Dor em recém-nascidos

Top PDF Dor em recém-nascidos:

Leite materno ordenhado e glicose 25% no alívio da dor em recém-nascidos pré-termo...

Leite materno ordenhado e glicose 25% no alívio da dor em recém-nascidos pré-termo...

Introdução: Recém-nascidos (RN) pré-termo tardios são submetidos repetidamente a lancetagem de calcâneo para controle glicêmico nas primeiras horas de vida. A lancetagem, embora dolorosa, raramente é acompanhada de medida analgésica. Objetivo: Comparar a eficácia do leite materno ordenhado com glicose 25% nos escores da dor em recém-nascidos pré-termo tardios, submetidos à lancetagem de calcâneo. Método: Ensaio clínico randomizado, de não inferioridade, conduzido no Berçário Anexo à Maternidade do Instituto da Criança da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (BAM-ICrFMUSP) no período de agosto de 2009 a maio de 2010. A amostra foi de 113 RN, dos quais 56 randomizados no grupo experimental (GE) e 57, no grupo controle (GC). Dois minutos antes de serem submetidos à lancetagem de calcâneo, o GE recebeu 2mL de leite materno ordenhado (LMO) por via oral e os do GC, 2mL de glicose 25% por via oral. O desfecho primário foi o escore da dor obtido com a escala Premature Infant Pain Profile (PIPP) nos primeiros 180 segundos após a lancetagem (T30, T60, T90, T120, T150 e T180). Os desfechos secundários foram alterações relacionadas à mímica facial (sobrancelhas salientes, olhos espremidos, sulco nasolabial), frequência cardíaca (FC), saturação de oxigênio (SatO 2 ), choro e eventos adversos. O projeto de pesquisa recebeu
Show more

212 Read more

Avaliação da dor em recém-nascidos prematuros durante a fisioterapia respiratória.

Avaliação da dor em recém-nascidos prematuros durante a fisioterapia respiratória.

Métodos: estudo prospectivo realizado entre fevereiro de 2003 e maio de 2004, sendo incluídos prematuros com idade gestacional <34 semanas e peso de nascimento <1500 g, submetidos à ventilação mecânica. Os recém-nascidos receberam os procedi- mentos de fisioterapia respiratória conforme suas neces- sidades e rotina do serviço. Para a avaliação da dor foi utilizada a Escala de Dor para Recém- Nascidos=Neonatal Infant Pain Scale (NIPS) antes e após os procedimentos de fisioterapia respiratória e o procedimento de aspiração endotraqueal e de vias aéreas superiores.
Show more

6 Read more

Orientações técnicas sobre o controlo da dor nos recém-nascidos (0 a 28 dias) – Normas de Orientação Clínica

Orientações técnicas sobre o controlo da dor nos recém-nascidos (0 a 28 dias) – Normas de Orientação Clínica

O controlo eficaz da dor é um indicador da qualidade dos cuidados prestados aos recém- nascidos, não só do ponto de vista ético mas também pelas implicações no neurodesenvolvimento. Assim, avaliar, prevenir e tratar a dor deve ser uma prioridade em todos os serviços de saúde que acolhem recém-nascidos de pré-termo ou termo.

11 Read more

A vibração torácica na fisioterapia respiratória de recém-nascidos causa dor?.

A vibração torácica na fisioterapia respiratória de recém-nascidos causa dor?.

Métodos: Estudo transversal realizado com recém-nascidos prematuros, com indicação de isioterapia respiratória, em respiração espontânea. Foi aplicada uma técnica de vibração torácica com a mão do terapeuta realizando pequenas oscila- ções sobre o tórax do paciente e feita a avaliação da frequência cardíaca (FC), frequência respiratória (FR), saturação de pulso de oxigênio (SpO 2 ) e do Sistema de Codiicação da Atividade Facial Neonatal (NFCS) para a avaliação da dor antes, duran- te, imediatamente após (pós-i) e 30 minutos após (pós-30) a vibração no tórax do paciente. Utilizou-se a análise de va- riância para medidas repetidas para comparação entre as fases, considerando-se signiicante p<0,05.
Show more

5 Read more

Valor e variações da freqüência fundamental no choro de dor de recém-nascidos.

