Design inclusivo

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Por um design inclusivo / For an inclusive design

Por um design inclusivo / For an inclusive design

Braz. J. of Develop., Curitiba, v. 6, n. 7, p. 44878-44888, jul. 2020. ISSN 2525-8761 Mesmo diante de tantas vantagens o Design Inclusivo precisa ser pensando em seu contraponto, em seus desafios, isso inclui verificar a problemática da prática desse tipo de Design no mundo material. Para alguns autores, como Dong et al. (2003) apud Gomes e Quaresma (2016), a dois fatores que colaboram para a dificuldade de implementação desse tipo de Design no mundo prático, são eles: O tempo e o orçamento destinado ao projeto que, por sua natureza crítica, exige uma pesquisa mais ampla e um conhecimento mais profundo dos usuários.
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Contributos do design inclusivo na autonomia e independência dos idosos

Contributos do design inclusivo na autonomia e independência dos idosos

Todas as áreas do conhecimento envolvidas estão ligadas entre si e dependem umas das outras para funcionar corretamente. Na criação de um Design de produto que integre tecnologia deve ter-se em conta as características do público-alvo para corresponder às necessidades. A internet das coisas promove um mundo de benefícios para os utilizadores, devido à sua capacidade de customização em relação às especificidades do utilizador e resposta rápida a uma determinada necessidade. No entanto, a tecnologia é algo frágil, e tal como existem pontos fortes, também há pontos fracos, e é necessário tê-los em conta para poder extrair deles as oportunidades, tendo em conta as possíveis ameaças que possam vir a existir. Através de um Design inclusivo que tem em conta as capacidades dos utilizadores e que promove a facilidade de acesso, a facilidade de usabilidade e perceção, é necessário fazer a junção entre os utilizadores idosos, tendo em conta as suas capacidades, nos avanços tecnológicos. Para além disso, um fator importante é a motivação, e para isso o Design empático também deve ser incluído na criação do produto. O facto de ser criado um storytelling que se adapta ao utilizador e com o qual o utilizador se identifica, não só cativa a atenção do publico como contribui para uma melhoria da imagem do produto e serviço. Esta empatia tem também influência dependendo do ambiente em que se encontra e da experiência que fornece ao utilizador. Tal experiência, visto ter de se adaptar às necessidades e expectativas dos utilizadores, deve começar também pela sua funcionalidade e ergonomia, pois se o produto e o serviço proporcionarem facilidade de acesso e funcionamento, através do seu interface ajustado, a interação do utilizador com o produto torna-se mais agradável e motivadora, para a continuidade de utilização.
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Design Inclusivo: playground para todas as crianças

Design Inclusivo: playground para todas as crianças

Mallin (2004) utiliza o termo “ergonomia–para–um” ao referir-se ao projeto de produtos centrados nos usuários. Nesses projetos o objetivo é adaptar os projetos às necessidades das pessoas, incentivando a independência de movimentos e com essa interação, consequentemente, potencializar às suas habilidades e minimizar às limi- tações oriundas da deficiência. Simon Keates (2007) também ressalta a importância de considerar as necessidades das pessoas durante o processo de design, na concep- ção de novos produtos. Caso isso não ocorra, o autor destaca a falta de adequabilida- de do produto em relação ao usuário, onde o design inclusivo gera: “a incapacidade de usar o produto, serviço ou facilidade ocorre porque as necessidades de pessoas, experiências motoras, deficiências sensoriais e cognitivas não foram levadas em con- ta durante o processo de design” (KEATES, 2007, p.15). Assim, o autor observa a im- portância de seguir etapas no processo de design para conceber projetos acessíveis: Um dos argumentos mais convincentes em favor do projeto de acessibilidade é que um design acessível é muitas vezes um bom projeto. É importante notar que esta proposição não é apenas um resultado direto de um produto ser acessível. É um resultado dos métodos e práticas que conduzem ao produto se tornar acessível (KE- ATES, 2007, p.26).
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Projecto e desenvolvimento de uma ajuda técnica numa perspectiva de design inclusivo

Projecto e desenvolvimento de uma ajuda técnica numa perspectiva de design inclusivo

