Desnutrição - pacientes hospitalizados

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Morbidade por doenças respiratórias em pacientes hospitalizados em São Paulo/SP.

Morbidade por doenças respiratórias em pacientes hospitalizados em São Paulo/SP.

Todavia, estas variações não ocorreram de maneira uniforme no período. A partir de 1998 houve um pequeno aumento na taxa de internações respiratórias totais. Num exame mais detalhado, pode-se notar que isto foi devido principalmente às internações por DPO C, que mudaram substancialmente de patamar a partir de 1998, muito provavel- mente devido à introdução da nova codificação pela CID-10 naquele ano. A queda nas internações por doenças respiratórias totais, ou mais especificamente por pneumonias pode ter ocorrido por vários motivos. Primeiro, esta tendência pode ter apenas acompanhado o movimento mais geral das internações no âmbito do SUS como um todo. Por outro lado, pode-se especular que tem havido melhora na atenção primária e muitas pneumonias agora estão sendo tratadas ambulatorialmente. Pode ter havido ainda melhora em determinadas circunstâncias que são conhecidos fatores de risco para pneumonias, como a aglomeração domiciliar, a freqüência em creches, o tabagismo dos pais, a instrução da mãe, a poluição ambiental, e variáveis tais quais peso ao nascer, desnutrição e desmame precoce. 10 De todo modo, estudos mais deta-
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Importância do rastreamento de disfagia e da avaliação nutricional em pacientes hospitalizados

Importância do rastreamento de disfagia e da avaliação nutricional em pacientes hospitalizados

risco de disfagia foi de 10,5%, sendo a faixa etária idosa um fator associado a esta condição. Pacientes em risco apresentaram valores inferiores de perímetro do braço e panturrilha, variáveis que se correlacionaram de forma inversa à pontuação do Eating Assessment Tool (EAT-10). A desnutrição foi identificada em 13,2% dos avaliados, segundo a avaliação global subjetiva, e em 15,2%, quando utilizado o índice de massa corporal. Conclusão: O rastreamento da disfagia e da desnutrição devem ser incorporados à rotina hospitalar, com o objetivo de evitar ou minimizar os prejuízos provocados por estas condições, especialmente nos idosos.
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AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM PACIENTES HOSPITALIZADOS: UMA RESPONSABILIDADE INTERDISCIPLINAR

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM PACIENTES HOSPITALIZADOS: UMA RESPONSABILIDADE INTERDISCIPLINAR

As Avaliações subjetivas têm como base a interpretação semiológica dos sinais e sintomas clínicos e exame físico do paciente como indicadores nutricionais. Com base na referencia bibliográfica sobre o assunto, elaborou-se para este estudo um instrumento de avaliação semiológica, ao qual denominou-se - Semiologia Imunológica Nutricional (SIN). Neste, elencou-se os sinais e sintomas clínicos que mais comprometem a ingestão alimentar que são a hipo e anorexia, disfagia e odinofagia. A presença de ascite e edemas bilaterais que causam desconfortos e caracterizam desnutrição protéica, além do exame físico de compartimentos gordurosos e musculares, os quais indicam a gravidade da desnutrição proteico/calórica e capacidade laborativa do paciente. Na semiologia nutricional deve-se atentar para a expressão facial do paciente, pois esta revela a repercussão da doença. Chama-se “fáceis” da desnutrição aguda, aquela em que o paciente encontra-se descompensado de sua desnutrição diferente do “fáceis” da crônica, onde há uma maior adaptação .3
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Perfil nutricional de pacientes HIV/Aids hospitalizados

Perfil nutricional de pacientes HIV/Aids hospitalizados

Valores referentes à albumina quando comparados início e fi m, apre- sentaram algum grau de depleção, porém houve uma melhora no decorrer da internação desse parâmetro. Inicialmente 87,5% dos pacientes apre- sentaram hipoalbuminemia, sendo que 55% destes, moderada a grave. Ao fi nal da avaliação, esses valores reduziram para 77,5% hipoalbuminêmicos. Segundo Fontoura et al. (2006), a albumina sérica é um indicador bio- químico de desnutrição muito u lizado e é considerado como um preditor de mortalidade e morbidade. Em pacientes hospitalizados, deve-se monitorar cuidadosamente as concentrações séricas de proteínas de síntese hepá ca, como a albumina, uma vez que pode ser afetada pelo estado de hidratação, infecção e outras causas de infl amação (CELIK et al., 2011).
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Avaliação do estado nutricional de adultos e idosos e situação nutricional da população brasileira.

