Diodo emissor de luz (LED)

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Uso do microcontrolador ESP8266 para acionamento de diodo emissor de luz (LED), utilizando banco de dados do google (realtimebase database).

Uso do microcontrolador ESP8266 para acionamento de diodo emissor de luz (LED), utilizando banco de dados do google (realtimebase database).

Nesse trabalho foi realizado o envio de diferentes comandos para um diodo emissor de luz (LED), utilizando para isso o microcontrolador NodeMCU ESP8266 12-E e banco de dados do google (realtimebase database). A abordagem apresentou a ela- boração e funcionamento prático via interface mobile de um sistema para monitora- mento eletrônico e controle digital (liga/desliga) do dispositivo. Foi utilizado um diodo emissor de luz (LED), um microcontrolador NODEMCU-ESP8266 12-E, um resistor de 220 Ohms, conectores do tipo jumpers e uma bateria de 3 volts.
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Efeito do diodo emissor de luz (LED) de alta potência sobre a retina de ratos

Efeito do diodo emissor de luz (LED) de alta potência sobre a retina de ratos

Efeito do Diodo Emissor de Luz (Led) de Alta Potência Sobre a Retina de Ratos 15 Dentre esses aparelhos fotoativadores à base de LED, há uma grande variação quanto à forma de apresentação e, principalmente, com relação à potência da luz emitida, que é o resultado da multiplicação do tempo de irradiação versus a intensidade de luz (mW/cm 2 ). Para atingir um nível adequado de polimerização, já foi comprovado que a intensidade da luz, o seu comprimento onda e o tempo de exposição são fatores essenciais, evitando futuras falhas que ocasionariam propriedades físicas ineficientes (LEONARD et al., 2002). Com o intuito de otimizar o tempo clínico e manter o grau de conversão das resinas dentro dos padrões adequados, a indústria lançou novos aparelhos apresentando maior potência com tempos menores de fotoativação, são os LEDs de alta potência que permitem uma rápida polimerização e maior estabilidade na emissão de luz (YOON et al, 2002; STAUDT, KREJCI e MAVROPOULOS, 2006; RUEGGEBERG, 2011).
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Avaliação da terapia fotodinâmica utilizando diodo emissor de luz (LED) na descontaminação de dentina bovina artificialmente cariado

Avaliação da terapia fotodinâmica utilizando diodo emissor de luz (LED) na descontaminação de dentina bovina artificialmente cariado

O objetivo deste trabalho foi avaliar a efetividade da terapia fotodinâmica na descontaminação de dentina bovina cariada artificialmente, utilizando o Photogem ® como agente fotossensibilizador e um diodo emissor de luz (LED) como fonte ativadora. Para este fim, foram obtidos, a partir de incisivos bovinos, espécimes em dentina que foram imersos em um meio de cultura estéril, acrescidos de Lactobacillus acidophilus 10 8 UFC e Streptococcus mutans 10 8 UFC. Em seguida, os espécimes foram submetidos a diferentes concentrações de fotossensibilizador : PA= 1mg/mL, PB= 2 mg/mL e PC= 3 mg/mL e diferentes doses de luz, 60s (D= 24 J/ cm 2 ) e 120s (D= 48 J/ cm 2 ) de aplicação. A análise estatística do resultado constituído pelo número das UFC por miligrama de dentina cariada, evidenciou que o uso do LED associado ao fotossensibilizador Photogem ® foi efetivo na redução bacteriana em dentina bovina cariada artificialmente, sendo o melhor efeito promovido pela aplicação do Photogem ® 2 mg/mL e 24 J/cm 2 de dose de luz (Fração de sobrevivência = 0,14). Quanto maior a concentração do fotossensibilizador, maior sua toxicidade na ausência de luz e maior sua interferência na observação do efeito da luz, quando aplicada.
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Efeito da terapia de fotobiomodulação por Diodo Emissor de Luz (LED) nas capacidades de força e resistência de atletas de ciclismo

Efeito da terapia de fotobiomodulação por Diodo Emissor de Luz (LED) nas capacidades de força e resistência de atletas de ciclismo

