Dificuldade intelectual e desenvolvimental (DID)

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O contributo da intervenção psicomotora em meio aquático na qualidade de vida de adultos com dificuldade intelectual e desenvolvimental

O contributo da intervenção psicomotora em meio aquático na qualidade de vida de adultos com dificuldade intelectual e desenvolvimental

A Dificuldade Intelectual e Desenvolvimental na sua mais recente definição relaciona os serviços e os apoios adequados que permitem aos indivíduos ser mais autónomos e independentes. O constructo da Qualidade de Vida com base nos paradigmas atuais, associa as necessidades pessoais e profissionais tendo em conta os objetivos e o contexto em que estes indivíduos com dificuldades intelectuais e desenvolvimentais estão inseridos. A Intervenção Psicomotora é fundamental pois permite um desenvolvimento total e harmonioso a nível motor, emocional, social e cognitivo. O Meio Aquático é um contexto onde, também, é possível organizar atividades lúdicas e pedagógicas, com resultados provenientes de investigações apontando para benefícios ao nível da autoestima, motivação, autoconceito, capacidades cognitivas e controlo postural, que por sua vez, irão contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos com DID. Neste âmbito, o presente artigo procura analisar, sob o ponto de vista teórico, o possível contributo que a intervenção psicomotora em meio aquático poderá deter na melhoria quer das competências do meio aquático, quer da qualidade de vida, de adultos com dificuldades intelectuais e desenvolvimentais.
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Acertando o passo! Falar de deficiência mental é um erro: deve falar-se de dificuldade intelectual e desenvolvimental (DID). Por quê?.

Acertando o passo! Falar de deficiência mental é um erro: deve falar-se de dificuldade intelectual e desenvolvimental (DID). Por quê?.

RESUMO: a nova concepção e terminologia adotada pela língua inglesa no contexto da ainda designada “deiciência mental” parece ter alcançado um consenso estável e satisfatório face às expectativas que a sociedade deve esperar das populações com esse diagnóstico, enfatizando agora o impacto que as exigências do envolvimento detém no desenvolvimento individual, reforçando-se, assim, a necessidade emergente da alteração de mentalidades e atitudes para com estas populações. Para este efeito, o presente artigo introduz uma nova proposta de alteração da terminologia em português de deiciência mental/intelectual para “diiculdade intelectual e desenvolvimental”, explicitando e fundamentando as razões para a mesma.
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Estudo da Qualidade de Vida de jovensadultos com Dificuldade Intelectual e Desenvolvimental através da aplicação da Escala de Qualidade de Vida da OMS (WHOQOL-100)

Estudo da Qualidade de Vida de jovensadultos com Dificuldade Intelectual e Desenvolvimental através da aplicação da Escala de Qualidade de Vida da OMS (WHOQOL-100)

Devido ao facto de não se ter verificado a normalidade para todas as variáveis (uma vez que se verificaram valores de significância inferiores a 0.05 em alguns dos[r]

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O processo de envelhecimento numa população adulta com défice intelectual e desenvolvimental, DID: “perfil de funcionalidade”

O processo de envelhecimento numa população adulta com défice intelectual e desenvolvimental, DID: “perfil de funcionalidade”

O envelhecimento demográfico da população associado aos avanços científicos fez com que esse fenómeno se estendesse à população com dificuldade intelectual e desenvolvimental. O processo de envelhecimento na população com DID acarreta novas formas de dependência, carências e perdas que, associadas à deficiência assumem contornos de dupla vulnerabilidade: ser idoso e ser deficiente. Objetivos, deste estudo foram caraterizar o perfil de funcionalidade numa população adulta com DID e apurar de que forma é que os aspectos sociodemográficos, condição de saúde, estado nutricional e redes socias de apoio interferem nesse perfil. Metodologia, aplicou-se a Escala de Comportamento Adaptativo versão Portuguesa a uma amostra de 40 indivíduos com DID, procedeu-se ao estudo da relação entre os vários domínios da escala e os diferentes aspetos anteriormente mencionados. Resultados, apontam para o fato, de tal como na população em geral, o processo de envelhecimento desta população variar em função do estado de saúde, das limitações da própria deficiência e da existência de sistema de apoios mais do que a idade cronológica. Conclusão, o envelhecimento da população com DID é um fenómeno recente sendo por isso importante ter um conhecimento mais aprofundado das suas caraterísticas e necessidades. A ECAP revelou ser um instrumento que permite avaliar o desempenho funcional desta população distinguindo-a da restante população idosa contribuindo assim, para o desenvolvimento de planos e programas de intervenção mais adequados.
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Helicopter parenting instrument: estudos psicométricos iniciais com adultos emergentes

