Desenvolvimento endógeno

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Desenvolvimento endógeno e local : estudo do projeto urbanizador social de Porto Alegre/RS

Desenvolvimento endógeno e local : estudo do projeto urbanizador social de Porto Alegre/RS

No âmago da teoria do desenvolvimento endógeno está o mecanismo de conexão entre os atores, que se traduz no crescimento e na mudança estrutural da economia local. Este mecanismo se reflete numa rede capaz de fazer uso de economias de escala que antes não apareciam. Esta rede é fruto de um território ativo, em que a participação ativa provoca uma quebra de paradigma 7 , interagindo com o Estado na construção de políticas participativas, provocando a mudança do jeito tradicional de atuar, em que se leva pronto o trabalho a ser desenvolvido. O principal obstáculo da política tradicional do Estado está centrada na dificuldade de o poder público gerir a necessidade do território, pois, muitas vezes, os engenheiros das ações não têm contato com a situação real. Outro fator positivo da maneira participativa de atuar – e fundamental – é o controle dos recursos públicos, que se torna transparente. Existe a necessidade de fomentar ações que demandem a participação popular, pois através desta se consegue a endogeinização do saber fazer, transformando a capacidade de escolha dos seres.
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O potencial de desenvolvimento endógeno dos municípios paranaenses

O potencial de desenvolvimento endógeno dos municípios paranaenses

Em relação à efetiva participação da comunidade nas ações da administração municipal a partir dos conselhos municipais, pode-se concluir, por meio do cruzamento das informações, que, em aproximadamente 85% dos municípios do Estado, é baixíssima a participação da população em relação aos conselhos municipais, onde somente sete municípios paranaenses apresentaram um grau elevado de participação. Esta mesma lógica também se verifica em relação à capacidade financeira dos municípios paranaenses, pois mais de dez por cento deles não possuíam no ano de 2007, recursos suficientes para quitarem a folha de pagamento e os compromissos municipais já empenhados. Isso demonstra, claramente, a precariedade das finanças nesses municípios, bem como a baixa capacidade de investimentos do poder público local. Os resultados permitem concluir que mais de 35% dos municípios paranaenses apresentaram um baixo desempenho na sua capacidade de participar de consórcios municipais e intermunicipais, no seu controle da relação receita/despesa municipais e na geração de poupança real per capita. Assim, dentro da conceituação do desenvolvimento endógeno, esses 35% de municípios paranaenses não apresentaram condições de alavancar a demanda efetiva das suas economias, via gastos públicos ou investimentos e manutenção da infraestrutura municipal.
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Polaridades e desenvolvimento endógeno no sudeste paraense

Polaridades e desenvolvimento endógeno no sudeste paraense

Relações estruturantes entre os setores com raízes (dependentes de capital natural) e os seto- res sem raízes e o papel do espaço. Autores do desenvolvimento endógeno (Krugman 1998, 1995, 1991 e Athur, 1994) têm ressaltado uma dualidade básica da reprodução social, resul- tado das determinações do capital natural, as quais fundamentam setores produtivos com raízes físicas, naturais, em relação com as for- ças derivadas das diversas formas de capital socialmente produzido, que baseiam setores sem raízes físico-territoriais. Dessas forças, ressaltam-se as provindas do capital físico, tan- to enquanto acervo das empresas, como na forma de infraestrutura da sociedade. Defen- de-se, que dada a necessidade de seguir as indicações da natureza, atividades como a agricultura distribuem-se espacialmente, es- praiam-se. Não carecendo de tais fundamen- tos, outras atividades poderiam se alocar es- pacialmente tanto difusa, quanto concentra- damente. O fato de historicamente tais seto- res terem se organizado concentradamentet explica-se sobretudo por ganhos de escala das suas unidades produtivas associados aos efei- tos de aglomeração. Todavia, dado que ao mesmo tempo que a concentração das plan- tas reduz custos, impõe distâncias crescentes entre o lugar da produção e o lugar (de parte) do seu consumo: o capital físico na forma infraestrutural tem o papel de reduzir essas distâncias.
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<b>A teoria de desenvolvimento endógeno como forma de organização industrial</b> - DOI: 10.4025/actascihumansoc.v27i2.197

<b>A teoria de desenvolvimento endógeno como forma de organização industrial</b> - DOI: 10.4025/actascihumansoc.v27i2.197

