Desgaste por abrasão

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Avaliação in vitro do desgaste por abrasão de materiais restauradores e do esmalte em dentes deciduos

Avaliação in vitro do desgaste por abrasão de materiais restauradores e do esmalte em dentes deciduos

Em 1997b, CONDON & FERRACANE, verificaram fatores que afetam o desgaste in vitro de diversas categorias de compósitos. Foi utilizada a máquina “OHSU Oral Wear Simulator” provida de cúspide antagonista confeccionado com esmalte humano ou esteatita, na presença de meio abrasivo ou água. Os corpos- de-prova foram confeccionados pela inserção dos compósitos em matriz metálica Após 50.000 ciclos, na freqüência de 1 Hz e aplicação de cargas de 20 e 80 N, os corpos-de-prova foram analisados em perfilômetro e os resultados foram submetidos à análise estatística. Exceto no caso da resina sem partículas de carga, não houve diferença estatística no desgaste entre os compósitos pela aplicação da maior carga, quando foi usada água ou pasta abrasiva e com esmalte antagonista. Quando a pasta abrasiva foi utilizada, o desgaste por abrasão por três corpos foi similar para todos os materiais, exceto Clearfil Photo- Posterior (Kuraray, Japan) e Fulfil (Caulk/Dentsply, USA), que apresentaram maior desgaste com o antagonista de esteatita. O desgaste do esmalte antagonista, quando apenas a água foi utilizada, foi maior do que o ocorrido quando a pasta abrasiva estava presente, embora as diferenças não foram significativas entre os dois compósitos compostos por micropartículas, Silux Plus (3M Dental Products, USA) e Heliomolar RO (Vivadent, Liechtenstein). Na presença da pasta abrasiva, o desgaste dos antagonistas em esmalte ou esteatita, foram os mesmos para todos os materiais, exceto para os compósitos compostos por micropartículas e amálgama que promoveram menor grau de desgaste da esteatita.
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Avaliação do desgaste por abrasão em bocais de aspersores rotativos

Avaliação do desgaste por abrasão em bocais de aspersores rotativos

0 objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito da abrasao provocado pela mistura solido - liquida (areia- agua) em bocais de aspersores fabricados em latao, plastico e br[r]

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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Desgaste por abrasão de poliuretano utilizado na indústria mínero-metalúrgica.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Desgaste por abrasão de poliuretano utilizado na indústria mínero-metalúrgica.

O PU é conhecido pelas suas excelentes propriedades mecânicas tais como resistência mecânica, à abrasão, a óleos e alta resiliência. Durante a reação de polimerização, há a formação de copolímeros compostos por blocos de segmentos flexíveis e segmentos rígidos ligados em compostos de uretano. Os segmentos flexíveis são formados por polióis e responsáveis pela flexibilidade e estiramento do elastômero. De acordo com Vilar [7], toda propriedade flexível a baixas temperaturas é controlada pelos segmentos flexíveis e também resistência a solventes, água, ácidos, bases e intempéries. Por outro lado, os segmentos rígidos são derivados da reação de isocianatos e extensores de cadeia e, contribuem no travamento e
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Metodologia para avaliação do desgaste por abrasão de bocais de aspersores rotativos.

Metodologia para avaliação do desgaste por abrasão de bocais de aspersores rotativos.

