Doença periodontal

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Associação entre doença periodontal e síndrome coronariana aguda.

Associação entre doença periodontal e síndrome coronariana aguda.

agudos. Considerando-se os novos marcadores de risco cardiovascular, alguns estudos sugerem associação entre doença periodontal (DP) e DAC. A hipótese aventada sugere que a DAC possa ser desencadeada por mecanismos sistêmicos, além dos fatores inflamatórios locais, sendo a infecção periodontal crônica uma das possibilidades a ser considerada 19-22 .

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Doença periodontal em gestantes e nascimento de bebê prematuro e baixo peso

Doença periodontal em gestantes e nascimento de bebê prematuro e baixo peso

OBJETIVO: Avaliar a condição periodontal de gestantes e analisar a influência de variáveis maternas sócio-econômico-demográficas, de saúde, hábitos deletérios e acesso ao serviço odontológico e a existência do Programa Saúde da Família (PSF) nos serviços públicos de atendimento à gestante. MÉTODO: Esta avaliação faz parte de um estudo de coorte com gestantes e crianças desenvolvido em dois municípios do Estado de São Paulo, sendo um deles com PSF implantado. Foram realizados exames bucais utilizando os Índices Periodontal Comunitário e Perda de Inserção Periodontal e entrevistas semi-estruturadas com as gestantes em seus domicílios. Os resultados foram verificados por meio de análises estatísticas bivariadas (α=0.05). RESULTADOS: Foram examinadas todas as gestantes (n=119) cadastradas no serviço de saúde de ambos municípios. A idade média foi 24,7 anos; 61,4% pertenciam à raça negra/parda, a maioria (65,5%) recebia entre 2-3 salários mínimos e somente 6,7% iniciaram o ensino superior. Apenas 8% das pacientes mostraram periodonto saudável. Sangramento e cálculo foram observados em 66% do total e bolsas periodontais rasas e profundas em 20%. Perda de inserção periodontal superior a 4mm foi verificada em 24% das gestantes. O grupo mostrou- se homogêneo quanto às características maternas, sendo que a idade (p=0,0384) e hábito de fumar (p=0,0102) foram os únicos fatores associados com a doença periodontal. A existência do PSF não foi associada com uma menor prevalência da doença. CONCLUSÃO: Os achados deste estudo mostram uma alta prevalência de alterações periodontais durante a gestação, não havendo influência do PSF na condição encontrada. Dentre as variáveis de risco, a idade e o fumo foram os fatores associados com a presença da doença periodontal. Há necessidade de melhor planejamento e execução das ações em saúde bucal durante o pré-natal.
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Doença periodontal em puérperas com parto prematuro

Doença periodontal em puérperas com parto prematuro

Eu,__________________________________________________estou ciente que participarei da pesquisa “Doença periodontal em puérperas com parto prematuro” a ser desenvolvida pela dentista karen Fernandes Madi Priedols (CROsp 73.106). Foi me esclarecido que o exame da minha boca será realizado em uma única sessão, observando então se tenho ou não doença na gengiva. Este exame poderá determinar a causa do meu parto prematuro evitando que isto aconteça novamente em outras gestações. Estou ciente que a dentista usará um instrumento de ponta redonda, que não machuca ou causa dor para tomar medidas da minha gengiva. A data do meu parto dividirá os grupos da pesquisa:
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Doença periodontal em doenças reumáticas pediátricas.

Doença periodontal em doenças reumáticas pediátricas.

Em conclusão, gengivite foi a doença periodontal mais comum em pacientes com DRP. O mecanismo subjacente é do tipo mul- tifatorial, envolvendo fatores mecânicos, artrite crônica com incapacitação funcional, desregulação da resposta imunoin- lamatória, dieta e medicamentos, sobretudo corticosteroides. A observação de uma associação comum com a atividade da doença em todas as patologias descritas enfatiza a necessidade de futuros estudos, com o objetivo de determinar se a resolução dessa complicação poderia inluenciar o curso ou a gravidade da doença. Além disso, contamos com algumas evidências de que a gengiva pode ser um tecido alvo em pacientes pediátricos com doença reumática autoimune.
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Menopausa: fator de risco para doença periodontal?.

