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Anomalias congênitas do disco óptico associadas à doença de Moyamoya: relato de caso.

Anomalias congênitas do disco óptico associadas à doença de Moyamoya: relato de caso.

RESUMO - As anomalias congênitas do disco óptico podem estar associadas a anormalidades vasculares in- tracranianas. Relatamos o caso de um paciente de 9 anos com anomalia do disco óptico tipo morning glory em um olho e coloboma do disco óptico e coróide infrapapilar no outro. O paciente apresentava história pre- gressa de ataque isquêmico transitório e angioressonância cerebral consistente com doença de moyamoya. O presente relato ilustra a importante associação das anomalias congênitas do disco óptico com a doença de moyamoya. O exame fundoscópico de pacientes suspeitos pode trazer subsídios ao diagnóstico clínico, abrin- do a possibilidade do reconhecimento precoce das anormalidades vasculares intracranianas encontradas no moyamoya, aumentando a perspectiva de eventual intervenção profilática frente às potenciais complicações. PALAVRAS-CHAVE: doença de moyamoya, anomalia de morning glory, disco óptico, ataque isquêmico tran- sitório, anormalidade vascular intracraniana.
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Hemorragia de disco óptico possivelmente secundária a descolamento espontâneo do vítreo posterior.

Hemorragia de disco óptico possivelmente secundária a descolamento espontâneo do vítreo posterior.

Evolução: Diante do quadro foi feito o diagnósti- co de hemorragia de disco óptico, possivelmente secun- dária a descolamento espontâneo do vítreo posterior, tendo como conduta expectante e acompanhamento do caso com 6 horas, 1 dia, 1 semana e 1 mês de evolução.

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Alterações topográficas do disco óptico provocadas pela ingestão oral de glicerina.

Alterações topográficas do disco óptico provocadas pela ingestão oral de glicerina.

apresentando Po acima de 25 mmHg, sem uso prévio de terapia hipotensora; todos pacientes tinham evidências de dano no disco óptico e defeito de campo visual (degrau nasal, defeitos arqueados superior e inferior ou campo tubular) e pacientes com glaucoma primário e secundário foram incluídos. Pacien- tes com diabetes, nefropatia ou cardiopatia foram excluídos. Uma carta de consentimento assinada foi obtida de cada pa- ciente e o estudo foi aceito pela Comissão de Ética do Hospital. Após uma série inicial de três imagens de boa qualidade obtidas com o HRT, os pacientes receberam glicerina por via oral (1 g/kg de peso corporal). Após 45 minutos, novas séries de imagens foram obtidas. A Po foi medida logo após a série inicial de três imagens com o uso do Tonopen e após 45 minutos da ingestão de glicerina.
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Estudo das correlações entre a área do disco óptico e as características geométricas e biomecânicas da córnea.

Estudo das correlações entre a área do disco óptico e as características geométricas e biomecânicas da córnea.

Objetivo: Correlacionar área do disco óptico com parâmetros geométricos e biomecânicos da córnea. Métodos: Estudo retrospectivo nos arquivos de pacientes do Instituto de Olhos Renato Ambrósio a fim de se identificar os pacientes que realizaram exames HRT (Heidelberg Retina Tomography), Pentacam e ORA. A retinografia digital foi revisada de modo a se classificar na escala DDLS (Disc Damage Likelihood Scale).Resultados: 244 olhos de 122 pacientes (75 mulheres) foram incluídos no estudo. A média de idade foi de 47,2 anos (de 8 a 97 anos, desvio padrão de 21,7). Não houve correlação significante entre área do disco e nenhuma das medidas de PIO (IOPg, IOPcc). Encontrou-se uma relação negativa significativa com CRF (r=-0,1337, p=0,0263). A relação com histerese foi também negativa (-0,1123), mas o valor p foi maior que 0,05 (0,0625). Não houve correlação significante entre área do disco e progressão paquimétrica mínima ou média. Entretanto, observou-se correlação significante e positiva entre a área do disco e astigmatismo corneano (Delta K), sendo de 1,15 (p=0,0129). Conclusão: Existe uma corre- lação negativa entre a área do disco óptico e os parâmetros biomecânicos e estruturais da córnea. Tal correlação pode ser parte da explicação da córnea ser um fator de risco para maior susceptibilidade do nervo óptico para neuropatia glaucomatosa.
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Retinopexia pneumática e fotocooagulação a laser para tratamento de descolamento secundário à fosseta de disco óptico: relato de caso.

Retinopexia pneumática e fotocooagulação a laser para tratamento de descolamento secundário à fosseta de disco óptico: relato de caso.