Os três modelos de aspersores utilizados apresentaram comportamento distinto no que se refere ao seu funcionamento e ao desgaste dos componentes durante o período de ensaio. Os aspersores que apresentaram melhores condições de funcionamento ao longo do ensaio foram os confeccionados em bronze, seguidos pelos de plástico, não sendo necessária a troca de nenhum componente durante o ensaio; já o aspersor de latão apresentou alguns problemas durante o ensaio, constatando-se desgaste, principalmente nas arruelas de vedação e no mancal, provocando desequilíbrio no seu funcionamento, vazamento de água pelo corpo do aspersor e, em algumas situações mais críticas, o travamento do aspersor, necessitando de sua substituição periódica, porém, se manteve sempre o mesmo bocal, até o final do ensaio. O aspersor de latão utilizado inicialmente para ambas as concentrações, possuía conexão tipo “fêmea”, recomendando-se sua substituição a cada 150 h de ensaio, aproximadamente. Com a substituição para rosca “macho”, a 1050 h de ensaio, diminuiu- se sensivelmente o desgaste que vinha ocorrendo das arruelas de vedação e do mancal, alongando a vida útil.
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Influencia de polimeros redutores de arraste no desgaste por abrasão dos componentes internos de bombas centrifugas recalcando misturas solidos-liquidas : redução dos custos de manutenção

Influencia de polimeros redutores de arraste no desgaste por abrasão dos componentes internos de bombas centrifugas recalcando misturas solidos-liquidas : redução dos custos de manutenção

justa de curva aos dados experlmentals. 98 Desgastes acumulados dos rotores da prlmelra fase, como tempo de ensalo, e os polln8mlos ajustados aos dados experlmenta[r]

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Avaliação comparativa de resinas compostas fluidas em relação a resistência à abrasão...

Avaliação comparativa de resinas compostas fluidas em relação a resistência à abrasão...

A necessidade de avaliar a resistência abrasiva dos materiais tem levado ao desenvolvimento de uma ampla variedade de máquinas de testes que simulam esse mecanismo. CONDON; FERRACANE 19 , em 1996, desenvolveram uma máquina que poderia simultaneamente incorporar aspectos clínicos de desgaste e comparar os resultados obtidos com outros da literatura. De acordo com o funcionamento da máquina, uma cúspide de esmalte exerceu uma força de 20N em uma trajetória de 8 mm na superfície dos compósitos utilizados, produzindo um desgaste abrasivo. No fim deste processo, uma força de 70N produziu um desgaste localizado por atrição. Os materiais usados foram as resinas Clearfil posterior, Estilux posterior, Fulfil, Heliomolar RO, Herculite XR, Occlusion, P-30 APC, P-50 APC, Prisma TPH, Silux Plus, Z100 e o amálgama Dispersalloy. Os espécimes apresentaram as dimensões de 2,5mm de espessura x 5mm de largura x 12mm de extensão. Ambas as superfícies das amostras foram obtidas cobertas com uma matriz de poliéster e fotopolimerizadas por 40 segundos. Todos os corpos-de-prova ficaram armazenados em água por 24 horas a 37ºC previamente aos testes. O acabamento dos espécimes foi realizado com papel de silício e pasta diamantada, sendo colocados em água em ultrassom por um minuto. Os fragmentos de esmalte de molares humanos também receberam acabamento e foram submetidos aos testes por 50.000 ciclos. Em geral, o maior desgaste por abrasão ocorreu para os compósitos de partículas maiores. Não houveram diferenças entre o desgaste por atrição daquele por abrasão para a maioria dos compósitos. Em geral, os materiais com maior tamanho médio das partículas desgastaram mais o esmalte antagonista. Os resultados obtidos encontraram-se de acordo com aqueles observados em estudos clínicos.
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Estudo do comportamento ao atrito e desgaste de poliamidas