Menopausa: fator de risco para doença periodontal?.

consentimento livre e esclarecido. Para inclusão no grupo, a mulher já deveria estar na menopau- sa e apresentar no mínimo 10 dentes presentes na cavidade bucal. Como critério de exclusão, não poderia participar quem apresentasse menopau- sa precoce ou doenças sistêmicas graves e cân- cer. No estudo poderiam participar mulheres com diferentes níveis de doença periodontal e de densitometria óssea mineral (DOM), portanto a gravidade destas não foi critério de seleção. Para o grupo controle, foram convidadas mulheres com mais de 35 anos de idade sem história de meno- pausa, com no mínimo 10 dentes presentes na cavidade bucal e com ausência de doenças sistêmicas graves.
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O alcoolismo como fator de risco para a doença periodontal

O alcoolismo como fator de risco para a doença periodontal

experimentais serem criticados por muitos autores, por ser a doença induzida sem passar pelos processos naturais da etiopatogenia, esses estudos são ainda considerados de grande valia, pois é possível obter-se um modelo experimental do processo da DP mais controlado, além de ser possível produzir defeitos de iguais dimensões e executar biópsias do periodonto de sustentação. Além disso, em ratos as condições anatômicas, fisiológicas, imunológicas e microbiológicas são bem próximas dos seres humanos. Todos os trabalhos realizados em ratos apontam o consumo de etanol como fator de risco para a doença periodontal (SOUZA et al., 2006; SOUZA et al. 2009; IRIE et al., 2008)
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Efeito do tratamento periodontal não-cirúrgico em pacientes portadores de Diabetes mellitus tipo 2 com doença periodontal: análises clínica, enzimática e microbiológica

Efeito do tratamento periodontal não-cirúrgico em pacientes portadores de Diabetes mellitus tipo 2 com doença periodontal: análises clínica, enzimática e microbiológica

Sabe-se que bactérias específicas são essenciais para o início e progressão da doença periodontal e que a destruição dos tecidos pode resultar de um desequilíbrio nos mecanismos protetores e destrutivos do hospedeiro, iniciados pelo processo infeccioso. Sítios com atividade da doença periodontal apresentam resposta imunoinflamatória, observando-se clinicamente diversas alterações, dentre elas um aumento do fluido sulcular gengival. Como resultado, o fluido passa a exibir microrganismos, células epiteliais, plasma sanguíneo, células inflamatórias e outros componentes da resposta inflamatória e imunológica 7 . Desta forma, inúmeras pesquisas têm buscado componentes da saliva e do fluido sulcular gengival que poderiam servir como marcadores potenciais de diagnóstico ou prognóstico, para a progressão da periodontite 3,5,7,64,110 . Uma grande vantagem na utilização
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Efeito da movimentação ortodôntica na progressão da doença periodontal induzida em ratos

Efeito da movimentação ortodôntica na progressão da doença periodontal induzida em ratos

A presença de NO na doença periodontal também reflete sua participação na reabsorção óssea e progressão da doença (Batista et al. 6 2002). A via de ativação da iNOS está associada à presença de citocinas inflamatórias e perda óssea. Altas concentrações de NO produzido pela via da iNOS causam ativação de osteoclastos através da maior expressão do gene de fator nuclear- B (van´t Hof, Ralston 103 2001), levando à destruição tecidual (Daghigh et al. 21 2002, Lappin et al. 64 2000, Ugar-Cankal, Ozmeric 102 2006). A presença de inibidor de NOS em periodontite experimental induzida em ratos reduziu a perda óssea alveolar em 50% (Leitao et al. 66 2005). A produção elevada de NO pode ser observada após ativação de iNOS por TNF- , IL-1 e IFN- em fibroblasto gengival humano, e com a adição de um inibidor específico para iNOS, mercaptoetil guanidina (MEG), ocorre diminuição da produção desse NO (Daghigh et al. 21 2002).
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Relação entre doença periodontal e diabetes

Relação entre doença periodontal e diabetes

Costa et alii (2009) realizaram uma revisão sistemática que teve como objetivo avaliar se o tratamento periodontal contribui para um melhor controlo glicémico em indivíduos com diabetes mellitus tipo 2. Apenas foram incluídos estudos clínicos de intervenção em humanos, com diagnóstico de diabetes tipo 2, que utilizaram alguma forma de tratamento periodontal e que avaliaram o seu efeito sobre o controlo glicémico. Os nove estudos selecionados, foram publicados em língua inglesa, entre janeiro de 1964 e dezembro de 2006, apresentavam períodos de observação que variavam entre os 7 dias e os 10 meses e amostras entre os 20 e os 113 elementos com idades entre os 19 e os 70 anos. Da análise dos estudos foi possível verificar que os pacientes diabéticos do tipo 2 tratados periodontalmente, mediante terapia não cirúrgica, associada ou não ao uso de antimicrobianos, apresentam melhor controlo metabólico do que os pacientes não tratados, sugerindo assim que a prevenção e o controlo da doença periodontal deve ser considerada como parte integrante do controlo da diabetes.
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Diabetes Mellitus e doença periodontal