A fotobiomodulação é um mecanismo ergogênico efetivo, mas seu uso em termos de parâmetros, modelos de aplicação e comprimentos de onda é conflitante na literatura. Não há investigação dos potenciais efeitos cumulativos que ela possa gerar quando aplicados seqüencialmente sem a influência do treinamento, e qual é o melhor comprimento de onda para criar o melhor benefício para o desempenho. Objetivo: Analisar os efeitos agudos e crônicos da aplicação sequenciada da fotobiomodulação de diodo emissor de luz (LED) em diferentes comprimentos de onda nas capacidades de força e resistência à fadiga de atletas de ciclismo. Métodos: A amostra do estudo foi composta por 48 ciclistas do sexo masculino, distribuídos aleatoriamente em quatro grupos: Grupo LED Infravermelho (IR), Grupo LED Vermelho (RED), LED Infravermelho e Grupo Vermelho (IR / RED) e Grupo Sham. Os atletas foram submetidos à avaliação de desempenho por meio do teste incremental, VO2máx, análise de lactato sanguíneo, termografia infravermelha e avaliações isocinéticas. A aplicação da fotobiomodulação ocorreu em três dias consecutivos, o LED (180 J) foi aplicado no músculo quadríceps femoral bilateralmente, e após 24 horas da última aplicação, as reavaliações foram realizadas, seguidas de uma semana de fallow-up. Adotou-se um nível de significância de 5% e o tamanho do efeito calculado por Cohens'd. Resultados: Não houve diferenças significativas nas variáveis analisadas em nenhuma condição experimental (p> 0,05), porém um tamanho de efeito moderado pode ser observado para Pico de Torque a 60 ° / s MIE (0,67), Potência Média a 60 ° / s do MID (0,73) e MIE (0,65) e um grande tamanho de efeito no Pico de torque 60 ° / s do MID (0,98) no grupo IR / RED em comparação ao Sham 24 horas após a última aplicação, bem como um grande tamanho de efeito para o tempo total até a exaustão (1,98) e para o VO2max (6,96) e um tamanho de efeito moderado para iLAN (0,62) para o grupo IR / RED quando comparado ao Sham. Conclusão: A fotobiomodulação não associada ao treinamento não foi capaz de produzir um efeito cumulativo e aumentar a força e a resistência de ciclismo. No entanto, foram observados grandes e moderados efeitos na associação de dois comprimentos de onda – vermelho e infravermelho- sendo assim, tal associação parece apresentar melhores resultados quando comparado ao LED vermelho, e ao LED infravermelho, assim como ao Sham.
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Luz intermitente de lâmpadas de diodo emissor de luz "LED‟ no controle do florescimento em crisântemo (Dendranthema grandiflorum T.)Intermittent light of light emitting diode "LED" lamps in the control of flowering in chrysanthemum (Dendranthema grandiflo

Luz intermitente de lâmpadas de diodo emissor de luz "LED‟ no controle do florescimento em crisântemo (Dendranthema grandiflorum T.)Intermittent light of light emitting diode "LED" lamps in the control of flowering in chrysanthemum (Dendranthema grandiflorum T.)

Recentemente, diodo emissor de luz (LED) foi introduzido no processo produtivo como iluminação suplementar, por ter inúmeras vantagens em comparação com os sistemas de iluminação tradicional: alta eficiência, longa durabilidade, flexibilidade de cores, redução do consumo de potência elétrica, circuitos eletrônicos mais simples e mais confiáveis, não geração de calor, dimensões reduzidas e baixo impacto ambiental (MASSA et al., 2008). As características de emissão específica de comprimento de onda, aliadas ao baixo consumo de energia elétrica, potencializam a utilização eficiente de LED no controle de florescimento de PDC, pois influenciam características qualitativas e quantitativas do crescimento e morfogênese de várias espécies de plantas (HEO et al., 2003; HORI et al., 2011; YANG et al., 2012; YAMADA et al., 2011) inclusive do crisântemo (OCHIAI et al., 2015). Desta forma, pesquisas para avaliar os efeitos de lâmpadas de led no controle de florescimento de plantas de dia longo e dia curto, principalmente na cultura do crisântemo, vêm sendo realizadas no Setor de Floricultura do Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Viçosa. Entretanto, há necessidade de investigar o comportamento e desenvolvimento de plantas submetidas a diferentes intensidades e ciclos luminosos de lâmpadas de LED; observar a relação entre intensidade e ciclo de luz no controle do florescimento de crisântemo; determinar a menor intensidade e ciclo luminoso que efetivamente inibe o florescimento de crisântemo de vaso da variedade “Rage”. Permitindo assim, apontar parâmetros que auxilie no dimensionamento de um sistema de iluminação de LED que proporcione o controle eficiente do florescimento com ótima qualidade em plantas de crisântemo
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Terapia a Laser de baixa intensidade e diodo emissor de luz na viabilidade de retalho cutâneo randômico em ratos