Valor e variações da freqüência fundamental no choro de dor de recém-nascidos.

Objetivo: estudar o valor da freqüência fundamental e suas variações presentes no choro de dor de recém-nascidos. Métodos: foram gravadas as emissões de 111 recém-nascidos de termo e saudá- veis, com idade de 24 a 72 horas durante procedimento da punção venosa periférica. A análise acús- tica foi realizada por meio dos softwares VOXMETRIA 1.1 com extração do valor da freqüência funda- mental e GRAM 5.7 para verificar a ocorrência de variações da freqüência fundamental como quebras, bitonalidade e freqüência hiperaguda. A escala de dor NIPS foi realizada no momento da punção. A análise estatística é descritiva com extração dos valores de média, desvio-padrão e freqüência de ocorrência dos eventos. Resultados: os recém-nascidos apresentaram 100% de suas emissões com variações de freqüência, ou seja, quebras e bitonalidade. A freqüência hiperaguda foi encontrada em 34,2% dos recém-nascidos. Conclusão: por meio do choro, o recém-nascido comunica sua dor. A emissão de dor do recém-nascido é tensa e estridente, com freqüência fundamental aguda e varia- ções encontradas no traçado espectrográfico, como quebras, bitonalidade e freqüência hiperaguda. Tais características são importantes para chamar a atenção do adulto no pronto atendimento ao recém-nascido e auxiliar na avaliação de dor durante um procedimento.
Show more

7 Read more

Pode a amamentação promover alívio da dor aguda em recém-nascidos?.

Pode a amamentação promover alívio da dor aguda em recém-nascidos?.

Trata-se de um estudo de revisão cujo objetivo foi identificar a eficácia da amamentação e dos aspectos que a congregam (contato, sucção, odor e leite) como medidas não- farmacológicas no alívio da dor aguda em recém- nascidos. Os 14 artigos analisados foram obtidos pelo Medline/PubMed. Verificou-se diferenças metodológicas quanto à amostragem, procedimentos dolorosos, períodos e maneira de administrar o tratamento e variáveis mensuradas. Percebeu-se a eficácia da amamentação e dos aspectos que a congregam, no alívio da dor aguda. Percebe-se a necessidade de estudos que avaliem o seu efeito analgésico antes do procedimento doloroso, até a recuperação, tempo este, suficiente para atingir-se o efeito analgésico pós-absortivo do leite. Deve-se considerar a interação entre todos os componentes que estão contidos na amamentação.
Show more

5 Read more

Dor, autorregulação e temperamento em recém-nascidos pré-termo de alto risco.

Dor, autorregulação e temperamento em recém-nascidos pré-termo de alto risco.

Os bebês inserem-se na categoria de indivíduos que apresentam limitações para expressar a dor que sentem. No entanto, os bebês exibem respostas bioquímicas, fisi- ológicas e comportamentais em reação a procedimentos dolorosos (Anand et al., 2006; Franck & Miakowski, 1997). Embora as vias transmissoras do estímulo dolo- roso não estejam ainda mielinizadas no feto durante o segundo e o terceiro trimestre de gestação, sendo com- pletamente mielinizadas entre 30 a 37 semanas, as fibras nervosas são capazes de conduzir os estímulos doloro- sos. A mielinização incompleta implica apenas veloci- dade de condução lenta no trajeto do sistema nervoso central. No entanto, no recém-nascido, o impulso nervo- so percorre uma trajetória de curta distância, o que acaba compensando essa lentidão da transmissão do estímulo. Dessa forma, recém-nascidos prematuros já possuem capacidade neurológica suficiente para perceber a dor em nível cortical (Bartocci, Bergqvist, Lagercrantz, & Anand, 2006; Slater, Fitzgerald, & Meek, 2007).
Show more

9 Read more

Os recém-nascidos sentem dor quando submetidos à sondagem gástrica?.

