Distribuição de energia eléctrica

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O papel dos Sistemas de Informação Geográfica no Planeamento, Projecto e Manutenção da Rede de Distribuição de Energia Eléctrica Daniel Filipe Bonito Vieira

O papel dos Sistemas de Informação Geográfica no Planeamento, Projecto e Manutenção da Rede de Distribuição de Energia Eléctrica Daniel Filipe Bonito Vieira

industriais poluentes na envolvente dessas fontes. Para tal foi utilizado um ficheiro em formato shape com a localização de todas as indústrias em Portugal Continental, obtido através do portal do SNIAmb (sob tutela da Agência Portuguesa do Ambiente), no qual foram seleccionadas, e separadas por layers individuais, apenas as indústrias com relevância para o tema a desenvolver, mais concretamente, cimenteiras, pedreiras e cerâmicas. A cada uma destas layers foi aplicado um buffer de 2 km, com base em informação empírica proveniente dos responsáveis pelo projecto, planeamento e manutenção da rede de distribuição de energia eléctrica na EDP Distribuição, que referia que as partículas poluentes possuem um impacto negativo mais agressivo sobre as estruturas da rede dentro desse limite de 2 km. Para lá deste valor, o efeito corrosivo, apesar de presente, é substancialmente mais fraco. Desta forma foi possível obter-se uma delimitação para as zonas de poluição industrial, por outras palavras, as zonas onde se registam concentrações dessas partículas em quantidade suficiente para prejudicarem seriamente o bom funcionamento da rede de distribuição de energia eléctrica.
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Análise de indicadores de continuidade de serviço em redes de distribuição de energia eléctrica para alocação de recursos de investimento

Análise de indicadores de continuidade de serviço em redes de distribuição de energia eléctrica para alocação de recursos de investimento

Os ganhos em perdas nas linhas de média tensão são valorizados ao preço de 0,0609 €/kWh, sendo a valorização do ganho em energia não distribuída de 1,5 €/kWh. Ambos os parâmetros são pesados na avaliação da viabilidade financeira do projecto, apesar dos ganhos em energia não distribuída terem uma maior interferência com o objectivo principal dos planos de melhoria de qualidade de serviço. Tal como foi apresentado no capítulo anterior, podemos observar que os ganhos em perdas não são variáveis de nenhum indicador de continuidade de serviço, enquanto a energia não fornecida está directamente relacionada com o cálculo do TIE.
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Previsão de consumo de energia eléctrica nos principais pontos injectores da rede de transporte na rede de distribuição

Previsão de consumo de energia eléctrica nos principais pontos injectores da rede de transporte na rede de distribuição

O modelo final tem que ser avaliado pela qualidade dos seus resultados o que implica o menor valor de erro possível. Em primeira análise, o erro calcula-se como o valor da percentagem média absoluta do erro - MAPE (Mean Absolute Percentage Error). Segundo o estudo comparativo elaborado por (Hippert, Pedreira, & Sousa, 2001) este parâmetro de aferição é o mais divulgado na bibliografia sobre os métodos de previsão de carga eléctrica. De qualquer modo, os erros máximos admissíveis, tendo em conta a utilização do modelo e tendo em atenção tanto a bibliografia estudada como outros trabalhos na área, poderão oscilar até erros com um limite de 10%. Este valor poderá ser considerado para outros como um valor elevado, mas tendo em conta a aplicação e o horizonte previsto para a previsão este erro é aceitável para os operadores da gestão da rede de distribuição. Este erro pode ser mais significativo com o alargamento do horizonte de previsão nomeadamente de uma a duas semanas.
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Mercado ibérico de energia eléctrica

Mercado ibérico de energia eléctrica

O sector de energia eléctrica está sujeito a um grande conjunto de regras e parâmetros, muito bem definidos, que são essenciais à sua correcta operação e funcionamento. Esta afirmação parece um tanto ao quanto exagerada mas, se pensarmos bem, cada vez que alguém acciona um interruptor a lâmpada liga-se instantaneamente, o que implica que a energia eléctrica necessária esteja disponível nesse mesmo instante. Para que esta simples acção ocorra é necessário que, ao mesmo tempo, uma central eléctrica esteja a produzir a electricidade necessária, exista um sistema de transporte capaz de realizar a transmissão dessa energia e que um distribuidor a faça chegar ao local necessário. Realizar estas actividades, de forma coordenada e imediata, é um problema bastante complexo se tivermos em consideração que cada interveniente necessita realizar a sua função em tempo real, tendo em conta todas as restrições intrínsecas à sua actividade. Se cada um destes intervenientes, produção, transporte e distribuição, realizar a sua função de forma apropriada mas por empresas independentes, é ainda necessário que a consiga realizar enquanto se mantêm todo o sistema a funcionar de forma interligada, coordenada e contínua.
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Integração de Microgeração em Larga Escala nas Redes de Baixa Tensão Alice Maria Cepeda da Assunção

