diferenças entre machos e fêmeas

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ASPECTOS SOBRE A BIOLOGIA DE DAPTION CAPENSE NA ILHA ELEFANTE, ANTÁRTICA

ASPECTOS SOBRE A BIOLOGIA DE DAPTION CAPENSE NA ILHA ELEFANTE, ANTÁRTICA

O termo dimorfismo sexual pode ser usado para designar desde as diferenças entre os sexos no comportamento, quanto à morfologia e história de vida, apresentando-se evidente na maioria dos petréis que se reproduzem em altitudes mais elevadas do Hemisfério Sul, onde os machos tendem a serem maiores e mais pesados do que as fêmeas (Fairbairn e Shine 1993). Apesar de algumas espécies diferenciarem-se claramente, a maioria dos Procellariiformes ainda são considerados sem dimorfismo através do tamanho ou plumagem, como é o caso de Oceanodroma sp., (Lorentsen e Rov 1994). Em se tratando ainda sobre a plumagem, D. capense também é considerada uma espécie pouco dimórfica (Sagar 1986; Warham 1990; Fairbairn e Shine 1993; van Franeker e ter Braak 1993). Porém Weidinger e van Franeker (1998) citam que D. capense pode apresentar pequenas diferenças entre machos e fêmeas quanto às medidas morfométricas, as quais têm sido consideradas importantes ferramentas na determinação do sexo e vários estudos relacionados já foram realizados para diversas espécies (Pinder 1966; Sagar 1986; Evans et al. 1993; Zavalaga e Paredes 1997). Os únicos registros que se tem tratam sobre diferenças entre subespécies onde, D. capense australe, apresenta-se menor e mais escuro do que D. capense (Oliver 1955).
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Exigência de fósforo disponível para frangos de corte machos e fêmeas de 22 a 42 e de 43 a 53 dias de idade.

Exigência de fósforo disponível para frangos de corte machos e fêmeas de 22 a 42 e de 43 a 53 dias de idade.

O fato de não terem sido observadas, neste trabalho, diferenças significativas no desempenho das aves de 43 a 53 dias de idade talvez esteja associado à possível mobilização de fósforo do tecido ósseo, que pode ter sido utilizado para suprir os níveis requeridos, para garantir o ótimo desempenho, considerando-se os níveis de fósforo abaixo da exigência do animal. Pode também ser atribuído à maior atividade enzimática do sistema digestivo das aves mais velhas, tornando o fósforo fítico proveniente dos alimentos vegetais mais disponível nesta fase. Este achado está de acordo com os de Maenz & Classen (1998), em que o fitato pode ser hidrolisado por fosfatases não-específicas, ou ainda por fitases específicas, localizadas nas membranas de bordadura em escova do intestino delgado das aves, e que a atividade de hidrólise dessas enzimas aumenta com o avanço da idade das aves. Segundo esses autores, a maior área de superfície e a melhor atividade da fitase na bordadura em escova, do intestino delgado das aves mais velhas, podem melhorar a eficiência de hidrólise endógena do fitato.
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Estudo alométrico dos tecidos da carcaça de cordeiros Santa Inês puros ou mestiços com Texel, Ile de France e Bergamácia.

Estudo alométrico dos tecidos da carcaça de cordeiros Santa Inês puros ou mestiços com Texel, Ile de France e Bergamácia.

Entre os machos, os cordeiros Santa Inês × Texel tiveram ritmo de desenvolvimento da gordura do lombo significativamente maior (Tabela 3) em comparação ao dos machos Ile de France, Bergamácia e Santa Inês, assim, a gordura na região lombar de animais filhos de Texel desen- volveu-se mais precocemente que a dos animais de outros grupos genéticos. Nas fêmeas, os menores ritmos de crescimento foram das puras em relação às mestiças com Texel e Ile de France, mostrando que, para o abate de fêmeas, que depositam muita gordura, a raça Santa Inês pode ser uma opção para obtenção de lombo com menor quantidade de gordura. Segundo Rosa et al. (2005), a gordura é o tecido de maior variabilidade no animal, tanto do ponto de vista quantitativo quanto de distribuição. De acordo com Hegary et al. (2006), a deposição de tecido adiposo na região do lombo pode ser influenciada pela genética da raça paterna em cruzamentos, o que explica as diferenças encontradas.
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O EFEITO DA PRESSÃO SELETIVA COM PRAZIQUANTEL NA DIVERSIDADE GENÉTICA DA