Diabetes Mellitus e doença periodontal

A hiperglicemia resulta ainda no aumento da expressão dos recetores para AGEs, conhecidos como RAGE. O aumento da interação entre os AGEs e os seus recetores, presentes em monócitos, macrófagos células endoteliais e fibroblastos resulta no aumento da secreção do fator de necrose tumoral alfa (TNFα), interleucina 1 beta (IL-1β), e interleucina 6 (IL-6) na corrente sanguínea (Cabrera, 2015; Barbosa, 2013). São estes mediadores inflamatórios os que provocam uma transformação do colagénio em compostos menos solúveis, promovendo uma defeituosa cicatrização, são também responsáveis pela ativação dos osteoclastos, que causam degradação óssea, potencializando a progressão da doença periodontal (Barbosa, 2013).
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DoençA PerioDontAL e DiAbetes MeLLitus

DoençA PerioDontAL e DiAbetes MeLLitus

No nosso estudo, os resultados não ajustados nos modelos que incluíram par- ticipantes diabéticos e não diabéticos NA ≥ 4 mm/≥ 12,5%, NA ≥ 4 mm/≥ 25%, NA ≥ 4 mm/≥ 50%, (ver Tabela NA ≥4 mm/X%) parecem demonstrar que a idade > 50 anos contribui para agravar a situação em relação aos níveis de extensão de perda de aderência definidos nos modelos. Assim, os participan- tes com idades superiores a 50 anos, quase triplicam a probablidade de ocor- rência da condição dos modelos NA ≥ 4 mm/≥ 50% (1/0,30) e NA ≥ 4 mm/≥ 25% (1/0,32) e quintuplicam no modelo NA ≥ 4 mm/≥ 12,5% (1/0,19). Resultado idêntico (1/0,29) foi obtido no modelo PS ≥ 2 mm/≥ 2, em que a variável inde- pendente define uma menor extensão de doença periodontal através de va- lores de PS. Os resultados destes modelos não sugerem existir agravamento da periodontite nas pessoas com mais de cinquenta anos, mas sim o aumento do número de sítios com perda de aderência clínica.
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A INTER-RELAÇÃO ENTRE DIABETES E DOENÇA PERIODONTAL

A INTER-RELAÇÃO ENTRE DIABETES E DOENÇA PERIODONTAL

1) Pacientes com diabetes mellitus, dependentes ou não de insulina exógena, apresentam um fator de risco maior para a prevalência e severidade da doença periodontal, sendo que, nest[r]

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Plausibilidade biológica para a associação de risco entre doença periodontal e doença cardiovascular

Plausibilidade biológica para a associação de risco entre doença periodontal e doença cardiovascular

A periodontite é uma infecção multifatorial, causada por um grupo de bactérias gram-negativas presentes no biofilme da placa bacteriana, que se forma na superfície dos dentes. A periodontite tem alcançado destaque na área médica através da identificação, iniciada na década de 90 do século passado, de conexões ligando esta doença a condições sistêmicas. Não apenas a interferência das condições sistêmicas atuando no curso da doença periodontal, como fatores modificadores, mas com a periodontite podendo interferir em doenças e condições sistêmicas tais como a gravidez, elevando o risco de parto prematuro de bebês de baixo peso, doenças respiratórias, diabetes, doenças cardiovasculares.
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Doença periodontal e complicações obstétricas: há relação de risco?.

Doença periodontal e complicações obstétricas: há relação de risco?.

Em outra revisão sistemática, os autores avaliaram se o controle da doença periodontal durante a gestação teria algum impacto sobre a iniciação ou progressão de complicações gestacionais. Após incluírem apenas 12 das 660 pesquisas encontradas na busca bibliográfica, concluíram que a doença periodontal pode ser um fa- tor de risco para nascimento pré-termo e/ou de baixo peso e que são necessários mais estudos longitudinais e intervencionais, buscando responder se as associações poderiam ser causais. Estudos intervencionais prelimi- nares sugerem que a terapêutica periodontal reduz o risco de complicações gestacionais 26 .
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INTERRELAÇÃO DA DOENÇA PERIODONTAL COM ATEROSCLEROSE E INFARTO DO MIOCARDIO -REVISÃO DE LITERATURA-

INTERRELAÇÃO DA DOENÇA PERIODONTAL COM ATEROSCLEROSE E INFARTO DO MIOCARDIO -REVISÃO DE LITERATURA-

OBJETIVOS: Este estudo resume evidências de estudos epidemiológicos que têm considerado a doença periodontal como um fator de risco para o desenvolvimento de doença cardiovascular, i[r]