Integração de Microgeração em Larga Escala nas Redes de Baixa Tensão Alice Maria Cepeda da Assunção

Neste trabalho foram estudadas as questões básicas relativas à exploração dos sistemas de distribuição com integração de PD de modo a aproveitar os benefícios que estas unidades podem fornecer no que diz respeito, nomeadamente, à continuidade de serviço. Neste contexto, foi apresentado um breve estado da arte relativamente ao funcionamento dos sistemas de distribuição em rede interligada e em rede isolada. Foram também apresentadas as questões relacionadas com a qualidade de energia eléctrica, as quais se encontram normalizadas. De modo a estudar o comportamento em regime dinâmico de sistemas de distribuição que integrem unidades de microgeração nas suas redes de BT, foram encontrados modelos matemáticos adequados para descreverem a dinâmica relevante das unidades de microgeração com impacto na rede BT e para representarem os conversores electrónicos de potência que ligam as unidades de microgeração à rede, controlados de forma a entregarem à rede toda a potência produzida pelas unidades de microgeração.
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Determinação do preço da energia eléctrica nos países da SADC : analise comparativa

Determinação do preço da energia eléctrica nos países da SADC : analise comparativa

A metodologia de cálculo do preço usada actualmente pela EDM foi concebida por consultores no período de 2001-2003 (KPMG, 2012). Esta metodologia foi aprovada pelo governo em 2003, com uma provisão para ajuste periódico da tarifa. A abordagem do custo de serviço (CoS) destinou-se a disponibilizar à EDM um método de regulação automática para ajustar o preço da electricidade, considerando a ausência de um regulador independente (KPMG, 2012). Contudo, o governo mantém autoridade para aprovar cada alteração de preço que é solicitada pela EDM. Os preços ajustam-se a cada três meses com base nas alterações dos custos que sejam superiores a 3% por trimestre. Uma diferenciação de localização foi introduzida com o surgimento de companhias privadas locais de distribuição que determinam preços diferentes dos da EDM pelos seus serviços para uma região e local específico (CORE,2008).
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As actividades de I&D em operadores de redes de transportes de energia eléctrica

As actividades de I&D em operadores de redes de transportes de energia eléctrica

Este facto será provavelmente explicado pelas diferenças no tipo de estrutura destes dois grupos de empresas. No caso dos TSOs, conforme já referido, há uma alta percentagem de engenharia enquadrada numa estrutura relativamente “leve”. Já as outras utilities são constituídas por estruturas muito mais pesadas (da ordem das dezenas de milhares de trabalhadores). Acresce que, neste segundo grupo, não existirá um rácio de “engenharia”/”não engenharia” tão elevado. O mesmo será dizer que em termos líquidos, a distribuição do orçamento para I&D pelos potenciais investigadores poderá até ser mais favorável. Para dissipar estas dúvidas seria interessante analisar um indicador de orçamento de I&D por investigador (ou por potencial investigador). No entanto, sobretudo para os TSOs, é impossível obter tal informação.
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Projecto e Construção de um Sistema de Monitorização de Energia Eléctrica para uma Habitação

Projecto e Construção de um Sistema de Monitorização de Energia Eléctrica para uma Habitação

Actualmente, existem diversos tipos de sistemas que podem ser utilizados na monitorização dos consumos de electricidade domésticos. Os contadores inteligentes (smart meters) permitem, quer ao fornecedor quer ao consumidor, um melhor controlo da utilização da energia eléctrica. Estes contadores substituem o contador tradicional existente na maioria das casas e são capazes de fornecer ao consumidor informação detalhada dos seus consumos bem como comunicar com o fornecedor de electricidade através de uma rede de comunicação (telecontagem). Assim, além de ajudarem o consumidor na redução dos consumos e custos energéticos ajudam também o fornecedor na gestão da produção e distribuição de energia. Os contadores inteligentes podem ainda ser o instrumento chave para a implementação de infra-estruturas que dão suporte à gestão de energia, como por exemplo, a de redes inteligentes de energia (smartgrids).
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Cogeração e trigeração: estudo das tecnologias, enquadramento jurídico e aplicações à indústria