O EFEITO DA PRESSÃO SELETIVA COM PRAZIQUANTEL NA DIVERSIDADE GENÉTICA DA

Os alelos mais freqüentes são diferentes em vermes fêmeas e machos em todos os loci na população LEi. Na população LE foram encontrados os mesmos alelos nos loci Smbr 5 e Doo3 (Tabela 11).As distribuições genotípicas e alélicas diferem quanto à gerações da mesma população, ao sexo do parasito, a populações analisadas e aos loci estudados (Tabelas 10, 11 e 12). A variabilidade encontrada em cada locus pode ser aleatória, o processo de indução de resistência pode ter contribuído para a variação no número e freqüência genótipica e alélica. No entanto, outros fatores como a diferenciação das populações determinada pela seleção aleatória de populações de laboratório, o isolamento destas populações para o estudo de diferentes gerações do parasito, diferenças entre o sexo dos parasitos e diferentes pressões seletivas sobre cada locus de microssatélites usado não devem ser desconsideradas.
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Medidas morfométricas de fêmeas e machos de Oncideres dejeani Thompson, 1868 (Coleoptera: Cerambycidae).

Medidas morfométricas de fêmeas e machos de Oncideres dejeani Thompson, 1868 (Coleoptera: Cerambycidae).

Quando não existem diferenças estruturais, de maneira geral, entre as antenas de machos e fêmeas, somente no comprimento das mesmas, como é o caso da maioria dos insetos da família Cerambycidae, ordem Coleoptera HANKS et al. (1996) relatam que o sucesso de acasalamentos depende da taxa de deslocamento e da extensão que atingem as antenas dos machos, portanto, as fêmeas não teriam vantagens em possuir antenas maiores, sugerindo uma explicação evolutiva para o dimorfismo sexual.

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DESEMPENHO DE FRANGOS DE CORTE, SEXADOS, SUBMETIDOS A DIETAS FORMULADAS PELOS CONCEITOS DE PROTEÍNA BRUTA versus PROTEÍNA IDEAL.

DESEMPENHO DE FRANGOS DE CORTE, SEXADOS, SUBMETIDOS A DIETAS FORMULADAS PELOS CONCEITOS DE PROTEÍNA BRUTA versus PROTEÍNA IDEAL.

A análise do IEN evidenciou diferenças significativas (p < 0,05) entre todos os tratamentos, sendo que os machos alimentados dentro do conceito de PI foram superiores quanto à eficiência nutricio- nal, sendo 5,8% mais eficientes. Entre as fêmeas, o melhor IEN obtido foi para aquelas aves alimentadas mediante o conceito de PI, que apresentaram um diferencial de 5,6% superior em relação às fêmeas que compunham o outro tratamento. Quando compa- rados os sexos, os machos apresentaram uma melhor eficiência de utilização dos nutrientes em relação às fêmeas.
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Estudo morfométrico de rins de primatas Callithrix jacchus em cativeiro

Estudo morfométrico de rins de primatas Callithrix jacchus em cativeiro

Na morfometria microscópica, não foram observadas diferenças significativas entre rim direito e esquerdo e machos e fêmeas, em relação à quantificação e mensuração da área glomerular (p > 0,05), mas foram observadas, para estes mesmos parâmetros, diferenças entre idade dos animais, onde animais mais jovens (grupo 1) apresentaram menor número de glomérulos quantificados (p = 0,004) porém com maior área glomerular (p < 0,001) e o inverso ocorreu para os animais mais velhos (grupo 2). Em relação à saúde dos animais a área glomerular média foi maior para animais com alteração nos exames (p = 0,036) e apesar de não haver diferença significativa (p = 0,070), existe uma indicação de que o número de glomérulos quantificados em animais com alteração nos exames é menor que em animais sadios, tanto no grupo 1 (168,80 ± 27,21; 182,80 ± 27,4) como no grupo 2 (198,29 ± 18,03; 227,33 ± 14,36).
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Endogamia em um rebanho da raça Guzerá

Endogamia em um rebanho da raça Guzerá

A Tabela 5 mostra o número de observações, as médias observadas e estimadas pelo método dos qua- drados mínimos, segundo o modelo 2, para machos e fêmeas em conjunto, por classe de endogamia. Como se observa, houve decréscimo nas médias estimadas, a partir da classe de animais não endogâmicos (F=0) até a terceira classe (animais com mais de 10% de endogamia). No entanto, as diferenças não foram significativas, como pode ser verificado na Tabela 6, a qual apresenta o resumo das análises de variância dos diversos pesos estudados, com os animais agrupados por classe de F (modelo 2). As médias estimadas dos animais endogâmicos (ponderadas) e não-endogâmicos foram, para PN, P8, P12, P18 e P24, respectivamente 27,1 e 27,2 kg, 147,7 e 148,7 kg, 183,4 e 185,4 kg, 234,5 e 238,9 kg e 292,9 e 294,7 kg. A interação sexo x classe de F sobre esses pesos também não foi significativa.
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Observações sôbre o ciclo evolutivo do Triatoma arthurneivai, em condições de laboratório (Hemiptera, Reduviidae).

