Dieta de lagartos

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Associações no uso do habitat por cinco espécies de lagartos amazônicos

Associações no uso do habitat por cinco espécies de lagartos amazônicos

As estimativas de disponibilidade de alimento (DISP) foram baseadas nos tamanhos máximos (neste estudo, definido como o maior eixo ortogonal ao comprimento, medido com paquímetro de precisão 0,02 mm) e nos taxa de artrópodes, mais comuns registrados na literatura para cada espécie de lagarto (Tabela 1). Foram consideradas presas potenciais os grupos de artrópodes que constituíram maior percentual da dieta de cada espécie registrada na literatura. O tamanho máximo foi determinado pela maior largura de presa registrada para a espécie. Apesar de ter sido encontrado um grande número de formigas do gênero Pachycondyla na classe de tamanho que deveria entrar na estimativa de disponibilidade, optamos por não incluí-las, pois estas formigas nunca foram registradas na dieta de lagartos, provavelmente devido ao seu grande porte e agressividade. Os pesos de todos os taxa/classe de tamanho foram somados para cada espécie, compondo um peso total/parcela. Plica umbra é a única espécie que possui a disponibilidade representada por apenas um grupo (Formicidae), por ser considerada especialista quanto ao recurso alimentar (Ávila-Pires 1995, Gasnier et al. 1994). O peso dos artrópodes foi utilizado como medida de disponibilidade de alimento por ser fácil de medir, além de ser altamente correlacionada com o volume (Magnusson et al. 2003).
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Efeito da fragmentação dos hábitats sobre a diversidade e a abundância de endoparasitas de lagartos no Cerrado

Efeito da fragmentação dos hábitats sobre a diversidade e a abundância de endoparasitas de lagartos no Cerrado

Corroborando os resultados de Ribas et al. (1998), a riqueza de endoparasitas de Ameiva foi menor que a riqueza de endoparasitas de Tropidurus. Esses resultados não corroboraram a sugestão de Aho (1990), de que as comunidades de helmintos de lagartos com estratégia de forrageamento do tipo senta-e-espera tendem a ser menos diversas que nos lagartos com forrageamento ativo. Ribas et al. (1998) sugeriram que, na localidade estudada, Tropidurus torquatus estaria agindo com espécie “core” para algumas espécies de parasitas e Ameiva ameiva como espécie periférica. Outra hipótese seria o ciclo de vida dos parasitas e suas relações com as presas dos hospedeiros, já que diferenças nas estratégias de forrageamento normalmente levam a diferentes composições na dieta de lagartos (Huey & Pianka, 1981) e a helmintofauna de lagartos pode mudar seguindo a variação da dieta (Martin et al., 2005). Uma diversidade maior de parasitas pode estar relacionada com presas ativas, que
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RELAÇÕES TRÓFICAS EM ASSEMBLÉIAS DE FORMIGAS E LAGARTOS EM ÁREAS DE RESTINGA DA BAHIA

RELAÇÕES TRÓFICAS EM ASSEMBLÉIAS DE FORMIGAS E LAGARTOS EM ÁREAS DE RESTINGA DA BAHIA

de lagartos. Neste estudo, analisamos a dieta de lagartos e a sua eletividade pelos artrópodes. Foi utilizado eletividade por formigas como mecanismos de representação trófica em comunidade de lagartos. Foram coletados artrópodes e lagartos em seis localidades de restinga do litoral norte do Estado Bahia. Para medir a disponibilidade de recurso alimentar foram utilizadas armadilhas de pitfall, extrator Winkler e guarda-chuva entomológico e para avaliar o consumo, preferência alimentar e eletividade, analisou-se o conteúdo estomacal dos lagartos confrontado com a disponibilidade de recursos. A análise de sobreposição de nicho trófico foi realizada apenas para as espécies de lagartos mirmecófagos. Sclerogossa foi o grupo mais diverso, enquanto Iguania foi o mais abundante. Sete espécies tiveram formigas na dieta, porém apenas Tropidurus hygomi e T. hispidus apresentaram eletividade positiva, com 80% e 68% de consumo, respectivamente. A sobreposição de nicho trófico entre as espécies de Tropidurus foi de 68% o que sugere que estas espécies estejam competindo por alimento. Palavras chave: Restinga, lagarto, dieta, nicho trófico, partição de recurso
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Dieta mediterrânica e dieta atlântica: efeitos na saúde