Cogeração e trigeração: estudo das tecnologias, enquadramento jurídico e aplicações à indústria

A primeira fase deste processo diz respeito à determinação das necessidades energéticas da instalação. Todas as medidas de economia de energia deverão já ter sido aprovadas, antes de se enveredar por um projecto de um sistema de cogeração. Isto deve incluir a análise de consumos de energia eléctrica e energia térmica, e particularmente de energia para arrefecimento, e da sua distribuição, bem como dos custos correspondentes aos sistemas existentes. As necessidades de combustíveis, de água quente ou vapor, bem como de frio, durante um período correspondente aos 2-3 anos anteriores, devem estar cuidadosamente registadas. Perfis de consumo diário, durante dias típicos, fornecem indicação sobre a utilização potencial da instalação. Previsões sobre consumos e utilizações futuras deverão ser realizadas. A partir das análises anteriores, a razão calor/electricidade é calculada, que é um dos principais critérios pelo qual a máquina é selecionada [2-3].
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Proposta do Sistema de Conversão e Controlo Electrónico de Postos de Carregamento com Recurso a Energia Solar

Proposta do Sistema de Conversão e Controlo Electrónico de Postos de Carregamento com Recurso a Energia Solar

Neste sistema, a energia eléctrica é utilizada diretamente ou acumulada em banco de baterias para ser utilizada fora das horas de produção e é fundamentalmente concebido para alimentar um conjunto de cargas que operam isoladas da rede eléctrica, durante todo o ano [70]-[71]. Os sistemas PVs isolados, em geral, necessitam de algum tipo de armazenamento. O armazenamento pode ser feito em baterias, quando se deseja utilizar aparelhos eléctricos nos períodos em que não há geração PV, ou em outras formas de armazenamento de energia. A bateria também funciona como uma referência de tensão DC para os inversores que fazem parte da rede do sistema isolado. Os sistemas isolados contam também com uma unidade responsável pelo controlo e condicionamento de potência, composta por um inversor e um controlador de carga [50]. Esses sistemas são usados em áreas rurais onde não há rede eléctrica e infraestrutura. Os sistemas estão ligados a um reservatório de energia (bateria) através de um controlo do seu o carregamento e descarregamento. O inversor também pode ser usado para fornecer corrente alternada para equipamentos eléctricos e eletrodomésticos. As instalações PVs isolados são usadas para garantir a disponibilidade de electricidade em áreas remotas (resorts de montanha, ilhas, áreas rurais, áreas em desenvolvimento) [67]. Na Figura 6.1 apresenta-se o esquema de um sistema PV isolado/autónomo.
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Microprodução com energia solar : comparação e análise da viabilidade económica das diferentes soluções de produção

Microprodução com energia solar : comparação e análise da viabilidade económica das diferentes soluções de produção

Faz-se notar que, para investimentos elevados, o valor de VAL evolui de forma significativa para uma pequena variação da produção esperada. Sendo estas as instalações com maior capacidade de produção (pelo seu maior investimento) são também aquelas que obrigam a tecnologias mais fiáveis, que garantam sempre a produção anual máxima. Por exemplo uma avaria por um período de quinze dias, com sol, pode representar uma perda de energia de 600 kWh, perda essa que, a verificar-se frequentemente, pode levar a que uma instalação de microgeração FV deixe de ser viável.
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A MBIENTE E SECTOR ELÉCTRICO G ESTÃO DA PROCURA , UMA SOLUÇÃO