Helicopter parenting instrument: estudos psicométricos iniciais com adultos emergentes

Baby Boomers que priorizou a educação dos filhos como objetivo de vida (Gallo & Gallo, 2001). Importa também considerar as alterações nos padrões sociais e culturais dos países industrializados que levaram a que as tarefas que marcavam o início da idade adulta, como o casamento e a parentalidade, fossem adiadas (Mendoça, Andrade, & Fontaine, 2009). Foi neste contexto que surgiu a proposta da definição de uma nova etapa desenvolvimental – a adultez emergente (Arnett, 2004, 2015). Esta foi descrita através da experienciacão de um conjunto de processos psicológicos específicos: exploração da identidade (exploração de diferentes áreas da vida à medida que os adultos emergentes estabelecem compromissos e que se autodefinem); experimentação de possibilidades (exploração de diversas oportunidades e possibilidades); sentimento de ambiguidade (perceção ambígua de si, ou seja, a tendência de que os adultos emergentes não se sintam nem adolescentes nem adultos); negatividade (instabilidade e sobrecarga associadas aos desafios experienciados); e autocentração (autonomia e a liberdade pessoal) (Arnett, 2015; Baggio, Iglesias, Studer, & Gmel, 2015; Gonçalves & Barros, 2008). Em Portugal, bem como noutros países mediterrânicos, a inexistência de medidas sociais de apoio à autonomia dos adultos emergentes tende a reforçar os laços familiares, a acentuar o papel de suporte da família e a atrasar o processo de autonomização (Brandão, Saraiva, & Matos, 2012; Guerreiro & Abrantes, 2004), podendo também contribuir para a manutenção de uma parentalidade inadequada nesta etapa desenvolvimental dos filhos.
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Hemoglobinas anormais e dificuldade diagnóstica.

Hemoglobinas anormais e dificuldade diagnóstica.

As hem ogl obi n a s hu m a n a s, com pa d r ã o d e her a n ça d efi n i d o geneticamente, apresentam variações polimórficas características dentro de nossa população, na dependência dos grupos raciais que formam cada região. Aparecem sob a forma de variantes de hemoglobinas ou talassemias, sendo mais freqüentes, no Brasil, os tipos variantes S e C e as talassemias alfa e beta, todas na forma heterozigota. Durante o ano de 1999, amostras de sangue de 506 indivíduos com anemia a esclarecer ou que já passaram por alguma triagem de hemoglobinopatias foram encaminhadas ao Centro de Referência de Hemoglobinas da UNESP, pa r a con fi r m a çã o d i a gn ósti ca e su bm eti d a s a pr oced i m en tos eletroforéticos, análises bioquímicas e citológicas, para caracterização das hemoglobinas anormais. O objetivo do presente estudo foi verificar quais tipos de hemoglobinas anormais apresentam maior dificuldade diagn óstica. As amostras foram proven ien tes de 24 cidades de doze estados. Os r esu ltados m ostr ar am qu e 354 i n di vídu os ( 69,96%) apresentaram hemoglobinas anormais, sendo 30 Hb AS (5,93%), 5 Hb AC (0,98%), 76 sugestivos de talassemia alfa heterozigota (15,02%), 134 sugestivos de talassemia beta heterozigota (26,48%) e 109 com ou tr as for mas de hemoglobi n as an or mai s (21,54%), qu e i n clu em var i an tes r ar as e i n ter ações de di fer en tes for mas de talassemi as e hemoglobinas variantes. Concluiu-se que, apesar da melhoria técnica ofereci da atualmen te e a con stan te formação de recursos human os capacitados, as talassemias em sua forma heterozigota (210 indivíduos – 41,50%) são responsáveis pela maior dificuldade diagnóstica, seguido d a ca r a cter i za çã o d e va r i a n tes r a r a s e for m a s i n ter a ti va s d e hemoglobinopatias (109 indivíduos – 21,54%), sugerindo que se deve aumentar a capacidade de formação de pessoal e as informações a respeito destas alterações genéticas em nossa população.
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Síndrome de dificuldade respiratória aguda

