Doenças Sexualmente Transmissíveis/epidemiologia

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Rev. Bras. Enferm.  vol.58 número4

Rev. Bras. Enferm. vol.58 número4

A definição de casos de 2004 foi o resultado de reuniões dos Comitês Assessores de Epidemiologia e de Doenças Sexualmente Transmissíveis do Programa Nacional de DST/AIDS realizadas em 2003 e que contaram com a importante participação de representantes da Área Técnica de Saúde da Mulher, da Área Técnica de Saúde da Criança e do Departamento da Atenção Básica, todos do Ministério da Saúde. Além disso, estavam presentes a Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e a Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST).
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Prevalência de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres atletas na cidade de São Paulo, Brasil.

Prevalência de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres atletas na cidade de São Paulo, Brasil.

As infecções por CT têm alta morbidade e acometem preferencialmente jovens entre 15 e 29 anos. Conside- rada uma epidemiologia silenciosa, seu diagnóstico é crítico, pois, em quase 80% dos casos, a infecção é as- sintomática. Um dos problemas da infecção persistente por clamídia é o poder de carcinogênese cervical, que ocorre pelas proteínas sintetizadas pela bactéria. (28) Essas

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Câncer anal e doenças sexualmente transmissíveis: qual a correlação?.

Câncer anal e doenças sexualmente transmissíveis: qual a correlação?.

4. Duarte-Franco E, Franco EL. Epidemiologia e fatores de risco em carcinoma de canal anal. In: Rossi BM, Nakagawa WT, Ferreira FO, Aguiar Junior S, Lopes A, editores. Câncer de cólon, reto e ânus. 1ª ed. São Paulo: Lemar e Tecmedd; 2004. p. 665-77. 5. Kagawa R, Yamaguchi T, Furuta R. Histological features of human

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pt 0104 0707 tce 26 02 e5100015

pt 0104 0707 tce 26 02 e5100015

Para os dados comportamentais foram utili- zadas as variáveis de idade da sexarca, uso de pre- servativo na primeira e última relações, número de parceiros sexuais no último ano e responsável pela prevenção de DSTs. Para avaliar o conhecimento sobre DSTs utilizaram-se as questões do bloco de conhecimento incluindo deinição de DST, doenças consideradas sexualmente transmissíveis, as que têm cura, meios de contágio, métodos de prevenção e fontes de informações sobre DSTs. As variáveis idade, sexo, número de parceiros no último ano e idade da primeira relação foram descritas por média e desvio padrão. As variáveis categóricas foram descritas por frequências absolutas e relativas.
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ESTADO DE MATO GROSSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO INSTITUTO DE CIÊNCIAS NATURAIS E TECNOLÓGICAS CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE TANGARÁ DA SERRA DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM SÍLVIA SOARES DOS SANTOS

ESTADO DE MATO GROSSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO INSTITUTO DE CIÊNCIAS NATURAIS E TECNOLÓGICAS CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE TANGARÁ DA SERRA DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM SÍLVIA SOARES DOS SANTOS

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) as doenças sexualmente transmissíveis estão entre os problemas de saúde pública mais comum em todo mundo. Em países industrializados ocorre um novo caso de DST a cada 100 pessoas por ano, já em países em desenvolvimento as DSTs estão entre as cinco principais causas de procura ao serviço de saúde. Estimativas feitas recentemente pelo Ministério da Saúde mostram que no Brasil surgem cerca de 12 milhões de novos casos de DSTs ao ano, em virtude das notificações de DSTs não serem compulsórias e grande parte da população buscar tratamento sem receitas médicas em drogarias. Os casos que são notificados apontam números muito abaixo da estimativa da OMS (Organização Mundial de Saúde), essa ausência de notificação e de estudos de base populacional dificulta a visibilidade do problema e a implantação de intervenções prioritárias (ROCHA, 2008).
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Repositório Institucional da UFPA: Doenças sexualmente transmissíveis em crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual atendidas no Centro de Referência do Estado do Pará

Repositório Institucional da UFPA: Doenças sexualmente transmissíveis em crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual atendidas no Centro de Referência do Estado do Pará