A MBIENTE E SECTOR ELÉCTRICO G ESTÃO DA PROCURA , UMA SOLUÇÃO

Se se observar o que tem sucedido no sector das energias renováveis, verifica-se que a energia eólica e a mini-hídrica têm tido um desenvolvimento muito superior ao verificado, por exemplo, no solar térmico. Talvez esta diferença se deva a que as primeiras são “oferta”, ou seja, são empresas especialistas cuja actividade principal é essa. O solar térmico está do lado da procura, onde a actividade principal não é a energética. Concluiu-se no trabalho que uma possível maneira de incentivar a gestão da procura é torná-la oferta, ou seja, criar condições para que empresas especialistas, e cujo lucro daí dependa, se dirijam à “procura” e vendam soluções mais eficientes. Por outro lado, havendo alguma concorrência há também um sinal para que a eficiência aumente. Muito ficou por fazer. A gestão da procura não deve ser limitada a um sector. Deve antes ter uma visão mais alargada, onde necessariamente o sector do gás é complementar/concorrencial do sector eléctrico. O esquema proposto para financiamento pode ser alargado ao gás, tal como acontece em Inglaterra, devendo a análise estender-se dos clientes de electricidade aos clientes do gás e à maneira como o esforço de contribuição para o fundo seria distribuído entre os clientes de ambos os sectores. Mais ambicioso ainda seria alargar mais o âmbito, possivelmente a outros combustíveis fósseis.
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Custos de disponibilização e disposição a pagar pela água de rega: metodologia de análise

Custos de disponibilização e disposição a pagar pela água de rega: metodologia de análise

nos custos anuais de exploração do sistema, nomeadamente os decorrentes do consumo de energia eléctrica, da utilização de pessoal, da compra de materiais e da contratação dos serviços necessários (CAExp); tal como para as componentes anteriores, o valor anual dos custos de exploração deverá ser dividido pelo volume total de água distribuída, por forma a exprimir a variável em €/m 3

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UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS E ENGENHARIA DO AMBIENTE

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS E ENGENHARIA DO AMBIENTE

exercício desta actividade está sujeita a concurso público, observando-se os princípios da igualdade e da não discriminação. Esta regra não invalida a renovação da concessão à entidade, em relação à qual, o Estado detenha o controlo efectivo. Sem prejuízo da modificação do actual contrato de concessão, por via da adaptação das novas regras que se aplicam ao funcionamento do sector, a concessão mantém-se na titularidade da Rede Eléctrica Nacional, S. A., nos termos das disposições do Decreto-Lei n.º 29/2006, de 15 de Fevereiro, do presente Decreto-lei e das bases a este anexas, bem como do contrato de concessão modificado. Esta modificação ocorre com a salvaguarda da manutenção do equilíbrio do actual contrato de concessão. No anexo II do presente Decreto-lei, estabelecem-se as novas bases da concessão da RNT.
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ESTUDO DE ÁREAS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA APROVEITAMENTO DA ENERGIA DAS ONDAS NA ILHA DA MADEIRA

ESTUDO DE ÁREAS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA APROVEITAMENTO DA ENERGIA DAS ONDAS NA ILHA DA MADEIRA

Consideram-se como tecnologias costeiras aquelas que se situam na orla costeira. Consideram- se como tecnologias perto da costa aquelas que se encontram entre as linhas batimétricas dos 15 e dos 20 m. De uma forma geral, os dispositivos costeiros estão integrados na linha costeira, ou numa estru- tura artificial de defesa costeira, apresentando, por isso, níveis de energia incidente mais baixos, mas com a clara vantagem de terem o acesso facilitado e permitirem diferentes soluções estruturais. Na linha costeira, os dispositivos são geralmente instalações únicas, dependendo o seu tamanho da topo- grafia local, do recurso e da procura local de energia. Relativamente aos dispositivos perto da costa, dado que as ondas em águas pouco profundas estão mais sujeitas à fricção com o fundo marinho, estas localizações poderão apresentar algumas desvantagens do ponto de vista energético. Contudo, dada a sua proximidade à costa, os custos dos sistemas de ancoragem e de ligação à rede diminuem, viabili- zando também os dispositivos assentes no fundo [61].
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Modelos dinâmicos de sistemas de conversão de energia eólica ligados à rede eléctrica

Modelos dinâmicos de sistemas de conversão de energia eólica ligados à rede eléctrica

Embora se possa estudar o rotor dos sistemas eólicos utilizando o método dos elementos finitos, este método tem como desvantagem a sua difícil implementação nos programas informáticos utilizados no estudo dos sistemas de energia eléctrica [Li07, Salman03, Ramtharan07a]. Assim, para evitar a utilização do método dos elementos finitos, a dinâmica do veio deve ser simplificada, representando o cubo do rotor e as pás da turbina como sistemas de torção com concentração de massas. Assim, o veio pode ser estudado utilizando um modelo com concentração de massas simples ou o modelo com concentração de massas com aproximações mais complexas. O modelo com concentração de massas simples considera o rotor do sistema eólico como um corpo indeformável, i.e., as pás estão rigidamente encastradas no veio. O modelo com concentração de massas com aproximações mais complexas considera o comportamento flexível das pás, devido à sua envergadura e flexibilidade. A envergadura e a flexibilidade das pás têm um impacte importante no estudo da estabilidade transitória do sistema eólico durante uma falha [Estanqueiro97, Salman03].
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TII Cap Pedro Costa ALTERNATIVAS À ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA DAS EST