Terapia a Laser de baixa intensidade e diodo emissor de luz na viabilidade de retalho cutâneo randômico em ratos

Introdução: O retalho cutâneo é um procedimento cirúrgico frequente na cirurgia plástica, tem como principal complicação a formação de necrose. Desta maneira, diversos estudos utilizaram o laser de baixa intensidade para aumentar a viabilidade de retalhos. Atualmente, os diodos emissores de luz tem sido introduzidos, como alternativa da luz laser. Objetivo: Avaliar o efeito da terapia a laser de baixa intensidade e diodo emissor de luz na viabilidade do retalho cutâneo randômico em ratos. Materiais e métodos: Foram utilizados 48 animais distribuídos em 4 grupos; em todos os animais foi realizado o retalho cutâneo randômico: grupo 1 simulação; grupo 2 radiação laser 660nm, com densidade de energia 5J/cm 2 ; grupo 3 radiação LED 630nm, 5J/cm 2 e grupo 4 radiação laser 660nm, 89J/cm 2 . A irradiação foi realizada após o ato operatório e nos 4 dias subsequentes, em 1 ponto a 2,5cm da base cranial do retalho. No 7º dia pós-operatório, foi avaliada a densidade vascular, número de mastócitos e porcentagem de área de necrose. Resultados: A porcentagem de necrose foi significativamente menor no grupo 3 (14,08%) e no grupo 4 (14,03%) em relação ao grupo 1 (28,70%) e ao grupo 2 (22,7%) com p<0,05. Na densidade vascular e número de mastócitos, somente os animais do grupo 3 apresentaram aumento significativo em relação ao grupo 1 (p<0,05). Conclusão: A terapia a laser de baixa intensidade e diodo emissor de luz com as mesmas energias totais foram eficientes no aumento da viabilidade de retalho cutâneo randômico em ratos.
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Terapia por diodo emissor de luz promove antihipersensibilidade, mas falha em acelerar regeneração nervosa após lesão do nervo ciático em camundongos

Terapia por diodo emissor de luz promove antihipersensibilidade, mas falha em acelerar regeneração nervosa após lesão do nervo ciático em camundongos

Estudos recentes demonstraram que a terapia por diodo emissor de luz (LEDT, do inglês, light-emitting diode therapy) apresenta atividade antinociceptiva em modelos animais de nocicepção aguda, além de ser capaz de estimular o processo de regeneração do tendão calcâneo em ratos. No entanto, sua possível atividade na hipersensibilidade e regeneração em modelos crônicos de neuropatia após lesão nervosa ainda não foi investigada. Com este objetivo, camundongos foram submetidos ao modelo de esmagamento do nervo ciático (ENC). Após sete dias, a LEDT (950 nm, a 80 mW/cm2, 2,5 J, a cada 24 horas por 15 dias) foi aplicada no local da lesão (grupo local) ou na face medial do membro posterior direito (grupo distal) dos animais operados. Os resultados obtidos demonstram que a LEDT, em ambos os locais de irradiação, reduziu efetivamente a hipersensibilidade mecânica induzida pelo ENC em relação ao grupo controle. Por outro lado, apenas no grupo distal a LEDT foi capaz de inibir a hipersensibilidade ao frio induzida pelo ENC. Além disso, a LEDT, no grupo distal, diminuiu os níveis de TNF-! e IL1-" na medula espinal e, no grupo local, diminuiu os níveis de TNF-! na medula espinal e nervo ciático dos animais submetidos ao ENC. Por fim, a LEDT não foi capaz de acelerar a recuperação da função motora, nem a regeneração nervosa dos animais. Em conjunto, estes dados fornecem, pela primeira vez, evidências que a LEDT promoveu anti-hipersensibilidade via diminuição dos níveis de citocinas pró-inflamatórias, tanto no nervo ciático como na medula espinal, mas não conseguiu acelerar a regeneração nervosa de camundongos submetidos à lesão por ENC.
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Efeito fotobiomodulador da terapia com diodo emissor de luz de baixa intensidade na inflamação muscular induzida por exercício em ratos

