Desfechos cardiovasculares

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Evolução da Pressão Arterial e Desfechos Cardiovasculares de Hipertensos em um Centro de Referência.

Evolução da Pressão Arterial e Desfechos Cardiovasculares de Hipertensos em um Centro de Referência.

Resultados: Estudamos 1.298 indivíduos, com predomínio do sexo feminino (60,9%) e média de idade de 56,7 ± 13,1 anos. Ao longo do tempo, houve aumento significativo de sedentarismo, etilismo, diabetes, dislipidemia e excesso de peso. Com relação aos desfechos cardiovasculares, observamos aumento de acidente vascular encefálico e revascularização do miocárdio e menor frequência de insuficiência renal crônica. Durante o seguimento, houve melhora significativa da taxa de controle da PA (de 29,6% para 39,6%; p = 0,001) e ocorrência de 72 óbitos, sendo 91,7% por doenças cardiovasculares. Conclusão: Apesar da considerável melhora da taxa de controle pressórico no período de seguimento, houve piora dos fatores de risco e número elevado de desfechos cardiovasculares. (Arq Bras Cardiol. 2015; 104(4):292-298)
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Volume Plaquetário Médio Como Preditor de Desfechos Cardiovasculares Maiores e Fluxo Coronariano Final em Pacientes Submetidos à Intervenção Coronária Percutânea Primária.

Volume Plaquetário Médio Como Preditor de Desfechos Cardiovasculares Maiores e Fluxo Coronariano Final em Pacientes Submetidos à Intervenção Coronária Percutânea Primária.

Introdução: As plaquetas desempenham papel fundamental na fisiopatologia do infarto agudo do miocárdio. Existem evidências de que plaquetas de maior volume apresentem potencial pró- -trombótico aumentado. O objetivo deste estudo foi avaliar se o volume plaquetário médio pode predizer o fluxo coronariano do vaso tratado e os desfechos cardiovasculares adversos em pacientes com infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST submetidos à intervenção coronária percutânea primária. Métodos: Desfecho primário foi considerado como a ocorrência de eventos cardiovasculares adversos (morte, acidente vascular cerebral, infarto agudo do miocárdio, trombose de stent, angina e insuficiência cardíaca classes 3 ou 4) em 30 dias. Desfecho secundário foi avaliado por meio da análise angiográfica do fluxo TIMI pós-procedimento. resultados: Dos 215 pacientes incluídos no registro de intervenção coronária percutânea primária, 168 (78,6%) tiveram volume plaquetário médio calculado antes do procedimento e foram analisados no presente estudo. Valores do volume plaquetário médio foram estratificados em tercis, sendo considerado um valor elevado > 11 fentolitros (fl). Volume plaquetário médio > 11 fl foi preditor independente de eventos cardiovasculares em 30 dias (p = 0,02). Observou-se que pacientes com fluxo final TIMI zero ou 1 demonstraram tendência a apresentar volume plaquetário médio maior em relação àqueles com fluxo final TIMI 2 ou 3 (11,3 ± 0,9 fl vs. 10,5 ± 1,3 fl; p = 0,06). conclusões: O volume plaquetário médio basal é um marcador simples, de fácil aferição e útil para predizer risco de eventos cardiovas- culares em 30 dias em pacientes com infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST submetidos à intervenção coronária percutânea primária. Estudos futuros podem responder se a terapia antitrombótica mais agressiva resulta em melhores desfechos angiográficos e/ou clínicos nos pacientes com plaquetas maiores e mais ativas.
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Relação da Adiponectina com as Características da Placa Aterosclerótica ao Ultrassom Intravascular com Radiofrequência e Desfechos Cardiovasculares

Relação da Adiponectina com as Características da Placa Aterosclerótica ao Ultrassom Intravascular com Radiofrequência e Desfechos Cardiovasculares

