distúrbios obstrutivos do sono

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Qualidade de vida em crianças com distúrbios obstrutivos do sono: avaliação pelo OSA-18.

Qualidade de vida em crianças com distúrbios obstrutivos do sono: avaliação pelo OSA-18.

Foram incluídas crianças com idade inferior a 12 anos apresentando distúrbios obstrutivos do sono e adequada indicação de adenoidectomia e/ou adeno- tonsilectomia, todas elas em tratamento no ambulatório de Otorrinolaringologia. Os critérios de exclusão foram: crianças residentes em áreas muito distantes do local de atendimento ou enquadradas em situações impossibilita- doras do acompanhamento ambulatorial, crianças imuno- comprometidas (gravemente desnutrida, com deficiência imunológica primária e AIDS), crianças com malformações craniofaciais capazes de causar ou agravar o quadro de respiração bucal de suplência, crianças cujos pais se re- cusam a participar do estudo, crianças com história de cirurgia anterior ou submetidas à cauterização das conchas nasais inferiores.
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Avaliação da função cognitiva da aprendizagem em crianças com distúrbios obstrutivos do sono.

Avaliação da função cognitiva da aprendizagem em crianças com distúrbios obstrutivos do sono.

O s distúrbios obstrutivos do sono são relativamente fre- qüentes na população pediátrica, porém o impacto da perda do sono na aprendizagem e função cognitiva não está bem estabelecido. Objetivo: Avaliar se pacientes com distúrbios obstrutivos do sono apresentam alteração de aprendizagem, memória e atenção. Casuística e Método: Foram avaliadas 81 crianças de 6 a 12 anos de idade, divididas em 3 grupos: grupo SAHOS (n=24), grupo Ronco Primário (n=37) e grupo Controle (n=20), através de testes de aprendizagem (Teste de Rey) e cognitivos (Dígito, Código, Cancelamento de Letras e Símbolos). Todas as crianças realizaram polissonografia. Re- sultados: O grupo SAHOS (n=24) e o grupo Ronco Primário (n=37) apresentaram diferença estatisticamente significante nas variáveis A1 (p=0,001) do Teste de Rey quando compa- rados ao grupo controle. O grupo Ronco Primário apresentou ainda diferenças nas variáveis A2, A4, AT e A6 do Teste de Rey (p=0,020; p=0,05; p=0,004; p=0,05, respectivamente) em relação ao grupo controle (n=20). Conclusão: Crianças com distúrbios obstrutivos do sono apresentam piores resul- tados no teste de aprendizagem e memória (Teste de Rey), principalmente o grupo RP, quando este é comparado ao grupo SAHOS. Os testes de atenção apresentam resultados semelhantes entre os grupos.
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Avaliação da qualidade de vida em crianças com distúrbios obstrutivos do sono pré e pós  ou

Avaliação da qualidade de vida em crianças com distúrbios obstrutivos do sono pré e pós ou

Vários estudos na literatura internacional vêm demonstrando o impacto dos distúrbios obstrutivos do sono na qualidade de vida das crianças (4-5,8-10,26,29-41) . No Brasil, entretanto, até o presente momento, existe apenas um artigo publicado sobre o assunto (11) . Nesse estudo, Di Francesco et al. avaliaram as respostas dos pais ou responsáveis das crianças submetidas à adenotonsilectomia por hiperplasia das tonsilas palatina e faríngea associada a quadro de distúrbios respiratórios do sono. Analisaram 36 crianças, entre 2 e 15 anos, com adenóide obstruindo pelo menos 75% da coluna aérea obstruída pela adenóide na radiografia do cavum, associada a aumento das tonsilas palatinas (grau II ou mais). Concluíram que o aumento das tonsilas palatinas e a apnéia obstrutiva do sono pioram a qualidade de vida das crianças, principalmente pelo sofrimento físico e distúrbios do sono e que a adenoamigdalectomia promove uma melhora na qualidade de vida delas. (11) Entretanto, utilizaram o OSD-6, um instrumento que não teve em sua validação avaliação polissonográfica e que possui uma habilidade discriminativa não conhecida
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Resultados na qualidade de vida em longo prazo de crianças submetidas à adenoidectomia/adenotonsilectomia por distúrbios obstrutivos do sono.

Resultados na qualidade de vida em longo prazo de crianças submetidas à adenoidectomia/adenotonsilectomia por distúrbios obstrutivos do sono.

