Doenças tropicais - dengue

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Ferramentas virtuais contra doenças tropicais : dengue e doença de chagas como alvos

Ferramentas virtuais contra doenças tropicais : dengue e doença de chagas como alvos

Apesar de serem responsáveis por grande parte da pesquisa básica, as IES não possuem estrutura para todas as etapas de desenvolvimento de fármacos, como testes pré-clínicos e clínicos. Resta, portanto, a opção de se firmar parcerias público-privadas para a resolução desse problema. Somente a tríade academia-governo-empresa é capaz de solucionar esse impasse. Mas como tornar um negócio não-rentável atrativo aos olhos das grandes farmacêuticas? A solução pode estar na redução de gastos na pesquisa básica, que se assumidos pelas instituições públicas podem gerar um alívio de até 40% dos gastos da indústria. No entanto, o dinheiro do contribuinte também deve ser economizado e, para isso, novas técnicas capazes de reduzir custos e o tempo necessário para a descoberta de novos fármacos devem ser aplicadas. É nesse ponto que entra a bioinformática como ferramenta contra doenças tropicais. Por meio de técnicas bem estabelecidas, e com a diminuição dos custos de recursos computacionais, uma plataforma de descoberta racional de drogas pode ser instalada com sucesso nas instituições de ensino superior.
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DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS DOENÇAS TROPICAIS NEGLIGENCIADAS NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS DOENÇAS TROPICAIS NEGLIGENCIADAS NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

Este artigo tem como objetivo caracterizar a incidência de doenças tropicais negligenciadas na região do oeste do estado de São Paulo entre 2007 e 2017. Trata-se de um estudo ecológico descritivo, com abordagem espaço-temporal, tendo por fonte de dados o Sistema de Agravos de Notificação (SINAN), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram elencadas 5 doenças: Dengue, Leishmaniose, Tuberculose, Hanseníase e Esquistossomose nos 45 municípios do Estado de São Paulo que compõe a Rede Regional de Assistência a Saúde (RRAS) de número 11, a RRAS11. A taxa de incidência das doenças elencadas em cada um dos 45 municípios da RRAS foi calculada através da razão entre o número de casos da doença e o número de habitantes no município em 2010. Através das taxas de incidência foi possível observar uma distribuição heterogênea dessas doenças nos 45 municípios em estudo, com maior incidência, em toda a região, de dengue e tuberculose. A comparação das taxas de incidência entre os diferentes municípios do Oeste Paulista nos permitiu identificar as populações em risco.
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Doenças tropicais.

Doenças tropicais.

A associação dos fatores “pobreza” e “trópico”, mais do que qualquer fator isoladamente, foi sempre cruel para com a humanidade, conspirando para fazer um inferno da vida de milhões de seres humanos. Isso se expressa muito claramente em um índice, o Disability-Adjusted Life Years (Daly), concebido pela OMS para avaliar o impacto de uma doença (disease burden), aferido pelos índices de morte prematura e doença debilitante nas populações. Em resumo, o Daly mede o tempo de vida perdido, seja com morte prematura, seja com doença debilitante, pela população global (ou regional, conforme o desejado). Uma unidade Daly é igual a um ano de vida. As Daly para as “doenças tropicais” listadas pela OMS são: malária, 46,5 milhões de anos perdidos pela humanida- de; tuberculose, 35 milhões; filarioses, 5,8 milhões; leishmanioses, 2 milhões; esquistossomoses, 1,7 milhão; doença do sono, 1,5 milhão; doença de Chagas, 667 mil; dengue, 616 mil; oncocercose, 484 mil; lepra, 199 mil. Com relação ao número de mortes por ano, a situação também é lamentável: tuberculose, 1,5 milhão; malária, 1,2 milhão; leishmaniose visceral, 51 mil; doença do sono, 48 mil; dengue, 19 mil; esquistossomoses, 15 mil; e doença de Chagas, 14 mil. Para completar, enquanto a expectativa de vida no Japão se situa em oito décadas, em muitos países da África Tropical varia em torno de quatro.
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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS CURSO DE DOUTORADO EM DOENÇAS TROPICAIS EUZÉBIO DE OLIVEIRA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS CURSO DE DOUTORADO EM DOENÇAS TROPICAIS EUZÉBIO DE OLIVEIRA

