Doença de Alzheimer/diagnóstico

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Transtornos depressivos na doença de Alzheimer: diagnóstico e tratamento.

Transtornos depressivos na doença de Alzheimer: diagnóstico e tratamento.

Transtornos do humor afetam uma porcentagem considerável de indivíduos com doença de Alzheimer, em algum ponto da evolução da síndrome demencial. Pode ser uma condição difícil de se detectar, dependendo da gravida- de do acometimento cognitivo. Na presença de manifestações depressivas leves ou atípicas, a observação da evolução, associada ou não ao emprego de técnicas não-farmacológicas, é a abordagem inicial mais recomendá- vel; na vigência de depressão moderada a grave, o emprego de psicofármacos pode fazer-se necessário. Embora haja evidências dos benefícios advindos do tratamento da depressão em pacientes com demência, avaliações formais da sua eficácia nesses pacientes são limitadas. A escolha do antidepressivo depende muito mais do seu perfil de tolerabilidade, das condições clínicas associadas e das características individuais do paciente. Os inibidores seletivos da recaptação de serotonina são usualmente as drogas de primeira opção, pelo perfil mais adequado de segurança, tolerabilidade e facilidade posológica. Em situações especiais, devem ser considerados os potenciais terapêuticos das novas drogas ou mesmo dos medicamentos tradicionais. O artigo revê a literatura dos últimos dez anos, enfocando particularidades do diagnóstico da depressão em pacientes com doença de Alzheimer, bem como diretrizes para uma prescrição segura.
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Novas abordagens no diagnóstico precoce da doença de Alzheimer

Novas abordagens no diagnóstico precoce da doença de Alzheimer

No que diz respeito à doença de Alzheimer, pode-se também colocar a questão da falta de perspetivas para o futuro, acentuada pela atual falta de resoluções terapêuticas. Uma vez feito um diagnóstico de DA são vários os tópicos decisivos que podem surgir. Um estudo realizado em doentes de DA e seus cuidadores e publicado na revista BMC Research Notes, apontou como principais tópicos de preocupação assinalados o tratamento para a doença, o papel da família e de externos no dia a dia e questões legais, bem como outros detalhes associados à cooperação entre doente e seu cuidador. Não será difícil perceber que um diagnóstico de DA obrigará à realização de planos na vida futura, uma vez que o indivíduo passa a ter conhecimento de que no futuro deixará de ser totalmente independente, podendo mesmo alcançar níveis de total dependência. No entanto, é comum que estas decisões vão sendo adiadas até que seja absolutamente necessário que sejam tomadas. (140)
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PUPILOMETRIA NO DIAGNÓSTICO DA DOENÇA DE ALZHEIMER

PUPILOMETRIA NO DIAGNÓSTICO DA DOENÇA DE ALZHEIMER

A Doença de Alzheimer (DA), em seu exercício clínico, por ainda não possuir marcadores de diagnóstico precisos, está condicionada à avaliação médica para determinar a hipótese principal geradora da doença. Este trabalho tem por finalidade investigar o comportamento e os parâmetros de resposta da pupila em um grupo de pacientes com a Doença de Alzheimer e correlacionar com outro grupo sem o quadro clínico da doença. O método de investigação proposto é a pupilometria dinâmica embarcada num protótipo portátil, que consiste numa análise não invasiva para aferir de forma dinâmica o tamanho e outros parâmetros da pupila durante um ciclo pupilar utilizando um estímulo luminoso PLR. A análise de biomarcadores é promissora nesse cenário, uma vez que o diagnóstico da doença ocorre muito frequentemente quando o quadro já indica um comprometimento cognitivo do paciente, estágio esse considerado não mais inicial. A grande vantagem desse trabalho, com relação aos demais desse mesmo âmbito, é que a análise via software da pupilometria foi desenvolvida e embarcada numa linguagem computacional de código aberto em um dispositivo (minicomputador) portátil de baixíssimo custo.
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Abordagem genética da doença de Alzheimer familiar: do diagnóstico ao tratamento

Abordagem genética da doença de Alzheimer familiar: do diagnóstico ao tratamento

O complexo da troponina é constituído por três componentes polipeptídicos distintos: a troponina C, troponina I e a troponina T, que desempenham um papel essencial na contração do musculo estriado. O doseamento da troponina I pode ser utilizada como auxiliar no diagnóstico de EAM e na estratificação de risco em doentes com síndrome coronário agudo relativamente ao risco relativo de mortalidade. Também está aumentada em traumatismos no peito, cirurgia, insuficiência cardíaca congestiva (ICC), insuficiência renal, toxicidade cardíaca provocada por fármacos, miocardite, embolismo pulmonar, doenças infiltrativas e doenças neurológicas agudas. Este biomarcador é mais específico do que a CKMB para a deteção de lesões do miocárdio na presença de lesões do músculo esquelético (Tabela 3) [19] .
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Complexos de Metais de Transição: Aplicações no tratamento e diagnóstico da doença de Alzheimer