As vulvovaginites (VV) específicas aparecem como um dos problemas mais frequentes e importantes de morbidade ginecológica pediátrica. Considerar-se-á aqui aquelas causadas pelo T.vaginallis, espécies de Cândida e G. vaginallis. A presença de tricomoníase em conteúdo vaginal ou urina de pré - púberes é altamente sugestivo de AS. Em vários estudos a tricomoníase aparece como o agente mais isolado de exames de swab da secreção vaginal de crianças abusadas. Chegando, em alguns países desenvolvidos, a ser o mais comum agente etiológico envolvido nestes casos (ROBINSON et al, 1998; GALLION et al, 2009). Estudos brasileiros mostram a importância das VV em adolescentes sexualmente ativas (TAQUETTE et al 2004,2005) onde elas são as principais causas de visitas ginecológicas.
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Rev. esc. enferm. USP  vol.15 número3

Rev. esc. enferm. USP vol.15 número3

A i n e x i s t ê n c i a , e n t r e n ó s , de u m p r o g r a m a específico de c o n t r o l e das doenças s e x u a l m e n t e t r a n s m i s s í v e i s e o r e d u z i d o n ú m e r o de s e r v i ç o s e s p e c i a l i z a d o s n o Es- t a d o de S ã o P a u l o ( L O M B A R D I , 1 9 7 8 ) d e i x a m o a t e n d i m e n t o d o p a c i e n t e , p o r t a - d o r de q u a l q u e r d o e n ç a s e x u a l m e n t e t r a n s m i s s í v e l , a c a r g o dos s e r v i ç o s de s a ú d e e x i s t e n t e s . P a r a t a n t o , é n e c e s s á r i o q u e o e n f e r m e i r o , a s s i m c o m o o u t r o s profissio- n a i s q u e a t u a m nesses s e r v i ç o s , e s t e j a m a t e n t o s p a r a o p r o b l e m a .
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Prevalência e fatores associados à violência entre parceiros íntimos após a revelação do diagnóstico de doenças sexualmente transmissíveis ao parceiro.

Prevalência e fatores associados à violência entre parceiros íntimos após a revelação do diagnóstico de doenças sexualmente transmissíveis ao parceiro.

O objetivo do trabalho é investigar os fatores associados à violência por parceiro íntimo perpetrada após a revelação do diagnóstico de doenças sexualmente transmissíveis (DST), em Fortaleza, Ceará, Brasil. Estudo transversal realizado com 221 pessoas atendidas em serviços de referência para DST. Realizou-se análise multivariada com modelo de regressão lo- gística. Praticaram algum tipo de violência por parceiro íntimo após a re- velação do diagnóstico 28,1% das pessoas. Praticar violência por parceiro íntimo apresentou associação com o uso de álcool (OR = 2,79; IC95%: 1,25- 6,22; p = 0,012), o parceiro ter se relacionado com outra pessoa durante o relacionamento atual (OR = 4,71; IC95%: 2,24-9,91; p = 0,000), ter cometi- do violência anterior à DST (OR = 2,87; IC95%: 1,22-6,73; p = 0,015) e ter sofrido violência após o diagnóstico de DST (OR = 6,53; IC95%: 3,06-13,93; p = 0,000). A violência por parceiro íntimo após a revelação do diagnóstico de DST sinaliza que profissionais que atendem esta demanda devem iden- tificar as dificuldades enfrentadas pelo paciente ao revelar o diagnóstico ao parceiro.
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Atividade in vitro de cinco drogas antimicrobianas contra Neisseria gonorrhoeae.

Atividade in vitro de cinco drogas antimicrobianas contra Neisseria gonorrhoeae.