MLM, 33 anos, feminino, parda, encaminhada com diagnós- tico de buraco de mácula e baixa de visão no olho direito há um ano. A acuidade visual com a melhor correção era de 20/100 e 20/20, respectivamente no olho direito e esquerdo. A biomi- croscopia, motilidade ocular extrínseca, reflexos pupilares e pressão intra-ocular eram normais. O exame de fundo do olho direito (Figura 1) mostrava uma fosseta congênita na região temporal do disco óptico com descolamento exsudativo no pólo posterior, buraco de mácula lamelar e uma artéria cilioretinana. A fundoscopia do olho esquerdo era normal.
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Correlação entre o topógrafo de disco óptico (TOPSS) e índices do campo visual.

Correlação entre o topógrafo de disco óptico (TOPSS) e índices do campo visual.

Os indivíduos normais foram recrutados entre os membros da Universidade, voluntários da equipe médica, familiares e amigos dos pacientes. Esses foram excluídos se apresentas- sem pressão intra-ocular (Pio) acima de 21 mmHg, disco óptico suspeito (perda localizada da rima, hemorragia de disco óptico, assimetria de escavação >0,2) ou campo visual alterado (defi- nido a seguir).

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Análise descritiva do disco óptico e da camada de fibras nervosas da retina utilizando tomografia de coerência óptica em olhos portadores de megalopapilas e em olhos normais

Análise descritiva do disco óptico e da camada de fibras nervosas da retina utilizando tomografia de coerência óptica em olhos portadores de megalopapilas e em olhos normais

Baixos valores de CCI na região temporal e temporal superior foram encontrados neste estudo, sem a utilização da função EBF. Resultados similares foram descritos por Langenegger et al.(2011) em estudo intraobservador, também com o menor valor de CCI para a região temporal (0,83) e temporal superior (0,86), sem utilizar a função EBF. Em ambos os estudos, entretanto, os valores de CCI aumentaram para ≥ 0,93 em cada região com a ativação da função EBF. A razão da maior variabilidade das medidas da região temporal permanece desconhecida. Uma possível explicação para os muitos estudos que mostram maior variabilidade das medidas na região temporal e nasal, é a disposição das fibras nervosas da anatomia normal, na qual as regiões temporal e nasal geralmente apresentam faixas neurais mais estreitas que as regiões superior e inferior (Carpineto et al., 2003). A própria orientação da CFNR mostra um padrão regular de convergência para o disco óptico: aquelas fibras oriundas da região nasal, superior e inferior da retina tem um curso mais retilíneo, enquanto as fibras provenientes da retina temporal possuem trajeto mais curvo em seu direcionamento para o disco óptico (Hogan; Alvarado; Weddel, 1971).
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Vitrectomia e troca fluido-gasosa para o tratamento do descolamento seroso da mácula por fosseta de disco óptico: avaliação de longo prazo.

Vitrectomia e troca fluido-gasosa para o tratamento do descolamento seroso da mácula por fosseta de disco óptico: avaliação de longo prazo.

Resultados: Todos os 5 olhos operados tiveram significativa melhora da visão após o procedimento cirúrgico, mantendo boa visão durante todo período de acompanhamento. A acuidade visual pré-operatoria média foi de 20/400 enquanto a acuidade visual final foi de 20/27 com um tempo médio de seguimento de 13,6 anos. Não foram observadas recorrências do descolamento seroso da mácula e os exames de OCT mostraram a retina perfeitamente aplicada até a margem da fosseta de disco óptico.

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Assimetria na relação escavação/disco óptico em adolescentes.

Assimetria na relação escavação/disco óptico em adolescentes.

Objetivo: Verificar a frequência de assimetrias superiores a 0,2 na razão escavação/disco em uma população de adolescentes. Métodos: Reti- nografias de ambos os olhos de 123 jovens foram digitalizadas na resolução de 300 pixels por polegada (300 dpi), 8 bits, padrão de cor RGB. Para a realização das medidas foi utilizado o software Image J, versão 1.42, desenvolvido pelo National Institute of Health (NIH), plataforma Java versão 1.6. Resultados: Os valores das diferenças, entre os dois olhos do mesmo indivíduo, na razão das medidas do diâmetro vertical da escavação/ diâmetro vertical do disco óptico variaram de 0 a 0,30. A média das diferenças foi 0,07, a mediana 0,06 e o desvio padrão 0,05. Assimetrias de até 0,06 apresentaram frequência de 54,4% e assimetrias de até 0,1 estive- ram presentes em 79,7% da amostra. Dois indivíduos (1,63%) apresentaram assimetrias superiores a 0,2. Conclusão: A frequência de assimetrias no grupo de adolescentes estudado é similar à encontrada em estudos realiza- dos com população adulta normal.
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Diagnóstico e conduta em melanocitoma do disco óptico.

