Direito dos animais

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BIOÉTICA E O DIREITO DOS ANIMAIS  Livia Gaigher Bosio Campello, Micaella Carolina de Lucena

BIOÉTICA E O DIREITO DOS ANIMAIS Livia Gaigher Bosio Campello, Micaella Carolina de Lucena

Aborda a problemática dos experimentos realizados em animais com uma visão ética, moral e jurídica. Sob este viés busca demonstrar a importância de reafirmar o direito dos animais, sem deixar de remeter ao conceito de Estado Socioambiental e seu fundamento no Princípio da Dignidade da vida. Exibindo a postura legislativa nacional e internacional, perante a reafirmação de uma conduta bioética. Tratando de pesquisas embasadas no respeito à vida e à tolerância. O respeito à vida do animal como digno de considerações éticas, e o mínimo de impactos negativos sobre a vida destes. Corroborando cada vez mais para o distanciamento da visão antropocêntrica do homem para a biocêntrica.
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DESAFIOS DO DIREITOS CONTEMPORÂNEO: DIREITO DOS ANIMAIS E A VENDA DE ANIMAIS VIVOS NO MERCADO CENTRAL DE BELO HORIZONTE

DESAFIOS DO DIREITOS CONTEMPORÂNEO: DIREITO DOS ANIMAIS E A VENDA DE ANIMAIS VIVOS NO MERCADO CENTRAL DE BELO HORIZONTE

Segundo José Carlos, [...] o Código Civil trata o animal como objeto, sem prever qualquer regra relativa ao seu bem-estar, optando pela fórmula genérica de previsão de preservação (“de modo que sejam preservados”) nos termos de outras leis (JÚNIOR, 2015, p.139). Em suma, o Código Civil pouco regulamenta sobre o direito dos animais, possibilitando brechas para comerciantes que aderem práticas semelhantes a do Mercado Central de Belo Horizonte.

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A INTERFERÊNCIA DO ESPECISMO NO RECONHECIMENTO COMO SUJEITOS DE DIREITO DOS ANIMAIS NÃO-HUMANOS

A INTERFERÊNCIA DO ESPECISMO NO RECONHECIMENTO COMO SUJEITOS DE DIREITO DOS ANIMAIS NÃO-HUMANOS

A legislação brasileira tem evoluído no sentido de ampliar a proteção aos animais, mas muito ainda precisa ser feito. Animais criados para a indústria alimentícia, por exemplo, não tem a mesma proteção da lei que animais silvestres ou domésticos, embora também sintam dor. O presente artigo visa discutir a possibilidade dos ani- mais serem considerados sujeitos de direito e terem estendidos o seu direito à per- sonalidade. Primeiramente, será elucidado o que é o especismo, e como ele se reflete em nossa sociedade. Posteriormente, será apresentado como evoluiu o direito dos animais no ordenamento jurídico brasileiro e discutida a possibilidade dos animais serem tratados como sujeitos de direito. Por fim, será apresentado um caso concreto de especismo em nossa sociedade: o resgate dos beagles do Instituto Royal no interi- or de São Paulo que eram utilizados para experimentos científicos, no ano passado. Tal operação jamais seria feita para se resgatar ratos de laboratório.
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Bruna Ontivero Pelassi, “Contexto Histórico e Novos Horizontes do Direito dos Animais”

Bruna Ontivero Pelassi, “Contexto Histórico e Novos Horizontes do Direito dos Animais”

deveres diretos com relação aos animais por não possuírem au- toconsciência, existindo como meios para um fim, sendo este fim o homem. Também, só o homem tem dignidade, por ser ra- cional, autônomo, livre e autoconsciente. Para ele, os humanos têm dignidade e valor em si, valor intrínseco, e os animais têm preço, não havendo nenhum problema moral em vender, com- prar, utilizar, capturar, divertir-se, e sacrificar para o bem do ho- mem. Ainda, ele afirma que os maus-tratos não são toleráveis, mas somente porque a crueldade com os animais se estende aos humanos, ou seja, quem maltrata animal, maltrata humanos tam- bém, sendo esta uma visão antropocêntrica 27 .
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O Direito dos Animais