Complexos de Metais de Transição: Aplicações no tratamento e diagnóstico da doença de Alzheimer

Diante disso é interessante a busca por novas sondas, que apresentem as propriedades seletivas da ThT (como ligar-se somente aos agregados fibrilares); mas que não apresente os seus inconvenientes fotofísicos (como pequeno deslocamento Stokes, autofluorêscência, pequeno tempo de vida e reabsorção). Uma sonda vantajosa além de não apresentar os problemas observados pela ThT, tem que absorver na região do visivel, já que é uma região não danosa ao meio celular, como pode ser visualizado na Figura 1.14 o qual exibe a janela fototerapêutica, ou seja, espectro de absorção das biomoléculas. A sonda também deve emitir na região do vermelho, ou do infravermelho próximo, para evitar problemas com autofluorescência e de reabsorção, e problemas com a dispersão da luz, contribuindo para que os tecidos absorvam mais, e consequentemente favorecendo o diagnóstico 49-50 .
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Apatia na doença de Alzheimer.

Apatia na doença de Alzheimer.

qual se empregou entrevista estruturada para o diagnóstico de apatia, observou-se uma significativa co-ocorrência de apatia e depressão na DA. De um total de 150 pacientes com DA, 29 (19%) apresentavam apatia. Destes, 13 pacientes (45%) também exibiam depressão maior. De nota, a pre- sença de apatia não interferiu na gravidade da depressão, mas se correlacionou com o grau de déficit cognitivo. 7 Essa

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Aspectos neurobiológicos da doença de Alzheimer

Aspectos neurobiológicos da doença de Alzheimer

Além disso, a Demência deve ser estabelecida por avaliação neuropsicológica, feita através de testes padronizados, como o Mini-Exame do Estado Mental (MEEM), o Teste do Desenho do Relógio, dentre outros, sendo bastante úteis ao diagnóstico da DA, pois analisam os aspectos funcionais do cérebro inferidos a partir dos comportamentos cognitivos, sensoriais, motores, emocionais e sociais do indivíduo.

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Tratamento farmacológico da doença de Alzheimer.

Tratamento farmacológico da doença de Alzheimer.

Dada a ausência de preditores clínicos ou biológicos de eficácia, justifica-se a prescrição de um inibidor da colinesterase para todos os pacientes com diagnóstico de DA leve ou moderada, desde que não haja contra-indicações para o seu uso. Evidentemente, o manejo racional dessas medicações envolve também a decisão do momento de interrompê-las. As drogas antidemência devem ser descontinuadas nos seguintes casos: (1) quando o paciente adere mal ao tratamento; (2) se a deterioração cognitiva mantém-se no mesmo ritmo prévio, após três a seis meses de tratamento; (3) quando há rápida deterioração após um período inicial de estabilização; ou (4) se, após um período de interrupção do tratamento, constata-se que a droga não está mais proporcionando benefícios (Lovestone et al., 1997). Em todos esses casos, deve-se pesar a relação custo-benefício do tratamento, uma vez que os I-ChE são medicamentos de alto custo. Os resultados de um grande estudo multicêntrico realizado nos Estados Unidos questionam essa relação, uma vez que os pacientes tratados com donepezil, embora apresen- tassem indícios de melhora cognitiva discreta, não foram beneficiados pelo tratamento no que diz respeito à progressão para incapacitação funcional e institu- cionalização (Courtney et al., 2004).
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Perfil da distribuição e custos dos medicamentos do componente especializado da assistência farmacêutica para doença de Alzheimer no estado do Ceará

Perfil da distribuição e custos dos medicamentos do componente especializado da assistência farmacêutica para doença de Alzheimer no estado do Ceará

2. Mini Exame do Estado Mental – MEEM com escore entre 12 e 24 para pacientes com mais de 4 anos de escolaridade ou entre 8 e 21 para pacientes com até 4 anos de escolaridade. O Mini Exame do Estado Mental é o teste de rastreio mais utilizado. Ele avalia orientação temporal e espacial, memória de curto prazo (imediata ou atenção) evocação, cálculo, praxia, e habilidades de linguagem e visuoespaciais. Sua pontuação para auxílio no diagnóstico para Doença de Alzheimer, proposta inicialmente pelos seus elaboradores, foi de 24 pontos dentro de 30 possíveis. (FOLSTEIN; FOLSTEIN; MCHUGH, 1975). No entanto, por sofrer influência de fatores educacionais e culturais, vários estudos foram realizados a fim de buscar pontos de corte mais adequados à população brasileira. Em uma das versões mais atuais, os seguintes valores de desempenho, de acordo com os anos de escolaridade, foram propostos: Analfabetos – 20 pontos; de 1 a 4 anos – 25 pontos; de 5 a 8 anos – 26; de 9 a 11 anos – 28; acima de 12 anos – 29 (BRUCKI et al., 2003).
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Estado nutricional na doença de Alzheimer.

