Doença crônica

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Doença Crônica no Idoso: Espiritualidade e Enfrentamento.

Doença Crônica no Idoso: Espiritualidade e Enfrentamento.

Trata-se de um estudo exploratório, de caráter qualita- ivo. A metodologia qualitaiva foi necessária para a com- preensão dos resultados subjeivos encontrados na pes- quisa. A amostra não aleatória foi composta por 20 idosos atendidos em consulta mulidisciplinar em um Insituto especializado no atendimento de idosos do município de São Paulo, Brasil, no ano de 2011. Os critérios de inclusão foram: ter idade igual ou superior a 60 anos, estar cien- te e informado de ser portador de doença crônica, apto a comunicar-se verbalmente e estar de acordo com a pari- cipação no estudo, independente do sexo.
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Manejo da doença crônica do enxerto renal.

Manejo da doença crônica do enxerto renal.

dição inicialmente denominada nefropatia crônica do enxerto (do inglês: chronic allograft nephropathy) levou à considerável confusão no entendimento e manejo da doença crônica do enxerto renal por transmitir a noção de que se trata de uma entidade nosológica específica. Presentemente, o termo fibrose intersticial e atrofia tu- bular (FI-AT) é empregado para a descrição patológica das condições em que fibrose e atrofia ocorrem na au- sência de fatores etiológicos determinados, e o termo ne- fropatia crônica do enxerto foi retirado da classificação patológica. Esta busca agora classificar o que anterior- mente era denominado nefropatia crônica do enxerto em rejeição crônica, nefropatia hipertensiva crônica, ne- frotoxicidade por inibidores de calcineurina, obstrução crônica, pielonefrite crônica e infecções virais. 5
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O impacto da doença crônica no cuidador

O impacto da doença crônica no cuidador

We aimed to investigate the impact of chronic disease on the caregivers of outpatients from a tertiary hospital from San Paulo, Brazil. A group of 99 relative caregivers answered a questionnaire focusing the impact of chronic disease in their lives. The association between dependent and independent variables (Questionário: Impacto da Doença Crônica and social demographic data, respectively) were evaluated by the qui-square test. The results show that the caregiver profile of this population is predominantly women, married, age over 53 years old, wife or daughter. The caregivers from the Northeast region of Brazil presented the best adaptive response to the impact of the disease while the worst one was from those from the South region. The factor analysis enables the composition of 6 domains, reduction of 38% of the questionnaire with internal consistency above 0,6. We concluded that chronic disease brings discomfort and pain to caregivers, affecting the quality of life. This study also resulted in a consistent tool to evaluate and diagnose the caregivers feelings. These feelings are usually neglected and underestimated and need attention and sometimes specific treatment by health professionals.
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Anemia de Doença Crônica.

Anemia de Doença Crônica.

A artrite reumatóide é uma doença crônica, de caráter inflamatório, classificada como uma das doenças difusas do tecido conjuntivo, de evolução geralmente progressiva e que se caracteriza, fundamentalmente, pelo acometimento do sistema ósteo-articular. No entanto, muitas vezes, esta assume aspecto disseminado, comprometendo diferentes estruturas e sistemas extra-articulares (pulmões, coração, olhos, sangue, etc.). Das alterações sangüíneas, a ADC constitui-se num achado freqüente e é uma das manifestações extra- articulares mais comuns. Isto justifica o fato da maioria dos estudos sobre ADC envolverem pacientes com artrite reumatóide (14).
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Qualidade de vida de pessoas com doença crônica.

Qualidade de vida de pessoas com doença crônica.