Avaliação do estado nutricional de adultos e idosos e situação nutricional da população brasileira.

mograma proposto por Bray (16). Quanto à eficiência do IMC no diagnóstico de obesidade, observa-se con- trovérsia na literatura. Desta forma, Garrow & Webster (36) concluíram que o IMC pode ser consi- derado conveniente e de fácil execução no diagnóstico de obesidade. Porém Smalley e cols. (37), consideran- do a grande variação individual da gordura corporal determinada pelo IMC e a estimada por densitometria, sugeriram o uso cauteloso do IMC como indicador de obesidade. Recentemente, Acuña e cols. (38), ao estu- dar o estado nutricional de pacientes hospitalizados, encontraram uma concordância fraca entre IMC e o Índice Sugestivo de Desnutrição (ISD) proposto por Waitzberg (30), e concluem que o Índice de Massa Corporal não é um bom parâmetro para avaliar o esta- do nutricional de adultos hospitalizados, sendo um indicador de proporções corporais. Esclarecendo me- lhor, uma pessoa magra pode estar bem nutrida e uma pessoa obesa pode estar desnutrida.
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Avaliação de um tratamento para cessação do tabagismo iniciado durante a hospitalização em pacientes com doença cardíaca ou doença respiratória

Avaliação de um tratamento para cessação do tabagismo iniciado durante a hospitalização em pacientes com doença cardíaca ou doença respiratória

Após a alta hospitalar, todos os pacientes foram encaminhados para continuar o tratamento no grupo de tratamento cognitivo-comportamental para a cessação do tabagismo com sessões de duas horas de duração, uma vez por semana, no primeiro mês. No segundo mês, os pacientes retornavam a cada 15 dias para as sessões; e, a partir do terceiro mês, esses retornavam uma vez por mês até completar seis meses de seguimento. Além disso, foram realizados contatos telefônicos antes dos retornos para reavaliações a fim de melhorar a adesão ao tratamento. Os participantes que não terminaram o seguimento foram considerados como falha de tratamento e fumantes ativos para a análise dos dados. Foram analisados as readmissões e os atendimentos ambulatoriais.
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Perfil de morbidade e de mortalidade de pacientes idosos hospitalizados.

Perfil de morbidade e de mortalidade de pacientes idosos hospitalizados.

Os objetivos deste estudo são analisar o perfil de mor- bi-mortalidade em idosos hospitalizados em dois hos- pitais universitários e dois não universitários, da Área de planejamento 2.2 da cidade do Rio de Janeiro, Bra- sil, no ano de 1999, comparando as taxas de mortali- dade hospitalar, ajustando para diferenças no perfil. Os dados foram obtidos do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS). O modelo logístico foi ajustado incluindo as variáveis idade e diagnóstico primário, utilizado para calcular as taxas de mortalidade hospitalar ajustadas. As in- ternações hospitalares em idosos (n = 7.584) represen- taram 29,3% do total de 25.928 internações realizadas nessas unidades. Catarata senil (7,8%) foi a causa mais freqüente, seguida de hiperplasia de próstata (4,7%), insuficiência cardíaca congestiva (2,9%) e blo- queio atrioventricular total (2,8%). Os hospitais não universitários apresentaram taxas de mortalidade hospitalar maiores do que as dos hospitais universitá- rios, mesmo depois do ajuste para diferenças no perfil de casos em relação à idade e diagnóstico principal. O uso dos bancos de dados do SIH/SUS e da metodologia de ajuste de risco representam uma alternativa para avaliações exploratórias de resultados de cuidados de saúde.
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REAÇÕES ADVERSAS EM PACIENTES HOSPITALIZADOS COM DOENÇAS INFECCIOSAS

REAÇÕES ADVERSAS EM PACIENTES HOSPITALIZADOS COM DOENÇAS INFECCIOSAS

Embora a farmacovigilância seja necessária em todos os países, há diferenças entre estes (e até mesmo entre regiões em um mesmo país) na ocorrência de reações adversas e outros problemas relacionados a medicamentos. Dados oriundos de um país ou região podem ter grande relevância e valor educacional e podem estimular a tomada de decisões regulatórias nacionais. Por outro lado, as informações obtidas em determinado país (por exemplo, aquele de origem do medicamento) podem não ser pertinentes a outras partes do mundo. Na ausência de informações regionais, pode decorrer longo tempo até que autoridades regulatórias de medicamentos, médicos, farmacêuticos, pacientes e empresas farmacêuticas tomem conhecimento dos problemas de segurança relativos a medicamentos (4).
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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 1 6 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 1 6 portugues