Para melhor elucidar a fisiopatologia da adiponectina em pacientes com DAC estabelecida, investigou-se a relação entre a adiponectina e as medidas de grau e composição de ateroscleros[r]

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Int. J. Cardiovasc. Sci.  vol.30 número4

Int. J. Cardiovasc. Sci. vol.30 número4

Após 3 anos de seguimento, 56 desfechos cardiovasculares foram identificados (14 óbitos, 11 novos casos de fibrilação atrial e 31 admissões hospitalares secundárias a causas cardiovasculares, como insuficiência cardíaca e infarto agudo do miocárdio). Após o seguimento de 4 anos, três óbitos, um caso novo de fibrilação atrial e seis internações hospitalares foram identificados e acrescentados aos desfechos observados no estudo. Assim, houve um total de 17 óbitos (dois por insuficiência cardíaca, quatro relacionados a AVC, sete devido à DAC, um por sepse, um por carcinoma broncopulmonar, um por falência múltipla de órgãos e um por pneumonia), 12 novos casos de fibrilação atrial e 37 admissões hospitalares secundárias à causas cardiovasculares.
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Evolução clínica de pacientes diabéticos tratados por intervenção coronária percutânea utilizando stents com e sem eluição de fármacos.

Evolução clínica de pacientes diabéticos tratados por intervenção coronária percutânea utilizando stents com e sem eluição de fármacos.

Em relação ao desfecho primário do estudo, consta- tamos que a ocorrência de ECAM foi significativamente menor naqueles diabéticos tratados com SF, o mesmo ocorrendo com o óbito de causa cardíaca e a RVA. À primeira vista, tais resultados parecem demonstrar que a utilização dos SF em diabéticos está relacionada à melhor evolução clínica em longo prazo, o que exige cautela na interpretação dos dados. Quando comparamos nossos resultado aos de outras pesquisas, verificamos que a maioria não demonstra redução significativa de mortalidade ou de outros desfechos cardiovasculares maiores nos pacientes tratados com SF, quer sejam eles diabéticos ou não. 23,24
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Arq. Bras. Cardiol.  vol.95 número6

Arq. Bras. Cardiol. vol.95 número6

O grupo de estudos de hipertensão arterial de nosso serviço concorda que a MAPA realmente tem maior capacidade prognóstica para desfechos cardiovasculares na doença hip[r]

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As influências da raçacor nos desfechos obstétricos e neonatais desfavoráveis

As influências da raçacor nos desfechos obstétricos e neonatais desfavoráveis

Os envolvidos no processo de produção de saúde, sejam eles trabalhadores, gestores ou usuários, devem se apropriar das dife- renças encontradas nos indicadores cons- truídos com recorte racial, para que possam adequar os cuidados em saúde e produzir saúde de forma equânime. Partindo deste cenário, este estudo se propôs a avaliar a associação da raça/cor com os desfechos obstétricos e neonatais desfavoráveis, em uma maternidade pública de referência na região Sul do Brasil.

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Nascer em Belo Horizonte: desfechos neonatais desfavoráveis

Nascer em Belo Horizonte: desfechos neonatais desfavoráveis

Alguns dos desfechos desfavoráveis nos recém-nascidos como aumento da taxa de nascimento prematuro, uso de ventilação mecânica em neonatos de gestações a termo e de baixo risco e aumento da mortalidade neonatal parecem associados a partos cesáreos. Recém-nascidos de cesáreas eletivas apresentaram risco mais elevado de morbidade respiratória, como taquipnéia, síndrome de insuficiência respiratória, hipertensão pulmonar persistente; necessidade de oxigênio por mais de dois dias, ventilação mecânica e o uso de oxigênio nasal quando comparados com os nascidos de parto vaginal. O risco aumenta à medida que diminui a idade gestacional do nascimento (HANSEN et al., 2008). Estudo de Huang et al., (2011) evidenciaram resultados adversos como baixo índice de Apgar, sofrimento fetal, asfixia, necessidade de ventilação assistida, morte neonatal relacionada à asfixia neonatal associados à realização de cesárea anterior em mulheres sem problemas de saúde.
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As influências da raçacor nos desfechos obstétricos e neonatais desfavoráveis