O Direito dos Animais

STJ, de 6 de Maio de 1969, numa decisão que se tornou paradigmática, tratou-se a seguinte situação: o Dr. Puga vivia num prédio onde tinha instalado a sua clínica, em que exercia, havia vinte anos, a actividade de médico oftalmologista. Aí tinha, normalmente, internados vários doentes, quase todos do foro oftalmológico e por virtude de intervenções cirúrgicas por ele efectuadas. Em muitos casos, os doentes tinham de permanecer, durante cerca de vinte dias, imobilizados e com os olhos completamente vendados, carecendo de condições de tranquilidade e de repouso que incluíam a ausência de ruídos incómodos. O Dr. Puga desenvolvia intensa actividade médica que o ocupava desde as primeiras horas da manhã até adiantada hora da noite, intervinha em muitas operações cirúrgicas e tinha de consagrar algum tempo ao estudo. Junto do referido prédio, uns vizinhos tinham um quintal, onde galináceos cantavam e cacarejavam de dia e de noite e de cujos ruídos resultava para os doentes um enervamento e fadiga prejudiciais ao seu processo de cura. O Tribunal considerou, nesta altura, que possuir aves domésticas nos quintais das suas residências estava dentro dos poderes de gozo que a lei confere aos respectivos proprietários, pelo que estes não podiam ser obrigados a retirar daí os galináceos. Elucidativo é o sumário do acórdão, onde se pode ler, em síntese: “I. Na falta de disposição legal que proíba aos habitantes de uma localidade o possuírem aves domésticas nos quintais das suas residências, o possuí-las nessas condições esta dentro dos poderes de gozo da coisa que a lei (artigo 2170 do Código Civil de 1867) confere ao respectivo proprietário ou arrendatário. II. Os ruídos normalmente provocados pelo cantar ou cacarejar dessas aves não podem considerar-se lesivos do direito a integridade física dos moradores das casas vizinhas, mesmo quando estes sejam doentes do foro oftalmológico internados numa clinica da especialidade por virtude de intervenções cirúrgicas a que tenham sido submetidos, e
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O Direito dos Animais  2019

O Direito dos Animais 2019

ANA PAULA GUIMARÃES e MARIA EMÍLIA TEIXEIRA (In A proteção civil e criminal dos animais de companhia, artigo, com revisão por pares, publicado in O Direito Constitucional e o seu Papel na Construção do Cenário Jurídico Global, (Coord. Fábio da Silva Veiga e Rúben Miranda Gonçalves), Instituto Politécnico do Cávado e do Ave: Barcelos, Abril 2016, pp. 513-524, disponível em: http://repositorio.uportu.pt:8080/bitstream) referem “o animal de companhia, em sede do direito penal, não constitui o bem jurídico tutelado, é sim, o objeto da ação criminosa. (…) Para além de já existirem incriminações sem sujeito de direito, a específica noção de bem jurídico aponta, citando Dias, J. Figueiredo, 2007, p. 114, para a “expressão de um interesse, da pessoa ou da comunidade, na manutenção ou integridade de um certo estado, objecto ou bem em si mesmo socialmente relevante e por isso juridicamente reconhecido como valioso.” Os animais de companhia não são sujeitos de direitos mas são seres vivos dotados de sensibilidade, com estatuto jurídico próprio, a quem os seus donos devem assegurar o bem-estar e são merecedores de tutela jurídica mais concreta daquela que é reconhecida à fauna em geral (cfr. art.º 278.º Código Penal e art.º 66.º da CRP) e, como tal, a punição do maltrato a animais encontra respaldo em direitos e interesses constitucionalmente protegidos.
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Uma relação entre a Pachamama e o Direito achado na rua: Análise da atuação Estatal na Defesa dos Animais em situação de abandono / A relation between Pachamama and Law found on the street: Analysis of State Practice in Defending Abandoned Animals