Síndrome de dificuldade respiratória aguda

148. Meduri GU, Belenchia JM, Estes RJ, et al. Fibroproliferative phase of ARDS. Surfactant medication for acute respiratory distress syndrome. Mikawa K, Akamatsu H, Maekawa N, et al. In[r]

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DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM NA LEITURA E NA ESCRITA

DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM NA LEITURA E NA ESCRITA

Quanto ao fracasso escolar não ocorre só através da dificuldade na ou de aprendizagem, mas como foi explicitado acima, depende de outros fatores. Na escola deve haver psicopedagogo e sala de recurso para justamente detectar o que está ocasionando a aprendizagem lenta do aluno, assim realizar uma analise do quadro desse discente. Conforme a resposta, esse aluno terá um acompanhamento do psicopedagogo no contra turno na sala de recurso , na qual tem uma estrutura pedagógica adequada para proporcionar um ensino que venha dar condições melhor na vida educacional, social e no contexto familiar na qual está inserida.
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Ensino Desenvolvimental: contribuições à superação do dilema da didática.

Ensino Desenvolvimental: contribuições à superação do dilema da didática.

RESUMO – Ensino Desenvolvimental: contribuições à superação do dile- ma da didática. O artigo problematiza a formação de professores nos cursos de Licenciatura, em particular no de Pedagogia, apontando o dilema que aí se faz presente acerca da didática fundamental e didáticas específicas. Partindo da defesa da ideia de que para ensinar na educação básica é in- dispensável superar esse dilema, descreve-se a teoria do ensino desenvol- vimental e argumenta-se sobre suas contribuições para o enfrentamento desse dilema, tendo em vista o alcance do objetivo mais primordial da edu- cação básica: a aprendizagem consciente e crítica dos conteúdos escolares como condição essencial aos alunos na compreensão e análise do mundo em que vivem.
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POR UMA DIDÁTICA DESENVOLVIMENTAL DA SUBJETIVIDADE NO ENSINO DE MÚSICA NA ESCOLA

POR UMA DIDÁTICA DESENVOLVIMENTAL DA SUBJETIVIDADE NO ENSINO DE MÚSICA NA ESCOLA

Na aula seguinte, uma semana depois, ao me reverem muitos alunos ansiosos perguntavam se naquele dia executariam a música Fico assim sem você. Diante o questionamento respondi que não sabia se deveríamos prosseguir no estudo da música em questão, haja vista que eles ficavam chorosos. Então ouvi o apelo de uma das alunas: “por favor professora, vamos cantar, essa música é muito importante prá gente!”. O trabalho com a música seguiu seu curso, mas, naquele dia, centrou-se na exploração dos instrumentos que seriam empregados em seu acompanhamento. Nesse processo, atenção especial foi dada à compreensão da estrutura métrica da obra e da execução do acompanhamento rítmico no cajón 71 e em outros instrumentos de percussão. Assim, cada criança pôde perceber e experimentar a realização rítmica, expressando satisfação, prazer, alegria em tocar, e, ao mesmo tempo, o empenho e a concentração necessários para dar conta do desafio, sobretudo considerando a execução do cajón. Especificamente no que tange à execução desse instrumento, alguns demonstravam dificuldade, ansiedade e medo, enquanto outros, confiança e destreza. Ainda assim, todos pareciam entusiasmados, tendo a oportunidade e o auxílio necessário para conseguirem tocar, já que para a maioria das crianças essa tarefa era desafiadora os colocando em sua área desenvolvimento potencial.
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Dificuldade de aprendizagem nos centros educacionais