O s Distúrbios Obstrutivos do Sono (DOS) afetam significa- tivamente a população pediátrica. Neste grupo, sua principal etiologia é a hiperplasia adenotonsilar, sendo adenoidectomia ou adenotonsilectomia indicadas para tratamento, reversão de seqüelas e melhora na qualidade de vida. Objetivo: Avaliar qualidade de vida de crianças com DOS após adenoidecto- mia/adenotonsilectomia. Casuística e Método: Realizou-se estudo tipo prospectivo com 48 crianças, entre 2 e 11 anos, apresentando DOS e hiperplasia adenotonsilar obstrutiva com indicação cirúrgica. Aplicou-se o questionário OSA18 sobre qualidade de vida aos cuidadores destas crianças antes da cirurgia, cerca de trinta dias e com pelo menos onze meses após o procedimento. Pontuações elevadas no escore signifi- cam pior qualidade de vida. Resultados: No pré-operatório, o escore OSA18 médio foi 82,83 (DP=12,57), com nota glo- bal média para a qualidade de vida de 6,04 (DP=1,66). Na avaliação pós-operatória inicial, obteve-se escore OSA18 de 34,3(DP=9,95) e nota global de 9,6 (DP=0,81), ambos tendo redução significativa (p<0,001). Na avaliação pós-operatória tardia, entre 11 e 30 meses (média=16,85,DP=5,16), trinta e quatro (70,83%) crianças foram reavaliadas, obtendo-se escore OSA18 de 35,44(DP=19,95) e nota global de 9,28 (DP=1,78). Não houve diferença significativa entre as avaliações pós- operatórias. Conclusão: A cirurgia promoveu melhora na qualidade de vida das crianças com DOS, mantendo-se esta em longo prazo.
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Avaliação da função cognitiva da aprendizagem em crianças com distúrbios obstrutivos do sono

Avaliação da função cognitiva da aprendizagem em crianças com distúrbios obstrutivos do sono

If findings of a significant association between mild polysomnographic changes in the sleep pattern and decreased cognitive performance are shown to be real, these findings will[r]

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Qualidade de vida em crianças com distúrbios obstrutivos do sono: avaliação pelo OSA-18

Qualidade de vida em crianças com distúrbios obstrutivos do sono: avaliação pelo OSA-18

published a long- term evaluation of quality of life changes (between 9 and 24 months) following adenotonsillectomy for the treatment of obstructive sleep apnea, documented by full-ni[r]

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Avaliação comportamental em crianças com disturbios obstrutivos do sono.

Avaliação comportamental em crianças com disturbios obstrutivos do sono.

O s distúrbios obstrutivos do sono são relativamente fre- qüentes na população pediátrica. Em crianças, SAOS resultaria em conseqüências clínicas significantes, incluindo atraso do crescimento, disfunção ventricular direita e esquerda e pro- blemas de aprendizagem e comportamento. Objetivo: Avaliar o comportamento em crianças com distúrbio obstrutivo do sono. Material e Método: Pais de crianças de 4 a 18 anos de idade do Centro do Respirador Bucal da UNIFESP-EPM de janeiro a julho de 2005. Foi aplicado o CBCL/4-18 (Child Behavioral Checklist) ou inventário de comportamento de crianças e adolescentes. Resultados: Foram avaliadas 20 crianças. Dessas, 12 eram meninos e 8, meninas. O escore total do problema foi anormal em 5 crianças (25%). A escala de introversão foi anormal em 2 pacientes (10%). A escala de extroversão foi anormal em 5 pacientes (25%). As escalas de síndromes individuais foram anormais entre 0 e 20% dos pa- cientes. As escalas individuais que foram mais afetadas são as seguintes: competência total (20%), queixas somáticas (10%), problemas sociais (10%) e comportamento agressivo (10%). Discussão: Este estudo demonstra alta prevalência (25%) de comportamento anormal. Embora largamente citado como uma complicação comum de SAOS na infância, distúrbios comportamentais e neurocognitivos têm sido inferidos em séries de casos e estudos. Existem poucos trabalhos usando medidas padronizadas para avaliar os distúrbios comporta- mentais e de desenvolvimento.
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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 3 8 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 3 8 portugues

É um transtorno temporário, também chamado de síndrome de jet lag, causado pela dessincro- nização entre o horário de sono/vigília e o ciclo gerado pelo sistema de temporização circadiana, geralmente, após viagem em que se ultrapassam pelo menos dois fusos horários. A síndrome é uma condição temporária e auto-limitada. Os sintomas iniciam-se, aproximadamente, um a dois dias após viagem e desaparecem em uma semana. As queixas mais comuns são de transtorno do sono, diminuição do alerta, alteração da função cognitiva, mal-estar e sintomas gastrointestinais. A gravidade dos sintomas depende do número de fusos horários viajados e da direção da viagem. Viagens para o leste, que requerem avanço do ritmo circadiano, geralmente, são as de mais difícil adaptação. A exposição à luz em horários inapropriados pode prolongar o tempo de ajuste do ritmo circadiano.
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Prevalência de diferentes tipos de distúrbios do sono e correlação entre depressão, somatização e distúrbios do sono com disfunção temporomandibular em uma população adulta brasileira através dos questionários RDC/DTM e SAQ®

