doação de óvulos

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Maternidade desnaturada: uma análise da barriga de aluguel e da doação de óvulos.

Maternidade desnaturada: uma análise da barriga de aluguel e da doação de óvulos.

substituta gestacional e doação de óvulos – dois procedimentos tecnicamente idênticos que formam distintas configurações de parentesco – argumenta contra a existência de uma base natural fixa e única para as categorias relevantes de parentesco. Sua tese é de que os elementos considerados relevantes (opacos) para o parentesco e os irrelevantes são distribuídos de forma distinta em cada procedimento. Assim, na substituição gestacional o esperma utilizado é do companheiro da fornecedora dos gametas femininos, enquanto na doação de óvulos o sêmen procede do companheiro da mulher que recebe os embriões. A segunda diferença entre as práticas reside na designação da mãe: a mulher que busca o tratamento de infertilidade e está pagando terá o laço reconhecido (opaco). Os pacientes das clínicas de fertilidade fazem uma trajetória dos tratamentos mais simples até o mais invasivos e onerosos. Assim, determinadas opções antes descartadas como a doação de gametas ou a maternidade de substituição acabam por se tornar aceitáveis. A autora chama de opacos os estágios do desenvolvimento de uma gravidez que geram parentesco. A biologia, fatores sócio-econômicos (quem paga o tratamento), fatores legais (a quem pertencem gametas e embriões) e familiares (o fornecedor de esperma é parceiro de quem, quem assumirá responsabilidade pela criança) são elementos que podem tornar um estágio opaco. O estágio transparente contribui para o processo, mas não é configurado na teia de parentesco. A autora analisa, em seguida, exemplos em que a constituição de laços de parentesco seria problemática – a mulher que serve de substituta gestacional para o irmão, ou a mulher que doa óvulos para sua mãe e padrasto – demonstrando como são apagados os vínculos indesejáveis e tornados “opacos” os apropriados. O vínculo incestuoso entre irmão e irmã é apagado, ao se destacar que os
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Novas tecnologias reprodutivas: doação de óvulos. O que pode ser novo nesse campo?.

Novas tecnologias reprodutivas: doação de óvulos. O que pode ser novo nesse campo?.

Jorn al Brasi- leiro de Reprodu ção Assistida, 3.. Brasília: Bib liote- ca d o Sen ad o Fed eral.[r]

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A doação compartilhada de óvulos no Brasil sob enfoque do Direito e da Bioética

A doação compartilhada de óvulos no Brasil sob enfoque do Direito e da Bioética

As doadoras são selecionadas pela clínica e apresen- tarão semelhança física com a receptora, como cor dos olhos e cabelos, cor da pele, estatura e peso, bem como similaridade de tipo sanguíneo. Também serão triadas para problemas genéticos na família e, caso eles existam, serão desligadas do programa de doação. Sempre são realizados exames de triagem para infecções sexualmente transmissí- veis, como hepatite B, sífi lis, AIDS e hepatite C. Mulheres com idade inferior a 35 anos, saudáveis, com histórico ge- nético negativo, sem causa ovariana para infertilidade po- dem ser candidatas à doação de óvulos.
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O enfermeiro no processo de doação e transplante de órgãos

O enfermeiro no processo de doação e transplante de órgãos

Resumo : O transplante é a opção final para as pessoas que sofrem de falência de órgão. No Brasil, a prática dos transplantes teve início no ano de 1965 na nefrologia. O objetivo do presente estudo foi refletir acerca da importância do enfermeiro na doação e captação de órgãos. Tratou-se de uma revisão integrativa da literatura baseada na publicação científica brasileira no período de 2007 a 2016 e indexada nas bases de dados SCIELO e LILACS, utilizando os descritores Obtenção de Tecidos e Órgãos, Profissionais de Enfermagem e Transplante. Concluiu-se que o profissional enfermeiro é um integrante indispensável da equipe, exercendo papel determinante no processo de doação, captação e transplante de órgãos, mas necessita de capacitação técnica específica para atuar neste contexto, pois o conhecimento adquirido na graduação não é suficiente para este tipo de exercício.
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A economia de bens simbólicos e a criação de um ambiente favorável à doação: uma análise das campanhas de incentivo à doação de órgãos e tecidos

A economia de bens simbólicos e a criação de um ambiente favorável à doação: uma análise das campanhas de incentivo à doação de órgãos e tecidos