Objetivo: Visto que a embolia pulmonar (EP) e a exacerbação da DPOC têm apresentação e sintomas comuns, o diagnóstico de EP pode ser negligenciado nesses pacientes. Nosso objetivo foi determinar a prevalência de EP durante a exacerbação da DPOC e descrever os aspectos clínicos em portadores de DPOC diagnosticados com EP. Métodos: Estudo prospectivo conduzido em um hospital universitário na cidade de Ancara, Turquia. Entre maio de 2011 e maio de 2013, todos os pacientes hospitalizados por exacerbação aguda da DPOC foram incluídos no estudo. Todos os pacientes foram submetidos a avaliação de risco clínico, gasometria arterial, angiotomografia de tórax e ultrassonografia Doppler de membros inferiores. Além disso, foram medidos os níveis de dímero-D e de N-terminal pro-brain natriuretic peptide (NT-pro-BNP). Resultados: Foram incluídos 172 pacientes com DPOC. A prevalência de EP foi de 29,1 %. Os pacientes com DPOC e dor torácica pleurítica, assimetria de membros inferiores e altos níveis de NT-pro-BNP, assim como aqueles que estavam obesos ou imobilizados, apresentavam maior probabilidade de desenvolver EP. Obesidade e assimetria de membros inferiores foram preditores independentes de EP nos pacientes com exacerbação da DPOC (OR = 4,97; IC95%, 1,775- 13,931 e OR = 2,329; IC95% CI, 1,127-7,105, respectivamente). Conclusões: A prevalência de EP em pacientes com exacerbação da DPOC foi maior que a esperada. A associação entre EP e exacerbação da DPOC deve ser considerada nesses pacientes, especialmente naqueles imobilizados ou obesos.
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Impacto de Diferentes Métodos de Avaliação da Obesidade Abdominal após Síndromes Coronarianas Agudas.

Impacto de Diferentes Métodos de Avaliação da Obesidade Abdominal após Síndromes Coronarianas Agudas.

O principal achado de nosso trabalho foi que não encontramos diferenças entre o método de avaliação da CA e as complicações no período hospitalar em pacientes hospitalizados com Síndromes Coronarianas Agudas. Nesse sentido, a CA, independentemente do método, foi fator de predição de angina recorrente durante a hospitalização. Para cada centímetro de elevação da CA, os pacientes do nosso estudo tinham, em média, nove vezes mais chances de apresentarem angina. Do mesmo modo, nenhum dos métodos de aferição da CA esteve associado com as outras complicações avaliadas. Portanto, podemos deduzir que qualquer dos oito métodos disponíveis para avaliação da CA poderia ser incorporado à prática clínica.
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Alterações dos hábitos de eliminação intestinal em pacientes hospitalizados.

Alterações dos hábitos de eliminação intestinal em pacientes hospitalizados.

A predominância da alteração da freqüên­ cia para menos evacuações nota-se nos indiví­ duos que eliminavam uma vez cada dois dias, quando cinqüenta (86,2 %) dos 58 pacientes passaram para uma vez cada três dias ou mais. Por outro lado, três pacientes (5,2 % ) , tiveram aumento de freqüência para três vezes por dia ou mais. Ainda, cinco (8,6 % ) que tiveram al­ teração da freqüência de eliminação intestinal no hospital, embora dentro da freqüência nor­ mal, passaram de uma vez cada dois dias para uma vez por dia. Estes cinco (8,6 % ) comen­ taram que seu intestino, apesar da hospitaliza­ ção, estava funcionando melhor que no domi­ cílio.
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Intervenção nutricional padronizada em pacientes hipoglicêmicos hospitalizados

Intervenção nutricional padronizada em pacientes hipoglicêmicos hospitalizados

A ingestão de carboidratos de rápida absorção (CRA) pode ser útil para o aumento sérico de glicose. Neste contex- to, os principais objetivos foram avaliar a eficácia e a aplicabilidade da intervenção nutricional em situações hipoglicêmicas apresentadas por pacientes conscientes, com dieta via oral e internados em hospital geral. Setenta e seis pacientes foram elegíveis e a hipoglicemia foi definida como nível de glicemia capilar ≥ 50 até ≤ 70mg/ dL. A intervenção nutricional constituiu na oferta de 15 a 24 gramas de CRA. Houve a conferência da glicemia capilar após 15-20 minutos da intervenção. A taxa de efetividade da intervenção nutricional foi de 97,6%, durante o período de estudo. Conclui-se que a administração de CRA, um método não invasivo, foi aplicável em unidades de um hospital geral e foi potencialmente eficaz na restauração da glicemia capilar em pacientes hipoglicêmicos com dieta via oral e conscientes.
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Perfil e motivação para a cessação do tabagismo em pacientes cirúrgicos hospitalizados.