RESUMO. O presente trabalho busca apresentar a teoria do desenvolvimento endógeno enquanto forma de organização industrial, a partir de uma abordagem neo-shumpeteriana, diante do novo paradigma baseado na tecnologia da informação e da comunicação. Esse novo paradigma, marcado pelo modelo de acumulação flexível, com produção descentralizada e menos dependente da existência de economias de escala, possibilita o crescimento de pequenas e de médias empresas. Nessa perspectiva, as novas estratégias de desenvolvimento local/regional evidenciam os diversos conceitos inter-relacionados, tais como: distritos industriais, clusters, arranjos e sistemas produtivos e inovativos locais e milieux innovateurs, os quais destacam a importância das micro, médias e pequenas empresas no processo de desenvolvimento de uma região. Além disso, esses conceitos incluem elementos como a interação, a cooperação, as ações conjuntas etc., como determinantes de uma melhor performance das empresas e, conseqüentemente, do crescimento econômico regional, dando forma, assim, a uma nova organização industrial.
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Gestão estratégica do desenvolvimento endógeno: crescimento auto-sustentado exige novos investimentos.

Gestão estratégica do desenvolvimento endógeno: crescimento auto-sustentado exige novos investimentos.

Recentemente, a equipe econômica, sobretudo nas palavras de Henrique Meirelles, em mais uma defesa dessa políti- ca monetária que escorcha o setor produti- vo em benefício do sistema fin[r]

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A evolução recente do setor de telefonia móvel: oportunidades e restrições para o desenvolvimento endógeno no Brasil

A evolução recente do setor de telefonia móvel: oportunidades e restrições para o desenvolvimento endógeno no Brasil

Vale do Silício, tem se destacado no setor de telefonia móvel mas, principalmente, como os mercados – em termos de integrantes, liderança tecnológica e produtos ou soluções – estão se reconfigurando. Google e Apple, por exemplo, até então conhecidas por outras atividades dentro das TICs, atualmente são as grandes first movers do setor de telefonia móvel, uma evidência da dinâmica subjacente ao ecossistema descrito acima. A liderança em um setor altamente concentrado pressupõe a assimilação de novas idéias, vindas de diferentes fontes, e os desenvolvimentos das tecnologias existentes são fontes importantes para futuras inovações. Ademais, as firmas – e as suas parcerias ou associações para desenvolvimento de tecnologias – que reúnem e combinam os conhecimentos de forma inovadora e alcançam uma posição proeminente no mercado estabelecem vantagens (“saem na frente”) para a próxima “rodada da competição entre novas tecnologias”. Nessa perspectiva, a liderança não é apenas um benefício temporário ou circunstancial (estático), nem mesmo uma posição supostamente duradoura, mas o resultado de uma estratégia mais abrangente, de incorporação de vantagens que necessitam ser confirmadas ou (re)construídas sucessivamente. Em outras palavras, liderança é parte (resultado) da luta concorrencial vista numa dimensão temporal, ou seja de ativos construídos dinamicamente 15 . A capacitação dinâmica da firma (Teece e Pisano, 1994) é um outro aspecto que vale destacar neste contexto. Além da Apple, a Samsung é um caso particular interessante. A empresa, conhecida pela fabricação de eletrônicos, certamente usou essa competência para entrar no mercado de telefonia móvel com duas inovações de produto: os smartphones e, recentemente, os tablets 16 .
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Desenvolvimento local endógeno: interrogando seus limites e possibilidades à luz da Pedagogia do Oprimido

Desenvolvimento local endógeno: interrogando seus limites e possibilidades à luz da Pedagogia do Oprimido

Noutros termos, como pensar o desenvolvimento local endógeno destituído de uma concepção ética ou de uma proposta de emancipação em que a atualização desse processo seja realmente vivenciada como um processo pedagógico? Há, por sua vez, algum sentido nesta luta se esta não for substantivamente integrada e assumida como um real e autêntico pro- cesso educativo? Não estariam aqui as condições requeridas por uma lógica solidária, substancialmente capaz de se sobrepor às lógicas individualista e de mercado? Conforme ressalta Braga (2001), o individualismo metodológico e a escolha racional, característicos das teorias econômicas modernas, ten- dem a solapar a possibilidade de construção de laços de solidariedade entre os diferentes agentes implicados nesse processo. A luta política e social no plano local deve, portanto, ser construída a partir da resistência às formas de dominação atuantes, reordenando a vida humana associada segundo exi- gências da racionalidade substantiva, ética, responsável (Guerreiro Ramos, 1981). Ora, segundo Braga (2001, p. 37), “a mediação e o ajustamento de conflitos e interesses tornam-se particularmente difíceis no plano local em razão da proximidade dos agentes e das assimetrias de acesso aos recursos de poder”. Segundo constatações da autora, o nível local de governo é extrema- mente vulnerável às pressões dos agentes econômicos quando da alocação de recursos em políticas alternativas. Entende que “a influência ilimitada da racionalidade funcional sobre a vida humana solapa suas qualificações éticas” (Guerreiro Ramos, 1981, p. 6), uma concepção de desenvolvimento endógeno racionalmente empenhada em erradicar o solipsismo das lutas paroquiais, deve assumir, entre outros, que a dinâmica
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As potencialidades endógenas do desenvolvimento regional: estudo de caso do Município de Júlio de Castilhos/RS