Bozza et al (2009) que também realizaram estudos relacionados aos arbovírus, demonstraram que níveis elevados de IL-1â, IL-6, IFN-γ, IL-4 (Th1) inclusive de IL-17 (Th17), são produzidos em casos graves de dengue, quando comparados com pacientes que apresentaram formas mais brandas da doença, os quais produziam níveis mais modestos dessas citocinas. Além disso, esses autores mostraram que níveis elevados de TNF-á, IL-8, IL-1â (Th1), em detrimento de citocinas do perfil Th2, são encontrados no soro de pacientes que apresentaram sintomas graves de dengue e estão associadas com trombocitopenia e hipotensão. Desta forma, deve-se recordar que as células com perfil Th1 facilitam a resposta imune celular ou citotóxica mediante a produção das citocinas IL-2, IFN-γ e TNF-á, enquanto as células com perfil Th2 secretam, principalmente, IL-4, IL-5 e IL- 10, que auxiliam os linfócitos B a produzirem anticorpos, facilitando a resposta imune humoral dirigida contra agentes infecciosos (MITELMAN et al., 2009).
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Incidência de doenças tropicais e lesão renal aguda em pacientes submetidos a transplante renal

Incidência de doenças tropicais e lesão renal aguda em pacientes submetidos a transplante renal

Introdução. O sucesso dos transplantes de órgãos (Tx) e as novas drogas imunossupressoras (DI), fazem do transplante a 1ª opção terapêutica em muitas doenças. As novas DI, diminuíram as rejeições, mas aumentaram a incidência de infecções. O objetivo desse estudo foi avaliar a incidência de doenças tropicais negligenciadas (DTNs) e de lesão renal aguda (LRA) em pacientes submetidos a Tx renal. Métodos. Foi realizado estudo de coorte histórico de DTNs em pacientes submetidos a transplante renal entre janeiro 1994 a novembro 2014, no Hospital Geral de Fortaleza. Foram incluídos pacientes com diagnóstico clínico e laboratorial de pelo menos uma das seguintes DTNs: tuberculose (TB), dengue, leishmaniose visceral (LV), hanseníase ou estrongiloidíase disseminada. Foram avaliadas a função renal antes, durante e após as DTNs e realizada a classificação segundo os escores RIFLE, AKIN e KDIGO, analisando a ocorrência de lesão renal aguda e sua evolução. Resultados. No período de janeiro de 1994 a novembro de 2014 foram realizados 1.777 transplantes renais, sendo 173 excluídos, sendo avaliados 1.604 prontuários. Observou-se 34 casos de TB, 11 de dengue, 6 de LV, 2 de hanseníase e 1 estrongiloidíase disseminada. Profilaxia para TB foi realizada nos pacientes com história prévia de TB ou PPD ≥ 5mm, exceto em 4 pacientes. Na TB e LV constatou- se alterações significativas (p<0,05) nas médias da creatinina (Cr) e taxa de filtração glomerular (TFG), quando comparadas as médias antes e durante infecção, durante e após a infecção. Na dengue não foram observadas alterações significativas. Conclusões. Pacientes de alto risco para TB não submetidos a profilaxia, apresentam maior incidência de TB pós Tx renal. LRA é frequente em pacientes transplantados acometidos por DTNs.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS

Este projeto irá investigar a influência dos níveis do lago da Usina Hidrelétrica de Tucuruí (períodos de cheia e vazante) na ocorrência de doenças infecciosas na população deste lago. Para isso, será realizado exame físico, preenchimento de um questionário e serão coletadas amostras de sangue e fezes para a realização dos exames, tanto para verificar a condição de saúde como para o diagnóstico das doenças. Caso ocorra suspeita de tuberculose, será colhida amostra de escarro. Em relação à leishmaniose será coletado raspado da ferida. Em caso de hanseníase, será coletada uma pequena quantidade de líquido (linfa) da orelha. Os exames serão feitos em Belém, no Núcleo de Medicina Tropical – UFPA. Os exames serão para as seguintes doenças: hepatites virais, arboviroses (como dengue e febre amarela), leishmaniose tegumentar e visceral, malária e as parasitoses intestinais, hanseníase, tuberculose, HTLV, HIV e sífilis. Além disso, serão realizados exames de rotina como hemograma, colesterol total, HDL, LDL, Bilirrubinas, triglicerídeos, glicemia, TGO e TGP. As amostras serão guardadas em freezer e se necessário elas serão utilizadas para a realização de outro teste para melhor o diagnóstico e investigação dessas doenças.
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Doenças tropicais: da ciência dos valores à valorização da ciência na determinação climática de patologias.

Doenças tropicais: da ciência dos valores à valorização da ciência na determinação climática de patologias.