Prevalência de diferentes tipos de distúrbios do sono e correlação entre depressão, somatização e distúrbios do sono com disfunção temporomandibular em uma população adulta brasileira através dos questionários RDC/DTM e SAQ®

Trata-se do primeiro estudo de prevalência quanto aos distúrbios do sono, nos seus diferentes tipos, na população brasileira. Em virtude do caráter debilitante, alterações no sono podem trazer prejuízo ao indivíduo. A freqüência encontrada nessa população não pode ser negligenciada e deve ser levada em consideração quando se avalia o paciente na rotina clínica.

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Prevalência de distúrbios do sono na pós-menopausa

Prevalência de distúrbios do sono na pós-menopausa

Objetivo: avaliar a prevalência das queixas de distúrbios do sono pela polissonografia em amostra de mulheres na pós- menopausa. Métodos: foram selecionadas 33 mulheres na pós-menopausa com média de idade de 56 anos, índice de massa corporal médio de 27, tempo de pós-menopausa de 7,7 anos e índice de Kupperman de 17. Adotaram-se os seguintes critérios de inclusão: idade entre 50 e 65anos, no mínimo um ano de amenorréia e FSH plasmático superior ou igual a 30 mU/ mL, sem uso de terapia hormonal prévia e exames laboratoriais normais. Foram excluídas as pacientes com doenças clínicas graves e/ou descompensadas, suspeita de câncer de endométrio e/ou mama; índice de massa corporal maior ou igual a 30 e uso de hipnóticos. As pacientes responderam a questionário específico contendo perguntas sobre as características do sono e foram submetidas a polissonografia completa durante uma noite inteira. Foram calculadas separadamente as freqüências em porcentagens das queixas de sono e dos diagnósticos polissonográficos. Resultados: a prevalência de insônia subjetiva foi 61%, sendo que na polissonografia foi de 83%. A queixa de apnéia foi registrada em 23% e, na polissonografia, em 27%. A prevalência subjetiva de movimentos periódicos de pernas foi de 45% e a objetiva foi de 27%. Conclusão: houve alta prevalência de distúrbios do sono na pós-menopausa, em especial de insônia, apnéia e de movimentos periódicos das pernas. Nesta fase da vida, ocorre piora da qualidade do sono.
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ZILMA MARIA SEVERINO SILVA E COSTA

ZILMA MARIA SEVERINO SILVA E COSTA

O Banco de itens PROMIS ® tem como objetivo melhorar e padronizar as ferramentas utilizadas para medir os resultados de saúde relatados pelos pacientes em pesquisa clínica. Foi construído por meio de um rigoroso e sistemático processo de seleção de itens, a partir de outros instrumentos, como também houve a inclusão de itens novos criados para melhorar cada banco de itens; sendo que todos os itens foram calibrados pela teoria de reposta ao item (TRI) (CELLA et al., 2007). O Banco de itens PROMIS ® integra as áreas de Psicometria, Pesquisas, Saúde, Tecnologia da Informação, Pesquisa Clínica e Pesquisa Qualitativa (CELLA et al., 2007; PROMIS COOPERATIVE GROUP, 2008). Em função disso e por permitir a comparação de resultados em estudos clínicos, o PROMIS ® torna-se um instrumento mais vantajoso e eficiente, quando comparado com os outros instrumentos (CELLA et al., 2007; HAYS, LIPSCOMB, 2007). Para melhor utilização dos bancos de itens PROMIS ® , eles foram divididos em vários domínios e, dentre esses, estão os domínios „Distúrbios do Sono‟ e „Distúrbios da Vigília‟ (BUYSSE et al., 2008, 2010).
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Tradução e adaptação cultural para a língua portuguesa dos domínios Distúrbios do Sono e Distúrbios da Vigília do Patient-Reported-Outcomes Measurement Information System (PROMIS).

Tradução e adaptação cultural para a língua portuguesa dos domínios Distúrbios do Sono e Distúrbios da Vigília do Patient-Reported-Outcomes Measurement Information System (PROMIS).

