Desenvolvimento tumoral

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Influência da obesidade e da resistência à insulina sobre o desenvolvimento tumoral:...

Influência da obesidade e da resistência à insulina sobre o desenvolvimento tumoral:...

significativamente maiores no grupo OT quando comparados ao grupo CT. Ambos os parâmetros foram reduzidos pela metformina. A incidência de caquexia foi maior no grupo OT quando comparado aos outros grupos e a metformina não corrigiu esse parâmetro. A metformina não corrigiu a resistência à insulina no grupo OT, entretanto ela corrigiu a dislipidemia, reduziu o acúmulo de gorduras periepididimal e retroperitonial e diminuiu a taxa de peroxidação lipídica. Os tecidos tumorais dos quatro grupos analisados foram qualitativamente semelhantes. Como esperado foram observados adipócitos apenas no tecido tumoral dos ratos dos grupos OT e OTM. Observou-se ainda que a área de necrose em relação à área proliferativa aparentemente foi maior nos tecidos tumorais dos grupos tratados com metformina quando comparado com os demais grupos. Assim, pode-se concluir que a metformina foi eficaz em reduzir a porcentagem de pega e o desenvolvimento tumoral, mas não a caquexia presente no grupo obeso. O efeito parece ocorrer independentemente da correção da resistência à insulina, uma vez que a sensibilidade à insulina não foi melhorada pelo tratamento com metformina.
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Efeito da metformina sobre o desenvolvimento tumoral na obesidade: mecanismos en...

Efeito da metformina sobre o desenvolvimento tumoral na obesidade: mecanismos en...

foram injetadas no flanco superior direito desses animais e foi iniciado o tratamento com metformina (300 mg/kg, por gavagem, por 15 dias). Os ratos foram então divididos em 4 grupos: Controle tumor (CT), Controle tumor tratado com metformina (CTM), Obeso-MSG tumor (OT) e Obeso-MSG tumor tratado com metformina (OTM). O efeito da metformina sobre o desenvolvimento tumoral foi avaliado na 18ª semana de vida. O desenvolvimento do tumor foi significativamente maior nos ratos OT quando comparado aos ratos CT e a sobrevida dos ratos OT foi significativamente menor quando comparada à dos ratos CT. Os mecanismos envolvidos no maior desenvolvimento tumoral nos ratos obesos-MSG são resistência à insulina, ativação da via de sinalização insulina-IR-ERK1/2 e ação anti-apoptótica via Bcl-2. A metformina foi eficaz em reduzir o desenvolvimento tumoral nos ratos OT e prolongar a sobrevida desses ratos. Metformina aumentou a expressão de RNAm dos reguladores do ciclo celular pRb e p27 e aumentou as atividades da AMPK e do FOXO3a, bem como reduziu a expressão de p-ERK1/2 nos grupos CTM e OTM. A fim de explorar ainda mais os mecanismos de ação da metformina sobre as células tumorais, células da linhagem do câncer de mama, a MCF-7, foram tratadas com metformina por 24, 48 e 72 horas. Metformina induziu efeito antiproliferativo sobre as células MCF-7, de forma dependente da concentração e do tempo de tratamento. Esse efeito foi relacionado ao bloqueio do ciclo celular na fase G0-G1, ao estresse oxidativo, ao aumento na apoptose e necrose celulares. Metformina também aumentou a expressão de RNAm de FOXO3a, p27, Bax, e reduziu a expressão de RNAm de ciclina D1 e Bcl-2. Ainda a combinação de metformina+H 2 O 2 aumentou ainda mais o efeito antiproliferativo quando comparado
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Efeito de cistatinas recombinantes de cana-de-açúcar na angiogênese e desenvolvimento tumoral

Efeito de cistatinas recombinantes de cana-de-açúcar na angiogênese e desenvolvimento tumoral

As proteases estão envolvidas na regulação de angiogênese e progressão de tumores. A proteólise pode ajudar as células tumorais não somente a degradar os componentes do matriz extracelular (MEC), mas também a estimular o crescimento do tumor, a invasão e a angiogênese por meio da liberação de fatores de crescimento embebidos na matriz (Whitelock et al., 1996). Diversos estudos relataram o aumento da expressão e atividade de catepsinas em cânceres humanos e de ratos (revisado por Mohamed e Sloane, 2006). As catepsinas estão envolvidas em várias etapas da progressão tumoral, incluindo etapas precoces de imortalização e transformação, etapas intermediárias da invasão tumoral e angiogênese e etapas tardias de metástase e resistência a droga. Em tumores, estas enzimas podem ser translocadas para superfície celular e secretadas para o ambiente extracelular, o que facilitaria o envolvimento em todas as etapas do desenvolvimento tumoral (Mort et al., 1985; Mai et al., 2000).
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Joana de Vale Quaresma Gigante Gonçalves Carinhas

