Distribuição longitudinal

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Distribuição longitudinal e germinação de sementes de milho com emprego de tratamento fitossanitário e grafite.

Distribuição longitudinal e germinação de sementes de milho com emprego de tratamento fitossanitário e grafite.

Os testes de distribuição longitudinal de sementes ocorreram em bancada com suporte para acoplamento do sistema dosador de uma semeadora, de disco perfurado horizontal, fixado em uma estrutura metálica, na extremidade de uma esteira carpetada de 0,20 x 9,66 m, girando a 1,54 m s -1 . A esteira era forçada, pela estrutura da bancada, a adquirir a forma de “V” no trecho em que o tubo condutor depositava a semente, minimizando o deslocamento longitudinal da semente ao longo da esteira. O sistema foi acionado por motor elétrico de 0,735 kW (1,0 cv). A velocidade tangencial do disco foi de 0,14 m s -1 , portanto, dentro das recomendações de DELAFOSSE (1986). A bancada estava munida com célula fotoelétrica que registrava o número de orifícios do disco horizontal que passavam pelo tubo que conduzia a semente do mecanismo dosador à esteira. A relação de engrenagens permitia a passagem de um orifício do disco pelo tubo condutor de sementes a cada 0,17 segundos. O tubo condutor apresentava comprimento de 0,35 m e aberturas de 45 x 30 mm (próximo ao disco) e 30 x 15 mm (próximo à esteira).
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Estudo da capacidade do processo de uma semeadora pneumática analisando a distribuição longitudinal de sementes / Study of process capacity of an air seeder analyzing longitudinal distribution of seed

Estudo da capacidade do processo de uma semeadora pneumática analisando a distribuição longitudinal de sementes / Study of process capacity of an air seeder analyzing longitudinal distribution of seed

semeadora, trabalhando nas velocidades teóricas de 5 km.h -1 e 8 km.h -1 . i Foi utilizado uma semeadora pneumática, pertencente à marca Jumil, cujo modelo é JM2090EX.00. O espaçamento foi ajustado para 6 sementes por metro linear. Na área utilizada demarcou-se 40 m para realizar a distribuição longitudinal das sementes.

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Análise espacial da distribuição longitudinal de sementes de milho em uma semeadora-adubadora de precisão

Análise espacial da distribuição longitudinal de sementes de milho em uma semeadora-adubadora de precisão

A análise de dados obtidos em condições de campo tem apresentado dificuldades nas diversas áreas da ciência, devido à variabilidade espacial. Em áreas cultivadas, além da variabilidade natural do solo e plantas existem fontes adicionais de variabilidade devidas ao relevo, manejo exercido pelo homem e máquinas, cultivo em linhas, aplicação localizada de fertilizantes entre outros (JOHNSON et al., 1996; SOUZA et al., 1997; OLIVEIRA, 2007).Geralmente, os trabalhos de semeadoras são avaliados pela estatística clássica, através de testes de médias, considerando as áreas experimentais uniformes e desconsiderando a heterogeneidade natural dos solos e do seu preparo. Apesar da hipótese de igualdade pela estatística clássica da distribuição longitudinal de sementes em função da velocidade de deslocamento em vários trabalhos (KLEIN et al., 2002; SILVA, 2002), a análise geoestatística apóia a mesma hipótese, ou seja, que a distribuição longitudinal de sementes apresenta as mesmas configurações espaciais.
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Distribuição longitudinal e produtividade do milho em função da velocidade de deslocamento e da profundidade de deposição da semente

Distribuição longitudinal e produtividade do milho em função da velocidade de deslocamento e da profundidade de deposição da semente