Uma relação entre a Pachamama e o Direito achado na rua: Análise da atuação Estatal na Defesa dos Animais em situação de abandono / A relation between Pachamama and Law found on the street: Analysis of State Practice in Defending Abandoned Animals

O presente trabalho explana acerca da influência do Direito Achado na Rua no Direito dos Animais, com foco no caso dos animais encontrados em situações desumanas. Essa pesquisa mostra como a Constituição da República Federativa do Brasil atua frente à problemática dos animais abandonados nas ruas, destacando a inércia de ações e políticas públicas de um ordenamento jurídico titulado, dentre outros, “Constituição Verde”. Finalmente, diferencia-se a Carga Magna brasileira à demais Constituições latino-americanas, destacando a relação da Pachamama para com o desenvolvimento sócio-ambiental de países que a preveem constitucionalmente. Para tanto, foi realizada uma pesquisa literária qualitativa em artigos científicos correlacionados ao tema.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO - UFOP NÚCLEO DE PESQUISAS EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NUPEB PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LABORATÓRIO DE IMUNOPATOLOGIA - LIMP

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO - UFOP NÚCLEO DE PESQUISAS EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - NUPEB PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LABORATÓRIO DE IMUNOPATOLOGIA - LIMP

Quanto à análise da fibrose cardíaca, observamos aumento da área de colágeno no miocárdio no grupo infectado com a cepa a Y em comparação aos outros dois grupos experimentais (NI e Col). Esta fibrose é caracterizada pela deposição de colágeno intrafascicular, tal como previamente descrito em outros estudos com o modelo experimental canino por Lana et al. (1992), Guedes et al. (2009) e Diniz et al. (2010). Estas áreas de fibrose acarretam na desorganização e isolamentos dos cardiomiócitos, o que provavelmente contribui para as alterações eletrocardiográficas observadas tanto no modelo canino quanto na CCC (Caliari et al., 2002; Caldas et al., 2013). Contudo, frente ao tratamento com Bz não foi observada diferença significativa na área de fibrose no átrio direito dos animais infectados em relação aos não infectados. Os dados sugerem que a terapia com Bz controlou a deposição de colágeno e formação de áreas de fibrose, independente da cepa infectante. Isso seria esperado, uma vez que o tratamento com Bz previne a deposição de fibronectina, laminina e de moléculas da matriz extracelular, quadro este já descrito na infecção chagásica experimental (Olivieri et al., 2010).
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Proteção Jurídica dos Cães de Guarda no Sul do Brasil: uma questão de empatia nascida nos Movimentos de Proteção do Animal não Humano.

Proteção Jurídica dos Cães de Guarda no Sul do Brasil: uma questão de empatia nascida nos Movimentos de Proteção do Animal não Humano.

Estudos na área de movimentos sociais, especialmente com desta- que às redes (CASTELLS, 1999; AGUIAR, 2007; SCHERER-WARREN, 2006; MELUCCI, 1966; RHEINGOLD, 1996), vêm evidenciando tan- to a dinâmica quanto o valor dessas redes sociais virtuais como áreas de aprendizado coletivo. Além dessa aprendizagem colaborativa e, acima de tudo, coletiva, insere-se toda uma criação e difusão, quase que imediata, de pautas, resoluções e ações a implementar ou questionar. Da mesma for- ma, são espaços-tempos flexíveis que se abrem para a disseminação tanto de conhecimento quanto de pautas a amplificar em termos interesses co- letivos. Permitem, com isso, fortificar ou enfraquecer, muito rapidamen- te, movimentos, assim como delinear tendências presentes na sociedade, como as que se reconhece hodiernamente em relação aos cuidados com meio ambiente e com o direito dos animais. São ações rizomáticas que se espalham, de modo viral, no ambiente estrito do debate ou se disseminam nas relações sociais.
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LIMITES E  PARA O SURGIMENTO DE UM NOVO DIREITO  Bianca Pazzini, Abel Gabriel Gonçalves Junior