Os recém-nascidos sentem dor quando submetidos à sondagem gástrica?.

Métodos: 50 recém-nascidos hígidos com idade gestacional superior a 33 semanas e com peso ao nascer superior a 1.999 g foram submetidos a sondagem gástrica e, após, randomizados por sorteio simples em dois grupos: Fricção/Punção e Punção/Fricção. Os recém-nascidos eram avaliados através da escala NIPS - Neonatal Infant Pain Scale- (0-7 pontos, dor >3) por dois observadores independentes em três momentos: um minuto antes, durante e um minuto após a sondagem gástrica, punção e fricção do pé com monitorização simultânea da freqüência cardíaca, da freqüência respiratória e da saturação de oxigênio da hemoglobina.
Show more

7 Read more

Avaliação da dor em recém-nascidos submetidos à cirurgia cardiáca.

Avaliação da dor em recém-nascidos submetidos à cirurgia cardiáca.

Além disso, diversas escalas são utilizadas, a exemplo da Pain Assessment Tool (PAT), Children’s and Infants’ Postoperative Pain Scale (CHIPPS), COMFORT, Neonatal facial coding system (NFCS), Premature infant pain profile (PIPP), Cry, Requires O2, Increased vital signs, Expression, Sleeplessness (CRIES), o que dificulta apontar escalas mais ou menos adequadas para este tipo de avaliação de dor.

6 Read more

Escalas de avaliação de dor em recém-nascidos: revisão integrativa.

Escalas de avaliação de dor em recém-nascidos: revisão integrativa.

A maioria dos instrumentos é unidimensional, para dor aguda, e utiliza alguns dos indicadores comportamentais: expressão facial, choro e atividade motora. No caso da ABC pain scale, por exemplo, avalia a dor por meio de carac- terísticas do choro do RN: tonalidade do primeiro choro, ritmo dos acessos de choro e constância da intensidade do choro. Enquanto que a Neonatal Pain Analyzer – ABC analyzer se baseia, além da tonalidade do choro, em outros aspectos do mesmo indicador, como: raiz quadrada média (RMS) da amplitude normalizada do choro e presença de choro em sirene. 17-19
Show more

8 Read more

Conhecimentos e práticas de avaliação e tratamento da dor em recém-nascidos internados...

Conhecimentos e práticas de avaliação e tratamento da dor em recém-nascidos internados...

O registro da avaliação da dor do RN é importante, pois segundo a Resolução COFEN nº 429, de 15 de fevereiro de 2012 é responsabilidade e dever da equipe de enfermagem anotar no prontuário do paciente as atividades assistenciais realizadas, ligadas ao processo de cuidar e gerenciamento do trabalho, garantindo dessa forma a qualidade e continuidade da assistência de enfermagem. O meio de registro pode- se dar de modo manual ou eletrônico desde que contenham todas as informações necessárias sobre o cuidado prestado (Conselho Federal de Enfermagem, 2012). O manejo da dor neonatal como parte da assistência prestada ao paciente deve ser registrada de forma clara no prontuário, o que também possibilita o controle e evolução da dor do RN. Foi verificado neste item que a maioria dos enfermeiros concordam sobre a importância do registro da dor no prontuário do RN, sendo que a maioria também concordou que o registro é um pré-requisito para o adequado controle da dor neonatal. Ao se verificar a presença de dor nos RNs, algumas medidas são tomadas pelos enfermeiros para seu alívio, porém somente o registro sem ação do enfermeiro não garante tratamento.
Show more

155 Read more

Avaliação da dor de recém-nascidos durante procedimentos invasivos em terapia intensiva.