A variação da velocidade de avanço pode alterar o arranjo das plantas na fileira de semeadura e não interferir na população de plantas. JUSTINO et al. (1998) estudaram 7 conjuntos de híbridos+disco dosador tipo alveolado horizontal, de 24 e 28 orifícios, sob 5 velocidades tangenciais, numa Semeato PS8 suspensa por cavaletes e acionada com um simulador de velocidades. Não encontraram danos mecânicos para os 7 conjuntos de híbridos+disco, discos de 24 e 28 furos e velocidades tangenciais. A população desejada, fator diretamente ligado à produtividade, não foi alcançada na maioria dos conjuntos e variou aleatoriamente com as velocidades tangenciais. No entanto, o fator velocidade foi o de maior influência para a distribuição longitudinal das sementes, sendo a menor velocidade melhor que as velocidades maiores. Exceção para um conjunto, onde o resultado ficou ligado ao número de furos dos discos testados. O disco de 24 furos apresentou melhor resultado para a menor velocidade, enquanto que para o disco de 28 orifícios, as duas velocidades extremas foram mais interessantes. Quanto aos discos estudados, o disco de 24 furos mostrou-se mais interessante que o disco de 28 furos.
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Distribuição longitudinal de sementes de soja e características físicas do solo no plantio direto.

Distribuição longitudinal de sementes de soja e características físicas do solo no plantio direto.

RESUMO: As técnicas do plantio direto são complementares às atuais técnicas de conservação do solo, que envolvem menor mobilização e permanência de cobertura vegetal na superfície do solo. O trabalho foi realizado na UNESP - Jaboticabal, de novembro de 2003 a março de 2004, e teve como objetivo avaliar o efeito de culturas, manejos e marchas do trator na semeadura da soja no plantio direto. O delineamento utilizado para instalação do experimento foi em blocos ao acaso, no esquema de parcelas subsubdivididas, com quatro repetições. Foram analisados: estande inicial, distribuição longitudinal de plantas, resistência mecânica à penetração, densidade e teor de água no solo. O estande inicial não foi influenciado pelos tratamentos. A distribuição longitudinal das plantas foi afetada pela marcha do trator. A resistência do solo à penetração sofreu efeito apenas na camada de 0,20 a 0,25 m na interação culturas, manejos e marchas do trator. A interação culturas e manejos na camada de 0,10 a 0,20 m para densidade indicou a presença de resistência maior do que 0 a 0,10 m e de 0,20 a 0,30 m. O teor de água no solo foi menor nas camadas superficiais do solo, influenciado pelos manejos.
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Distribuição longitudinal de sementes de milho com dosador de disco horizontal operando com uma ou duas saídas de sementes.

Distribuição longitudinal de sementes de milho com dosador de disco horizontal operando com uma ou duas saídas de sementes.

na distribuição longitudinal de sementes poderia ser maior, esse efeito não ocorreu. Possivelmente esses resultados discordantes estejam relacionados com o erro experimental. Observa-se que, embora tenha havido diferença significativa para o teste de médias (Figura 1), os valores de uniformidade de distribuição de sementes, nas velocidades periféricas de 0,06 e 0,09m s -1 , para duas saídas, foram próximos aos de uma saída,

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Distribuição longitudinal de plantas de milho (Zea mays L.) na região dos Campos Gerais, Paraná.

Distribuição longitudinal de plantas de milho (Zea mays L.) na região dos Campos Gerais, Paraná.

Inúmeros fatores são apontados como responsáveis pela redução da população de plantas no milho: doenças nas sementes (REIS & CASA, 1996), regulagem da semeadora (EMBRAPA, 1996) e a transposição da palha da cultura antecedente (SATTLER et al., 1996). A velocidade da semeadora tem correlação negativa com as variáveis de resposta que identificam a qualidade do processo (KURACHI et al., 1989; SATTLER et al., 1996). Observaram-se irregularidades na distribuição longitudinal de sementes devido à inadequação entre as dimensões das sementes e dos orifícios do disco perfurado horizontal (SANTOS et al., 2003). Em uma avaliação do processo de distribuição de plantas de milho em 22 áreas, SANTOS & WEIRICH NETO (1999) observaram que a simples atualização do equipamento não garantiu um processo de semeadura mais preciso e que, além da máquina, deve-se atender a fatores como meio, material, mão-de-obra e método.
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Efeito de diferentes tubos condutores na distribuição longitudinal de sementes de milho

Efeito de diferentes tubos condutores na distribuição longitudinal de sementes de milho