Diagnóstico e conduta em melanocitoma do disco óptico.

Uma lesão pigmentada do disco óptico e área peripapilar, desconhecida e não documentada previamente, é motivo de pre- ocupação. No entanto, conhecendo as principais características de um melanocitoma do disco óptico pode ajudar no diagnósti- co desta lesão e diferenciá-la de melanoma de coroide. O pacien- te deve realizar os exames citados e retornar mensalmente para reavaliação. Se não houver mudanças no aspecto da lesão, o seguimento passa a ser semestral.

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Dupla fosseta unilateral de disco óptico: relato de caso.

Dupla fosseta unilateral de disco óptico: relato de caso.

em ambos os olhos, colírio este que o paciente vinha instilan- do até a presente avaliação. Sua melhor acuidade visual era 20/30 no olho direito (OD) com +2,00~ -0,75x65°, e 20/50 no olho esquerdo (OE) com +0,25~ -0,75x75°. À biomicroscopia, observa- va-se leve opacificação cristaliniana e câmara anterior profun- da em ambos os olhos . A pressão intraocular (PIO) era 11 mmHg no OD e 12 mmHg no OE às 14 horas com maleato de timolol 0,5% nos dois olhos, e a espessura corneana central média ultras- sônica 523 μ e 526 μ, respectivamente, no OD e OE. À oftal- moscopia, os discos ópticos eram bem corados e a camada de fibras nervosas da retina exibia estriação normal. As escavações papilares eram ao redor de 0,5 V x 0,5 H no OD, com discreto estreitamento da rima neural superior, e 0,6 V x 0,5 H no OE com uma fosseta nasal e outra temporal, esta maior e mais profunda que a primeira (Figura 1-A). No polo posterior do OE havia ainda uma atrofia do epitélio pigmentar, inclusive na região macular, achados estes confirmados na angiofluoresceinografia. Na cam- pimetria computadorizada, realizada com o Octopus 1-2-3 (es- tratégia TOP/Normal, 30-2), observou-se no olho esquerdo alguns escotomas relativos paracentrais temporais e outros absolutos mais periféricos, inclusive conectados à mancha cega (Figura 1-B). No olho direito, este exame encontrava-se dentro da normalidade. O colírio hipotensor (maleato de timolol 0,5%) foi então suspenso em ambos os olhos, e o paciente submetido a uma tomografia de coerência óptica (Stratus OCT 3), que demonstrou um leve aumento da espessura da camada de fibras nervosas no setor de 3 h no olho esquerdo, e diâmetro horizontal aumen- tado do disco óptico deste mesmo olho (2,01 mm) em relação ao OD (1,5 mm) (Figura 2). A PIO era de 10 mmHg nos dois olhos sem medicação.
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Valor preditivo da topografia de disco óptico para o desenvolvimento de glaucoma

Valor preditivo da topografia de disco óptico para o desenvolvimento de glaucoma

avaliação sem pressa, com mais atenção e sem causar desconforto ao paciente. A análise seriada dessas fotografias é o padrão ouro para a detecção de deterioração estrutural no disco óptico e na região peripapilar. Nesse estudo, as fotografias foram catalogadas e numeradas de forma que no momento da avaliação, tanto para diagnóstico como para progressão, o examinador não observava o nome do paciente ou as datas das fotografias. Cada fotografia (para a classificação subjetiva e estimação da escavação vertical) e cada par de fotografias (para a determinação de progressão) foram avaliadas por dois examinadores. Nos casos em que não houve acordo, um terceiro era requisitado para deliberação. Todos os examinadores que participaram da graduação das estereofotografias haviam sido submetidos a treinamento específico, certificação e um número mínimo de fotos foram avaliadas antes de se tornarem graduadores seniores. A realidade da avaliação do disco óptico na grande maioria das clínicas e hospitais não segue padrão tão rigoroso e os resultados encontrados neste estudo podem, então, representar uma hiperestimação do valor real da avaliação subjetiva do disco óptico. Existem poucos estudos sobre a qualidade de documentação da aparência do disco óptico em pacientes com suspeita de glaucoma ou acompanhados por glaucoma. Estudos americanos mostraram que há uma baixa adesão às recomendações para exame e documentação do disco óptico e que até 50% dos pacientes glaucomatosos não possuem fotografias ou mesmo desenhos em seus prontuários à época do diagnóstico. 9, 10, 18
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Hipertensão intracraniana idiopática de apresentação atípica com papiledema unilateral.