Efeito fotobiomodulador da terapia com diodo emissor de luz de baixa intensidade na inflamação muscular induzida por exercício em ratos

com diodo emissor de luz (LEDT), indicam que a fototerapia induz efeitos ergogênicos e recuperativos do músculo esquelético. No entanto, ensaios clínicos e pesquisas experimentais apresentam divergências no que diz respeito aos parâmetros a serem utilizados. OBJETIVO - Comparar o efeito de diferentes doses da LEDT (630 nm) na inflamação do músculo estriado esquelético induzida por exercício em ratos. MÉTODOS - Ratos Wistar foram divididos em cinco grupos experimentais (n=8/grupo): controle (CON), animais não submetidos ao protocolo de exercício; recuperação passiva (RP), animais que não receberam tratamento após a indução da inflamação; LEDT (1,2 J; 4,2 J ou 10,0 J), animais tratados com fototerapia após indução da inflamação. A inflamação muscular esquelética foi induzida por protocolo de 100 minutos de nado. Após o exercício, os animais dos grupos LEDT foram expostos à fototerapia nas doses de 1,2 J, 4,2 J ou 10,0 J sobre os músculos tríceps sural (gastrocnêmios e sóleo). Para avaliação da hiperalgesia mecânica com o von Frey eletrônico, os animais foram submetidos a avaliação antes e 24 horas após o procedimento de nado. Após 24 horas do nado, amostras sanguíneas foram coletadas para análise da atividade de creatina quinase (CK). O músculo sóleo foi retirado para análise histológica. Os dados foram expressos como média± erro padrão da média (EPM). Foi utilizado análise de variância seguido pelo Tukey post hoc. Para os dados histológicos foi realizada análise com Qui-quadrado seguido de correção de Yates. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Animais (Universidade Federal de Sergipe) sob nº 15/2013 e pelo Comitê de Ética em Uso de Animais (Universidade Estadual de Londrina) sob nº 124/2014. RESULTADOS - No grupo RP houve um aumento (p<0,0001) da atividade plasmática de CK (2.071±346 U/L) quando comparado ao grupo CON (683±103 U/L) e houve atenuação (p<0,0001) da resposta nos grupos tratados com LEDT (630 nm) com doses de 1,2 J (379±71 U/L), 4,2 J (599±131 U/L) ou 10,0 J (544±86 U/L). Em relação à hiperalgesia mecânica, o grupo RP apresentou redução (p<0,05) no limiar de retirada da pata (-11,9±1,9 g) quando comparado ao grupo CON (2,2±1,5 g) e apenas o grupo LEDT 4,2 J (-3,3±2,4 g) alterou esse limiar (p<0,05) quando comparado ao grupo RP. Na análise histológica, foi observada infiltração de leucócitos no músculo do grupo RP, além de áreas edemaciadas e necrosadas. Porém, menor infiltração foi observada nos animais tratados com as doses de 4,2 e 10,0 J.
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Reparação tecidual pulpar sob ação bioestimuladora do laser de baixa intensidade (LILT), e do diodo emissor de luz (LED): estudo em macacos prego

Reparação tecidual pulpar sob ação bioestimuladora do laser de baixa intensidade (LILT), e do diodo emissor de luz (LED): estudo em macacos prego

