Doenças profissionais

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Análise e Avaliação de Riscos para Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais numa Indústria Transformadora de Polímeros

Análise e Avaliação de Riscos para Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais numa Indústria Transformadora de Polímeros

Uma equipa de profissionais avalia as consequências dos desvios, e se um desvio significativo for identificado são asseguradas recomendações para implementação de medidas apropriadas a fim de evitar a ocorrência do mesmo. Este tipo de análise é normalmente usado a nível de sistemas gerando maioritariamente resultados qualitativos, apesar de uma quantificação simples também ser possível. Uma vez que o HAZOP tem um elevado grau de complexidade, tanto na fase de preparação como no desenvolvimento e, tem uma aplicação muito específica (indústria química, farmacêutica e afins), é necessário que seja complementado com outros métodos preliminares de análise de riscos que permitam simplificar muitas das deficiências normalmente previsíveis; deste modo o HAZOP oferece uma maior efetividade (Ringdahl, 2001).
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Cidadania e doenças profissionais: o caso do amianto

Cidadania e doenças profissionais: o caso do amianto

A cidadania construída pacientemente por esses atores sociais passa a ser a única alternativa possível para dar visibilidade real à grave situação de exposição ao amianto no Brasil, já[r]

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DISSERTAÇÃO  2012 v8

DISSERTAÇÃO 2012 v8

A exposição ocupacional ao ruído é reconhecida como um fator de risco para a saúde dos trabalhadores estando complementada na lista de doenças profissionais no e[r]

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Taxonomia e estrutura dos procedimentos de análise de riscos ocupacionais

Taxonomia e estrutura dos procedimentos de análise de riscos ocupacionais

Neste artigo é apresentada uma taxonomia e estrutura para procedimentos de análise de riscos ocupacionais (designada por Matriz Perigo-Risco-Danos). É apresentada uma classificação normalizada de perigos/riscos, com identificação das consequências potenciais associadas, na Matriz para Identificação de Perigos-Riscos-Danos (dominantes). Para cada perigo/risco são identificados os danos potenciais individuais, em resultado de acidentes de trabalho (lesões), de doenças profissionais legais (patologias ocupacionais), de doenças relacionadas com o trabalho e de incomodidade ocupacional. Para a caracterização dos danos individuais são utilizadas as nomenclaturas existentes na metodologia EEAT (Estatísticas Europeias de acidentes de Trabalho) e no Decreto Regulamentar 76/2007. Cada dano é associado à região anatómica potencialmente atingida. A valoração do risco é organizada em termos de riscos para acidentes - doenças profissionais – e incomodidade ocupacional. Para cada perigo/risco são identificadas medidas de controlo, de acordo com a hierarquia referida na NP 4397:2008 (modificada). A implementação das medidas de controlo foi associada a um critério temporal de curto-médio-longo prazo que teve em conta a oportunidade da implementação e os grupos de medidas a implementar conjuntamente. Este procedimento metódico, designado por Matriz Perigo-Risco-Danos foi aplicado a uma empresa de fabricação de produtos de betão para a construção, pretendendo valorizar os procedimentos correntes de análise e avaliação de riscos ocupacionais.
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Metodologia para a Taxonomia e Estrutura dos Procedimentos de Análise de Riscos Ocupacionais Andreia Filipa Neves de Paiva

Metodologia para a Taxonomia e Estrutura dos Procedimentos de Análise de Riscos Ocupacionais Andreia Filipa Neves de Paiva

A partir desta etapa foi possível construir a Matriz de Identificação de Perigos – Danos (dominantes). Esta matriz, que se encontra no anexo A, agrupa os perigos em 12 grupos de perigos (mecânicos; térmicos; eléctricos; radiações; ruído; vibrações; químicos; biológicos; no ambiente de trabalho; psicossociais; ergonómicos; outros), onde a cada grupo corresponde um código numérico de um dígito, subdividindo cada grupo em subgrupos de perigo e atribuindo a cada um código numérico de três dígitos. A cada subgrupo é associado um perigo ao qual é atribuído um código numérico de três dígitos. Posteriormente, para cada perigo são assinaladas as consequências individuais de exposição para acidentes de trabalho, para doenças profissionais, para doenças relacionadas com o trabalho, para sintomas de incomodidade ocupacional. A Figura seguinte ilustra um excerto da Matriz de Identificação de Perigos – Danos (dominantes).
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A assistência preventiva do enfermeiro ao trabalhador de enfermagem.