As potencialidades endógenas do desenvolvimento regional: estudo de caso do Município de Júlio de Castilhos/RS

Este artigo analisa as potencialidades de desenvolvimento endógeno de Júlio de Castilhos, localizado na Região Central do Estado do Rio Grande do Sul, com menos de 50 mil habitantes e com base econômica no setor primário. O problema de pesquisa investiga quais são as potencialidades endó- genas de desenvolvimento de Júlio de Castilhos – RS. Metodologicamente, utilizou-se como método de abordagem dedutivo, e como técnica de coleta de dados primários, entrevistas semiestruturadas, contendo questões abertas e fechadas, aplicadas a 12 atores sociais, sendo complementadas com a análise da especialização produtiva, por meio do cálculo dos Quocientes Locacionais (QLs) para atividades rurais e urbanas. Conclui-se que, nesta estrutura específica, diversificada e heterogênea, os atores sociais devem se posicionar estrategicamente em atividades associadas aos tradables agropecuários, que geram demandas derivadas, aproveitando conjuntamente as oportunidades locais e regionais, fundamentais para fortalecer setores específicos que constituem forças potenciais endógenas latentes, capazes de gerar autonomia ao desenvolvimento de Júlio de Castilhos. Palavras-chave: Atores sociais. Forças endógenas. Quociente locacional.
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Desenvolvimento local e o arranjo produtivo local – APLs / Local development and the local productive arrangement - APLs

Desenvolvimento local e o arranjo produtivo local – APLs / Local development and the local productive arrangement - APLs

Para Bellingieri (2017, p. 22) “no Brasil, o prestígio do desenvolvimento endógeno abriu caminho para uma série de políticas, estratégias e experiências práticas voltadas à promoção do desenvolvimento, em regiões e cidades”. Algumas dessas experiências alcançadas podemos analisar algumas delas, que são o arranjo produtivo local (APL), a indicação geográfica, o planejamento estratégico de cidades, ou o planejamento estratégico urbano e city marketing. O arranjo produtivo local (APL), que segundo Bellingieri (2017, p. 22, apud CASSIOLATO; LASTRES, 2003), pode ser definido como “[...] aglomerações territoriais de agentes econômicos, políticos e sociais – com foco em um conjunto específico de atividades econômicas – que apresentam vínculos mesmo que incipientes”. Umas das experiências dentro do desenvolvimento local, com vínculos simples dentro de um conjunto de atividades de bens, serviços finais e fornecedoras de equipamentos e outras. A indicação geográfica, segundo Bellingieri (2017, p. 22) que “implica a obtenção de um selo de Denominação de Origem para os produtos agrícolas ou alimentos fabricados localmente, objetivando agregar valor à produção local, tornando a região competitiva e articulada com os circuitos do comércio”. Tornando a região competitiva e agregando valores a produção local, trazendo mais competividade, através das produções agrícolas ou alimentícias.
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Duas teses sobre Marx e o desenvolvimento: Elementos para uma análise marxiana do desenvolvimento — Outubro Revista

Duas teses sobre Marx e o desenvolvimento: Elementos para uma análise marxiana do desenvolvimento — Outubro Revista

No que diz respeito à teoria do desenvolvimento capitalista (teoria do capital), a interpretação difusionista buscou atribuir a Marx uma visão unilateral da expansão capitalista, na qual toda e qualquer forma de subdesenvolvimento seria necessariamente uma reminiscência perene de modos de produção pré-capitalistas. Para que tal interpretação fosse possível, excluiu- se qualquer possibilidade de aplicação da teoria crítica da economia política, elaborada por Marx em O Capital, aos países e regiões subdesenvolvidos, por serem “insuficientemente capitalistas”. O autor, ao contrário, percebeu com clareza que a expansão do capital era um processo contraditório que, em diversos casos, expressou-se no que seria atualmente chamado de subdesenvolvimento. Além disso, no tocante à aplicação da teoria marxiana ao desenvolvimento, aquilo que para os críticos difusionistas de Marx se tratava de uma incompatibilidade, o próprio explicitou em seus escritos metodológicos tratar-se apenas de um problema de diferentes graus de abstração, e que se sua teoria contida em O Capital trata do objeto de estudo em um nível de abstração mais alto, a análise dos temas relacionados ao desenvolvimento deveria
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Repositório Institucional da UFPA: Amazônia legal: análise de convergência da renda municipal com base em um modelo threshold