TII Cap Pedro Costa ALTERNATIVAS À ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA DAS EST

Para o caso em estudo, iniciou-se a investigação pela avaliação técnica quanto à existência no mercado de equipamentos capazes de alimentar electricamente a carga das EC´s, permitindo viabilizar tecnicamente apenas fontes de energia solar e eólica, justificado pelo tipo de instalação a alimentar e sua localização. Foram inclusivamente apresentados casos reais de sucesso existentes no nosso país, nomeadamente em instalações similares às que se pretende alimentar, propriedade das empresas privadas operadores de comunicações VODAFONE e OPTIMUS. Pela análise realizada e pela observação recolhida nas entrevistas realizadas, reforçou-se a viabilidade técnica de ambas as opções, a energia solar e eólica, sendo a opção eólica a mais utilizada, apesar da sua dependência ao regime de ventos. Esta constatação justifica-se sobretudo pela menor área de espaço necessária para a implantação dos equipamentos. No que respeita à energia solar todos os registos identificam o país como um território com boa exposição solar, sendo menor o risco associado a esta tecnologia, pela menor oscilação da fonte energética. Esta análise permitiu validar a hipótese quanto à existência no mercado, de equipamentos de conversão de energia a partir de fontes renováveis, susceptíveis de implementação em EC's.
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Ref.: CONVITE PARA PARTICIPAR DA XVI OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA E DA

Ref.: CONVITE PARA PARTICIPAR DA XVI OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA E DA

11. DA CORREÇÃO DA PROVA. As provas serão corrigidas pelos professores aplicadores das mesmas, com base num detalhado gabarito a ser enviado pela CO/OBA logo após a prova. As provas com as 10 maiores notas de cada nível devem ser enviadas, pelos correios, à CO/OBA, imediatamente após serem corrigidas, e dentro do prazo estipulado pela CO/OBA. Uma listagem, num modelo a ser distribuído, com todos os nomes dos alunos participantes, níveis, sexos, datas de nascimentos e notas deverá ser enviada pelos professores representantes da OBA à CO/OBA em prazo determinado, anualmente escolhido e divulgado, juntamente com as 10 melhores provas de cada nível. As demais provas deverão permanecer sob a guarda do professor representante da escola pelo período de um ano, após o qual poderão ser descartadas ou devolvidas aos respectivos alunos. As provas terão 3 seções bem distintas, isto é, uma com 5 perguntas de Astronomia, outra com 3 perguntas de Astronáutica e outra com 2 perguntas de Energia, totalizando 10 perguntas. Corrigida a prova, o total de pontos das questões de Astronomia, de Astronáutica e de Energia devem ser lançados separadamente na Ficha de Controle de Inscrição de Alunos. Na última coluna desta Ficha deve ser lançada a soma das três notas, a qual, para todos os efeitos de premiação é a nota final do aluno. Esta ficha também poderá ser eletrônica e detalhes sobre ela seguem sempre junto com as provas.
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Nova metodologia híbrida para a previsão dos preços da energia eléctrica e da potência eólica a curto prazo

Nova metodologia híbrida para a previsão dos preços da energia eléctrica e da potência eólica a curto prazo

A implementação de um mercado eléctrico liberalizado e a crescente integração de energia eólica na rede eléctrica, particularmente em Portugal, induzem novos desafios associados à crescente competitividade no sector eléctrico entre empresas produtoras e à elevada volatilidade e intermitência inerentes ao vento. Assim, torna-se indispensável para os agentes de mercado a existência de ferramentas computacionais mais eficientes que permitam obter previsões fiáveis e rigorosas dos preços da energia eléctrica e da potência eólica. Estas previsões possibilitam desenvolver melhores estratégias de oferta no mercado, maximizando o lucro, e optimizando a exploração dos recursos energéticos de origem eólica.
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