A orientação indicada pelo higienismo re- velava a possibilidade de neutralizar os efeitos negativos do clima em benefício da constru- ção de uma sociedade organizada e civilizada. O grande projeto de recuperação da ima- gem do Brasil, país tido como pestilento e de- vorador de estrangeiros, foi arquitetado e exe- cutado como meta prioritária do governo de Rodrigues Alves, que prometia a moderniza- ção visível dos centros urbanos a curto prazo. Para realizar a recuperação sanitária do Rio de Janeiro, o governo convocou o médico Oswal- do Cruz, que utilizando-se dos métodos reco- mendados pela bacteriologia, alcançou um in- questionável sucesso no combate às epidemias que graçavam na cidade. Estava a bacteriologia no centro do foco científico, imprimindo e modificando conceitos nas ciências da saúde, determinando a natureza microbiana das doenças e indicando terapêuticas baseadas nes- te princípio.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL MESTRADO EM DOENÇAS TROPICAIS

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Em 1982, a Aids foi reconhecida a partir da identificação de alguns casos de pneumonias extremamente graves e raras que logo chamaram a atenção dos epidemiologistas do CDC (centro de controle de doenças) nos Estados Unidos. Até então estas pneumonias somente eram observadas em pessoas com graus severos de imunodeficiência por algum motivo, seja por quimioterapia ou mesmo por doenças congênitas. Esta pneumonia era causada pelo Entre as pessoas acometidas havia denominadores comuns: adultos jovens e sadios, homossexuais e usuários de drogas (SEPKOWITZ, 2001).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL MESTRADO EM DOENÇAS TROPICAIS

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Neste sentido, este trabalho objetivou a validação de uma metodologia analítica por cromatografia líquida de alta eficiência com detecção no ultravioleta para determin[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM PATOLOGIA DAS DOENÇAS TROPICAIS ANÁLISE MOLECULAR DE ROTAVÍRUS TIPO G9 DE CRIANÇAS NA REGIÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM PATOLOGIA DAS DOENÇAS TROPICAIS ANÁLISE MOLECULAR DE ROTAVÍRUS TIPO G9 DE CRIANÇAS NA REGIÃO

Phylogenetic Analysis of Probable Non-Human Genes of Group A Rotaviruses Isolated From Children With Acute Gastroenteritis in Belém, Brazil.. Epidemiology of rotaviru[r]

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António Damas Mora e o combate às doenças tropicais em Angola (1921-1934)

António Damas Mora e o combate às doenças tropicais em Angola (1921-1934)

As nações europeias, particularmente a Inglaterra e a Alema- nha, acusavam-nos de nada fazermos para combater as doen- ças tropicais, e o próprio Rudolph Virchow (1821-1902), o grande patologista alemão, simultaneamente deputado no parlamento germânico, afirmava neste areópago que os por- tugueses “nem cientificamente tinham direito à posse de tão grandes domínios coloniais, porque nada produziram sobre pathologia, geografia médica, climatologia, etc.” [3]. É na sequência destes acontecimentos que, em 1902, é fun- dada a Escola de Medicina Tropical de Lisboa (EMTL), de cujo regulamento constava o envio de missões científicas aos territórios ultramarinos [4].
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS MESTRADO EM PATOLOGIA DAS DOENÇAS TROPICAIS MARIANA GARCIA LISBOA BORGES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS MESTRADO EM PATOLOGIA DAS DOENÇAS TROPICAIS MARIANA GARCIA LISBOA BORGES

No entanto, quando comparado com outros achados da avaliação neurológica percebeu-se que ele estava associado ao grau de incapacidade, dano sensitivo e número de nervos afetados de [r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS ÁREA DE PATOLOGIA DAS DOENÇAS TROPICAIS MARIA DAS GRAÇAS CARVALHO ALMEIDA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS ÁREA DE PATOLOGIA DAS DOENÇAS TROPICAIS MARIA DAS GRAÇAS CARVALHO ALMEIDA

Atualmente, métodos na Biologia molecular têm sido desenvolvidos para diagnóstico confiável e sensível ferramenta de identificação de muitas doenças infecciosas como a especifica amplificação do M. leprae pela PCR. Esta técnica é a mais usada no diagnóstico da hanseníase devido a sensibilidade, especificidade e rapidez na detecção do microorganismo, mesmo em baixos números, em diversos espécimes clínicos, como raspado celular, linfa, sangue, biopsia de pele e de nervos e swab nasal, tanto de pacientes hansenianos quanto dos contatos sadios. Muitas informações existem na literatura considerando a utilidade de diferentes e especificas seqüências alvos para PCR e sonda de DNA para M. leprae (FIALLO et al., 1992; KLASTER et al., 1993; TORRES et al., 2003).
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TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS GEORGE ALBERTO DA SILVA DIAS

TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS GEORGE ALBERTO DA SILVA DIAS