Dieta mediterrânica e dieta atlântica: efeitos na saúde

A DM tem sido associada com diversos outcomes relacionados com a obesidade. Revisões sistemáticas anteriores (59, 60), as quais examinaram resultados de diversos estudos de coorte prospetivos e transversais, assim como de ensaios clínicos, concluíram que embora nem todos os estudos mostrem um efeito protector da DM no peso corporal e na obesidade, existem evidências que sugerem um possível papel protector deste padrão alimentar. Os efeitos anti-obesidade da DM têm sido frequentemente salientados na literatura (61, 62). Os seus efeitos benéficos devem-se sobretudo ao alto consumo de alimentos de origem vegetal que fornecem uma grande quantidade de fibra, baixa densidade energética e baixa carga glicémica. Gorduras monoinsaturadas, em especial o azeite, também ajudam a melhorar o metabolismo da glucose, a aumentar a oxidação da gordura pós-prandial, a realçar a termogénese induzida pela dieta e assim, a aumentar a despesa diária total de energia. Também parece ser um elemento-chave nos efeitos da DM no controlo do peso corporal (63). Outros fatores que também podem contribuir para os efeitos anti-obesidade da DM são os AGP w-3, os compostos fenólicos, a fibra e os antioxidantes da dieta, como é o caso do resveratrol (61, 62). Os AGM, especialmente o oleico, estão associados a um menor número de adipócitos no tecido adiposo, sugerindo que eles podem limitar a hiperplasia em populações obesas (63).
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Aspectos ecológicos dos lagartos (Squamata) em uma área de caatinga do Sertão Paraibano.

Aspectos ecológicos dos lagartos (Squamata) em uma área de caatinga do Sertão Paraibano.

aproximam mais das variações rochosas e lajedos da Serra de João Ferreira, onde era de costume observar indivíduos dessas duas espécies. A área III, principalmente, apresenta uma vegetação de porte alto e com formação de sombras. Lagartos que utilizam habitats próximos de árvores com copas largas são favorecidos de sombra ao meio dia, horário em que as temperaturas são mais quentes e, assim, os microhabitats próximos às árvores podem permitir ao lagarto ter maior área de atividade (Grover 1996). A escolha por esse microhabitat já era esperada, pois T. semitaeniatus pode ser encontrado sobre superfícies rochosas na Caatinga (Rodrigues 2005) e T. hispidus são animais que habitat-generalistas, podendo ser encontrados também nas superfícies rochosas (Vitt et. al. 1997; Van-Sluyset al. 2004). A preferência pelo microhabitat rochoso também foi confirmada pelos trabalhos de Santana et al. (2011), onde o substrato de rochas são considerados sítios favoráveis à termorregulação e ao forrageamento (Vitt 1995, Faria & Araújo 2004).
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Diversidade beta em comunidades de lagartos em duas ecorregiões distintas na Amazônia

Diversidade beta em comunidades de lagartos em duas ecorregiões distintas na Amazônia

encontraram uma acentuada substituição de espécies de anfíbios e répteis entre áreas próximas de floresta primária, secundária e de eucaliptos no oeste da Amazônia, em que foram observadas muitas espécies especialistas na floresta madura, enquanto as áreas mais perturbadas foram dominadas por um grande número de espécies generalistas e heliotérmicas. Até entre os mesmos tipos florestais, grande parte da diversidade gama foi explicada pela diversidade beta, mesmo entre sítios distantes 30 km. Contudo, os fatores que explicam o padrão encontrado não foram investigados. A distância entre parcelas empregadas no presente estudo talvez tenha sido pequena demais para revelar um padrão de distribuição de espécies de lagartos em menor escala. Além disso, as grandes variações estruturais encontradas ao longo dos 250 m das parcelas, contribuíram como força homogeinizadora na constituição das comunidades amostradas.
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REVISÃO DOS LAGARTOS CERCOSAURA DO GRUPO