Avaliação da dor de recém-nascidos durante procedimentos invasivos em terapia intensiva.

natal de um hospital particular do município de São Paulo buscou identiicar como avaliam a dor no RN. Mostrou que os parâmetros mais utilizados pelos enfermeiros para avaliação da dor foram: ex- pressão facial e choro, seguido de alteração de sinais vitais, agitação e os parâmetros utilizados na NIPS. Citaram como métodos farma- cológicos usados para alívio da dor analgésico anti-inlamatório não esteroide, opioide potente e sedativo. E como métodos não farmaco- lógicos mudança de decúbito, massagem local, sucção não nutritiva/ chupeta ou dedo enluvado e banho de imersão.
Show more

4 Read more

IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DA PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM RELAÇÃO A DOR/DESCONFORTO DO RECÉM-NASCIDO

IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DA PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM RELAÇÃO A DOR/DESCONFORTO DO RECÉM-NASCIDO

Introdução: Apesar dos grandes avanços na questão da clínica da dor, compreende-se que existe uma grande falha no reconheci- mento, quando se trata de cuidados em neonatos. Objetivo: Analisar o conhecimento dos profissionais da enfermagem no processo de identificação, avaliação e atuação no controle da dor em recém-nascidos internados em três Unidades de Terapia Intensiva Neonatal, com a finalidade de obter mais subsídios para o planejamento da assistência. Casuística e Métodos: Utilizamos o método de pesquisa qualitativa do tipo análise de conteúdo, realizado por entrevistas semiestruturadas aplicadas a 29 profissionais da área de enfermagem que atuam na UTI Neonatal I, II e III do Hospital de Base de São José do Rio Preto, no período de 01 à 20 de setembro de 2013, e a análise dos dados foi realizada segundo referencial teórico de Bardin. Resultados: Os resultados indicam que o choro, as expressões faciais, a linguagem corporal e as alterações psicológicas foram usados como parâmetros para indi- cações de estímulo doloroso em recém-nascidos. Conclusão: Apesar de perceberem o importante significado da análise de dor, os profissionais ainda não utilizam escalas para este processo, e também não há padronizado medidas não farmacológicas para amenização.
Show more

5 Read more

Dor e analgesia em recém-nascidos submetidos a cirurgias cardíacas

Dor e analgesia em recém-nascidos submetidos a cirurgias cardíacas

Lynn , Nespeca, Bratton et al. (2000) com o objetivo de comparar a segurança quanto à ocorrência de depressão respiratória na administração contínua de morfina em relação à administração intermitente, estudaram 83 crianças, na faixa etária de zero a um ano de vida, submetidas a diferentes tipos de cirurgias, todas em ventilação espontânea. As crianças foram divididas em dois grupos. No Grupo 1, 56 receberam infusão contínua, a fim de manter o nível sérico de até 20ng/ml. No Grupo 2, 27 receberam infusão intermitente, na dose de 0,05mg/kg, a cada uma ou duas horas. A dor foi avaliada a cada quatro horas por meio da escala Modified Infant Pain Scale (MIPS) e amostras sangüíneas arteriais foram coletadas. Os resultados demonstraram menores escores de dor no grupo que recebeu infusão contínua de morfina, entretanto quatro crianças apresentaram complicações, sendo hipercabia em duas crianças, queda de saturação em uma e ambas as complicações em uma criança. No grupo de crianças que recebeu morfina intermitente não foram observadas complicações ventilatórias. Embora a diferença não seja estatisticamente significativa, os autores recomendam parcimônia na administração contínua de morfina.
Show more

151 Read more

Avaliação da dor como instrumento para o cuidar de recém-nascidos pré-termo.

Avaliação da dor como instrumento para o cuidar de recém-nascidos pré-termo.

