvimento – o impacto das remessas monetárias sobre a economia do país emissor.
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Patrícia Silva de Almeida & Marisa Rossignoli, “Economia da Cultura: Enfoque Prospectivo sobre o Seu Desenvolvimento Econômico Sustentável e a Adequação do Fomento da Política Cultural Nacional”

Patrícia Silva de Almeida & Marisa Rossignoli, “Economia da Cultura: Enfoque Prospectivo sobre o Seu Desenvolvimento Econômico Sustentável e a Adequação do Fomento da Política Cultural Nacional”

Separadas nesses três grupos, a Organização das Nações Unidas – ONU, por meio da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento- UNTACD (EUROPEAN COMMISSION, 2016), ao realizar seus estudos acerca do de- senvolvimento econômico da área cultural, definiu-se o cha- mado círculo concêntrico dividindo o setor cultural, em nichos: o patrimônio cultural (que carrega a hereditariedade, a herança, todo o patrimônio histórico, arqueológico e documental, encon- trados em instituições que se predispõem a tal salvaguarda e pro- teção, como Museus, Bibliotecas, Arquivos, Monumentos Pú- blicos, etc.), as criações das artes cênicas e plásticas (inclui nesse ramo a pintura, a escultura, a fotografia, as artes musicais, um setor propriamente alta cultura, pois é reflexo da criação mais pura e seletiva, objetos apartados de mercado direto, tendo em vista o seu colecionismo ou elitismo de consumo restrito) e, por fim, a indústria cultural e criativa (de natureza reproduzível, abarca o setor de livros, a música gravada, o setor audiovisual, o cinema, os meios de comunicação, etc; com exploração e distri- buição em massa, que apresenta uma crescente nos estudos cul- turais como fator de desenvolvimento econômico, pois contem- pla as novas tecnologias e o mercado de inovação, de conectivi- dade e de base intelectual).
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Desenvolvimento econômico, desigualdade e saúde.

Desenvolvimento econômico, desigualdade e saúde.

Em contraste, a teoria da dependência econô- mica desenvolvida por Cardoso (1973), argu- menta que o desenvolvimento quando dependente exacerba as desigualdades. O rápido desenvolvimento econômico não teria na Amé- rica Latina, o mesmo resultado daquele encon- trado nos países mais desenvolvidos, devido ao controle da economia Latino Americana pela introdução externa de tecnologias de capital intensivo. É também importante considerar que a revolução industrial na Europa se deu junto com a exploração colonial do mundo não- Europeu e que a concentração de capital no mundo industrializado levou, depois do colonia- lismo, ao imperialismo, quando as companhias multinacionais passaram a investir no exterior para expandir lucros e acumular poder político. Entretanto, a concepção de um desenvolvi- mento relacionado com o atendimento de necessidades sociais básicas vem desviando a ênfase no crescimento econômico para o bem- estar social. De acordo com Grosse & Harkavy (1980) a imediata redistribuição de renda e recursos para combater a pobreza rural e urbana tornar-se-ia, neste caso, prioritária, já que como argumenta Seers (1969) se a pobreza, o de- semprego e as desigualdade se agravam, seria incoerente chamar este resultado de desenvolvimento mesmo quando a renda per capita tenha dobrado.
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BANCOS PÚBLICOS E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

BANCOS PÚBLICOS E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

O presente trabalho objetiva investigar o papel do Estado e dos mercados de crédito no financiamento do desenvolvimento econômico, com ênfase na atuação dos bancos públicos. Procura-se fomentar o debate acerca da contribuição do Estado ao desenvolvimento de inovações, aproximando Keynes e Schumpeter com base na hipótese de complementaridade entre as teorias schumpeteriana de desenvolvimento econômico e keynesianas de restrição de crédito. A exposição das teorias novo-keynesiana e pós-keynesiana e a subseqüente análise dos bancos de desenvolvimento mostram que estes agem de acordo com a vertente pós- keynesiana, impulsionando os investimentos em setores específicos que o mercado de crédito privado tem dificuldade de suprir, como o residencial, agrícola, de inovação, de infraestrutura e grande parte de outros que sejam caracterizados por alta complexidade de avaliação ou por fortes externalidades positivas à sociedade oriundas dele.
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Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico

Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico

Ou- tros Estados já lançaram ou estão em entendimentos para laQ çar, conjuntamente, projetos de desenvolvimento econômico de regiões que lhes são comuns, como o Va[r]

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Desenvolvimento econômico e revolução capitalista

Desenvolvimento econômico e revolução capitalista

fundamental de cada estado-nação são tão grandes que as elites locais logram se tornar “nacionais” – ou seja, capazes de formular estratégias nacionais de desenvolvimento. O quadro mundial em que hoje ocorre o desenvolvimento econômico é o da competição global, na qual os países ricos continuam a se desenvolver, mas o catching up por parte dos países em desenvolvimento previsto pela teoria econômica é o fenômeno mais relevante. Essa previsão confirmada pela prática de um número crescente de países está baseada em duas vantagens: a mão-de-obra barata e a possibilidade de copiar ou comprar tecnologias a um custo relativamente baixo. Entretanto, essa vantagem só logra se transformar em realidade se os países em desenvolvimento, que têm contra si instituições e regimes políticos relativamente instáveis (quanto mais subdesenvolvido for o país, mais instável será ele politicamente), lograrem autonomia suficiente para formularem estratégias nacionais de desenvolvimento. Um conjunto de países, principalmente asiáticos, que foram capazes de conservar sua autonomia nacional vêm aproveitando essa oportunidade que a globalização comercial acentuou ao lhes abrir mercados para exportar, para os países ricos, bens com crescente conteúdo tecnológico ou valor adicionado per capita. Já os países que seguem um padrão nacional-dependente ficam para trás nesta grande competição. Tanto o êxito de uns, quanto o fracasso de outros estão relacionados com sua capacidade de resistir ao pensamento
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As Contradições do Nosso Desenvolvimento Econômico

As Contradições do Nosso Desenvolvimento Econômico

A tendência depressiva das exportações já era evidente em 1956. Basta lembrar, como salientou o Ministro Lucas Lopes em 1959, no período de 1948-56, o volume da exportação mun­ dial aumentou de 77% ; as exportações da Europa Ocidental tri­ plicaram, as da América do Norte aumentaram de 40% e as da área do esterlino de 5 3% . Mesmo na América Latina, em seu conjunto, o "quantum” das exportações cresceu de 21%, e alguns países de rápido desenvolvimento econômico como o México, lograram pràticamente dobrar o volume exportado. Pois bem, nesse período de intensa expansão do comércio mundial, o vo­ lume físico das exportações brasileiras declinou em cêrca de 15%. Isso é tanto paradoxal quanto, no mesmo período, a nossa de­ manda de importações, decorrente do processo do desenvolvi­ mento econômico, aumentava vertiginosamente. Assim, ao passo que o índice do volume físico das exportações declinava de 100 para 85, em 1957, o das importações subia de 100 para 156.
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Inflação e Desenvolvimento Econômico

Inflação e Desenvolvimento Econômico

A teoria monetária é talvez um dos exemplos mais conheci­ dos dessas mutações. A despeito de ser a inflação o fenômeno mais estudado pelos economistas, não se pode ainda afirmar que se tenha esgotado seu conhecimento. Apesar das incursões mais ou menos profundas da teoria econômica moderna, até mesmo no terreno da psico-sociologia, são ainda incontáveis os caminhos parcial ou totalmente inexplorados. N ão admira, pois, que no Brasil se tenham formado correntes de pensamento econômico com atitudes opostas relativamente à inflação. D e um lado se colocam os que negam qualquer influência benéfica do fenômeno inflacionário sôbre o desenvolvimento econômico e de outro, os que afirmam ser a inflação um dos condimentos do progresso.
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Desenvolvimento econômico e regimes de política econômica: reflexões sobre o Brasil

Desenvolvimento econômico e regimes de política econômica: reflexões sobre o Brasil

Desenvolvimento Econômico e Desenvolvimento Econômico e Regimes de Política Econômica: Regimes de Política Econômica: reflexões sobre o Brasil. 8 ° Fórum de Economia da FGV-SP.[r]

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Educação e desenvolvimento econômico no Brasil.

