Direito ambiental

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A OBSOLESCÊNCIA AMBIENTAL PROGRAMADA: O NECESSÁRIODEBATE DO DIREITO AMBIENTAL COM O DIREITO DOS DESASTRES

A OBSOLESCÊNCIA AMBIENTAL PROGRAMADA: O NECESSÁRIODEBATE DO DIREITO AMBIENTAL COM O DIREITO DOS DESASTRES

funções legislativa, administrativa e judiciária, pode-se conceber a sua incidência sobre a própria estrutura administrativa e organizacional do Estado voltado à promoção de determinado direito fundamental. Não se pode esquecer dos princípios da prevenção e da precaução. O princípio da prevenção é um dos mais característicos do Direito Ambiental, além de ser um dos mais “antigos”. Ele transporta a ideia de um conhecimento completo sobre os efeitos de determinada técnica e, em razão do potencial lesivo já diagnosticado, o comando normativo toma o rumo de evitar tais danos já conhecidos. Diante da iminência de uma atuação humana que comprovadamente lesará de forma grave e irreversível bens ambientais, tal intervenção deve ser coibida. Já o princípio da precaução, por sua vez, tem um horizonte mais abrangente, pois objetiva regular o uso de técnicas sob as quais não há um domínio seguro dos seus efeitos. É o agir prevenindo em caso de incerteza, não se aguardando que esta se torne certeza (e possivelmente danosa ao meio ambiente e ao homem).
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O DANO MORAL COLETIVO NO ESTADO DE DIREITO AMBIENTAL  Carlos Alberto Lunelli, Grayce Kelly Bioen

O DANO MORAL COLETIVO NO ESTADO DE DIREITO AMBIENTAL Carlos Alberto Lunelli, Grayce Kelly Bioen

O presente estudo tem por objeto demonstrar o contexto legislativo e social que permitiu o surgimento de um direito especificamente ambiental nas últimas décadas; fazendo com que esse novo ramo jurídico viesse a integrar os currículos universitários e servir como inspiração para inúmeras publicações. Também, pretende demonstrar a consolidação de um Estado de Direito Ambiental e a crise ecológica que ele enfrenta na atualidade. Além disso visa apresentar o instituto do dano moral coletivo nas demandas oriundas de dano ambiental, onde uma coletividade se vê prejudicada pelo evento danoso ocasionado à natureza e a forma com que os Tribunais vem decidindo a respeito da temática. Para a realização da pesquisa foi utilizado o método hermenêutico, que ao final, permitiu concluir que o reconhecimento do dano moral coletivo pelos Tribunais é instrumento capaz de ampliar o alcance do principio ambiental da reparação integral do dano e do poluidor pagador, eis que atua de modo a permitir que o valor arrecadado seja revertido em prol do meio ambiente.
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Teoria crítica e direito ambiental

Teoria crítica e direito ambiental

A complexidade da crise ambiental contemporânea demanda uma análise profunda da forma como o homem tem se relacionado com a natureza. Alvo de exploração contínua por uma sociedade apoiada na ideologia moderna do progresso científico e econômico ilimitados e caracterizada pelo aumento do consumo, a natureza, convertida em recurso para os processos produtivos e objeto de intensa agressão, começa a dar sinais de exaustão. Dentre os impactos ambientais provocados pela atividade humana incluem-se: o aquecimento global, a devastação das florestas, a contaminação dos recursos hídricos, o aumento da produção de resíduos, a perda da biodiversidade, os quais repercutem negativamente na qualidade de vida de toda a sociedade. Este cenário exige uma postura ativa do direito ambiental. Contudo, a sua abordagem dominante enfatiza a perspectiva legalista, abstrata, marcada pela racionalidade técnico-formal, que se revela insuficiente para tratar da problemática ambiental e suas várias dimensões: econômica, social, ética, política e cultural. Neste sentido, propõe-se refletir sobre o direito ambiental a partir do método crítico concebido por Max Horkheimer que procura, por meio de um diagnóstico do tempo presente, identificar de forma interdisciplinar as contradições de uma sociedade e verificar as possibilidades reais de sua superação. De acordo com Horkheimer, a sociedade atual é dominada por uma racionalidade instrumental, técnica e científica que, atrelada ao modelo capitalista, utiliza a natureza de acordo com seus interesses, o que tem acarretado o exaurimento do meio ambiente externo e a dominação interna do homem, que encontra dificuldades para superar esta situação. Portanto, uma abordagem crítica do direito ambiental permite formular, discutir e enfrentar melhor os problemas ambientais contemplando as suas especificidades sem perder de vista as conexões entre as diversas dimensões da questão e sem que isto signifique uma teoria abstrata e acabada, mas algo que possa ser constantemente submetido à crítica e orientado para a transformação social.
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OS CONTORNOS DO ESTADO DE DIREITO AMBIENTAL ESTRUTURADO NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE.  Deilton Ribeiro Brasil, Leandro José de Souza Martins