Joana de Vale Quaresma Gigante Gonçalves Carinhas

Os resultados obtidos indicaram que o bloqueio de Dll4 promove uma redução do desenvolvimento tumoral devido ao aumento do nível hipóxico no tumor. No entanto, simultaneamente ocorre um aumento da densidade vascular no mesmo. Este paradoxo ocorre devido aos vasos terem fraca funcionalidade, sendo irregulares, anormais, excessivamente ramificados, imaturos, com fraca perfusão e excessiva permeabilidade. Deste modo, torna-se fulcral o estudo terapêutico da perda de função Dll4, uma vez que as terapias angiogénicas estão cada vez a ganhar mais importância, aumentando a necessidade de surgirem novos alvos terapêuticos para compensar o surgimento de resistência às terapias já aprovadas. Recentemente, desenvolveram-se anticorpos que neutralizam Dll4 (Noguera-Troise et al., 2006; Ridgway et al., 2006) e proteínas de fusão contendo o domínio extracelular de Dll4, que se liga aos receptores Notch impedindo a ligação a Dll4 endógeno (Noguera- Troise et al., 2006; Scehnet et al., 2007). Realizaram-se estudos com estas formas terapêuticas em ratinhos com tumores xenotransplantados e os resultados foram favoráveis, inclusivé em tumores resistentes à terapia anti-VEGF. Apesar da notoriedade desta informação, ensaios clínicos com factores anti-angiogénicos, como inibidores de metaloproteases da matriz extracelular (MMP), demonstraram que os modelos tumorais xenotransplantados ectopicamente podem produzir resultados erróneos relativamente ao efeito real do fármaco na doença no homem (Coussens et al., 2002; Cristofanilli et al., 2002). Por esta razão, neste trabalho pretendeu-se avaliar o potencial terapêutico do bloqueio de Dll4 num modelo tumoral autóctone, concretamente nos ratinhos Her2/neu (NeuNDL2-5). Estes animais desenvolvem adenocarcinomas mamários e metástases pulmonares com perfil de microambiente e estroma, assim como progresão de forma semelhante ao que acontece na condição humana (Siegel et al., 1999).
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Avaliação da função de DII4 na neoangiogénese tumoral e fisiológica

Avaliação da função de DII4 na neoangiogénese tumoral e fisiológica

Neste estágio avaliou-se a regeneração de feridas em murganhos com perda-de-função condicional de Dll4 (Dll4 -/- ). A mutação Dll4 -/- determina um aumento da densidade vascular, mas devido à fraca maturação dos vasos neoformados estes não são totalmente funcionais, têm fraca perfusão e elevada extravasação. Esta experiência inseriu-se num estudo mais alargado, que teve como objectivo determinar a quantidade ideal de inibição da expressão deste gene que resulte num aumento da vascularização sem diminuição de funcionalidade, de modo a tornar a terapia útil em situações que dependam da restauração da função vascular. A primeira área onde a terapia anti-Dll4 se revela promissora é na oncologia. Neste estágio efectuaram-se ensaios terapêuticos com proteína solúvel Dll4, proteína solúvel EphB4 e combinação de ambas, usando como modelo murganhos transgénicos que desenvolvem insulinomas autonomamente, nomeadamente murganhos nos quais, sob o controlo do promotor 1 do gene de insulina II de ratazana, o antigénio tumoral grande do vírus de símio 40 é expresso apenas nas células β das ilhéus de Langerhans do pâncreas (RIP-Tag2). Os resultados indicaram que ambas as terapias conduzem a uma redução significativa do desenvolvimento tumoral, tendo o efeito mais pronunciado sido obtido mediante a administração combinada das proteínas Dll4 e EphB4.
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Eficácia do celecoxibe versus aspirina na prevenção/regressão do carcinoma da Bexiga :

Eficácia do celecoxibe versus aspirina na prevenção/regressão do carcinoma da Bexiga :