O estudo investigou os efeitos da radiação eletromagnética não ionizante emitidos pelos diodos LASER com comprimento de onda no espectro 688 m e 785 m, e diodo LED 635 ± 10 m, associados ao capeamento direto com hidróxido de cálcio em exposições pulpares mecânicas. Avaliou-se assim em dentes de macacos-prego a resposta pulpar baseado na morfologia das células pulpares, no processo inflamatório local, na formação da barreira mineralizada, e na organização do tecido pulpar nos diferentes grupos estudados. Discutiu-se também as diferentes fontes de emissão de radiação eletromagnética comparando os resultados obtidos de estimulação pulpar com os diodos LASER e LED, os quais apresentam energia coerente e não-coerente, respectivamente. Os resultado mostraram uma estimulação em todos os grupos irradiados com melhores resultados para o estímulo com LASER, quando comparado ao grupo tratado isoladamente com hidróxido de cálcio. Concluímos assim que a estimulação de energia eletromagnética LASER e LED associado ao capeamento pulpar direto com hidróxido de cálcio apresentou aceleração no processo de reparação tecidual. Porém, há necessidade de novos estudos com diferentes parâmetros de irradiação a fim de se obter protocolos cada vez mais eficientes para o estudo dos efeitos da luz sobre o processo de reparação pulpar.
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Avaliação da eficiência do diodo emissor de luz (LED) emitindo em 460 nm associado à curcumina na fotossensibilização letal de Candida albicans e de Aggregatibacter actinomycetemcomitans: Estudo in vitro

Avaliação da eficiência do diodo emissor de luz (LED) emitindo em 460 nm associado à curcumina na fotossensibilização letal de Candida albicans e de Aggregatibacter actinomycetemcomitans: Estudo in vitro

A terapia fotodinâmica antimicrobiana consiste em uma promissora técnica a ser utilizada como coadjuvante no tratamento de infecções orais. O tratamento se baseia na administração tópica de um fotossensibilizador que se acumula nas células microbianas, e na presença de luz de comprimento de onda adequado e oxigênio, promove reações fotoquímicas produzindo espécies químicas que levam a sensibilização letal dos microrganismos. Atualmente, na maioria dos consultórios odontológicos existem aparelhos emissores de luz que podem ser de dois tipos; aqueles que utilizam como fonte de luz uma lâmpada halógena, e os que empregam diodos emissores de luz (LEDs) também como fonte de luz azul. Estes aparelhos são normalmente utilizados para fotopolimerização de resinas compostas ou acelerar o processo de clareamento dental, e também utilizado na terapia fotodinâmica na inativação de microrganismos, inclíndo vários presentes naturalmente na cavidade oral. A Curcumina, conhecida como Açafrão da índia (Curcuma longa L.) apesar de não ser uma planta nativa do Brasil é amplamente utilizada pelos brasileiros seja na medicina popular, como tempero ou como corante alimentício. A Curcumina, em concentrações específicas, quando irradiada por alguns comprimentos de onda, tem um grande efeito fototóxico em bactérias Gram positivas. Neste trabalho foi analisada a eficiência de um equipamento rotineiramente encontrado nos consultórios odontológicos, o LED azul ( ζ = 450 a 470 nm), associado um corante de origem natural, a Curcumina, por meio do estudo da susceptibilidade in vitro, a inibição fotodinâmica de isolados do fungo Candida albicans e da bactéria Aggregatibacter actinomycetemcomitans. Foram preparadas soluções aquosas de Curcumina com concentrações reduzidas, e verificada a ressonância entre o corante e a luz emitida pelo equipamento testado. Os resultados obtidos demonstraram que o LED azul associado à Curcumina nos parâmetros utilizados possuem eficiência fotodinâmica na inativação dos microrganismos analisados (redução de Log 10 6
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Diodo emissor de luz (LED) λ 850nm no reparo do tendão do calcâneo, em ratos