OS CONTORNOS DO ESTADO DE DIREITO AMBIENTAL ESTRUTURADO NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE. Deilton Ribeiro Brasil, Leandro José de Souza Martins

O presente artigo pretende analisar os contornos do Estado de Direito Ambiental estruturado em uma democracia ambiental, amparada em uma legislação que encoraje e estimule o exercício da responsabilidade solidária popular via participação na formulação e execução das políticas ambientais e o acesso ao Poder Judiciário por meio de mecanismos processuais que visem o controle legal do uso racional do patrimônio natural na proteção ambiental. Dessa forma, a cidadania ambiental pode ser exercida também no âmbito judicial, não só como parte legitimada para a propositura da ação, mas também no contraditório e na participação de provas no processo civil ambiental com o objetivo de proporcionar a melhor compreensão do juiz sobre o tema em litígio, harmonizando o problema à realidade local e demonstrando dimensões quanto ao futuro. Os métodos utilizados para a realização do trabalho foram o comparativo e o dedutivo. Como técnica de pesquisa foi utilizada a bibliográfica.
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O EXEMPLO NO DIREITO AMBIENTAL  Beatriz Souza Costa, Anacélia Santos Rocha

O EXEMPLO NO DIREITO AMBIENTAL Beatriz Souza Costa, Anacélia Santos Rocha

O ensino não é decorado nem automatizado, é algo que requer a reflexão para entender, aprender e concluir. Como por exemplo pode-se citar indústrias que descartam os seus resíduos em rios causando a poluição, e consequentemente prejudicando pescadores que vivem da pesca para consumo próprio e venda para terceiros. Deve o professor demonstrar as leis de proteção ambiental, e juntamente com os princípios retores do desenvolvimento econômico que devem ser apreciados conjuntamente com os princípios do Direito Ambiental. Logo, o desenvolvimento econômico deve coexistir com a proteção ambiental. Não se pode aceitar que os menos favorecidos paguem uma conta que não lhes pertençam. Refletir para obter, sempre uma resposta melhor a cada dia.
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Educação Ambiental como instrumento de efetividade para o Direito Ambiental

Educação Ambiental como instrumento de efetividade para o Direito Ambiental

A Constituição Federal em seu Art. 225 dispõe que “todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações” (CF, 1988). Este princípio é a base para os demais princípios no direito ambiental. A promoção dos direitos humanos e da cidadania na República Federativa do Brasil é estabelecida através da Constituição Federal. Como um reflexo direto da evolução, deve então, ser interpretada à luz de princípios como a dignidade da pessoa humana e da prevalência da norma mais benéfica ao indivíduo. Sendo assim, os direitos sociais interagem com a sociedade por meio da educação que fomenta cidadãos críticos, que interagem na política, na economia e na própria sociedade. Por isso, devemos, como cidadãos, exercer nossos direitos de maneira séria e comprometida com toda a sociedade.
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Princípios do Direito Ambiental

Princípios do Direito Ambiental

E no que pertine as questões ligadas ao Direito Ambiental não se pode E no que pertine as questões ligadas ao Direito Ambiental não se pode esquecer que cada homem não passa de um usufrutuário de uma pequenina parcela esquecer que cada homem não passa de um usufrutuário de uma pequenina parcela do planeta e que por conseqüência tem o dever de protegê-la e de conservá-la do planeta e que por conseqüência tem o dever de protegê-la e de conservá-la para as gerações vindouras, posto que estas não possuem apenas uma expectativa para as gerações vindouras, posto que estas não possuem apenas uma expectativa do direito de receberem o planeta, mas sim um inquestionável e absoluto direito do direito de receberem o planeta, mas sim um inquestionável e absoluto direito a um meio ambiente equilibrado em razão do dever dos atuais ocupantes em a um meio ambiente equilibrado em razão do dever dos atuais ocupantes em promover a perpetuação das espécies (RODRIGUEIRO, 2000, p. 387).
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O PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO NO DIREITO AMBIENTAL

O PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO NO DIREITO AMBIENTAL

Resumo: No Brasil, a questão ambiental passou a ter relevância jurídica, pois o direito de viver num ambiente ecologicamente equilibrado foi erigido à categoria de Direito Humano Fundamental pela Constituição Federal de 1988. Como os outros ramos da ciência jurídica, o direito ambiental é orientado por dois princípios fundamentais: o princípio da precaução e do poluidor-pagador, vinculados aos princípios da cooperação, informação ambiental e participação popular. As políticas ambientais devem observar esses princípios, a fim de preservar o meio ambiente. Este é dever atribuído ao Estado e também à coletividade, conforme a Constituição Federal de 1988.
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DEMOCRACIA PARTICIPATIVA COMO FUNDAMENTO DA DEMOCRATIZAÇÃO GLOBAL DO DIREITO AMBIENTAL  Lincoln Rafael Horacio, Jussara Romero Sanches

DEMOCRACIA PARTICIPATIVA COMO FUNDAMENTO DA DEMOCRATIZAÇÃO GLOBAL DO DIREITO AMBIENTAL Lincoln Rafael Horacio, Jussara Romero Sanches

Os principais pontos destacados pela organização referem-se aos artigos: 8.2, que garante que a participação comece quando todas as opções e soluções ainda sejam possíveis, permitindo uma real influência nas decisões, e não em estágios avançados do processo decisório, como é comum; 8.16 que ponta para a necessidade de identificar os grupos diretamente afetados pela realização de determinado projeto, promovendo ações específicas que garantam sua participação informada no processo decisório; 7.3 que afirma que em casos de emergências e desastres, difusão imediata de toda a informação sob posse das autoridades que possam contribuir com a tomada de medidas preventivas e mitigadores; 9.3 que prevê a criação de órgãos especializados, jurisdicionais ou não, em matéria ambiental e 9.10 que aponta para a criação e fortalecimento de mecanismos alternativos de resolução de conflitos e controvérsia.
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A IDENTIFICAÇÃO DO DIREITO AMBIENTAL MARÍTIMO

A IDENTIFICAÇÃO DO DIREITO AMBIENTAL MARÍTIMO

As fontes do Direito Marítimo são de natureza pública e privada, nacional e internacional. Dessa forma, o Direito Marítimo compreende, no aspecto público, as normas relativas à Marinha Mercante, à organização e funcionamento dos Tribunais Marítimos, bem como a liberdade dos mares, questões de soberania e jurisdição. Entretanto, no aspecto privado, questões afetas à armação de embarcações, acidentes e fatos da navegação, contratos de transporte e de utilizações de embarcações.

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Geodireito  Global: por uma efetiva e justa governabilidade

Geodireito Global: por uma efetiva e justa governabilidade

No atual momento, são várias as ameaças que podem ensejar o recuo do Direito Ambiental: a) ameaças políticas: a vontade demagógica de simplificar o direito leva à desregulamentação e, mesmo, à “deslegislação” em matéria ambiental, visto o número crescente de normas jurídicas ambientais, tanto no plano inter- nacional quanto no plano nacional; b) ameaças econômicas: a crise econômica mundial favorece os discursos que reclamam menos obrigações jurídicas no âm- bito do meio ambiente, sendo que, dentre eles, alguns consideram que essas obrigações seriam um freio ao desenvolvimento e à luta contra a pobreza; c) ameaças psicológicas: a amplitude das normas em matéria ambiental constitui um conjunto complexo, dificilmente acessível aos não especialistas, o que favo- rece o discurso em favor de uma redução das obrigações do Direito Ambiental. 22
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O DIREITO AO FUTURO COMO MANDAMENTO ÉTICO: A SUSTENTABILIDADE E O MODELO DE PRODUÇÃO ALIMENTAR NO BRASIL

O DIREITO AO FUTURO COMO MANDAMENTO ÉTICO: A SUSTENTABILIDADE E O MODELO DE PRODUÇÃO ALIMENTAR NO BRASIL

O Direito Ambiental, enquanto direito fundamental trazido pela Constituição de 1988, sistematiza o princípio do desenvolvimento sustentável. Tal normativa exige que o desenvolvimento econômico ocorra garantindo proteção ao meio ambiente e uma sadia qualidade de vida das presente e futuras gerações. Parte- se desse ponto para investigar a literatura crítica ao modelo predominante de produção alimentar em nosso país. O agronegócio, estimulado pelos governos, apresenta ser insustentável, seja no âmbito econômico, social e ambiental. A partir da sustentabilidade defendida por Juarez Freitas, que inclui a dimensão ética como exigência constitucional, objetiva-se verificar comandos normativos infraconstitucionais e técnicas para comparar o atual modelo de agricultura com alternativas que sejam realmente sustentáveis, para lançar um olhar ético, econômico, ambiental, social e jurídico adequado da produção de alimentos em nosso país. Os resultados parciais da revisão bibliográfica indicam que os princípios constitucionais e do direito ambiental exigem uma mudança de paradigma em que a agricultura se volte para a economia interna, com respeito
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ANÁLISE ECONÔMICOJURÍDICA DOS PRINCÍPIOS AMBIENTAIS DO POLUIDOR PAGADOR E USUÁRIO PAGADOR  Eton Das Neves Gonçalves, Jéssica Gonçalves