Observações sôbre o ciclo evolutivo do Triatoma arthurneivai, em condições de laboratório (Hemiptera, Reduviidae).

Quanto às diferenças observadas, em relação ao tempo médio de evolução entre machos e fêmeas, isto é, o tempo médio destas foi bastante maior que o daqueles, talvez possa ser explicado p[r]

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História natural das serpentes das região de Munhoz, sul de Minas Gerais, Serra da...

História natural das serpentes das região de Munhoz, sul de Minas Gerais, Serra da...

Diferenças sexuais na dieta podem estar relacionadas ao tamanho do corpo e da cabeça (SHINE, 1991; SHINE, 1994; FORSMANN, 1994), e em espécies peçonhentas essa variação na dieta pode vir acompanhada de variação nas atividades biológicas de seus venenos (FURTADO; TRAVAGLIA-CARDOSO; ROCHA, 2006; ZELANIS; TRAVAGLIA-CARDOSO; FURTADO, 2008). Em algumas espécies as divergências sexuais na dieta podem diminuir a competição por recursos entre os sexos de uma mesma espécie (SHINE, 1991). Em B.neuwiedi lagartos foram ingeridos apenas por indivíduos jovens, e as aves por fêmeas adultas, em conformidade com a literatura que afirma que presas ectotérmicas são ingeridas principalmente por serpentes jovens, e presas endotérmicas, de maior porte, por indivíduos adultos (SAZIMA, 1992; MARTINS; MARQUES; SAZIMA, 2002; MORAES, 2008). As fêmeas de B. neuwiedi são mais robustas e possuem corpo maior do que os machos. E, embora não tenha sido encontrado dimorfismo sexual no comprimento relativo da cabeça, as fêmeas possuem o corpo maior, são mais robustas, e conseqüentemente possuem comprimento da cabeça maior do que os machos (dados absolutos), portanto aptas a ingestão de presas mais volumosas, como aves.
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Geographical distribution and morphological analysis of Artibeus lituratus Olfers and Artibeus fimbriatus Gray (Chiroptera, Phyllostomidae) in Rio Grande do Sul, Brazil.

Geographical distribution and morphological analysis of Artibeus lituratus Olfers and Artibeus fimbriatus Gray (Chiroptera, Phyllostomidae) in Rio Grande do Sul, Brazil.

Quando inexistiram diferenças significativas, as medidas de machos e fêmeas foram reunidas em um só grupo, para a comparação entre as duas espécies.. O aplicativo estatístico usado [r]

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Development of Podisus nigrispinus (Dallas) (Heteroptera, Pentatomidae) fed with Zophobas confusa Gebien (Coleoptera, Tenebrionidae) compared with two another alternative preys.

Development of Podisus nigrispinus (Dallas) (Heteroptera, Pentatomidae) fed with Zophobas confusa Gebien (Coleoptera, Tenebrionidae) compared with two another alternative preys.

A duração entre estádios e da fase ninfal, para ninfas que originaram machos e fêmeas, não apresentou diferença significativa, mas registrou-se tendência de maiores diferenças[r]

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Atividade de buprofezin sobre a cigarrinha verde do feijoeiro Empoasca kraemeri (Ross & Moore, 1957) (Hemiptera, Cicadellidae) em condições de laboratório.

Atividade de buprofezin sobre a cigarrinha verde do feijoeiro Empoasca kraemeri (Ross & Moore, 1957) (Hemiptera, Cicadellidae) em condições de laboratório.