Diodo emissor de luz (LED) λ 850nm no reparo do tendão do calcâneo, em ratos

devido ao seu escasso suprimento sanguíneo, podendo levar semanas ou meses para completar sua cicatrização. O LED (Light Emitting Diode) vem sendo uma alternativa em relação à luz laser na aceleração da cicatrização. Objetivo: Avaliar o efeito do LED λ 850nm na reparação do tendão calcâneo de ratos. Métodos: Trinta ratos machos Wistar tiveram seus tendões calcâneos parcialmente lesionados por um trauma direto e foram distribuídos aleatoriamente em 3 grupos: Grupos 1-simulação; 2- LED com densidade de energia 10J/cm 2 e 3- LED com densidade de energia de 20J/cm 2 . Foram tratados por 6 dias consecutivos e no 7° dia após lesão os tendões foram removidos e avaliados quanto ao alinhamento das fibras (birrefringência) e quantidade de colágeno tipos I e III (picrosirius). Resultados: Grupo 2 (10J/cm2) apresentou melhor alinhamento das fibras
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Terapia por diodo emissor de luz 630 nm reduz hiperalgesia mecânica inflamatória por meio da ativação de receptores endotelinérgicos / opioidérgicos: análise da influência da potência em camundongos machos e fêmeas

Terapia por diodo emissor de luz 630 nm reduz hiperalgesia mecânica inflamatória por meio da ativação de receptores endotelinérgicos / opioidérgicos: análise da influência da potência em camundongos machos e fêmeas

Por sua vez a terapia por diodo emissor de luz (LEDT, do inglês Light Emitting Diode Therapy) tem se mostrado similar ao LASER, apesar de suas distinções nos aspectos de aplicação de luz não coerente e divergente, enquanto o LASER apresenta características coerentes e colimadas. O aspecto coerente é definido quando as ondas dos fótons que compõem o feixe de luz estão em fase, o que ocorre na irradiação com o LASER, quando essa irradiação não se encontra em fase caracteriza a irradiação LEDT. A característica divergente e colimada refere-se ao aspecto das ondas do feixe de luz, no LASER esse feixe de ondas são paralelas, enquanto que no LEDT essas ondas de feixe de luz são desalinhadas 75 . A LEDT, além de apresentar melhor custo efetivo, sua característica de luz não coerente, não altera o papel essencial na interação luz-tecido, pois a coerência (do LASER) é perdida assim que atravessa as primeiras camadas da pele atingindo cromóforos endógenos 13 .
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Avaliação do diodo emissor de luz (LED) para iluminação de interiores

Avaliação do diodo emissor de luz (LED) para iluminação de interiores

O Departamento de Água e Luz de Los Angeles (LADWP) patrocinou recentemente um estudo do LRC para determinar se o uso de LEDs em vitrines de lojas atrairia o interesse dos consumidores e reduziria o consumo de energia, sem reduzir as vendas. Os pesquisadores do laboratório instalaram luminárias de LED em três lojas de uma rede de roupas populares em shopping de Los Angeles. Para o teste, as lâmpadas fluorescentes foram removidas e foi reduzido o número e a potência dos spots com lâmpadas halógenas. Foram criados painéis de LEDs coloridos ao redor e acima das mercadorias para criar pontos de interesse. Os pesquisadores testaram vários designs de iluminação em um período de oito semanas, e entrevistaram os fregueses a respeito das características da iluminação, como visibilidade e atração para o olhar. De acordo com a pesquisa do Lighting Research Center, 74% dos compradores acharam a nova iluminação atraente, 84% consideraram a iluminação com LEDs visualmente interessante e 91% dos entrevistados disseram que a troca dos spots por LEDs não prejudicou a visibilidades das roupas nos manequins.
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EFEITOS TERAPÊUTICOS DO DIODO EMISSOR DE LUZ - LED EM MASTITES LACTACIONAIS