Estado nutricional na doença de Alzheimer.

O nosso estudo apresenta limitações que necessitam ser comentadas. Sendo um estudo descritivo de corte transversal, não é possível afirmar que as diferenças observadas entre pacientes leves e moderados sejam fruto da progressão da doença. Essa questão somente poderia ser endereçada em estudo prospectivo com controle de fatores de confundimento. Além disso, não pudemos avaliar indicadores bioquímicos que poderiam mostrar associação com as comorbidades. Os resul- tados que sugerem bom estado nutricional não podem ser generalizados, por se tratarem de pacientes com renda mensal alta que frequentam um ambulatório universitário, que é centro de referência para o diagnóstico e tratamento de idosos.
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As estatinas na Doença de Alzheimer

As estatinas na Doença de Alzheimer

A evolução da investigação e a constatação de que as alterações patológicas ocorrem muito antes da instauração plena dos sintomas fizeram com que a identificação de biomarcadores desta patologia (βA e proteína tau), através de ressonância magnética, seja atualmente um grande avanço ao nível dos critérios de diagnóstico, por ser mais especifico e precoce (Gauthier et al., 2018). Esta identificação é utilizada pelo Nacional Institute on Aging e estabelece critérios que permitem incorporar indivíduos com suspeitas de DA numa ou em mais fases pré-clínicas desta patologia, nas quais se determinam os biomarcadores mesmo que os sintomas se encontrem ausentes (Sperling et al., 2011; Dubois et al., 2016). Estes estudos permitem que se possam associar os
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Atividade física sistematizada e sintomas de depressão na demência de Alzheimer: uma revisão sistemática.

Atividade física sistematizada e sintomas de depressão na demência de Alzheimer: uma revisão sistemática.

O processo metodológico deste estudo consistiu em uma revisão sistemática da literatura, orientada pela busca bi- bliográica nas seguintes bases de dados: Web of Science, PubMed, PsycINFO, MedLine e Biological Abstracts, de 1990 a março de 2009. Essas bases foram escolhidas por aborda- rem especiicamente assuntos que envolvessem a área da saúde. Os operadores booleanos e as palavras-chave utiliza- dos foram: Alzheimer dementia OR Alzheimer disease OR Al- zheimer AND physical activity OR physical exercise OR motor intervention OR physical therapy OR exercise OR aerobic OR strength OR itness AND depression OR dysphoria OR de- pressive symptoms OR depressive episodes. Além da busca nas bases de dados, realizou-se uma busca manual nas listas de referências dos artigos selecionados. A busca dos artigos iniciou-se em março de 2009, sendo adotados os seguintes critérios de inclusão: (1) diagnóstico da doença de Alzheimer segundo os critérios oiciais de órgãos internacionais (CID, DSM, NINCDS/ADRDA); (2) estudos longitudinais controlados; (3) estudos que realizaram como protocolo de intervenção, atividade física sistematizada; (4) estudos que apresentaram como variável dependente sintomas de depressão. Aqueles artigos que não atenderam a esses critérios de inclusão fo- ram excluídos do estudo.
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Open Escuta Dicótica em Indivíduos com e sem doença de Alzheimer