REVISÃO DOS LAGARTOS CERCOSAURA DO GRUPO

Avila-Pires (1995) examinou um maior número de exemplares de Prionodactylus com frontonasal dividida, provenientes do Brasil, Guiana Francesa, Colômbia, Equador, Peru e Bo[r]

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A insularização como agente de fragmentação florestal em comunidades de lagartos na Amazônia Central

A insularização como agente de fragmentação florestal em comunidades de lagartos na Amazônia Central

espécies. A análise de caminhos com dados de composição quantitativa e qualitativa indicou que o efeito direto da área foi maior que o efeito total. Os mediadores dos efeitos indiretos - profundidade da serapilheira, densidade de árvores e densidade de palmeiras - foram negativos. O mesmo não acontece para o isolamento, no qual o efeito total foi maior que o efeito direto devido ao mediador, profundidade da serapilheira, contribuir com um efeito positivo. Os fatores ambientais locais não afetaram a abundância de Ameiva ameiva, Kentropyx calcarata e Plica umbra. Mas a profundidade da serapilheira teve um efeito positivo em Mabuya nigropunctata e a densidade de árvores sobre Gonatodes humeralis. No reservatório de Balbina a insularização alterou a estrutura das comunidades de lagartos, sendo que a área e o isolamento das ilhas remanescentes influenciam a atual composição das
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Ecologia e história natural de lagartos Gymnophthalmidae em área serrana do semiárido brasileiro

Ecologia e história natural de lagartos Gymnophthalmidae em área serrana do semiárido brasileiro

Dentre as espécies de lagartos Gymnophthalmidae habitantes da Caatinga, Vanzosaura multiscutata é considerada comum e de ampla distribuição; entretanto, o conhecimento sobre sua ecologia, principalmente em áreas serranas de Caatinga (lato sensu) ainda é incipiente e nenhum deles aborda ecologia térmica. Nesse contexto, este trabalho objetivou estudar a ecologia de população de V. multiscutata em uma área serrana de Caatinga no nordeste do Brasil, com ênfase na utilização do espaço, ecologia térmica e dieta, aliadas à sazonalidade, na perspectiva de identificar possíveis padrões para esta espécie. Foram realizadas duas expedições de campo durante 20 dias consecutivos cada, nos períodos chuvoso e seco dos meses de março e setembro de 2014, respectivamente. Utilizaram-se os métodos de busca ativa e armadilhas de interceptação e queda (pitfall traps) para as coletas em três diferentes fitofisionomias. Vanzosaura multiscutata utilizou preferencialmente áreas de vegetação arbórea com solo arenoso, demonstrando baixa largura de nicho (B H = 1,24). Apresentou temperatura corporal (T b ) média de 29.6 ± 1.6 na estação chuvosa e 31.3 ± 2.4 na estação seca; constataram-se correlações positivas entre temperatura do corpo (T b) e as temperaturas do ar (T a ) e do solo (T s ) nas duas estações, porém a T b foi negativamente correlacionada com a umidade relativa do ar (HR). A dieta de V. multiscutata apresentou maior índice de importância para Hymenoptera/Formicidae (Ix= 29,6), maior frequência de ocorrência para Aranae (34%) e maior volume para Blattaria (36,8%). O conjunto desses resultados reforça a capacidade para ampla distribuição de V. multiscutata na Caatinga, principalmente quanto à tolerância térmica; quanto à dieta, os dados deste estudo configuram um padrão errante ou oportunista de forrageio.
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Associações ecológicas e evolutivas da forma da cabeça em lagartos serpentiformes (Squamata)