EFEITOS TERAPÊUTICOS DO DIODO EMISSOR DE LUZ - LED EM MASTITES LACTACIONAIS

RESUMO: Mastite é o processo inflamatório de um ou mais segmentos da mama, que pode ou não progredir para infecção bacteriana. Suas taxas de ocorrência variam de 4% a 8,5% em todas as lactantes; e, os abscessos mamários em 5% a 11% dos casos, representando incidência de 0,4 a 0,5% de todas as lactantes. O tratamento clínico consiste no combate à infecção e no uso de analgésicos. Dentre as formas terapêuticas utilizadas para alívio da dor está a Terapia a Laser de Baixa Intensidade - TLBI; cuja eficácia na redução dos sintomas álgicos tem sido evidenciada por vários autores em diferentes especialidades; isto porque diversas reações teciduais podem ser obtidas; porém a escolha do comprimento de onda, dosagem e tempo de exposição estão relacionadas com alguns fatores intrínsecos da paciente, como nutrição tecidual e sistêmica, idade, e, sexo; o que justifica as diferentes respostas. O Laser possui propriedades que o diferenciam de outras fontes luminosas: monocromaticidade, coerência e colimação; e, como a resposta celular à fotoestimulação não está associada às suas propriedades específicas, como a coerência, permitiu - se o trabalho com fontes emissoras de luz não coerentes, como os Diodos Emissores de Luz - LEDs - dispositivos mais baratos, de fácil manuseio, e que operam com correntes elétricas relativamente baixas em comparação aos laseres. Poucos trabalhos foram realizados com o LED em reparo tecidual, não se observando o emprego desta ferramenta terapêutica em mastites, sendo, portanto, objeto de estudo desta revisão.
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Efeito da espessura, cor e translucidez de uma cerâmica de dissilicato de lítio sobre a transmissão da luz halógena e de diodo emissor de luz , o grau de conversão e a microdureza de diferentes cimentos resinosos

Efeito da espessura, cor e translucidez de uma cerâmica de dissilicato de lítio sobre a transmissão da luz halógena e de diodo emissor de luz , o grau de conversão e a microdureza de diferentes cimentos resinosos

Brandt et al. (2010) avaliaram os espectros de absorção dos fotoiniciadores e de emissão de 3 unidades fotoativadoras, além do grau de conversão de compósitos experimentais contendo diferentes fotoiniciadores sob as diferentes fontes fotoativadoras. Misturas de BisGMA, UDMA, BisEMA e TEGDMA com canforquinona (CQ) e/ou 1-phenyl-1,2-propanediona (PPD) foram preparadas. Dimethilaminoethil methacrylato (DMAEMA) foi utilizado como coiniciador. Cada mistura recebeu 65%p de partículas silanizadas. Uma lâmpada halógena HAL (XL 2500, 3M/ESPE, 935mW/cm 2 ) e dois diodos emissores de luz (LED, UltraBlue IS, DMC, 597mW/cm 2 ; UltraLume LED 5, Ultradent, 1315mW/cm 2 ) foram utilizados para a fotoativação. A irradiância (mW/cm 2 ) foi calculada pela proporção da potência de saída pela área da ponteira. A distribuição espectral foi avaliada por espectrômetro (USB 2000). A curva de absorção de cada fotoiniciador foi determinada por espectrofotômetro (Varian Cary 5G) e o GC calculado por espectroscopia FTIR. Não houve diferença estatística dos valores de GC quando se utilizou LED independentemente do tipo de fotoiniciador. Para CQ não houve influência da fonte de luz sobre o GC. Entretanto, PPD mostrou GC significativamente menor que o compósito com CQ quando irradiado com HAL. PPD produziu valores similares à CQ, mas foi dependente da fonte de luz.
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Úlceras por pressão submetidas à fotobiomodulação com diodo emissor de luz

Úlceras por pressão submetidas à fotobiomodulação com diodo emissor de luz

Os diodos emissores de luz são capazes de emitir radiação em diferentes comprimentos de onda com possibilidade de combiná-los e podem ser organizados em matrizes de vários tamanhos, proporcionando o tratamento de diferentes áreas (YEH et al., 2010). Em termos de estrutura, o LED apresenta algumas vantagens em relação ao LASER, como melhor custo-benefício, irradiação de uma maior área de superfície, além de requerer menor quantidade de energia e operar com correntes elétricas baixas (ERDLE et al., 2008). Ao comparar essas duas fontes de luz, os estudos comprovam efeitos biológicos semelhantes (VOLPATO et al., 2011; NISHIOKA et al., 2012; OLIVEIRA et al., 2013; SOUSA et al., 2013).
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Diretrizes normativas e legais para aquisição de luminárias viárias com diodo emissor de luz pelas administrações municipais em ambiente sustentável