Todo o ser humano possui limitações. Limitações articulares, devido à constituição do nosso corpo, limitações de força, velocidade de movimentos, velocidade de raciocínio, e tantas outras que fazem com que exista um lado imaginário em que é reflectido o nosso desejo de superação das capacidades humanas normais. No entanto, comparativamente ao padrão normal humano, as pessoas com limitações físicas e psíquicas encaram um mundo limitador que muitas vezes as exclui de nele participar, com consequências negativas no seu bem-estar psíquico e físico. Esta situação pode ser contornada de duas formas do ponto de vista da interacção com produtos de design: a) através de projectos de design universal, em que um produto pode ser utilizado por um grande conjunto de pessoas de diferentes características com o objectivo de excluir o mínimo de pessoas possível da sua utilização; b) recorrendo os projectos de design inclusivo concebidos para uma limitação específica, como por exemplo a falta de mobilidade dos membros inferiores, em que é necessário a criação de um equipamento que supere essa limitação e potencie o seu público a mover-se de modo alternativo. Os produtos de um design inclusivo são direccionados para um público que apresenta uma limitação específica, podendo no entanto muitas vezes ser utilizados por qualquer pessoa sem essa limitação.
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Experiências de ensino do design Inclusivo em Portugal

Experiências de ensino do design Inclusivo em Portugal

O projecto Equal Design Inclusivo assenta numa parceria ini- ciada em 2002, coordenada pelo Centro Português de De- sign (CPD), em que participaram a Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa (FAUTL), a Câmara Mu- nicipal de Lisboa (CML) e a Associação de Cegos e Amblí- opes de Portugal (ACAPO), estando agora no fim da acção 3 – Disseminação e Divulgação – em que se mantém como parceira a FAUTL. Esta parceria, ao longo das suas acções, tem desenvolvido diversas actividades referentes ao tema do Design Inclusivo, da acessibilidade e mobilidade que poderão ser consultadas em www.designinclusivo.org.
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Design inclusivo para a infância

Design inclusivo para a infância

No contexto deste trabalho, é relevante explicar que o Design Inclusivo não se limita a trabalhar em torno de soluções que respondam às necessidade físicas de uma minoria populacional. Sendo o Asperger um transtorno neurocompor- tamental, não apresenta sinais muito evidentes para alguém menos atento ou pouco informado. Ainda assim, a falta de capacidades ao nível das relações hu- manas é bastante real, e potencialmente, danosa para o futuro dessas pessoas. O designer, e nesta caso especifico, designer de comunicação deve utilizar as suas capacidades para conseguir criar a ponte entre aqueles que não sabem como dizer e os que não percebem o que estão a ouvir.
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Design Inclusivo - uma proposta de Produto para Auxiliar a Locomoção da Criança Deficiente Visual

Design Inclusivo - uma proposta de Produto para Auxiliar a Locomoção da Criança Deficiente Visual

Este artigo tem como objetivo apre- sentar o desenvolvimento de um produto, sob os preceitos do Design inclusivo, para estimular a locomoção da criança deficien- te visual na faixa etária de 1 a 3 anos, e que proporcione uma percepção de localiza- ção espacial, tais como experiências áudio- táteis-cinestésicas. A metodologia utiliza- da neste projeto é baseada no Método de Gui Bonsiepe (1984). A pesquisa de campo foi desenvolvida na FUNAD (Fundação de Apoio ao Deficiente) da cidade de João Pessoa/PB, e realizada por meio de obser- vações comportamentais das crianças com deficiência visual, entrevistas com as mães e profissionais da Fundação e de análises dos produtos utilizados para tal fim.
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Design inclusivo : um estudo de caso : tocar para ver : brinquedos para crianças cega e de baixa visão

Design inclusivo : um estudo de caso : tocar para ver : brinquedos para crianças cega e de baixa visão

O aspecto económico é também relevante referem Ferrés (2005) e Falcato e Bispo (2006), ao permitir um maior número de utilizadores para um determinado objecto ou produto está a ser aumentado o seu mercado alvo, o que vai permitir maior lucro ou retorno financeiro. Implícito neste tipo de design está o factor ambiental, ao ser concebido um único design para todos não há necessidade de ter vários produtos para diferentes utilizadores, pode até ser considerado um design ecológico ou sustentável. Todas as vantagens do Design Inclusivo são confirmadas pela necessidade tornada evidente com a legislação emitida por instituições e entidades internacionais, sobre a obrigatoriedade da aplicação deste conceito aos produtos ou ambientes que se criam. A Assembleia Geral das Nações Unidas aprova, em 1982, o “Programa Mundial de Acção Relativo às Pessoas com Deficiência” em que aconselha a adopção de “uma política que garanta o acesso das pessoas deficientes a todos os novos edifícios e repartições públicas, habitações sociais e sistemas de transportes públicos” e a adoptar “medidas que facilitem o acesso aos edifícios repartições e transportes já existentes” Em 1992, o Conselho da Europa, no seu documento “Uma Política Coerente para a Reabilitação das Pessoas com Deficiências”, estabelece uma política favorável às pessoas com deficiências recomenda que “Deverão, (...) ser autorizadas normas fundamentais para supressão de todas as barreiras no meio ambiente (...)”.
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Design inclusivo na cidade