As influências da raçacor nos desfechos obstétricos e neonatais desfavoráveis

RESUMO Trata-se de um estudo transversal, que avaliou as influências da raça/cor nos desfechos obstétricos e neonatais desfavoráveis. Foram construídos modelos de regressão logística para cálculo de razão de chance e exame do risco materno e neonatal. As gestantes negras prevalece- ram com significância estatística entre aquelas com baixa escolaridade, hipertensão prévia, três ou mais filhos vivos e com ocupação. As gestantes negras não apresentaram maior risco nos des- fechos desfavoráveis. A raça/cor não se comporta como um marcador genético ou biológico, mas como construto social, que pode influenciar as condições de saúde enquanto determinante social.
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A influência da instabilidade de microssatélites e outros biomarcadores nos desfechos...

A influência da instabilidade de microssatélites e outros biomarcadores nos desfechos...

STATUS MMR recategorizado x ECOG: há menor percentual de ECOG 2 ou 3 tanto para pacientes pMMR quanto para pacientes dMMR provável esporádico e Lynch, porém, o percentu[r]

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farmacoterapêutico de pacientes  renais : da descrição aos desfechos clínicos

farmacoterapêutico de pacientes renais : da descrição aos desfechos clínicos

b) Análise - é feita uma avaliação técnica documental, a partir do pressuposto legal vigente, por qualquer profissional de saúde com nível superior completo, devidamente registrado no seu conselho de classe, designado pelo gestor estadual e que seja familiarizado com as regras do CEAF e conheça os PCDT publicados pelo Ministério da Saúde. Na análise técnica documental são observadas atentamente as características do preenchimento do Laudo Médico para solicitação de medicamentos do CEAF; a prescrição médica e as características dos documentos a partir das definições do PCDT específico para a doença em questão. Ela pode ter três desfechos: deferida, devolvida ou indeferida: devolução (quando ocorre preenchimento incorreto ou ausência de informações, exames que impeçam a plenitude da análise os documentos são devolvido ao paciente e ele é orientado) e indeferimento (pode acontecer quando a doença não esta cadastrada no CID 10, quando o medicamento não é padronizado no CEAF ou diagnóstico não compatível com aquele definido no PCDT específico, entre outros. Essa solicitação não deverá ser atendida no âmbito do CEAF).
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DESFECHOS E FATORES PROGNÓSTICOS DE PACIENTES COM FIBRILAÇÃO ATRIAL

DESFECHOS E FATORES PROGNÓSTICOS DE PACIENTES COM FIBRILAÇÃO ATRIAL

Uma meta-análise 28 com 8 ensaios clínicos randomizados demonstrou que não há diferença nas taxas de mortalidade, tromboembolismo e AVC isquêmico ao comparar o controle da frequência cardíaca com o controle do ritmo. Em nosso estudo, ao analisar as duas condutas, verificou-se que a maioria dos pacientes estava em uso de medicamentos para controle da frequência cardíaca. No entanto, ao considerar a estratégia de controle da frequência cardíaca isolada, observou-se o risco para desfechos foi o dobro. O principal medicamento em uso foi a digoxina, possivelmente devido a alta prevalência da insuficiência cardíaca em nosso estudo, o que já reflete o pior prognóstico destes pacientes. Até há pouco tempo, as diretrizes recomendavam controle rigoroso da frequência cardíaca. Contudo, Van Gelder et al. 29 mostrou que as taxas de morbidade e mortalidade cardiovascular foram maiores nos pacientes submetidos ao controle rigoroso da frequência cardíaca.
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Estudo prospectivo de 2151 pacientes com doença renal crônica em tratamento conservador com abordagem multidisciplinar no Vale do Paraíba, SP.