O presente estudo teve como objetivos; identificar o significado de qualidade de vida para pessoas com doença crônica e verificar a interferência da doença sobre a qualidade de vida das mesmas. Foram entrevistadas 71 pessoas de ambos os sexos, com idade entre 13 e 79 anos, atendidas nos ambulatórios de Clínica Médica de 2 hospitais governamentais. Utilizou-se, para coleta de dados, um formulário com questões abertas e fechadas. Os diagnósticos mais freqüentes foram hipertensão arterial e diabetes mellitus. O significado de qualidade vida para as pessoas entrevistadas relacionou-se principalmente ao bem-estar material (40,9%), ao bem- estar físico (23,9%) e ao bem-estar emocional (11,2%). A doença crônica interferiu na qualidade de vida das pessoas por alterar, sobretudo, a sua capacidade física (67,6%), o trabalho/estudo/atividades/ do lar (64,8%) e a auto-estima (53,5%). A partir dos resultados obtidos, enfatiza-se a importância de se considerar a multidimensionalidade do conceito de qualidade de vida na assistência de enfermagem as pessoas com doenças crônicas.
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Viver com doença crônica em uma comunidade pesqueira.

Viver com doença crônica em uma comunidade pesqueira.

Objetivo: Identificar os elementos que influenciam a avaliação da qualidade de vida feita por pessoas com doenças crônicas de uma comunidade pesqueira. Métodos: A coleta dos dados foi através de grupos focais, com participação de 22 sujeitos. A análise de dados foi orientada pelos quatro processos genéricos: apreensão, síntese, teorização e transferência. Resultados: Emergiram três categorias, que expressam os elementos que influenciam a qualidade de vida, segundo estas pessoas, considerando aspectos positivos e negativos; facilidades e dificuldades e condições para o cuidado da doença crônica nesta comunidade. Conclusão: Viver em uma comunidade pesqueira, com uma área física delimitada, que apresenta condições sócio-ambientais e culturais próprias, com melhores relacionamentos interpessoais confere características favoráveis ao cuidado da doença crônica e à qualidade de vida destas pessoas.
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Cotidiano do adolescente com doença crônica.

Cotidiano do adolescente com doença crônica.

DSC: [...] eu nunca perdi o ano, mas eu ia rodar por causa de faltas na aula porque eu tava internada, aí a minha mãe foi reclamar e nenhum professor sabia que eu tinha uma doença, aí eu iquei internada, todo mundo me deu falta. A minha mãe já tinha falado pra diretora da minha doença, mas ela não passou pra coordenadora, nem pra ninguém, tanto que teve um dia que eu tava passando mal, tava vomitando e tudo e ninguém sabia o que fazer.

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Caminhos e descaminhos da adesão ao tratamento anti-hipertensivo :um estudo com usuários do Pacha (Programa de Assistência e Cuidado da Hipertensão Arterial) do Hospital Universitário Onofre Lopes

Caminhos e descaminhos da adesão ao tratamento anti-hipertensivo :um estudo com usuários do Pacha (Programa de Assistência e Cuidado da Hipertensão Arterial) do Hospital Universitário Onofre Lopes

A Hipertensão Arterial é uma doença crônica, multifatorial, possuindo características “emocionais” e sociais implicadas no aparecimento e evolução da doença e na aderência ao tratamento, que envolve uma tomada de decisão por parte do seu portador para que sejam processadas as mudanças necessárias nos hábitos de vida nocivos. Adesão, tradicionalmente, refere-se ao paciente atender às orientações do médico ou de outro profissional de saúde, no comparecimento às consultas marcadas, no uso do medicamento ou mudanças de estilo de vida e manter esta adesão é o grande problema a ser vencido. Espera-se que a adesão seja uma ação contínua, estável e satisfatória sempre, desconsiderando a complexidade dos processos de subjetivação que permeiam o adoecer. A pesquisa objetivou investigar as dificuldades que a pessoa portadora de hipertensão tem de aderir ao tratamento, a partir dos processos de significação que dão sentido às ações lidando com a adesão. O estudo foi realizado com 48 usuários do programa de assistência ao hipertenso do Hospital Universitário de Natal/RN, com idade entre 40 e 65 anos. As respostas foram submetidas a um duplo processo de análise: 1) sistematização das respostas em categorias e códigos e ingresso no programa estatístico SPSS (Statistical Package of Social Science), para geração de estatísticas descritivas; 2) análise dos sentidos e significados que permearam os depoimentos de forma mais aprofundada e interpretativa. As maiores dificuldades encontradas estão presentes na dieta hipossódica e hipocalórica, no lidar com sentimentos e stress da vida diária, sendo esses fatores citados como motivo direto para o aumento da pressão arterial, independentemente do sexo dos entrevistados. Observou-se que não existe ADESÂO e sim ADERINDO, como um processo vivenciado diariamente. Este trabalho contribui, com os seus resultados, para avaliar as estratégias utilizadas pelo programa, visando um aumento dos índices de adesão.
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Juliana Miyuki Garcia Tanji