* Trabalho realizado no Serviço de Doenças Sexualmente Transmissíveis da Divisão de Dermatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e no Servi[r]

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Adolescentes vítimas de violência sexual : crenças e valores relacionados à prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e a AIDS

Adolescentes vítimas de violência sexual : crenças e valores relacionados à prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e a AIDS

A violência sexual caracteriza-se como um grave problema de saúde pública que acarreta distúrbios no desenvolvimento biopsicossocial e sexual de suas vítimas, principalmente quando essa agressão ocorre na fase da adolescência, pois esses sujeitos se encontram numa etapa da vida marcada por mudanças e adaptações, especialmente no âmbito da sexualidade. Portanto, as crenças e valores das vitimas de violência sexual precisam ser compreendidas para promover a adoção de comportamentos sexuais saudáveis. Objetivou-se compreender como as crenças e valores das adolescentes vitimas de violência sexual influenciam no comportamento de prevenção das DST e da AIDS com base no Modelo de Crenças em Saúde (MCS) . Trata-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva, realizada numa Instituição de Acolhimento no Municipal de Fortaleza, no período de maio a julho de 2011, com oito adolescentes vitimas de violência sexual. Foram utilizados como instrumentos e procedimentos para a coleta de informações: a observação participante de todos os encontros, que foram registrados no diário de campo; todo o material produzido durante os grupos focais, como cartazes, desenhos, entre outros; e a transcrição da gravação dos diálogos durante as estratégias de grupo e do roteiro de entrevista semiestruturada. As informações foram organizadas conforme as dimensões do MCS. Todos os aspectos legais e éticos da pesquisa envolvendo os seres humanos foram respeitados. Inicialmente, foi necessário caracterizar as participantes do estudo e observou-se que as histórias de vida dessas adolescentes estavam condizentes com a literatura. Em relação às categorias criadas conforme o MCS: as adolescentes tem um défice de conhecimento em relação a essas doenças e não se consideraram susceptíveis as DST/AIDS por acreditarem
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Crenças e valores das adolescentes vítimas de violência sexual sobre DST e AIDS

Crenças e valores das adolescentes vítimas de violência sexual sobre DST e AIDS

A violência sexual caracteriza-se como um grave problema de saúde pública que acarreta distúrbios no desenvolvimento biopsicossocial e sexual de suas vítimas, principalmente quando essa agressão ocorre na fase da adolescência, pois esses sujeitos se encontram numa etapa da vida marcada por mudanças e adaptações, especialmente no âmbito da sexualidade. Portanto, as crenças e valores das vitimas de violência sexual precisam ser compreendidas para promover a adoção de comportamentos sexuais saudáveis. Objetivou-se compreender como as crenças e valores das adolescentes vitimas de violência sexual influenciam no comportamento de prevenção das DST e da AIDS com base no Modelo de Crenças em Saúde (MCS) . Trata-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva, realizada numa Instituição de Acolhimento no Municipal de Fortaleza, no período de maio a julho de 2011, com oito adolescentes vitimas de violência sexual. Foram utilizados como instrumentos e procedimentos para a coleta de informações: a observação participante de todos os encontros, que foram registrados no diário de campo; todo o material produzido durante os grupos focais, como cartazes, desenhos, entre outros; e a transcrição da gravação dos diálogos durante as estratégias de grupo e do roteiro de entrevista semiestruturada. As informações foram organizadas conforme as dimensões do MCS. Todos os aspectos legais e éticos da pesquisa envolvendo os seres humanos foram respeitados. Inicialmente, foi necessário caracterizar as participantes do estudo e observou-se que as histórias de vida dessas adolescentes estavam condizentes com a literatura. Em relação às categorias criadas conforme o MCS: as adolescentes tem um défice de conhecimento em relação a essas doenças e não se consideraram susceptíveis as DST/AIDS por acreditarem
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Vivenciando o racismo e a violência: um estudo sobre as vulnerabilidades da mulher negra e a busca de prevenção do HIV/aids em comunidades remanescentes de Quilombos, em Alagoas.

Vivenciando o racismo e a violência: um estudo sobre as vulnerabilidades da mulher negra e a busca de prevenção do HIV/aids em comunidades remanescentes de Quilombos, em Alagoas.