Hipertensão intracraniana idiopática de apresentação atípica com papiledema unilateral.

res e novamente a paciente se negou a realizar punção do líquor. Por critérios de exclusão foi estabelecido o diagnóstico de Hipertensão Intracraniana Idiopática e iniciou-se tratamento com associação de acetazolamida na dose de 500mg/dia via oral (VO), e topiramato 25mg/ dia VO. A paciente apresentou melhora progressiva do quadro clínico, tanto na retinografia quanto na angiografia fluoresceínica, com diminuição no edema do disco óptico e no vazamento de corante, 3 meses após o início do tratamento. A tomografia de coerência óptica mostrou redução dos valores (área da rima vertical de 0,80 mm 2 ,
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Vitreorretinopatia exsudativa familiar simulando doença de Coats: relato de caso.

Vitreorretinopatia exsudativa familiar simulando doença de Coats: relato de caso.

Ao exame, apresentava AV de sem percepção luminosa (SPL) no OD e de 20/125 (refração: -1,75DE // -2,00DCx170°) no OE; exotro- pia preferindo OE; microftalmia do OD, além de nistagmo com aumento de frequência/amplitude às dextro/levoversões. À biomi- croscopia do OD apresentava: ceratopatia em faixa, câmara anterior sem reação, corectopia, sem rubeosis iridis. Apresentava pressão intraocular de 4 mmHg (OD) e de 16 mmHg no OE. A fundoscopia do OD revelava descolamento de retina (DR) total seroso e o OE mostra- va disco óptico elevado com bordas pouco nítidas, retina aplicada, vasos com aspecto de tração para região temporal, alteração vas- cular na periferia temporal com traves vítreas neste setor (Figura 1). A ultrassonografia do OD revelou diâmetro axial diminuído e DR total em funil aberto, com áreas sugestivas de calcificação, sem evidência de tumores intraoculares. A angiofluoresceinografia do OE revelava distorção dos vasos retinianos e oclusão vascular perifé- rica, com extravasamento difuso periférico, próximo ao nervo ópti- co e por alguns vasos paramaculares (Figura 2).
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Meningioma do nervo óptico simulando progressão de dano axonal glaucomatoso: relato de caso.

Meningioma do nervo óptico simulando progressão de dano axonal glaucomatoso: relato de caso.

O objetivo é relatar um caso de meningioma da bainha do nervo óptico localizado na região do canal óptico simulando progressão de dano axonal glaucomatoso. Paciente de 60 anos em tratamento para glaucoma primário de ângulo aberto apresentou perda progressiva do campo visual e aumento da escavação do disco óptico à esquerda. Devido à rapidez e à assimetria da progressão do dano axonal, por causa da redução da acuidade visual e do aparente bom controle pressórico uma lesão compressiva do nervo óptico foi suspeitada. A tomografia computadorizada de órbitas foi normal, entretanto a imagem por ressonância magnética evidenciou um meningioma da bainha do nervo óptico na região do canal óptico. Afecções compressivas da via óptica anterior são causas incomuns de escavação do disco óptico, entretanto podem simular uma neuropatia glaucomatosa e devem ser lembradas nos pacientes com suspeita de glaucoma de baixa pressão intra-ocular ou em tratamento para glaucoma que apresentem evolução atípica da perda visual.
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Descrição de nova distrofia macular associada à síndrome dos cabelos anágenos frouxos.

Descrição de nova distrofia macular associada à síndrome dos cabelos anágenos frouxos.

Caso III-22 (Figura 6). O paciente refere diminuição da acuidade visual, que teve início com 7 anos de idade. Refere piora progressiva da acuidade visual até os 14 anos. Nega dificuldade de visão para cores; refere dificuldade de visão à noite, lacrimejamento e fotofobia. Paciente tinha fios esparsos de cabelos até os 7 anos e após houve o crescimento. Refere que os cabelos crescem pouco, e que os cortes são infreqüen- tes; refere perda acentuada; e que os cabelos são facilmente arrancados, quando puxados. No exame oftalmológico apre- sentava acuidade visual de 20/200 em AO, e refração sob cicloplegia de +1,00 esf. –1,50x90 OD e –2,00x90 em OE. Apre- sentou teste de cores na tabela de Ishihara anormais (lê so- mente a primeira e última prancha) e no teste de Farnsworth D- 15 apresentou defeito tipo tritan em OD e deutan em OE. Na retinografia em AO, apresenta dispersão pigmentar em pólo posterior da retina com formas e tamanhos variados e com aumento de pigmento amarelado em área macular, sem es- tafiloma em área macular, disco óptico e vasos da retina nor- mais, na angiografia evidencia-se resultados similares ao caso III-21, exceto na ausência de estafiloma em área macular, na ecografia evidenciam-se ausência de estafiloma em área ma- cular, espessura retinocoróidea normal e vítreo silencio em AO. Alopécia frontoparietal; pêlos se desprendem facilmente nesta região e pilificação diminuída nas axilas e tronco e pilifi- cação genital. Exame na MO e MEV compatíveis com a SCAF, a exemplo do caso III-21.
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Ectopia lentis et pupillae: relato de caso.