Perfil e motivação para a cessação do tabagismo em pacientes cirúrgicos hospitalizados.

Estudio transversal a identifi car el perfi l y la motivación para dejar de fumar en pacientes quirúrgicos. La muestra fue aleatoria con 100 pacientes de un hospital universitario en el sur de Brasil. Los datos fueron recolectados entre febrero y mayo de 2013 y analizados mediante estadística descriptiva. Los resultados mostraron que el 58(58%) eran hombres, con edades de 54,5±13,8 años, 79(79 %) blancos, 38(38%) casados y 67(67%) con educación primaria. El inicio del consumo de tabaco fue a los 17±6,6 años, 20(10 a 28,7) cigarrillos/día y 37,4±14,4 años fumadores. Noventa y un (91%) pacientes querían dejar de fumar, 57(57%) se encontraban en la fase de preparación, 36(36%) tenían baja dependencia de la nicotina y 35(35%) recibieron incentivos para dejar de fumar. Llegamos a la conclusión de que la hospitalización es un buen momento para la aproximación, sin embargo, el equipo de salud todavía no interviene con efi cacia y de manera sistemática.
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PREVALÊNCIA DE PERDA DE PESO, CAQUEXIA E DESNUTRIÇÃO, EM PACIENTES ONCOLÓGICOS

PREVALÊNCIA DE PERDA DE PESO, CAQUEXIA E DESNUTRIÇÃO, EM PACIENTES ONCOLÓGICOS

excessiva e involuntária de peso, especialmente em pacientes com câncer avançado, sendo resultante do declínio da ingestão alimentar e consequentemente restritivo consumo calórico, causando redução de proteínas e da reserva de energia corporais, induzindo à significativa depleção da massa muscular e de tecido adiposo (BARACOS, 2006) (SCHIESSEL, 2013). Pacientes com câncer precisam de uma avaliação contínua para o risco ou a progressão da caquexia, e dependem de fatores como: tipo de câncer e do estágio, a quantidade ou a porcentagem de perda de peso, baixa ingestão de alimentos, a presença de inflamação generalizada e ausência de resposta ao tratamento anticâncer (EVANS, MORLEY, et al., 2008). Antes e durante o tratamento quimioterápico, a anorexia é o principal sintoma experimentado por pacientes oncológicos, além das alterações gastrintestinais, como náuseas, vômitos, diarreia, saciedade precoce, má-absorção, obstipação intestinal, xerostomia e disfagia, que podem afetar negativamente o estado nutricional, contribuindo para reduzir o consumo alimentar dos pacientes oncológicos e colaborando para a perda de peso e diminuição da sobrevida dos pacientes (CORRÊA e SHIBUYA, 2007). Diante disto, este estudo teve por objetivo avaliar a prevalência de perda de peso, caquexia e desnutrição em pacientes oncológicos e o efeito do câncer no peso corporal no decorrer do momento do diagnóstico até o final do tratamento quimioterápico em pacientes atendidos pelo SUS em ambulatório de oncologia na cidade de Guarapuava-PR.
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Perfil diagnóstico de enfermagem de pacientes hospitalizados em unidade de infectologia.

Perfil diagnóstico de enfermagem de pacientes hospitalizados em unidade de infectologia.

Após a analise dos dados, delineou-se, o perfi l diagnos- tico de enfermagem a pacientes internados na unidade de infectologia, proporcionando assim, o aprimoramento á pratica de enfermagem para que futuramente possam- -se delinear as intervenções e os resultados. Mostra-se o quanto é importante, e está cada vez mais presente o uso da CIPE para o aprimoramento da prática de enfermagem. O perfi l diagnóstico foi composto por 36 afi rmativas distribuído entre as necessidades psicobiológicas e psicos- sociais, apresentado com maior incidência, estas: ingestão de alimento prejudicada, caquexia, eliminação vesical es- pontânea comprometida, higiene da cavidade oral preju- dicada, exposição a contaminação, ritmo cardíaco acentu- ado, insônia, abuso de drogas, abuso de álcool e tabaco, isolamento social, além de aceitação e medo
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Desenvolvimento de um sistema de alerta para prevenção de quedas em pacientes hospitalizados

Desenvolvimento de um sistema de alerta para prevenção de quedas em pacientes hospitalizados

Este estudo descreve a análise de um Sistema computadorizado de avaliação do paciente no desenvolvimento de um sistema de alerta para prevenir quedas de pacientes hospitalizados. Foi realizada a revisão de prontuários para identificar os fatores de risco presentes no referido instrumento de avaliação. As variáveis identificadas foram: estado funcional do paciente incluindo andar, transferir-se e toilete, sexo e habilidade de realizar auto-cuidado. Usando tais variáveis, foi desenvolvido um sistema de alerta que encontra-se disponibilizado desde Fevereiro de 1997. Em uma segunda etapa, pretende-se estudar o impacto deste sistema na qualidade do atendimento de enfermagem.
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Incidência de embolia pulmonar durante exacerbação da DPOC.