A correta distribuição longitudinal das sementes pela máquina semeadora é uma das características que mais contribuem para a obtenção de estande adequado de plantas e para a boa produtividade das culturas. Objetivou-se, neste trabalho, avaliar a distribuição longitudinal de sementes de milho por diferentes tipos de tubos condutores, combinados com um dosador de disco alveolado horizontal e um pneumático, variando-se a densidade de semeadura. O experimento foi conduzido em laboratório utilizando uma bancada de ensaio de dosadores de sementes. Os tratamentos consistiram da combinação de dois dosadores, seis tubos condutores e quatro velocidades periféricas do disco dosador, correspondentes às densidades de 60, 70, 80 e 90 mil sementes de milho por hectare e foram organizados em um esquema trifatorial, com quatro repetições. Ao aumentar a densidade de semeadura para uma mesma velocidade de deslocamento, houve redução do percentual de espaçamentos aceitáveis este efeito mais acentuado quando utilizados tubos condutores com pequeno diâmetro e perfil reto.
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Distribuição longitudinal de adultos de Odonata em riachos no Cerrado: uma hipótese ecofisiológica

Distribuição longitudinal de adultos de Odonata em riachos no Cerrado: uma hipótese ecofisiológica

Buss et al. (2002), estudando a influência da degradação ambiental na distribuição de macroinvertebrados atribuiu a perda da integridade como fator mais importante na redução de riqueza de táxons, pela exclusão de espécies sensíveis e aumento das espécies tolerantes, resultando no decréscimo da diversidade. Assim, a preservação da heterogeneidade natural dos corpos d’água se, estreitos e ou largos, lóticos e ou lênticos, deve ser direcionada para manter a diversidade presente no sistema. Isso suporta as observações feitas por Samways et al. (1996) e Suh & Samways (2005) que estudando adultos de Odonata ressaltaram a importância de fornecer ampla variedade de biotópos e condições de microhábitat para o aumento de riqueza de espécies e ou para conservação de espécies raras. É interessante notar que espécies comuns podem ser usadas para identificar o tipo de biotópo, enquanto as espécies raras podem indicar vestígios ou condições de hábitat não perturbado e ainda serem usadas para avaliar a taxa de importância de um local dentro do grupo de biótopos (Eyre et al.1986 apud Samways et al. (1996)
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DISTRIBUIÇÃO LONGITUDINAL DE PLANTAS DE MILHO SUBMETIDO A DIFERENTES VELOCIDADES E PROFUNDIDADES DE SEMEADURA

DISTRIBUIÇÃO LONGITUDINAL DE PLANTAS DE MILHO SUBMETIDO A DIFERENTES VELOCIDADES E PROFUNDIDADES DE SEMEADURA

A semeadura tem fundamental importância no sucesso produtivo do milho, sendo influenciado pela velocidade e profundidade de semeadura. Desta forma, objetivou-se avaliar a distribuição longitudinlal de plantas de milho semeadas em diferentes profundidades e velocidades do conjunto trato- semeadoura/adubadora. Para isso utilizou-se um delineamento de blocos casualizados em esquema fatorial 2x3, sendo o primeiro fator representado pelas profundidades de semeadura 3 e 5 centímetros e o segundo pelas velocidades de semeadura 3, 5 e 9 km/h. A semeadura da cultura do milho objetivou uma distribuição de 3 plantas por metro. Para determinar o número de plantas por metro foi avaliado no momento que as plantas encontravam- se estabelecidas pela contagem manual do número de plantas por metro. Os resultados demostraram que a semeadura a 3 cm de profundidade possibilita uso de velocidades até 9 km/h, não sendo observadas diferenças. Para a semeadura a 5 cm obteve que a 5 km/h o número de plantas por metro foi superior ao desejada, diferenciando das velocidades de 3 e 9 km/h. Conclui-se que a velocidade de 5 km/h não é adequada quando necessita- se utilizar 5 cm de profundidade, sendo que para 3 cm pode-se utilizar até 9 km/h.
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Avaliação tecnológica de semeadoras e/ou adubadoras: tratamento de dados de ensaios e regularidade de distribuição longitudinal de sementes.

Avaliação tecnológica de semeadoras e/ou adubadoras: tratamento de dados de ensaios e regularidade de distribuição longitudinal de sementes.