Associações ecológicas e evolutivas da forma da cabeça em lagartos serpentiformes (Squamata)

Os dois capítulos evidenciam que a cabeça, como importante componente do fenótipo serpentiforme, pode refletir associações ecológicas e evolutivas associadas à fossorialidade, bem como o alongamento do corpo e a redução dos membros. De fato, modificações na forma da cabeça de lagartos fossoriais já haviam sido reconhecidas por outros trabalhos na literatura, muitos dos quais associaram os padrões fenotípicos existentes à evolução do hábito fossorial. O presente trabalho, entretanto, propõe uma revisão quanto aos padrões morfológicos e à variação na forma da cabeça de lagartos que se deslocam através de um substrato, esclarecendo aspectos fenotípicos, ecológicos e funcionais do hábito fossorial sob uma perspectiva macroevolutiva. O capítulo centrado em Gymnophthalmidae reporta que os representantes fossoriais dessa família que ocupam camadas mais superficiais e arenosas abaixo do solo apresentam cabeças com rostros mais proeminentes (i.e., mais pontiagudas) do que as espécies que se deslocam através do folhiço, com cabeças mais arredondadas. A explicação para esse padrão não parece residir nos efeitos de uma trajetória evolutiva compartilhada, uma vez que espécies fossoriais de ambas linhagens de gimnoftalmídeos (Gymnophthalmini e Bachiinae) que se deslocam através de substratos arenosos convergem quanto à forma da cabeça e diferem dos lagartos gimnoftalmídeos que se enterram em meio ao folhiço. Neste sentido, esse padrão é explicado por diferentes regimes de seleção atuando durante a evolução do formato desta estrutura, uma vez que a cabeça perfura o subsolo durante o deslocamento e sua forma evoluiu em associação com as especificidades do substrato no qual os animais se enterram.
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Estrutura de taxocenose de lagartos em um fragmento de floresta atlântica no nordeste do Brasil

Estrutura de taxocenose de lagartos em um fragmento de floresta atlântica no nordeste do Brasil

A ausência de estruturação da taxocenose com relação à dieta sugere que as presas não são um recurso limitante (Colwell e Futuyma 1971, Connor e Simberloff 1979). Os itens alimentares parecem ser utilizados de forma aleatória, indicando ausência de interações competitivas locais quanto a este recurso (Connor e Simberloff 1979). Por outro lado, a seleção de presas pela taxocenose parece ser determinada pela filogenia, com forte influência da história evolutiva das espécies na composição de suas dietas, sendo corroborado pelo resultado da CPO (quando utilizada a base mais restrita dos dados).
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Acne e dieta

Acne e dieta

Em 2002, Loren Cordain e colaboradores [21], realizaram um estudo buscando a prevalência da acne em dois países não-ocidentais, Ilha de Kitavan (Papua Nova Guiné) e Aché (Paraguai) e adicionalmente analisaram como os fatores ambientais desses países poderiam influenciar no desenvolvimento da acne. Com relação à prevalência, dos 1200 indivíduos examinados em Kitavan (incluindo 300 indivíduos de 15-25 anos de idade), nenhum caso de acne grau I-IV foi encontrado. Em Aché não foi diferente, de 115 indivíduos examinados (incluindo 15 com idade de 15-25 anos), nenhum caso de acne ativa, de grau I-IV, foi encontrado. Essa incrível diferença de prevalência de acne entre esses países não-ocidentalizados versus uma grande prevalência em países ocidentalizados, tornou possível a conclusão de que os fatores genéticos não seriam ao únicos responsáveis por essa diferença, e que elementos ambientais também estariam envolvidos. Os autores evidenciaram, de maneira indireta, uma relação ente nutrição e acne, com base na baixíssima prevalência de acne nas duas populações estudadas e o fato delas terem em comum uma dieta com baixa carga glicêmica. Com base nisso, concluíram que dietas com baixa carga glicêmica podem ter um potencial efeito terapêutico na acne, por causa do efeito endócrino benéfico dessas dietas.
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Dieta e aterosclerose