Dificuldade de aprendizagem nos centros educacionais

O presente trabalho enfatiza a questão da Dificuldade de Aprendizagem nos Centros Educacionais sentida pelos jovens menores infratores no âmbito educacional. Além disso, contextualiza de maneira histórica a criação dos Centros Educacionais até os dias atuais, Outro aspecto a ser abordado no trabalho diz respeito a educação Escolar entre as grades e ressalta ainda a Teoria da Aprendizagem, as Dificuldades de Aprendizagens e as Medidas Sócio-educativas que visam a reinserção dos jovens infratores a sociedade. A pesquisa faz referência a dificuldade de aprendizagem nos centros educacionais. Nossa referencia bibliográfica baseia-se em diversos autores e na Lei Federal que destaca o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente e prevê medidas com caráter pedagógico, visando a ressocialização do adolescente.Observou-se que as medidas sócio-educativas não vem o adolescente aprendizagem dos jovens que as como infrator,mas também como vitima.Constatou-se ainda na pesquisa que a família tem um papel fundamental no acompanhamento escolar a fim de junto com os centros educacionais identificarem as causas de tais dificuldades para que assim possam resolve-las. Além disso destacamos o papel do educador como facilitador no processo de aprendizagem.
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Fatores de risco na gagueira desenvolvimental familial e isolada.

Fatores de risco na gagueira desenvolvimental familial e isolada.

Os resultados dessa pesquisa sugerem que a reação e atitude familiar independem da presença ou não de outro parente com gagueira. No entanto, não foi objetivo do estudo investigar os fatores de risco relacionados com o grau de parentesco do familiar afetado. Sabe-se que o risco de recorrência é maior quando o familiar afetado é de primeiro grau, portanto, investigações futuras poderão analisar a reação e atitude familiar no grupo de gagueira desenvolvimental familial com afetados de primeiro grau, em comparação ao grupo com afetados de segundo e terceiro graus.
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Gagueira desenvolvimental persistente familial: disfluências e prevalência.

Gagueira desenvolvimental persistente familial: disfluências e prevalência.

Participaram desta pesquisa 30 adultos com gagueira desenvolvimental persistente familial, de 18 a 53 anos (X= 31, DP=8,9), sendo 20 do sexo masculino e 10 do sexo feminino. Esses adultos são referidos como probandos, termo esse comumente utilizado nos estudos de genética, e diz respeito ao primeiro membro da família afetada que procura atendimento para tratamento.

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Qual pedagogia para aos alunos em dificuldade escolar?.

Qual pedagogia para aos alunos em dificuldade escolar?.

É importante, contudo, determinar o alcance preciso dos resultados que foram analisados nestas páginas. As meta-análises repousam, é bom lembrar, sobre uma série de estudos realizados segundo o modelo grupo experimental versus grupo de controle, chamado esquema GE – GC. Ademais, o cálculo da amplitude do efeito utiliza essencialmente as médias obtidas num e noutro gru- po. A eficácia de que falamos aqui, corresponde, portanto, a uma medida to- mada sobre o conjunto do grupo. Ou seja, é preciso interpretar os resultados das meta-análises como indicações sobre o que mais convém ao conjunto dos alunos. Pois, infelizmente, os estudos que abordam o efeito de parâmetros determinados (o nível de domínio estipulado, o número de testes formativos, o uso de procedimentos corretivos etc.) não fornecem estimativa diferencial segundo o nível dos alunos (fortes, médios e fracos). Ou então, e esta é a questão principal: o que convém ao conjunto dos alunos é suficiente para aque- les que se encontram em dificuldade escolar? Isso não quer dizer que não é preciso modular certos aspectos da AD tendo em vista esses alunos. Nada impede de pensar que é necessário diferenciar o nível de domínio em função do nível dos alunos. Da mesma forma, é possível perguntar se não seria o caso de propor mais testes formativos aos alunos que sentem mais dificuldade e, quando eles persistirem em tropeçar em certas dificuldades, propor-lhes pro- cedimentos corretivos. Pois, como já discutimos antes (Crahay, 2000), o fato de a eficácia média das experiências de AD não ser afetada pela ausência de atividade de reforço, significa provavelmente que a maioria dos alunos pode- se regular pelos feedbacks recebidos sobre seu desempenho nos testes formativos. Não vale a pena impor explicações ou exercícios suplementares nos casos em que a auto-regulação dos alunos pode ser suficiente. Entretanto, saber se é preciso recorrer a tal procedimento quando se constata que certos alu- nos estão longe de alcançar o nível de domínio na segunda aplicação do teste formativo já é uma outra questão.
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Heloísa Gomes Medeiros & Marcos Wachowicz, “A Sobreposição dos Direitos de Propriedade Intelectual no Software” - 953