No que respeita ao equilíbrio oxidativo, os valores de MDA no fígado, rim e soro são muito idênticos. Porém, só há a enaltecer o enorme aumento no grupo curativo. De referir que este valores estão aumentado três vezes mais que no grupo BBN. Nos grupos preventivos foi verificado um efeito protector do celecoxibe contra a formação tumoral, pois a formação de radicais livres é um dos processos que poderá conduzir ao desenvolvimento cancerígeno. O valor de MDA/TAS confirma esta noção, pois o grupo que menos tumores apresenta (CEL-10 P) tem um melhor balanço MDA/TAS, enquanto o grupo CEL-1 P (também eficaz na prevenção tumoral) já apresenta um ligeiro agravamento nesta razão. O grupo curativo, por sua vez, apresenta muitos tumores, acompanhados de um aumento da razão MDA/TAS. Num estudo realizado por Cimen (2007), em humanos em tratamento com 200 mg/dia de celecoxibe, os valores de MDA do grupo que tomou o fármaco foram muito idênticos aos do Controlo. Em outro estudo, o autor refere que o índice de MDA em humanos com TCC aumenta em função do grau tumoral (Yaçin e col., 2004), o que também se confirmou no nosso trabalho. Em relação ao 3-NT (um indicador da formação de peroxinitrito), os valores não são favoráveis ao Celecoxibe, pois existe um aumento significativo nos grupos preventivos (maior no grupo de baixa dose), havendo ainda maior aumento no grupo curativo. Estes dados são passiveis de concluir que, apesar da peroxidação ser corrigida com o Celecoxibe nos grupos preventivos, o mesmo não sucede no controlo deste produto 3- NT, podendo este ser uma das vias que leva ao desenvolvimento tumoral.
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A teoria do desenvolvimento desigual e combinado — Outubro Revista

A teoria do desenvolvimento desigual e combinado — Outubro Revista

80 - outubro gentino Sergio Bagu (desde 1949), Caio Prado Jr., ele próprio membro do Partido Comunista Brasileiro (em 1951) e o chileno Marcelo Segall (em 1953), vão insistir sobre a dimensão capitalista da colonização. Alguns anos mais tarde, autores de inspiração marxista como Miliciades Pena (em 1957) e Luis Vitale (em 1966), vão utilizar a teoria do desenvolvimento desigual e combinado para analisar a articulação entre elementos escravistas ou semi- feudais com o capitalismo, sempre insistindo sobre a predominância decisi- va deste último. Segundo Vitale, se a exploração da mão de obra pelos pro- prietários fundiários (gamonales) conserva características residuais de tipo semi-feudal, isto não impede que o sistema de produção colonial, inteira- mente voltado para a produção de mercadorias, seja fundamentalmente ca- pitalista. 18
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Duas teses sobre Marx e o desenvolvimento: Elementos para uma análise marxiana do desenvolvimento — Outubro Revista

Duas teses sobre Marx e o desenvolvimento: Elementos para uma análise marxiana do desenvolvimento — Outubro Revista

Manifesto, por si, não parece permitir tal interpretação. Marx e Engels estão afirmando a tendência, presente no modo de produção capitalista, de abarcar todo o mundo em seu interior, “revolucionando”, destruindo os modos de produção precedentes. Daí não decorre, necessariamente, que essa adoção do modo de produção capitalista venha a se dar através do desenvolvimento de um capitalismo industrial e de uma indústria moderna de forma similar ao capitalismo industrial inglês. Em outros termos, o “mundo à sua imagem e semelhança”, sem afirmar (necessariamente) um desenvolvimento (qualitativo) de forças produtivas por todo o mundo, poderia referir-se à expansão, em termos espaciais e quantitativos, das relações de produção capitalistas. Isto não significa o mesmo que um nivelamento dos patamares de desenvolvimento, a não ser que se iguale, como pressuposto, a noção de desenvolvimento ao avanço das relações capitalistas. A hipótese de que essa tenha sido a opinião de Marx é justamente o que é questionado nesse trabalho.
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Forma tumoral de neurocisticercose: relato de caso.

Forma tumoral de neurocisticercose: relato de caso.

RESUMO - Relata-se um caso de neurocisticercose por cisto gigante (3,9 x 3,4 cm), onde havia manifestações clínicas de hipertensão intracraniana e características de imagem na tomografia computadorizada de crânio de processo expansivo com efeito de massa no sistema nervoso central (SNC). Comenta-se a possibilidade da forma tumoral dessa parasitose ter apresentação clínica e radiológica semelhante à de outros processos expansivos do SNC e enfatiza-se a conduta cirúrgica como forma de tratamento e confirmação diagnóstica. PALAVRAS-CHAVE: neurocisticercose, cisticercose, sistema nervoso central.
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Schwannoma vestibular: involução tumoral espontânea.

Schwannoma vestibular: involução tumoral espontânea.

Além disso, houve um grande desenvolvimento do tratamento do SV, com melhoria das técnicas cirúrgicas aliada à utilização de microscópios cirúrgicos, tendo como pioneiro o Dr. William House em 1961, o que provocou redução marcante da mortalidade do procedimento cirúr- gico a níveis inferiores a 1%. Com isso, a abordagem cirúr- gica do SV, que já fora descrita desde o início do século passado, mas com cautela por apresentar altos níveis de morbi-mortalidade 2 , passou a ser o tratamento de escolha

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Marcador tumoral Ca125 na prática clínica