Todo simbolismo presente nas campanhas analisadas procura estimular o desejo de ser doador e garantir o apoio a essa decisão por parte dos familiares. E esse doador deve agir por altruísmo, gene- rosidade e solidariedade, procurando converter a prática de desfazer-se de um órgão em ação social valorizada e positiva. Uma evidência disso está no fato de que a questão da venda de órgãos (lícita ou ilícita) não aparece nos discursos. Este “não aparecimento” contribui para mostrar que os materiais procuram motivar o interesse pela doação, mas com o cuidado de evitar o desejo aquisitivo. Note-se que o tema da venda ou mesmo do tráfico de órgãos não aparece nos enunciados, o que permite re- forçar a ideia de prática altruísta versus ganho financeiro. Importante destacar ainda que esse processo é facilitado por haver uma organização central, capaz de garantir não somente a identidade, mas uma ação articulada em torno de referenciais de ordens simbólicas comuns, indiferentemente do emissor.
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A economia de bens simbólicos e a criação de um ambiente favorável à doação: uma análise das campanhas de incentivo à doação de órgãos e tecidos

A economia de bens simbólicos e a criação de um ambiente favorável à doação: uma análise das campanhas de incentivo à doação de órgãos e tecidos

The reflections presented in the study allow for the understanding of the mechanisms and their possible influence in the creation of an economy of symbolic goods in two respects: (1) re[r]

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Doação Presumida de Orgãos - Uma Questão de Autonomia

Doação Presumida de Orgãos - Uma Questão de Autonomia

Consideramos existir em Portugal a necessidade premente de sensibilizar os profissionais de saúde para a importância de se promoverem campanhas de formação e informação da população sobre a doação de órgãos. Para além de ser necessário, é um dever fundamental de todos os profissionais de saúde, e nomeadamente dos enfermeiros, adoptar as medidas necessárias para que seja assegurado o direito dos utentes à sua autonomia, transmitindo-lhes de forma adequada os conhecimentos necessários à obtenção do seu consentimento informado livre e esclarecido, devendo para isso ser informados, formados e esclarecidos de forma regular e sistemática sobre todos os procedimentos que têm de realizar para livremente manifestarem a sua vontade de serem ou não dadores de órgãos, facto essencial para que a doação presumida de órgãos instituída em Portugal seja um reflexo da opção consciente de cada pessoa e da sociedade em que esta se insere, e não a consequência de uma falta de informação perante a qual não será legítimo presumir a doação de órgãos.
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Otimização da doação renal cruzada com dessensibilização

Otimização da doação renal cruzada com dessensibilização

Também em [2] é referido que há pacientes que são mais difíceis de dessensibilizar, como tal, para esses pacientes, favorece-se a outras soluções que não a dessensibilização, no entanto[r]

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Avaliação da eficácia e tolerabilidade do uso de óvulos vaginais contendo metronidazol e nitrato de miconazol no tratamento de vaginites

Avaliação da eficácia e tolerabilidade do uso de óvulos vaginais contendo metronidazol e nitrato de miconazol no tratamento de vaginites

Considerando apenas as causas mais freqüentes de vulvovaginite, 22-50% são devidas à vaginose bacteriana, 17-39% à candidíase vulvovaginal e, como terceira causa, a tricomoníase (4-35%[r]

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DOAÇÃO. Art Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra.

DOAÇÃO. Art Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra.

04. Sônia, maior e capaz, decide doar, por instrumento particular, certa quantia em dinheiro em favor se seu sobrinho, Fernando, maior e capaz, caso ele venha a se casar com Leila. Sônia faz constar, ainda, cláusula de irrevogabilidade da doação por eventual ingratidão de seu sobrinho. Fernando, por sua vez, aceita formalmente a doação e, poucos meses depois, casa-se com Leila, conforme estipulado. No dia seguinte ao casamento, ao procurar sua tia para receber a quantia estabelecida, Fernando deflagra uma discussão com Sônia e lhe dirige grave ofensa física. A respeito da situação narrada, é correto afirmar que Fernando
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Motivações para o voluntariado : o que está por detrás da doação pessoal?

Motivações para o voluntariado : o que está por detrás da doação pessoal?