Nesse contexto, intervenções na área da saúde e da educação que abordem a violência contra a mulher e, em especial, a mulher negra se fazem necessárias, considerando que a desigualdade entre homens e mulheres se constitui em fator de grande vulnerabilidade para as mulheres. Este cenário de de- sigualdade, no qual a violência é exercida, contribui para o surgimento de diversas enfermidades como as DST/aids, doenças psicológicas, agravamento de outras situações patogênicas além de contribuir para altas taxas de mortalidade. Segundo Minayo (2006), no que se refere à violência, “Estima-se que cause mais mortes as mulheres de 15 a 44 anos do que o câncer, a malária, os acidentes de trânsito e a guerra”. Pesquisa realizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que o HIV/aids e a violência contra a mulher não só interagem como se reforçam (Krung, 2002). Nesse sentido, Oliveira (2003) considera de imprescindível importância a “inclusão de práticas de promoção e educação em saúde da população negra nas rotinas assistenciais e facilitação do acesso em todos os níveis do sistema de saúde”.
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Redes: um olhar sistêmico para a epidemiologia de doenças transmissíveis.

Redes: um olhar sistêmico para a epidemiologia de doenças transmissíveis.

A definição das redes de contato traz em si a noção de estabilidade, que se traduz por uma certa permanência nos contatos entre pares de indivíduos (daí a idéia de população estruturada em componentes). No jargão da teoria de redes sociais, são ligações fortes. Contudo, existe uma fração dos contatos humanos que é fortuita (li- gações fracas). Estas conexões, de óbvia impor- tância na transmissão de doenças respiratórias (encontros em ônibus, ruas, shopping), tam- bém estão presentes na transmissão de DST (por exemplo, encontros sexuais anônimos ou com- partilhamento de seringas em festas e outros even- tos em grupo). Estes eventos podem conectar componentes que a princípio seriam desconec- tados 27 . A importância destas conexões fracas é
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INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM BOVINOS DE PEQUENAS PROPRIEDADES DA REGIÃO DE LAGES, SC.

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM BOVINOS DE PEQUENAS PROPRIEDADES DA REGIÃO DE LAGES, SC.

A importância da técnica para bovinos vem crescendo desde a década de 40, quando foram criadas as primeiras cooperativas de inseminação artificial na Dinamarca e EUA. A técnica passou a ser mais difundida a partir de 1949, com a descoberta do efeito crioprotetor do glicerol (MIES FILHO, 1987). Embora consagrada como técnica de melhoramento e de prevenção de doenças sexuais, em bovinos a I.A. ainda é muito pouco utilizada, sendo empregada em menos de 5% do nosso rebanho bovino.

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Consulta ginecológica sob a ótica de estudantes do ensino médio do Rio de Janeiro, RJ.

Consulta ginecológica sob a ótica de estudantes do ensino médio do Rio de Janeiro, RJ.

RESULTADOS: Alunas dos colégios privado e público apresentaram perfi s semelhantes e diferiram daquelas da rede pública estadual que tiveram nível socioeconômico mais baixo, menor escolaridade dos responsáveis, predominância da raça negra, maior número de parceiros, gestações e histórico de violência sexual. As médias de idades da menarca e sexarca foram semelhantes entre as estudantes e a primeira consulta ginecológica foi signifi cativamente mais tardia nas alunas da rede estadual. A maioria referiu conhecimento sobre anticoncepção e doenças sexualmente transmissíveis, porém pequena parte obteve essas orientações na consulta. As estudantes manifestaram desejo de que o profi ssional investisse mais tempo, paciência e disponibilidade no atendimento.
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Infecção pelo vírus GB-C (GBV-C) em recém infectados pelo vírus da imunodeficiência humana tipo 1 (HIV-1): prevalência, incidência e modulação da ativação celular

Infecção pelo vírus GB-C (GBV-C) em recém infectados pelo vírus da imunodeficiência humana tipo 1 (HIV-1): prevalência, incidência e modulação da ativação celular

Em relação à prevalência de infecção pelo GBV-C, um estudo em indivíduos saudáveis, sem fatores de risco para doenças sexualmente transmissíveis e com níveis normais de alan[r]

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Saúde Pública e Sexualidade: Fatores de risco, prevenção e enfrentamento contra as Doenças Sexualmente TransmissíveisARRUDA NETO, Orlando de Paula; CAMARGO, Cristina Bianca; CANO, Ana Patrcia Fleitas; CANO, Lourdes Inez Fleitas; PAULA, Janaina Bueno de