Essas diferenças e semelhanças, em cada caso, podem ser explicadas por diferenças e semelhanças entre os valores dos espaçamentos-referência (XREF) utilizados, que ampliaram ou reduzir[r]

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A ictiofauna do Ribeirão do Pântano, afluente da margem esquerda do Rio Mogi-Guaçu (Estado de São Paulo). Composição, distribuição longitudinal e sazonalidade.

A ictiofauna do Ribeirão do Pântano, afluente da margem esquerda do Rio Mogi-Guaçu (Estado de São Paulo). Composição, distribuição longitudinal e sazonalidade.

pelo exposto no parágrafo acima; a existência do Salto barra a atividade migratória de diversas espécies que entram no ribeirão do Pântano, vindos do Mogi-Guaçu, procurando águas mais [r]

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Qualidade na distribuição longitudinal de sementes por semeadoras de precisão e fluxo contínuo nas condições edafoclimáticas do Ceará

Qualidade na distribuição longitudinal de sementes por semeadoras de precisão e fluxo contínuo nas condições edafoclimáticas do Ceará

A folha de controle é um resumo estruturado em forma de matriz de todos os dados históricos sobre defeitos ou falhas relativas ao equipamento ou processo. O gráfico de Pareto é um gráfico de distribuição de 30 frequências organizada por categorias, de tal forma que o item com maior frequência é o primeiro a ser plotado. O diagrama causa- efeito é um diagrama em espinha de peixe onde todos os sistemas são elencados e as causas e subsequentes efeitos são descritos. O diagrama de concentração de defeito é uma figura da unidade ou peça com todas as vistas necessárias onde é desenhada a localização dos defeitos e sua descrição para fornecer informações úteis sobre as causas. O diagrama de dispersão é um gráfico útil para identificação de relações entre duas variáveis.
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Desempenho de uma semeadora-adubadora para plantio direto, em dois solos com diferentes tipos de cobertura vegetal.

Desempenho de uma semeadora-adubadora para plantio direto, em dois solos com diferentes tipos de cobertura vegetal.

A Tabela 6 apresenta os dados do número de se- mentes, estande final, profundidade média de plan- tio e distribuição longitudinal, envolvendo: espaçamentos aceitáveis, duplos e falhas, espaçamento médio e coeficiente de variação dos espaçamentos entre sementes, para cada tratamen- to, nos dois solos estudados. No Podzólico Verme- lho-Amarelo câmbico, não foi possível avaliar os parâmetros enumerados nos mesmos tratamentos empregados no Latossolo Vermelho-Amarelo. Nes- se solo foi feita a semeadura utilizando-se nos tes- tes apenas unidades experimentais cobertas com ve- getação espontânea, as quais foram semeadas nas velocidades de 5 e 7 km hora -1 , com três repetições
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INFLUÊNCIA DA VELOCIDADE DE SEMEADURA NO COEFICIENTE DE VARIAÇÃO DA CULTURA DO MILHO

INFLUÊNCIA DA VELOCIDADE DE SEMEADURA NO COEFICIENTE DE VARIAÇÃO DA CULTURA DO MILHO

semeadura, maior o CV obtido. O mesmo pôde ser observado nos estudos de DIAS, et. al. (2009), nos quais os dados quanto à distribuição longitudinal de sementes de milho, para todas as velocidades e densidades testadas, houve redução no percentual de aceitáveis e aumento no número de falhos, com aumento da velocidade de trabalho.

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Seleção de sementes de milho durante a simulação da semeadura com disco perfurado horizontal.

Seleção de sementes de milho durante a simulação da semeadura com disco perfurado horizontal.

RESUMO: Teve-se o objetivo de verificar a possível seleção de sementes de milho - arredondadas e achatadas - no processo de semeadura com disco perfurado horizontal, bem como as conseqüências na distribuição longitudinal. Os registros dos dados deram-se pela avaliação visual de duas pessoas, com contador manual, no final da esteira carpetada em movimento de 1,54 m s -1 , com 4,60 m de perspectiva para avaliação. Assim, um sensor registrava o número de orifícios do disco horizontal que devia passar pelo tubo condutor, e os espaçamentos falhos e múltiplos eram computados por pessoas diferentes. Os espaçamentos aceitáveis foram obtidos pela subtração dos espaçamentos falhos e múltiplos do total contabilizado. A medição do comprimento e espessura das sementes foi realizada com auxílio de paquímetro. Não houve alterações significativas nas variáveis estudadas, até a passagem de 55 mil orifícios do disco horizontal pelo tubo condutor; portanto, não houve seleção de sementes de milho durante a simulação do processo de semeadura.
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Comparação de bancadas simuladoras do processo de semeadura em milho.