Dieta e aterosclerose

Analisando os dados de consumo em populações urbanas e rurais, esta acentuada diferença, já atrás referida, pode ser explicada pelas diferenças de consumos encontradas (Gráficos 20, 21 e 22), que ilustram bem o padrão alimentar destas populações. Foram escolhidos os componentes da dieta mais significativos na etiologia desta doença. A população urbana tem um padrão alimentar aproximado do chamado "padrão alimentar ocidental", que Amorim Cruz estima existir em cerca de 30 % da população portuguesa (valor coincidente com a % da população urbana), distanciando-se do padrão tradicional dos países mediterrânicos que, em princípio, ainda é preservado na população
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Diversidade de lagartos (Squamata) de uma Floresta Estacional Semidecidual Montana no Sertão da Paraíba.

Diversidade de lagartos (Squamata) de uma Floresta Estacional Semidecidual Montana no Sertão da Paraíba.

As variáveis ambientais gramíneas e serapilheira foram significativas neste trabalho, comprovando a procura por áreas com presença destes elementos no momento da fuga, comportamento típico de lagartos forrageadores ativos, como os do gênero Ameivula, que procuram por áreas mais cobertas e de vegetação um pouco mais densa (PIANKA; VITT, 2003), encontrando nisso locais de proteção, regiões essas de acesso mais difícil para predadores que se orientam visualmente, como as aves (SANTOS et al., 2015). Locais que apresentam essas características são importantes para espécies sensíveis, principalmente aquelas que utilizam a serrapilheira para se esconder de possíveis predadores, para obtenção de alimentos e abrigo, como é o caso de S. ridleyi, A. vanzolinia, C. meridionalis e D. lessonae, que ocorrem na área II e III, sendo que estes ambientes também apresentam umidade elevada, temperaturas mais amenas e se localizam em áreas acima de 700m no Pico do Jabre.
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Evolução da forma do corpo em lagartos do gênero Bachia Gray, 1845 (Squamata, Gymnophthalmidae)

Evolução da forma do corpo em lagartos do gênero Bachia Gray, 1845 (Squamata, Gymnophthalmidae)

mais longas e com membros menores. No entanto, Walton et al. (1990) sugeriram que a locomoção sem membros tem maior custo energético que aquela realizada por animais com membros. Porém, no estudo de Walton et al. (1990) as comparações realizadas foram entre lagartos e serpentes. Comparações entre grupos mais próximos podem fornecer informações mais acuradas a respeito da diferença no custo energético entre a locomoção quadrúpede e por ondulação lateral. Shine & Wall (2008) indicaram que o alongamento do tronco em lagartos escavadores aumenta o volume do trato alimentar, possibilitando a ingestão de refeições maiores, e que estágios intermediários entre a morfologia ancestral e serpentiforme pode ter evoluído em táxons que usam buracos já existentes (como buracos de aranha) e que a seleção teria favorecido o alongamento do corpo. Diante disso, o alongamento do corpo parece ser fortemente associado à fossorialidade.
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Evolução da genitália masculina em lagartos do gênero Tropidurus grupo spinulosus (Squamata, Tropiduridae)

Evolução da genitália masculina em lagartos do gênero Tropidurus grupo spinulosus (Squamata, Tropiduridae)

A dissertação contextualiza a comunidade pesquisada dentro da dinâmica da cidade de São Luís - situando-a enquanto um bairro eminentemente negro -, desvela as dinâmicas de interação[r]

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Diversidade e distribuição dos lagartos de uma área de ecótono entre Cerrado e Mata Atlântica, no sudeste do Brasil