São aspectos importantes deste estudo, como objetivos específicos, levantar características sociodemográficas dos estudantes universitários portugueses como voluntários; v[r]

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Dificuldades na fidelização da doação de sangue

Dificuldades na fidelização da doação de sangue

Ainda com todas as dificuldades encontradas, relacionadas à doação, muito ainda deve ser feito para desmistificar os tabus e preconceitos existentes ao tema. Uma forma de minimizar essa situação é a educação em saúde, conscientizando e sensibilizando a população para a doação de sangue como um ato de cidadania, solidariedade e prevenção da vida humana. “Constata-se a existência de tabus e crenças entre os candidatos à doação de sangue, como por exemplo, se doar “vai afinar o sangue”, ou se, “quem doa tem que doar sempre”. Essas e outras crenças mostram a falta de conhecimento sobre o processo de doação e que velhos mitos ainda permanecem arraigados numa parcela da população. É comum entre indivíduos que nunca doaram sangue a falta de conhecimento da necessidade ou do
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Doação de filho: um gesto símbólico

Doação de filho: um gesto símbólico

Com significado de amparo financeiro, a doação é vista pela mãe como garantia de bem-estar físico do filho, uma vez que eia se seme responsável pelos problemas que ele possa vir a ter, como a fome, a miséria e principalmente os problemas de saúde, tão comuns no seu cotidiano e no qual a doença é prenuncio de sofrimento:

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DOAÇÃO E RESTRIÇÃO DA LIBERDADE DE DOAR

DOAÇÃO E RESTRIÇÃO DA LIBERDADE DE DOAR

DOAÇÃO - Parte inoficiosa - Sentença que faz acerto de contas e restringe nulidade a parte de um dos bens doados, a partir de consi- derações que tomaram por base os valores venais dos imóveis que compunham patrimônio dos doadores - Impossibilidade - Valor ve- nal que é padrão fiscal para incidência de tributo e não guarda, ne- cessariamente, vínculo com a realidade do mercado - Apelo provido para restringir a doação aos limites legais com expedição, na origem, de mandados aos registros imobiliários - Incidência dos arts. 1.171, 1.176 e 1.721 do Cód. Civil de 1916, mais o texto do art. 1.846 do Cód. Civil de 2002 (BRASIL, 2011b, [s.p.]).
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Fabricação e doação de triciclos para pessoas paraplégicas

Fabricação e doação de triciclos para pessoas paraplégicas

1090 - FABRICAÇÃO E DOAÇÃO DE TRICICLOS PARA PESSOAS PARAPLÉGICAS / MANUFACTURING AND DONATION OF TRICYCLES FOR PARAPLEGIC PEOPLE - Antonio de Pádua Lima Filho (Faculdade de Engenharia, Unesp, Ilha Solteira), Bruno Katsuyoshi Silama Ueda (Faculdade de Engenharia, Unesp, Ilha Solteira), Bruno Kenji Ishikawa (Faculdade de Engenharia, Unesp, Ilha Solteira), Luis Otávio Carlin Gimenes (Faculdade de Engenharia, Unesp, Ilha Solteira) - padua.dem@gmail.com.

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A perda do filho: luto e doação de órgãos.

A perda do filho: luto e doação de órgãos.

O enfrentamento da morte de um filho é dema- siadamente sofrido e, quando se apresenta a possibili- dade de que seus órgãos sejam doados, o sofrimento pode ser ainda maior. Diante dos pais se apresentará uma equipe apressada, lutando contra o tempo a fim de salvar outra vida. Mas quem se preocuparia com a vida do filho de outrem, quando lhe foi tirada a vida do seu próprio rebento? Nessa situação, toda ação da equipe que promove a captação de órgãos pode parecer uma afronta a um ferimento ainda aberto e pulsante. Como lidar com a família que sofre a perda do filho, que precisa ser abordada para decidir sobre a integridade do corpo (já sem vida) dessa pessoa que, para ela, ainda é uma criança indefesa, independentemente da idade cronológica? Propõe-se, neste estudo, refletir sobre as questões que envolvem o processo de doação de ór- gãos, voltando-se o foco da discussão para a vivência parental do luto. Enfatiza-se também a necessidade de se pensarem as condutas que a equipe deve tomar, a fim de que esse momento não seja ainda mais trauma- tizante do que já é.
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Doação de órgãos : processo de luto na família