A assistência preventiva do enfermeiro ao trabalhador de enfermagem.

A importância teórica deste estudo se traduz em função do número de profissionais de enfermagem que adoecem no exercício de suas atividades no ambiente de trabalho. Esse adoecimento pode estar relacionado tanto a fatores orgânicos quanto psicológicos, além disso alguns riscos e penosidades que acometem o trabalho do profissional de enfermagem ainda não têm a devida atenção preventiva, ocasionando lesões para o trabalhador, ou seja, doenças profissionais:”que são aquelas que ocorrem em conseqüência ao exercício do trabalho, provocando ou que possam vir a provocar lesões ou perturbações funcionais ou orgânicas. A doença profissional é entendida pois, como a que é produzida ou desencadeada pelo exercício laboral peculiar a determinada atividade, decorrente do desenvolvimento normal desta atividade” (2) .
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Programa Nacional de Saúde Ocupacional 2013-2017 – Normas de Orientação Clínica

Programa Nacional de Saúde Ocupacional 2013-2017 – Normas de Orientação Clínica

e) Sempre que se presume a existência de doença profissional a participação reveste caráter de obrigatoriedade, competindo ao médico do trabalho, médico de família, médico assistente ou a qualquer outro clínico que suspeite de uma relação entre a situação de trabalho e uma determinada patologia, proceder à sua formalização pelo preenchimento do impresso de “Participação Obrigatória” (modelo anexo ao Despacho Conjunto n.º 578/2001, de 31 de maio). O ónus da prova (confirmação ou infirmação da doença) é da responsabilidade do Instituto da Segurança Social, I.P.. O ato de participar uma doença profissional tem, em termos de Saúde Ocupacional, uma dupla perspetiva: “por um lado, e no que concerne ao trabalhador em questão, desencadeia todo o processo que, no caso de confirmação da doença, lhe permitirá auferir uma indeminização correspondente à perda de capacidade de ganho; por outro lado, a participação poderá indiciar um sintoma de disfuncionamento na empresa, propício ao aparecimento de novas situações de patologia laboral” (30). Assim, tendo em consideração a importância desta matéria e de forma a ultrapassar a atual subnotificação de doenças profissionais, a participação de casos suspeitos de doença profissional deve merecer especial atenção, designadamente pela elaboração de informação específica dirigida aos médicos. f) Nos últimos anos as atividades dos Serviços de SST/SO têm prestado especial enfoque às
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Paracoccidioidomicose - Relevância do diagnóstico precoce

Paracoccidioidomicose - Relevância do diagnóstico precoce

A PCM pode acometer um ou mais órgãos e inclusive levar pacientes infectados a morte quando não diagnosticada em sua fase preliminar. Para um diagnóstico inicial da infecção são procedidos anamnese, exame clínico – físico e laboratorial, com efeito no achado do parasita, que se apresenta como células arredondadas, de dupla parede, birrefringente, com ou sem gemulação. Também é importante a realização do diagnóstico diferencial, pois, muitas doenças micóticas apresentam quadros sintomáticos e características semelhantes à paracoccidioidomicose, mimetizando-as ou se confundindo com outras endemias. Em consequência de um diagnóstico errôneo ou tardio o indivíduo infectado não recebe o tratamento inadequado à paracoccidioidomicose, acarretando grave evolução da doença no paciente, podendo inclusive levá-lo a óbito.
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Acidentes de trabalho e doença ocupacional: estudo sobre o conhecimento do trabalhador hospitalar dos riscos à saúde de seu trabalho.