Saúde Pública e Sexualidade: Fatores de risco, prevenção e enfrentamento contra as Doenças Sexualmente TransmissíveisARRUDA NETO, Orlando de Paula; CAMARGO, Cristina Bianca; CANO, Ana Patrcia Fleitas; CANO, Lourdes Inez Fleitas; PAULA, Janaina Bueno de

Este artigo é um trabalho de revisão bibliográfica sobre fatores de risco, prevenção e enfrentamento contra as Doenças Sexualmente Transmissíveis. O levantamento foi realizado através de pesquisa na base de dados da Internet Scientific Eletronic Library On Line (SCIELO) e fontes paralelas como livros e jornais.

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Prevenção da gravidez na Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes

Prevenção da gravidez na Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes

75 adolescentes, mas para isso seria muito importante que essas pessoas tivessem um certo perfil e uma certa empatia com estes jovens. A psicóloga diz que estas aulas, primeiramente, deveriam ser ministradas por uma pessoa perita na área e que tivesse uma certa sensibilidade para lidar com estas situações; e que fossem abordados temas relacionados com a contracepção, a forma de usar, o porquê da sua utilização, os mais adequados, as consequências que uma gravidez na adolescência pode acarretar para a vida de uma jovem, as doenças sexualmente transmissíveis e os problemas psicológicos e físicos que podem surgir nesta fase da vida. O diretor salienta que o grande problema da educação sexual na escola é o facto de os alunos não levarem a disciplina a sério, devido a ser um tema já muito debatido nos meios de comunicação social, eles levariam mais a sério se a matéria fosse dada por professores da área. Para concluir, a totalidade das professoras concordam com as aulas de educação sexual na escola, apesar de acharem que não resulta, porque estes não levam o tema a sério, devido à falta de maturidade. Contudo, penso que se estas aulas fossem realizadas como refere uma das professoras entre os próprios alunos, haveria mais motivação e não tanta desconfiança. Conforme se pode ver nas transcrições seguintes:
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Análise do conhecimento de alunos da educação de jovens e adultos (EJA) sobre doenças sexualmente transmissíveis  doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrv.2012.102.2634

Análise do conhecimento de alunos da educação de jovens e adultos (EJA) sobre doenças sexualmente transmissíveis doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrv.2012.102.2634

O presente trabalho apresenta parte dos resultados deste projeto, os quais foram obtidos através do trabalho desenvolvido com alunos da EJA, que responderam um questionário diferenciado que aborda assuntos específicos relacionados à DSTs, visando uma nova abordagem dos temas que envolvem a sexualidade, a conscientização deste grupo de estudantes da existência destas doenças, bem como a necessidade de prevenção e tratamento das mesmas. Sendo necessário considerar o fato de que

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Adolescentes em situação de rua: prostituição, drogas e HIV/AIDS em Santo André, Brasil.

Adolescentes em situação de rua: prostituição, drogas e HIV/AIDS em Santo André, Brasil.

RESUMO: O objetivo do estudo foi investigar as condições de vida de adolescentes do sexo feminino em situa- ção de rua, envolvidas com o abuso de drogas e com a prostituição, visando orientar estratégias de prevenção às doenças Sexualmente transmissíveis - dSt/aIdS. Foram entrevistadas sete adolescentes entre 14 e 19 anos, por meio de roteiro semi-estruturado com questões sobre escolaridade; desligamento da família; violência; histórico de uso de drogas, sexualidade e existência de dSt/aIdS; vida na rua e futuro. Observou-se que os principais motivos que levaram essas adolescentes à rua foram violência doméstica; baixo nível sócio-econômico familiar e abuso de múltiplas drogas. As entrevistadas airmaram conhecer medidas preventivas para as DST/AIDS, porém não as aplicaram aos clientes ixos e namorados. A análise dos resultados obtidos nesta pesquisa conirma a importância da criação de estratégias especíicas para as DST/AIDS, além da adequação da rede educacional e de atenção psicossocial às necessidades das adolescentes para a garantia de seus direitos e conquista da emancipação.
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