Doação de órgãos : processo de luto na família

O presente estudo apresenta como temática o luto vivido por famílias cujos entes queridos foram doadores de órgãos. Discute-se a necessidade de os profissionais de saúde conhecer as etapas do luto e a sutileza em percebê-las nos momentos de aproximação com a família, instrumento valioso no processo de cuidar, em especial no enfrentamento da morte. Teve como objetivos, assistir a família no processo do luto após doação de órgãos; descrever as histórias das famílias de doadores de órgãos, focando nas experiências de perda e no processo de doação, analisar o processo de enfrentamento do luto da família após doação de órgãos e analisar a visita domiciliária como estratégia de promoção da saúde de famílias em luto. Pesquisa qualitativa, utilizou a História Tópica de vida. O local do estudo foi a Zona norte do estado do Ceará, Brasil, onde foram identificados 39 doadores de múltiplos órgãos no período de 2009 a 2011, sendo a visita domiciliar a estratégia de cuidado e coleta de dados com oito famílias. Foram descritas as Histórias tópicas das famílias e analisados os seus lutos: identificou-se a estrutura familiar, o desenvolvimento e a sua funcionalidade, pelo Modelo Calgary de Avaliação Familiar. Este estudo fornece contribuições para os profissionais da saúde, principalmente para enfermeiros, em relação à importância do cuidado à pessoa em processo de luto, sendo necessária a revisão de práticas que inibem a exposição dos sentimentos, as políticas de acolhimento familiar em Instituições e a prática efetiva de visitas domiciliarias como metodologia de cuidado familiar. Além disso, essa aproximação entre família e equipe é uma oportunidade de os profissionais reverem suas práticas, nas suas fragilidades e possibilidades terapêuticas. Esse processo proporcionaria a elaboração constante do cuidado compartilhado. Essa pesquisa evidencia a necessidade, ainda, de estudos para sistematização de práticas de profissionais em especial de enfermeiros com a visão da promoção da saúde mental de familiares em luto, visto que para o sofrimento da perda, o abraço cuidador é o ponto de partida.
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Doação de órgãos e bioética: construindo uma interface.

Doação de órgãos e bioética: construindo uma interface.

A partir da análise das falas dos 45 alunos de graduação de Enfermagem identificamos sua atitude positiva com relação à doação de órgãos, expressa na solidariedade com a “Manutenção da Vida”. Contudo, coexiste o sentimento de vulnerabilidade, expresso na “Não Confiabilidade” nos profissionais envolvidos com a retirada de órgãos e insegurança quanto às garantias do cumprimento da legislação específica. Entendemos que o cidadão somente será capaz de decidir sobre as questões da vida a partir do momento que receber informações suficientes.

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Crenças que influenciam adolescentes na doação de órgãos.

Crenças que influenciam adolescentes na doação de órgãos.

Foram identificadas oito crenças positivas em relação à doação de órgãos demonstrando intenção positiva dos ado- lescentes quanto ao ato de doar órgãos, originadas princi- palmente de fatores religiosos e de motivação altruísta, sen- do elas: 1- o ato de doar órgãos não é uma forma de comprar o perdão por pecados praticados (87,2%); 2- o espírito não fica preso à parte do órgão doado se ele continuar a funcio- nar em outros corpos (85,1%); 3- a doação de órgãos não é um ato doloroso, pois a alma não permanece ligada ao corpo físico (73,4%); 4- a aparência do doador não se modifica com a retirada dos órgãos (44,7%); 5- deve-se doar porque, de- pois de morto, para mais nada os órgãos servirão (41,5%); 6- ser doador implica responsabilidade (39,4%); 7- a única saída para salvar uma vida não é o transplante (34,0%); 8- não têm medo de doar seus órgãos (28,7%).
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Doação de órgãos: compreensão na perspectiva de adolescentes.

Doação de órgãos: compreensão na perspectiva de adolescentes.

Resultados: identificaram-se quatro temáticas: concepções que podem salvar vidas; conhecimentos revelados; sentimentos facilitadores e complicadores para a doação de órgãos; outras influências que repercutem na decisão de doar órgãos. Os adoles- centes demonstraram desejo de salvar vidas doando órgãos, porém, não suficiente para uma tomada de decisão. A influência da família, mídia e amigos, surgiu como fator positivo ou de resistência, e a possibilidade de contribuir para a continuidade da vida funcionou positivamente na decisão.

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