Acidentes de trabalho e doença ocupacional: estudo sobre o conhecimento do trabalhador hospitalar dos riscos à saúde de seu trabalho.

uma questão funcional e operacional, mas está todo carregado das relações sociais que se estabelecem no interior do trabalho da saúde, onde há uma hierarquização de poderes das categorias profissionais. O trabalho na saúde se dá coletivamente, com uma hierarquia de poder prévia e historicamente estabelecida, que é dada socialmente, entre médico e demais trabalhadores. No momento, as ações individuais de saúde estão mais fortalecidas e sendo mais executadas que as ações coletivas, embora a preconização teórica seja de regionalização, hierarquização, universalização, eqüidade, integralidade da assistência em saúde, no nível de atenção primária, num modelo de saúde coletiva, tendo a epidemiologia como paradigma (ALESSI et al. 2 ; MACHADO et al. 19 ).
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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 6 22 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 6 22 portugues

Doenças ocupacionais, profissionais/epidemiologia ...380. Doenças pulmonares intersticiais ...[r]

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Fatores de risco para doenças cardiovasculares em profissionais de enfermagem: estratégias de promoção da saúde.

Fatores de risco para doenças cardiovasculares em profissionais de enfermagem: estratégias de promoção da saúde.

acerca da gravidade das DCV e do au- mento de sua incidência com o avan- ço da idade, pois grande parte dessas doenças poderia ser evitada. Para as doenças crônicas não transmissíveis mais frequentes como diabetes e câncer as quais compartilham vários fatores de risco com as DCV, propõe- -se uma abordagem de prevenção e controle integrados, em todas as ida- des, baseada na redução dos seguin- tes fatores como: hipertensão arterial, tabagismo, uso de bebidas alcoólicas, falta de atividade física, dieta inadequada, obesidade e hipercolesterolemia.

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Prevalência de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres profissionais do sexo, em um município do interior paulista, Brasil.

Prevalência de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres profissionais do sexo, em um município do interior paulista, Brasil.

Mudanças no perfil das doenças sexualmente transmissíveis têm ampliado a necessidade de seu rastreamento, especialmente onde existe concentração de pessoas ou grupos com comportamentos de risco, para que o diagnóstico e tratamento imediato se traduzam na redução dos problemas causados. Objetivou-se identificar a prevalência de doença sexualmente transmissível entre mulheres profissionais do sexo, de município de médio porte do interior paulista. Este estudo de prevalência populacional foi realizado no ano 2008 com 102 profissionais do sexo. A prevalência geral de doença sexualmente transmissível foi 71,6%. Considerados isoladamente e em associação, os maiores valores encontrados foram: HPV (67,7%) e infecção clamidiana (20,5%). A tipagem do HPV evidenciou genótipos oncogênicos. A prevalência de sífilis foi de 4,0% e de tricomoníase 3,0%. Nenhum caso de hepatite B ou gonorreia foi identificado. Conclui-se que a prevalência de doença sexualmente transmissível foi elevada, pois, aproximadamente dois terços das mulheres, apresentavam alguma doença assim classificada.
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FATORES DE RISCO E PROTEÇÃO PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM MOTORISTAS PROFISSIONAIS DE TRANSPORTE DE CARGA

FATORES DE RISCO E PROTEÇÃO PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM MOTORISTAS PROFISSIONAIS DE TRANSPORTE DE CARGA

Esses profissionais passam muito tempo parados aguardando carga e descarga nas mais diversas empresas do país, durante este tempo, poderiam realizar atividades esportivas e físicas recreativas para manutenção da saúde. Com a lei 12.619, que regulamenta a profissão, a tendência é de que a qualidade de vida destes profissionais melhore, entretanto, é necessário mais que assegurar o descanso a estes profissionais, são necessários pontos de apoio para parada segura de seus caminhões para que possam efetivamente descansar. E porque não disponibilizar nestes novos pontos de apoio e suporte ações com vistas à saúde do trabalhador?
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Fatores de risco para doenças sexualmente transmissíveis em profissionais do sexo do interior piauiense.

Fatores de risco para doenças sexualmente transmissíveis em profissionais do sexo do interior piauiense.