Diversidade e distribuição dos lagartos de uma área de ecótono entre Cerrado e Mata Atlântica, no sudeste do Brasil

Neste estudo investigamos a riqueza de espécies de répteis e a diversidade e distribuição dos lagartos que ocorrem na Estação Ecológica de Jataí (EEJ), município de Luiz Antônio, região nordeste do Estado de São Paulo, sudeste do Brasil. A unidade de conservação, de aproximadamente 9.000 ha., está localizada em uma área de ecótono entre o Cerrado e a Mata Atlântica. A coleta regular de dados foi realizada mensalmente durante viagens de cinco dias consecutivos, entre os meses de outubro de 2009 e setembro de 2010. Para a amostragem regular dos dados foram utilizadas armadilhas de interceptação e queda, procura visual limitada por tempo e encontros ocasionais. Para complementar os dados de riqueza de espécies foram incluídos registros prévios das espécies de serpentes encontradas na unidade e no município de Luiz Antônio. Foram registradas 46 espécies de répteis, distribuídos em 38 gêneros e 14 famílias. Entre os lagartos amostrados (N= 168), foram registradas nove espécies, distribuídas em nove gêneros e seis famílias. Entre as serpentes registradas durante amostragem de campo (19 espécies), Crotalus durissus foi a espécie mais abundante (N= 18, 30% do número total de indivíduos de serpentes; N total = 60) e entre os lagartos, a espécie dominante foi Cnemidophorus aff. ocellifer (N= 99; 58,9%) . A riqueza total de répteis Squamata registrada na EEJ se mostrou relativamente elevada para áreas de transição, podendo ser ainda maior se considerados dados referentes a áreas adjacentes. Já a riqueza de lagartos não foi maior do que a encontrada em outros estudos nesta porção dos biomas, podendo estar relacionada à localização periférica da unidade nos biomas estudados. A distribuição das espécies de lagartos na unidade parece estar estruturada de acordo com a variação de características ambientais relacionadas à estrutura da vegetação e solo, mas não claramente relacionada às fitofisionomias amostradas, com somente duas espécies típicas a áreas abertas, como o campo sujo. A riqueza e composição de espécies registrada neste estudo podem ser consideradas como típicas de Cerrado e florestas estacionais na Mata Atlântica, o que evidencia a importância da preservação de fragmentos como a EEJ para a conservação da biodiversidade local e regional desses biomas.
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DIETA E MAÇÃ abobrinhas  Vizente Besteirol DIETA E MAÇÃ

DIETA E MAÇÃ abobrinhas Vizente Besteirol DIETA E MAÇÃ

Uma análise adicional da nutrição do idoso de Veranópolis, cidade localizada no interior do Rio Grande do Sul, onde a população consome vários produtos derivados da maçã, destacando-s[r]

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História evolutiva dos lagartos anões (Lygodactylus, Gekkonidae) no continente Sul Americano

História evolutiva dos lagartos anões (Lygodactylus, Gekkonidae) no continente Sul Americano

Using a multi-locus data set for the gecko Lygodactylus klugei we performed population and genetic lineages assignment tests to delimit genetic units and test if the divergence time is c[r]

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Amostragem de lagartos no cerrado brasileiro : armadilhas de queda vs. capturas totais

Amostragem de lagartos no cerrado brasileiro : armadilhas de queda vs. capturas totais

Os abrigos artificiais são utilizados para simular os microhábitats utilizados pelos animais, aos usar tubos de PVC no solo ou amarrados em árvores, servindo de abrigo para os lagartos, que são mais facilmente localizados (Péres, 2003). Podem ser utilizados pedaços de madeira compensada de 1,3 x 61 x 61 cm, espalhados na área de estudo com uma distância de 15 m um do outro (Tietje & Vreeland, 1997). Esse método tem a vantagem de não demandar vistorias diárias, pois não aprisiona os animais. Sua desvantagem é seu custo e volume relativamente altos do material utilizado nesse método.
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