Estudo prospectivo de 2151 pacientes com doença renal crônica em tratamento conservador com abordagem multidisciplinar no Vale do Paraíba, SP.

Introdução: A doença renal crônica (DRC) é uma enfermidade grave, comum e tratável, cuja detecção envolve exames de baixo custo. Objetivo: Avaliar o efei- to de uma intervenção multidisciplinar (nefrologista, assistente social, enfermei- ra, nutricionista e psicóloga) em parâme- tros clínicos e laboratoriais de pacientes com DRC. Métodos: Estudo prospectivo de 2.151 pacientes atendidos no Centro Estadual de Doenças Renais do Vale do Paraíba, SP, de fevereiro de 2008 a mar- ço de 2011. A função renal foi avaliada no início e ao final do seguimento por testes de albuminúria e taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) pela fór- mula do MDRD. Os desfechos clínicos foram: ocorrência de eventos cardiovas- culares (ECV), episódios de hospitaliza- ção, necessidade de terapia renal substi- tutiva (TRS) e óbito. Resultados: A idade média foi 62 anos (variação: 14 a 101), com acompanhamento médio de 546 dias (variação: 90 a 1540), havendo predomí- nio do estagio três da DRC (59%). Os diagnósticos de base mais comuns foram: hipertensão arterial (41,2%) e diabetes (32,4%). A média da pressão arterial an- tes e ao final do seguimento foi de 143 ± 26 mmHg x 87 ± 14 mmHg e 123 ± 16 mmHg x 79 ± 9 mmHg, respectivamen- te (p < 0,001); a TFGe reduziu de 58,5 ± 31 ml/min para 56,3 ± 23 ml/min (p < 0,01). A proteinúria caiu de 1,04 ± 1,44 g/dia para 0,61 ± 1,12 g/dia (p < 0,001); e a glicemia de jejum de 137 ± 73 mg/dl para 116 ± 42 mg/dl. Cento e vinte e dois pacientes (5,7%) apresentaram eventos cardiovasculares, a taxa geral de hospita- lizações foi de 6,6% (n = 143 pacientes), foram observados 156 (7,3%) óbitos e 23 (1,1%) pacientes evoluíram para TRS. O risco de ECV, hospitalização e óbito au- mentou de forma inversa à TFGe, mas são considerados baixos quando comparados
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INDUÇÃO DE PARTO EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO: MÉTODOS E DESFECHOS

INDUÇÃO DE PARTO EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO: MÉTODOS E DESFECHOS

Regarding neonatal outcomes, regardless of the method used for induction (Foley catheter, Misoprostol and Oxytocin), there were favorable. results; in the end, 91.2% of newborns presen[r]

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INDUÇÃO DE PARTO EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO: MÉTODOS E DESFECHOS

INDUÇÃO DE PARTO EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO: MÉTODOS E DESFECHOS

Apesar das limitações, este estudo trouxe resultados que corroboram com outras pesquisas. Além disso, os dados foram comparados, em sua maioria, com dados internacionais, uma vez há pou- cos estudos públicos sobre indução de parto e seus desfechos na realidade brasileira. Em razão disso, recomenda-se que mais pesquisas sejam realizadas utilizando outras realidades e outros métodos a fim de proporcionar o aprimoramento das condutas obstétricas, o que evidentemente beneficiará o bi- nômio materno-fetal.

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Distúrbios cardiovasculares na acromegalia.

Distúrbios cardiovasculares na acromegalia.