Marcador tumoral Ca125 na prática clínica

Das 439 mulheres estudadas, 345 (78,59%) não tinham diagnóstico de qualquer patologia maligna entre 2008 e 2014, 76 (17,31%) tinham 1 patologia maligna conhecida, 14 (3,19%) tinham 2 patologias malignas e uma pequena minoria (inferior a 1%) possuíam o diagnóstico de 3 tumores malignos. Analisando apenas os anos de 2014, denota-se que 30 utentes (6,83%) foram diagnosticadas com 1 patologia tumoral maligna e que apenas 2,5% tinham diagnóstico de 2 ou mais tumores malignos (Gráfico 2). A tabela 1 mostra mais concretamente os dados de 2014, sendo de realçar que em aproximadamente 91% das utentes incluídas no estudo não foi diagnosticada nenhuma patologia tumoral maligna e nos 41 casos em que o Ca125 estava acima do normal, só em 24% foi diagnosticada patologia maligna.
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Schwannoma vestibular: involução tumoral espontânea

Schwannoma vestibular: involução tumoral espontânea

Considering VS’s natural history, there is a possibility for conservative treatment for these tumors, because their growth in the first year after diagnosis predicts tumor gro[r]

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Esquistossomose medular: forma tumoral. Relato de um caso.

Esquistossomose medular: forma tumoral. Relato de um caso.

Schistosomiasis of the spinal cord: tumoral form.[r]

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Bases Conceituais de um Modelo de Gestão para Organizações Baseadas no Conhecimento ()

Bases Conceituais de um Modelo de Gestão para Organizações Baseadas no Conhecimento ()

O modelo passa a ser baseado em competências, vinculando a aprendizagem às necessidades estratégicas da empresa. Desta forma, a aprendizagem deve estar disponível sempre que solicitada, em qualquer hora ou local, deve desenvolver competências básicas do ambiente de negócios, em um processo contínuo de aprendizagem onde se aprende agindo objetivando melhorar o desempenho no trabalho e não só o desenvolvimento de qualificações. Outra forma de educação surgiu, aproveitando as facilidades proporcionadas pela melhoria crescente no serviço postal - os cursos por correspondência - surgindo aí a primeira prática de ensino à distância – EAD, que pode ser definido como qualquer interação entre estudante e instrutor, onde os participantes são separados pela distância, pelo tempo, ou por ambos. A aprendizagem torna-se, além de continuada, flexível para poder responder às necessidades do momento.
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Neurinoma maligno infratentorial: relato de um caso.

Neurinoma maligno infratentorial: relato de um caso.

À esquerda, presença de grande massa tumoral, infraten- torial, desviando o tronco cerebral para o lado oposto.. À direita, presença de grande massa tumoral, infratentorial, limitando-s[r]

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Análise comparativa das características clínicas dos subtipos imunohistoquímicos de cancro da mama

Análise comparativa das características clínicas dos subtipos imunohistoquímicos de cancro da mama

O subtipo Luminal B corresponde a cerca de 19% dos tumores invasivos da mama. Os recetores hormonais (ER/PR) são positivos com expressão variável de HER2/neu (positiva ou negativa). Diferencia-se do subtipo luminal A por apresentar índice de proliferação elevado (Ki-67 igual ou superior a 14-20%), tipicamente superior grau histológico e pior prognóstico(13,14). Dada a presença de recetores hormonais e de HER2, este subtipo tumoral pode responder a terapêutica com quimioterapia, hormonoterapia ou trastuzumab (anticorpo anti-HER2), embora tumores HER2+ tenham tipicamente algum grau de resistência à terapêutica hormonal(15,16).
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Síndrome de lise tumoral: uma revisão abrangente da literatura.

Síndrome de lise tumoral: uma revisão abrangente da literatura.

Estudos referenciados nos artigos selecio- nados na busca, também foram utilizados. Resultados: A síndrome de lise tumoral é uma complicação grave e freqüente em pacientes com neoplasias de diagnóstico recente. Estratégias de prevenção incluem hidratação vigorosa, agentes uricolíticos, identiicação dos fatores que predispõem à lesão renal aguda e, nos pacientes críticos, a indicação proilática de métodos de subs- tituição da função renal necessários para prevenir ou limitar suas conseqüências. En- tretanto, o momento adequado assim como as modalidades de prevenção a serem ofe- recidas ainda são desconhecidos e podem ser inclusive modiicadas por alterações no espectro de pacientes em risco de desenvol- vê-la. O desenvolvimento e a validação de estratégias baseadas no risco dos pacientes são necessários para limitar a alta morbidade e mortalidade desta complicação.
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Aspecto tumoral da cisticercose intracraniana: abordagem cirúrgica.

Aspecto tumoral da cisticercose intracraniana: abordagem cirúrgica.

A angiografia cerebral foi o exame que localizou a lesão expansiva sendo 4 na região temporal, três frontais, dois parietais, um no ter- ceiro ventrículo e outro no quarto ventrículo.. [r]

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