Educação e desenvolvimento econômico no Brasil.

O artigo discute as relações existentes entre educação e desenvolvimento econômico, recorrendo à Lei do Valor formulada por Marx. Nessa perspectiva, aborda a formação das novas gerações, inserido-a no âmbito mais vasto da pro- dução e reprodução da força de trabalho, em situações de mais-valia absoluta e de mais-valia relativa. As mudanças no campo educacional são referidas como a tentativa de inaugurar uma nova etapa nesse processo, a partir da reorganização do capitalismo iniciada nos anos de 1980. Questiona a linearidade afirmada na Teoria do Capital Humano entre educação e desenvolvimento econômico, integrando na análise aspectos políticos relativos às lutas e à recusa de estudantes a aprender o que a escola seleciona como relevante, assim como a resistência dos professores às formas de trabalho a que estão submetidos.
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Opções tecnológicas e desenvolvimento econômico

Opções tecnológicas e desenvolvimento econômico

de preço pelo contr51e da oferta (preços inflexíveis para baixo) intrlnsecamente aos dois casos de tecnologia, a maneira de se fazer essa apropriação poderá ter [r]

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Implicações socioambientais do desenvolvimento econômico

Implicações socioambientais do desenvolvimento econômico

Este artigo tem como objetivo investigar as relações que permeiam a vida humana e as práticas ambientais, as quais, desde a era moderna, estão constante e diretamente associadas aos discursos e práticas jurídicas e econômicas. Nas sociedades contemporâneas, o capital, os bens patrimoniais e o lucro assumem a condição de protagonista de um pressuposto de vida a ser alcançado a qualquer custo pelos indivíduos. Os Estados, sob tais condições, encontram-se cada vez mais pressionados e coagidos pela dinâmica da economia “financeirizada” e reduzidos à condição de agências garantidoras de contratos de remuneração com o capital financeiro global. Demonstram ausência de compromisso com políticas públicas qualitativas inerentes à saúde, à segurança, à educação e ao meio ambiente equilibrado. Nessa direção, em benefício do acesso aos créditos dos investidores os Estados são compelidos a não aplicar ou desregulamentar questões socioambientais, entre outras iniciativas inerentes aos direitos fundamentais da população brasileira. Em consequência, constituem-se novas formas de mal-estar social ligadas à alienação humana, à solidão, à insegurança, à quebra das relações familiares e comunitárias, às desestruturações profissionais, ao individualismo, ao estresse afetivo, bem como à competição agressiva, gerando, consequentemente, visíveis prejuízos decorrentes do balanço geral do desenvolvimento integral. A presente pesquisa foi desenvolvida com base em metodologia bibliográfica e documental. Está fundamentada em vasta referência teórica presente nas obras dos filósofos Giorgio Agamben e Michel Foucault, bem como em livros e artigos de alguns de seus comentaristas do solo brasileiro.
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Comércio internacional e desenvolvimento econômico

Comércio internacional e desenvolvimento econômico

Entretanto, por sua conformaç~o geogr~ fica, dispunha a Inglaterra de uma grande vantagem sobre os de mais palses, pois, além de nao apresentar em nenhuma parte de seu território, distân[r]

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Desenvolvimento econômico: um problema político

Desenvolvimento econômico: um problema político

entre Estado, Classe e Produção e mostrar como estas liga -. ções podem revelar o modo como se dá a apropriação do exce-[r]

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Desenvolvimento econômico e modernização agrícola

Desenvolvimento econômico e modernização agrícola

Tabela 38 - Recursos repassados pelo Banco Central para o!. Banco do Brasil, no período de 1970 a 1982 ..• 105.[r]

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Futebol e desenvolvimento econômico-social