Estudo do comportamento ao atrito e desgaste de poliamidas

As poliamidas, vulgarmente conhecidas por nylon, são termoplásticos, semi- cristalinos, cuja cadeia principal incorpora um grupo amina e um grupo ácido. Existe uma grande variedade de poliamidas, com cadeias de repetição diferentes mas todas têm em comum a ligação amina (Smith, 1998). Para as distinguir, utiliza-se um número que significa o número de átomos de carbono presentes em cada grupo amina e ácido (Kurtz, 2006). As poliamidas são plásticos estruturais e distinguem-se de outros polímeros, por apresentarem uma boa combinação de propriedades químicas, térmicas, mecânicas e tribológicas assim como uma boa processabilidade e baixo custo (Liu et al., 2002). A elevada resistência mecânica e boa resistência química, devem-se em parte às ligações de hidrogénio presentes entre cadeias moleculares uma vez que a ligação amina torna possível uma ligação-NHO (Ácido) do tipo ponte de hidrogénio, entre as cadeias. Na Figura 2.2, encontra-se a estrutura química de um monómero de poliamida 66, PA66 e poliamida 6, PA6. A flexibilidade das cadeias de carbono contribui para a elevada lubrificação, baixo atrito e boa resistência à abrasão. No entanto a polaridade e as ligações de hidrogénio do grupo amina provocam uma elevada absorção de água, (Smith, 1998) o que afecta consideravelmente o seu comportamento mecânico, principalmente a sua rigidez (Miri et al., 2009).
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Desgaste ondulatório em caminhos de ferro

Desgaste ondulatório em caminhos de ferro

19 peso total em ordem de marcha na ordem das 80 toneladas, uma automotora dispõe de uma unidade motora de menor peso, mas também de menor potência o que poderá exigir mais do que uma unidade motora. Para efeitos de desgaste de via férrea, teremos uma unidade motora pesada de elevada potência, versus mais do que uma unidade motora (portanto mais eixos motores) de menor peso por eixo e menor potência disponível. O caminho de ferro pesado convencional, poderá circular a velocidades até os 220 Km/h, em ambas as configurações atrás descritas. No nosso país, a nossa rede convencional de caminhos de ferro dispõe de serviços do tipo “Alfa Pendular” (Figura 12) efectuados por comboios automotores de composição fixa de seis carruagens que circulam a uma velocidade máxima de 220 Km/h e de serviços inter-cidades compostos de locomotiva (Figura 13) e um conjunto variável de carruagens, que circulam a 200 Km/h de velocidade máxima (a limitação a 200 Km/h é devido às carruagens).
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Dynex. Discos de corte e desgaste

Dynex. Discos de corte e desgaste

Discos de corte e desgaste flexível, estável, reforçados com fibra de vidro, especiais para protocolo de implantes como pilares, barras e estruturas de titânio e ligas de titânio. [r]

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DESGASTE - a presença transformadora do artista

DESGASTE - a presença transformadora do artista

A capacidade de desvendar o que se escondia por detrás de cada trabalho, configura-se em uma situação em que somos levados por impulsos que não necessariamente são visíveis nos trabalhos, mas acarretam marcas no processo de trabalho. A partir dos “cortes” e “recortes” adotados nos procedimentos artísticos, operaram um “desgaste” que possivelmente guiaram nosso olhar para a ocorrência de características que se baseavam em um ato de retirar (extrair e talvez privar), algo que não está lá, para criar “intervalos” nas materialidades de cada obra. Um sem-número de escolhas que arrisco chamar aqui de “montagem” da realidade num contexto específico: a criação em arte.
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CAP.7 - DESGASTE E VIDA

CAP.7 - DESGASTE E VIDA

obtenção de tolerâncias apertadas e/ ou de bons acabamentos superficiais da peça. Isto é crítico em operações de acabamento;.. • Isto é crítico em ferramenta de aço rápido que suporta[r]

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CAP.6 AVARIAS E DESGASTE

CAP.6 AVARIAS E DESGASTE

 Dureza a quente e resistência ao desgaste bem maior que a do aço rápido;  Baixa tendência à craterização( formação do desgaste na superfície de. saída da ferramenta), devido ao fato d[r]

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Desgaste interproximal e suas implicações clínicas

Desgaste interproximal e suas implicações clínicas

A saúde dentária e periodontal podem ser pre- servadas por meio deste procedimento, desde que os limites biológicos sejam respeitados, o que impli- ca em não ultrapassar o limite de aproximadamen- te 0,25mm de desgaste em cada face de esmalte proximal dos dentes anteriores e 0,5mm para os dentes posteriores. Este procedimento mantém uma espessura de esmalte aceitável biologicamente, resguarda a proporção mínima entre coroa e raiz no sentido mesiodistal e evita alterações periodontais em virtude da proximidade radicular inadequada.