pesquisadoras, em que eram descritas as circunstân- cias e situações do momento da tomada fotográica. Completada a fase de realização das fotos, seguiu- se a escolha da série de fotos que apresentasse os critérios para cumprir os objetivos do estudo: boa iluminação, ou seja, todas as fotos deveriam apresentar as nuances da imagem focalizada, como brilho e contraste, além de exibir uma variedade de tons e cores; nitidez da face do neonato, isto é, nenhuma das fotos da série deveria apresentar imagens com duplo contorno, desfocadas e/ou tremidas; e que pelo menos uma delas deveria caracterizar expressão facial de dor no momento de um estímulo doloroso. Do total, foram selecio- nadas seis fotos e, em seguida, organizadas em um quadro de madeira com dimensões de 40 x 40 cm. As fotos foram dispostas em duas colunas, com três fotos cada, numeradas em algarismos romanos. A foto I corresponde a um bocejo da criança; a II a uma expressão de desconforto causado por ruído excessivo; a III a expressão de desconforto causa- do pela fricção do calcanhar pela enfermeira; a V corresponde a um momento de repouso e a VI a desconforto causado por iluminação excessiva. De todas, a IV fotograia, foi a que melhor caracteri- zou a expressão de dor na criança e apresentou os seguintes comportamentos faciais: fronte saliente, olhos espremidos, sulco naso-labial aprofundado, boca estirada, lábios entreabertos e língua tensa obtendo um escore de seis pontos, o suiciente para o SCAFN classiicar a situação como um momento real de dor (Apêndice 3).
Show more

9 Read more

Avaliação e tratamento da dor nas unidades de tratamento intensivo neonatais de Porto Alegre

Avaliação e tratamento da dor nas unidades de tratamento intensivo neonatais de Porto Alegre

Consenso de especialistas da área neonatal, realizado em 2001, definiu alguns princípios gerais sobre a prevenção e manejo da dor em recém-nascidos, dentre os quais citamos: 1) a dor no recém-nascido é, em geral, não reconhecida e subtratada, devido à falta de condições verbais da criança em expressá-la; 2) se um procedimento é doloroso nos adultos ele dever ser considerado doloroso em recém-nascidos a termo e em prematuros; 3) comparados com crianças maiores e adultos, os recém-nascidos, sobretudo os prematuros, podem apresentar sensibilidade maior à dor e serem mais suscetíveis aos efeitos a longo prazo da estimulação nociceptiva; 4) o tratamento adequado da dor em recém-nascidos está associado à diminuição da morbidade e da mortalidade; 5) o uso apropriado de intervenções ambientais, comportamentais e farmacológicas pode prevenir, reduzir ou eliminar a dor do recém-nascido em diversas situações clínicas; 6) a sedação não proporciona alívio da dor e pode mascarar a resposta do recém- nascido ao estímulo doloroso; 7) os profissionais de saúde tem a responsabilidade de avaliar, prevenir e tratar a dor neonatal; 8) as UTIN devem desenvolver guias e protocolos para o manejo da dor do recém-nascido (54) .
Show more

68 Read more

PERCEPÇÃO E CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE QUE ATUAM NAS UNIDADES NEONATAIS COM RELAÇÃO AO MANEJO DA DOR NO RECÉM-NASCIDO

PERCEPÇÃO E CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE QUE ATUAM NAS UNIDADES NEONATAIS COM RELAÇÃO AO MANEJO DA DOR NO RECÉM-NASCIDO

. Com relação à realização de medidas para tratar a dor durante a realização de procedimentos potencialmente dolorosos, as enfermeiras relataram utilizar medidas não farmacológicas para aliviar a dor ou solicitar a prescrição de medicações na maioria dos procedimentos, enquanto a minoria dos pediatras referiu o tratamento em procedimentos como punção venosa (46,4%), punção de calcanhar (33,9%) e punção lombar (41,1%). A maioria dos pediatras referiu a utilização de medidas farmacológicas em recém-nascidos em ventilação mecânica (96,4%), submetidos à dissecção venosa (89,3%), drenagem torácica (92,9%), no pós-operatório de cirurgia de neonato com necessidade de ventilação mecânica (98,2%) ou não (98,2%). Conclui-se diante dos resultados que os profissionais de saúde possuem conhecimento com relação ao manejo da dor no neonato, entretanto faz-se necessário a implementação de rotinas e protocolos nos serviços de neonatologia, assim como o treinamento e capacitação dos profissionais que trabalham nestas unidades, garantindo a aplicação na prática dos conhecimentos relacionados à prevenção, avaliação e tratamento da dor no período neonatal.
Show more

88 Read more

ASSESSMENT OF PAIN IN INFANTS IN THE NEWBORN INTENSIVE CARE UNIT UNDER THE OBSERVATION OF THE NURSING PROFESSIONALS OF A UNIVERSITY HOSPITAL