Resultados: A maioria das variáveis sociodemográfi cas e da história de prostituição não apresentou associação signifi cativa com o uso de preservativo masculino pelo parceiro ou cliente. Entretanto, o tempo de prostituição mostrou associação signifi cativa (p=0,029). Profi ssio- nais do sexo com mais tempo de prostituição adotam o preservativo para proteção contra doenças sexualmente transmissíveis. Conclusão: É fundamental o desenvolvimento de estratégias direcionadas à realidade vivenciada por elas, com vistas à promoção da saúde das mesmas.

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Relato de experiência da vacinação da Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba, Rubéola) nas escolas estaduais de Manaus-AM, contra o surto de Sarampo em 2018

Relato de experiência da vacinação da Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba, Rubéola) nas escolas estaduais de Manaus-AM, contra o surto de Sarampo em 2018

Devido à grande quantidade de primeira dose aplicada, fica a preocupação em alcançar a segunda dose para completar o esquema, levando ainda a ter bolsões de susceptíveis no município, com isso é imprescindível mais ações para garantir a segunda dose. Os profissionais da educação estão expostos a diversos riscos principalmente a doenças contagiosas, a vacinação se faz necessária para este público, porém a vacinação dos funcionários e professores das escolas estaduais de Manaus ainda não teve adesão em grande escala quanto a vacina tríplice viral.
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Rev. Bras. Enferm.  vol.53 número especial

Rev. Bras. Enferm. vol.53 número especial

No Brasil, a prestação de cuidados no domicílio não tem sido uma prática comum nas institui­ ções de saúde públicas e privadas. Entretanto no início do século, a atividade prioritária no combate às grandes endemias que assolaram os grandes centros, eram as visitas domiciliares (Barreira, 1 992). A partir deste fato, foi reconhecida a necessidade de formação de profissionais para este exercício. No entanto, esta formação era direcionada à prestação do cuidado para o doente ou para os fatores de risco de determinados agravos e não para a família como grupo social ( Oliveira; Berge, 1 996).
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O saneamento na ótica de profissionais de saneamento-saúde-ambiente: promoção da saúde ou prevenção de doenças?.

O saneamento na ótica de profissionais de saneamento-saúde-ambiente: promoção da saúde ou prevenção de doenças?.

Pelo setor saneamento, buscou-se entrevistar engenheiros com atuação no setor público e no setor privado, diretamente ligados à prestação dos serviços de saneamento e à consultoria técnica. Foram entrevistados quatro engenheiros, designados pela letra “P” seguida de um número de chamada: P9 tem atuação em empresa pública de abastecimento de água e esgotamento sanitário; P10 atua em empresa pública responsável pelo manejo de resíduos só- lidos e limpeza pública; P8 desenvolve atividades de consultoria em escritório de projetos; P11 atua em órgão público da administração direta, responsável pela implantação e manutenção de obras e serviços de drenagem urbana e limpeza pública. Havia a pretensão de entrevistar um quinto engenheiro com atuação em empresa privada de prestação de serviços. Para tanto, foram contactados dois profissionais que, contudo, não se mostraram realmente acessíveis, não marcando efetivamente a entrevista.
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Cólera no século 21

Cólera no século 21

de soro para remediar. O soro era a principal demanda das autoridades de saúde locais. Mas também precisariam de mais estrutura, de mais organização e treinamento para os profissionais. A minha dor de cabeça aumentava; na verdade, a dor vinha lá de dentro, da alma, do coração. Sob aquelas tendas brancas empoeiradas, com mais de vinte metros de comprimento, algumas mais novas, outras velhas e furadas, e ao redor delas, uma sujeira sem precedentes. Tudo no chão: lixo, agulhas, frascos de soro, vômito, fezes, misturando-se aos doentes e seus familiares. A minha dor de cabeça só aumentava. Quando morria alguém, era mais um cadáver, grande ou pequeno, enrolado num lençol e jogado no morgue. Fiquei um momento observando os cadáveres chegando e sendo praticamente jogados no chão, juntando-se a vários outros, no meio da sujeira, das fezes e do mau cheiro. Naquele domingo de Páscoa, não havia ninguém para se ocupar dos corpos.
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