Repositório Institucional da UFPA: Amazônia legal: análise de convergência da renda municipal com base em um modelo threshold

Com relação à classe de modelos de crescimento endógeno, destacam-se os trabalhos de Lucas (1988) e de Romer (1986), em que consideram os efeitos de spillover do capital humano. O primeiro inclui, na função de produção neoclássica, o insumo capital humano, concebido como o estoque de conhecimento acumulado da população, enquanto o segundo abandonou a hipótese de concorrência perfeita e retornos decrescentes dos fatores e postulou a existência de externalidades advindas do aprendizado adquirido no processo produtivo – learning by doing. Nos dois casos, como chama a atenção Capolupo (1998), a possibilidade de retornos constantes ou crescentes faz com que o “mecanismo por trás da convergência desapareça”. Além disso, os modelos de crescimento endógeno com P&D, como em Aghion e Howitt (1992), Grossman e Helpman (1991) e Romer (1990), reforçam esse argumento, assentado no fato de que a dinâmica continuada das inovações precisa criar algum mecanismo de poder de monopólio, o que poderia aumentar o gap entre os países.
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Rev. latinoam. psicopatol. fundam.  vol.2 número4

Rev. latinoam. psicopatol. fundam. vol.2 número4

Chamamos endon ao que constantemente manifesta essa originalidade em tais fenômenos do endógeno. Endon não é, por conseguinte, o impessoal do biológico, nem tampouco o pessoal no sentido do reino das decisões existenciais. O endon precede a tudo isso, porque é o que o faz possível e o cunha e está depois de tudo isso, porque pode ser estimulado e configurado tanto desde a esfera espiritual- pessoal como ao próprio ao mundano. Quando Goethe fala do suceder como formação e transformação de naturezas orgânicas em contato com o mundano, inclui também a possibilidade de que o original que se desdobra nos fenômenos endógenos, e que chamamos endon, pode ser ameaçado e perturbado, pode ser retirado de seu caminho e finalmente transformado. Uma ameaça tal do endon ao ser-do-homem, tipicamente estruturado, impõe-lhe modos do existir contrários à sua estrutura, que todavia não pode evitar. Nós concebemos as psicoses endógenas como uma forma de exteriorização do endon deste modo ameaçado, perturbado e finalmente transformado.
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PROJETO: EMBALAGEM PLÁSTICA COM DOSADOR PARA CREME DE TRATAMENTO COSMÉTICO

PROJETO: EMBALAGEM PLÁSTICA COM DOSADOR PARA CREME DE TRATAMENTO COSMÉTICO

Após o desenvolvimento da idéia da embalagem para o produto, foi feita uma pesquisa de mercado com o intuíto de obtermos informações da aceitação deste produto inovador no mercado, foi criado um questionário on-line, para o levantamento rápido de informações qualitativas para entender a necessidade desde novo produto, foi criado uma pesquisa on-line (http://bit.ly/embalageminovadora) e divulgado em alguns grupos virtuais no qual frequentam pessoas que utilizam produtos cosméticos em geral, por um período de 3 dias. 87 pessoas espontaneamente responderam o questionário abaixo.
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PROJETO: EMBALAGEM PLÁSTICA COM DOSADOR PARA CREME DE TRATAMENTO COSMÉTICO

PROJETO: EMBALAGEM PLÁSTICA COM DOSADOR PARA CREME DE TRATAMENTO COSMÉTICO

Após o desenvolvimento da idéia da embalagem para o produto, foi feita uma pesquisa de mercado com o intuíto de obtermos informações da aceitação deste produto inovador no mercado, foi criado um questionário on-line, para o levantamento rápido de informações qualitativas para entender a necessidade desde novo produto, foi criado uma pesquisa on-line (http://bit.ly/embalageminovadora) e divulgado em alguns grupos virtuais no qual frequentam pessoas que utilizam produtos cosméticos em geral, por um período de 3 dias. 87 pessoas espontaneamente responderam o questionário abaixo.
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Avaliação ecocardiográfica de gatos com tirotoxicose induzida.

Avaliação ecocardiográfica de gatos com tirotoxicose induzida.