LIMITES E PARA O SURGIMENTO DE UM NOVO DIREITO Bianca Pazzini, Abel Gabriel Gonçalves Junior

Ocorre que ambas questões – direito dos animais de “viverem livres e em paz” e um possível novo “direito humano ao veganismo” tratam da mesma questão, pois a finalidade maior de ambos é a libertação animal. As únicas diferenças entre tais direitos dizem à especialidade e ao foco do problema. O direito dos animais trata de uma questão muito mais ampla e tem por escopo a proteção exclusiva dos animais. Um novo direito humano ao veganismo, por sua vez, seria restrito aos humanos (tutelando os animais apenas de maneira indireta) e abrangeria todas as relações humanas que pudessem influir na liberdade do vegano em exercer seu veganismo – especialmente relações de consumo nas quais o ser humano (homo economicus, portador de capacidade de ‘troca’) se insere.
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Vanessa Vasconcelos Arrobas, “Os Maus Tratos como Crime: O Acorrentamento”

Vanessa Vasconcelos Arrobas, “Os Maus Tratos como Crime: O Acorrentamento”

Há efetivamente uma mudança de paradigma civilizaci- onal que valoriza o animal não pelo seu proprietário mas pelo seu valor intrínseco, neste sentido, veja-se o exemplar Acórdão da Relação do Porto, de 19.02.2015, que expressamente admitiu a existência de direitos dos animais, quando afirma: Constitui um dado civilizacional adquirido nas sociedades europeias mo- dernas o respeito pelos direitos dos animais. A aceitação de que os animais são seres vivos carecidos de atenção, cuidados e pro- tecção do homem, e não coisas de que o homem possa dispor a seu bel-prazer, designadamente sujeitando-os a maus tratos ou a actos cruéis, tem implícito o reconhecimento das vantagens da relação do homem com os animais de companhia, tanto para o homem como para os animais, e subjacente a necessidade de um mínimo de tutela jurídica dessa relação, de que são exemplo a punição criminal dos maus tratos a animais e o controle admi- nistrativo das condições em que esses animais são detidos. Por conseguinte, a relação do homem com os seus animais de com- panhia possui hoje já um relevo à face da ordem jurídica que não pode ser desprezado".
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Tudo por causa da Flavinha: o caso do Dog Tour da Nathuna Viagens e Turismo.

Tudo por causa da Flavinha: o caso do Dog Tour da Nathuna Viagens e Turismo.

O caso trata da iniciativa inovadora de uma amante de animais que, após vivenciar inúmeras situações de constrangimento por não ser aceita em hotéis e locais públicos com sua cachorrinha, resolve montar uma agência de turismo que oferece um serviço diferenciado: o Dog Tour – um turismo em que as pessoas podem levar seus cachorros, já com itinerários apropriado e hotéis que aceitam a permanência dos pets nos quartos com seus donos. O caso apresenta toda a trajetória da empresária para abrir o negócio, suas estratégias de divulgação sem custo, e a diversificação de produtos que lançou a partir da mesma temática. Tem os seguintes objetivos educacionais: (a) analisar o processo de criação de um negócio com base em necessidades pessoais; (b) analisar as estratégias de divulgação utilizadas pela empresária; (c) Propiciar uma análise do caso baseada nos modelos mentais da empresária.
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O direito fundamental à liberdade de consciência em discussão: ética e experimentação didático-científica em animais nas universidades

O direito fundamental à liberdade de consciência em discussão: ética e experimentação didático-científica em animais nas universidades