ASSESSMENT OF PAIN IN INFANTS IN THE NEWBORN INTENSIVE CARE UNIT UNDER THE OBSERVATION OF THE NURSING PROFESSIONALS OF A UNIVERSITY HOSPITAL

Objetivos: Identificar como os enfermeiros avaliam a dor dos recém nascidos (RN) internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) de um Hospital Universitário do Rio de Janeiro (RJ) e descrever a atuação dos enfermeiros no manejo da dor desses RN. Métodos: Estudo descritivo-exploratório, com abordagem qualitativa. Foi realizada uma entrevista semiestruturada com sete enfermeiros da UTIN do Serviço de Pediatria de um Hospital Universitário/RJ. Resultados: Os dados foram analisados segundo à Análise Temática, emergindo três categorias: 1) Crenças sobre a dor do recém-nascido em UTI Neonatal; 2) Identificação e avaliação da dor do recém-nascido em UTI Neonatal; 3) Cuidando da dor do recém-nascido em UTI Neonatal. Conclusão: Os enfermeiros que atuam em UTIN devem ter conhecimento suficiente sobre a fisiologia, os fatores comportamentais e culturais que podem influenciar a dor dos RN nestas unidades e principalmente no planejamento do cuidado individualizado durante a realização de procedimentos invasivos. Descritores: Enfermagem; Cuidados de Enfermagem; Dor; Unidades de Terapia Intensiva Neonatal.
Show more

8 Read more

Avaliação da dor do recém-nascido através da escala Codificação da Atividade Facial Neonatal durante o exame de gasometria arterial.

Avaliação da dor do recém-nascido através da escala Codificação da Atividade Facial Neonatal durante o exame de gasometria arterial.

RESULTADOS: Constatou-se presença de manifestações faciais de dor nos recém-nascidos (100%), alteração na frequência car- díaca (50%) e redução da saturação de oxigênio (34,7%). CONCLUSÃO: Quando comparados os parâmetros isio- lógicos do recém-nascido, antes e durante a punção arterial, constatou-se que houve presença de manifestações faciais de dor em todos os recém-nascidos e alterações isiológicas como diminuição dos níveis de saturação de oxigênio e aumento da frequência cardíaca, de acordo com a escala Codiicação da Atividade Facial Neonatal, demonstrando que, apesar de não verbalizar, conseguem demonstrar alterações que expressam a dor sentida no momento da realização da punção arterial. A aplicação dessa escala foi importante, especialmente para favo- recer a sensibilização e um cuidar de enfermagem holística ao recém-nascido com dor.
Show more

5 Read more

A sucção não nutritiva do recém-nascido prematuro como uma tecnologia de enfermagem.

A sucção não nutritiva do recém-nascido prematuro como uma tecnologia de enfermagem.

Estudo experimental com abordagem quantitativa, cujo objetivo foi demonstrar que a sucção não nutritiva é efetiva no manejo da dor durante a instalação, pela equipe de enfermagem, do CPAP nasal em recém-nascidos prematuros; e demonstrar que o uso da sucção não nutritiva, concomitantemente à instalação do CPAP nasal, pode ser considerado uma tecnologia de enfermagem. A população alvo foi constituída por 20 recém-nascidos prematuros, submetidos à instalação ou reinstalação do referido artefato, totalizando 30 procedimentos. Os recém-nascidos foram distribuídos, aleatoriamente, em dois grupos, controle e experimental, em que a sucção não nutritiva foi oferecida, o mesmo não acontecendo com o grupo controle. As reações de dor foram mensuradas pela escala de NIPS. Em 100% dos procedimentos concomitantes à sucção não nutritiva, os recém-nascidos não sentiram dor; 100% dos recém-nascidos demonstraram dor quando não era oferecida a referida sucção. Conclui-se que o procedimento pode ser classificado como uma tecnologia do cuidado de enfermagem.
Show more

5 Read more

Show all 6571 documents...