Um dos revisores fez acréscimo de artigo an- tes do pronome possessivo nos itens 105, 106, 107, 108, 115, 116, 20, 69 e 78, por exemplo, no item 105 “Meu sono foi tranquilo”, foi modifica- do para “O meu sono foi tranquilo”. Já nos itens 44 e 69 houve troca da preposição “para”, pela preposição “em”, exemplo, item 44, “Tive dificul- dade para adormecer”, foi alterado para “Tive di- ficuldade em adormecer”. No item 67, trocou-se a preposição “em” pela preposição “por”, “Fiquei preocupado(a) em não conseguir adormecer”, foi alterado para “Fiquei preocupado(a) por não conseguir adormecer”.
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Abordagem terapêutica dos distúrbios do sono: recentes avanços farmacológicos

Abordagem terapêutica dos distúrbios do sono: recentes avanços farmacológicos

Os distúrbios do sono estão entre os problemas de saúde pública mais comuns, sendo responsáveis por uma diminuição significativa da qualidade de vida dos indivíduos afetados. Existe uma enorme diversidade de distúrbios do sono, sendo a insónia o mais frequente, e caracterizado por dificuldade em dormir ou total ausência de sono. Por outro lado, a narcolepsia, caracterizada por um excesso de sono patológico, é uma patologia rara, podendo tornar-se altamente incapacitante. A terapêutica farmacológica atual para ambas as patologias tem-se revelado eficaz; porém, os seus efeitos adversos podem, por vezes, ser muito graves. Desta forma, o desenvolvimento de fármacos com um melhor perfil de segurança tem-se tornado uma preocupação crescente. Deste modo, têm vindo a ser investigados e desenvolvidos novos fármacos, capazes de atuar de forma mais seletiva, aliados a um conhecimento mais profundo da fisiologia associada aos ciclos de sono e vigília.
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O sono em transtornos psiquiátricos.

O sono em transtornos psiquiátricos.

O achado de padrões alterados de sono é notável na maioria dos transtornos psiquiátricos. Neste artigo são abordados os transtornos psiquiátricos que mais freqüentemente apresentam alterações de sono na prática clínica e a descrição dos achados polissonográficos. As queixas mais freqüentes dos pacientes são relacionadas à dificuldade para iniciar e manter o sono (insônia inicial e de manutenção, respectivamente) e sono não reparador, observadas na maioria dos transtornos. A insônia terminal ou despertar precoce é mais relacionada a quadros depressivos. A hipersonia pode aparecer em alguns quadros de depressão como sazonal, atípica ou em transtornos bipolares. Em relação aos achados polissonográficos, temos, em geral, redução significativa da eficiência e do tempo total do sono à custa da redução do sono de ondas lentas. A redução da latência para o sono de movimentos oculares rápidos (REM) é descrita principalmente para os quadros depressivos, mas pode aparecer em outras patologias.
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Diagnóstico dos transtornos do sono relacionados ao ritmo circadiano.

Diagnóstico dos transtornos do sono relacionados ao ritmo circadiano.

Entre as causas não-respiratórias de insônia e sonolência, talvez as mais negligenciadas sejam aquelas relacionadas aos circadian rhythm sleep disorders (CRSDs, transtornos do sono relacionados ao ritmo circadiano). Estes transtornos se mani- festam por desalinhamento entre o período do sono e o ambiente físico e social de 24 h, relacionado a alterações dos sistemas de temporização internos. Existem dois padrões freqüentes destes transtornos, vistos principalmente no adolescente e no idoso. A queixa do adolescente pode simular quadro de insônia quando deita no horário normal e demora horas para adormecer, mas também simula sono- lência quando ele não consegue levantar pela manhã. O quadro do idoso pode aparentar sono- lência quando ele adormece às 20 h, assistindo televisão, mas também aparenta insônia ao acordar de madrugada, sendo incapaz de voltar a dormir (Figura 1). Estes casos de falsa insônia ou sono- lência são, na verdade, os modelos mais comuns de CRSD, com sérias conseqüências para a qualidade de vida do indivíduo. Por isso, devem estar sempre em mente no diagnóstico diferencial de SAHOS.
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Alterações ecocardiográficas em crianças com distúrbios respiratórios obstrutivos no sono.

Alterações ecocardiográficas em crianças com distúrbios respiratórios obstrutivos no sono.

Foi realizado um estudo de corte transversal controlado. Foram avaliadas 40 crianças de ambos os sexos, na faixa etá- ria de 3 a 11 anos. Trinta crianças eram pacientes em acom- panhamento no Ambulatório de Distúrbios do Sono da Disciplina de Otorrinolaringologia da FMB – UNESP, com diag- nóstico de hipertrofia das tonsilas palatinas e/ou faríngeas e manifestações clínicas de distúrbios respiratórios obstrutivos no sono, como roncos, pausas respiratórias, sono agitado, respiração oral, entre outros, e indicação de cirurgia das ton- silas (grupo I). Foram excluídas crianças com cardiopatia conhecida, asma ou outras pneumopatias, doença neuroló- gica e índice de massa corporal (IMC) > 30 kg/m 2 . As outras
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Distúrbios do sono na epilepsia do lobo temporal.