Design inclusivo na cidade

para o primeiro plano do design. Numa perspetiva metodológica, a questão não é tanto a maneira como os produtos são desenhados, mas antes a forma como estes devem ser projetados. A disciplina de design não gera apenas a realidade material, mas detém também funções comunicativas. Porém, até ao séc. XX, este aspeto me- receu pouca atenção. Na visão do autor, os designers sempre se focaram na função prática dos produtos, considerando a funcionalidade (na verdadeira aceção da pa- lavra), a performance técnica e a função socia, em questões de operacionalidade e de encontro com as necessidades dos utentes. Estes objetos deverão expressar as tecnologias e os contextos culturais em que surgiram, tal como deverão comunicar sobre os utilizadores, os seus modos de vida e valores. Assente nesse pressuposto, Bürdek indica-nos que o designer deverá entender estas linguagens e de, seguida, ser capaz de ensinar os objetos a comunicar. Assim que se compreender e reco- nhecer esse processo, poder-se-á também reconhecer os modos de vida nas formas dos objetos. Atualmente, a importância da metodologia no design incide forte- mente sobre a contribuição no treino de designers, no que respeita ao pensamento lógico e sistemático. Para compreender o contexto e obter soluções é importante fazer uma avaliação dos E.U.s.
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Design inclusivo: os brinquedos e a criança autista

Design inclusivo: os brinquedos e a criança autista

4. Build-a-Robot é um brinquedo ecofriendly e atóxico destinado a crianças autistas, que ganhou Good Design Award, em 2011, competição internacional de design de produto e gráficos. Devido à sua dificuldade em conseguir expressar as suas emoções este brinquedo veio ajudar aos pequenos autistas a superar essa dificuldade. O robô de madeira possui quatro cabeças diferentes com emoções distintas (alegria, surpresa, raiva e tristeza) e auxilia as crianças autistas em diferentes aspetos, tais como, permite que a criança seja capaz de identificar emoções através das suas múltiplas cabeças, permite-lhes que comuniquem de forma não-verbal, ou seja, através da escolha da cabeça que representa a emoção que estão a sentir e ainda, ajuda a desenvolver habilidades motoras e estimular os sentidos, obtidos através de diferentes materiais táteis utilizados em cada cabeça e um som «pop» quando estas são removidas. Ambas cabeças possuem um botão que permite à criança carregar e obter o som correspondente à emoção (Leite, 2014).
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Ergohelp “Uma órtese para um design + Inclusivo”

Ergohelp “Uma órtese para um design + Inclusivo”

A disciplina de design industrial é caracterizada segundo (Maldonado, 2012 ), como a atividade de projecto que consiste em determinar as propriedades formais dos objetos a serem produzidos industrialmente. Por propriedades formais entende-se não só as características exteriores, mas, sobretudo, as relações estruturais e funcionais que dão coerência a um objeto tanto do ponto de vista do produtor quanto a do utilizador. Já (Bonsiepe, 1992), caracteriza o design industrial como uma atividade projetual, responsável pela determinação das características funcionais, estruturais e estético- formais de um produto, ou sistemas de produtos, para fabricação em série. É parte integrante de uma atividade mais ampla denominada desenvolvimento de produtos. A sua maior contribuição está na melhoria da qualidade de uso e da qualidade estética de um produto, compatibilizando exigências técnico-funcionais com restrições de ordem técnico-económicas.
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Tipografia Inclusiva para Terceira Idade | Inclusive Typography for Seniors

Tipografia Inclusiva para Terceira Idade | Inclusive Typography for Seniors

Sobre o teste MEEN, quanto menor o desempenho cognitivo maior a incidência de erros. Independentemente do desempenho cognitivo, a maior preferência é pelo estilo de traço homogêneo, como demonstra a tabela 5. Tais questões indicariam que o estilo homogêneo destaca-se como o mais inclusivo e que pessoas com baixo desempenho cognitivo estão mais fragilizadas para compreender os elementos gráficos, exigindo do design inclusivo maior atenção.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO CURSO DE DESIGN AMANDA FERREIRA DA SILVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO CURSO DE DESIGN AMANDA FERREIRA DA SILVA