ANÁLISE ECONÔMICOJURÍDICA DOS PRINCÍPIOS AMBIENTAIS DO POLUIDOR PAGADOR E USUÁRIO PAGADOR Eton Das Neves Gonçalves, Jéssica Gonçalves

E reencontramo-nos, em Brasília, DF, para novel discussão sobre a questão das políticas inerentes ao Direito Ambiental e o Socioambientalismo Brasileiro contando com seleto grupo de pesquisadores preocupados com a preservação do planeta a partir da discussão necessária sobre a ação em terra brasilis. Destacadas posições acadêmicas foram apresentadas e defendidas nas discussões propostas na apresentação de dezoito trabalhos que se dividem em cinco grupos, a saber: a) Principiologia Ambiental e Direitos Fundamentais Ambientais; b) Ambientalismo e Resíduos Sólidos; c) Arrecadação Compensatória e Tributação Ambiental; d) Licenciamento Ambiental; e, e) Socioambientalismo e Geopolítica. O GT se destaca pela ênfase dada aos temas ambientais, mormente no Brasil da mesma forma que pelo afinado posicionamento do conjunto de pesquisadores em defesa de urgentes mudanças segundo progressistas ações efetivas para frear o evidente passivo ambiental que se verifica em escala mundial.
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Pequena história das ideias jurídicas no Ceará: análise da produção do conhecimento científicojurídico entre os anos 20032013

Pequena história das ideias jurídicas no Ceará: análise da produção do conhecimento científicojurídico entre os anos 20032013

Percebeu-se, nos últimos três anos, o aumento do número de artigos so- bre Direito Ambiental, Biodireito e Direito Eletrônico, a par da criação de novos dispositivos legais nas respectivas áreas. Um fator relevante é que a produção acadêmica muitas vezes tem como objeto as manifestações legis- lativas do Direito. Em outras palavras, é recorrente o desenvolvimento de artigos relacionados com a prática forense dos profissionais do Direito (como o uso de pareceres e petições transfiguradas em artigos científicos). Há, as- sim, uma produção academia significativa acerca das inovações legais. É vá- lido mencionar que na ultima edição da Revista Pensar, datada de 2013, há dois artigos que aportam sobre o Projeto do Código de Processo Civil, em trâmite no Congresso Nacional. Nessa esteira, questiona-se: a produção aca- demia antecede as alterações legislativas ou é posterior à promulgação dos dispositivos normativos 5 ?
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A REGULAÇÃO DO SANEAMENTO AMBIENTAL COMO FORMA DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE  Grazielly Dos Anjos Fontesarolina Dos Anjos Fontes

A REGULAÇÃO DO SANEAMENTO AMBIENTAL COMO FORMA DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Grazielly Dos Anjos Fontesarolina Dos Anjos Fontes

A pesquisa apresentada no XXV Encontro Nacional do CONPEDI, realizado na Universidade de Brasília – UnB, em Brasília – Distrito Federal, e agora apresentada nesta coletânea traduzem, em toda sua complexidade, os principais questionamentos do Direito Ambiental na atualidade. São frutos de pesquisas feitas em Universidades e Centros de Pesquisas de todo o país, que trazem a enriquecedora diversidade das preocupações com o Meio Ambiente. Em comum, esses artigos guardam o rigor da pesquisa e o cuidado nas análises, que tiveram como objeto o Meio Ambiente na pós-modernidade, abrangendo a gestão dos riscos na sociedade hodierna, as políticas públicas e seus instrumentos de implementação.
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DIREITO À INFORMAÇÃO E MEIO AMBIENTE

DIREITO À INFORMAÇÃO E MEIO AMBIENTE

1) O direito à vida, enquanto direito humano básico e condição necessária do gozo de todos os demais direitos humanos, está na base da ratio legis do direito internacional dos direitos humanos e igualmente ancora o direito ambiental internacional, estabelecendo o “vínculo” entre os domínios desses direitos. O direito à vida pertence, a um só tempo, ao domínio dos direitos civis e políticos, sob o aspecto da obrigação negativa de a ninguém privar arbitrariamente de sua vida, e ao âmbito dos direitos econômicos, sociais e culturais, como a obrigação positiva de tomar todas as providências apropriadas para proteger e preservar a vida humana. Desse modo, a tutela do meio ambiente, enquanto a proteção da vida com dignidade ou a qualidade de vida, ilustra a indivisibilidade de todos os direitos humanos.
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Justiça ambiental e Igualdade de Gênero no Século XXI  Patrícia Nunes Lima Bianchi, Jaime Meira do Nascimento Junior