Outro fato importante é que estas células CD4 + não apresentavam expressão de TAX, não sendo susceptíveis à lise por células CD8 + específicas contra HTLV-1. Isso poderia ter implicações no desenvolvimento das doenças inflamatórias relacionadas ao vírus. Outro trabalho também desenvolvido por Goon et al. (2004) mostrou que pacientes com PET/MAH apresentavam um número 25 vezes maior de células CD4 + responsivas ao HTLV-1 em relação aos pacientes assintomáticos, sendo que ambos os grupos apresentavam a mesma carga viral. Assim, essas células CD4 + respondem mais a proteína ENV do vírus HTLV, ao contrário do encontrado em células CD8 + . Portanto, a grande freqüência de células CD4 + específicas contra o HTLV-1 está relacionada à doença PET/MAH, uma vez que a ativação destas células é considerada como o principal contribuinte para a inflamação induzida pelo HTLV-1, o que pode ser confirmado também no estudo realizado por Satou e Matsuoka (2010) (MATSUURA; YAMANO; JACOBSON, 2010; SAITO, 2010).
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Universidade Federal do Pará Núcleo de Medicina Tropical Mestrado em Patologia das Doenças Tropicais

Universidade Federal do Pará Núcleo de Medicina Tropical Mestrado em Patologia das Doenças Tropicais

A Pseudomonas aeruginosa aparece como um patógeno oportunista na fibrose cística, sendo a maior fonte de infecção pulmonar e é responsável por altas taxas de m[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS

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Em relação aos países das Américas, em 2010, a OMS estimou a ocorrência de mais de 11 milhões de casos novos por ano, sendo 2,4 milhões no Caribe e América Latina (WHO, 2015; NEWMAN et al., 2013). A OPAS criou um Comitê Regional para Validação de Eliminação da transmissão vertical do HIV e da sífilis. Cuba foi o país que tomou a iniciativa no processo de validação formal contra estas doenças (PAHO, 2015). Em 2007, visando à eliminação da SC, a OMS lançou uma iniciativa com o objetivo de que até o ano de 2015, 90% das mulheres grávidas realizem o teste para sífilis e que 90% das mulheres que já tenham sífilis recebam o tratamento adequado (WHO, 2007). Para monitorar o alcance das metas estipuladas, a OMS utiliza indicadores baseados na porcentagem de mulheres grávidas testadas para sífilis na primeira consulta pré-natal, porcentagem de mulheres grávidas cujo teste alegou positividade e porcentagem de grávidas soropositivas que foram tratadas para sífilis (WHO, 2011).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS

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A infecção pela H. pylori é uma das mais comuns no homem e a responsável etiológica de várias doenças gastrointestinais. A infância parece ser a fase da vida mais propicia à aquisição desta infecção, como confirmado pelos dados deste estudo, que verificou uma prevalência de 69,23% de H. pylori nas crianças com idade inferior a 12 anos. Similares taxas desta infecção foram descritas por Barile et al. (2009) em um estudo na cidade de Belém, onde a frequência de infecção foi de 67,5% para aquela população infantil estudada. Em países em desenvolvimento, a infecção tem mostrado taxas de soroprevalência maiores do que 40% em crianças assintomáticas (BLECKER et al.,1996). As prevalências desta infecção são maiores em países em desenvolvimento (>60%) do que aquelas relatadas em países desenvolvidos (40%), particularmente por estar relacionada com as precárias condições de higiene e saneamento nestas populações (LEHOURS & YILMAZ, 2007; BRUCE & MAAROOS, 2008; HESTVIK et al., 2010; MIRANDA et al., 2010).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS

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A redistribuição de gordura está comumente associada às alterações metabólicas e morfológicas, que acompanha a terapia de longo prazo em muitos pacientes, sendo denominada como Síndrome Lipodistrófica. Essa síndrome pode ser reconhecida clinicamente por lipoatrofia, lipohipertrofia ou síndrome mista, geralmente associadas à dislipidemia e resistência à insulina e aumento dos riscos de doenças cardiovasculares ou eventos cerebrovasculares. Essas condições, as quais algumas vezes podem ocorrer conjuntamente, bem como independentemente, sugerindo um complexo de causas multifatoriais. As pesquisas realizadas com o intuito de caracterizar e compreender o mecanismo desses problemas tem descoberto outras alterações em indivíduos infectados por HIV, que podem ou não estar relacionadas à lipodistrofia, drogas específicas, classe de medicamentos e a própria infecção em si (MOYLE, 2001; GRINSPOON & CARR, 2005; LICHTENSTEIN, 2005).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS

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Dentre as doenças virais que mais acometem o homem, as hepatites cau- sadas pelo vírus B e C constituem algumas das mais relevantes doenças infeccio- sas, considerando-se a alta prevalência em muitos países do mundo, incluindo os mais desenvolvidos como EUA ou, europeus como Espanha e Itália, e por constituí- rem duas das mais significativas causas de doença hepática, incluindo hepatite crô- nica, cirrose e hepatocarcinoma, contribuindo para o aumento da morbidade e mor- talidade dentro da população geral.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS

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Dessa forma, por entender que a resposta de fatores de crescimento e de citocinas associadas a enzimas e moléculas coestimulatórias possam trazer novas abordagens nos camin[r]

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