No presente trabalho tratamos de uma pesquisa transdisciplinar que envolve as áreas do Design Inclusivo, Design Gráfico Editorial e o Autismo. O nosso problema de pes- quisa questiona como podemos utilizar o design do livro infantil para desenvolver ha- bilidades deficientes em crianças com autismo com o intuito de facilitar o seu apren- dizado. Ao longo desta pesquisa analisamos o transtorno do autismo para entender as características e as limitações de nosso público e buscamos também, informações a respeito de metodologias de intervenção, tais como a terapia de integração senso- rial, a PECS e a D.I.R./Floortime, que possam ser utilizadas para trabalhar e melhor desenvolver as capacidades limitadas do autismo. Após uma melhor compreensão sobre o transtorno do autismo, definimos como nosso objetivo a concepção de um livro infantil, objeto escolhido como ferramenta de nossa pesquisa para estimular ha- bilidades deficientes no processo de aprendizagem de crianças com esse transtorno. Utilizamos uma metodologia projetual de design de produto do autor Bernd Lobach (2001), pois embora o produto que idealizamos esteja na área do Design Gráfico também possui muitas características de um produto. Por meio de fundamentação teórica e das análises de livros e brinquedos inclusivos, percebemos que os aspectos do desenvolvimento que devemos trabalhar para garantir uma melhor aprendizagem do público autista são as capacidades cognitivas e sensoriais. Assim, produzimos um livro infantil pensado desde a narrativa até a produção gráfica para estimular as capa- cidades das crianças autistas.
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Uma experiência de design na prevenção de acidentes em espaços para idosos e crianças

Uma experiência de design na prevenção de acidentes em espaços para idosos e crianças

Este trabalho de pesquisa e proposta tridimensional envolvendo aspectos da acessibilidade arquitetônica e do design inclusivo foi resultado de um esforço conjunto de professores e alunos do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro de Tecnologia da Universidade Federal do Ceará, por meio de uma solicitação de médicos integrantes da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia - SBOT/CE, com objetivo de levar ao conhecimento da sociedade cearense e aos participantes do VI Congresso Brasileiro de Traumatologia Ortopédica e VIII COTECE Internacional 2000, alguns problemas que os espaços arquitetônicos podem apresentar para o seu usuário, principalmente para o idoso e para a criança, bem como, emitir sugestões para evitá-los, por ocasião da elaboração do seu projeto de arquitetura de interiores e design, a ideia de mostrar a CASA SEGURA 2000, foi um projeto residencial que proporcionasse a segurança e o conforto cotidianos à criança e à pessoas idosas e eventuais pessoas com deficiências físicas temporárias ou permanentes. Sua divulgação foi no sentido de maior divulgação desta matéria junto à população em geral e, assim, ampliar os resultados sociais desta pesquisa.
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Baloiço de irmãs: Um baloiço inclusivo para cadeiras de rodas

Baloiço de irmãs: Um baloiço inclusivo para cadeiras de rodas

Assim, podemos concluir que as emoções, os humores, traços e personalidade são aspetos das diferentes maneiras da mente trabalhar, especialmente no que diz respeito ao domínio emocional afetivo. As emoções mudam o comportamento num prazo relativamente curto, pois respondem a eventos imediatos. As emoções duram por períodos relativamente curtos, minutos ou horas. Os humores são mais duradouros, medidos em horas e dias, enquanto os traços são muito duradouros, por anos ou por uma vida inteira (Allsop et al., 2010) O design inclusivo também visa remover as barreiras emocionais que criam esforços indevidos e a separação. Apenas desta forma é possível permitir que todos participem de forma igual, confiante e independente nas atividades quotidianas. Uma abordagem inclusiva no design emocional oferece novos insights sobre a maneira como nós interagimos com o ambiente construído. Cria novas oportunidades para implantar habilidades criativas e de solução de problemas (Zitkus, Langdon & Clarkson, 2011)
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Design Gráfico Inclusivo para Terceira Idade

Design Gráfico Inclusivo para Terceira Idade

Para mapear o alcance e a escala do Design Inclusivo são necessárias quatro etapas de acordo com Clarkson e Coleman (2013): entender a demanda, obter dados populacionais, avaliar o nível de exclusão e gerar resultados. As duas primeiras etapas se relacionam com os usuários e suas capacidades funcionais. A terceiro etapa se relaciona com nível de exclusão, expõe as barreiras sociais que o usuário enfrenta ao realizar uma dada atividade. Por fim, a quarta etapa se relaciona com os resultados, com o intuito de projetar para minimizar as barreiras físicas e sociais considerando as limitações do usuário e o contexto em que ele está inserido. Com isso, observa-se assim dois modelos com abordagens diferentes, um voltado para as questões funcio- nais dos usuários e outro para as questões sociais.
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ESTADO SOCIAL E DESIGUALDADES: REFLEXÕES ACERCA DA RELAÇÃO ENTRE SERVIÇO PÚBLICO E DESENVOLVIMENTO