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Efeitos do controle da placa supragengival na doença periodontal crônica. Avaliação clínica, imunológica e microbiológica

Efeitos do controle da placa supragengival na doença periodontal crônica. Avaliação clínica, imunológica e microbiológica

Para RENVERT et al. (1996) 35 , o tratamento só pode ser considerado finalizado após a eliminação completa do A. actinomycetemcomitans e da P. gingivalis, além da supressão da P. intermedia em níveis inferiores a 5%. Sendo assim, o tratamento proposto neste trabalho não foi capaz de eliminar os microrganismos periodontopatógenos do sulco gengival. Além disso, no presente estudo, os níveis médios dos microrganismos A. actinomycetemcomitans (13,9%) e P. gingivalis (25,4%) encontrados após o término do tratamento são superiores aos reportados por ASIKAINEN & CHEN (1999) 4 , em pacientes que apresentavam doença periodontal ativa (4% e 16-23%, respectivamente).
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Dosagem de interleucina 1b na doença periodontal.

Dosagem de interleucina 1b na doença periodontal.

que o nível de IL-1 β no fluido gengival avalia o número de células da gengiva que a produzem, pois a sua correlação é forte e direta. No grupo I, em que 18 amostras tiveram IL- 1 β indeterminável, encontrou-se uma amostra com valor baixo e outra com valor surpreendentemente alto em relação às demais. Não há como precisar as causas deste fato neste estudo, mas, em ambos os casos, os comemorativos indicam forte tendência familiar à afecção: pais e irmãos são portadores de doença periodontal grave, com perda precoce dos dentes. Não se excluem, contudo, outras causas já discutidas e, inclusive, comportamento residual da interleucina, num processo de resolução.
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A asma como fator de risco da doença periodontal

A asma como fator de risco da doença periodontal

Em suma a principal justificativa apontada para esta possível correlação entre asma e doença periodontal assenta nos efeitos imunossupressores, anti-inflamatórios e osteoporóticos dos corticosteroides inalatórios. Além destes, também está descrita a redução do fluxo salivar provocada quer por estes fármacos quer pelos beta agonistas. De acordo com o mesmo autor, existem estudos que revelam que adolescentes asmáticos utilizadores de corticosteroides inalatórios apresentam um maior índice de placa e, portanto, um maior risco de problemas na cavidade oral, o que pode ser explicado pela redução do fluxo salivar provocado por estes fármacos. Também Marques e Souza-Machado (2010) corroboram estes achados sublinhando também as alterações na desmineralização óssea como fator precipitante da doença periodontal. A destruição tecidular verificada na doença periodontal é resultante, na sua maioria, das ações do sistema imunológico e dos mecanismos indutores relacionados.
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ETIOLOGIA DA DOENÇA PERIODONTAL: REVISÃO DE LITERATURA

ETIOLOGIA DA DOENÇA PERIODONTAL: REVISÃO DE LITERATURA

Um fator relevante que devemos levar em consideração e que não é muito relatado na literatura que é a doença periodontal em pacientes com SIDA (AIDS). Complicações e sintomas periodontais relacionada com infecção em humanos vírus da imunodeficiência (HIV) també foi observado e descrito durante o periodo de um ano (Kenrad et al., 1987, Reichart et ai. 1987). Gengivite necrosante foi observada em até 9% dos pacientes, e periodontite agressiva progressiva foi outro achado freqüente em indivíduos HIV- positivos (Reichart et ai., 1987, Winkler & Murray, 1987). Diferentes hipóteses foram propostas no que diz respeito ao etiologia da gengivite e periodontite em pacientes HIV- positivos. Assim, uma mudança na microflora e uma mudanças nos mecanismos de defesa do hospedeiro, bem como um efeito directo de HIV foi relatada em (Gornitsky & Pekovic 1987, Winkler e Murray, 1987). Em LUCHT (1991) foi relatado a ocorrência de gengivite e periodontite progressiva em pacientes com diferentes fases de infecção por HIV em relação à dentária placa, e foram achados microrganismos em coletas saguíneas que foram realisadas nesses pacientes. As células encontradas que podem ter relação com essa resposta são: T4 + e as células T8 + helper / supressores.
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Uso de metronidazol na doença periodontal

Uso de metronidazol na doença periodontal

- JOYSTON e BECHAL; em 1986 realizaram um estudo de três anos do uso do metronidazol no tratamento da doença periodontal crônica e observaram que a terapia combinada entre metro[r]

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