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Mecanismos de desgaste de rodas ferroviárias.

Mecanismos de desgaste de rodas ferroviárias.

5.1.2.3 fi44(qio(luieza..«e.+ +n naaeTTnnTnnPeBeTnT+PPT+PeBBBBeeTTBBeeBPenTBBeeTBÇPeePeeçeP ePaBaePeeaBeBBnBaB+nü 91 5.2 Comparação dos Mecanismos de Desgaste obtidos em ensaio de desgaste com os v(3 fv(/a.(l( s (/m iodas (slll s(x qço......nnennnnnunn-çnnnnnnnnPnnPnnnnnnnnnnnn+n+nçnPnnnn+P+nnnççnnnnnçeeeeeePeçe92 5.2.1 Condições de desgaste normal.....................................................................94

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Desgaste dentário e prótese removível

Desgaste dentário e prótese removível

Ao verificarmos que a percentagem de pacientes que recorreu à consulta do MRO II com necessidade de tratamento do desgaste dentário era elevada e que os tratamentos exigidos são extremamente complexos e morosos, considerámos ser necessário saber reconhecer os sinais precoces desta patologia (características das facetas de desgaste), bem como, saber instituir a medidas preventivas adequadas ao seu controlo. Segundo Smith [56], as situações de desgaste dentário quando identificadas precocemente podem ser controladas sem que haja necessidade de tratamento restaurador. A instituição de medidas preventivas exige, no entanto, a identificação da(s) etiologia(s). Para tal é indispensável um exame clínico minucioso de todas as superfícies dentárias e uma história clínica meticulosa. Para Smith [56] e Ibbetson [67] esta é sempre a primeira fase de tratamento de qualquer situação de desgaste dentário. Quando se verifica a aceitação das medidas preventivas, como aconteceu em 4 dos casos de desgaste patológico que recorreram ao MRO II, os pacientes entram em fase de monitorização de modo a verificar se o desgaste dentário se encontra em fase estacionária, ou se voltou a evoluir [21].
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Análise do comportamento de desgaste microabrasivo do aço inoxidável AISI 316L : coeficiente, modo e regime de desgaste

Análise do comportamento de desgaste microabrasivo do aço inoxidável AISI 316L : coeficiente, modo e regime de desgaste

A Figura 31 apresenta a influência da concentração de lama de abrasivo no coeficiente de degaste das amostras nitretadas, ensaiadas em carga de 0,3 N. Assim como nos resultados da seção anterior, os gráficos apresentam o coeficiente alcançado com base no volume calculado e no volume obtido por perfilometria. Quanto ao comportamento do coeficiente de desgaste, nota-se a mesma relação para as amostras que não passaram pelo tratamento de nitretação, ou seja, o coeficiente de desgaste tende a aumentar com o aumento da concentração de lama abrasiva. Ressalta-se, porém, que o coeficiente alcançado através do cálculo com o volume obtido por perfilometria é muito próximo ao do volume calculado, em todas as condições de carga. O aumento da dureza pode está relacionado a esse fato, uma vez que todas as outras condições do tribossistema foram mantidas e apenas a dureza (alcançada pela nitretação) do material foi alterada.
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Desgaste tridimensional e mecanismos de desgaste em ferramentas de PcBN e cerâmica no torneamento do aço AISI 52100

Desgaste tridimensional e mecanismos de desgaste em ferramentas de PcBN e cerâmica no torneamento do aço AISI 52100

Ademais, analisando a Figura 5.14, verifica-se que a diferença no valor da taxa de desgaste entre as ferramentas de PcBN não revestida e de cerâmica torna-se cada vez maior com o aumen[r]

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Soldabilidade de aços resistentes à abrasão da classe de 450 HB de dureza.