Juliana Miyuki Garcia Tanji

Atualmente, há diversas concepções de saúde e de doença presentes na nossa sociedade que influenciam na maneira como as pessoas agem em relação ao seu processo de saúde-doença. Dentre as concepções mais influentes e predominantes na nossa sociedade atualmente, estão a definição proposta pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e a do Modelo Biomédico ou da Medicina Tradicional. Em ambas as definições encontra-se um problema conceitual se considerarmos saúde como um processo multideterminado em constante transformação e não como um estado estável. Além disso, é importante pensar como se dá a relação saúde-doença proposta por essas concepções e o adoecimento crônico, visto que nas últimas décadas houve um aumento expressivo de pessoas portadoras de algum tipo de doença crônica devido às transformações científicas e tecnológicas na área médica, alterando assim, o perfil nosológico da população brasileira. O objetivo desse trabalho foi compreender como se dá a relação entre a situação de um adoecimento crônico e o auto-cuidado, quais os sentidos construídos nessa vivência, quais as mudanças realizadas e as emoções e sentimentos envolvidos nesse processo. Para essa reflexão, foi utilizada a Psicologia Sócio-Histórica como referencial teórico. De acordo com essa teoria, o homem se constrói a partir da relação dialética que estabelece com a realidade social e histórica em que está inserido. Nesse processo, a linguagem tem papel fundamental, sendo, portanto, importante instrumento para a apreensão das significações e sentidos que constituem a subjetividade humana. Foram realizadas entrevistas com uma usuária do Ambulatório de Doenças Infecto-Contagiosas e Parasitárias da UNIFESP, portadora do vírus do HIV e da Hepatite C, que realiza tratamentos para ambas as enfermidades. Tal contato foi possível a partir da participação da pesquisadora em atividades de Sala de Espera e realização de um projeto de Iniciação Científica no serviço citado. As entrevistas passaram por um processo de organização a partir dos temas que se mostraram mais relevantes de acordo com os objetivos da pesquisa até chegarem aos núcleos que significação. A partir desses núcleos, foi possível fazer a análise dos sentidos envolvidos no processo de adoecimento da entrevistada, inclusive daqueles que se referem ao auto-cuidado. Foi possível perceber que essa vivência do adoecimento é permeada por situações de morte, impacto do diagnóstico, preconceito, apoio de familiares, concepção de saúde-doença, etc, que direta ou indiretamente influenciam na questão do auto-cuidado.
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O adolescente e o diabetes: uma experiência de vida.

O adolescente e o diabetes: uma experiência de vida.

A situação de doença crônica é vivenciada pelo adolescente com DM tipo 1 de forma multifacetada. Os fenômenos identificados a partir dos dados, “não sendo normal ter diabetes” e “sendo normal ter diabetes” devem ser compre- endidos interacionalmente, pois representam o significado que o adolescente atribui a sua experiência de doença, a partir da sua própria perspectiva. Entretanto, os fenômenos não devem ser compreendidos como estágios lineares, seqüenciais e obrigatórios da vivência de todos os adolescen- tes com diabetes. Nesse sentido, o adolescente pode identifi- car-se e vivenciar ora um fenômeno ora outro, com maior ou menor intensidade. Uma outra situação possível é o adolescente experienciar apenas um dos fenômenos, como podemos depreender dos relatos dos adolescentes partici- pantes deste estudo. Parte dos adolescentes refere que, na época do diagnóstico, o diabetes não era normal em sua vida, mas que com o passar do tempo, aprendeu a lidar com a situação de doença, tornando o diabetes parte de sua rotina,
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Prevalência e fatores associados à anemia e deficiência de vitamina B12 em idosos de Viçosa-MG