No tratamento em que só as fêmeas foram previamente tratadas, a redução na longevidade foi da ordem de 24 e 16% para fêmeas e machos, respectivamente. Entretanto, a maior redução na longevidade foi notada quando somente os machos foram previamente contaminados com buprofezin a 1000 mg L -1 . Neste caso, verificou-se redução na longevidade para fêmeas e machos de 41 e 53%. As fêmeas deste tratamento, apesar de não receberem o inseticida diretamente, mostraram longevidade bem abaixo da observada quando o receberam via contato residual. Os machos, foram ainda mais prejudicados pelo inseticida buprofezin quanto a longevidade, quando comparado às fêmeas. Não se sabe por que isto acontece: ou a ausência precoce dos machos levaria a redução na longevidade das fêmeas, ou o inseticida buprofezin age sobre algum fator nos machos que seriam transferidos durante a cópula para as fêmeas e que determinaria menor longevidade destas. A redução no número de ovos colocados por parcela foi da ordem de 28 e 42%, quando somente fêmeas ou machos foram previamente contaminados com buprofezin a 1000 mg L -1 , respectivamente. Entretanto, o ritmo de postura, que leva em consideração a longevidade, não apresentou diferenças entre os tratamentos (Tabela 5).
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Estudos cariotípicos de peixes da família Sciaenidae (Teleostei, Perciformes) da região de Cananéia, SP, Brasil: 2. Sobre o cariótipo de Menticirrhus americanus (Linnaeus, 1758).

Estudos cariotípicos de peixes da família Sciaenidae (Teleostei, Perciformes) da região de Cananéia, SP, Brasil: 2. Sobre o cariótipo de Menticirrhus americanus (Linnaeus, 1758).

。ュ・ョゥセ。ョセN@ Apesar de terem sido constatadas diferenças cario- típicas entre machos e fêmeas de muitas especies de peixes, tais diferenças não constituem regra geral [r]

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Puberdade de fêmeas e machos em um rebanho da raça gir

Puberdade de fêmeas e machos em um rebanho da raça gir

precoces à puberdade. Com bom manejo e melhoramento genético, a puberdade, avaliada pelo primeiro cio, tem sido alcançada dos 15 aos 18 meses de idade nas raças zebuínas. No entanto, Nogueira (2004) relata idades bem mais tardias para as raças zebuínas criadas no Brasil, com idades mínimas para puberdade de 34 meses. Diversos estudos permitiram concluir que existem diferenças na idade e peso corporal à puberdade entre as várias raças de bovinos. De acordo com Silva et al. (2005) os bovinos de origem europeia Bos taurus taurus, atingem a puberdade mais precocemente do que os de origem zebuína Bos taurus indicus.
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Biologia reprodutiva de Cercosaura schreibersii (Squamata, Gymnophthalmidae) e Cnemidophorus lacertoides (Squamata, Teiidae) no escudo Sul-Riograndense, Brasil.

Biologia reprodutiva de Cercosaura schreibersii (Squamata, Gymnophthalmidae) e Cnemidophorus lacertoides (Squamata, Teiidae) no escudo Sul-Riograndense, Brasil.

são muito semelhantes ao observado para o pequeno “lagarto-voador” Draco melanopogon, onde fêmeas apresentam maior CRC que machos e um número fixo e reduzido de ovos (2 ovos) por desova (Shine et al. 1998). Para esta espécie foi sugerido que a evolução na locomoção (vôo) poderia ter aumentado o grau em que a gravidez afetaria a habilidade locomotora das fêmeas ovígeras. Desta forma, um número reduzido de ovos favo- receria o “vôo” na espécie. Apesar de C. schreibersii ser um lagarto estritamente terrestre, possui um corpo extremamente alongado, ofioforme, que favorece sua rápida locomoção sob denso gramado e por entre pequenas rochas de afloramentos graníticos do Escudo Sul- Riograndense. O formato ofioforme do corpo parece comum a todas as espécies da família Gymnophtalmidae (Doan 2003). Diehl (2007) observou interessantes e significativas diferenças no tamanho dos membros e distância entre os membros posteriores e anteriores de machos e fêmeas em uma população do Planalto das Araucárias, onde machos apresentaram os membros significativamente mais longos do que os das fêmeas de mesmo CRC e fêmeas apresentaram maior Figura 7. Distribuição sazonal do comprimento rostro-cloacal (CRC) em
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Composição centesimal e teor de colesterol na carne de eqüinos (Equus caballus, Linneaus, 1758) machos e fêmeas agrupados por peso de carcaça.

Composição centesimal e teor de colesterol na carne de eqüinos (Equus caballus, Linneaus, 1758) machos e fêmeas agrupados por peso de carcaça.