Ectopia lentis et pupillae: relato de caso.

to de pupila em 60% dos olhos, alta miopia e disco óptico inclinado ocorreu em mais de 50% dos pacientes, diâmetro corneano aumentado e astigmatismo corneano foram encon- trados em mais de um terço dos olhos afetados, catarata tam- bém ocorreu em aproximadamente um terço dos olhos e desco- lamento de retina em 9%. Glaucoma não foi relatado como sendo comum neste estudo.

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Papiledema unilateral na síndrome do pseudotumor cerebral.

Papiledema unilateral na síndrome do pseudotumor cerebral.

A ocorrência de edema unilateral de disco óptico em pacientes com pressão intracraniana elevada pode ser causada por fatores que impedem a transmissão da pressão do LCR através da bai[r]

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Invasão do nervo óptico por melanoma peripapilar: relato de caso.

Invasão do nervo óptico por melanoma peripapilar: relato de caso.

ram um caso de recidiva do tumor, sob a forma de um nódulo intra-escleral, após endoressecção. Esse relato também evi- dencia outras limitações possíveis com este procedimento como a necessidade de múltiplas cirurgias vítreo-retinianas consecutivas, o mau resultado visual em lesões próximas ao disco óptico e a permanência prolongada de óleo de silicone na cavidade vítrea. Essa última prejudica bastante o exame ultra-sonogáfico e quando os meios não são claros, impede uma correta avaliação de possível recidiva local (15) .

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Contribuição diagnóstica da avaliação eletrofisiológica visual em pacientes atendidos em hospital universitário.

Contribuição diagnóstica da avaliação eletrofisiológica visual em pacientes atendidos em hospital universitário.

Objetivo: Determinar a freqüência de diferentes categorias diagnósticas em um laboratório de eletrofisiologia visual clínica de um hospital universi- tário. Métodos: Os pacientes participaram de um estudo transversal sendo submetidos a testes eletrodiagnósticos visuais entre outubro de 1998 e outubro de 2000 (N=570). Os exames de eletrorretinografia (ERG) foram realizados em 385 pacientes (68%) e de potenciais visuais evocados (PVE) por reversão de padrão e/ou flashes e varredura em 185 pacientes (32%). Resultados: Após avaliação da eletrorretinografia, as categorias diagnós- ticas mais freqüentes foram identificadas na seguinte ordem: retinose pigmentária, doença de Stargardt, distrofia de cones, degeneração do tipo cone-bastonete, retinotoxicidade devido a vários agentes (cloroquina, tamoxifeno, etc) e trauma ocular, além de perdas visuais de causas idiopá- ticas. Em 23% dos casos, não foi possível obter o diagnóstico final ao primeiro exame. O grupo mais freqüente referido para o eletrorretinografia foi para documentar ou excluir as degenerações tapeto-retinianas (42%). Neste grupo, 110 casos de retinose pigmentária foram identificados: 91 casos isolados e 19 sindrômicos. Para o exame de potenciais visuais evocados, as categorias diagnósticas mais freqüentes foram: doenças que afetam somente o nervo óptico (atrofia de nervo óptico, neurites ópticas, edema de disco óptico, etc.); condições neurológicas afetando a via visual (esclerose múltipla, paralisia cerebral, trauma crânio-encefálico, tumores, etc.), condições neurológicas e/ou doenças oculares pediátricas (catarata congênita, deficiência visual cortical, glaucoma congênito, etc.), e opaci- dade de meios (leucoma, trauma ocular, etc.). Conclusões: A análise deste amplo grupo de pacientes, mostra as indicações mais freqüentes e signifi- cativas para registros eletrofisiológicos visuais e decisões diagnósticas. Vários diagnósticos podem ser de difícil conclusão sem os testes eletro- fisiológicos visuais. Dentre essas doenças incluem-se estágios iniciais da retinose pigmentária, distrofia progressiva de cones, retinopatia tóxica sem alterações fundoscópicas, função de nervo óptico ou retiniana em opacidades de meios, envolvimento de nervo óptico em esclerose múltipla e avaliação da acuidade visual em doenças oculares infantis com ou sem alterações neurológicas.
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