Comparação de bancadas simuladoras do processo de semeadura em milho.

TABELA 2. Distribuição longitudinal de sementes (percentuais de espaçamentos falhos, múltiplos e aceitáveis,) e coeficiente de variação em bancadas simuladoras do processo de semeadura em milho (esteira de plantabilidade), com velocidade de 7 km h -1 e nível médio de sementes no reservatório, revestida com feltro e com graxa, em diferentes densidades de sementes. Longitudinal distribution of seeds (percentage of faulty spacing, multiples, and acceptable) and coefficient of variation in simulating benches of corn seeding, with speed of 7 km h -1 e medium level of seeds in the reservoir, coated with felt and grease in different densities of seeds.
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DESEMPENHO AGRONÔMICO DO MILHO EM FUNÇÃO DO ESPAÇAMENTO ENTRELINHAS E ESTANDE DE PLANTAS

DESEMPENHO AGRONÔMICO DO MILHO EM FUNÇÃO DO ESPAÇAMENTO ENTRELINHAS E ESTANDE DE PLANTAS

O processo de semeadura é uma das etapas que exigem maior perfeição em sua execução, pois pode comprometer a rentabilidade da atividade agrícola, a mesma busca a adequada distribuição longitudinal das sementes no solo, aliada à correta profundidade de deposição das sementes para se obter estande correto e uniforme (Almeida et al., 2010). Ligado a isto, o arranjo espacial de plantas na cultura do milho tem sido discutidos com frequência, em função das variações morfológicas e genéticas apresentadas pelos híbridos atuais e do surgimento de novos genótipos e técnicas de manejo para a cultura elevando o potencial produtivo (Kappes et al., 2011).
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Avaliação da distribuição de sementes por uma semeadora de anel interno rotativo utilizando média móvel exponencial.

Avaliação da distribuição de sementes por uma semeadora de anel interno rotativo utilizando média móvel exponencial.

Resumo - Conceitos de qualidade cada vez mais se tornam essenciais para a sobrevivência da empresa agrícola, pois a importância do aprimoramento das operações agrícolas se faz necessária para a obtenção de resultados viáveis economicamente, ambientamente e socialmente. Uma das dimensões da qualidade é conseguir de conformidade, ou seja, a garantia de execução exata do que foi planejado para atender aos requisitos dos clientes em relação a um determinado produto ou serviço. Os objetivos deste trabalho são avaliar a distribuição longitudinal entre sementes de uma semeadora de anel interno rotativo, e propor a utilização da metodologia estatística da Média Móvel Exponencialmente Ponderada (MMEP) como alternativa para o controle de qualidade da semeadura, quando não há normalidade da distribuição dos dados. Os resultados demonstraram que a MMEP é adequada para a avaliação da qualidade da distribuição longitudinal de sementes, pois concordou com os dados apresentados na estatística descritiva, o que lhe credencia para avaliação de distribuições não normais.
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Desempenho de uma semeadora-adubadora direta, em função da velocidade de eslocamento e do tipo de manejo da biomassa da cultura de cobertura do solo.

Desempenho de uma semeadora-adubadora direta, em função da velocidade de eslocamento e do tipo de manejo da biomassa da cultura de cobertura do solo.

FIGURA 2. Massa seca do milheto e de plantas daninhas aos 20; 44; 78 e 108 dias após os manejos. A distribuição longitudinal de sementes, apresentada na Tabela 1, não apresentou diferença significativa entre os tratamentos. Porém, nota-se que os espaçamentos aceitáveis possuem média de 44,8%, os falhos 23,1% e os múltiplos 32,1%; isso se assemelha aos dados de KLEIN et al. (2002) e demonstra que menos da metade das sementes foram depositadas com espaçamentos adequados. TABELA 1. Distribuição longitudinal de sementes, espaçamentos aceitáveis, espaçamentos falhos e
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