Heloísa Gomes Medeiros & Marcos Wachowicz, “A Sobreposição dos Direitos de Propriedade Intelectual no Software” - 953

A sobreposição inclui toda sorte de arranjos entre direi- tos de propriedade intelectual, marca, patente, desenho indus- trial, segredo industrial, cultivar, direitos sui generis, concorrên- cia desleal e, principalmente, direito de autor, que surge justa- mente das lacunas e contradições que existem em tais proteções padrões. A organização mais comum de sobreposições entre es- ses direitos são: direito de autor/desenho industrial, direito de autor/marca, marca/desenho industrial, marca/patente, direito de autor/patente, patente/desenho industrial, patente/cultivar, direi- tos de propriedade intelectual/concorrência desleal. (DERCLAYE; LEISTNER, 2011, p. 5) Esse é um fenômeno que tende a expandir com a densidade de tecnologias que surgem, oferecendo novos bens e serviços que merecem proteção por meio de novas leis ou adaptações das já existentes. (QUAE- DVLIEG, 2005, p. 24, WILKOF, BASHEER, 2012-2013, p. lxxxii)
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Efeitos do treinamento físico sobre o perfil metabólico, ósseo, endócrino e leucocitário de ratos recém-desmamados

Efeitos do treinamento físico sobre o perfil metabólico, ósseo, endócrino e leucocitário de ratos recém-desmamados

individualizada, levando-se, por exemplo, em consideração o limiar anaeróbio dos ratos, possivelmente encontrar-se-ia diferença significativa, pois já está bastante relatado na literatura científica que o treinamento regular produz diferenças nos níveis glicogênicos musculares (WILSON & FOSTER, 1992; GOMES et al., 2005). Quanto aos aspectos relacionados ao tecido ósseo, analisando-se a Tabela 5 podemos conferir que o peso ósseo não demonstrou diferença significativa entre os grupos. Já o comprimento ósseo apresentou importante modificação, com o comprimento tibial do GT (40,00±0,14* mm) sendo menor que o GC (42,10±0,12 mm). A área tibial demonstrou menor valor para o GT (1,53±0,12 cm²) que para o GS (1,67±0,18 cm²), entretanto a diferença não foi estatisticamente significante. Observando-se os dados, pode-se inferir que o treinamento aplicado aos ratos foi capaz de trazer modificações quanto à estrutura óssea, mesmo levando em consideração que apenas o comprimento tibial apresentou diferença estatisticamente significativa. Pelas cobaias estarem num período desenvolvimental de acelerado metabolismo, os dados indicam que o protocolo de treinamento pode ter contribuído negativamente no crescimento ósseo dos jovens ratos, refletindo-se no peso ósseo, que apresentou tendência de aumento nos ratos submetidos ao treinamento físico, e também na área tibial, que teve tendência de redução no GT. Pode-se prever que uma maior densidade óssea pode ter sido resultante nos ratos treinados, adquirindo-se uma ossatura mais compacta, e, portanto, de menores área e comprimento tibial, mas de maior peso ósseo.
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Análise de SNPs nos genes SLC6A3 e DRD2 em portadores de gagueira desenvolvimental persistente do Estado de São Paulo