Prevalência e fatores associados à anemia e deficiência de vitamina B12 em idosos de Viçosa-MG

Três grandes estudos foram observados em pacientes não institucionalizados sendo dois conduzidos na Itália e integrantes do projeto de pesquisa de base populacional denominado “Salute e Anemia”. O primeiro trabalho publicado restringiu a faixa etária entre 65 e 84 anos e apresentou prevalência global de anemia da população idosa italiana de 7,7% e optou por informações referentes aos graus de anemia (leve, moderada e grave). A etiologia da anemia foi definida pela doença crônica, caracterizando aumento do risco de hospitalização para de idosos com anemia leve. No entanto, não houve resultados relacionando-se anemia grave, moderada e risco de hospitalização 28,29 . O segundo propôs diferentes faixas etárias (65 à 84 anos; 85 anos e mais) e uma dinâmica voltada para as frequências dos tipos de anemia 14 . Os resultados destes estudos foram significantes em relação ao aumento do risco de mortalidade de pacientes idosos com anemia advinda das doenças crônicas e não somente pela β-talassemia menor (condição genética acompanhada em estudos de populações do Mediterrâneo) 2 . O diferencial dos dados apresentados no segundo trabalho foi a inclusão na amostra de pacientes institucionalizados, que detém prevalência de 51,9% de anemia inexplicada 14 .
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop.  vol.24 número4

Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.24 número4

A s u b f a s e de d o e n ç a s in to m á tic a disseminada aguda do jovem (forma disseminada aguda ou subaguda) é rara e resulta de inoculação eficaz em crianças (pré-ptíbere, púbere ou adolescente) que evolui para doença sintomática primária com reticulite aguda; a subfase de doença crônica disseminada sintomática do adulto (forma disseminada crônica) éaformaclínicamaiscomum, e resulta de uma reinoculação endógena através do(s) foco(s) reativado(s) de uma fase pré-clínica - doença assintom ática críptica ou quiescente dependente de cura incompleta, parcial, com fungos precocemente bloqueados mas que permanecem viáveis naqueles focos (parênquimatosos, satélites ou metastáticos), quase sempre, por longo período de latência, três a quatro décadas, desde a fase de inoculação ocorrida na criança46.
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Associação entre marcadores de inflamação e aumento do átrio esquerdo em pacientes de hemodiálise.

Associação entre marcadores de inflamação e aumento do átrio esquerdo em pacientes de hemodiálise.

Como a sobrecarga crônica de volume e/ou pressão ativa uma série de processos adaptativos que modificam profundamente a estrutura do miocárdio, existe a possibilidade dos marcadores inflamatórios atuarem na mediação das alterações ecocardiográficas que refletem o remodelamento cardíaco em geral e, talvez, do AE em especial. Assim, existe a possibilidade de que o aumento do AE seja simplesmente a expressão da presença de hipervolemia subjacente, e que esta possa ser a desencadeante do aumento da PCR, possivelmente por congestão hepática. Esta interpretação permite conciliar a intrigante falta de ligação encontrada entre IL-6 e tamanho do AE, apesar da esperada e forte associação com a PCR. Por outro lado, nossa investigação teve o cuidado de realizar os ecocardiogramas e coletas de sangue para dosagem de marcadores em dias interdialíticos no meio de semana, o que teoricamente minimiza (mas não invalida) o impacto da sobrecarga de volume nos resultados da PCR.
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Perfil sociodemográfico, clínico e laboratorial de pacientes submetidos à hemodiálise

Perfil sociodemográfico, clínico e laboratorial de pacientes submetidos à hemodiálise

O envelhecimento da população é um fenômeno natural, irreversível e mundial. A população idosa no Brasil tem crescido de forma rápida, em 2025, cerca de 32 milhões de pessoas terão 60 anos de idade ou mais, ocupando o Brasil o sexto lugar quanto ao número de idosos. Devido à transição demográfica, houve mudanças também no perfil de morbidade e mortalidade, elevando-se os níveis de doenças crônicas, entre elas a Doença Renal Crônica (1) .