Incidência de embolia pulmonar durante exacerbação da DPOC.

Objetivo: Visto que a embolia pulmonar (EP) e a exacerbação da DPOC têm apresentação e sintomas comuns, o diagnóstico de EP pode ser negligenciado nesses pacientes. Nosso objetivo foi determinar a prevalência de EP durante a exacerbação da DPOC e descrever os aspectos clínicos em portadores de DPOC diagnosticados com EP. Métodos: Estudo prospectivo conduzido em um hospital universitário na cidade de Ancara, Turquia. Entre maio de 2011 e maio de 2013, todos os pacientes hospitalizados por exacerbação aguda da DPOC foram incluídos no estudo. Todos os pacientes foram submetidos a avaliação de risco clínico, gasometria arterial, angiotomografia de tórax e ultrassonografia Doppler de membros inferiores. Além disso, foram medidos os níveis de dímero-D e de N-terminal pro-brain natriuretic peptide (NT-pro-BNP). Resultados: Foram incluídos 172 pacientes com DPOC. A prevalência de EP foi de 29,1 %. Os pacientes com DPOC e dor torácica pleurítica, assimetria de membros inferiores e altos níveis de NT-pro-BNP, assim como aqueles que estavam obesos ou imobilizados, apresentavam maior probabilidade de desenvolver EP. Obesidade e assimetria de membros inferiores foram preditores independentes de EP nos pacientes com exacerbação da DPOC (OR = 4,97; IC95%, 1,775- 13,931 e OR = 2,329; IC95% CI, 1,127-7,105, respectivamente). Conclusões: A prevalência de EP em pacientes com exacerbação da DPOC foi maior que a esperada. A associação entre EP e exacerbação da DPOC deve ser considerada nesses pacientes, especialmente naqueles imobilizados ou obesos.
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Rev. esc. enferm. USP  vol.50 número6

Rev. esc. enferm. USP vol.50 número6

O DE intolerância à atividade foi encontrado em baixa prevalência nos pacientes deste estudo. Porém, destaca-se alta porcentagem de discordância entre os peritos nas ava- liações semanais (51,4%, 43,1% e 40,3%, respectivamente). É possível justiicar essa discordância devido ao fato de que identiicar a presença de intolerância à atividade depende da veriicação do paciente no leito, se em repouso, se consegue caminhar e de que forma, o nível de elevação de cabeceira e como este sintoma é referido pelo paciente no momento da entrevista. Uma vez que os pacientes estão descompensados,
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Desnutrição e inadequação alimentar de pacientes aguardando transplante hepático.

Desnutrição e inadequação alimentar de pacientes aguardando transplante hepático.

maioria não ingere as necessidades mínimas calculadas. Em virtude da alta prevalência de desnutrição, a determi- nação do estado nutricional e a avaliação da ingestão alimentar deveriam ser realizadas em todos os pacientes com doença hepática crônica. Assim, pacientes em lista de espera para transplante hepático devem receber suporte de equipe multi- disciplinar que envolva nutricionistas, médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e demais proissionais, para tentar controlar todas as variáveis que interferem na morbimortalidade dos mesmos. A desnutrição se conigura como uma dessas variáveis que pode ser revertida melhorando a sobrevida desses pacientes. De sorte que a determinação do estado nutricional é medida importante na terapêutica desses enfermos e quanto mais precocemente melhor.
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Músculo adutor do polegar como preditor de desnutrição em pacientes cirúrgicos.

Músculo adutor do polegar como preditor de desnutrição em pacientes cirúrgicos.

No presente estudo, houve predominância de pacientes desnutridos utilizando-se a medida do músculo adutor do polegar como indicador do estado nutricional. Devido à escassez na literatura de trabalhos semelhantes, não se pôde comparar a incidência de desnutrição através da sua espessura encontrada com a de outros estudos, embora a desnutrição seja um achado frequente a partir de outros parâmetros de avaliação nutricional em pacientes cirúrgicos 11 .

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