Open Escuta Dicótica em Indivíduos com e sem doença de Alzheimer

A doença de Alzheimer define-se por um desaparecimento gradativo de memória e de outras funções cognitivas. Informações imprescindíveis sobre a percepção auditiva do paciente, provenientes da execução de Testes auditivos comportamentais, podem contribuir para o diagnóstico diferencial entre a DA e outras alterações próprias do envelhecimento. Este estudo teve o objetivo de investigar a relação entre a percepção auditiva e a doença de Alzheimer. Foram desenvolvidos dois artigos: um de revisão sistemática sobre o tema e um empírico. A amostra final da revisão sistemática se constituiu de 14 artigos. Após este estudo de revisão dos artigos selecionados, verificou-se que 21,42% relacionavam audição e Doença de Alzheimer, apontando para a diversidade de avaliações auditivas comportamentais que podem ser utilizadas nesta população. O segundo artigo do estudo empírico contou com a presença de 18 idosos, 12 sem doença de Alzheimer e 6 com a doença. Os mesmos foram submetidos à audiometria tonal e vocal e a avaliação do processamento auditivo por meio de dois testes comportamentais: Dicótico de dissílabos alternados e o teste Dicótico de dígitos. Ocorreu assimetria das orelhas tanto na condição não competitiva como na competitiva do teste dicótico de dissílabos alternados, e os piores resultados foram encontrados na esquerda competitiva de ambos os grupos principalmente na esquerda competitiva do grupo com Alzheimer. Observou-se também que na população estudada os dois testes dicóticos utilizados apresentaram resultados compatíveis. A utilização de testes auditivos centrais pode auxiliar no diagnóstico da doença de Alzheimer e contribuir para a compreensão das mudanças que acontecem nas funções auditivas centrais durante o processo de envelhecimento.
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Linguagem e cognição na doença de Alzheimer.

Linguagem e cognição na doença de Alzheimer.

Uma segunda direção interessante é a da investigação sobre o impacto funcional dos déficits de memória semântica e memória operacional, uma vez que a dificuldade de realização de atividades de vida diária é um critério para diagnóstico. Forde e Humphreys (2000) propuseram que o déficit funcional pode resultar de falhas de integração entre redes responsáveis pelo processamento de informações semânticas referentes a um objeto e redes relativas a esquemas de ações, ou degradação destes esquemas. Falhas de memória operacional também resultariam em maior susceptibilidade a interferências externas e perda do direcionamento a um determinado objetivo. Entendemos que a investigação de aspectos pragmáticos, da linguagem em contexto, também podem contribuir para a compreensão de alterações que ocorrem na intersecção entre a atenção, memória e aspectos vísuo-espaciais. Por outro lado, esses estudos no âmbito da pragmática e da lingüística textual, podem auxiliar a detecção de dissociações automático-voluntárias, na compreensão e produção de frases e textos orais e escritos.
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Doença de Alzheimer

Doença de Alzheimer

O artigo apresenta uma revisão sucinta dos aspectos genéticos da doença de Alzheimer e da metodologia empregada. Três genes distintos foram responsabilizados pela afecção até o momento: o da APP – responsável pela substância precursora da b-amilóide, a qual se deposita intensamente no cérebro dos afetados e está associada ao quadro demencial –, o gene da presenilina 1 (PS1) e o da presenilina 2 (PS2), proteínas de membrana celular. O gene da PS1 é responsável por cerca de 40% dos casos familiares e de acometimento precoce da DA . Os genes da ApoE4, da a-2-macroglobulina e da catepsina D, envolvidos no metabolismo da b- amilóide, foram caracterizados como fatores de risco para a DA. O gene da ApoE4 é fator de risco em cerca de 50% dos casos de DA esporádicos e de acometimento tardio. Muitos outros genes foram ainda associados à DA e são apresentados brevemente. São discutidas a conduta – quanto ao aconselhamento genético para familiares de afetados – e a utilização de diagnóstico molecular na predisposição genética à afecção. É apresentado como mecanismo comum às síndromes progeróides genéticas, como a DA, a alteração da atividade dos genes ribossômicos.
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A Vitamina E na Doença de Alzheimer

A Vitamina E na Doença de Alzheimer

Um dos principais problemas baseia-se na dificuldade de realizar um diagnóstico precoce da DA. No futuro é necessário encontrar biomarcadores (ao nível da PET, sangue e LCR) que permitam identificar os indivíduos que vão e os que não vão desenvolver DA sintomática, e quando tal irá ocorrer. Entretanto deviam triar-se aqueles com DCL para os inserir em ensaios clínicos de forma a testar se alterações dos hábitos de vida (ex: dieta rica em certos antioxidantes, prática de exercício físico, modificação dos factores de risco cardiovasculares e treino da memória) ou certos fármacos têm efeito benéfico sobre o surgimento da DA. A dieta mostrou-se essencial para proporcionar um menor declínio cognitivo durante o envelhecimento. Deve investigar-se qual o padrão de consumo de micro e macronutrientes a fim de se identificar um possível sinergismo entre a vitamina E e os outros constituintes da dieta.
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Doença de Alzheimer: relação entre o tempo de doença e seu estadiamento.

Doença de Alzheimer: relação entre o tempo de doença e seu estadiamento.