Distúrbios do sono na epilepsia do lobo temporal.

RESUMO - A p resença d e d istúrb ios d o sono e m acroestrutura d o sono foi avaliad a em 39 p acientes com ep ilep sia d o lob o tem p oral (ELT). Sonolência foi a q ueixa m ais freq uente (85%), seg uid a p or d esp ertares noturnos (75%), história d e crise ep ilép tica d urante o sono (69%) e d ificuld ad e d e iniciar o sono (26%). As p arassonias, sínd rom e d e p ernas inq uietas, ap néia d e sono e m ovim entos p eriód icos d e m em b ros inferiores foram os d istúrb ios d e sono m ais freq uentes. Princip ais alterações d a arq uitetura d e sono foram : fragm entação d o sono, aum ento d o núm ero d e m ud anças d e estág ios (100%) e d o tem p o acord ad o ap ós o início d o sono (77%) e red ução d o sono REM (92%). Houve correlação inversa entre a escala d e sonolência d e Ep w orth e o teste d e latências m últip las d e sono (p < 0,05). Concluím os q ue p acientes com ELT ap resentam um sono frag m entad o, aum ento d o num ero d e m ud anças d e estág ios, d e d esp ertares noturnos e d o tem p o acord ad o ap ós o início d o sono com red ução d o sono REM. Sonolência d iurna foi um a d as p rincip ais q ueixas d os p acientes com ELT.
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Os sintomas psicofuncionais e as consultas terapêuticas pais/bebê.

Os sintomas psicofuncionais e as consultas terapêuticas pais/bebê.

O interesse pelos distúrbios psicopatológicos das crian- ças pequenas e suas relações com os vínculos iniciais tem-se ampliado muito nas últimas décadas e se difundido por meio de vários eventos científicos no Brasil 2 e no exterior. Temas relacionados têm sido o principal foco de vários estudos, destacando-se aqueles desenvolvidos na Clínica de Psiquia- tria Infantil da Universidade de Genebra, sob a coordenação de Bertrand Cramer e, atualmente, sob a de Francisco Palacio- Espasa, e no Departamento de Psicopatologia da Criança e da Família da Faculdade de Medicina da Universidade de Paris XIII, em Bobigny, Paris, fundado por Serge Lebovici (falecido em 2000) e, atualmente, sob a regência de Marie- Rose Moro.
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Distúrbios do sono em pacientes com transtorno depressivo

Distúrbios do sono em pacientes com transtorno depressivo

A maior implicação clínica deste instrumento foi a sua capacidade de avaliar de forma confiável e válida as queixas pertinentes às alterações do sono, principalmente em relação à insônia e à sonolência excessiva. Portanto, este instrumento pode ser utilizado na avaliação clínica de pacientes depressivos com queixas de transtornos do sono. O questionário apresentou uma boa aceitação pelos pacientes e a metodologia utilizada neste estudo, desde o desenho epidemiológico aos instrumentos utilizados, foi eficiente e de baixo custo. Isso permite sua replicação em outros serviços de atendimento clínico, como em ambulatórios do setor privado e público, bem como em hospitais. A inexistência de estudos anteriores avaliando o Questionário de Hábitos do Sono em pacientes depressivos ambulatoriais no Brasil torna o presente estudo uma importante referência para os serviços de atendimento psiquiátrico. Em relação às limitações do estudo, devem ser salientados o número restrito de pacientes que constituiu a amostra (n=70) e a ausência de determinação da confiabilidade inter-examinador em relação ao diagnóstico de transtorno depressivo, o que impede a avaliação do grau de concordância entre estes examinadores. 11
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A genética dos distúrbios do sono na infância e adolescência.

A genética dos distúrbios do sono na infância e adolescência.

Foi realizada revisão da literatura sobre o tema no banco de dados MEDLINE, usando-se uma combinação das palavras- chave "sono" e "genética", e a seguir uma busca isolada pelas palavras-chave "narcolepsia", "apnéia do sono" e "síndrome das pernas inquietas". Os resumos foram analisados e os arti- gos que continham informações sobre a faixa etária pediá- trica foram incluídos. A pesquisa também incluiu artigos clássicos, com a primeira descrição dos genes envolvidos em DS.

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