Em geral, as alterações dos lipídeos nos acromegá- licos são mais evidentes nos pacientes com alterações concomitantes no metabolismo glicêmico, embora não se possa excluir componentes genéticos, étnico-geográ- fi cos e dietéticos (3). Existem indícios de que o GH regula a síntese de Lp(a), bem como induz, quando em excesso, a redução da atividade da lipase lipoprotéica (LPL) (3). Além disso, em pacientes acromegálicos também está descrito aumento da concentração de par- tículas de LDL pequenas e densas (62), as quais estão sabidamente relacionadas ao aumento de complicações cardiovasculares em pacientes diabéticos e não-diabéti- cos. Diversas anormalidades na composição das partí- culas de HDL em acromegálicos são sugestivas de defeitos na ação da LCAT (lecitina-colesterol acil trans- ferase) e de diminuição da proteína transportadora de fosfolipídios. Os defeitos na esterifi cação do colesterol e na atividade da proteína transportadora de fosfolipídios podem impedir o transporte reverso de colesterol, con- tribuindo para o aumento do risco cardiovascular (3).
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Consequências cardiovasculares na SAOS.

Consequências cardiovasculares na SAOS.

nessa meta-análise é sujeita a críticas (envolveu estudos com indivíduos normotensos e pacientes com insuficiência cardíaca), o que pode ter contribuído para o resultado modesto da queda da pressão arterial. Além disso, a redução da pressão arterial pode não ser o único ou mesmo o maior efeito do uso de CPAP no sistema cardiovascular, já que têm sido descritos outros benefícios cardiovasculares, conforme descrito anteriormente.

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Riscos cardiovasculares do bloqueio androgênico.

Riscos cardiovasculares do bloqueio androgênico.

na frequência e no tempo de desenvolvimento de IM fatal. Esse estudo foi realizado com base na análise retrospectiva combinada dos resultados de três ensaios randomizados com bloqueio androgênico e radioterapia, publicados na Austrália, no Canadá e nos Estados Unidos. Observou-se aumento na incidência cumulativa de IM fatal em pacientes com mais de 65 anos, que receberam bloqueio por seis meses em relação àqueles que não receberam bloqueio. Pacientes que receberam apenas três meses de bloqueio tiveram incidência de IM semelhante àqueles submetidos a seis meses de bloqueio, sugerindo que três meses bastariam para causar efeitos cardiovasculares deletérios. Além disso, a ocorrência de IM fatal nos pacientes submetidos a bloqueio também foi mais precoce que nos sem bloqueio.
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Artrite reumatóide e doenças cardiovasculares.

Artrite reumatóide e doenças cardiovasculares.

A maior prevalência das doenças cardiovasculares, particularmente da doença coronária, está bem estabelecida na artrite reumatóide (AR). Este trabalho, envolvendo uma revisão extensa da literatura, analisa as evidências epidemiológicas apontando as doenças cardio- vasculares como a maior causa de mortalidade prematura na AR, os fatores de risco para doença coronária, a relação entre aterosclerose e AR, os mecanismos fisiopatológicos desta associação, incluindo o papel direto e indireto do processo inflamatório sistêmico e as características da doença coronária na AR. Finalmente, é destacada a importância dos cuidados preventivos para este paciente reumatóide com alto risco de eventos cardiovasculares.
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Terapia nutricional perioperatória em pacientes submetidos à hepatectomia devido carcinoma hepatocelular (CHC): revisão sistem[atica de ensaios clínicos randonizados

Terapia nutricional perioperatória em pacientes submetidos à hepatectomia devido carcinoma hepatocelular (CHC): revisão sistem[atica de ensaios clínicos randonizados

O cuidado nutricional perioperatório abrange uma terapia nutricional que deve ser iniciada antes do procedimento cirúrgico e continuada após, com indicação para pacientes com risco nutricional grave, segundo a literatura. Durante as buscas nas bases de dados foram encontrados alguns estudos, descritos nessa revisão no tópico estudos com AACR e hepatectomia, que foram descartados para análise qualitativa ou por realizarem terapia nutricional apenas no período pré ou pós- operatório, mesmo sendo ensaios clínicos randomizados, ou por realizarem terapia nutricional perioperatória, mas serem estudos de caso-controle ou coorte, cujos desfechos foram mortalidade, diminuição de complicações pós-operatórios, recorrência da doença, etc.
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