Estabelecido o diagnóstico clínico de doença de Alzheimer, foi empregada a classificação de Reisberg 7,8 para estadiamento da doença. Esta classificação permite definir 7 níveis de comprometimento clínico. O primeiro e o segundo níveis são considerados compatíveis à nor- malidade para a idade, especialmente para pessoas idosas. No terceiro estágio estão incluídos os pacientes que apresentam sinais incipientes de demência, com decréscimo funcional objetivo de suficiente severidade para ser capaz de interferir em ocupações complexas e tarefas sociais. No quarto estágio ocorrem dificuldades na realização de tarefas diárias, rotineiras como, por exemplo, planejar e executar compras. Junto aos familiares eles ainda atuam normalmente, mas sem ajuda podem demonstrar dificuldade em organizar sua rotina. Apresentam também discalculia. No quinto estágio há comprometimento da realização de tarefas básicas do dia-a-dia, tais como, escolher suas próprias roupas. Passam a ser dependentes dos familiares. Têm dificuldade para dirigir, cometendo erros primários. Esquecem freqüentemente do banho e o tomam quando lembrados. Ainda dispõem de julgamento crítico, embora prejudicado. Ocor- rem distúrbios afetivos como choro fácil, ansiedade e alterações do sono. No sexto estágio o paciente é incapaz de se vestir, tomar banho e realizar sua higiene pessoal. No sétimo estágio ocorre comprometimento grave da fala, da locomoção e da consciência, evoluindo para estado vegetativo na sua fase final.
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Doença de Alzheimer e Periodontite

Doença de Alzheimer e Periodontite

Alguns fatores, como determinar a idade de início e definir uma população livre de doença, contribuem para a dificuldade em estabelecer as taxas de incidência precisas da DA. No entanto, estudos ilustram o aumento consistente das taxas de incidência com a idade de aproximadamente 0,5% ao ano entre indivíduos com idades entre 65-70 anos e cerca de 6-8% para indivíduos com mais de 85 anos de idade. O rápido aumento da frequência da DA com o avançar da idade combinado com a duração relativamente à doença, é responsável pela maior parte da sua prevalência por todo o mundo. A melhoria da padronização dos métodos de diagnóstico tem proporcionado um meio para comparar as estimativas de frequência da DA em várias populações (Mayeux e Stern, 2015).
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DOENÇA DE ALZHEIMER: UMA PATOLOGIA OCULTA?

DOENÇA DE ALZHEIMER: UMA PATOLOGIA OCULTA?

O terceiro objetivo específico também foi alcançado, tratava-se Verificar com profissionais enfermeiros, se realizam consulta de enfermagem ou cuidam de pacientes com diagnóstico de Doença Alzheimer, para alcançarmos esse objetivo utilizamos Instrumento de Coleta de Dados Tipo Questionário contendo 10 questões, 09 objetivas e 01 subjetiva, abordando dados referentes ás experiências desse profissional relacionada à demência na DA além do seu diagnóstico e cuidados de enfermagem. Os questionários foram aplicados junto aos 20 enfermeiros, 12 o que equivale a (60%) participaram da pesquisa, 08 (40%) não quiseram participar da pesquisa, como mais de (51%) dos sujeitos participaram da pesquisa, pudemos continuar á pesquisa. Esse objetivo foi alcançado através dos seguintes dados: 42% dos sujeitos realizam anamnese no idoso relacionada com a DA, 58% relatam não fazer tal abordagem; mostra que 25% sujeitos afirmam que tratam ou cuidam de clientes com DA diagnosticada pelo médico, 75% responderam que “Não”, nunca trataram ou cuidaram de clientes com DA.
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Alterações genéticas na doença de Alzheimer.

Alterações genéticas na doença de Alzheimer.

Individualmente, esses genes podem ter pouca ou nenhuma influência e podem não estar envolvi- dos ativamente em todos os indivíduos que se en- quadram nos critérios de diagnóstico para DA. No entanto, a identificação de um conjunto de genes consistentemente alterados nessa doença permitiria a eventual identificação de um conjunto mínimo de genes fundamentais para o desenvolvimento da DA. A correta identificação de um grupo importan- te de genes que se manifesta antes do desenvolvi- mento da doença é enormemente dificultada pela indisponibilidade de material biológico adequado. Porém, a análise post mortem de cérebros de pacien- tes com DA tem levado a diversas teorias acerca das causas da patologia, sugerindo que esta doença en- volva várias alterações fisiológicas. Uma das formas de se tentar entender a diversidade e a integração dessas alterações é a comparação do perfil de expres- são gênica de regiões cerebrais afetadas e não afeta- das e comparando-as entre casos e controles. Essa análise pode ser realizada através de técnicas de ava- liação da expressão gênica em larga escala, como os microarrays de cDNA, ou a técnica de SAGE ( Serial Analysis of Gene Expression ).
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