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O itinerário da doença renal crônica : do prenúncio à descoberta

O itinerário da doença renal crônica : do prenúncio à descoberta

Com o passar do tempo em diálise, cria-se uma relação mais amistosa com a obrigatoriedade das sessões. Por sua vez, também o aparato técnico aprimorado e o progresso farmacológico mantêm as pessoas por um longo tempo em tratamento, mostrando que a evolução tecnocientífica atenua os impactos causados pela doença, assim como facilita o tratamento. As falas a seguir confirmam essa adaptação:. ..nos conformamos que existe uma máquina para prorrogar as nossas vidas (e11). Agora eu penso que eu não sou doente, eu só tenho um problema (e17).
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Deficiência de ferro na doença renal crônica.

Deficiência de ferro na doença renal crônica.

doença renal crônica (DRC). Ela está associada com maior número de internações hospitalares, maior mortalidade e pior qualidade de vida dos pacientes. Ela tem várias causas, sendo deficiência de eritropoetina e ferro as duas principais causas. A condição inflamatória presente na DRC interfere com a ação da eritropoetina e com a absorção intestinal de ferro e mobilização de ferro dos estoques, devido ao aumento de hepcidina. A correção parcial (não completa) da anemia promove melhores resultados nos pacientes com DRC. Rev. Bras. Hematol. Hemoter. 2010; 32(Supl.2):84-88.
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Aspectos radiográficos da doença valvar crônica.

Aspectos radiográficos da doença valvar crônica.

Analisando o quadro 1, pode-se observar que a maioria dos animais assintomáticos, em classe funcional I, não apresentaram aumento da silhueta cardíaca ao RX. Por outro lado, cardiomegalia foi caracterizada radiograficamente em todos os cães com doença avançada (classe funcional III) (Figura 2). Já os incluídos em classe funcional II distribuíram-se equilibradamente, isto é, aproximadamente metade dos animais apresentando alterações radiográficas e o restante demonstrando silhueta cardíaca de tamanho normal, de acordo com os valores obtidos pelo método VHS.

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Doença pulmonar intersticial crônica na criança.

Doença pulmonar intersticial crônica na criança.

Na anamnese, enfatizamos a gravidade e progressão da dispnéia e o comprometimento do desenvolvimento somá- tico (perda de peso ou parada do crescimento). Nos lacten- tes, o esforço respiratório foi observado nos momentos de mamada ou choro para caracterizar dispnéia aos esforços. Foram inquiridas a presença e as características da tosse (seca ou produtiva, escarro hemoptóico). O questionário também incluiu história de infecção prévia ou recorrente, in- ternações anteriores por doença pulmonar, história ambien- tal, familiar, ingestão de medicamentos, sintomas sugestivos de síndrome aspirativa e relacionados a doenças sistêmicas como articulares, de pele, renais e neurológicos.
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Doença pulmonar obstrutiva crônica ocupacional.

Doença pulmonar obstrutiva crônica ocupacional.

Apesar da evidência inconteste da ação dele- téria dos agentes inalados sobre o aparelho respi- ratório, especialmente na gênese das doenças pul- monares obstrutivas crônicas, os aerodispersóides, gerados nas mais diversas atividades produtivas, ainda são pouco reconhecidos como fatores etio- lógicos da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ocupacional. A elaboração deste capítulo visa a alertar os médicos em geral, e especialmen- te os pneumologistas, sobre a possível etiologia ocupacional da DPOC. A história ocupacional, mesmo com um mínimo de detalhes, ainda não é
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