Justiça ambiental e Igualdade de Gênero no Século XXI Patrícia Nunes Lima Bianchi, Jaime Meira do Nascimento Junior

Dentre os princípios que alicerçam o Estado de Direito Ambiental como, por exemplo, o da precaução, o da responsabilização etc., o princípio da cooperação se traduz no princípio da participação ou no exercício da cidadania participativa. Representa também a cooperação dos Estados na gestão dos recursos naturais, sejam eles transfronteiriços ou não. Além disso, no âmbito interno, a cooperação poderá ser realizada entre as pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, a fim de se dar uma melhor resposta ou solução aos problemas ambientais. Nesses termos, a solução para os problemas de ordem ecológica não poderão vir somente do Estado ou da sociedade, cada qual atuando de forma isolada. Isso causaria uma sobrecarga ao Estado ou uma frustração à sociedade, no caso de ausência de políticas públicas ambientais.
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O PRINCÍPIO DO  SUSTENTÁVEL NA DOUTRINA DOS MANUAIS ACADÊMICOS  Ariel Augusto Pinheiro dos Santos

O PRINCÍPIO DO SUSTENTÁVEL NA DOUTRINA DOS MANUAIS ACADÊMICOS Ariel Augusto Pinheiro dos Santos

O desenvolvimento, novo nome do progresso não realiza, por si só, a felicidade dos seres humanos. Para atingir-se uma situação de bem-estar da humanidade é preciso que haja um processo de desenvolvimento. Necessário reiterar que “o direito ambiental e o direito ao desenvolvimento existem não como alternativas, mas como mútuo reforço, sendo conceitos que se integram, exigindo que, quando o desenvolvimento possa causar significativo prejuízo para o meio ambiente, haja o dever de prevenir, ou pelo menos, de reduzir esse prejuízo. A integração meio ambiente e desenvolvimento não é um favor ao meio ambiente. Alguns políticos e empresários, e até meios de comunicação, em numerosos países, entendem que se devem reservar somente as migalhas ou as sobras para o meio ambiente, não enxergando que, agindo contra a natureza, o fracasso do empreendimento se não é imediato, virá a médio e longo prazo (MACHADO, 2015, p.78).
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A ATUAÇÃO JURÍDICA PARA PRESERVAR OS SABERES DE GRUPOS VULNERÁVEIS A FIM DE MANTER O EQUÍLIBRIO ECOLÓGICO  Rogerio Portanova, Thiago Burlani Neves

A ATUAÇÃO JURÍDICA PARA PRESERVAR OS SABERES DE GRUPOS VULNERÁVEIS A FIM DE MANTER O EQUÍLIBRIO ECOLÓGICO Rogerio Portanova, Thiago Burlani Neves

O Estado de Direito Ambiental constitui um conceito de cunho teórico-abstrato que abrange elementos jurídicos, sociais e políticos na persecução de uma condição ambiental capaz de favorecer a harmonia entre os ecossistemas e, consequentemente, garantir a plena satisfação da dignidade para além do ser humano. Percebe-se, portanto, que a crise ambiental vivenciada pela modernidade traz consigo uma nova dimensão de direitos fundamentais, aqual impõe ao Estado de Direito o desafio de inserir entre as suas tarefas prioritárias a proteção ao meio ambiente.
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A  DO TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA AMBIENTAL EM FACE DE FATO SUPERVENIENTE  Lucca Silveira Finocchiaroarina Sartori Flores

A DO TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA AMBIENTAL EM FACE DE FATO SUPERVENIENTE Lucca Silveira Finocchiaroarina Sartori Flores

Atualmente, a proteção e a preservação do meio ambiente ecologicamente equilibrado ganharam uma atenção especial. Por isso, angariou espaço o “termo de ajustamento de conduta” (ou TAC), uma espécie de solução extrajudicial. Entretanto, por vezes, são desconsideradas algumas variáveis, inclusive pela impossibilidade de prevê-las. Assim, fatos supervenientes podem levar o agente a um resultado idêntico ao preterido no TAC de uma forma diversa. Sendo o TAC um instrumento de consolidação do Direito Ambiental, deve atentar à finalidade desse ramo, constituindo essa avaliação pressuposto de executoriedade. No artigo será utilizado o método de dedutivo; a metodologia será bibliográfica e jurisprudencial.
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