Diretrizes normativas e legais para aquisição de luminárias viárias com diodo emissor de luz pelas administrações municipais em ambiente sustentável

Uma análise da evolução tecnológica da iluminação pública e das legislações e normas para implantação da tecnologia LED é apresentada, bem como uma avaliação dos requisitos técnicos para[r]

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Uso de lâmpadas de diodo emissor de luz ‘LED’ no controle do florescimento em plantas de Tango (Solidago canadensis L.) e Hipérico (Hypericum inodorum)

Uso de lâmpadas de diodo emissor de luz ‘LED’ no controle do florescimento em plantas de Tango (Solidago canadensis L.) e Hipérico (Hypericum inodorum)

Em plantas de dia curto, é importante que inicialmente seja fornecido o dia longo para estimular o crescimento vegetativo. O fornecimento é feito por meio da quebra da noite, pois é capaz de inibir o florescimento. Assim, é de suma importância que imediatamente após o plantio seja fornecida luz artificial de modo a estimular o crescimento vegetativo. É essencial que a planta receba na sua copa pelo menos 80 lux até que a cultura atinja 40 cm de altura (PAIVA e ALMEIDA, 2012).

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E08 - Diodo semicondutor

E08 - Diodo semicondutor

Monte o circuito da Figura 4 usando um dos diodos. Note que a placa experimental possui 3 diodos sendo: 1 de Germânio, 1 de Silício e um diodo emissor de luz (LED) de Arseneto de Gálio. Ligue o Sensor de tensão ao canal A e o Sensor de corrente ao canal B . A fonte de tensão a ser utilizada será a fonte de tensão variável.

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A fototerapia com diodo emissor de luz (LEDT) aplicada pré-exercício inibe a peroxidação lipídica em atletas após exercício de alta intensidade: um estudo preliminar.

A fototerapia com diodo emissor de luz (LEDT) aplicada pré-exercício inibe a peroxidação lipídica em atletas após exercício de alta intensidade: um estudo preliminar.

Estresse oxidativo é o termo geralmente utilizado para descrever os danos causados pelo dese- quilíbrio entre pró-oxidantes e antioxidantes no organismo. O aumento no consumo de O 2 induzido pelo exercício físico está associado ao aumento das espécies reativas de oxigênio (EROs) sendo es- tas indutoras do estresse oxidativo. Embora as evidências indiquem um provável efeito inibitório da fototerapia com diodos emissores de luz (LEDT) sobre a produção das EROs, não existem estudos observando tal efeito em atletas. Este estudo preliminar destina-se a verificar os efeitos da aplicação de LEDT previamente ao exercício de alta intensidade sobre a peroxidação lipídica, mensurada através dos níveis sanguíneos de substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS). Todos os seis atletas de voleibol do sexo masculino foram submetidos às duas situações: aplicação de LEDT efetiva e aplicação de LEDT placebo. O desempenho no protocolo de exercício adotado não revelou diferença (p > 0,05) entre as duas situações nas variáveis potência pico, potência média e índice de fadiga. Os resultados relacionados com a peroxidação lipídica foram: na situação LEDT efetiva, não foi possível observar diferença estatisticamente significante (p > 0,05) entre os níveis pré e pós-exercício (6,98 ± 0,81 e 7,02 ± 0,47nmol/mL); na situação LEDT (LBP) placebo, houve diferença estatisticamente significante (p = 0,05) entre os valores pré e pós-exercício (7,09 ± 1,28 e 8,43 ± 0,71nmol/mL). Tais resultados demons- tram que a aplicação efetiva de LEDT parece ser eficaz no controle da peroxidação lipídica em atletas submetidos a exercício intenso.
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