ESTADO SOCIAL E DESIGUALDADES: REFLEXÕES ACERCA DA RELAÇÃO ENTRE SERVIÇO PÚBLICO E DESENVOLVIMENTO

do ser humano. Num cenário onde indivíduos julgam suas vantagens individuais em funções de suas capacidades, a pobreza se torna fator que impede a capacitação dos indivíduos com rendas mais baixas. Noções que embora distintas detêm vinculação necessária se forem entendidas como meios de adquirirem capacidades. Quanto maior for o potencial para aumentar capacidade individual maior será o potencial de aferimento renda individual. Nessa perspectiva “ Quanto mais inclusivo for o alcance da educação básica e dos serviços de saúde, maior será a probabilidade de que mesmo os potencialmente pobres tenham uma chance maior de sair da penúria” (SEN, 2009, p. 120-124).
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PRODUÇÃO TEXTUAL NA PERSPECTIVA DE UM CURRÍCULO INCLUSIVO

PRODUÇÃO TEXTUAL NA PERSPECTIVA DE UM CURRÍCULO INCLUSIVO

RESUMO: Este estudo discorre sobre a experiência de um projeto de pesquisa-ação realizado em uma turma do terceiro ano das séries iniciais do Ensino Fundamental. Justifica-se, este trabalho, por ser de cunho social e cultural, que visa desenvolver atividades de produção textual para alfabetizar letrando dentro de uma perspectiva de um currículo inclusivo. Embora existam programas governamentais que regulamentam o processo de alfabetização, o contexto escolar mostra uma realidade que reflete índices precários da alfabetização no Brasil. Isso se deve possivelmente à formação de professores, à infraestrutura das escolas e aos “não-métodos”. Alfabetizar sem letrar, conforme SOARES (2004), está desconectado das demandas de práticas sociais que o cotidiano exige. Nesse contexto, adaptou-se o conto “O Chapeuzinho Amarelo, de Chico Buarque”, na perspectiva de um currículo aberto, utilizando propostas curriculares diversificadas direcionadas ao entendimento de todos os alunos. O objetivo foi eliminar qualquer obstáculo que pudesse limitar a aprendizagem e a participação de todos os alunos no processo educativo.
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GESTÃO DA INFORMAÇÃO NO LABORATÓRIO DE ACESSIBILIDADE DA BIBLIOTECA CENTRAL ZILA MAMEDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE :: Brapci ::

GESTÃO DA INFORMAÇÃO NO LABORATÓRIO DE ACESSIBILIDADE DA BIBLIOTECA CENTRAL ZILA MAMEDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE :: Brapci ::

Considerando essa perspectiva, esta pesquisa realizar-se-á em um ambiente organizacional inclusivo: o Laboratório de Acessibilidade (LA) da Biblioteca Central Zila Mamede da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), buscando-se responder ao seguinte questionamento: como as ações e os processos da Gestão da Informação podem contribuir para a acessibilidade informacional dos usuários portadores de deficiência visual? Assim, tem-se como objetivo geral analisar as dimensões da Gestão da Informação no processo de inclusão informacional de pessoas com deficiência visual, na perspectiva do modelo gerencial de Choo (2011).
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O ensino do Português em contexto multilingue - o que aprendemos com o Projecto Diversidade Linguística

O ensino do Português em contexto multilingue - o que aprendemos com o Projecto Diversidade Linguística

ensino do Português língua não materna no ensino secundário”. Tendo em vista estes aspectos particulares do ensino do Português, foram publicados pela DGIDC dois documentos, em Julho de 2006 e em Setembro de 2007 2 , com o fim de orientar, para uma maior eficá- cia, a acção dos professores que têm alunos cuja língua materna não é o Português. No segundo destes documentos reconhece-se que “A escola e os professores se confrontam com a responsabilidade de acolher, de modo inclusivo, a diversidade da população escolar e de para ela preparar os cidadãos, reconhecendo o direito à identidade linguística e cultural.” E acrescenta-se: “O sistema educativo tem procurado responder às necessidades de uma comunidade escolar linguisticamente heterogénea, através da implementação de diversas medidas relativas ao ensino do Português língua não materna (PLNM), tendo em conta que o desconhecimento da língua portu- guesa, veículo de todos os saberes escolares, é um dos maiores obs- táculos à integração destes alunos e ao acesso ao currículo.”
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