Entretanto, segundo SYME (2007), uma elevação da fração de encurtamento é comumente verificada no hipertiroidismo endógeno, observando- se um decréscimo após o retorno ao estado eutiróideo. Da mesma forma, MOISE et al. (1986), em estudo retrospectivo de 20 gatos com hipertiroidismo, demonstraram significativa elevação da fração de encurtamento. Possivelmente manifestações clínicas mais severas e alterações na função sistólica do coração sejam evidenciadas apenas em estágios mais crônicos de tirotoxicose, nos quais um diagnóstico clínico tardio pode agravar os efeitos cardiovasculares dessa enfermidade.
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Caracterização do fermento endógeno utilizado na fabricação do queijo Canastra no município de Medeiros, Minas Gerais, com ênfase em leveduras

Caracterização do fermento endógeno utilizado na fabricação do queijo Canastra no município de Medeiros, Minas Gerais, com ênfase em leveduras

Fermentos naturais, fabricados a partir do soro, utilizados na Itália (PARENTE et al, 1997) e Argentina (REINHEIMER et al, 1994, 1996), são incubados até o momento da sua utilização e atingem baixos valores de pH e elevada acidez. No fermento endógeno obtido a partir do soro, utilizado na região de Santa Fé, Argentina, Reinheimer et al (1994), observaram altos níveis de acidez (1,2 % a 1,4 %) e valor médio do pH de 3,3. Os autores encontraram BAL termofílicas, cujas espécies dominantes foram Lactobacillus helveticus (Lb. helveticus) e Lb. delbrueckii subsp. lactis e leveduras, como únicos contaminantes naturais. Todos estes microrganismos apresentam boa tolerância a baixos valores de pH.
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O debate crescimento neo-clássico / crescimento endógeno  num modelo de crescimento bi-sectorial

O debate crescimento neo-clássico / crescimento endógeno num modelo de crescimento bi-sectorial

Proposição 8 1- De acordo com os valores atribuídos aos parâmetros do modelo, este descreve, em ambas as possíveis situações de crescimento endógeno, um processo de ajustamento para o [r]

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Identificação de fatores que influenciam a intenção de uso de comentários de viagem online para escolha de um meio de hospedagem:

Identificação de fatores que influenciam a intenção de uso de comentários de viagem online para escolha de um meio de hospedagem:

Esse modelo supõe a existência de nexo causal entre os construtos exógenos (atitude percebida; utilidade percebida; prazer percebido; e facilidade percebida) e o endógeno ([r]

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Conservadorismo condicional na divulgação de lucros em companhias abertas Brasileiras: diferenças entre emissoras e não emissoras de ADR e entre sistemas contábeis.

Conservadorismo condicional na divulgação de lucros em companhias abertas Brasileiras: diferenças entre emissoras e não emissoras de ADR e entre sistemas contábeis.

Assim, os incentivos econômicos a gerentes, contadores e auditores definem a qualidade dos números contábeis publicados, que se apresenta como efeito endógeno das demandas dos mercados[r]

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Orientadora: Doutora Branca Cavaco, Unidade de Investigação em Patobiologia Molecular (UIPM), Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco GentiI, EPE (IPOLFG) Co-orientador: Doutor Valeriano Leite, Instituto Português de Oncologia de Lisboa Franc

Orientadora: Doutora Branca Cavaco, Unidade de Investigação em Patobiologia Molecular (UIPM), Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco GentiI, EPE (IPOLFG) Co-orientador: Doutor Valeriano Leite, Instituto Português de Oncologia de Lisboa Franc

Os tumores são originados devido a alterações em três tipos de genes diferentes: oncogenes, genes supressores de tumor e genes que são responsáveis pela reparação do DNA (Vogelstein e Kinzler, 2004). As mutações nestas três classes de genes podem ocorrer em células germinais resultando numa predisposição hereditária para o desenvolvimento de um tumor, ou em células somáticas, resultando em tumores esporádicos (Vogelstein e Kinzler, 2004; Croce, 2008). Sabe-se que, uma única alteração genética não é suficiente para o desenvolvimento de uma neoplasia, pois as células dos mamíferos possuem múltiplos mecanismos que as protegem contra os efeitos potencialmente letais das mutações em genes de susceptibilidade para o cancro. Desta forma, para o desenvolvimento tumoral é necessário um conjunto de alterações em oncogenes, em genes supressores de tumor e/ou em genes reparadores do DNA (Vogelstein e Kinzler, 2004). A primeira mutação somática ou germinal num oncogene ou num gene supressor de tumor pode conduzir ao início da expansão clonal num processo de desenvolvimento neoplásico (génese tumoral). As subsequentes mutações somáticas levam a etapas adicionais de expansão clonal, e à progressão do tumor (Vogelstein e Kinzler, 2004).
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