A análise de variância não revelou diferenças (p>0,05) dos fatores sexo e categorias de peso ao abate sobre os percentuais de umidade, proteína, cinzas e gor- dura nos músculos LD e SM. Os resultados médios encontrados neste trabalho para umidade variaram de 74,55 a 76,77g/100g. Esses resultados foram semelhantes aos valores encontrados por Dufey (1999) que, anali- sando carne de eqüinos de diferentes idades e níveis de maturação da carne, observou valores médios de 74,43 g/100g de umidade. Entretanto, Badiani et al. (1997) encontraram valores mais baixos de umidade 71,57g/100g, quando analisaram carcaças de cinco ani- mais entre 5 a 10 anos. Em relação a outras espécies, Bragagnolo & Rodriguez-Amaya (1995) citaram médias de umidade em suínos de 73g/100g e em contrafilé de bovinos de 68g/100g. Em ovinos de diferentes raças e pesos ao abate de 15, 25, 35 e 45 kg, Prado (2000) observou que os teores de umidade foram de 76,9%; 75,9%; 74,9% e 73,9% para os animais da raça Berga- mácia e 76,0%; 74,9%; 73,9% e 72,9% para os animais da raça Santa Inês, respectivamente, ou seja, animais mais leves mostraram maior teor de umidade do que animais mais pesados. Resultados semelhantes em ovi- nos foram citados por Bonagurio (2001) e Souza (2001). Em touros jovens da raça Nelore com idade de 690 e 780 dias e carcaças tipificadas pela Inspeção Federal e classificadas como B (Sistema B R A S I L), Abularach et al. (2004), analisando as características de qualidade da carne, observaram que a média de umidade foi de 75,65%.
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Suscetibilidade de linhagens de frangos de corte à síndrome ascítica.

Suscetibilidade de linhagens de frangos de corte à síndrome ascítica.

As aves da linhagem Cobb apresentaram o menor ganho de peso (Tabela 2). Nas últimas três semanas, as aves das linhagens Hubbard e Ross igualaram os seus ganhos de peso, evidenciando que as diferenças nas curvas de crescimento devem-se a características ge- néticas. Diferenças no ganho de peso entre linhagens foram também observadas por Orr et al. (1984), Lovatto (1989) e Gonzales et al. (1998). Em relação ao sexo, a partir da quarta semana, houve um ganho de peso maior por parte dos machos em 10,2%, em relação ao obser- vado nas fêmeas. Estes dados confirmam a maior pre- cocidade dos machos, os quais, na maioria das vezes apresentam um melhor ganho de peso em relação às fêmeas (Santos, 1977; Campos et al., 1979; Barbosa, 1992).
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Desempenho de cordeiros machos inteiros, machos castrados e fêmeas, alimentados em confinamento.

Desempenho de cordeiros machos inteiros, machos castrados e fêmeas, alimentados em confinamento.

Os maiores consumos diários de matéria seca encontrados pelos autores citados acima, podem ser explicados pela menor idade dos cordeiros do presente trabalho, o que determina uma melhor eficiência de utilização de alimento e também um menor desenvolvimento do trato digestivo, o que resulta em consumo inferior. Em relação aos trabalhos desen- volvidos por ARAÚJO (1996) e PIRES et al. (1996), as diferenças encontradas podem também terem sido determinadas pela qualidade do alimento utilizado por esses autores na alimentação dos animais, pois utilizaram como volumoso, respecti- vamente, feno de azevém e feno de mi- lheto.
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Aspectos da história natural de Astyanax scabripinnis Jenyns (Teleostei, Characidae) em um riacho de floresta com araucária no sul do Brasil.

Aspectos da história natural de Astyanax scabripinnis Jenyns (Teleostei, Characidae) em um riacho de floresta com araucária no sul do Brasil.

G URGEL 1995, S CHIFINO et al. 1998, T AKEUTI et al. 1999), inclusive para Astyanax (N OMURA 1975), o que pode estar relacionado a diversos fatores, como taxas de crescimento diferenciado, mai- or mortalidade dos machos, maior longevidade das fêmeas ou até mesmo à suscetibilidade aos aparelhos de pesca utilizados. Desconsiderando-se a seletividade do método de captura, a idéia de taxas de crescimento diferenciadas entre os sexos pa- rece bastante plausível, tendo em vista as diferenças observadas na estrutura em tamanho e nos parâmetros da relação entre o peso e o comprimento total. Embora machos e fêmeas tenham apresentado crescimento praticamente isométrico, com os valo- res do coeficiente angular próximos a três, o fator de condição apresentou diferenças significativas entre os sexos e as estações do ano. De acordo com L E C REN (1951), essas diferenças podem
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