Análise de SNPs nos genes SLC6A3 e DRD2 em portadores de gagueira desenvolvimental persistente do Estado de São Paulo

A casuística deste estudo foi composta por 100 indivíduos: a) grupo amostral, com 50 probandos com gagueira persistente desenvolvimental familial, pertencentes à famílias distintas, já selecionadas em estudos preliminares de Canhetti-Oliveira (2004), Costa (2005), Domingues (2009), provenientes das clínicas escolas dos centros supracitados e selecionados independente do número de membros da família, sem distinção de sexo, raça, escolaridade e nível sócio-econômico-cultural, provenientes do Estado de São Paulo; b) grupo controle, com 50 indivíduos fluentes (alunos de graduação e pós-graduação) oriundos do Instituto de Biociências de Botucatu, sem vínculos acadêmicos com o grupo responsável pela pesquisa, e pareados por sexo.
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Em busca das origens desenvolvimentais dos transtornos mentais.

Em busca das origens desenvolvimentais dos transtornos mentais.

Pode-se entender a psicopatologia desenvolvimental como um modelo conceitual, a partir do qual estratégias de pesquisa são desenhadas, observações são interpretadas e teorias subsequentes são geradas. Nesse sentido, a psico pa- tologia desenvolvimental é uma das possíveis lentes através da qual a psicopatologia pode ser vista. Neste artigo, são discutidos conceitos e abordagens utilizados por esse modelo para compreender como e por que determinados in di víduos desenvolvem transtornos mentais. Inúmeros artigos de re- visão sobre diferentes aspectos dessa disciplina 2-4,10-13 foram
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Cuidado Desenvolvimental: assistência de enfermeiros de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal

Cuidado Desenvolvimental: assistência de enfermeiros de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal

Objetivo: analisar o Cuidado Desenvolvimental na assistência de enfermeiros ao Recém-Nascido crítico, em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Método: estudo qualitativo com 11 enfermeiros de Unidades de Terapia Intensiva Neonatal de um município do interior paulista que teve como base conceitual o Cuidado Desenvolvimental. A coleta de dados ocorreu a partir da observação não participante, pesquisa documental em prontuários e entrevista semiestruturada. O Interacionismo Simbólico foi adotado como referencial teórico, e a Análise de Conteúdo de Bardin, como método de análise. Resultados: os enfermeiros detêm conhecimento acerca do Cuidado Desenvolvimental, contudo, há dissonâncias com o fazer dos mesmos. A análise está apresentada a partir de duas categorias temáticas: “Cuidado Desenvolvimental na atuação do enfermeiro” e “Enfermeiro, família e Cuidado Desenvolvimental”. Considerações fi nais: é necessário avivar refl exões sobre a assistência do enfermeiro quanto ao Cuidado Desenvolvimental, e fomentar sensibilidade e percepção em relação ao executado e registrado.
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Perfil da fluência: análise comparativa entre gagueira desenvolvimental persistente familial e isolada.

Perfil da fluência: análise comparativa entre gagueira desenvolvimental persistente familial e isolada.

Participaram deste estudo 40 indivíduos, na faixa etária entre 6 e 42 anos de idade (média de idade de 14,7 anos, DP=9,69), sendo 33 do gênero masculino, e 7 do gênero feminino. Os partici- pantes foram divididos em dois grupos: grupo com Gagueira Desenvolvimental Persistente Familial, intitulado como PCGF (Pessoas Com Gagueira Familial) composto por 20 indivíduos não relacio- nados (pertencentes às famílias distintas) na faixa etária de 8 a 42 anos de idade (média 18,75 anos e DP=10,42) de ambos os gêneros (17 gênero masculino e 3 gênero feminino), e grupo com Gagueira Desenvolvimental Persistente Isolada intitulado como PCGI (Pessoas Com Gagueira Isolada) composto por 20 indivíduos na faixa etária de 6 a 28 anos de idade de ambos os gêneros (16 gênero masculino e 4 gênero feminino).
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