Isso porque, a princípio, embora inexistente obrigação legal neste sentido - mas evidente obrigação de compatibilização com a Constituição - a regulamentação deveria ser realizada preferencialmente pelas universidades e não pelo legislador. Em primeiro lugar, porque essa medida seria menos restritiva de seu direito à autonomia didático-científica do que a intervenção legislativa. Em segundo lugar, porque as universidades possuem maior contato com as questões estudantis e maior expertise para definir as melhores formas de avaliação. Em terceiro lugar, porque isso evita um componente, por assim dizer, de “guerra” entre universidades e o poder público e, no mesmo sentido, reduz a questão a um problema de natureza administrativa e não a um litígio entre o estudante e o legislador x universidades. Em quarto lugar, porque, embora para o caso da experimentação em animais já existam leis isoladas prevendo objeção de consciência, como é o caso da previsão do art. 7º da Lei Municipal nº 4.428/99, é muito complicado exigir que o legislador preveja todas as hipóteses de objeção de consciência dentro de relações privadas em geral.
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OS ANIMAIS COMO SUJEITOS DE DIREITO  Paula Maria Tecles Lara, Paula Cristiane Motta Sales

OS ANIMAIS COMO SUJEITOS DE DIREITO Paula Maria Tecles Lara, Paula Cristiane Motta Sales

Consoante tal raciocínio, recorda-se que os animais, nos primórdios da civilização humana, eram considerados instrumentos de uso humano, utilizados como ferramentas de trabalho, transporte, para alimentação e até mesmo para prática de alguns esportes dentre eles a “caça”. Essa visão foi embasada pelo pensamento religioso predominante na época, no qual o homem teria tido uma origem diferenciada ou até mesmo extraordinária com relação aos outros animais. Além disso, muitos filósofos defendiam a ideia de que os animais não possuíam alma e que eram desprovidos do sentimento de dor.
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Teaching Cases in Management: Tudo por Causa da Flavinha: o Caso do Dog Tour da Nathuna Viagens e Turismo

Teaching Cases in Management: Tudo por Causa da Flavinha: o Caso do Dog Tour da Nathuna Viagens e Turismo

O caso trata da iniciativa inovadora de uma amante de animais que, após vivenciar inúmeras situações de constrangimento por não ser aceita em hotéis e locais públicos com sua cachorrinha, resolve montar uma agência de turismo que oferece um serviço diferenciado: o Dog Tour – um turismo em que as pessoas podem levar seus cachorros, já com itinerários apropriado e hotéis que aceitam a permanência dos pets nos quartos com seus donos. O caso apresenta toda a trajetória da empresária para abrir o negócio, suas estratégias de divulgação sem custo, e a diversificação de produtos que lançou a partir da mesma temática. Tem os seguintes objetivos educacionais: (a) analisar o processo de criação de um negócio com base em necessidades pessoais; (b) analisar as estratégias de divulgação utilizadas pela empresária; (c) Propiciar uma análise do caso baseada nos modelos mentais da empresária.
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ANIMAIS COMO SUJEITOS DE DIREITOS: ANÁLISE DO HABEAS CORPUS Nº 83332005

ANIMAIS COMO SUJEITOS DE DIREITOS: ANÁLISE DO HABEAS CORPUS Nº 83332005

Refere-se o legislador em alguns momentos aos animais como sujeitos de direito, com direito a sua integridade física e psicológica, como podemos observar no decreto n.º 24.645, de 10 de julho de 1934 (revogado) que definiu de forma aprofundada o que seriam os maus tratos aos animais e em alguns artigos conseguiu se harmonizar com a ideia dos animais como sujeitos de direito, devendo os atos cruéis contra os animais serem considerados inadmissíveis e ilegais. Entretanto a maioria dos textos legais que tratam do tema ainda o faz de forma antropocêntrica, colocando a defesa dos animais como um fim para os seres humanos ou tutelando apenas em parte os seus interesses, regulamentando atos cruéis contra os animais, como faz a Lei do rodeio, Lei 10.519 de 17/07/2002.
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Morfometria ovariana de bovinos de abate em Ibiporã – Paraná

Morfometria ovariana de bovinos de abate em Ibiporã – Paraná

Na avaliação morfométrica dos ovários animais de aptidão leiteira possuem a maior média de tamanho de ovário direito que foi estatisticamente diferente da menor média do ovário esquerdo nos animais de aptidão de corte, independente de serem gestantes ou não. Conforme pode ser analisado na Tabela I, as demais medidas não diferem entre si. Tabela I. Avaliação morfométrica de ovários de bovinos com aptidão de corte e

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Efeitos do laser de baixa potência sobre a dor e edema no trauma tendíneo de ratos.