Futebol e desenvolvimento econômico-social

Recent ement e, o Clube dos13, ent idade que reúne osprincipaisclubesde f ut ebol do país, criou um grupo de t rabalho para est udar medidas capazes de melhorar o desempenho econômico dos clubes, abordando t emas como a reorganização societ ária dos clubes, a reest rut uração dos seus passivos, um sist ema de licenciament o com ref erência no que f oi implement ado pela UEFA, o calendário do f ut ebol brasileiro e a int erlocução com o gover- no f ederal, que “ nunca ant es na hist ória dest e país” dedicou t ant a at enção ao esport e. Aliás, é import ant e ressalt ar que o Poder Público j á vem t ent ando promover alt erações na f orma de organização do set or, como a Timemania, que permit iu aos clu- bes equacionar seu passivo fi scal, mas cuj a arrecadação inf elizment e ainda se encont ra aquém do previst o, e a Lei Pelé, que veio com o GHVLGHUDWXP de modi fi car a nat ureza j urídica dos clubes para t orná-los empresas. Todavia, é a primeira vez que Est ado e sociedade t êm a chance de realizar um moviment o conj unt o para imprimir alt erações est rut urais import ant es para o f ut ebol brasileiro, com o obj et ivo de aproveit ar gran- des invest iment os no set or e criar um ambient e f avorável ao desenvolviment o pleno e sust ent ável do f ut ebol no país, pela ot imização do calendário e pela implement a- ção dos melhores princípios de governança corporat iva na administ ração dos clubes. Sobre o calendário, t ema que inclui t ambém o f ormat o das nossas compet ições, é preciso coragem e ousadia para discut ir sem quaisquer t abus as melhorias necessárias à maximização das receit as. A agenda dos clubes brasileiros é bem int ensa. Enquant o um clube de pont a europeu j oga cerca de 70 vezesao ano, osbrasileirosj ogam em média 90. A discussão sobre adequação do calendário brasileiro ao europeu, volt a e meia acalent ada por cert os set ores da imprensa, não pode, port ant o, sequer começar ant es de resolvida est a equação. Campeonat os Est aduais, Copa do Brasil, Copa Libert adores, Campeonat o Brasileiro e Copa Sul-Americana ocupam os clubes de t al maneira que sacri fi cam o t rei- nament o especí fi co dos at let as, impede excursões e at é mesmo a realização de event os na pré-t emporada, que poderiam ser import ant es para a geração de novas receit as. É import ant e ressalt ar que há at é bem pouco t empo, o Campeonat o Bra- sileiro nunca t inha sido disput ado com o mesmo f ormat o por dois anos seguidos, não havia mais de uma compet ição sul-americana e os est aduais f oram subst it uí- dos por ligas regionais, ou sej a, embora haj a nít idos avanços, há ainda muit o t ra- balho pela f rent e, pois em cada t emporada assist imos a um verdadeiro desman- che das nossas equipes, alt erando signi fi cat ivament e o equilíbrio de compet ições em pleno andament o, o que desest imula o t orcedor e desvaloriza o campeonat o.
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Inflação e Desenvolvimento Econômico

Inflação e Desenvolvimento Econômico

Tal processo, em sua fase ascendente, destrói o institutc jurídico do con­ trato, provoca sérios desequilíbrios sociais, estimula a especulação generaliza­ da, destorce os investimentos, cria um clima eufórico de melhoria em base puram ente nominal e acaba finalm ente por estancar o processo de desen­ volvim ento econômico. De outro lado, em sua curva descendente, novos dese­ quilíbrios se deflagram nesses e em outros setores, retraindo e contraindo o nível de atividade econômica em geral, criando o problem a de desemprego, alim entando novas injustiças, redistribuindo a renda de forma ímpia e in­ justa, gerando, finalmente, o mais desolador quadro de estagnação e pessi­ mismo.
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O  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico

A incidência dos adicionais sôbre as pessoas jurídicas, inclusive sôbre suas reservas, lucros sus­ pensos e não distribuídos, teve a finalidade d e transferir para[r]

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