Soldabilidade de aços resistentes à abrasão da classe de 450 HB de dureza.

Os aços resistentes à abrasão da classe de 450 HB de dureza combinam a adição de carbono e de elementos de liga, visando à obtenção de uma microestrutura completamente martensítica e com elevada dureza ao longo de toda espessura da chapa. Porém, em virtude desta combinação, geralmente expressa pelo carbono equivalente, estes aços apresentam difícil soldabilidade. O objetivo deste trabalho foi avaliar a soldabilidade de dois aços resistentes à abrasão da classe de 450 HB de dureza, aos quais se distinguem o carbono equivalente e a espessura. Realizou-se ensaio Tekken para avaliação da susceptibilidade ao trincamento a frio induzido por hidrogênio e para determinação da temperatura de préaquecimento para soldagem. Além disso, foram confeccionadas juntas soldadas utilizando-se o processo MIG/MAG automático com diferentes aportes térmicos. As juntas soldadas foram caracterizadas mediante análise metalográica e ensaios mecânicos. Veriicou-se que nenhum dos aços necessitou de préaquecimento. Observou-se que a junta soldada do aço de menor carbono equivalente apresentou melhores resultados de dobramento, principalmente, quando utilizada a maior energia de soldagem. Este aço também apresentou os maiores valores de energia absorvida por impacto Charpy-V.
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Resistência à abrasão de aço Hadfield para britadores: efeito do tamanho do abrasivo...

Resistência à abrasão de aço Hadfield para britadores: efeito do tamanho do abrasivo...

Coronado e Sinatora (2011a) também mostraram que com o aumento do tamanho do abrasivo, a largura dos sulcos aumenta numa relação aproximadamente linear, diferente do ocorrido com a perda de massa, para a qual existem duas regiões, sendo separadas pelo TCA. Os autores atribuíram o efeito do tamanho do abrasivo à mudança do mecanismo de desgaste, sendo que para abrasivos menores o mecanismo de desgaste predominante foi o microcorte e após o TCA, para abrasivos maiores, o mecanismo predominante passou a ser o microsulcamento. Associado à mudança de mecanismo de desgaste, os autores ainda mostraram que ocorre mudança do mecanismo de remoção de material, sendo que para abrasivos menores os cavacos são contínuos, em forma de espiral causado pela ação de corte, por outro lado, para abrasivos maiores os cavacos são descontínuos, como mostrado na Figura 12.
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Modelagem por elementos finitos do sistema de amplificação  de um equipamento de usinagem por abrasão ultrassonora

Modelagem por elementos finitos do sistema de amplificação de um equipamento de usinagem por abrasão ultrassonora

mesma entrasse em ressonância, mesmo que de forma precária, com o sonotrodo disponível. Ou seja, até o presente momento não houve um estudo que buscasse mostrar que o conjunto sonotrodo-ferramenta utilizado está operando em conformidade com as condições de ressonância do equipamento. Tampouco houve estudo para encontrar a geometria do sonotrodo mais apropriada para o tipo de usinagem que se deseja realizar. Cabe ressaltar que os sonotrodos são peças confeccionadas em ligas de titânio (de alta resistência à fadiga) e que a escolha do perfil deviria ser feita baseando-se em critérios técnicos fundamentados, como as análises modal e harmônica de sistemas em vibração. Por outro lado, tem-se conhecimento que o método dos elementos finitos foi empregado para a modelagem e mapeamento dos esforços mecânicos necessários ao projeto e fabricação de sonotrodos assim como na simulação numérica das condições de usinagem por abrasão ultrassonora (Seah et al. 1993; Amin et al. 1995; Wiercigroch et al. 1999). Assim, acredita-se que o método dos elementos finitos poderá auxiliar na análise dinâmica do conjunto sonotrodo-ferramenta ora utilizado e também na busca de novos perfis que otimizem a usinagem dos protótipos dos sensores de pressão.
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