Efeitos do laser de baixa potência sobre a dor e edema no trauma tendíneo de ratos.

Os  animais  foram  sedados  com  inalação  de  éter  etílico  e  poste- riormente  posicionados  em  decúbito  lateral  esquerdo,  expondo  a  região lateral do tendão calcâneo direito ao trauma. Para a produção  da  lesão  traumática  foi  utilizado  um  equipamento  projetado  pelo  Departamento  de  Engenharia  Civil  da  Unioeste.  O  mesmo  consistiu  de  um  peso  (575g)  partindo  sempre  de  uma  mesma  altura  inicial  (7cm)  em  queda  sobre  a  face  lateral  do  tendão  calcâneo  direito  de  cada  animal,  perfazendo  uma  energia  de  impacto  de  aproximada- mente 0,40J. 
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Anatomia do nervo isquiático em mocós (Kerodon rupestris WIED, 1820) aplicada a clínica de animais silvestres

Anatomia do nervo isquiático em mocós (Kerodon rupestris WIED, 1820) aplicada a clínica de animais silvestres

Os resultados que serão mostrados baseiam-se no exame do nervo isquiático de mocós (Kerodon rupestris), adultos, de diferentes idades, sendo cinco machos e cinco fêmeas, que vieram a óbito naturalmente, oriundos do Centro de Multiplicação de Animais Silvestres da Escola Superior de Agricultura de Mossoró (CEMAS/ESAM), sendo este criatório cientifico, autorizado com numero de registro (12.492-004) pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA-RN), tendo como objetivo fomentar a pesquisa, formar e manter espécies que habitam a região do semi-árido nordestino.
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UM EMBATE ENTRE O DIREITO À CULTURA E A PROIBIÇÃO DE TRATAMENTO CRUEL DOS ANIMAIS  Bruna Hundertmarch, Nathalie Kuczura Nedel

UM EMBATE ENTRE O DIREITO À CULTURA E A PROIBIÇÃO DE TRATAMENTO CRUEL DOS ANIMAIS Bruna Hundertmarch, Nathalie Kuczura Nedel

A quarta temática trata do Estatuto da Cidade e Saneamento Básico. O primeiro artigo de Maria Claudia da Silva Antunes de Souza e Hilariane Teixeira Ghilardi cuidam da “Avaliação ambiental estratégica e sua aplicabilidade no Estatuto da Cidade” destacando a Avaliação Ambiental Estratégica e sua aplicabilidade no Estatuto da Cidade, para estudar os principais fatores do desenvolvimento urbano sustentável, com o escopo de sua implantação nos planos diretores. Depois em “O pseudoprincípio da universalização do acesso no esgotamento sanitário brasileiro”, Patrícia Leal Miranda de Aguiar e Ana Luiza Novais Cabral se dedicam a examinar a universalização do acesso no esgotamento sanitário e a dificuldade de sua implantação a toda população, de forma igualitária. Por fim, Lorena Saboya Vieira e Alessandra Anchieta Moreira Lima De Aguiar apresentam “Política Nacional de Resíduos Sólidos e o programa Minha Casa Minha Vida: reflexão acerca da garantia ao direito à moradia digna e ao meio ambiente ecologicamente equilibrado” e refletem sobre a lei nº 12.305/10, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS, bem como as medidas ambientais de forma multidimensional e multidisciplinar, nos Programas Minha Casa Minha Vida (PMCMV), amplamente desenvolvidos no Brasil.
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